Olá amigos, aqui estão todos os meus contos para vocês curtirem.
Espero os comentários de vocês
Minha filha se tornou minha putinhaEmbora eu nunca tivesse nem imaginado, ver sua filha se transformar numa puta é algo para o qual ninguém nunca está preparado, mas tenho que admitir que foi a melhor coisa que me aconteceu.
Tudo começou quando me divorciei da mãe dela e, na hora de perguntar com quem queria ficar, sem hesitar ela disse comigo. Lorena, esse é o nome dela, tinha 15 anos quando eu e a mãe dela decidimos que o melhor era nos separarmos. Ela sempre foi muito apegada a mim, então, embora tenha me chamado a atenção, não foi surpresa que ela quisesse ficar comigo.
O tempo passava e nossa relação ficava cada vez mais próxima, e embora ela começasse a ter namoradinhos, passávamos muitas noites de fim de semana vendo filmes juntos.
Depois de um tempo, conheci uma garota bem mais nova, eu tinha 44 e ela 25 anos, então demorei um pouco para trazê-la para casa porque não sabia como a Lore ia reagir, já que não tinha muita diferença de idade entre elas, pois ela tinha 17.
Uma noite, depois de ver um filme, comentei que estava saindo com uma garota e queria que ela a conhecesse. Ela deu um pulo no sofá e, me abraçando, disse que estava muito feliz por mim e muito animada com a ideia de eu trazê-la para casa para se conhecerem.
O tempo passou e Carla, esse era o nome da minha namorada, e a Lore se tornaram muito amigas e cúmplices, a ponto de a Lore confiar a ela seus segredos mais íntimos, mas nunca imaginei que esse era o começo da minha nova vida.
Com a Carla, comecei a experimentar coisas, a nível sexual, que com a minha ex eram possíveis só nas minhas fantasias. Ela era uma garota muito mente aberta e que gostava de experimentar sem tabus. Assim, começamos a transar em lugares públicos, conheci o swing, fazíamos ménages com garotas e com homens, e até quando ela me confessou o fanatismo por sexo com vários homens, a gente entrou no gangbang, coisa que eu só conhecia pela internet quando a minha ex reclamava de dor de cabeça, mas ao ver minha namorada chupando apaixonadamente todas aquelas picas (chegou a ficar (com 10 homens) e fodendo todos eles pra depois, um por um, gozarem na boca dela (esqueci de falar que ela era viciada em leite) – eu ficava maluco e não ligava pra mais nada, amava ela assim, toda puta.
Claro que sexo na minha casa era coisa de todo dia, e se eu tava cansado, ela me chupava, mas não dormia sem a cota dela de pau e leite.
Essa situação mudou minha vida, mas também a da minha filha, porque comecei a notar algo diferente nela. Achei que fosse por causa da minha falta de atenção que essa nova vida me trazia. Teve vezes que ela me viu de cueca indo na cozinha pegar água, ou ouvia os barulhos das noites de sexo com a Carla, então resolvi ter uma conversa com ela.
– Lore, vem cá, senta comigo, quero conversar.
– Sim, pai, o que foi? (ela falou com voz de menininha)
– Desde que a Carla chegou aqui, algumas coisas mudaram, mas quero que você saiba que você é o mais importante pra mim. Então, se tiver alguma coisa que te incomoda, você tem que me falar e a gente resolve. - Não, cara, não tem nada com a Carla e muito menos com você, só que tô com um pouco de ciúme porque não tenho um namorado pra curtir igual a Carla faz.
Numa conversa com a Carla, perguntei se ela sabia se a Lore tava passando por algo além do que ela tinha me falado, e ela disse que sim. -Lore está prestes a fazer 18 anos e quer de presente os implantes nos peitos, mas tem vergonha de te pedir.
-Mas ela sabe que pode confiar em mim.
-Sim, mas ela acha que você vai dizer não, além disso, sabe que você está preparando a festa e não quer te fazer gastar mais.
-Ela é uma garota muito gostosa, não acho que precise colocar peitos, (minha filhota é morena e tem uns olhos verdes lindos que puxou da mãe, mede 1,65, é magrinha como toda adolescente que se cuida, e tem uma raba empinada de 98, que faz com que de saia, jeans e shortinhos seja um espetáculo vê-la passar) mas se é o que ela quer, vou pagar.
-Além disso, não esquece que ela tá dando os primeiros passos no sexo e se sentir bonita é o mais importante pra uma garota.
-É verdade, mas prefiro não pensar nisso, sei que tão comendo ela, mas prefiro não pensar.
-Hahaha, que careta, tenho certeza que ela fica louca chupando pica igual a mim.
-Não seja maldosa!!! Melhor eu ir (mas esse comentário mexeu com algo na minha cabeça e ao me levantar deu pra notar uma ereção clara)
-Epa, epa, vamos ter que dar um jeito nisso, seu tarado de buceta hahaha
Claro que Carla sabia mais do que tava me dizendo, mas preferia não tocar no assunto.
Minha filha faz aniversário no inverno, mas a pedido dela esperamos até o verão pra comemorar, já que queria a festa no sítio pra exibir os peitos na piscina. Pra festa de dezoito da minha filhota, já tinha os peitos feitos. A festa não passava de uma reunião de amigos e churrasco e, claro, um dia de piscina, mas com Carla fomos na noite anterior pra preparar tudo e aproveitar a casa sozinhos pra dar vazão às nossas fantasias. Então fomos acompanhados de um casal de amigos e uns caras solteiros que conhecíamos das baladas swingers.
Pra comemorar o aniversário, esse casal com quem a gente tinha passado a noite nos acompanhou, já que conheciam a Lorena e ela os tratava como "tios". Depois do meio-dia, os meninos começaram a chegar e entre eles meu... Filha.
—Oi, papai! Chegamos! Já quero entrar na piscina.
—Feliz aniversário, Lore. Estamos terminando de preparar tudo, vocês fiquem à vontade.
Até aquele momento, nunca tinha reparado nas amiguinhas da Lore, mas com o tamanho reduzido dos biquínis delas, chamaram muito minha atenção. Tinham uns rabinhos redondinhos e empinados, e ver aquelas tangas enfiadas nas bundas delas era algo que me tirava do sério.
E pra piorar, a Lore vem pulando com aqueles peitões enormes que colocou e com uma fio dental igual à das amigas e me abraça. A verdade é que ter o corpo sensual da minha filha colado no meu estava me excitando, e não consegui segurar minha ereção, coisa que, novamente, a Carla notou.
Eu e Martín ficamos cuidando da churrasqueira, o que nos dava chance de falar das meninas que tinham vindo, porque, embora eu soubesse que a Carla não teria problemas, não sabíamos como a Carmen (esposa do Martín) reagiria. Foi aí que ficamos fantasiando como íamos comer aquelas novinhas com suas bucetinhas depiladas e pequenas, enfiar as picas na boca delas até tirarem a última gota de porra, até que, num momento, duas meninas saíram da piscina e começaram a andar na nossa direção. As duas tinham um jeito bem gatinho de andar, e os peitos balançavam a cada passo. Uma era uma ruiva de olhos verdes que arrasava, e a outra era uma loira de cabelo curto, não tão voluptuosa quanto a amiga, mas dava pra ver que tinha a melhor bunda das duas. Quando finalmente chegaram, a ruiva, com um sorriso safado, disse:
— Nos convidam pra comer alguma coisa? Tô morrendo de fome.
— Tamo nessa, respondeu rápido o Martín. — Falta um pouquinho, mas se quiserem, podemos dar um pedaço de linguiça pra entreter a boca.
Eu nem queria olhar, mas elas riram e, cúmplices da dupla intenção, disseram:
— Bom… mas que seja grande e a gente escolhe.
— Vem. Me diz o que você quer — disse o Martín pra loira e se posicionou estrategicamente atrás dela, dando passagem pra que ela visse a churrasqueira, mas a Aí aproveito pra ficar apoiando aquele bundão perfeito enfiado num biquíni preto.
Surpreendentemente, a mina não pareceu se incomodar, muito pelo contrário, notei como ela ajustou a rabetinha dela pra deixar o Adrián apoiar melhor enquanto olhavam pro mar.
--Ó, eu também quero um pouco -- falou a ruiva e fez o mesmo comigo.
Quando elas foram embora, o Martín me diz:
--Viu, tão pra qualquer parada.
--É, são umas putinhas, mas não vamos fazer escândalo no aniversário da Lore, vamos nos acalmar. Depois de almoçar, nossas mulheres sugeriram tirar uma soneca, então nós quatro fomos pra casa e deixamos os caras curtindo a piscina. Claro que a soneca era só desculpa, e no fim todos nós quatro acabamos transando igual uns loucos, só que eu fiz isso pensando naquelas garotas, mas também na minha filha, em como eu chupava aqueles peitos lindos dela e depois descia até enfiar minha língua na buceta dela.
Mesmo curtindo, pensar nisso me perturbava pra caralho, já que era minha filha. Então, quando terminamos, Martín e Carmen ficaram dormindo, e eu e Carla fomos dar uma volta.
Carla me viu mal e perguntou o que tava rolando. Como eu respondi que não era nada, ela perguntou se tinha a ver com as ereções que eu tive com a Lore. Vendo que ela tinha percebido, contei o que sentia, e ela riu e disse pra eu ficar tranquilo, que não era tão grave assim, que com calma e paciência ela também tinha umas coisas pra me contar sobre a Lore.
Depois de um tempinho caminhando, voltamos pra casa de campo. O terreno era enorme e tinha várias entradas. Dessa vez, entramos por uma que não era a principal, porque era mais perto. Perto dessa entrada tinha um quartinho de ferramentas, bem afastado do resto das construções. Quando passamos a uns metros desse quartinho, eu e Carla ouvimos umas vozes murmurando e gemidos vindo de trás dele. Nos olhamos com cara de dúvida e fomos nos aproximando na surdina. A imagem que vi ao espiar pela esquina da parede me deixou gelado. Minha filhinha, Lorena, estava pelada montando a pica de um dos amigos dela enquanto chupava dois caras na frente dela. Meu primeiro impulso foi pular e encher todo mundo de porrada. Mas a Carla me acalmou:
— Para. O que você vai fazer, doido?! A única coisa que você vai conseguir é arrumar uma putaria da mãe e não vai resolver nada.
— Não acredito. Meu anjinho. Olha ela! Feito uma puta enfestada com três caras.
— O que você vai fazer? Ela curte sexo do jeito que quer — a Carla falava como se quisesse dar um pouco de lógica pra situação.
— Mas é minha filha! Não consigo ver ela assim.
— Mesmo assim... não parece que ela tá sofrendo. Relaxa. Sugiro a gente ficar aqui pra garantir que nada de ruim aconteça com ela, e eu fico junto olhando a cena.
Minha filha continuava montando aquela pica enquanto chupava as duas rolas na frente dela, alternando. Era uma expert. Mexia a cinturinha dela de um jeito extremamente erótico, fazendo a pica enterrar cada vez melhor. Os peitões grandes, mas bem colocados, balançavam ritmadamente. Entre os lábios perfeitos e carnudos dela, sumiam os grossos pedaços de carne dos amigos. Olhei para o lado e vi que Carla se tocava na buceta por cima da calça, naquele momento me toquei e notei que eu tinha uma ereção poderosa. Evidentemente, a imagem de uma garotinha sendo comida por três homens despertava em mim um tesão do caralho, mesmo que essa garotinha fosse minha filha.
Voltei a prestar atenção na situação e agora tinha mudado. Lore continuava montando um dos magrelos no chão, só que agora estavam de frente um para o outro, nos dando uma vista espetacular daquele rabo redondo e duro. Ela continuava chupando uma rola, mas um dos caras tinha encontrado outra possibilidade. Evidentemente atraído pelo rabo perfeito da minha filha, começou a brincar com o cu dela. Ia enfiando os dedos e lubrificando. Lorena não se opunha nem um pouco, muito pelo contrário, relaxava o cuzinho apertado pra facilitar a entrada dos dedos. Em determinado momento, se posicionou com o pau duro feito um mastro no cu da Lore e meteu sem mais delongas. Lore deu uns gritinhos no começo, mas depois foram substituídos por gemidos que mostravam um prazer extremo. Meu anjinho estava sendo fodida em todos os buracos e adorava. E eu, o pai dela, curtia a situação. Era perturbador. Uns momentos depois, decidiram encerrar a orgia com a Lore e a fizeram se ajoelhar. Um por um, foram passando as picas na boquinha da minha filha e gozaram na cara dela, nos peitos e no cabelo. Era uma imagem extremamente erótica da minha docinha filhinha prostituída por todo aquele esperma grosso e branco e pelo sorriso no rostinho dela — ela tinha curtido pra caralho. Com a Carla, a gente se mandou na surdina. O primeiro a falar fui eu:
— E é isso. Acabo sendo uma puta. Fazer o quê.
— Pois é. Coisas que acontecem. Pelo menos ela é boa no que faz, não acha? Parece que aprendeu comigo.
— Kkkkk... que filha da puta. Será que você tava ensinando ela? Kkkkk.
Depois desse meu comentário, voltamos andando em silêncio até em casa, e uma vez lá, Carla me contou que mais de uma vez Lore tinha dito que ficava excitada pensando em mim e costumava se masturbar muito com isso, até que uma vez me espionou tomando banho e que nas noites em que a gente via filmes, ela pensou em se abaixar e chupar minha rola.
— Você é louca!!! Foi minha primeira reação.
— Não, só que ela pediu pra eu não falar nada porque era menor e não queria te causar problema ou que você contasse pra mãe dela. Por isso não me surpreende que ao fazer dezoito anos ela faça essas coisas.
Ela me perguntou várias vezes sobre as coisas que a gente faz com outras pessoas, minhas práticas de gangbang e também sobre nossas relações, até como você é de tamanho e qual o gosto da sua porra.
— E você contou tudo?
— Sim, tivemos umas conversas bem interessantes... E, inclusive, tenho que admitir que, diante da curiosidade dela pelas minhas histórias com outra garota, há algumas semanas a gente teve uma sessão de sexo onde deixei ela chupar minha buceta pra saber como é a sensação. Não podia acreditar no que ouvia. Minha filhinha tava afim de mim e tinha transado com a madrasta dela… Minha cabeça tava a mil.
Na volta, a gente veio tudo em silêncio e aí meu tesão falou mais alto e perguntei:
-Lore, como foi hoje?
-Foi muito bom, Pai, muito obrigada.
-E o que vocês fizeram quando a gente foi tirar um cochilo? (Carla não me olhava, mas tava sorrindo)
-Nada de mais, a gente ficou com os meninos e meninas brincando.
-Ah, legal, mas você se divertiu, né?
-Sim, bastante.
-Bom, mesmo que você já tenha feito aniversário há uns meses, agora é oficial, já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
-Sim, tava doida pra isso, hahahaha.
Depois de falar de outras coisas, Carla falou pra Lore num tom de cumplicidade se ela não queria descansar e dormir um pouco, e Lore concordou e se deitou no banco de trás com a cabeça virada pro lado do carona, de onde podia me ver.
Depois de um tempo, Carla começou a me tocar a piroca com a intenção de me deixar duro pra chupar, como era de costume nas viagens que a gente fazia sozinho. No começo resisti, mas ela me convenceu, e começou a me chupar. A situação era muito erótica, minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha "dormindo" no banco de trás, era muito excitante e em minutos eu gozei enchendo a boca de Carla de porra.
Os meses passaram e o tesão pela minha filha aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de ficar de olho nela e me masturbar deixando a porta aberta pra ela me ver, ou quando transava com Carla na esperança que ela entrasse e participasse com a gente.
Um dia, Carla, depois de uma conversa com minha filhinha, arrumou tudo pra Lore e eu ficarmos sozinhos. Como de costume, a gente se jogou no sofá pra ver um filme que Carla tinha recomendado e que, segundo ela, tava no DVD. Quando a gente colocou, apareceu na tela um pornô onde uma garota muito nova era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Eu quis me apressar pra tirar, mas Lore me segurou e com uma vozinha de menininha Ela me disse:
—Deixa, pai, já tenho idade pra ver, além disso nunca vi uma.
—Ok, se quiser te deixo sozinha.
—Não, não, vamos ver juntos, cê nunca viu um pornô?
A gente ficou assistindo e eu tava bem nervoso, ela tava com uma regata curta e uma calça bem justa, aí num momento ela me fala:
—Te incomoda se eu deitar no teu colo?
—Não, filhinha, fica à vontade.
Com a cabeça dela nas minhas pernas e, de vez em quando, roçando no meu pau, e o filme rolando, não pensei em nada e coloquei minha mão direita no rabo dela, ela nem se mexeu, então desci um pouco e passei a mão em toda a racha, do rabo dela até a buceta, e senti um calor anormal na virilha dela (minha filhinha tava excitada).
Sem se assustar com a minha mão, ela disse: - Carla me contou que vocês estão com outros caras e todo mundo come ela.
- Sim, é assim mesmo.
- Você se importaria se eu fizesse o mesmo?
- Não, contanto que você curta tanto quanto ela. Enquanto isso, continuei passando a mão na bunda dela.
- Eu gosto de homens grandes, sabe?
- É? Por quê? Perguntei com muito tesão.
- Porque eles não gozam rápido igual os jovens. E na mesma hora, ela abriu minha calça, puxou meu pau pra fora, e ele já tava duro.
- Mmmm, que pau lindo você tem, papai, deixa eu chupar ele?
Ela começou a lamber minha cabecinha, passava a língua nos lábios se lambuzando, e voltava a lamber o tronco inteiro, descia e chupava minhas bolas, enfiava tudo na boquinha dela, enchia de saliva e recomeçava.
- Você gosta do jeito que eu chupo? Gosta de como sua filhinha chupa seu pau?
Depois de um tempo me chupando, chegou minha vez. Tirei a camiseta dela, e ela não tava de sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes, que chupei e enchi de saliva aqueles biquinhos rosados de adolescente. Depois, tirei a calça dela, e ela tava usando uma tanga bem pequena que resolvi deixar, mas puxei de lado pra mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada. Com as investidas da minha língua, senti ela gozar, e sentir aquele fluido na boca me fez chupar ela com mais força. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta pra eu comer, dizendo:
- Me come, pai, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa, meu pau partindo aquela bunda linda ao meio enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas. - Cê gosta da minha buceta? Cê gosta da pica do papai? - ele dizia enquanto entrava e saía daquela buceta adolescente gostosa. —Adoro, papai. Me come mais. — ela dizia entre gemidos. Transamos em várias posições até que finalmente eu ia gozar, e quando contei pra ela, ela se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu gozar na boca dela.
—Vai, pai, me dá todo esse leite na boquinha igual você faz com a Carla, quero provar.
E foi o que eu fiz, gozei como nunca, jorros de porra espirraram na boca dela e alguns acertaram o rosto e o cabelo, ela limpou minha pica com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada no meu pau, limpou o rosto com os dedos e chupou cada um, me dando um espetáculo maravilhoso.
Os meses passaram e continuamos transando: eu com minha filha, eu com a Carla, ou nós três juntos. Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas pra gente comer elas juntos, eu arrumava uns caras pra elas dar ou chupar as picas, essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra e elas passavam o sêmen uma pra outra com beijos de língua só pra eu ver.
Minha filha me chupava a pica no carro toda vez que dava, a gente ia pra cinema pornô e eu enfiava a pica na boca dela e em segundos tinha uma raba de tarados querendo encher a boquinha dela de leite, a gente transava na rua ou em lugar público pra mais gente se juntar, minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma puta festeira.
No aniversário de 21 dela a gente já vivia como um casal e pra comemorar ela trouxe uma mina de 18 anos pra eu comer e lembrar como era com ela, e me pediu pra arrumar quatro caras mais velhos pra comer ela.
Aquela noite foi mágica, ela trouxe uma loirinha de peitão, mas não igual aos dela, com uma bundinha redonda, de minissaia branca e top rosa.
Eu coloquei um anúncio num site e na hora consegui quatro velhos tarados querendo comer uma guria de 21.
A Lore recebeu eles de fio dental e cinta-liga e na hora eles foram pra cima, começaram a apalpar e chupar ela toda, ela gemia de prazer e me olhava agradecendo, ela se abaixou e começou a chupar as picas deles, batiam com as picas na cara dela e faziam ela engolir tudo, eu enquanto isso sentado na poltrona curtia o show e batia uma freneticamente, depois ela ficou de quatro e um por um foi comendo a buceta dela enquanto ela chupava as picas que apareciam na frente, depois o que tinha a maior deitou e minha filhinha montou nele e os outros foram passando pelo cu dela enquanto ela chupava as picas dos que ficavam de fora. Assim ficaram quase duas horas até que, abaixada no meio de todos esses paus, os cinco começaram a gozar na boquinha e na cara dela, engolindo a porra pra me excitar ainda mais, uma Assim que todos terminaram, ele tirou eles rápido do lugar e, com a cara cheia de porra, fez a mina entrar e sentou pra ver como ela me comia. A mina tinha uma buceta bem apertada e molhada, que chupei até fazer ela gozar, e um cu bem apertadinho que tive a chance de desvirgar. Comi ela por uns vinte minutos e, quando dei meu leite pra ela tomar, a Lore beijou ela fundo, passando a porra de uma pra outra, e também tirou ela rápido do lugar. Ficamos sozinhos, ela me olhou com a cara de anjo, abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen e engoliu, com voz de menininha que ganha um presente, agradeceu, e a gente transou a noite toda com a premissa da minha princesinha de tirar até a última gota de porra de mim. Foi assim que minha filha se tornou minha putinha.
Minha filha, a viagem com a minha gostosa
Buscando novas experiências, decidimos planejar uma viagem pro Noroeste do país. Já com as reservas nos hotéis por onde íamos passar, a caminhonete quebrou. Com as mini férias já organizadas, decidimos comprar duas passagens de busão e partimos pra viagem. Claro, isso adicionou mais um tempero às nossas experiências sexuais, já que eu e a Lorena tínhamos um monte de ideias para nos divertir na viagem. Saímos do terminal Retiro num ônibus de dois andares, mas pedimos lugar na parte de baixo e, claro, lá no fundão. Saímos uma noite antes do planejado, num horário noturno, prevendo que assim viajaria menos gente, já que nós dois sabíamos que íamos aprontar. Já faz um tempo que eu e minha filha vivemos como um casal e nos comportamos assim, mas pra maioria que nos vê e não faz ideia que somos pai e filha, acham que é só um coroa saindo com novinhas ou uma novinha que gosta de viver na boa. Por isso, na plataforma esperando o ônibus, ficavam nos olhando como se fôssemos bichos estranhos, o que nos diverte pra caralho. Ao subir no ônibus, a gente se acomodou e começou a observar quem ia viajar com a gente, mas a maioria dos passageiros subia e ia direto pro andar de cima. Só uma mina de uns 28/30 anos, vidrada na música com uns fones enormes, sentou uns bancos mais na frente, do lado oposto ao nosso. No começo, a gente ficou empolgado pra caralho por ela ser a única viajando perto da gente, porque era uma gostosa de cabelo preto, comprido, com umas pernas lindas e, mesmo tendo pouco peito, o vestido dela deixava ver que tinha uma bunda redondinha. Mas aí a gente percebeu que as chances eram poucas, porque quando ela subiu, nem ligou pra gente, já se encolheu no banco, se cobriu com uma mantinha e ficou mais ligada no que tava ouvindo do que no que rolava no ônibus. A gente continuou subindo e, na frente da moça, sentaram dois caras: um bem novinho e outro de uns 40 anos. E na nossa frente, um senhor de uns 65/70 anos. Todos, mesmo tendo nos visto, não ligaram muito pra gente e se ajeitaram nos seus lugares. O micro-ônibus ligou e logo colocaram um filme, a gente assistiu enquanto comia o lanche, e mesmo o filme sendo legal, a Lore tirou o notebook da mochila e a gente começou a ver um dos pornôs que ela tinha salvo na memória. Como todas as vezes que a gente vê esses filmes, a Lorena fala umas coisas no meu ouvido que fazem a pica ficar dura que nem pedra, e na hora ela começou a passar a mão nela por cima da calça. - Cê gosta, papai, do jeito que a mina chupa a pica? Cê ia gostar que a mina chupasse a sua ou… cê ia gostar que eu chupasse a sua? Ela é muito gostosa, mas você é real, então prefiro mil vezes que você me chupe. - Cê é um degeneradinho, papai. - Sabe que sim, mas… você gosta. Seguimos a viagem vendo o filme, nos apalpando e falando um monte de putaria, mas parece que nossa voz foi aumentando, porque no banco da frente dava pra sentir um certo desconforto, já que a pessoa que tava lá ficava se mexendo, como se tentasse ouvir melhor ou dar uma espiada no que tava rolando com a minha filha. Nessa altura eu já tava muito excitado com a mão da Lorena no meu pau, então desabotoei a calça pra ela poder tirar ele e fazer o que quisesse, e comecei a passar a mão na buceta dela por cima do shorts. Quando enfiei a mão lá, já dava pra sentir que a Lore tava com a buceta molhada, porque a umidade tava bem visível. Na hora, levei meus dedos pela perna até chegar na calcinha fio dental dela, brinquei um pouco com ela e depois cheguei na buceta. Ela depila tudo, então os fluidos dela, que nessa altura já eram muitos, facilitaram o trabalho pra eu conseguir enfiar os dedos e depois saborear o delicioso suco da conchinha dela. Passou um tempo dos nossos jogos, quando vimos que entre os bancos aparecia um olho indiscreto… era o velho, que, já não aguentando mais o tesão, não teve nenhum pudor em se virar e olhar o que a gente fazia. Isso nos estimulou ainda mais e a Lorena pegou fogo, e não só me masturbou, mas pegou meu pau e começou a chupar, com o objetivo de dar um bom espetáculo pro nosso espectador. Depois, chegou perto do meu ouvido e disse: - O vovô tá muito tarado, vou dar uma ajudinha pra ele e já volto, cê acha bom, papai? - Claro, filhinha, ajuda o vovô a ficar mais relaxado. Lorena se levantou do banco e sentou ao lado do velhinho, começou a passar a mão nele enquanto o beijava. O velho não aguentava mais e logo puxou o pau pra fora, era um pau gordinho, mas ainda mole. Lore bateu uma pra ele e começou a chupar. Eu, de trás, já espiando por cima dos bancos, me deliciava com o que via. Olhei ao redor e percebi que a garota do outro lado já não estava tão concentrada no iPod, já tinha sacado o que rolava ao redor. Olhando de canto e coberta com o cobertor, dava pra ver que ela estava se tocando. Quando viu que eu tinha notado, fingiu que estava dormindo, então entendi que ela só queria olhar e não tava a fim de entrar em nenhuma brincadeira comigo. Por isso, desviei o olhar pra deixar ela continuar se divertindo do jeito dela. Voltando pra Lore, ela já tinha baixado as calças do velhinho pra fazer um tratamento especial pra fazer o pau dele ficar duro que nem pedra, levantando as pernas do véio e sentada no chão na frente do banco começou a chupar o cu dele (se nunca fizeram isso com vocês, recomendo pedir pras suas esposas, namoradas ou filhas fazerem, é indescritível a sensação de uma língua brincando no seu cu) e depois que deixou bem lubrificado começou a enfiar um dedo fazendo uma massagem prostática que fez aquele pinto setentão subir como provavelmente não subia há anos, o velho começou a gemer de prazer enquanto Lore chupava os ovos dele, passava a língua por todo o comprimento do pau até chegar na cabeça e ia descendo enfiando tudo na boca enquanto enfiava o dedo no cu dele, o espetáculo que eu via era único porque ela levantava o olhar e me encarava com cara de menina safada. Quando o velho chegou no orgasmo tinha juntado tanta porra que a Lorena recebeu um monte na boca mas teve que tirar aquele pau deixando parte cair no rosto e no cabelo dela (mesmo assim é um banho que ela adora tomar) na sequência ela se aproximou e deu um beijo molhado de porra no velhinho, depois se levantou e me olhando com a cara e a boca cheias de esperma grosso me mostrou como engoliu tudo e foi pro banheiro se limpar, não sem antes olhar pra jovem que se masturbou durante todo o espetáculo, mostrando pra ela o maravilhoso show que uma mulher dá com a cara cheia de leite.
Quando voltou do banheiro, viu que os homens sentados mais na frente tinham ouvido o que rolou nos bancos de trás porque pelos olhares dava pra ver que estavam muito excitados mas não tiveram coragem de olhar. Seguimos a viagem e chegamos a uma parada, descemos pra comer alguma coisa e esticar as pernas. Claro que os olhares desses caras nunca saíram de cima da gente. Quando subimos de novo, a garota já não estava mais lá, e a tensão ficou ainda maior, porque eles tinham nos visto com boa luz, principalmente a minha filhinha. Quando o ônibus pegou a estrada, o cara maior se sentou perto da gente e, como a Lore tava do lado do corredor, começou a puxar conversa. No começo, era papo de viagem, o filme que tava passando, essas coisas sem importância pra quebrar o gelo, até que a conversa começou a ficar mais erótica. O cara começou a fazer perguntas tipo qual era a nossa relação, e foi enorme a surpresa dele quando a gente falou que éramos pai e filha. No começo, ele não acreditou, mas aos poucos fomos mostrando nossa relação. Quando ele percebeu que era verdade, fez menção de sair, mas lutando contra a moralidade dele, continuou fazendo perguntas cada vez mais picantes. Num momento, a Lore falou pra ele: — Quer saber como a gente se diverte com meu papai? Com brilho nos olhos, o homem assentiu sem dizer nada. A Lore sentou no colo dele e começou a beijá-lo. Ele imediatamente começou a passar a mão na pussy e no cu dela e a desabotoar o shortinho, chupava os peitos dela com desespero. O cara tava realmente tarado. Quando deixou ela totalmente pelada, jogou ela de barriga pra cima no banco e começou a chupar a pussy dela, que já tava bem molhada. O outro cara mais novo que viajava com ele começou a se aproximar e, com minha aprovação, tirou a calça e se ajeitou pra minha menininha chupar a pica dele, o que não demorou nada. Instantes depois, o mais velho começou a meter com força na buceta dela, e ela não parava de gemer de prazer enquanto tinha uma pica enfiada na buceta e outra na boca. O velhinho que há pouco tinha se deliciado com a Lore se levantou e começou a se masturbar perto deles (pelo visto ainda tinha porra pra dar). Vendo essa situação, Lore se ajoelhou no corredor estreito e começou a chupar as picas dos três, que é a fraqueza dela. Os três degenerados zoavam a minha filhinha e faziam ela enfiar as picas até o fundo, babando tudo, e depois ela chupava os ovos deles e eles esfregavam os paus na cara toda dela. Era uma imagem muito excitante, então comecei a bater uma enquanto curtia o show. A situação continuava enquanto que da cabine, à qual se tinha acesso pelo setor onde a gente ia, apareceu um dos motoristas e foi tamanha a surpresa dele ao ver a orgia que tava rolando no ônibus dele, mas longe de parar, ele se aproximou pra participar. A Lorenita foi submetida por todos, trocando de posições. Colocaram ela de ladinho contra os bancos e, enquanto um, em pé num banco, fazia ela chupar a rola, outro metia com força por trás, batendo as bolas na buceta da Lore. E assim foram passando todos pela boquinha e pela xereca da minha mina por mais de uma hora. Depois chegou a hora da dupla penetração, e assim todos foram passando pelo cuzinho dela. Ela curtia tanto ter todas aquelas rolas à disposição que não parava de gozar, enchendo de leite quente as picas, mãos e bocas que passavam pela sua buceta depilada. Chegou a hora deles gozarem, então a Lorenita se ajoelhou e, enquanto eu segurava a cabeça dela apoiando meu pau na testa dela, eles começaram a gozar na boquinha dela. O primeiro foi o mais novo, soltando uns jatos de porra, depois foi a vez do motorista, que parecia estar há muito tempo na estrada porque a descarga dele foi enorme, encheu a boca dela e respingou na carinha angelical. Ela manteve a porra dos dois na boca enquanto me olhava. Ao vê-la com a goza na boca, o velhote gozou de novo, soltando uma porra bem grossa, e quase ao mesmo tempo o maior dos amigos gozou, largando uns jatos de porra quente que terminaram de encher a boquinha dela e deixaram o rosto dela cheio de manchas de porra branca, que ela limpou com os dedos, levando toda aquela porra pra dentro da boca. Ela saboreou como se fosse um manjar delicioso e, me olhando com uma carinha cúmplice, engoliu todo o leitinho quente. Na hora, enfiei meu pau nela e ela chupou até tirar toda a minha porra, feito uma boazinha obediente. Depois nos vestimos e cada um foi pro seu canto, dormimos e na manhã seguinte chegamos ao destino, nos despedimos todos como bons amigos, com a promessa de nos encontrarmos de novo pra uma orgia igual à que vivemos.Minha filha, viciada em pica.
Tudo começou quando decidimos começar as férias, sentados com um mapa na frente, as propostas começaram a surgir. Já que não conseguíamos nos decidir, pensamos que o melhor, tanto pra descansar quanto pra realizar nossas fantasias, principalmente as da Lorena. Lorena é minha filha jovem, que no dia dessa história tinha 23 anos e desde a separação com a mãe dela mora comigo, com tudo o que isso significa, como já contei no meu post anterior. Minha filhinha é uma viciada e fanática por pica, e eu sou um fanático por vê-la chupar. Essa viagem foi a oportunidade perfeita para matar a vontade dos dois. Saímos rumo ao sul e começamos pela costa Atlântica, já que era verão e as praias estavam cheias de gente. Nos registramos num hotel central, saímos pra jantar e nos divertir um pouco, e lá pelas duas da manhã fomos dançar. Lorena estava vestida com uma saia bem curta e uma camiseta amarrada na cintura, deixando à mostra sua barriguinha lisinha com o piercing brilhando no umbigo, umas botas brancas altas até o joelho, de salto bem fino e alto. Todos os caras viravam pra olhar ela e dava pra ver eles babando, mas ninguém chegava perto nem pra tirar ela pra dançar. A gente se virava nos trinta pra dar uma indireta e fazer eles se aproximarem, mas nada, os moleques preferem ficar no celular e trocar ideia no WhatsApp do que pegar uma gatinha. Mas por sorte, nos bailes de verão tão os tiozões gatos (não discrimino, sou um deles) que tão caçando umas novinhas safadas pra comer. Um cara de uns 45 anos se aproximou da gente e começou a dançar bem colado, sem tirar os olhos cheios de tesão das tetas, da bunda e das pernas da minha princesinha. Percebendo que ele não ia ter coragem comigo por perto, falei pra Lore que ia buscar uma bebida e deixei ela sozinha na pista. Quando me afastei, o cara partiu pra cima e começou a sussurrar no ouvido dela. Em poucos minutos, já tava passando a mão na bunda dela e chamando pra sair dali e ficar a sós. Eles saíram e foram andando até a praia. Chegando num lugar onde tem uma entrada pro píer dos pescadores, pararam por lá, e Lore começou a massagear a pica dele por cima da calça. Eu, que vinha seguindo eles, passei por trás do cara e parei perto pra poder olhar, mas ele nem ligou, porque o tesão era maior. Lore puxou a rola dele pra fora e começou a chupar e engolir tudo, fazendo o cara delirar, sem parar de falar putaria no ouvido dela. Eu tinha uma visão perfeita e sentia a calça apertando por causa da minha ereção ao ver minha filhinha mamando aquela pica e chupando as bolas dele com paixão. Num momento, o homem tirou ela de lá e começou a bater punheta na frente da cara dela, e segundos depois soltou uns jorros intermináveis de porra na boquinha da Lore, que tentou receber tudo, mas grande parte caiu na cara e no cabelo dela. O cara foi embora e eu me aproximei enquanto Lore, com cara de felicidade, limpava os restos de porra. Com voz de menininha, como era de costume, ela me disse: - Valeu por essas férias, papai. Passamos uns dias na praia onde a Lore pôde chupar rolas à noite num posto do salva-vidas, no depósito de um supermercado com um repositor e com o vendedor de fichas de uma casa de videogame enquanto ele vendia pros moleques. Decidimos voltar pra viagem e fomos pra Córdoba (Villa Carlos Paz), já que sabíamos por experiência que podíamos ter mais oportunidades. Já no hotel dava pra sentir uma tensão estranha quando a gente tava nas áreas comuns e o povo olhava pra gente, a Lore sempre se vestia provocante e na piscina usava um biquíni que não deixava muita coisa pra imaginação. No centro de Carlos Paz a gente tem um amigo que tem um restaurante e resolvemos ir jantar lá, pra visitar ele e porque ele sabe o que a gente faz e nos dá uma força. Chegamos e o José, ao nos ver, nos recebeu com um abraço forte e um brilho nos olhos que deixava transparecer a felicidade que sentia pela atenção que ia receber. Ele preparou uma mesa especial perto de onde estava pra gente poder conversar enquanto ele controlava o que rolava no salão. José é um homem de 67 anos e a gente o conheceu numa viagem que ele fez pra Buenos Aires. Depois de jantar, fomos com José pro fundo, um depósito atrás da cozinha. Lore, depois de um beijo de língua com bastante cuspe com o José, se abaixou e começou a chupar a rola dele. José tem uma rola curta, mas grossa, que faz a Lore ter que abrir a boquinha dela mais do que o normal. Depois de um tempo, com uns roncos que saíam do fundo do peito, José gozou um leite grosso e abundante dentro da boquinha da Lore e, depois de mostrar pra gente como uma putinha obediente, ela engoliu tudo. José foi embora e quando ficamos sozinhos, comecei a tocar a buceta da minha filhinha. Ela, ao chupar pica, fica tão excitada que goza assim que eu toco nela. Ela deixou meus dedos bem molhados, que eu imediatamente coloquei na boca, e logo em seguida me abaixei para saborear a buceta molhada e quente da minha neném. Pouco depois, entrou um rapaz novo, um dos garçons, que sem dizer uma palavra baixou as calças e meteu o pau na boca da Lore. Dava pra ver os nervos, e em poucos segundos ele gozou. Enquanto isso, ele punhetava a Lore, e ela não parava de rebolar. Assim que esse saiu, veio outro, e assim passaram 15 homens de idades diferentes, clientes que o José mandava pra gente. Eles deixavam as esposas, namoradas ou famílias na mesa pra minha filhinha chupar o pau deles. Todos gozaram na boca, nos peitos, na cara e no cabelo da Lore, que ficou toda coberta de porra grossa e branca. Lore se lavou e voltamos pra mesa pra sobremesa. Quando fomos embora, José passou umas dicas de lugares no caminho pro hotel onde a gente podia parar, e foi o que fizemos. Lore chupou rola num posto de gasolina, num quiosque de dois velhotes de 70 anos, amigos dele, e nos seguranças de uma balada. Claro que eu não só olhava, porque a Lore, como já contei, me chupa a pica no carro e toda noite. Voltamos pra Bs As satisfeitos e começamos a preparar novas viagens pra ter mais histórias pra contar.Minha filha, A festa do Futebol
Se a pessoa com quem você mora te dá tudo o que você pede e ainda é fanática por futebol, você não pode querer mais nada, e não só isso, você tem que dar tudo o que ela pedir. Isso é o que acontece comigo e minha filhinha. A Lorena é fanática por futebol, daquele jeito, e claro, como toda mulher, ela tira o máximo proveito de qualquer situação, então aproveita pra ver um bom jogo e se esquentar com os jogadores. Mais de uma vez eu peguei ela se tocando e tendo uns orgasmos fortes vendo os jogadores favoritos dela. Tava viajando e ela me liga, com a voz desesperada, dizendo que a televisão quebrou e, por ser fim de semana, não tem assistência técnica e nem loja de eletrodomésticos aberta pra comprar uma nova, e ainda por cima o jogo da seleção já vai começar. No começo, não sabia o que falar pra ela, mas aí lembrei que o vizinho da casa ao lado, que sempre teve muita vontade de comer ela mas nunca teve coragem, com certeza tava em casa e não ia ter problema nenhum em ver o jogo com ela. Quando falei isso, ela hesitou no começo, mas depois topou ir. Desligamos combinando que depois ela teria que me contar tudo que rolou, com todos os detalhes. No meu retorno e depois de um bom descanso, enquanto tomávamos um gole, ela começou a me contar o que tinha rolado naquela noite. -//"Cheguei na casa do Martín (era assim que o vizinho se chamava), toquei a campainha e ele demorou pra sair, mas quando me viu ficou bem surpreso, não esperava me ver, sozinha e ainda mais com essa regata e a saia que deixam meus atributos bem à mostra. - Oi vizinha, o que cê precisa? - Tô meio sem graça... mas minha televisão quebrou bem agora que tá passando o jogo, e você sabe que pra fãs que nem a gente isso é um saco, e como vi que você não foi pro estádio, pensei que podia me dar uma força. - Sim, claro? Acontece que a gente vai ver junto... mas... como não tínhamos grana pra ir no estádio, decidimos ver em casa, então vão vir uns amigos, se não te incomodar. - Não, de jeito nenhum, todo mundo torce pela mesma coisa. Passou um tempinho e chegaram quatro amigos dele com cervejas e o tira-gosto, naquela hora pensei como os homens se divertem!!! umas cervejinhas e tá tudo certo, diferente da gente que é umas histéricas que vive querendo detonar a outra. Foi tamanha a surpresa deles quando me viram sentada na sala, então já falei na hora: - Se incomodar, eu vou embora. Martim se apressou e disse: — Fica tranquila, todo mundo é do mesmo time e quanto mais a gente torcer, melhor. Meus amigos chegaram e começaram a abrir as cervejas e a me oferecer bebida e comida. Vimos a prévia e bem relaxados comentando sobre os jogos, os jogadores e umas paradas pessoais, mas a cerveja começou a fazer efeito e tive que ir no banheiro. Quando voltei, alguns dos caras tinham tirado a camiseta e os tênis, tavam bem relaxados mesmo. O martin tava se desesperando pra eles se cobrirem, porque achava que eu podia não gostar; longe disso, porque alguns estavam muito gostosos. Falei pro Martín: - Fica tranquilo, vocês tão se divertindo, não quero estragar a noite de ninguém, senão vou embora e pronto. Passei para o centro do sofá e, quando me sentei, a camiseta subiu e deu pra ver uma das minhas tatuagens, a das patinhas que desce da minha cintura e entra na minha calcinha. - Até onde essas perninhas vão?? comentou um. — Ah, só a minha love sabe, igual as namoradas de vocês sabem dos tatuagens proibidas de vocês — respondi. Todo mundo riu, mas com esse comentário eu abri uma porta difícil de fechar. - Eu tenho um proibido! Quer ver? disse um, e imediatamente baixou a calça e deixou ver uma tatuagem do Tweety que dizia "vi um gatinho lindo", todos rimos mas ao mostrar a tatuagem também deixou ver parte da rola dele toda depilada. O Martín ficou puto e pediu pra geral se acalmar, eu vendo a merda que tinha virado a situação, parei ele e falei. - Beleza rapaziada, vamos facilitar as coisas. Com a tensão que tá, não vamos aguentar o jogo. Então a situação é a seguinte: daqui até o jogo começar, a gente fode e ele goza, goza, mas durante a partida ninguém me encosta, ok? Quase sem piscar, o cara da tatuagem se pelou e começou a chupar minha buceta, puxando a fio dental pra baixo. Vendo a situação, os outros não perderam tempo e começaram a chupar meus peitos e a enfiar as picas na minha boca e a passar elas no meu rosto. Quando o cara que tava chupando minha buceta se afastou pra se despir, o Martín ocupou o lugar dele e, quase sem pedir, começou a me foder. Ele tem um pau venudo que me fazia delirar. passaram todos pela minha pussy e depois chegou a hora da dupla penetração, enquanto chupava cada cock que colocavam na minha frente, todos passaram pelo meu Booty, use as palavras: pussy e boca. Essa situação continuou por um tempo até que o primeiro gozou na minha boca e os outros, ao verem o sêmen escorrendo pelos meus lábios, começaram a gozar no meu rosto e na minha boca. Ainda saboreando a cum dos quatro amigos do Martín, ele começou a me comer com muita ternura e a tensão subiu tanto que na hora de gozar dentro da minha pussy suculenta e depilada, alguns dos caras já recuperados gozaram de novo e a cum espirrou no meu rosto, cabeça e tetas. Com um cheiro forte de porra e lubrificação no ar, a gente se limpou e, como bons amigos, ficamos vendo o jogo. Ao ouvir a história, eu já não aguentava mais de tesão, então peguei a cabecinha da minha filhota e levei até meu pau, coisa que ela aceitou feliz e chupou até encher a boquinha dela de porra grossa. Assim que engoliu meu leite, ela me disse que queria que eu fizesse uma festinha com os jogadores do clube favorito dela, coisa que não hesitei em começar a organizar... mas isso é outra história.
Espero os comentários de vocês
Minha filha se tornou minha putinhaEmbora eu nunca tivesse nem imaginado, ver sua filha se transformar numa puta é algo para o qual ninguém nunca está preparado, mas tenho que admitir que foi a melhor coisa que me aconteceu.
Tudo começou quando me divorciei da mãe dela e, na hora de perguntar com quem queria ficar, sem hesitar ela disse comigo. Lorena, esse é o nome dela, tinha 15 anos quando eu e a mãe dela decidimos que o melhor era nos separarmos. Ela sempre foi muito apegada a mim, então, embora tenha me chamado a atenção, não foi surpresa que ela quisesse ficar comigo.
O tempo passava e nossa relação ficava cada vez mais próxima, e embora ela começasse a ter namoradinhos, passávamos muitas noites de fim de semana vendo filmes juntos.
Depois de um tempo, conheci uma garota bem mais nova, eu tinha 44 e ela 25 anos, então demorei um pouco para trazê-la para casa porque não sabia como a Lore ia reagir, já que não tinha muita diferença de idade entre elas, pois ela tinha 17.
Uma noite, depois de ver um filme, comentei que estava saindo com uma garota e queria que ela a conhecesse. Ela deu um pulo no sofá e, me abraçando, disse que estava muito feliz por mim e muito animada com a ideia de eu trazê-la para casa para se conhecerem.
O tempo passou e Carla, esse era o nome da minha namorada, e a Lore se tornaram muito amigas e cúmplices, a ponto de a Lore confiar a ela seus segredos mais íntimos, mas nunca imaginei que esse era o começo da minha nova vida.
Com a Carla, comecei a experimentar coisas, a nível sexual, que com a minha ex eram possíveis só nas minhas fantasias. Ela era uma garota muito mente aberta e que gostava de experimentar sem tabus. Assim, começamos a transar em lugares públicos, conheci o swing, fazíamos ménages com garotas e com homens, e até quando ela me confessou o fanatismo por sexo com vários homens, a gente entrou no gangbang, coisa que eu só conhecia pela internet quando a minha ex reclamava de dor de cabeça, mas ao ver minha namorada chupando apaixonadamente todas aquelas picas (chegou a ficar (com 10 homens) e fodendo todos eles pra depois, um por um, gozarem na boca dela (esqueci de falar que ela era viciada em leite) – eu ficava maluco e não ligava pra mais nada, amava ela assim, toda puta.
Claro que sexo na minha casa era coisa de todo dia, e se eu tava cansado, ela me chupava, mas não dormia sem a cota dela de pau e leite.
Essa situação mudou minha vida, mas também a da minha filha, porque comecei a notar algo diferente nela. Achei que fosse por causa da minha falta de atenção que essa nova vida me trazia. Teve vezes que ela me viu de cueca indo na cozinha pegar água, ou ouvia os barulhos das noites de sexo com a Carla, então resolvi ter uma conversa com ela.
– Lore, vem cá, senta comigo, quero conversar.
– Sim, pai, o que foi? (ela falou com voz de menininha)
– Desde que a Carla chegou aqui, algumas coisas mudaram, mas quero que você saiba que você é o mais importante pra mim. Então, se tiver alguma coisa que te incomoda, você tem que me falar e a gente resolve. - Não, cara, não tem nada com a Carla e muito menos com você, só que tô com um pouco de ciúme porque não tenho um namorado pra curtir igual a Carla faz.
Numa conversa com a Carla, perguntei se ela sabia se a Lore tava passando por algo além do que ela tinha me falado, e ela disse que sim. -Lore está prestes a fazer 18 anos e quer de presente os implantes nos peitos, mas tem vergonha de te pedir.
-Mas ela sabe que pode confiar em mim.
-Sim, mas ela acha que você vai dizer não, além disso, sabe que você está preparando a festa e não quer te fazer gastar mais.
-Ela é uma garota muito gostosa, não acho que precise colocar peitos, (minha filhota é morena e tem uns olhos verdes lindos que puxou da mãe, mede 1,65, é magrinha como toda adolescente que se cuida, e tem uma raba empinada de 98, que faz com que de saia, jeans e shortinhos seja um espetáculo vê-la passar) mas se é o que ela quer, vou pagar.
-Além disso, não esquece que ela tá dando os primeiros passos no sexo e se sentir bonita é o mais importante pra uma garota.
-É verdade, mas prefiro não pensar nisso, sei que tão comendo ela, mas prefiro não pensar.
-Hahaha, que careta, tenho certeza que ela fica louca chupando pica igual a mim.
-Não seja maldosa!!! Melhor eu ir (mas esse comentário mexeu com algo na minha cabeça e ao me levantar deu pra notar uma ereção clara)
-Epa, epa, vamos ter que dar um jeito nisso, seu tarado de buceta hahaha
Claro que Carla sabia mais do que tava me dizendo, mas preferia não tocar no assunto.
Minha filha faz aniversário no inverno, mas a pedido dela esperamos até o verão pra comemorar, já que queria a festa no sítio pra exibir os peitos na piscina. Pra festa de dezoito da minha filhota, já tinha os peitos feitos. A festa não passava de uma reunião de amigos e churrasco e, claro, um dia de piscina, mas com Carla fomos na noite anterior pra preparar tudo e aproveitar a casa sozinhos pra dar vazão às nossas fantasias. Então fomos acompanhados de um casal de amigos e uns caras solteiros que conhecíamos das baladas swingers.
Pra comemorar o aniversário, esse casal com quem a gente tinha passado a noite nos acompanhou, já que conheciam a Lorena e ela os tratava como "tios". Depois do meio-dia, os meninos começaram a chegar e entre eles meu... Filha.
—Oi, papai! Chegamos! Já quero entrar na piscina.
—Feliz aniversário, Lore. Estamos terminando de preparar tudo, vocês fiquem à vontade.
Até aquele momento, nunca tinha reparado nas amiguinhas da Lore, mas com o tamanho reduzido dos biquínis delas, chamaram muito minha atenção. Tinham uns rabinhos redondinhos e empinados, e ver aquelas tangas enfiadas nas bundas delas era algo que me tirava do sério.
E pra piorar, a Lore vem pulando com aqueles peitões enormes que colocou e com uma fio dental igual à das amigas e me abraça. A verdade é que ter o corpo sensual da minha filha colado no meu estava me excitando, e não consegui segurar minha ereção, coisa que, novamente, a Carla notou.
Eu e Martín ficamos cuidando da churrasqueira, o que nos dava chance de falar das meninas que tinham vindo, porque, embora eu soubesse que a Carla não teria problemas, não sabíamos como a Carmen (esposa do Martín) reagiria. Foi aí que ficamos fantasiando como íamos comer aquelas novinhas com suas bucetinhas depiladas e pequenas, enfiar as picas na boca delas até tirarem a última gota de porra, até que, num momento, duas meninas saíram da piscina e começaram a andar na nossa direção. As duas tinham um jeito bem gatinho de andar, e os peitos balançavam a cada passo. Uma era uma ruiva de olhos verdes que arrasava, e a outra era uma loira de cabelo curto, não tão voluptuosa quanto a amiga, mas dava pra ver que tinha a melhor bunda das duas. Quando finalmente chegaram, a ruiva, com um sorriso safado, disse:
— Nos convidam pra comer alguma coisa? Tô morrendo de fome.
— Tamo nessa, respondeu rápido o Martín. — Falta um pouquinho, mas se quiserem, podemos dar um pedaço de linguiça pra entreter a boca.
Eu nem queria olhar, mas elas riram e, cúmplices da dupla intenção, disseram:
— Bom… mas que seja grande e a gente escolhe.
— Vem. Me diz o que você quer — disse o Martín pra loira e se posicionou estrategicamente atrás dela, dando passagem pra que ela visse a churrasqueira, mas a Aí aproveito pra ficar apoiando aquele bundão perfeito enfiado num biquíni preto.
Surpreendentemente, a mina não pareceu se incomodar, muito pelo contrário, notei como ela ajustou a rabetinha dela pra deixar o Adrián apoiar melhor enquanto olhavam pro mar.
--Ó, eu também quero um pouco -- falou a ruiva e fez o mesmo comigo.
Quando elas foram embora, o Martín me diz:
--Viu, tão pra qualquer parada.
--É, são umas putinhas, mas não vamos fazer escândalo no aniversário da Lore, vamos nos acalmar. Depois de almoçar, nossas mulheres sugeriram tirar uma soneca, então nós quatro fomos pra casa e deixamos os caras curtindo a piscina. Claro que a soneca era só desculpa, e no fim todos nós quatro acabamos transando igual uns loucos, só que eu fiz isso pensando naquelas garotas, mas também na minha filha, em como eu chupava aqueles peitos lindos dela e depois descia até enfiar minha língua na buceta dela.
Mesmo curtindo, pensar nisso me perturbava pra caralho, já que era minha filha. Então, quando terminamos, Martín e Carmen ficaram dormindo, e eu e Carla fomos dar uma volta.
Carla me viu mal e perguntou o que tava rolando. Como eu respondi que não era nada, ela perguntou se tinha a ver com as ereções que eu tive com a Lore. Vendo que ela tinha percebido, contei o que sentia, e ela riu e disse pra eu ficar tranquilo, que não era tão grave assim, que com calma e paciência ela também tinha umas coisas pra me contar sobre a Lore.
Depois de um tempinho caminhando, voltamos pra casa de campo. O terreno era enorme e tinha várias entradas. Dessa vez, entramos por uma que não era a principal, porque era mais perto. Perto dessa entrada tinha um quartinho de ferramentas, bem afastado do resto das construções. Quando passamos a uns metros desse quartinho, eu e Carla ouvimos umas vozes murmurando e gemidos vindo de trás dele. Nos olhamos com cara de dúvida e fomos nos aproximando na surdina. A imagem que vi ao espiar pela esquina da parede me deixou gelado. Minha filhinha, Lorena, estava pelada montando a pica de um dos amigos dela enquanto chupava dois caras na frente dela. Meu primeiro impulso foi pular e encher todo mundo de porrada. Mas a Carla me acalmou:
— Para. O que você vai fazer, doido?! A única coisa que você vai conseguir é arrumar uma putaria da mãe e não vai resolver nada.
— Não acredito. Meu anjinho. Olha ela! Feito uma puta enfestada com três caras.
— O que você vai fazer? Ela curte sexo do jeito que quer — a Carla falava como se quisesse dar um pouco de lógica pra situação.
— Mas é minha filha! Não consigo ver ela assim.
— Mesmo assim... não parece que ela tá sofrendo. Relaxa. Sugiro a gente ficar aqui pra garantir que nada de ruim aconteça com ela, e eu fico junto olhando a cena.
Minha filha continuava montando aquela pica enquanto chupava as duas rolas na frente dela, alternando. Era uma expert. Mexia a cinturinha dela de um jeito extremamente erótico, fazendo a pica enterrar cada vez melhor. Os peitões grandes, mas bem colocados, balançavam ritmadamente. Entre os lábios perfeitos e carnudos dela, sumiam os grossos pedaços de carne dos amigos. Olhei para o lado e vi que Carla se tocava na buceta por cima da calça, naquele momento me toquei e notei que eu tinha uma ereção poderosa. Evidentemente, a imagem de uma garotinha sendo comida por três homens despertava em mim um tesão do caralho, mesmo que essa garotinha fosse minha filha.
Voltei a prestar atenção na situação e agora tinha mudado. Lore continuava montando um dos magrelos no chão, só que agora estavam de frente um para o outro, nos dando uma vista espetacular daquele rabo redondo e duro. Ela continuava chupando uma rola, mas um dos caras tinha encontrado outra possibilidade. Evidentemente atraído pelo rabo perfeito da minha filha, começou a brincar com o cu dela. Ia enfiando os dedos e lubrificando. Lorena não se opunha nem um pouco, muito pelo contrário, relaxava o cuzinho apertado pra facilitar a entrada dos dedos. Em determinado momento, se posicionou com o pau duro feito um mastro no cu da Lore e meteu sem mais delongas. Lore deu uns gritinhos no começo, mas depois foram substituídos por gemidos que mostravam um prazer extremo. Meu anjinho estava sendo fodida em todos os buracos e adorava. E eu, o pai dela, curtia a situação. Era perturbador. Uns momentos depois, decidiram encerrar a orgia com a Lore e a fizeram se ajoelhar. Um por um, foram passando as picas na boquinha da minha filha e gozaram na cara dela, nos peitos e no cabelo. Era uma imagem extremamente erótica da minha docinha filhinha prostituída por todo aquele esperma grosso e branco e pelo sorriso no rostinho dela — ela tinha curtido pra caralho. Com a Carla, a gente se mandou na surdina. O primeiro a falar fui eu:
— E é isso. Acabo sendo uma puta. Fazer o quê.
— Pois é. Coisas que acontecem. Pelo menos ela é boa no que faz, não acha? Parece que aprendeu comigo.
— Kkkkk... que filha da puta. Será que você tava ensinando ela? Kkkkk.
Depois desse meu comentário, voltamos andando em silêncio até em casa, e uma vez lá, Carla me contou que mais de uma vez Lore tinha dito que ficava excitada pensando em mim e costumava se masturbar muito com isso, até que uma vez me espionou tomando banho e que nas noites em que a gente via filmes, ela pensou em se abaixar e chupar minha rola.
— Você é louca!!! Foi minha primeira reação.
— Não, só que ela pediu pra eu não falar nada porque era menor e não queria te causar problema ou que você contasse pra mãe dela. Por isso não me surpreende que ao fazer dezoito anos ela faça essas coisas.
Ela me perguntou várias vezes sobre as coisas que a gente faz com outras pessoas, minhas práticas de gangbang e também sobre nossas relações, até como você é de tamanho e qual o gosto da sua porra.
— E você contou tudo?
— Sim, tivemos umas conversas bem interessantes... E, inclusive, tenho que admitir que, diante da curiosidade dela pelas minhas histórias com outra garota, há algumas semanas a gente teve uma sessão de sexo onde deixei ela chupar minha buceta pra saber como é a sensação. Não podia acreditar no que ouvia. Minha filhinha tava afim de mim e tinha transado com a madrasta dela… Minha cabeça tava a mil.
Na volta, a gente veio tudo em silêncio e aí meu tesão falou mais alto e perguntei:
-Lore, como foi hoje?
-Foi muito bom, Pai, muito obrigada.
-E o que vocês fizeram quando a gente foi tirar um cochilo? (Carla não me olhava, mas tava sorrindo)
-Nada de mais, a gente ficou com os meninos e meninas brincando.
-Ah, legal, mas você se divertiu, né?
-Sim, bastante.
-Bom, mesmo que você já tenha feito aniversário há uns meses, agora é oficial, já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
-Sim, tava doida pra isso, hahahaha.
Depois de falar de outras coisas, Carla falou pra Lore num tom de cumplicidade se ela não queria descansar e dormir um pouco, e Lore concordou e se deitou no banco de trás com a cabeça virada pro lado do carona, de onde podia me ver.
Depois de um tempo, Carla começou a me tocar a piroca com a intenção de me deixar duro pra chupar, como era de costume nas viagens que a gente fazia sozinho. No começo resisti, mas ela me convenceu, e começou a me chupar. A situação era muito erótica, minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha "dormindo" no banco de trás, era muito excitante e em minutos eu gozei enchendo a boca de Carla de porra.
Os meses passaram e o tesão pela minha filha aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de ficar de olho nela e me masturbar deixando a porta aberta pra ela me ver, ou quando transava com Carla na esperança que ela entrasse e participasse com a gente.
Um dia, Carla, depois de uma conversa com minha filhinha, arrumou tudo pra Lore e eu ficarmos sozinhos. Como de costume, a gente se jogou no sofá pra ver um filme que Carla tinha recomendado e que, segundo ela, tava no DVD. Quando a gente colocou, apareceu na tela um pornô onde uma garota muito nova era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Eu quis me apressar pra tirar, mas Lore me segurou e com uma vozinha de menininha Ela me disse:
—Deixa, pai, já tenho idade pra ver, além disso nunca vi uma.
—Ok, se quiser te deixo sozinha.
—Não, não, vamos ver juntos, cê nunca viu um pornô?
A gente ficou assistindo e eu tava bem nervoso, ela tava com uma regata curta e uma calça bem justa, aí num momento ela me fala:
—Te incomoda se eu deitar no teu colo?
—Não, filhinha, fica à vontade.
Com a cabeça dela nas minhas pernas e, de vez em quando, roçando no meu pau, e o filme rolando, não pensei em nada e coloquei minha mão direita no rabo dela, ela nem se mexeu, então desci um pouco e passei a mão em toda a racha, do rabo dela até a buceta, e senti um calor anormal na virilha dela (minha filhinha tava excitada).
Sem se assustar com a minha mão, ela disse: - Carla me contou que vocês estão com outros caras e todo mundo come ela.
- Sim, é assim mesmo.
- Você se importaria se eu fizesse o mesmo?
- Não, contanto que você curta tanto quanto ela. Enquanto isso, continuei passando a mão na bunda dela.
- Eu gosto de homens grandes, sabe?
- É? Por quê? Perguntei com muito tesão.
- Porque eles não gozam rápido igual os jovens. E na mesma hora, ela abriu minha calça, puxou meu pau pra fora, e ele já tava duro.
- Mmmm, que pau lindo você tem, papai, deixa eu chupar ele?
Ela começou a lamber minha cabecinha, passava a língua nos lábios se lambuzando, e voltava a lamber o tronco inteiro, descia e chupava minhas bolas, enfiava tudo na boquinha dela, enchia de saliva e recomeçava.
- Você gosta do jeito que eu chupo? Gosta de como sua filhinha chupa seu pau?
Depois de um tempo me chupando, chegou minha vez. Tirei a camiseta dela, e ela não tava de sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes, que chupei e enchi de saliva aqueles biquinhos rosados de adolescente. Depois, tirei a calça dela, e ela tava usando uma tanga bem pequena que resolvi deixar, mas puxei de lado pra mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada. Com as investidas da minha língua, senti ela gozar, e sentir aquele fluido na boca me fez chupar ela com mais força. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta pra eu comer, dizendo:
- Me come, pai, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa, meu pau partindo aquela bunda linda ao meio enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas. - Cê gosta da minha buceta? Cê gosta da pica do papai? - ele dizia enquanto entrava e saía daquela buceta adolescente gostosa. —Adoro, papai. Me come mais. — ela dizia entre gemidos. Transamos em várias posições até que finalmente eu ia gozar, e quando contei pra ela, ela se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu gozar na boca dela.
—Vai, pai, me dá todo esse leite na boquinha igual você faz com a Carla, quero provar.
E foi o que eu fiz, gozei como nunca, jorros de porra espirraram na boca dela e alguns acertaram o rosto e o cabelo, ela limpou minha pica com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada no meu pau, limpou o rosto com os dedos e chupou cada um, me dando um espetáculo maravilhoso.
Os meses passaram e continuamos transando: eu com minha filha, eu com a Carla, ou nós três juntos. Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas pra gente comer elas juntos, eu arrumava uns caras pra elas dar ou chupar as picas, essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra e elas passavam o sêmen uma pra outra com beijos de língua só pra eu ver.
Minha filha me chupava a pica no carro toda vez que dava, a gente ia pra cinema pornô e eu enfiava a pica na boca dela e em segundos tinha uma raba de tarados querendo encher a boquinha dela de leite, a gente transava na rua ou em lugar público pra mais gente se juntar, minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma puta festeira.
No aniversário de 21 dela a gente já vivia como um casal e pra comemorar ela trouxe uma mina de 18 anos pra eu comer e lembrar como era com ela, e me pediu pra arrumar quatro caras mais velhos pra comer ela.
Aquela noite foi mágica, ela trouxe uma loirinha de peitão, mas não igual aos dela, com uma bundinha redonda, de minissaia branca e top rosa.
Eu coloquei um anúncio num site e na hora consegui quatro velhos tarados querendo comer uma guria de 21.
A Lore recebeu eles de fio dental e cinta-liga e na hora eles foram pra cima, começaram a apalpar e chupar ela toda, ela gemia de prazer e me olhava agradecendo, ela se abaixou e começou a chupar as picas deles, batiam com as picas na cara dela e faziam ela engolir tudo, eu enquanto isso sentado na poltrona curtia o show e batia uma freneticamente, depois ela ficou de quatro e um por um foi comendo a buceta dela enquanto ela chupava as picas que apareciam na frente, depois o que tinha a maior deitou e minha filhinha montou nele e os outros foram passando pelo cu dela enquanto ela chupava as picas dos que ficavam de fora. Assim ficaram quase duas horas até que, abaixada no meio de todos esses paus, os cinco começaram a gozar na boquinha e na cara dela, engolindo a porra pra me excitar ainda mais, uma Assim que todos terminaram, ele tirou eles rápido do lugar e, com a cara cheia de porra, fez a mina entrar e sentou pra ver como ela me comia. A mina tinha uma buceta bem apertada e molhada, que chupei até fazer ela gozar, e um cu bem apertadinho que tive a chance de desvirgar. Comi ela por uns vinte minutos e, quando dei meu leite pra ela tomar, a Lore beijou ela fundo, passando a porra de uma pra outra, e também tirou ela rápido do lugar. Ficamos sozinhos, ela me olhou com a cara de anjo, abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen e engoliu, com voz de menininha que ganha um presente, agradeceu, e a gente transou a noite toda com a premissa da minha princesinha de tirar até a última gota de porra de mim. Foi assim que minha filha se tornou minha putinha.
Minha filha, a viagem com a minha gostosa
Buscando novas experiências, decidimos planejar uma viagem pro Noroeste do país. Já com as reservas nos hotéis por onde íamos passar, a caminhonete quebrou. Com as mini férias já organizadas, decidimos comprar duas passagens de busão e partimos pra viagem. Claro, isso adicionou mais um tempero às nossas experiências sexuais, já que eu e a Lorena tínhamos um monte de ideias para nos divertir na viagem. Saímos do terminal Retiro num ônibus de dois andares, mas pedimos lugar na parte de baixo e, claro, lá no fundão. Saímos uma noite antes do planejado, num horário noturno, prevendo que assim viajaria menos gente, já que nós dois sabíamos que íamos aprontar. Já faz um tempo que eu e minha filha vivemos como um casal e nos comportamos assim, mas pra maioria que nos vê e não faz ideia que somos pai e filha, acham que é só um coroa saindo com novinhas ou uma novinha que gosta de viver na boa. Por isso, na plataforma esperando o ônibus, ficavam nos olhando como se fôssemos bichos estranhos, o que nos diverte pra caralho. Ao subir no ônibus, a gente se acomodou e começou a observar quem ia viajar com a gente, mas a maioria dos passageiros subia e ia direto pro andar de cima. Só uma mina de uns 28/30 anos, vidrada na música com uns fones enormes, sentou uns bancos mais na frente, do lado oposto ao nosso. No começo, a gente ficou empolgado pra caralho por ela ser a única viajando perto da gente, porque era uma gostosa de cabelo preto, comprido, com umas pernas lindas e, mesmo tendo pouco peito, o vestido dela deixava ver que tinha uma bunda redondinha. Mas aí a gente percebeu que as chances eram poucas, porque quando ela subiu, nem ligou pra gente, já se encolheu no banco, se cobriu com uma mantinha e ficou mais ligada no que tava ouvindo do que no que rolava no ônibus. A gente continuou subindo e, na frente da moça, sentaram dois caras: um bem novinho e outro de uns 40 anos. E na nossa frente, um senhor de uns 65/70 anos. Todos, mesmo tendo nos visto, não ligaram muito pra gente e se ajeitaram nos seus lugares. O micro-ônibus ligou e logo colocaram um filme, a gente assistiu enquanto comia o lanche, e mesmo o filme sendo legal, a Lore tirou o notebook da mochila e a gente começou a ver um dos pornôs que ela tinha salvo na memória. Como todas as vezes que a gente vê esses filmes, a Lorena fala umas coisas no meu ouvido que fazem a pica ficar dura que nem pedra, e na hora ela começou a passar a mão nela por cima da calça. - Cê gosta, papai, do jeito que a mina chupa a pica? Cê ia gostar que a mina chupasse a sua ou… cê ia gostar que eu chupasse a sua? Ela é muito gostosa, mas você é real, então prefiro mil vezes que você me chupe. - Cê é um degeneradinho, papai. - Sabe que sim, mas… você gosta. Seguimos a viagem vendo o filme, nos apalpando e falando um monte de putaria, mas parece que nossa voz foi aumentando, porque no banco da frente dava pra sentir um certo desconforto, já que a pessoa que tava lá ficava se mexendo, como se tentasse ouvir melhor ou dar uma espiada no que tava rolando com a minha filha. Nessa altura eu já tava muito excitado com a mão da Lorena no meu pau, então desabotoei a calça pra ela poder tirar ele e fazer o que quisesse, e comecei a passar a mão na buceta dela por cima do shorts. Quando enfiei a mão lá, já dava pra sentir que a Lore tava com a buceta molhada, porque a umidade tava bem visível. Na hora, levei meus dedos pela perna até chegar na calcinha fio dental dela, brinquei um pouco com ela e depois cheguei na buceta. Ela depila tudo, então os fluidos dela, que nessa altura já eram muitos, facilitaram o trabalho pra eu conseguir enfiar os dedos e depois saborear o delicioso suco da conchinha dela. Passou um tempo dos nossos jogos, quando vimos que entre os bancos aparecia um olho indiscreto… era o velho, que, já não aguentando mais o tesão, não teve nenhum pudor em se virar e olhar o que a gente fazia. Isso nos estimulou ainda mais e a Lorena pegou fogo, e não só me masturbou, mas pegou meu pau e começou a chupar, com o objetivo de dar um bom espetáculo pro nosso espectador. Depois, chegou perto do meu ouvido e disse: - O vovô tá muito tarado, vou dar uma ajudinha pra ele e já volto, cê acha bom, papai? - Claro, filhinha, ajuda o vovô a ficar mais relaxado. Lorena se levantou do banco e sentou ao lado do velhinho, começou a passar a mão nele enquanto o beijava. O velho não aguentava mais e logo puxou o pau pra fora, era um pau gordinho, mas ainda mole. Lore bateu uma pra ele e começou a chupar. Eu, de trás, já espiando por cima dos bancos, me deliciava com o que via. Olhei ao redor e percebi que a garota do outro lado já não estava tão concentrada no iPod, já tinha sacado o que rolava ao redor. Olhando de canto e coberta com o cobertor, dava pra ver que ela estava se tocando. Quando viu que eu tinha notado, fingiu que estava dormindo, então entendi que ela só queria olhar e não tava a fim de entrar em nenhuma brincadeira comigo. Por isso, desviei o olhar pra deixar ela continuar se divertindo do jeito dela. Voltando pra Lore, ela já tinha baixado as calças do velhinho pra fazer um tratamento especial pra fazer o pau dele ficar duro que nem pedra, levantando as pernas do véio e sentada no chão na frente do banco começou a chupar o cu dele (se nunca fizeram isso com vocês, recomendo pedir pras suas esposas, namoradas ou filhas fazerem, é indescritível a sensação de uma língua brincando no seu cu) e depois que deixou bem lubrificado começou a enfiar um dedo fazendo uma massagem prostática que fez aquele pinto setentão subir como provavelmente não subia há anos, o velho começou a gemer de prazer enquanto Lore chupava os ovos dele, passava a língua por todo o comprimento do pau até chegar na cabeça e ia descendo enfiando tudo na boca enquanto enfiava o dedo no cu dele, o espetáculo que eu via era único porque ela levantava o olhar e me encarava com cara de menina safada. Quando o velho chegou no orgasmo tinha juntado tanta porra que a Lorena recebeu um monte na boca mas teve que tirar aquele pau deixando parte cair no rosto e no cabelo dela (mesmo assim é um banho que ela adora tomar) na sequência ela se aproximou e deu um beijo molhado de porra no velhinho, depois se levantou e me olhando com a cara e a boca cheias de esperma grosso me mostrou como engoliu tudo e foi pro banheiro se limpar, não sem antes olhar pra jovem que se masturbou durante todo o espetáculo, mostrando pra ela o maravilhoso show que uma mulher dá com a cara cheia de leite.
Quando voltou do banheiro, viu que os homens sentados mais na frente tinham ouvido o que rolou nos bancos de trás porque pelos olhares dava pra ver que estavam muito excitados mas não tiveram coragem de olhar. Seguimos a viagem e chegamos a uma parada, descemos pra comer alguma coisa e esticar as pernas. Claro que os olhares desses caras nunca saíram de cima da gente. Quando subimos de novo, a garota já não estava mais lá, e a tensão ficou ainda maior, porque eles tinham nos visto com boa luz, principalmente a minha filhinha. Quando o ônibus pegou a estrada, o cara maior se sentou perto da gente e, como a Lore tava do lado do corredor, começou a puxar conversa. No começo, era papo de viagem, o filme que tava passando, essas coisas sem importância pra quebrar o gelo, até que a conversa começou a ficar mais erótica. O cara começou a fazer perguntas tipo qual era a nossa relação, e foi enorme a surpresa dele quando a gente falou que éramos pai e filha. No começo, ele não acreditou, mas aos poucos fomos mostrando nossa relação. Quando ele percebeu que era verdade, fez menção de sair, mas lutando contra a moralidade dele, continuou fazendo perguntas cada vez mais picantes. Num momento, a Lore falou pra ele: — Quer saber como a gente se diverte com meu papai? Com brilho nos olhos, o homem assentiu sem dizer nada. A Lore sentou no colo dele e começou a beijá-lo. Ele imediatamente começou a passar a mão na pussy e no cu dela e a desabotoar o shortinho, chupava os peitos dela com desespero. O cara tava realmente tarado. Quando deixou ela totalmente pelada, jogou ela de barriga pra cima no banco e começou a chupar a pussy dela, que já tava bem molhada. O outro cara mais novo que viajava com ele começou a se aproximar e, com minha aprovação, tirou a calça e se ajeitou pra minha menininha chupar a pica dele, o que não demorou nada. Instantes depois, o mais velho começou a meter com força na buceta dela, e ela não parava de gemer de prazer enquanto tinha uma pica enfiada na buceta e outra na boca. O velhinho que há pouco tinha se deliciado com a Lore se levantou e começou a se masturbar perto deles (pelo visto ainda tinha porra pra dar). Vendo essa situação, Lore se ajoelhou no corredor estreito e começou a chupar as picas dos três, que é a fraqueza dela. Os três degenerados zoavam a minha filhinha e faziam ela enfiar as picas até o fundo, babando tudo, e depois ela chupava os ovos deles e eles esfregavam os paus na cara toda dela. Era uma imagem muito excitante, então comecei a bater uma enquanto curtia o show. A situação continuava enquanto que da cabine, à qual se tinha acesso pelo setor onde a gente ia, apareceu um dos motoristas e foi tamanha a surpresa dele ao ver a orgia que tava rolando no ônibus dele, mas longe de parar, ele se aproximou pra participar. A Lorenita foi submetida por todos, trocando de posições. Colocaram ela de ladinho contra os bancos e, enquanto um, em pé num banco, fazia ela chupar a rola, outro metia com força por trás, batendo as bolas na buceta da Lore. E assim foram passando todos pela boquinha e pela xereca da minha mina por mais de uma hora. Depois chegou a hora da dupla penetração, e assim todos foram passando pelo cuzinho dela. Ela curtia tanto ter todas aquelas rolas à disposição que não parava de gozar, enchendo de leite quente as picas, mãos e bocas que passavam pela sua buceta depilada. Chegou a hora deles gozarem, então a Lorenita se ajoelhou e, enquanto eu segurava a cabeça dela apoiando meu pau na testa dela, eles começaram a gozar na boquinha dela. O primeiro foi o mais novo, soltando uns jatos de porra, depois foi a vez do motorista, que parecia estar há muito tempo na estrada porque a descarga dele foi enorme, encheu a boca dela e respingou na carinha angelical. Ela manteve a porra dos dois na boca enquanto me olhava. Ao vê-la com a goza na boca, o velhote gozou de novo, soltando uma porra bem grossa, e quase ao mesmo tempo o maior dos amigos gozou, largando uns jatos de porra quente que terminaram de encher a boquinha dela e deixaram o rosto dela cheio de manchas de porra branca, que ela limpou com os dedos, levando toda aquela porra pra dentro da boca. Ela saboreou como se fosse um manjar delicioso e, me olhando com uma carinha cúmplice, engoliu todo o leitinho quente. Na hora, enfiei meu pau nela e ela chupou até tirar toda a minha porra, feito uma boazinha obediente. Depois nos vestimos e cada um foi pro seu canto, dormimos e na manhã seguinte chegamos ao destino, nos despedimos todos como bons amigos, com a promessa de nos encontrarmos de novo pra uma orgia igual à que vivemos.Minha filha, viciada em pica.
Tudo começou quando decidimos começar as férias, sentados com um mapa na frente, as propostas começaram a surgir. Já que não conseguíamos nos decidir, pensamos que o melhor, tanto pra descansar quanto pra realizar nossas fantasias, principalmente as da Lorena. Lorena é minha filha jovem, que no dia dessa história tinha 23 anos e desde a separação com a mãe dela mora comigo, com tudo o que isso significa, como já contei no meu post anterior. Minha filhinha é uma viciada e fanática por pica, e eu sou um fanático por vê-la chupar. Essa viagem foi a oportunidade perfeita para matar a vontade dos dois. Saímos rumo ao sul e começamos pela costa Atlântica, já que era verão e as praias estavam cheias de gente. Nos registramos num hotel central, saímos pra jantar e nos divertir um pouco, e lá pelas duas da manhã fomos dançar. Lorena estava vestida com uma saia bem curta e uma camiseta amarrada na cintura, deixando à mostra sua barriguinha lisinha com o piercing brilhando no umbigo, umas botas brancas altas até o joelho, de salto bem fino e alto. Todos os caras viravam pra olhar ela e dava pra ver eles babando, mas ninguém chegava perto nem pra tirar ela pra dançar. A gente se virava nos trinta pra dar uma indireta e fazer eles se aproximarem, mas nada, os moleques preferem ficar no celular e trocar ideia no WhatsApp do que pegar uma gatinha. Mas por sorte, nos bailes de verão tão os tiozões gatos (não discrimino, sou um deles) que tão caçando umas novinhas safadas pra comer. Um cara de uns 45 anos se aproximou da gente e começou a dançar bem colado, sem tirar os olhos cheios de tesão das tetas, da bunda e das pernas da minha princesinha. Percebendo que ele não ia ter coragem comigo por perto, falei pra Lore que ia buscar uma bebida e deixei ela sozinha na pista. Quando me afastei, o cara partiu pra cima e começou a sussurrar no ouvido dela. Em poucos minutos, já tava passando a mão na bunda dela e chamando pra sair dali e ficar a sós. Eles saíram e foram andando até a praia. Chegando num lugar onde tem uma entrada pro píer dos pescadores, pararam por lá, e Lore começou a massagear a pica dele por cima da calça. Eu, que vinha seguindo eles, passei por trás do cara e parei perto pra poder olhar, mas ele nem ligou, porque o tesão era maior. Lore puxou a rola dele pra fora e começou a chupar e engolir tudo, fazendo o cara delirar, sem parar de falar putaria no ouvido dela. Eu tinha uma visão perfeita e sentia a calça apertando por causa da minha ereção ao ver minha filhinha mamando aquela pica e chupando as bolas dele com paixão. Num momento, o homem tirou ela de lá e começou a bater punheta na frente da cara dela, e segundos depois soltou uns jorros intermináveis de porra na boquinha da Lore, que tentou receber tudo, mas grande parte caiu na cara e no cabelo dela. O cara foi embora e eu me aproximei enquanto Lore, com cara de felicidade, limpava os restos de porra. Com voz de menininha, como era de costume, ela me disse: - Valeu por essas férias, papai. Passamos uns dias na praia onde a Lore pôde chupar rolas à noite num posto do salva-vidas, no depósito de um supermercado com um repositor e com o vendedor de fichas de uma casa de videogame enquanto ele vendia pros moleques. Decidimos voltar pra viagem e fomos pra Córdoba (Villa Carlos Paz), já que sabíamos por experiência que podíamos ter mais oportunidades. Já no hotel dava pra sentir uma tensão estranha quando a gente tava nas áreas comuns e o povo olhava pra gente, a Lore sempre se vestia provocante e na piscina usava um biquíni que não deixava muita coisa pra imaginação. No centro de Carlos Paz a gente tem um amigo que tem um restaurante e resolvemos ir jantar lá, pra visitar ele e porque ele sabe o que a gente faz e nos dá uma força. Chegamos e o José, ao nos ver, nos recebeu com um abraço forte e um brilho nos olhos que deixava transparecer a felicidade que sentia pela atenção que ia receber. Ele preparou uma mesa especial perto de onde estava pra gente poder conversar enquanto ele controlava o que rolava no salão. José é um homem de 67 anos e a gente o conheceu numa viagem que ele fez pra Buenos Aires. Depois de jantar, fomos com José pro fundo, um depósito atrás da cozinha. Lore, depois de um beijo de língua com bastante cuspe com o José, se abaixou e começou a chupar a rola dele. José tem uma rola curta, mas grossa, que faz a Lore ter que abrir a boquinha dela mais do que o normal. Depois de um tempo, com uns roncos que saíam do fundo do peito, José gozou um leite grosso e abundante dentro da boquinha da Lore e, depois de mostrar pra gente como uma putinha obediente, ela engoliu tudo. José foi embora e quando ficamos sozinhos, comecei a tocar a buceta da minha filhinha. Ela, ao chupar pica, fica tão excitada que goza assim que eu toco nela. Ela deixou meus dedos bem molhados, que eu imediatamente coloquei na boca, e logo em seguida me abaixei para saborear a buceta molhada e quente da minha neném. Pouco depois, entrou um rapaz novo, um dos garçons, que sem dizer uma palavra baixou as calças e meteu o pau na boca da Lore. Dava pra ver os nervos, e em poucos segundos ele gozou. Enquanto isso, ele punhetava a Lore, e ela não parava de rebolar. Assim que esse saiu, veio outro, e assim passaram 15 homens de idades diferentes, clientes que o José mandava pra gente. Eles deixavam as esposas, namoradas ou famílias na mesa pra minha filhinha chupar o pau deles. Todos gozaram na boca, nos peitos, na cara e no cabelo da Lore, que ficou toda coberta de porra grossa e branca. Lore se lavou e voltamos pra mesa pra sobremesa. Quando fomos embora, José passou umas dicas de lugares no caminho pro hotel onde a gente podia parar, e foi o que fizemos. Lore chupou rola num posto de gasolina, num quiosque de dois velhotes de 70 anos, amigos dele, e nos seguranças de uma balada. Claro que eu não só olhava, porque a Lore, como já contei, me chupa a pica no carro e toda noite. Voltamos pra Bs As satisfeitos e começamos a preparar novas viagens pra ter mais histórias pra contar.Minha filha, A festa do Futebol
Se a pessoa com quem você mora te dá tudo o que você pede e ainda é fanática por futebol, você não pode querer mais nada, e não só isso, você tem que dar tudo o que ela pedir. Isso é o que acontece comigo e minha filhinha. A Lorena é fanática por futebol, daquele jeito, e claro, como toda mulher, ela tira o máximo proveito de qualquer situação, então aproveita pra ver um bom jogo e se esquentar com os jogadores. Mais de uma vez eu peguei ela se tocando e tendo uns orgasmos fortes vendo os jogadores favoritos dela. Tava viajando e ela me liga, com a voz desesperada, dizendo que a televisão quebrou e, por ser fim de semana, não tem assistência técnica e nem loja de eletrodomésticos aberta pra comprar uma nova, e ainda por cima o jogo da seleção já vai começar. No começo, não sabia o que falar pra ela, mas aí lembrei que o vizinho da casa ao lado, que sempre teve muita vontade de comer ela mas nunca teve coragem, com certeza tava em casa e não ia ter problema nenhum em ver o jogo com ela. Quando falei isso, ela hesitou no começo, mas depois topou ir. Desligamos combinando que depois ela teria que me contar tudo que rolou, com todos os detalhes. No meu retorno e depois de um bom descanso, enquanto tomávamos um gole, ela começou a me contar o que tinha rolado naquela noite. -//"Cheguei na casa do Martín (era assim que o vizinho se chamava), toquei a campainha e ele demorou pra sair, mas quando me viu ficou bem surpreso, não esperava me ver, sozinha e ainda mais com essa regata e a saia que deixam meus atributos bem à mostra. - Oi vizinha, o que cê precisa? - Tô meio sem graça... mas minha televisão quebrou bem agora que tá passando o jogo, e você sabe que pra fãs que nem a gente isso é um saco, e como vi que você não foi pro estádio, pensei que podia me dar uma força. - Sim, claro? Acontece que a gente vai ver junto... mas... como não tínhamos grana pra ir no estádio, decidimos ver em casa, então vão vir uns amigos, se não te incomodar. - Não, de jeito nenhum, todo mundo torce pela mesma coisa. Passou um tempinho e chegaram quatro amigos dele com cervejas e o tira-gosto, naquela hora pensei como os homens se divertem!!! umas cervejinhas e tá tudo certo, diferente da gente que é umas histéricas que vive querendo detonar a outra. Foi tamanha a surpresa deles quando me viram sentada na sala, então já falei na hora: - Se incomodar, eu vou embora. Martim se apressou e disse: — Fica tranquila, todo mundo é do mesmo time e quanto mais a gente torcer, melhor. Meus amigos chegaram e começaram a abrir as cervejas e a me oferecer bebida e comida. Vimos a prévia e bem relaxados comentando sobre os jogos, os jogadores e umas paradas pessoais, mas a cerveja começou a fazer efeito e tive que ir no banheiro. Quando voltei, alguns dos caras tinham tirado a camiseta e os tênis, tavam bem relaxados mesmo. O martin tava se desesperando pra eles se cobrirem, porque achava que eu podia não gostar; longe disso, porque alguns estavam muito gostosos. Falei pro Martín: - Fica tranquilo, vocês tão se divertindo, não quero estragar a noite de ninguém, senão vou embora e pronto. Passei para o centro do sofá e, quando me sentei, a camiseta subiu e deu pra ver uma das minhas tatuagens, a das patinhas que desce da minha cintura e entra na minha calcinha. - Até onde essas perninhas vão?? comentou um. — Ah, só a minha love sabe, igual as namoradas de vocês sabem dos tatuagens proibidas de vocês — respondi. Todo mundo riu, mas com esse comentário eu abri uma porta difícil de fechar. - Eu tenho um proibido! Quer ver? disse um, e imediatamente baixou a calça e deixou ver uma tatuagem do Tweety que dizia "vi um gatinho lindo", todos rimos mas ao mostrar a tatuagem também deixou ver parte da rola dele toda depilada. O Martín ficou puto e pediu pra geral se acalmar, eu vendo a merda que tinha virado a situação, parei ele e falei. - Beleza rapaziada, vamos facilitar as coisas. Com a tensão que tá, não vamos aguentar o jogo. Então a situação é a seguinte: daqui até o jogo começar, a gente fode e ele goza, goza, mas durante a partida ninguém me encosta, ok? Quase sem piscar, o cara da tatuagem se pelou e começou a chupar minha buceta, puxando a fio dental pra baixo. Vendo a situação, os outros não perderam tempo e começaram a chupar meus peitos e a enfiar as picas na minha boca e a passar elas no meu rosto. Quando o cara que tava chupando minha buceta se afastou pra se despir, o Martín ocupou o lugar dele e, quase sem pedir, começou a me foder. Ele tem um pau venudo que me fazia delirar. passaram todos pela minha pussy e depois chegou a hora da dupla penetração, enquanto chupava cada cock que colocavam na minha frente, todos passaram pelo meu Booty, use as palavras: pussy e boca. Essa situação continuou por um tempo até que o primeiro gozou na minha boca e os outros, ao verem o sêmen escorrendo pelos meus lábios, começaram a gozar no meu rosto e na minha boca. Ainda saboreando a cum dos quatro amigos do Martín, ele começou a me comer com muita ternura e a tensão subiu tanto que na hora de gozar dentro da minha pussy suculenta e depilada, alguns dos caras já recuperados gozaram de novo e a cum espirrou no meu rosto, cabeça e tetas. Com um cheiro forte de porra e lubrificação no ar, a gente se limpou e, como bons amigos, ficamos vendo o jogo. Ao ouvir a história, eu já não aguentava mais de tesão, então peguei a cabecinha da minha filhota e levei até meu pau, coisa que ela aceitou feliz e chupou até encher a boquinha dela de porra grossa. Assim que engoliu meu leite, ela me disse que queria que eu fizesse uma festinha com os jogadores do clube favorito dela, coisa que não hesitei em começar a organizar... mas isso é outra história.
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