Chantagem I

Tinha um casal de amigos que se casou há uns anos, e fui eu quem apresentou eles, mas por motivos que não vêm ao caso, pararam de falar comigo e, quando a gente se encontrava em rolês de amigos, nem se dignavam a me cumprimentar. Ele se chama Carlos e ela, Ana.
Ela tinha tido um namorado antes que largou ela e por quem ela ainda estava muito, muito a fim. Tanto que corriam boatos de que ela, de vez em quando, se encontrava com ele pra tomar um café ou sei lá o quê, mas eram só boatos, ou pelo menos a gente achava.
Mas olha só, na segunda-feira santa, por causa do trabalho, acabei me atrasando pra chegar no lugar combinado com os amigos. E procurando vaga pra estacionar, tive que entrar nuns becos estreitos e escuros, até que finalmente achei um lugar que não atrapalhasse, embora fosse escuro demais. Só que quando eu ia sair do carro, entraram no beco duas pessoas. Como não dava pra ver direito, fiquei dentro do carro. Quando eles chegaram perto, pararam e começaram a se pegar que nem uns desesperados. Aí na hora eu não sabia o que fazer: se saía e cortava o barato deles ou se esperava. Mas olha só, o cara empurra ela pra baixo pra ela chupar ele, e nesse momento, a cara dela fica a poucos metros da minha e eu vejo que é a Ana, minha "amiga" Ana. Então, sem pensar duas vezes, saí do carro com o celular na mão e tirei uma foto dela. Quando o flash do celular acendeu, ela virou o rosto na minha direção.
Rapidamente se levantou, com a cara toda descomposta, e o ex dela guardou a pica, só conseguindo falar pra eu esquecer aquilo. Eu só guardei o celular no bolso e fui procurar meus amigos.
Umas meia hora depois de eu chegar no lugar onde a gente tinha combinado com os amigos, ela chegou. Ainda vinha com a cara transtornada, tanto que todo mundo perguntou se tava acontecendo alguma coisa.
Ela é gostosa, morena, 1,65, uns peitos não muito grandes, mas bem firmes, e o melhor é a bunda e as pernas dela, além de ser muito safada. Naquele dia, ela tava com uma calça jeans apertada, uma blusa também justinha e um sapato rasteiro, coisa que eu não curto nem um pouco.
Várias vezes ela tentou se aproximar de mim pra conversar, mas eu só me virava, fingindo indiferença, e deixei ela nessa até o último minuto, quando eu já ia embora. Disfarçadamente, cheguei perto dela e falei: amanhã quero você de saia e com um salto bem gostoso, foxy. E ainda dei um beliscão na bunda dela, me virei e saí andando, sem nem olhar pra trás, mesmo sabendo que ela tava me encarando.
Durante a noite e parte da manhã, ele me ligou várias vezes e me mandou várias mensagens, mas eu não respondi nada, nem uma coisa nem outra.
À tarde a gente tinha combinado pras seis, mas ela não apareceu naquela hora, então pensei que não ia vir, mas lá pelos trinta minutos ela chegou onde todo mundo tava, e claro, de saia e salto alto, verdade seja dita, a foxy sabe se vestir bem, também veio de meia-calça ou meia, coisa que não soube na hora. Quando chegou e cumprimentou todo mundo, veio também pra onde eu tava sentado, porque eu, cuidadosamente e esperando que ela aparecesse, tinha deixado um lugar vazio do meu lado, encostado na parede. Então, com o barulho que tava, dava pra falar tranquilo sem ninguém ouvir o que a gente tava conversando. A primeira coisa que falei foi: "Oi, putinha, como é que seu marido vai lidar com os chifres que você tá botando nele?" Ela só conseguiu dizer pra eu não contar nem pra ele nem pra ninguém, que faria o que eu pedisse dentro de um limite. Aí respondi que claro que faria, porque a partir de agora ela teria que aceitar meus desejos como ordens e que eu ia transformá-la numa puta ainda maior do que já era. Ela respondeu que não, que me daria dinheiro ou qualquer coisa, mas que jamais transaria comigo. Aí eu ri pra caralho, porque falei que não era só transar, mas também me obedecer até no jeito de se vestir, e que já tava na hora: ela tinha duas opções — se aceitasse, tinha que ir no banheiro, tirar a calcinha e me dar disfarçadamente, ou ficar sentada ali, e aí eu ia embora, mas ia atrás do marido dela no próximo intervalo. Ele tava de costalero, e eu ia contar o que vi, além de mostrar a foto, pra ele ver que eu não tava mentindo.
Sem mais, ela se levantou e foi pro banheiro, como sempre toda digna, embora eu já soubesse que comigo aquilo tinha acabado. A verdade é que ela demorou, e bastante, tanto que pensei que tivesse saído pela outra porta, mas não, vi ela aparecer pelo corredor, com alguma coisa na mão e toda vermelha. Aí, quando passou na minha frente pra sentar, virou de frente pra mim, tampando a visão do resto, e me entregou a calcinha rapidinho, ficando vermelha que nem um tomate. Eu, com todo descaramento, peguei e levei pro nariz, e ela ficou mais vermelha ainda. A verdade é que cheirava muito bem, e, como conferi depois, era de renda e muito bonita. Perguntei por que tinha demorado tanto — gosto que as cachorras se apressem pra me obedecer. Aí ela disse que tava de meia-calça e teve que tomar cuidado pra não se sujar, porque o banheiro já não tava lá essas coisas de limpo.
Perguntei se ela ia depilada ou não, e ela disse que não, que só fazia no verão. Aí eu falei: "Por hoje terminei com você, foxy, e amanhã você vai trabalhar assim, sem calcinha. E sobre a meia-calça, você sabe o que fazer, né? Pelo menos eu acho. E, claro, totalmente depilada.
Eu sabia que ela só trabalhava até meio-dia, porque tinha tirado as tardes daquela semana de folga.
O resto da tarde/noite eu deixei ela em paz, embora ela não fizesse nada além de olhar e baixar a cabeça quando nossos olhares se cruzavam, coisa que pra mim, como o Dono que sou, eu gostava e já tava começando a curtir aquela putinha.
Quando me levantei no dia seguinte, a primeira coisa que fiz foi ligar pra ela, e fiquei surpreso porque ela atendeu na primeira chamada. Minhas instruções foram curtas e diretas, porque é assim que gosto de tratar minhas cachorras. "À uma e meia, você fala pra sua colega ir embora, que você fecha, que tá esperando um amigo que chega mais tarde pra ver o visual", e desliguei sem dizer mais nada.
Eu já tinha esses dias de folga, como todo ano, então um pouco antes das duas cheguei no trabalho dela e perguntei se já tava sozinha. Ela disse que sim, aí pedi pra ela fechar a loja pra gente ficar mais à vontade. Eu sabia que dava pra fazer isso, porque mais de uma vez ela tinha comentado que já atendeu fulano ou sicrano depois do fechamento.
Uma vez sozinhos, a gente entrou num escritório pequeno que tem lá e eu fechei a porta. Ela só ficava me olhando, esperando pra ver o que eu ia falar ou pedir.
Me coloquei na frente dela e a primeira coisa que fiz foi meter as mãos por baixo da saia dela e conferir que ela tava de meia-calça, então falei que se ela achava que assim ia me parar, puxei ela bruscamente pelo cabelo e mandei ela colocar as mãos na mesa, com a bunda pra fora, levantei a saia dela e com as minhas mãos rasguei a meia-calça, e enfiei um dedo sem avisar na buceta dela, mas pra minha surpresa tava molhada, a filha da puta tava excitada, tirei o dedo da buceta dela e perguntei o que tava rolando, que ela era mais puta do que eu imaginava e que gostava de ser tratada assim? Ela disse que não, mas que só de pensar em mim a manhã inteira e saber que eu tava sem calcinha já deixava ela daquele jeito mesmo sem querer, que por favor eu fizesse logo o que ia fazer e deixasse ela em paz, aí eu respondi que isso era só o começo, que ela ia virar mais uma das minhas vadias, e que eu usaria ela do meu jeito, e te garanto que no final vai ser você que vai vir me procurar, gostosa.
Coloquei ela de novo com as mãos na mesa e a bunda pra fora e enfiei de uma vez, comecei a foder ela, rápido e bruto, puxando o cabelo dela. No começo ela só falava que não, que parasse, que não gostava, mas a respiração e os gemidos dela diziam o contrário. Eu falava: "sua putinha, você tá gostando, né? Viu como você é uma cachorra, uma puta, mas muito gostosa, e vou te transformar nisso". Aí ela começou a gemer e falar que ia gozar, que não aguentava mais. Na hora eu parei e tirei do cuzinho dela, e ela se virou com a cara desfeita de prazer, pedindo pra eu não parar, pra continuar, que não deixasse ela assim. Respondi que ela só gozaria quando eu mandasse, que a partir de agora só eu autorizava ela a gozar. Ela, meio sem consciência, disse que faria isso, mas que não aguentava mais, que precisava gozar, que tava assim o dia inteiro sem saber bem por quê, mas que agora queria gozar. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela ficar de joelhos, e comecei a foder a boca dela, coisa que eu adoro, e ela começou a se tocar na buceta, rasgando ainda mais a meia-calça, e fazendo uma cara de puta que me excitou ainda mais. Ela me perguntou se podia gozar, e eu, vendo que também ia gozar, falei que sim, que podia. E eu comecei a gozar na boca dela sem avisar, mandando ela engolir tudo, que as vadias não podem derramar nem uma gota de porra do seu Dono. E ela ainda tava engolindo quando explodiu num orgasmo que devia ter sido sentido na rua.
Me separei dela e fiquei olhando como ela estava, de joelhos, a meia-calça toda rasgada, a saia na cintura e o cabelo bagunçado. Quando ela se acalmou, me olhou e pediu pra eu dar o celular pra apagar a foto, mas eu falei que não, que já tinha deixado claro antes que ela me pertence e lembrei que agora, pra gozar, só eu podia dar permissão. Ela me encarou com cara de assustada, dizendo que aquilo tinha falado sem pensar e num estado... ela parou assim, e eu completei a frase: num estado... num estado de prazer, não é, putinha? Ou vai me dizer que essa gozada foi fingida, putinha?
Ali eu baixei a cabeça e soube que tinha vencido a vontade dela, embora uma parte dela resistisse, a outra reconhecia que tinha gostado.
Coloquei ela de pé e fui abrindo a camisa dela até descobrir um sutiã de renda preta lindo, do jeito que eu gosto. Puxei ele e coloquei por cima dos peitos dela, que não são grandes, mas são bem gostosos e bem formados. Sem falar nada, levei um mamilo à boca e com a outra mão comecei a beliscar o outro. No começo ela se esquivava, mas conforme eu ia lambendo, ela foi cedendo e percebi que aquele era o ponto fraco dela. Então meti a mão na buceta dela e já estava começando a escorrer suco. Tirei a mão e ofereci pra ela limpar, mas ela soltou um "não, isso me dá nojo". Sem nem olhar pra ela, me levantei, peguei ela pelo cabelo e forcei a abrir a boca e chupar os dedos, avisando que era a última vez que eu pedia algo que ela recusasse. Ela só balançou a cabeça, então continuei chupando os peitos dela e mordendo, alternando, e com uma mão massageando o clitóris. Ela começou a suspirar e gemer que não aguentava mais, que me deixasse gozar, que não suportava. Eu só falei: "Calma, putinha, você vai gozar gostoso". Peguei ela e deitei na mesa, meti de uma vez, porque eu também tava muito excitado, e comecei a foder ela. Ela só dizia umas três ou quatro palavras: "Não goza dentro" e "me deixa gozar". E eu, fiel aos meus princípios, falei que só eu decidia isso, mas dei permissão pra ela gozar. E eu, sem mais, tirei de dentro da porra da buceta dela e gozei na barriga, cara, peitos e cabelo. E o que a putinha fez me surpreendeu: pegou com as mãos meu esperma e foi colocando na boca dela.
Eu dei por encerrada a sessão, ajudei ela a se levantar, e ela ia arrumar a roupa, quando eu disse que antes de tudo e sempre, meu pau tinha que ficar brilhando, e a verdade é que ela entendeu muito bem, pois se ajoelhou e limpou ele inteiro até eu ficar duro de novo, porque a safada sabe chupar muito bem, mas já era tarde pra ela, pois o corno do marido dela esperava por ela pra almoçar. Ela foi pro banheiro e eu fui atrás, e quando ela pegou lenços umedecidos pra se limpar, eu disse que só o rosto e o cabelo, que nem pensasse em limpar o corpo e muito menos a buceta, que ela devia ficar assim a tarde inteira, até ir pra casa se trocar antes de encontrar o grupo todo. Ela me olhou com cara de susto, mas obedeceu, só pediu pra eu deixar ela tirar a meia-calça, coisa que também não autorizei, porque com a saia não dava pra ver que estavam rasgadas, no máximo uma corrida. Quando ela já estava arrumada, bom, isso era modo de dizer, porque tava cheirando a puta pra caralho, eu me aproximei e beijei ela na boca, no começo ela não abria, mas depois de umas mordidinhas nos lábios ela abriu, e puta merda se abriu, depois não se desgrudava mais, e acho que se eu dissesse pra foder ela de novo, ela teria topado na hora. Já na rua, enquanto íamos pro carro dela, vendo o comportamento dela, arrisquei e falei que se ela não quisesse isso, não se repetiria mais, e eu apagaria a foto, mas que pensasse bem "porque você curtiu pra caralho e gosta de ser tratada como uma puta", então a decisão é sua. Ela disse que não era nenhuma puta e que se fosse verdade o que eu tava falando, eu podia apagar a foto, que isso nunca mais se repetiria e ela nunca mais falaria comigo. Eu, sem me alterar nem um pouco, peguei o celular, achei a foto e na frente dela apaguei, e soltei: "tô tão certo que você vai voltar pra mim que, como viu, não tive problema em apagar. Então você tem até essa tarde pra pensar se quer virar minha putinha submisa. Eu vou respeitar seus compromissos, tanto de trabalho quanto os outros. Como casados, mas no resto do tempo você vai ser minha. Ela me disse que nem em sonhos eu ia tocar nela de novo, mas já tava um tempão junto do carro dela e não se desgrudava pra ir embora.
Pra terminar, eu falei: se hoje à tarde você aparecer de saia, mas mais curta, meia-calça, salto alto e uma blusa justa, vou entender que aceitou minha proposta. Mas se não vier assim, ou nem aparecer, não vou encher mais o seu saco.
Ela entrou no carro e só disse: "Me esquece e esquece tudo isso, não quero saber de você na minha vida.
Eu me mandei e fui pro meu carro, bem de boa e satisfeito, esperar as sete e meia que a gente tinha combinado...
CONTINUARÁ…

4 comentários - Chantagem I

Genein +1
Que puto asco de relato, es como la fantasía de un gordo virgen que vive con la mamá a sus 35+ años
excelente relato espero la segunda parte y minimo pon fotro de la zorra
muy bueno...!! te sigo leyendo.... hubieras subido la fotito acá...ja!