(Fantasia)
Oi, sou a Flor, tenho 18 anos e vou contar uma coisa que me aconteceu há pouco tempo.
Antes de mais nada, acho melhor contar um pouquinho de como sou. Mesmo tendo 18 (fiz aniversário faz pouco), tenho cara de menina. Na verdade, nunca me dão a idade que tenho, o que às vezes é uma merda porque não me deixam entrar em quase lugar nenhum. Sou baixinha, tenho 1,56, peso 47 quilos, pele branca e cabelo e olhos pretos. Sou bem magrinha, mas tenho uma bunda bonita, bem empinada, e acho que é o que tenho de melhor. De peitos, sei lá, mais ou menos, tenho um pouco e, como sou pequena e tenho as costas finas, eles até aparecem bem. Minhas medidas são 92, 55, 84. Meu cabelo vai até a metade das costas, liso, com umas ondinhas.
Há pouco tempo (bem pouco), tinha começado a sair com um garoto da minha escola. Na real, ele era uns 2 anos mais velho porque repetiu de ano várias vezes. No começo, eu não gostava dele, mas ele era amigo do namorado de uma amiga e ficava me mandando mensagens, e no fim a gente começou a sair, mas bem de boa, só umas poucas vezes.
Ele tocava bateria numa banda de rock meio pesado, e pra falar a verdade, eu nem gosto desse tipo de música, mas ele ia tocar num bar, e minha amiga ia com o namorado e me encheu o saco pra ir, então acabei indo. Nunca tinha ido num show, mas o lugar onde fui nem parecia um show. Era num bar que ficava meio desnivelado, quase um porão, bem perto dos trilhos do trem. Era de noite, e quando chegamos, tava bem escuro, não tinha nenhuma luz na rua. Pra piorar, eu e minha amiga não sabíamos direito o endereço, e o táxi acabou nos deixando umas 2 quadras antes, então tivemos que andar no escuro até começar a ouvir música e ver umas luzes, e fomos nos aproximando.
Assim que começamos a chegar perto, percebi que tinha me vestido super errado pra ir. Eu achava que era mais ou menos como ir pra uma balada, mas não tinha nada a ver. Quase não dava pra ver garotas. e as pessoas que estavam lá eram todos os tipos, entre 35 e 50 anos, muitas motos, todo mundo de jaqueta de couro, jeans e coturno.
Eu, que achava que tinha que me vestir mais ou menos como pra sair pra uma balada, tinha colocado uma calça que minha amiga me emprestou, que era um jeans bem curtinho, tipo recortado, que nela ficava legal, mas em mim, que tenho um pouco mais de bunda, acabou ficando meio pequena... ou não pequena, mas mais apertada..:$.. Tênis de lona, como sempre, e uma camiseta tranquila, branca, mas curtinha.
Desde que começamos a nos aproximar, já me senti desconfortável, era óbvio que a calça estava muito justa, porque eles ficavam de olho na minha bunda. E nem disfarçavam, eu tinha me metido na boca do lobo e eles estavam super à vontade. Quando entrei, no final até tinha algumas garotas, felizmente. Todas mais velhas que a gente, mas pelo menos tinha, embora estivessem todas de calça comprida.
Quando entramos, o cara com quem eu estava saindo (Martín) e o namorado da minha amiga estavam perto do palco conversando com dois caras, os dois pareciam ter 45 ou mais, eram meio carecas mas tinham cabelo comprido e estavam fumando. Um era magro, de altura média, e parecia ser o vocalista da banda que ia tocar depois da do Martín.
O outro me impressionou mais... Era bem mais alto... sei lá, devia ter mais de 1,90 e era grandão. Daqueles caras que dão medo... no começo achei que devia ser segurança do lugar, mas depois percebi que também tocava na banda do outro. Tinha um monte de anéis nas duas mãos, que eram enormes, e pulseiras de couro nos dois braços. Falava rápido e alto, meio aos berros, e bebia de uma garrafa de uísque enquanto fumava. Tudo ao mesmo tempo. A gente se aproximou um pouquinho, meio que pra ver se os caras nos viam, e aí o Martín nos viu e acenou. Ele me abraçou e me deu um beijo, e a Magui (minha amiga) também. Depois nos apresentou, disse que o mais magro se chamava "Tano" e que o Outro chamava ele de "o burro". Eu na hora nem ouvi direito, mas cumprimentei eles com um beijo. O maiorzão começou a me encarar muito. Não sei se era pra me deixar desconfortável, mas com certeza ele não tava nem aí. Enquanto isso, continuaram conversando. Na real, o maiorzão falava mais que tudo, o outro, mais magrinho, e o Martín escutava e ria do que eles diziam. Aliás, ele fazia uma cara bem de idiota e ria das piadas, perguntando umas coisas super estúpidas.. os outros respondiam meio rindo entre si e depois de um tempinho o grandão deu um copo de cerveja vazio que pegou do chão e mandou ele trazer uma "breja". Óbvio que não deu dinheiro, e ele saiu todo feliz pra comprar cerveza. Eu até pensei em ir junto, mas senti um puxãozinho de leve, me virei e o grandão tava me segurando com dois dedos na camiseta. Olhei meio sem entender e ele falou: "Você fica com a gente, bebê, ele já volta."
Eu meio que ri, mas fiquei com um sorrisinho meio fingido. No fim, o Martín tava ali pertinho no balcão e minha amiga tinha sentado numa mesa do lado com o namorado dela.
Assim que o grandão viu que eu fiquei, voltou a falar comigo: "E você, quantos anos tem, bebê?"
Eu sorri um pouco e falei mais alto porque a música tava muito alta. Falei que tinha 18 e que tinha feito aniversário fazia pouco. Ele fez uma cara meio de surpresa, não sei se era fingida ou não, foi um gesto entre careta e sorriso, e respondeu: "Mmm, sério, linda? Você parece ainda mais novinha." Eu ri e levei como um elogio e não respondi mais. Ele me ofereceu um cigarro, mas falei que não fumava, ele riu um pouquinho e continuou puxando papo.. que colégio eu frequentava, se o Martín era meu namorado, se eu tinha vindo sozinha ou não.. Eu me sentia meio desconfortável por não perguntar nada, e mesmo não ligando, perguntei quantos anos ele tinha e por que chamavam ele de "burro".
Ele falou que tinha 47 anos e, antes de responder a segunda pergunta, os dois começaram a rir.. Eu fiz cara de quem ri sem entender, e depois ele disse que mais tarde ia me mostrar por que chamavam ele daquele jeito. Eu ri de novo sem entender, só pra não ficar mal, e daí a pouco chegou o Martín.
O cara mais velho tirou um baseado e começou a fumar, passou pro outro e pro Martín. Depois me ofereceu, e eu falei que não, valeu, mas não fumava. Ele não insistiu, mas pareceu que de propósito começou a soprar toda a fumaça na minha cara toda vez que tragava. Eu pensei que aquilo não ia me fazer nada, mas em poucos minutos comecei a me sentir estranha, primeiro meio confusa e depois comecei a rir de tudo, mesmo quase não entendendo o que eles falavam. Eles também riam. Passou um tempo e o Martín começou a tocar com a banda dele, que era a primeira a se apresentar. Eu sentei, toda tonta, e o grandão sentou numa cadeira do meu lado e começou a falar comigo. Nem lembro direito o que ele dizia, mas eu ria de tudo. Acho que ele perguntava sobre o Martín, se a gente era namorados, se fazia muito tempo que a gente saía, essas coisas. Além disso, me oferecia cerveja que tinha um gosto muito forte. Num momento vi que o outro, o "tano", colocava uísque, mas na hora eu só sentia um gosto estranho sem entender por quê.
O outro continuou falando comigo, perguntou de novo se eu tinha mesmo 18 anos, que eu tinha cara de mais novinha... que ele tinha uma filhinha um pouco mais velha que eu, e que já ia me apresentar pra gente virar amiga. Eu não conseguia parar de rir, mesmo ele não estando fazendo piada nenhuma 😛
Depois ele falou que eu era muito gostosa, e que gostava do jeito que eu tava vestida. Eu ri e respondi:
"— Valeu 🙂, na verdade nem é minha roupa, a Magui, minha amiga, que me emprestou."
Ele respondeu: — "Hummm, olha só, mesmo assim acho que fica melhor em você, principalmente essa calcinha aí, novinha."
— "Haha, que mentiroso! Como é que você vai saber se nunca viu ela vestindo?"
— "Bom, isso dá pra resolver... é só a gente ir no banheiro e você tirar ela por um instante, e aí deixa ela provar"
Eu ri e não respondi nada. Daí a pouco vi que a Magui tava super bêbada conversando com o "Tano", o namorado dela, enquanto ele tocava na banda com o Martín. Aí vi que o "Tano" tocava no braço do grandão e falava algo no ouvido dele, e os dois começaram a rir.
Eu perguntei pra ele do que eles tavam rindo tanto, e o grandão respondeu: "É que a gente tá fazendo uma aposta, mina, mas você tem que ajudar a gente... O Tano disse que seu shortinho deve ficar melhor na sua amiga, e eu apostei uma cerveja que fica melhor em você."
Eu ri (como fazia o tempo todo) e senti a mão gigante do burro na minha nuca. Ele puxou minha cabecinha pra perto dele e disse: "Não quer mostrar que fica muito melhor em você, gata?"
Eu olhei pra ele meio surpresa e rindo, e aí senti a Magui me pegar pela mão e falar pra eu ir com ela, que a gente fosse pro banheiro e trocasse de short por um tempinho. Que iam nos dar uma cerveja. Eu segui ela rindo. Já tava super bêbada e acho que um pouco drogada pela fumaça que tinham jogado em mim, e fui atrás. Ela me levou pela mão até o banheiro (depois eu ia perceber que era um banheiro fora de uso, porque tava todo sujo e cheio de coisas velhas). A gente entrou e, quando chegou na frente do espelho, ela falou pra eu trocar e começou a abaixar o short dela.
Acho que foi nessa hora que eu percebi que o "Tano" e o "burro" tinham entrado atrás da gente. Porque assim que eu vi eles pelo espelho, senti alguém me agarrar por trás, pelas presilhas do jeans (aquelas argolinhas por onde passa o cinto), e me levantar por ali, fazendo minha carinha bater no espelho. Senti a costura do jeans apertando muito forte minha buceta e metade da minha raba saindo do shortinho. Olhei pelo espelho e vi que era o "burro" 😳... a próxima coisa que senti foi um tapa MUITO forte na raba, bem na metade da bunda que tinha escapado do short, e a risada dos dois. dois.
— "Mmmmmm, te falei que a buceta dessa puta era a mais gostosa, tano", disse enquanto ria.
— "Não, burro, essa puta tem uma raba linda também" (enquanto terminava de abaixar a calça da Magui).
Eu não sei o que dava na gente, mas nós duas não parávamos de rir. Aí o "burro" falou... — "Vamos ter que perguntar pros caras... olha só, puta, abaixa a calcinha aí pra ficar igual a puta da sua amiga, que vamos tirar umas fotos pra ver qual das duas putinhas ganha.
Oi, sou a Flor, tenho 18 anos e vou contar uma coisa que me aconteceu há pouco tempo.
Antes de mais nada, acho melhor contar um pouquinho de como sou. Mesmo tendo 18 (fiz aniversário faz pouco), tenho cara de menina. Na verdade, nunca me dão a idade que tenho, o que às vezes é uma merda porque não me deixam entrar em quase lugar nenhum. Sou baixinha, tenho 1,56, peso 47 quilos, pele branca e cabelo e olhos pretos. Sou bem magrinha, mas tenho uma bunda bonita, bem empinada, e acho que é o que tenho de melhor. De peitos, sei lá, mais ou menos, tenho um pouco e, como sou pequena e tenho as costas finas, eles até aparecem bem. Minhas medidas são 92, 55, 84. Meu cabelo vai até a metade das costas, liso, com umas ondinhas.
Há pouco tempo (bem pouco), tinha começado a sair com um garoto da minha escola. Na real, ele era uns 2 anos mais velho porque repetiu de ano várias vezes. No começo, eu não gostava dele, mas ele era amigo do namorado de uma amiga e ficava me mandando mensagens, e no fim a gente começou a sair, mas bem de boa, só umas poucas vezes.
Ele tocava bateria numa banda de rock meio pesado, e pra falar a verdade, eu nem gosto desse tipo de música, mas ele ia tocar num bar, e minha amiga ia com o namorado e me encheu o saco pra ir, então acabei indo. Nunca tinha ido num show, mas o lugar onde fui nem parecia um show. Era num bar que ficava meio desnivelado, quase um porão, bem perto dos trilhos do trem. Era de noite, e quando chegamos, tava bem escuro, não tinha nenhuma luz na rua. Pra piorar, eu e minha amiga não sabíamos direito o endereço, e o táxi acabou nos deixando umas 2 quadras antes, então tivemos que andar no escuro até começar a ouvir música e ver umas luzes, e fomos nos aproximando.
Assim que começamos a chegar perto, percebi que tinha me vestido super errado pra ir. Eu achava que era mais ou menos como ir pra uma balada, mas não tinha nada a ver. Quase não dava pra ver garotas. e as pessoas que estavam lá eram todos os tipos, entre 35 e 50 anos, muitas motos, todo mundo de jaqueta de couro, jeans e coturno.
Eu, que achava que tinha que me vestir mais ou menos como pra sair pra uma balada, tinha colocado uma calça que minha amiga me emprestou, que era um jeans bem curtinho, tipo recortado, que nela ficava legal, mas em mim, que tenho um pouco mais de bunda, acabou ficando meio pequena... ou não pequena, mas mais apertada..:$.. Tênis de lona, como sempre, e uma camiseta tranquila, branca, mas curtinha.
Desde que começamos a nos aproximar, já me senti desconfortável, era óbvio que a calça estava muito justa, porque eles ficavam de olho na minha bunda. E nem disfarçavam, eu tinha me metido na boca do lobo e eles estavam super à vontade. Quando entrei, no final até tinha algumas garotas, felizmente. Todas mais velhas que a gente, mas pelo menos tinha, embora estivessem todas de calça comprida.
Quando entramos, o cara com quem eu estava saindo (Martín) e o namorado da minha amiga estavam perto do palco conversando com dois caras, os dois pareciam ter 45 ou mais, eram meio carecas mas tinham cabelo comprido e estavam fumando. Um era magro, de altura média, e parecia ser o vocalista da banda que ia tocar depois da do Martín.
O outro me impressionou mais... Era bem mais alto... sei lá, devia ter mais de 1,90 e era grandão. Daqueles caras que dão medo... no começo achei que devia ser segurança do lugar, mas depois percebi que também tocava na banda do outro. Tinha um monte de anéis nas duas mãos, que eram enormes, e pulseiras de couro nos dois braços. Falava rápido e alto, meio aos berros, e bebia de uma garrafa de uísque enquanto fumava. Tudo ao mesmo tempo. A gente se aproximou um pouquinho, meio que pra ver se os caras nos viam, e aí o Martín nos viu e acenou. Ele me abraçou e me deu um beijo, e a Magui (minha amiga) também. Depois nos apresentou, disse que o mais magro se chamava "Tano" e que o Outro chamava ele de "o burro". Eu na hora nem ouvi direito, mas cumprimentei eles com um beijo. O maiorzão começou a me encarar muito. Não sei se era pra me deixar desconfortável, mas com certeza ele não tava nem aí. Enquanto isso, continuaram conversando. Na real, o maiorzão falava mais que tudo, o outro, mais magrinho, e o Martín escutava e ria do que eles diziam. Aliás, ele fazia uma cara bem de idiota e ria das piadas, perguntando umas coisas super estúpidas.. os outros respondiam meio rindo entre si e depois de um tempinho o grandão deu um copo de cerveja vazio que pegou do chão e mandou ele trazer uma "breja". Óbvio que não deu dinheiro, e ele saiu todo feliz pra comprar cerveza. Eu até pensei em ir junto, mas senti um puxãozinho de leve, me virei e o grandão tava me segurando com dois dedos na camiseta. Olhei meio sem entender e ele falou: "Você fica com a gente, bebê, ele já volta."
Eu meio que ri, mas fiquei com um sorrisinho meio fingido. No fim, o Martín tava ali pertinho no balcão e minha amiga tinha sentado numa mesa do lado com o namorado dela.
Assim que o grandão viu que eu fiquei, voltou a falar comigo: "E você, quantos anos tem, bebê?"
Eu sorri um pouco e falei mais alto porque a música tava muito alta. Falei que tinha 18 e que tinha feito aniversário fazia pouco. Ele fez uma cara meio de surpresa, não sei se era fingida ou não, foi um gesto entre careta e sorriso, e respondeu: "Mmm, sério, linda? Você parece ainda mais novinha." Eu ri e levei como um elogio e não respondi mais. Ele me ofereceu um cigarro, mas falei que não fumava, ele riu um pouquinho e continuou puxando papo.. que colégio eu frequentava, se o Martín era meu namorado, se eu tinha vindo sozinha ou não.. Eu me sentia meio desconfortável por não perguntar nada, e mesmo não ligando, perguntei quantos anos ele tinha e por que chamavam ele de "burro".
Ele falou que tinha 47 anos e, antes de responder a segunda pergunta, os dois começaram a rir.. Eu fiz cara de quem ri sem entender, e depois ele disse que mais tarde ia me mostrar por que chamavam ele daquele jeito. Eu ri de novo sem entender, só pra não ficar mal, e daí a pouco chegou o Martín.
O cara mais velho tirou um baseado e começou a fumar, passou pro outro e pro Martín. Depois me ofereceu, e eu falei que não, valeu, mas não fumava. Ele não insistiu, mas pareceu que de propósito começou a soprar toda a fumaça na minha cara toda vez que tragava. Eu pensei que aquilo não ia me fazer nada, mas em poucos minutos comecei a me sentir estranha, primeiro meio confusa e depois comecei a rir de tudo, mesmo quase não entendendo o que eles falavam. Eles também riam. Passou um tempo e o Martín começou a tocar com a banda dele, que era a primeira a se apresentar. Eu sentei, toda tonta, e o grandão sentou numa cadeira do meu lado e começou a falar comigo. Nem lembro direito o que ele dizia, mas eu ria de tudo. Acho que ele perguntava sobre o Martín, se a gente era namorados, se fazia muito tempo que a gente saía, essas coisas. Além disso, me oferecia cerveja que tinha um gosto muito forte. Num momento vi que o outro, o "tano", colocava uísque, mas na hora eu só sentia um gosto estranho sem entender por quê.
O outro continuou falando comigo, perguntou de novo se eu tinha mesmo 18 anos, que eu tinha cara de mais novinha... que ele tinha uma filhinha um pouco mais velha que eu, e que já ia me apresentar pra gente virar amiga. Eu não conseguia parar de rir, mesmo ele não estando fazendo piada nenhuma 😛
Depois ele falou que eu era muito gostosa, e que gostava do jeito que eu tava vestida. Eu ri e respondi:
"— Valeu 🙂, na verdade nem é minha roupa, a Magui, minha amiga, que me emprestou."
Ele respondeu: — "Hummm, olha só, mesmo assim acho que fica melhor em você, principalmente essa calcinha aí, novinha."
— "Haha, que mentiroso! Como é que você vai saber se nunca viu ela vestindo?"
— "Bom, isso dá pra resolver... é só a gente ir no banheiro e você tirar ela por um instante, e aí deixa ela provar"
Eu ri e não respondi nada. Daí a pouco vi que a Magui tava super bêbada conversando com o "Tano", o namorado dela, enquanto ele tocava na banda com o Martín. Aí vi que o "Tano" tocava no braço do grandão e falava algo no ouvido dele, e os dois começaram a rir.
Eu perguntei pra ele do que eles tavam rindo tanto, e o grandão respondeu: "É que a gente tá fazendo uma aposta, mina, mas você tem que ajudar a gente... O Tano disse que seu shortinho deve ficar melhor na sua amiga, e eu apostei uma cerveja que fica melhor em você."
Eu ri (como fazia o tempo todo) e senti a mão gigante do burro na minha nuca. Ele puxou minha cabecinha pra perto dele e disse: "Não quer mostrar que fica muito melhor em você, gata?"
Eu olhei pra ele meio surpresa e rindo, e aí senti a Magui me pegar pela mão e falar pra eu ir com ela, que a gente fosse pro banheiro e trocasse de short por um tempinho. Que iam nos dar uma cerveja. Eu segui ela rindo. Já tava super bêbada e acho que um pouco drogada pela fumaça que tinham jogado em mim, e fui atrás. Ela me levou pela mão até o banheiro (depois eu ia perceber que era um banheiro fora de uso, porque tava todo sujo e cheio de coisas velhas). A gente entrou e, quando chegou na frente do espelho, ela falou pra eu trocar e começou a abaixar o short dela.
Acho que foi nessa hora que eu percebi que o "Tano" e o "burro" tinham entrado atrás da gente. Porque assim que eu vi eles pelo espelho, senti alguém me agarrar por trás, pelas presilhas do jeans (aquelas argolinhas por onde passa o cinto), e me levantar por ali, fazendo minha carinha bater no espelho. Senti a costura do jeans apertando muito forte minha buceta e metade da minha raba saindo do shortinho. Olhei pelo espelho e vi que era o "burro" 😳... a próxima coisa que senti foi um tapa MUITO forte na raba, bem na metade da bunda que tinha escapado do short, e a risada dos dois. dois.
— "Mmmmmm, te falei que a buceta dessa puta era a mais gostosa, tano", disse enquanto ria.
— "Não, burro, essa puta tem uma raba linda também" (enquanto terminava de abaixar a calça da Magui).
Eu não sei o que dava na gente, mas nós duas não parávamos de rir. Aí o "burro" falou... — "Vamos ter que perguntar pros caras... olha só, puta, abaixa a calcinha aí pra ficar igual a puta da sua amiga, que vamos tirar umas fotos pra ver qual das duas putinhas ganha.
12 comentários - Me llenaron la cola x usar un short muy cortito (parte 1y2)
NO ES ENCESARIO..YA QUEDO CLARO LA EDAD...NO LO HAGAS TAN ANIÑADO, PORQUE RESTA