MARIANADEL DEPARTAMENTO DA FRENTE
Já fazia uns meses que eu e a Diana tava junto. Adorava tudo nela, no físico, o corpo magrinho, as pernas longas e finas mas bem torneadas, as mãos delicadas e o cabelo loiro. No resto, ela era super ativa, tomava a iniciativa em tudo, e no que eu fazia, ela dava um jeito de me ajudar, tava sempre alegre, e quando tava triste, só vinha pra mim pra mudar isso, e no sexo, a gente tinha um controle meio a meio um do outro, mas nunca conseguia chegar a lugar nenhum.
Nos primeiros dois meses, a gente tentou alguma coisa, começando na primeira vez que fui na casa dela, quando a mãe dela deixou a casa pra gente e a gente aproveitou, mas fomos pegos de surpresa e não deu pra fazer nada. Naquele dia, os dois ficaram com muita vontade de fazer um monte de coisa, não sei como ela deve ter terminado de excitada, mas eu cheguei em casa com uma dor do caralho na virilha, sentia que tinha prendido o pau e ele mesmo, por não ter tirado da calça durante uns 20 minutos que ficou duro. Depois disso, foram só tentativas frustradas.
Quando completamos 3 meses, decidimos ter um encontro na festa de aniversário de um colega de classe. Chegamos e "dançamos" um pouco na sala. Quando os casais começaram a sumir pela casa, a gente começou a percorrer os quartos procurando um lugar pra descontar os últimos dois meses de desejo sexual frustrado. Cada quarto tava trancado e tinha uma orquestra de gemidos e gritos de prazer no corredor. Bateu duas da manhã e nenhum quarto desocupou. Tentamos na lavanderia, mas, desconfortavelmente, a geladeira tava do outro lado, então a gente tinha visita a cada 2 minutos. Foi tudo frustrado, só uma série de beijos interrompidos pelos que ficavam bebendo. Depois disso, inocente, a gente planejou a próxima tentativa. Assim passaram dois meses. Mas, nesses 2 meses, apareceu a Mariana.
Mariana era uma mina mais velha que eu. Eu ia fazer 17 em algumas semanas, ela tava com 20 quando chegou com a mãe dela. O apartamento do prédio que dava de frente pra minha casa. A sala dela dava pro meu quarto, então nos primeiros dias fiquei caçando os movimentos dela e aprendendo a rotina. Em uma semana já tinha ela estudada e sabia o que ela fazia. A aproximação ia ser difícil, mas eu ia tentar a sorte.
Às 6 da manhã ela preparava a área de treino no meio da sala, entre os sofás e na frente da TV. Eu usava uns binóculos pra ver em detalhe o corpo dela com cada exercício que fazia. As flexões eram minhas favoritas, quando ela descia, os peitos bem desenvolvidos batiam no chão e se espalhavam gostoso, enquanto levantava a bunda, que ficava bem favorecida pelo short super apertado que realçava. Às 7 da manhã ela esperava o ônibus na esquina oposta à que eu esperava o meu. Eu voltava às 4 e tava pronto pra ver ela às 8, quando ela e a mãe chegavam do trabalho.
Só dava pra ver as sombras dela deixando a roupa pra trás. Eu imaginava ela, imaginava os dedos dela soltando cada botão da camisa, e quando o último se desabotoava, os peitos dela pulavam com força pra frente, dentro de um sutiã preto semi transparente com rendas de rosas, ela enfia o dedo entre os peitos e solta o fecho, deixando os peitos gloriosos e frescos livres, deixa eles respirarem e os bicos endurecem pela mudança de temperatura tão brusca. Como toque final, imaginava como ela descia lentamente a saia preta. Tinha uma tanguinha preta, quase eram duas fitas entrelaçadas, depois a cinta-liga segurando as meias se solta e deixa marcado na pele o formato dela, dá vontade de puxar e fazer estalar na pele dela, enquanto ela fica vermelha. Essa imagem terminava quando, pelo espaço entre as cortinas, eu via que ela já tava dormindo do jeito que chegou, num sofá, enquanto a mãe preparava a comida. Assim era de segunda a sexta, sábados e domingos eram ainda mais comuns, ela lendo quase o dia todo e fazendo os deveres de casa. Eu teria desistido se já não tivesse acumulado várias fantasias sobre o que faria com os peitos dela. Ela era gostosa de verdade. O corpo dela era exercitado de um jeito que era esbelta, mas não musculosa, cabelo curto na altura do pescoço, olhos grandes e rosto fino, parecia uma boneca. Quando passava batom vermelho, só conseguia imaginar como eu ficaria depois de um boquete bem dado. Tava caindo tanto na fantasia com ela que quase deixei de lado os planos com a Diana.
Um sábado organizaram uma reunião entre os vizinhos da rua, e como a mãe dela não tava, a Mariana saiu pra representar. Falavam de uma festa e outras coisas, eu só me concentrei em ver se ela reagia a algo ou alguém e me aproximei devagar dela, rodeando o perímetro formado pelo pessoal do lugar. Ela tava do meu lado, não estava arrumada como quando ia trabalhar, mas mesmo assim, não parava de olhar ela de canto. Fiz umas piadinhas sobre o que as vizinhas fofoqueiras tavam falando e tentando resolver, ela ria disfarçadamente, apertava os lábios, mas não conseguia esconder as covinhas que apareciam com o sorriso. Depois da reunião, a gente conversou um pouco enquanto caminhava pela rua. Ela me contou o que tinha feito, o que gostava e outras coisas. Daí, comecei a procurar ela depois das 8 da noite durante a semana. Por acaso, eu tinha que sair pra comprar algum recado da minha mãe quando ela e a mãe dela chegavam. A gente ficava conversando e conversando, até que um dia tudo terminou num beijo inocente. Ela não levou muito bem, mas não ficou brava, só se despediu e subiu pro apartamento dela.
Os dias passaram, mas eu não tinha visto ela chegar nos mesmos horários, mas percebia que ela chegava pela luz que saía da janela dela. Alguns dias ela chegava com a Diana na minha casa, esperando ter a sorte de algo rolar, mas sempre tavam meus irmãos ou meus pais, ou todo mundo. Um dia que saí com a Diana pra deixar ela no ponto do ônibus, a gente caminhava fazendo uns comentários sarcásticos sobre o que nos passava, e quando eu ria, virei o olhar sem querer pra janela do apartamento e vi uma silhueta puxando a cortina rapidamente e sumindo. Diana pegou o ônibus depois de um tempinho de "nos despedirmos" e foi embora, e quando eu voltava, percebi que a sombra estava lá de novo. Acenei com a mão e a cortina se fechou de novo de uma vez. Passou um tempo, e continuei na minha rotina, até que numa quarta-feira à tarde dei de cara com a Mariana. Ela tava de roupa formal, mas não parecia que ia pro trabalho, parecia mais que já tava voltando. Me cumprimentou tímida com um beijo na bochecha e a gente conversou meio seco. Me ofereci pra acompanhar ela até onde ia. Foi no mercadinho da quadra seguinte, esperei lá fora, e quando ela saiu, continuamos conversando na volta. Chegamos na porta do prédio e ela me convidou pra subir. Não esperava muita coisa, mas aceitei o convite. Enquanto subíamos, ela falava, mas eu tava mais concentrado em como a cada passo marcava o elástico da calcinha dela contra a saia. Eu só me segurava pra não meter meus dedos entre as pernas dela, esperando que aquilo a provocasse a querer trepar. A gente conversou um pouco e ela me contou como tinha passado mal na casa anterior. Me disse o que passava pela cabeça dela, chegou até a me contar por que não tinha ido trabalhar naquele dia. Esperava que ela dissesse que foi por minha causa, mas não conseguiu chegar a tempo por causa de uma manifestação que bloqueou a rota pro trabalho dela. A gente falou e falou, até que ela foi se aproximando de um jeito que eu comecei a sentir o perfume dela, cheiro de rosas. Tremendo, eu me afastava um pouco, tentando não mostrar que ela me intimidava. Sério, eu me sentia intimidado. Depois começou uma conversa completamente diferente. Perguntou sobre a Diana, quem era e o que a gente era, de quando e onde a gente se conhecia. Ela tava bem interessada, até que chegou na dúvida sobre sexo. Queria saber se a gente já tinha consumado aquela necessidade, e eu tentava dizer que sim, mas no fim, decepcionado e com um suspiro, falei que não. Não. Ela tirou um pacotinho de camisinhas do bolso que estava na altura do peito da blusa, me impressionou o quanto eu estava intimidado que nem percebi que estava ali. Ela perguntou sobre minha experiência na área como se fosse uma daquelas entrevistas de emprego que eu faria no futuro. Minhas mãos suavam, eu tinha ambas as mãos firmemente apertadas na calça, até que ela levantou meu rosto pelo queixo com uma mão, enquanto com a outra desabotoava lentamente a blusa. Eu não parava de olhar para seus olhos enormes, na penumbra do quarto pareciam dois pontos completamente pretos. Ela se aproximou do meu ouvido e disse bem sensual: —Vou te dar umas lições para a Dianinha…—. Aproximei minhas mãos tapando meu pau que estava prestes a explodir dentro da calça. Ela passava a língua no meu ouvido e eu tentava não deixar minhas mãos irem direto para os peitos dela. Ela se levantou e apoiou as mãos nos meus joelhos. Me dá um beijo no nariz e pega minhas mãos, para depois me puxar e me levar para o quarto dela. O quarto dela era um quarto de menina por completo, uma estante de bichinhos de pelúcia, um espelho que chegava mais ou menos a um metro e meio. A cama dela tinha um cobertor branco e acolchoado. Ela me empurra lentamente para a cama até eu sentar. —Primeiro,— ela diz enquanto se ajoelha na minha frente. —você senta e faz com que ela fique de joelhos entre suas pernas, mas não seja bruto ao abaixá-la. Quando ela estiver de frente para você, olhe nos olhos dela e se aproxime devagar— ela dizia isso enquanto me puxava a cabeça na direção dela. —Já perto, você rouba um beijo.—, então ela me rouba um beijo apaixonado. Eu queria me mexer e fazer alguma coisa, mas ela segurava minhas mãos, e o espasmo que sentia no meu corpo não me deixava reagir. Então percebi que quem ia me usar para passar o tempo era ela. Já naquela posição, não resisti e deixei que me manipulasse à vontade dela. Ela começou a me dar beijinhos desde a metade da coxa até o zíper, enquanto deixava rastros de batom. Ali mesmo, ela abriu meu cinto, a calça e abaixou. Fecho. Ela fazia aquilo com tanta malícia que, enquanto chupava, me olhava nos olhos sem parar o que estava fazendo. Começou a puxar minha calça pra baixo, sem esquecer da minha cueca. Eu me recostei na cama e joguei a cabeça pra trás enquanto sentia ela se divertir brincando com meu pau entre os dedos. Devagar, começou a engolir o amigão com beijos. Sentia ela subir e descer, depois se apoiava nos dedos até que, com a mão, me puxava lentamente. Começou a chupar de novo até a cabeça do pau tocar a campainha dela. Apertou os lábios e se afastou, até soltar aquele barulho de chupão. Eu sentia meus olhos revirarem. Com a língua de fora, começou a massagear a ponta e, com os dedos, fazia pressão. Tava tão impressionado que não sabia se já tinha gozado ou não. Aí ela me dá um empurrão na coxa, mandando eu subir e me deitar na cama de vez. Enquanto se levanta, tira a calcinha dela. Se eu tivesse apostado, teria ganhado: era uma calcinha branca com rendas rosas bordadas. Não tirou a saia, puxou a blusa pra fora da saia e terminou de abri-la, deixando à mostra a barriga lisa e os peitos presos e apertados no sutiã semi-transparente que combinava com a calcinha que ela tinha acabado de tirar. Não me deu mais explicações sobre a lição. Sentou na minha virilha e rebolou em cima de mim, fazendo meu pau deslizar várias vezes entre os lábios dela. Sentou em cima do pau, não enfiou, mas eu sentia os lábios dela deslizando sobre o falo inchado. Massageava, uma vez e outra. Eu só me concentrava nas mudanças no rosto dela e em como os peitos dela ficavam corados. Ela parou e se ajoelhou. Passou a mão e guiou o pau até o cu dela. Claramente era pra isso.
— Esse é pra mim, mas pode falar pra Diana que funciona do mesmo jeito. Prestou atenção em tudo que fiz pra nos preparar? — Eu só balancei a cabeça e ela continuou.
Ajeitou, foi descendo devagar e gemendo. Eu tentava não gritar, mas sentia A pressão do corpo dela sobre o meu pau e sem conseguir entrar. Ela repetiu até que conseguiu enfiar, era só a pontinha, mas eu já babava de tão gostoso que era. Depois começou a subir e descer devagar, até que meteu tudo. Eu amava como era apertado. Ela gritava a cada centímetro que entrava, até que ficou parada e prendeu o ar, tentando puxar o ar.
— Acho que não consigo pular, então dessa vez, me dá com tudo —. Aí, de repente, ela se virou. Senti como se ela tivesse tentado torcer ele, mas me senti satisfeito quando ela gritou enquanto meu pau se endireitava no cu dela. Me endireitei e coloquei ela de quatro, enquanto me ajeitava de joelhos. Sendo sincero, meu membro doía um pouco depois do que a Mariana tinha feito, mas não ia deixar isso me parar, então puxei um pouco o pau enquanto sentia ela se apertar ao sentir eu deslizar dentro dela. Soltei um pouco de saliva no cuzinho dela e no pau. Quando já cobri uma boa parte da área, enfiei de novo e ela soltou um gemido baixinho que abafou enfiando a cara no travesseiro. Comecei a meter e aumentar devagar a frequência. A Mariana, como pôde, me indicou com a mão para parar, mas segurei o pulso dela, ela virou pra mim e eu falei:
— Você disse pra te dar com tudo, não foi? —. Ela sorriu e escondeu a cara de novo no travesseiro. Meti tão forte quanto eu aguentava, porque se a bunda dela era apertada, era pequena, mas eu amava o quão quente e pressionado era. Continuei metendo uma vez atrás da outra. Aos poucos, o volume dos gemidos dela aumentou, tanto que eu ouvia ela gemer através do travesseiro. Me deu vontade de dar um tapa na bunda, mas com o dedo ela me indicou que não. Só continuei metendo enquanto sentia algo molhado saindo da buceta dela. Segui e segui, até que comecei a sentir uma descarga elétrica nas costas, até que gozei dentro dela. Aos poucos, ela foi abaixando o quadril, e eu só fiquei duro ali, esperando ela me dizer que já podia sair. Dentro dela.
Ficamos assim por uns minutos. Eu tava encostado nas costas dela, puxando ar, tentando me recuperar. Ela fazia o mesmo, virando a cabeça de lado. Tava com um sorriso no rosto, aí falou alguma coisa baixinho, não entendi, mas sei que disse algo. Queria meter de novo com tudo, mas já tava começando a doer minha lombar. Ela apertou a barriga e se separou de mim. Entre nós dois se formou um fiozinho de fluidos, me deixei cair nela e os dois acabamos deitados na cama.
Passou um tempo até a gente se despedir. Eu saí e fui pra minha casa. Olhei pra janela do apartamento, mas ela não tava lá. Só esperei pelo próximo encontro. Esperei ver nas notícias que tava formando uma multidão, ouvir que tinha manifestantes, tudo pra aproveitar que ela não ia tar trabalhando. Tava com a Diana, mas imaginava a Mariana, só que passava o tempo com a Diana e transava com a Mariana, essa era a diferença.
Tava tudo bem entre eu e a Diana, até que umas duas vezes chamei ela de Mariana. Isso irritou ela pra caralho. Depois disso, a gente deu um tempo. Ela queria pensar que eu não tava fazendo nada grave e que merecia um tempo pra mim, afinal ela e eu ainda não tínhamos conseguido transar, e eu aproveitei pra pensar no que tava fazendo tendo duas pra mim. Não me deixava orgulhoso, mas me fazia sentir bem.
Diana e eu continuávamos sentando perto na sala durante as aulas, mas tinha um silêncio estranho. Tentei falar com ela e ela só me dava as costas. Depois de insistir uns dias, ela falou: — Se você continuar falando comigo, só dificulta passar o tempo que a gente tá se dando… — Entendi que ela tava certa, então parei de tentar conversar com ela pelo tempo que ela precisasse. Enquanto isso, eu aproveitava as “lições” que a Mariana me dava a fundo.
Já fazia uns meses que eu e a Diana tava junto. Adorava tudo nela, no físico, o corpo magrinho, as pernas longas e finas mas bem torneadas, as mãos delicadas e o cabelo loiro. No resto, ela era super ativa, tomava a iniciativa em tudo, e no que eu fazia, ela dava um jeito de me ajudar, tava sempre alegre, e quando tava triste, só vinha pra mim pra mudar isso, e no sexo, a gente tinha um controle meio a meio um do outro, mas nunca conseguia chegar a lugar nenhum.
Nos primeiros dois meses, a gente tentou alguma coisa, começando na primeira vez que fui na casa dela, quando a mãe dela deixou a casa pra gente e a gente aproveitou, mas fomos pegos de surpresa e não deu pra fazer nada. Naquele dia, os dois ficaram com muita vontade de fazer um monte de coisa, não sei como ela deve ter terminado de excitada, mas eu cheguei em casa com uma dor do caralho na virilha, sentia que tinha prendido o pau e ele mesmo, por não ter tirado da calça durante uns 20 minutos que ficou duro. Depois disso, foram só tentativas frustradas.
Quando completamos 3 meses, decidimos ter um encontro na festa de aniversário de um colega de classe. Chegamos e "dançamos" um pouco na sala. Quando os casais começaram a sumir pela casa, a gente começou a percorrer os quartos procurando um lugar pra descontar os últimos dois meses de desejo sexual frustrado. Cada quarto tava trancado e tinha uma orquestra de gemidos e gritos de prazer no corredor. Bateu duas da manhã e nenhum quarto desocupou. Tentamos na lavanderia, mas, desconfortavelmente, a geladeira tava do outro lado, então a gente tinha visita a cada 2 minutos. Foi tudo frustrado, só uma série de beijos interrompidos pelos que ficavam bebendo. Depois disso, inocente, a gente planejou a próxima tentativa. Assim passaram dois meses. Mas, nesses 2 meses, apareceu a Mariana.
Mariana era uma mina mais velha que eu. Eu ia fazer 17 em algumas semanas, ela tava com 20 quando chegou com a mãe dela. O apartamento do prédio que dava de frente pra minha casa. A sala dela dava pro meu quarto, então nos primeiros dias fiquei caçando os movimentos dela e aprendendo a rotina. Em uma semana já tinha ela estudada e sabia o que ela fazia. A aproximação ia ser difícil, mas eu ia tentar a sorte.
Às 6 da manhã ela preparava a área de treino no meio da sala, entre os sofás e na frente da TV. Eu usava uns binóculos pra ver em detalhe o corpo dela com cada exercício que fazia. As flexões eram minhas favoritas, quando ela descia, os peitos bem desenvolvidos batiam no chão e se espalhavam gostoso, enquanto levantava a bunda, que ficava bem favorecida pelo short super apertado que realçava. Às 7 da manhã ela esperava o ônibus na esquina oposta à que eu esperava o meu. Eu voltava às 4 e tava pronto pra ver ela às 8, quando ela e a mãe chegavam do trabalho.
Só dava pra ver as sombras dela deixando a roupa pra trás. Eu imaginava ela, imaginava os dedos dela soltando cada botão da camisa, e quando o último se desabotoava, os peitos dela pulavam com força pra frente, dentro de um sutiã preto semi transparente com rendas de rosas, ela enfia o dedo entre os peitos e solta o fecho, deixando os peitos gloriosos e frescos livres, deixa eles respirarem e os bicos endurecem pela mudança de temperatura tão brusca. Como toque final, imaginava como ela descia lentamente a saia preta. Tinha uma tanguinha preta, quase eram duas fitas entrelaçadas, depois a cinta-liga segurando as meias se solta e deixa marcado na pele o formato dela, dá vontade de puxar e fazer estalar na pele dela, enquanto ela fica vermelha. Essa imagem terminava quando, pelo espaço entre as cortinas, eu via que ela já tava dormindo do jeito que chegou, num sofá, enquanto a mãe preparava a comida. Assim era de segunda a sexta, sábados e domingos eram ainda mais comuns, ela lendo quase o dia todo e fazendo os deveres de casa. Eu teria desistido se já não tivesse acumulado várias fantasias sobre o que faria com os peitos dela. Ela era gostosa de verdade. O corpo dela era exercitado de um jeito que era esbelta, mas não musculosa, cabelo curto na altura do pescoço, olhos grandes e rosto fino, parecia uma boneca. Quando passava batom vermelho, só conseguia imaginar como eu ficaria depois de um boquete bem dado. Tava caindo tanto na fantasia com ela que quase deixei de lado os planos com a Diana.
Um sábado organizaram uma reunião entre os vizinhos da rua, e como a mãe dela não tava, a Mariana saiu pra representar. Falavam de uma festa e outras coisas, eu só me concentrei em ver se ela reagia a algo ou alguém e me aproximei devagar dela, rodeando o perímetro formado pelo pessoal do lugar. Ela tava do meu lado, não estava arrumada como quando ia trabalhar, mas mesmo assim, não parava de olhar ela de canto. Fiz umas piadinhas sobre o que as vizinhas fofoqueiras tavam falando e tentando resolver, ela ria disfarçadamente, apertava os lábios, mas não conseguia esconder as covinhas que apareciam com o sorriso. Depois da reunião, a gente conversou um pouco enquanto caminhava pela rua. Ela me contou o que tinha feito, o que gostava e outras coisas. Daí, comecei a procurar ela depois das 8 da noite durante a semana. Por acaso, eu tinha que sair pra comprar algum recado da minha mãe quando ela e a mãe dela chegavam. A gente ficava conversando e conversando, até que um dia tudo terminou num beijo inocente. Ela não levou muito bem, mas não ficou brava, só se despediu e subiu pro apartamento dela.
Os dias passaram, mas eu não tinha visto ela chegar nos mesmos horários, mas percebia que ela chegava pela luz que saía da janela dela. Alguns dias ela chegava com a Diana na minha casa, esperando ter a sorte de algo rolar, mas sempre tavam meus irmãos ou meus pais, ou todo mundo. Um dia que saí com a Diana pra deixar ela no ponto do ônibus, a gente caminhava fazendo uns comentários sarcásticos sobre o que nos passava, e quando eu ria, virei o olhar sem querer pra janela do apartamento e vi uma silhueta puxando a cortina rapidamente e sumindo. Diana pegou o ônibus depois de um tempinho de "nos despedirmos" e foi embora, e quando eu voltava, percebi que a sombra estava lá de novo. Acenei com a mão e a cortina se fechou de novo de uma vez. Passou um tempo, e continuei na minha rotina, até que numa quarta-feira à tarde dei de cara com a Mariana. Ela tava de roupa formal, mas não parecia que ia pro trabalho, parecia mais que já tava voltando. Me cumprimentou tímida com um beijo na bochecha e a gente conversou meio seco. Me ofereci pra acompanhar ela até onde ia. Foi no mercadinho da quadra seguinte, esperei lá fora, e quando ela saiu, continuamos conversando na volta. Chegamos na porta do prédio e ela me convidou pra subir. Não esperava muita coisa, mas aceitei o convite. Enquanto subíamos, ela falava, mas eu tava mais concentrado em como a cada passo marcava o elástico da calcinha dela contra a saia. Eu só me segurava pra não meter meus dedos entre as pernas dela, esperando que aquilo a provocasse a querer trepar. A gente conversou um pouco e ela me contou como tinha passado mal na casa anterior. Me disse o que passava pela cabeça dela, chegou até a me contar por que não tinha ido trabalhar naquele dia. Esperava que ela dissesse que foi por minha causa, mas não conseguiu chegar a tempo por causa de uma manifestação que bloqueou a rota pro trabalho dela. A gente falou e falou, até que ela foi se aproximando de um jeito que eu comecei a sentir o perfume dela, cheiro de rosas. Tremendo, eu me afastava um pouco, tentando não mostrar que ela me intimidava. Sério, eu me sentia intimidado. Depois começou uma conversa completamente diferente. Perguntou sobre a Diana, quem era e o que a gente era, de quando e onde a gente se conhecia. Ela tava bem interessada, até que chegou na dúvida sobre sexo. Queria saber se a gente já tinha consumado aquela necessidade, e eu tentava dizer que sim, mas no fim, decepcionado e com um suspiro, falei que não. Não. Ela tirou um pacotinho de camisinhas do bolso que estava na altura do peito da blusa, me impressionou o quanto eu estava intimidado que nem percebi que estava ali. Ela perguntou sobre minha experiência na área como se fosse uma daquelas entrevistas de emprego que eu faria no futuro. Minhas mãos suavam, eu tinha ambas as mãos firmemente apertadas na calça, até que ela levantou meu rosto pelo queixo com uma mão, enquanto com a outra desabotoava lentamente a blusa. Eu não parava de olhar para seus olhos enormes, na penumbra do quarto pareciam dois pontos completamente pretos. Ela se aproximou do meu ouvido e disse bem sensual: —Vou te dar umas lições para a Dianinha…—. Aproximei minhas mãos tapando meu pau que estava prestes a explodir dentro da calça. Ela passava a língua no meu ouvido e eu tentava não deixar minhas mãos irem direto para os peitos dela. Ela se levantou e apoiou as mãos nos meus joelhos. Me dá um beijo no nariz e pega minhas mãos, para depois me puxar e me levar para o quarto dela. O quarto dela era um quarto de menina por completo, uma estante de bichinhos de pelúcia, um espelho que chegava mais ou menos a um metro e meio. A cama dela tinha um cobertor branco e acolchoado. Ela me empurra lentamente para a cama até eu sentar. —Primeiro,— ela diz enquanto se ajoelha na minha frente. —você senta e faz com que ela fique de joelhos entre suas pernas, mas não seja bruto ao abaixá-la. Quando ela estiver de frente para você, olhe nos olhos dela e se aproxime devagar— ela dizia isso enquanto me puxava a cabeça na direção dela. —Já perto, você rouba um beijo.—, então ela me rouba um beijo apaixonado. Eu queria me mexer e fazer alguma coisa, mas ela segurava minhas mãos, e o espasmo que sentia no meu corpo não me deixava reagir. Então percebi que quem ia me usar para passar o tempo era ela. Já naquela posição, não resisti e deixei que me manipulasse à vontade dela. Ela começou a me dar beijinhos desde a metade da coxa até o zíper, enquanto deixava rastros de batom. Ali mesmo, ela abriu meu cinto, a calça e abaixou. Fecho. Ela fazia aquilo com tanta malícia que, enquanto chupava, me olhava nos olhos sem parar o que estava fazendo. Começou a puxar minha calça pra baixo, sem esquecer da minha cueca. Eu me recostei na cama e joguei a cabeça pra trás enquanto sentia ela se divertir brincando com meu pau entre os dedos. Devagar, começou a engolir o amigão com beijos. Sentia ela subir e descer, depois se apoiava nos dedos até que, com a mão, me puxava lentamente. Começou a chupar de novo até a cabeça do pau tocar a campainha dela. Apertou os lábios e se afastou, até soltar aquele barulho de chupão. Eu sentia meus olhos revirarem. Com a língua de fora, começou a massagear a ponta e, com os dedos, fazia pressão. Tava tão impressionado que não sabia se já tinha gozado ou não. Aí ela me dá um empurrão na coxa, mandando eu subir e me deitar na cama de vez. Enquanto se levanta, tira a calcinha dela. Se eu tivesse apostado, teria ganhado: era uma calcinha branca com rendas rosas bordadas. Não tirou a saia, puxou a blusa pra fora da saia e terminou de abri-la, deixando à mostra a barriga lisa e os peitos presos e apertados no sutiã semi-transparente que combinava com a calcinha que ela tinha acabado de tirar. Não me deu mais explicações sobre a lição. Sentou na minha virilha e rebolou em cima de mim, fazendo meu pau deslizar várias vezes entre os lábios dela. Sentou em cima do pau, não enfiou, mas eu sentia os lábios dela deslizando sobre o falo inchado. Massageava, uma vez e outra. Eu só me concentrava nas mudanças no rosto dela e em como os peitos dela ficavam corados. Ela parou e se ajoelhou. Passou a mão e guiou o pau até o cu dela. Claramente era pra isso.
— Esse é pra mim, mas pode falar pra Diana que funciona do mesmo jeito. Prestou atenção em tudo que fiz pra nos preparar? — Eu só balancei a cabeça e ela continuou.
Ajeitou, foi descendo devagar e gemendo. Eu tentava não gritar, mas sentia A pressão do corpo dela sobre o meu pau e sem conseguir entrar. Ela repetiu até que conseguiu enfiar, era só a pontinha, mas eu já babava de tão gostoso que era. Depois começou a subir e descer devagar, até que meteu tudo. Eu amava como era apertado. Ela gritava a cada centímetro que entrava, até que ficou parada e prendeu o ar, tentando puxar o ar.
— Acho que não consigo pular, então dessa vez, me dá com tudo —. Aí, de repente, ela se virou. Senti como se ela tivesse tentado torcer ele, mas me senti satisfeito quando ela gritou enquanto meu pau se endireitava no cu dela. Me endireitei e coloquei ela de quatro, enquanto me ajeitava de joelhos. Sendo sincero, meu membro doía um pouco depois do que a Mariana tinha feito, mas não ia deixar isso me parar, então puxei um pouco o pau enquanto sentia ela se apertar ao sentir eu deslizar dentro dela. Soltei um pouco de saliva no cuzinho dela e no pau. Quando já cobri uma boa parte da área, enfiei de novo e ela soltou um gemido baixinho que abafou enfiando a cara no travesseiro. Comecei a meter e aumentar devagar a frequência. A Mariana, como pôde, me indicou com a mão para parar, mas segurei o pulso dela, ela virou pra mim e eu falei:
— Você disse pra te dar com tudo, não foi? —. Ela sorriu e escondeu a cara de novo no travesseiro. Meti tão forte quanto eu aguentava, porque se a bunda dela era apertada, era pequena, mas eu amava o quão quente e pressionado era. Continuei metendo uma vez atrás da outra. Aos poucos, o volume dos gemidos dela aumentou, tanto que eu ouvia ela gemer através do travesseiro. Me deu vontade de dar um tapa na bunda, mas com o dedo ela me indicou que não. Só continuei metendo enquanto sentia algo molhado saindo da buceta dela. Segui e segui, até que comecei a sentir uma descarga elétrica nas costas, até que gozei dentro dela. Aos poucos, ela foi abaixando o quadril, e eu só fiquei duro ali, esperando ela me dizer que já podia sair. Dentro dela.
Ficamos assim por uns minutos. Eu tava encostado nas costas dela, puxando ar, tentando me recuperar. Ela fazia o mesmo, virando a cabeça de lado. Tava com um sorriso no rosto, aí falou alguma coisa baixinho, não entendi, mas sei que disse algo. Queria meter de novo com tudo, mas já tava começando a doer minha lombar. Ela apertou a barriga e se separou de mim. Entre nós dois se formou um fiozinho de fluidos, me deixei cair nela e os dois acabamos deitados na cama.
Passou um tempo até a gente se despedir. Eu saí e fui pra minha casa. Olhei pra janela do apartamento, mas ela não tava lá. Só esperei pelo próximo encontro. Esperei ver nas notícias que tava formando uma multidão, ouvir que tinha manifestantes, tudo pra aproveitar que ela não ia tar trabalhando. Tava com a Diana, mas imaginava a Mariana, só que passava o tempo com a Diana e transava com a Mariana, essa era a diferença.
Tava tudo bem entre eu e a Diana, até que umas duas vezes chamei ela de Mariana. Isso irritou ela pra caralho. Depois disso, a gente deu um tempo. Ela queria pensar que eu não tava fazendo nada grave e que merecia um tempo pra mim, afinal ela e eu ainda não tínhamos conseguido transar, e eu aproveitei pra pensar no que tava fazendo tendo duas pra mim. Não me deixava orgulhoso, mas me fazia sentir bem.
Diana e eu continuávamos sentando perto na sala durante as aulas, mas tinha um silêncio estranho. Tentei falar com ela e ela só me dava as costas. Depois de insistir uns dias, ela falou: — Se você continuar falando comigo, só dificulta passar o tempo que a gente tá se dando… — Entendi que ela tava certa, então parei de tentar conversar com ela pelo tempo que ela precisasse. Enquanto isso, eu aproveitava as “lições” que a Mariana me dava a fundo.
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