Minha timidez e as mulheres da minha família 23
RELATO ANTERIOR:
Minha timideze as mulheres da minha família 22
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Minha timidez e responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras garotas me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.Na minha casa reinava um clima super carinhoso, o Jorge se desmanchava em elogios pra Ana, procurava evitar qualquer esforço pra ela, principalmente quando uma manhã, estando os três na mesa tomando café, minha tia se levantou voando e foi pro banheiro. Os engulhos dela não deixavam dúvidas, meu tio me olhou e sua cara de preocupação se transformou em satisfação. Logo foram visitar o médico que, assim que examinou a Ana, confirmou a notícia: ela estava grávida.
Ainda sendo cedo, a barriguinha já começava a aparecer e meu tio já a acariciava com carinho. Uma manhã ele anunciou que precisava se ausentar por alguns dias, era uma viagem curta, mas no estado da Ana o incomodava bastante. No dia antes de viajar, ele me chamou de lado e disse...
- Você não sabe como me sinto por ter que deixar sua tia assim, mas vou mais tranquilo porque sei que você vai cuidar dela direito. De qualquer forma, se acontecer algo anormal, me liga imediatamente e... outra coisa... não sei como te dizer, você já é bem grandinho e responsável pra entender. Sei que não dá pra colocar portas no campo, entende?
- Pooois, na verdade não, Jorge.
- Ahem... Quero dizer que já vi como você se dá bem com a Ana, tanto na vida normal quanto na cama. Queria pedir que você considere que o que estivemos fazendo tinha um objetivo e já foi alcançado. De qualquer forma, não sou tão ingênuo, e só peço muita cabeça e discrição, tá bom?
- Sim, claro tio, entendo perfeitamente.
Quando ele foi embora, acho que nem tinha chegado na rua quando minha tia me abraçou e me beijou procurando minha língua. Ela foi me levando abraçado até o quarto dela.
Ela pegou meu pau e com a língua foi deixando ele duro lambendo só a cabeça. Quando já estava vermelho, ela enfiou na boca.
- Eu peguei o clitóris dela entre dois dedos e massageei até deixar brilhante e duro. Quando agarrei os peitos dela, disse...
- Ana, você percebeu como seus peitos?
- Ah! Você já percebeu, eu queria te dar uma surpresa. Em breve você vai poder pegá-los bem e talvez nem caibam na sua boca. De qualquer forma, você está convidado a chupar os mamilos para tirar de mim o leitinho que quiser.
- Eu subi em cima, entre as pernas dela, mas lembrei das recomendações do Jorge. Não queria pressioná-la com meu peso e me coloquei atrás, fazendo conchinha. O pau entrou com a mesma facilidade, enquanto eu amassava os peitos crescendo. Minha tia me disse...
- Por favor, eu gostaria de ficar de quatro. Sinto seu pau mais forte.
Ela se levantou e apoiou a cabeça no lençol, pernas abertas e a buceta molhada de fluidos. Enfiei sem complicações. A verdade é que dei todo o leitinho em três jatos. Ana pressionou para que não saísse uma gota e, com o orgasmo que teve, agitou tanto a porra que parecia chantilly.
Caímos exaustos. Ela me garantiu que teríamos uma boa temporada para transar sem precauções.
Ficamos quase uma hora deitados, um ao lado do outro. Minha tia estava super feliz e falante, me fez algumas confidências...
- Sabe, Manu? Eu sou muito feliz. Estou passando por uma fase da minha vida completamente plena. Estou esperando um filho, meu marido parece que já superou os problemas que tinha. Vou te dizer que agora transamos todo dia, às vezes duas vezes. Ele demora muito mais para gozar e eu gozo de verdade. Mas além disso, tenho você. Para mim, você é meu homem. Me completa em todos os sentidos: atento, simpático, gentil, nunca fica bravo. E além disso, estou louca para estar com você, seja tendo você dentro ou não. Você é um sol. Se as circunstâncias fossem outras, te garanto que você não teria escapado e essa criança que carrego dentro seria sua.
Sempre fui sentimental, mas depois do que a Ana me disse, não consegui reprimir algumas lágrimas que caíram sobre os peitos da minha tia. Ela sentiu elas rolarem entre os dois, recolheu e colocou na boca, depois me beijou.
- Você é um menino, mas muito... cara, não muda.
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