Sairíamos eu e minha esposa de férias, então arrumamos as coisas. Ela queria viajar de ônibus, mas eu tava doido pra pegar nosso carro na estrada rumo à praia, porque era pra lá que a gente tava indo.
Se arrumou tudo e finalmente chegou o dia. Tava fazendo um calor danado, então eu me vesti como se tivesse em casa, algo simples pra não suar. Já minha esposa Tânia tava com uma saia larga e comprida, com fendas nas laterais que iam até a metade das coxas, em cima uma blusa meio transparente e umas havaianas, afinal era uma viagem em família.


Ela ficou nervosa e meio furiosa porque eu decidi viajar de carro. Saímos umas 10h da manhã, a viagem ia durar umas 10 horas, as reservas no hotel já estavam feitas, era a viagem planejada nos mínimos detalhes por longos 8 meses de trampo pesado e economia.
Tava tudo indo bem quando, mais ou menos umas 7 da noite, o carro começou a dar problema. Eu não quis falar nada, mas ela começou a perceber, até que, perto de um posto de gasolina, o bicho morreu de vez. Acho que era o sistema elétrico.
Tânia começou a me recriminar, jogando a culpa em mim. Não era pra menos, já que estávamos no meio da estrada, sozinhos e sem saber o que fazer.
Então, enquanto eu tentava descobrir o defeito, ela ficava insistindo pra gente ver se alguém dava uma carona pra nós.

Foi assim que fizemos e, depois de uns minutos, conseguimos que uma gostosa parasse. O motorista desceu um cara moreno, de corpo forte, com o torso quase nu, porque só vestia uma camisa aberta até a metade — já sabe, um daqueles caminhoneiros. Perguntou qual era o problema, eu contei, ele ficou pensando e disse: — Moleque, teu carro precisa de um eletricista.
Perguntei se ele conhecia alguém ou se estávamos perto de uma oficina. Ele caiu na gargalhada e disse —onde você vai arrumar uma na estrada— olha, eu reboco teu carro até o posto e lá você se vira.
achei uma ideia brilhante, então colocamos o rebocador, minha esposa subiu na gostosa, com dificuldade por causa da altura dela, pude notar como as pernas dela apareciam ao subir, eram lindas, isso me deixou levemente excitado.


depois de tudo, o Marcos subiu, era assim que o cara se chamava, e finalmente eu fiz.
A gente conversava um pouco, ele perguntava sobre coisas tipo filhos, trabalho e tal.
Depois de meia hora, Marcos decidiu descer pra ver o carro e as amarras, aí eu quis falar com a minha mulher, perguntando se tava tudo bem, e ela respondeu que não e que eu não enchesse o saco dela porque tava furiosa. Eu insisti, tentando acariciar ela, mas ela se afastou mais pro lado do motorista e disse que, assim que tivesse chance, voltaria pra casa. (É, mulher, né?)
O Marcos subiu e disse que tava tudo bem, então deu partida no carro. Eu percebi uma parada que rolou: a Tânia tava mais colada no motorista, e quando ele trocava as marchas, esbarrava de leve nas pernas da minha esposa. No começo, achei que era sem querer, mas vi que tava virando outra coisa.
Fiz que tava dormindo pra ver o que ia rolar. Meu pau começou a endurecer, a putaria tomou conta da minha cabeça, o ciúme e a raiva queriam explodir de dentro de mim, mas ao mesmo tempo eu queria ver o controle que minha esposa tinha.

Bom, fingi que tava dormindo, mas consegui ver como ele começou a acariciar as pernas dela com os dedos. Minha esposa tava olhando pela janela, se fazendo de desentendida. Ela se ajeitou, se mexendo um pouco e cruzando as pernas pra que o cara continuasse com o que tava fazendo. Finalmente chegamos no posto de gasolina, procurei um mecânico e, quando decidi largar o carro e voltar pra buscar minha esposa, ela não tava mais lá. Perguntei por todo lado e não achei ela, então entrei no bar e perguntei por lá. Um cara me disse que tinha visto ela andando pelo salão de descanso dos caminhoneiros. Perguntei onde era e fui pra lá. Entrei por um corredor escuro, só via quartos fechados. Quando cheguei no fundo, saí pra parte de trás e vi uma janela com luz. Fui ver e foi uma grande surpresa: lá estava ela, totalmente nua, de joelhos, enfiando a rola longa e grossa do Marcos. Comecei a tremer, fiquei excitado como nunca. Queria entrar, mas o tesão do absurdo falou mais alto que meus sentimentos.


Então fiquei só observando a cena, minha esposa estava de joelhos com as pernas abertas, toda molhada até não aguentar mais. O cara levantou ela, ela beijava com vontade os peitos dele, as costas, desceu e começou a lamber a bunda do cara, passava a língua por todo o corpo do filho da puta. — Tá gostandooo?
Enquanto beijava o corpo dela, eu masturbava ela com uma mão e com a outra amassava os ovos enormes dele, que pareciam de um animal.
Ele, excitadíssimo, mandou ela parar. Ela parou, e ele a colocou contra a parede e, em seguida, começou a penetração.
que porra de pica parecia a de um burro, comprida e grossa, quando ela começou a sentir, só começou a gemer de prazer siiiiiiiiiiiii. que delíciaaaaaaaaa, goza em mim, sou sua putaaaaa, pedia pra ele acariciar o corpo dela maaaaaais.

depois eu mudei a posição dela, ela se deitou numa mesa e ele puxou ela pra trás e meteu nela, cada estocada era descomunal. o cara tava fazendo ela feliz pra caralho. enquanto isso, eu tirei minha pica e comecei a bater uma como nunca.

Tânia estava chorando de prazer, maaaaaaaaaais. Siiiiiiiiiiim, me penetraaaaaaaa.
Em seguida, eu paro ela e carrego. Ela estava encaixando o pau dele na buceta dela e, de uma só vez, ele meteu de novo. Siiiiim, assiiiiim, eu gostoooooo. Sou feliz...
Tânia estava fora de si, só gemendo enquanto suas lágrimas caíam de prazer e suas mãos acariciavam os ovos do negão. Massssssss, sou sua.
— marcos. você gosta, putaaa, você é uma vadiazinha de merdaaaa.
-tania.sim, sou sua putaaaa, me gooozaaa, maaais maaais ahhhhhhhahiiiiiiii, ahiiiiii.


finalmente ele disse mecorroooooooooo puta já tô gozandooooooooooo, siiiiiiiiii
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
- ela, espera maaaaisssss assiiim vaiii, vaiiii, eu tambémmmmmmmmm. jááááááááááá vaiiiiiiiii.
votaloooooooo, sou tua cachorraaaaaa.
Ela e ele terminaram, ela se limpou e agradeceu ele por tudo.
Não aguentei mais e gozei como nunca.
FIM...
E VOCÊS, DEIXARIAM COMER AS ESPOSAS DE VOCÊS?
Se arrumou tudo e finalmente chegou o dia. Tava fazendo um calor danado, então eu me vesti como se tivesse em casa, algo simples pra não suar. Já minha esposa Tânia tava com uma saia larga e comprida, com fendas nas laterais que iam até a metade das coxas, em cima uma blusa meio transparente e umas havaianas, afinal era uma viagem em família.


Ela ficou nervosa e meio furiosa porque eu decidi viajar de carro. Saímos umas 10h da manhã, a viagem ia durar umas 10 horas, as reservas no hotel já estavam feitas, era a viagem planejada nos mínimos detalhes por longos 8 meses de trampo pesado e economia.
Tava tudo indo bem quando, mais ou menos umas 7 da noite, o carro começou a dar problema. Eu não quis falar nada, mas ela começou a perceber, até que, perto de um posto de gasolina, o bicho morreu de vez. Acho que era o sistema elétrico.
Tânia começou a me recriminar, jogando a culpa em mim. Não era pra menos, já que estávamos no meio da estrada, sozinhos e sem saber o que fazer.
Então, enquanto eu tentava descobrir o defeito, ela ficava insistindo pra gente ver se alguém dava uma carona pra nós.

Foi assim que fizemos e, depois de uns minutos, conseguimos que uma gostosa parasse. O motorista desceu um cara moreno, de corpo forte, com o torso quase nu, porque só vestia uma camisa aberta até a metade — já sabe, um daqueles caminhoneiros. Perguntou qual era o problema, eu contei, ele ficou pensando e disse: — Moleque, teu carro precisa de um eletricista.
Perguntei se ele conhecia alguém ou se estávamos perto de uma oficina. Ele caiu na gargalhada e disse —onde você vai arrumar uma na estrada— olha, eu reboco teu carro até o posto e lá você se vira.
achei uma ideia brilhante, então colocamos o rebocador, minha esposa subiu na gostosa, com dificuldade por causa da altura dela, pude notar como as pernas dela apareciam ao subir, eram lindas, isso me deixou levemente excitado.


depois de tudo, o Marcos subiu, era assim que o cara se chamava, e finalmente eu fiz.
A gente conversava um pouco, ele perguntava sobre coisas tipo filhos, trabalho e tal.
Depois de meia hora, Marcos decidiu descer pra ver o carro e as amarras, aí eu quis falar com a minha mulher, perguntando se tava tudo bem, e ela respondeu que não e que eu não enchesse o saco dela porque tava furiosa. Eu insisti, tentando acariciar ela, mas ela se afastou mais pro lado do motorista e disse que, assim que tivesse chance, voltaria pra casa. (É, mulher, né?)
O Marcos subiu e disse que tava tudo bem, então deu partida no carro. Eu percebi uma parada que rolou: a Tânia tava mais colada no motorista, e quando ele trocava as marchas, esbarrava de leve nas pernas da minha esposa. No começo, achei que era sem querer, mas vi que tava virando outra coisa.
Fiz que tava dormindo pra ver o que ia rolar. Meu pau começou a endurecer, a putaria tomou conta da minha cabeça, o ciúme e a raiva queriam explodir de dentro de mim, mas ao mesmo tempo eu queria ver o controle que minha esposa tinha.

Bom, fingi que tava dormindo, mas consegui ver como ele começou a acariciar as pernas dela com os dedos. Minha esposa tava olhando pela janela, se fazendo de desentendida. Ela se ajeitou, se mexendo um pouco e cruzando as pernas pra que o cara continuasse com o que tava fazendo. Finalmente chegamos no posto de gasolina, procurei um mecânico e, quando decidi largar o carro e voltar pra buscar minha esposa, ela não tava mais lá. Perguntei por todo lado e não achei ela, então entrei no bar e perguntei por lá. Um cara me disse que tinha visto ela andando pelo salão de descanso dos caminhoneiros. Perguntei onde era e fui pra lá. Entrei por um corredor escuro, só via quartos fechados. Quando cheguei no fundo, saí pra parte de trás e vi uma janela com luz. Fui ver e foi uma grande surpresa: lá estava ela, totalmente nua, de joelhos, enfiando a rola longa e grossa do Marcos. Comecei a tremer, fiquei excitado como nunca. Queria entrar, mas o tesão do absurdo falou mais alto que meus sentimentos.


Então fiquei só observando a cena, minha esposa estava de joelhos com as pernas abertas, toda molhada até não aguentar mais. O cara levantou ela, ela beijava com vontade os peitos dele, as costas, desceu e começou a lamber a bunda do cara, passava a língua por todo o corpo do filho da puta. — Tá gostandooo?
Enquanto beijava o corpo dela, eu masturbava ela com uma mão e com a outra amassava os ovos enormes dele, que pareciam de um animal.
Ele, excitadíssimo, mandou ela parar. Ela parou, e ele a colocou contra a parede e, em seguida, começou a penetração.
que porra de pica parecia a de um burro, comprida e grossa, quando ela começou a sentir, só começou a gemer de prazer siiiiiiiiiiiii. que delíciaaaaaaaaa, goza em mim, sou sua putaaaaa, pedia pra ele acariciar o corpo dela maaaaaais.

depois eu mudei a posição dela, ela se deitou numa mesa e ele puxou ela pra trás e meteu nela, cada estocada era descomunal. o cara tava fazendo ela feliz pra caralho. enquanto isso, eu tirei minha pica e comecei a bater uma como nunca.

Tânia estava chorando de prazer, maaaaaaaaaais. Siiiiiiiiiiim, me penetraaaaaaaa.
Em seguida, eu paro ela e carrego. Ela estava encaixando o pau dele na buceta dela e, de uma só vez, ele meteu de novo. Siiiiim, assiiiiim, eu gostoooooo. Sou feliz...
Tânia estava fora de si, só gemendo enquanto suas lágrimas caíam de prazer e suas mãos acariciavam os ovos do negão. Massssssss, sou sua.
— marcos. você gosta, putaaa, você é uma vadiazinha de merdaaaa.
-tania.sim, sou sua putaaaa, me gooozaaa, maaais maaais ahhhhhhhahiiiiiiii, ahiiiiii.


finalmente ele disse mecorroooooooooo puta já tô gozandooooooooooo, siiiiiiiiii
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
- ela, espera maaaaisssss assiiim vaiii, vaiiii, eu tambémmmmmmmmm. jááááááááááá vaiiiiiiiii.
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Ela e ele terminaram, ela se limpou e agradeceu ele por tudo.
Não aguentei mais e gozei como nunca.
FIM... E VOCÊS, DEIXARIAM COMER AS ESPOSAS DE VOCÊS?
3 comentários - El camionero (gif e Images)