Minha Filha & Eu III

Olá, amigos. Nesse relato vou contar o que rolou na quinta e na sexta, o fim de semana e o começo da minha relação incestuosa com a minha filha. Como contei no relato passado, minha filha veio dormir comigo vestida de um jeito espetacular, com um baby doll e uma camisola branca transparente. Na quinta de manhã, acordei com minha filha nos meus braços, ela já estava acordada me olhando, sorrindo e até dando umas risadinhas de mim.

Rober: Quanto tempo você já tá acordada, filha?

Ana: Alguns minutos. Você fica muito lindo enquanto dorme, papai.

Rober: Haha, com certeza porque estou com você, filha.

Ana: Hehe, sério?

Rober: Claro! Tem dúvidas?

Ana: Não, papai, de jeito nenhum.

Rober: Decidiu descansar nas suas férias e ficar mais tempo na cama?

Ana: Não, hehe. Só queria saber como é a sorte da mamãe ao acordar do seu lado toda manhã, queria saber qual era a sensação.

Rober: Haha, filha, não é nada demais…

Ana: Isso é o que você pensa. Adoro quando você me abraça, me sinto mais… como te dizer?... mais… mulher. Aliás… bom dia, papai.

Rober: Bom… bom dia, filha. Vou… vou tomar banho pra ir trabalhar e depois desço pra tomar café. Se quiser, fica descansando, filha.

Não quis nem olhar pra ela. Minha pica tava dura de manhã e eu fiquei sem graça de encarar ela de frente, então entrei no banho rápido com água gelada pra baixar a excitação, mas nem assim, parecia que me esquentava ainda mais. Tentei não demorar, pensando que já tava tarde, mas quando saí não vi mais minha filha. Não soube se ela tinha descido pra fazer o café como sempre ou se tinha ido pro quarto dela.

Tomei banho rápido, me vesti, e quando descei, mais uma surpresa: minha filha estava só de tanga e sutiã, sem mais nada, exibindo o corpo gostoso dela pela cozinha toda. Nos dias anteriores, ela tava de top ou com um conjunto igual, mas coberta por uma camisola que deixava ela sexy. Hoje ela tava radiante, me dava muita vontade de arrancar essas roupas dela à força, e pra ser sincero, eu já tava começando a me soltar. que viesse minha ereção, e toda vez que ela estava na minha frente, eu ficava igual cachorro no cio.
Rober: Uau, filha! Cada dia você me surpreende mais, tá linda demais
Ana: Jejeje, sério, papai?
Rober: Claro!!! Adoro quando você acorda tão... tão... tão animada, hehe
Ana: Eu sempre acordo animada quando acordo do seu lado, papai.
Rober: E eu me sinto mais jovem quando você dorme comigo, filha. Minha filha tinha feito uns mates com torradas e tava se comportando feito uma verdadeira dona de casa. Por um lado, eu ficava preocupado, por outro, achava estranho uma garota dessa idade gostar de ficar na cozinha cuidando das coisas de casa. Hoje em dia as minas tão saindo pra dançar e se divertir.
Me aproximei dela pra dar o beijo de bom dia, e eu tentando beijar a bochecha dela, a Ana percebeu minha intenção e virou o rosto pra eu beijar ela na boca. Um beijo rápido, tão gostoso que dava vontade de pedir mais, mas tão delicado, como um pequeno costume que a gente criou nesses dias.
Terminei de tomar café, virei pra olhar minha filha — vocês não têm ideia, ver ela é um sonho. Parecia que eu tinha uma modelo de lingerie a centímetros das minhas mãos, e mesmo assim parecia impossível alcançá-la, mesmo sabendo quais eram os planos da minha filha. Cada vez eu queria mais que ela me pegasse.
Ela só sorria de um jeito provocante e se fazia de desentendida, continuava com o café da manhã...
Ana: Papai, já tá tarde, você vai chegar atrasado no trabalho
Rober: É, filha, já vou
Tomei o último mate, fui no banheiro escovar os dentes. Quando saí, ela chegou e me abraçou.
Ana: Papai, não demora pra voltar, lembra que você vai comigo comprar roupa, hein
Rober: Sim, filha, não se preocupa, acho que chego umas 4 da tarde
Ana: Tá bom.
Depois ela pegou na minha mão e me levou até a porta, arrumou minha gravata e deu um beijo de despedida, dessa vez um pouco mais longo que os outros.
Era maravilhoso ver minha filha feito uma pequena dona de casa, fazendo tudo que uma mulher recém-casada faria com o marido. Na verdade, ela me tratava muito melhor. que minha esposa, sem contar que ela sempre se preocupou comigo desde que era criança. Fui trabalhar e tinha no meu rosto um sorriso enorme de felicidade pela situação que estava rolando em casa, era impossível evitar ter ereções quando lembrava, mas eu evitava que percebessem. No trabalho, recebi uma mensagem no celular da minha filha, raramente ela me mandava mensagens, nem minha esposa fazia isso, mas a mensagem da minha filha me emocionou pra caralho e fez minha mente idealizar um monte de coisas. Ela escreveu… "Papai, sinto muito sua falta, já quero te ver, e já quero que seja amanhã pra gente curtir o dia inteiro ao máximo. Te mando muitos beijos muaaa =*)" Eu respondi… "Eu também já quero te ver, filha, e também quero que seja amanhã, mas me diz a que você se refere com curtir ao máximo?" Ela respondeu…. "Só quero que você saiba que vamos curtir juntos, e o mais importante… VOU TE FAZER FELIZ" Comecei a imaginar um monte de coisas, estar com minha filha era uma das coisas que eu mais queria nesse mundo e eu já tava morrendo de vontade de abraçar ela e fazer ela minha, mas era o jogo dela e ela queria me pegar, e eu tava morrendo de ansiedade, mas não podia fazer nada, só curtir e desejar cada vez mais. O trabalho foi chato como sempre e saí correndo do hospital pra buscar minha filha. O caminho de volta pra casa pareceu uma eternidade, mas finalmente cheguei, tentava adivinhar a surpresa que minha filha tinha pra mim, mas acho que me empolguei demais, hehehe. Quando entrei em casa e minha filha tava no quarto dela se arrumando, falei que tava pronto pra ir, e ela disse pra esperar um pouco. Fiquei sentado na sala de jantar vendo TV, depois de 15 minutos minha filha saiu linda, com uns jeans super apertadinhos que marcavam a figura dela, as curvas, a bunda, tudo. Em cima, ela tava com um top com umas alcinhas que mostravam o pescoço, os ombros e marcavam os peitos dela, nas costas aparecia quase toda a espinha porque o top era de alças nas costas. Ufa, simplesmente delicioso. Ela Ela se aproximou de mim e me deu um beijo na boca. Enquanto me abraçava, Ana disse: "Papai, finalmente chegou, senti muito a sua falta."
Rober: "E eu, filha, como você está?"
"Bem, e aonde a gente vai?"
Ana: "Primeiro comer, depois fazer compras."

Então fomos de carro até o shopping. Durante o trajeto, Ana só ouvia música e a gente conversava sobre coisas sem importância. Quando chegamos, primeiro fomos comer num McDonald's e depois fomos para as lojas. Minha princesa me puxava pela mão e me levava para todos os lugares que ela queria ir, e eu, feliz, me deixava levar por ela.

Primeiro, ela comprou uns sapatos de salto alto e sempre me perguntava se eu gostava. Eu, pessoalmente, prefiro as sapatilhas de salto alto com tiras, porque acho muito sexy. Depois do que eu falei, Ana comprou um par de sapatilhas que eu gosto: uma vermelha e uma branca.

Paguei com cartão enquanto minha princesa me abraçava e dizia "Obrigada, papai", com o rostinho emocionado e feliz pelas compras que estávamos fazendo. Depois de pagar, entregaram a sacola para minha filha, e ela me puxou pela mão para fora. Saindo da loja, minha filha parou, se virou, ficou de frente para mim e me deu um beijinho bem leve na boca.

Ana: "Obrigada, papai!"
Rober: "Você está feliz, filha?"
Ana: "SIM! Muito, papai. Você não está desconfortável, papai?"
Rober: "Claro que não, filha, adoro te acompanhar pra comprar roupa!"
Ana: "Então vamos para outra."

Minha filha estava feliz, e eu também estava feliz. Ver minha filha experimentando roupas me excitava muito, embora eu ficasse meio encabulado de alguém me ver com ela e pensar que aquela adolescente gostosa estava com um velho como eu. Mas meu rosto estava cheio de felicidade.

Daí fomos para outra loja de roupas, e ela começou a se comportar como criança em loja de brinquedo. Começou a olhar e experimentar roupa de todo tipo: escolheu várias saias bem curtinhas, blusas bem decotadas e semitransparentes de várias cores, e até tops bem justinhos de alcinha que deixavam os ombros e as costas completamente à mostra… uff, que delícia.

No final de tudo o que pegou, minha filha me levou para... Uns metros do provador, ela me sentou nos sofás de espera e entrou com toda a roupa. Felizmente não tinha ninguém por perto, porque cada vez que minha filha saía e desfilava pra mim a roupa que vestia, saia e top ou saia e blusa, fazendo todas as combinações possíveis. A Ana, cada vez que saía, perguntava:
Ana: Gostou, pai?
Rober: Sim, filha, ficou muito bem em você.
Enquanto dizia isso, minha filha dava uns passinhos e rebolava a bunda de um jeito bem provocante, me olhando com uma puta insinuação. Cada vez que ela saía, meu pau ficava mais e mais duro, até que não dava mais pra esconder. E quando ela via que eu tava excitado, entrava correndo de volta. Minha filha brincava comigo de um jeito muito cruel, hehehe, mas eu tava feliz, muito feliz.
Assim fomos de loja em loja, eu pagando tudo e me deliciando com os desfiles que minha filha me dava.
No final da visita ao shopping, minha filha tinha levado dois pares de roupa íntima, dois pares de tênis, duas saias bem curtinhas, duas blusas super decotadas, dois tops de lycra bem justinhos e pequenos, e outros acessórios pequenos.
Quando terminamos as compras, minha filha me abraçou, me beijou de novo na boca rapidinho e se agarrou no meu braço enquanto caminhávamos até o carro, dizendo o quanto tava feliz e agradecida pelas coisas.
Quando chegamos no carro, minha filha falou:
Ana: Pai... hoje foi um dia muito especial pra mim.
Rober: Sério, filha?
Ana: SIIIM, demais. Adoro passar tempo com você, se dependesse de mim, a gente ficava só nós dois... Não acha melhor?
Rober: Hehehe, ah, filha, as coisas que você fala.
Subimos no carro e voltamos pra casa às 10 da noite, e já não tínhamos vontade de fazer nada, então decidimos dormir na hora.
Rober: Bom, filha, vou dormir. E você, o que vai fazer?
Ana: Eu também vou dormir... vou arrumar a roupa e te acompanho, ok?
Rober: Beleza, filha.
Então fui pro quarto, preparei tudo e deixei a luz acesa pra ver o que minha filha ia fazer essa noite. Fiquei só de cueca e... esperei.
Quase uma hora depois que chegamos, eu já deitado, minha Filha, cheguei só de tanguinha, mostrando seus lindos e deliciosos peitos, o que me deu uma ereção monumental só de olhar. Ana se aproximou andando até a cama, chegou perto de mim enquanto eu estava deitado, se inclinou e, me dando um beijinho na boca, me disse…
Ana: Já cheguei, papai, já é hora de dormir?
Rober: Sim, filha, já temos que deitar. Por que tão pouca roupa, filha?
Ana: Tô com calor… você não?
Rober: Tô sim, filha, também tô com muito calor.
Ana: Já quero que seja amanhã pra sairmos juntos e aproveitarmos o dia ao máximo com você, papai, que a gente curta os dois.
Ela se levantou e foi apagar a luz, voltou pra cama pelo outro lado, levantou os lençóis e se deitou. Minha filha sabia que eu tava morrendo de vontade de fazer ela minha, mas quanto mais a gente prolongava o momento, mais emocionante ficava. Ela, já deitada, me deu um beijo nos lábios um pouco mais longo e eu até senti só um pouquinho da umidade que a língua dela oferecia. Depois disso, minha filha se virou de novo, me oferecendo as costas, pegou meu braço direito e colocou sobre a barriga dela, e levantou a cabeça pra se apoiar no meu braço esquerdo.
Já deitados e com minha ereção no talo, tentei encostar mais no bum lindo e empinado dela, e até sentia a textura do tecido da tanguinha dela mesmo com cueca, então com certeza ela deve ter sentido meu pau querendo entrar na bunda dela, e ela respondeu se encostando mais pra trás, prendendo meu pau nas nalgas lindas dela.
Depois, como ela ainda tava segurando minha mão direita, tentei subir ela mais pra acariciar os peitos dela, mas Ana me segurou, só consegui roçar… uff, isso era mortal pra mim, minha princesa me dominava e sabia muito bem como me deixava, e mesmo assim aguentou muito.
Ana: Dorme logo, papai, amanhã a gente curte os dois, você tem que trabalhar amanhã, acorda cedo.
Rober: Tá bom, filha… como você quiser.
Nessa altura, eu já nem lembrava da minha esposa, e aproveitei minha filha até onde ela me deixou. Decidi continuar esperando, então só dei um beijo na cabeça dela e fiquei. dormindo. Na manhã seguinte, quando o despertador tocou, abri os olhos e minha filha já não estava mais na minha cama, com certeza iria preparar o café como nos dias anteriores, então decidi entrar no banho e depois tomar café e ir trabalhar. Mas minha surpresa foi enorme quando entrei no banheiro e me deparei com minha filha completamente nua… dentro do meu banheiro.

Rober: Filha, o que você está fazendo aqui?

Ana: Jejeje, ah papai, por isso que eu falei pra você descansar, você não percebeu e eu adiantei o despertador uma hora, então você tem uma hora pra gente tomar banho, café e você ir trabalhar, o que acha?

Rober: Sé… sério, filha… bom, obrigado, espero aproveitar esse banho… aliás, você está muito gostosa, filha.

Ana: Jejeje, obrigada, papai, você também está muito bem, vai, tira a roupa, não perde tempo e vem comigo.

Assim que ouvi minha filha, não perdi tempo e imediatamente me despi, ficando com minha ereção no máximo na frente dela. Ela só sorriu e estendeu a mão pra eu segurar e me guiar pra dentro da banheira.

Já dentro, com a água nos nossos corpos, notei que minha filha tinha o corpo mais lindo do mundo, muito mais que o da mãe dela na mesma idade. Ela mantinha os mamilos duros e a buceta meio depilada, que só deixava ver uma sombra.

Ana: Vai, papai, toma banho, depois vai ter tempo pra todo o resto.

Era insuportável ver como minha filha estava brincando comigo, por um lado ela estava me seduzindo e me deixando ver o desejo que tinha por mim, e por outro lado estava fazendo cada minuto aumentar muito mais meu desejo por ela e prolongando o momento ao máximo, o que me deixava desesperado, e pelo que vi, ela se divertia, embora eu não soubesse o que significava o que ela disse… "depois vai ter tempo pra todo o resto".

Ana: Vamos, papai, eu passo sabão nas suas costas, já vou indo, ok?

Rober: Sim, filha… e você não vai querer que eu passe sabão em você?

Ana: Não, papai, já terminei de tomar banho, jejeje.

Ufa… minha filha ia me dar um infarto. Rapidamente ela me ensaboou e saiu, toda gostosa. O corpo nu dela e a bunda linda e perfeita, branca e bem torneada. Ela se enrolou numa toalha e foi embora, dizendo que ia preparar o mate. Eu, por minha vez, não consegui esconder a ereção nem por um instante, e tomei banho o mais rápido possível pra ir com minha filha e tomar café da manhã com ela. Me vesti, me arrumei e desci pra ver o que minha filha tava fazendo. Quando entrei na cozinha, minha filha tava com o roupão que ela tinha vestido no dia anterior, semi-transparente, aberto na frente e bem curto, que só chegava um pouquinho abaixo da bunda dela. Por baixo desse roupão ELA NÃO TAVA USANDO NADA, tava completamente nua e com o piercing no umbigo que me deixa louco. Simplesmente não conseguia comer, tava com uma ereção só de ver ela ali seminua do meu lado, comendo e sorrindo pra mim do jeito mais sedutor que eu já vi numa mulher. Não conseguia comer nem pensar em nada que não fosse minha filha, ela tava ali, seminua, comendo, tinha preparado o mate pra mim, tava me seduzindo, tinha me deixado ver ela nua, tinha se vestido pra mim, dormia comigo, me provocava, me insinuava e, além de tudo, tava brincando comigo. Simplesmente não podia acreditar, queria gritar pra todo mundo o quão emocionado e feliz eu tava porque minha filha tava se comportando assim comigo, mas era impossível. No trabalho foi horrível, porque minha esposa ligou pro meu celular, e eu não conseguia evitar ficar nervoso, imaginava que ela tinha descoberto o que minha filha tava fazendo e tava ligando pra gritar comigo ou me xingar ou algo muito pior... mas não. Ale: Oi, amor, como você tá? Rober: Bem, amor, e você, como tá no trabalho? Ale: Muito mal, os clientes não querem ceder, tão pedindo mais coisas e a gente tá trabalhando a todo vapor... certeza que você tá bem...? Te sinto nervoso ou assustado. Rober: Não... não tô... eu tô bem, amor, só que um paciente tá meio delicado e a gente tá aqui tentando ajudar ele. Ale: Que pena, mas não se preocupa, vai dar tudo certo, mas então me diz como tá a Ana, liguei pra casa e ela não atendeu, com certeza saiu com Suas amigas
Rober: Ana não saiu com certeza, mas ela tá muito bem.
Ale: Fiquei pensando que ela não foi de férias, talvez vocês possam ir num fim de semana. Não acha, querido? Aqui tão me pedindo pra prolongar minha estadia uma semana ou semana e meia a mais, até o projeto terminar e os clientes gostarem.
Rober: Sério? Que pena, love, então você não vem esse fim de semana? E quando a gente vai te ver?
Ale: Não sei, calculo no máximo duas semanas a mais.
Rober: Tá bom, love, eu entendo. Sentimos muito sua falta aqui (mentira).
Ale: Eu sei, love, e eu também sinto falta de vocês, mas o trabalho não deixa. Juro que quando voltar, a gente vai viajar os três pra onde vocês quiserem.
Rober: Tá bem… tá bem, querido, não se preocupa. Vejo o que faço com a Ana.
Ale: Sim, querido, leva ela pra algum lugar de férias pra ela se distrair e não ficar entediada em casa, pelo menos no fim de semana que você tem livre.
Rober: Tá bem, love, vou ver onde ela quer ir e levo ela num fim de semana. Mas quem sabe a gente não vai por mais tempo, se eu conseguir férias no meu trabalho.
Ale: Tá bem, querido, manda um abraço pra ela.
Rober: Tchau, love.
Ale: Te amo, beijos.

Quando desliguei, fiquei frio. Minha filha tava me seduzindo e agora eu tinha permissão da minha esposa pra levar minha filha de férias pra onde ela quisesse. Isso, claro, ia levá-la de férias pra onde ela me pedisse e, logicamente, eu tava pensando em passar o tempo todo comendo ela o dia inteiro.

Quando saí do trabalho, fui o mais rápido possível ver minha filha. Ela tava me esperando sentada no sofá da sala, pronta pra sair.

Ela tava vestida como da outra vez, de colegial, com uma saia xadrez, meias brancas e sapatos escolares de salto alto. Em cima, tinha uma blusa semitransparente e, por baixo, um sutiãzinho muito pequeno que levantava e juntava os peitos dela, com um decote enorme que fazia com dois botões desabotoados. Parecia que eles gritavam como eram bons… uff… simplesmente maravilhosa.

Rober: Olá, filha, como você está? Não vai se vestir pra gente sair? Ou vai assim mesmo? Parece que tá saindo da escola.
Ana: Não gostou do que eu vesti? Além disso, sempre depois da escola vou ao cinema na sexta.
Rober: Como não vou gostar, filha? Você tá linda.
Ana: Obrigada, pai. E te falei que ia me vestir assim quando a mamãe não estivesse... e agora... ela não tá, então acho que não tem problema, né, pai?
Rober: M-mas filha, você não vai ficar com vergonha de sair comigo? Já tô velho pra levar uma menina que saiu da "escola" pro cinema.
Ana: Você não tá velho, pai. Acho que você não quer me acompanhar. Melhor ainda... você vai ser meu namorado hoje, e assim não vai ter vergonha.
Rober: Você... você... meu namorado?
Ana: Sim.
Rober: Mas o que você tá dizendo, filha... As palavras da minha filha ecoavam na minha cabeça, e a felicidade dela por chegar sexta-feira e estar comigo. Decidi deixar ela tomar o controle de tudo que faríamos, cumprir cada pedido dela à risca e não voltar atrás. Eu continuava aproveitando ela ao máximo.
Pois é, eu não sabia o que dizer pra minha filha. Ela queria que a gente saísse pro cinema, vestida como uma das minhas maiores fantasias (e de muitos homens), e além disso, queria que saíssemos e fingíssemos ser namorados, segundo ela, pra eu não me sentir velho perto dela. Mas no fundo, eu não sabia quais eram os planos dela. Decidi que a gente iria ao cinema, mas por lógica, escolheria um lugar que quase não frequentamos ou que nunca tínhamos ido.
Mesmo com ela vestida daquele jeito, resolvi levá-la pra comer num restaurante italiano bem famoso, em Buenos Aires, já que ela gostava. Aproveitei pra ir pro sul da cidade, onde ninguém nos conhecia.
Fui rápido me trocar pra ficar mais apresentável pra minha filha. Quando saímos, fomos de carro e praticamente não falamos nada fora do normal. Eu perguntava...
Rober: Bem, filha, finalmente chegou o dia. Espero não te entediar muito.
Ana: Nada disso, papai. Finalmente saímos, não acha justo?
Rober: Pois é, filha. Já tava me sentindo um bicho enjaulado sem sair pra espairecer um pouco. Aliás, valeu por querer me acompanhar.
Ana: Valeu você, papai, por aceitar meu convite. Vou fazer de tudo pra você se divertir pra caramba.
Enquanto dizia isso, soltou uma risadinha misteriosa.
Rober: Então me diz, filha, onde cê quer ir comer?
Ana: Sei lá, papai. Onde você quiser me levar.
Rober: Vamos ver pra onde o destino nos leva. Espero que cê esteja com fome.
Ana: Tô sim, aliás, tô morrendo de fome, hehehe.
Rober: Que bom, porque vou te levar pra comer comida italiana no restaurante que você gosta.
Ana: SÉRIO, papai?! DEMAIS! Adoro isso! Mas qual vai ser? O que fica perto de casa?
Rober: Não, filha. Vamos pra um lugar que a gente não foi muito. Que tal o que fica no centro?
Ana: HAHAHA Sim! Ia ser foda! Dizem que o restaurante é muito mais bonito que o daqui. Além disso, é bem mais tranquilo e íntimo... acho.
Rober: Hahahaha, isso seria melhor, né, filha?
Ana: Muito... muito melhor.
Nisso, Ana decidiu colocar uma música que ela curtia muito. Na real, era algo bem calmo e romântico. Não posso negar, mas é uma música que eu também gosto. Parece que ela preparou um pendrive especial com músicas e colocou no carro, enquanto ia cantarolando.
O caminho foi meio lento por causa do trânsito. Tava cada vez com mais fome, e, pra falar a verdade, me surpreendi que Ana não reclamasse de nada, porque eu sei como ela se irrita no trânsito da cidade.
Logo uns dois minutos antes de chegar e estacionar o carro, Ana me disse:
Ana: Só pra constar, papai, já saímos. Você não vai mais ficar entediado nem se sentir triste ou sozinho. Mas em troca...
Rober: Em troca de quê, filha?
Ana: Quero que você me trate e fale comigo como se eu fosse sua namorada ou sua parceira, hehehe. Lembra...!
Rober: Mas, filha, eu...
Ana: Shiii... Eu cumpri minha parte. Agora é sua vez. Além disso, aqui ninguém nos conhece, e ia ser divertido. Já vou ver a cara que todo mundo vai fazer. os outros.
Rober: Tá bem, filha.
Ana: Filha?
Rober: Haha sim, desculpa... Tá bem... Meu amor?
Ana: Mmmm, assim fica bem melhor.

Quando chegamos, notei que o cara que nos recebeu quase arregalou os olhos quando viu minha filha, e não era à toa, quando minha menina desceu do carro dava pra ver quase todas as pernas dela, da raiz até os tornozelos, por causa da saia tão curta que ela tava usando. E até de relance vi como olhavam pra Ana pelas nossas costas e ouvi ele murmurar: "Que sorte que esse velho tem".

A verdade é que quando ouvi isso, me senti muito bem por ter trazido comigo uma mulher com um corpaço como a minha filha. E eu só tentava andar o máximo possível pra não deixar transparecer minha ereção que, por causa do nervosismo, começava a aparecer.

Quando chegamos, a moça nos deu uma mesa de não fumantes e tava nos oferecendo uma mesa bem perto da porta e da cozinha, aí a Ana disse...

Ana: Não tem uma mais afastada e tranquila? Não queremos ser incomodados, né, amor?
Enquanto segurava minha mão e se virava pra mim com uma cara de safada e um sorriso lindo e sedutor.

Rober: Hã? Hahah sim!... Moça, por favor, nos dê uma mesa mais sossegada.

A moça nos fez andar uns metros, nos levou até uma escada e nos colocou numa mesa no fundo do restaurante e, por razões óbvias, era uma das mais afastadas e isoladas de todo mundo. E até essas mesas eram menos iluminadas e muito mais tranquilas, ficavam mais separadas umas das outras. Quando ajudei minha filha a sentar como um cavalheiro e depois sentei eu, do lado dela, não quis sentar na frente porque, logicamente, queria ficar perto da Ana o máximo de tempo possível, e já não conseguia mais evitar a ereção que tava naquele momento enorme.

O garçom se aproximou e enquanto minha filha dizia:

Ana: Tá vendo, pai? Não é divertido ver a cara dos outros? Com certeza tão pensando que garota sortuda por ter um homem tão gostoso como você de acompanhante... hahaha, obrigada por entrar na brincadeira, pai.

Rober: Cê tá doidinha, filha. Se o que tão falando é com certeza "Que sorte desse velho safado de ter uma mulher como você me acompanhando", e tá certo, só por você eu vou entrar na onda. Quando o garçom chegou, deu as boas-vindas, ofereceu os cardápios e também o vinho, aproveitei pra minha filha não beber (já que minha mulher não gosta, porque diz que ela é muito novinha). No próximo relato, vou contar o que rolou na comida, no brinde e no que a gente fez naquele dia, o dia em que começou minha vida incestuosa com minha filha, e finalmente realizei meu sonho.

38 comentários - Minha Filha & Eu III

KAUSYA
Los primeros +10 llevaba esperando todo el día.
KAUSYA
Acabo de terminar de leerlo y me. Vuelvo a quedar con las ganas de saber q más. Paso
Conta, conta contaaaaa jajajja .. muy bueno ..
Excelente. Espero no tener que esperar mucho...+10
y? Para cuando la cuarta parte?
Mira he leido todos tus relatos anteriores. Y realmente me tienes atrapado ja ja . Realmente muy buen escrito esta... Y si esto te paso realmente sos muy afortunado al menos tu hija no te dejara en un asilo cuando seas viejito.....
sigo en cada momento tu historia... queremos alguna foto de ella o video
Adrito
esta historia me tiene LOCO!!! Van puntos +++
Espectacular ,se me dio vueltas la cabeza me encantan los relatos incestuosos
Desde tu ultimo relato no paro de revisar tu perfil para vwr si publicaste algo nos tenes de la cabeza a todos. Publica una foto de ella tapale la cara o de espalda pero no nos tengas asiiiiiiiiiiii
Ya dias ando esperando el cuarto relato, subelo ya no aguantamos las ganas de saber más, nos ha gustado, si es posible sube una foto tapandole la cara. Saludos.
oye hace dias estamos esperando el siguiente relato y nada, para cuandooooo?????
Che q paso? No le abra dado un infarto a la hora de concretar no? Queremos la continuación!!!!!!!
Cuanto mas nos vas a hacer sufrir. Publica un adelanto una foto algo!!!!!!
art371
publica lo que paso despues¡¡¡¡
PRYPWR +1
Creo que publicare una continuación no oficial al relato... Me dejo re crazy la history...
Si para el martes 2 de enero no sube la 4ta parte... Prometo ese mismo día empezar a escribirla con lujos de detalles y contenidos eróticos bien hot!
y para cuando la cuarta parte????? nos dejaste a todos re colgados!
Continua con el relatooo no nos dejes a medias
Me encantan tus relates. Quiero leer la cuanta parte ya. Subila pronto..
JackMG
Para cuando la cuarta parte ....😁
Para cuando la continuación? No aguanto más la espera!
Como se está haciendo rogar la cuarta parteeeeeeeeee