Minha timidez e as mulheres da minha família 16
RELATO ANTERIOR:
Minha timideze as mulheres da minha família 15
http://www.poringa.net/posts/relatos/3086533/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-15.html
Minha timidez e minha responsabilidade guiou minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias me abriram os horizontes.Nós dormimos abraçados, até que ouvimos minha tia subir pra casa e separamos as camas.
De manhã cedo, minha mãe se levantou como sempre, me beijou na testa e saiu. No instante seguinte, ela entrou de novo; achei que tinha esquecido alguma coisa, mas quando abri os olhos, vi minha tia Júlia de pé ao meu lado, com uma bandeja de café da manhã. Achei um gesto bonito, mas preferia dormir. Ela insistiu e, levantando a saia por baixo da bandeja, me mostrou o verdadeiro café da manhã. Também não estava de calcinha, e o cheiro era o mesmo do dia anterior. Dessa vez, ela deixou a bandeja na mesinha e sentou na minha cara. A buceta depilada e lisinha tampou minha boca, o clitóris pressionava meu nariz e não me deixava respirar, enquanto ela tirava o vestido pela cabeça. Eu vi os peitos dela ao vivo pela primeira vez. De baixo, dava pra ver a redondeza quente, muito mais grossos que os da minha mãe, sem falar nos da Ana. Um pouco caídos comparados com os da Lisa, claro, mas esplêndidos, sem dúvida. Peguei neles e apertei, beliscando os bicos ao mesmo tempo que mordia o clitóris dela pra poder respirar. Ela esfregava a buceta na minha cara, com certeza era o que ela mais gostava. Eu só precisava esticar a ponta da língua, e ela cuidava do resto: enfiava na vagina ou roçava no botão. Logo ela gozou, se segurando na cabeceira da cama. O móvel rangeu perigosamente, mas aguentou. Quando ela desceu, minha cara estava banhada nos sucos da Júlia. Ela descobriu minha pica apontando pro teto e disse:
- Que pena não ter percebido antes, não imaginava que você era tão desenvolvido. Mas agora é sua vez.
Ela ficou de pé ao lado da cama e apoiou a cabeça no colchão, apontando pra bunda dela.
As nádegas carnudas mal escondiam os lábios molhados da minha saliva e dos sucos dela, mas sem mirar muito, empurrei e minha pica deslizou pela umidade até entrar na buceta dela. Ela suspirou e murmurou:
- Quanto tempo... sem ter uma rola de verdade dentro, quente, dura e pulsando, eu passaria o dia todo com ela enfiada, mete ela toda dentro, Manu, sem hesitar.
Eu agarrei na cintura dela, nunca tinha tocado umas iguais àquelas, redondas, morenas, com umas covinhas que davam muito tesão, fui enfiando até o fundo, ela não reclamou do fogo, só suspirava e soprava, quando eu ia gozar ela apertou contra mim, mas preferi tirar e encher as covinhas da cintura dela, as primeiras gozadas escorriam pelas costas até o pescoço.
Ela passou a mão na bunda e nas costas recolhendo meu sêmen e colocou na boca sem deixar vestígio.
Ela vestiu o vestido pela cabeça depois de me perguntar.
- Você já se satisfez ou prefere continuar?
Eu levantei as mãos como se estivesse saciado, ela sentou do meu lado na cama e dividimos o café da manhã que ela tinha trazido.
Quando a Lisa chegou, me disse que no dia seguinte tinham combinado a excursão, a amiga dela tinha uma casinha num lugar muito bonito com um rio e tudo.
De manhã, minha prima estava eufórica, tinha vindo cedo à noite e se arrumado, eu também tinha acordado cedo, a noite com minha mãe tinha sido intensa como sempre, mas curta, eu estava exausta.
Umas dez horas chegou a Elena, era uma garota morena, mais baixa que a Lisa, mas com um corpo ideal, as pernas bonitas e com uma bundinha, e parecia que de peitos não ia mal, não dava pra ver direito porque ela usava uma jaqueta jeans fechada até em cima, nos apresentaram, ela cheirava maravilhosamente bem, perfume caro, também parecia ser safada como a Lisa, claro, tinha 21 anos embora parecesse mais velha, ficamos tomando algo no bar e depois nos despedimos da minha família, a garota era muito ativa e sorridente, tinha um carro pequeno mas chique, quando ela abriu eu entrei primeiro, era de duas portas e sentei atrás, assim elas podiam conversar, me informaram que embora não fosse longe, demorava cerca de uma hora pela estrada sinuosa.
Me acomodei no banco enquanto ela Saía da cidade, era grande o suficiente pra ter as comodidades de uma cidade, mas pequena pela tranquilidade.
Pegou a estrada e depois de alguns quilômetros, começaram a conversar. Ela disse que achava que eu seria mais novo pela minha idade, que tinha gostado de mim.
Me perguntaram sobre minhas namoradas, se já tinha tido muitas, etc. Falei que nunca tinha tido namorada, elas se olharam com cumplicidade.
A conversa foi esquentando, elas falavam com segundas intenções e minha prima dizia que eu não era o que parecia.
Com a desculpa de não ouvir por causa do barulho da estrada, me aproximei delas, me apoiando entre os dois bancos. Minha prima bagunçou meu cabelo quando me viu, eu tava empolgado. Deslizei uma mão pelo espaço entre o banco e a porta da Lisa. Como ela tava segurando a alça do teto, passei a mão por baixo do suéter e, sem tocar nela, peguei o sutiã pelo aro, levantei e o peito dela caiu na minha mão. Ela ficou chocada. Elena não conseguia ver, mas eu tava com o peito direito inteiro na mão, com o mamilo entre os dedos. Fui massageando, via as pernas dela abrindo e fechando nervosas, ela levantava a bunda do banco e encostava a cabeça na minha. Eu continuei falando com Elena como se nada.
Ela falou pra Elena...
- Não tá com calor com essa jaqueta? Eu tô derretendo.
- Tem razão, não tinha percebido.
- Soltando uma mão primeiro e depois a outra, tirou a jaqueta jeans. Eu ajudei no último momento pra deixar ela do meu lado.
- Que linda! Não tinha me falado, é nova?
- Estreando hoje, era uma surpresa.
Reparei que elas tavam falando da roupa que a Elena tava usando, era um top de lycra, e ela não tava de sutiã. Com a mão no volante, vi como brotava debaixo da axila dela um peito redondo no começo, mas que terminava em ponta e pra cima. O peito perfeito, pensei.
Minha prima virou pra mim e com os olhos apontou pro peito. Entendi a indireta e soltei, não sem pesar. O peito da Lisa passou por trás do banco da Elena.
Pra não comprometer muito a Lisa, minha mão esquerda deslizou por baixo do braço da Elena, não quis assustar ela enquanto dirigia, passei os dedos desde a base do peito, ela deu um leve susto e apertou os nós dos dedos no volante, não se virou pra Lisa que olhava de canto.
Ela ficou meio tensa mas não reclamou, eu continuei avançando, os dedos ganhavam terreno pra frente e pegavam mais carne, a maciez da lycra colada como uma segunda pele me dava uma ideia da maravilha que tinha por baixo, ela aguentou parada até eu alcançar o mamilo, tava duro e apontando pra cima, aí ela relaxou no banco, percebi que respirou fundo, minha mão envolveu o peito inteiro, ela olhava fixo pra estrada naquele momento reta, o top chegava na metade da barriga, com o dedo mindinho busquei a borda e levantando enfiei um dedo, depois dois até passar a mão toda por baixo da lycra e pegar o peito por baixo, levantando ele ainda mais. A Lisa espiou a operação disfarçadamente, pegando também no próprio mamilo que tinha largado, por fim se atreveu a falar baixinho…
- Manu, tu tem umas mãos tão macias, tô ficando com tesão.
Foi como me dar a largada, minha mão direita também passou entre os bancos e, se enfiando por baixo da lycra, pegou o peito direito dela, ela suspirou e gemeu, com os dois peitos nas minhas mãos, levantei a lycra que ficou debaixo do pescoço, as duas maravilhas nas minhas mãos e no ar, minha prima não dizia nada mas a mão esquerda dela tava inquieta entre as coxas, ao ver os dois peitos da amiga debaixo das minhas mãos não quis ficar pra trás e, se inclinando, soltou o sutiã pelas costas e tirou por uma manga, mostrou pra gente e levantou a blusa até o pescoço igual a Elena, os quatro peitos magníficos no ar, tive que me dividir e pegar um de cada. Quando chegamos em casa, descemos, elas tinham arrumado a roupa, eu fui dar uma olhada no Nos arredores da casa, mas a Lisa me ligou me apressando…
- Vamos, Manu, entra logo, vamos foder.
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Minha timideze as mulheres da minha família 15
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Minha timidez e minha responsabilidade guiou minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias me abriram os horizontes.Nós dormimos abraçados, até que ouvimos minha tia subir pra casa e separamos as camas.
De manhã cedo, minha mãe se levantou como sempre, me beijou na testa e saiu. No instante seguinte, ela entrou de novo; achei que tinha esquecido alguma coisa, mas quando abri os olhos, vi minha tia Júlia de pé ao meu lado, com uma bandeja de café da manhã. Achei um gesto bonito, mas preferia dormir. Ela insistiu e, levantando a saia por baixo da bandeja, me mostrou o verdadeiro café da manhã. Também não estava de calcinha, e o cheiro era o mesmo do dia anterior. Dessa vez, ela deixou a bandeja na mesinha e sentou na minha cara. A buceta depilada e lisinha tampou minha boca, o clitóris pressionava meu nariz e não me deixava respirar, enquanto ela tirava o vestido pela cabeça. Eu vi os peitos dela ao vivo pela primeira vez. De baixo, dava pra ver a redondeza quente, muito mais grossos que os da minha mãe, sem falar nos da Ana. Um pouco caídos comparados com os da Lisa, claro, mas esplêndidos, sem dúvida. Peguei neles e apertei, beliscando os bicos ao mesmo tempo que mordia o clitóris dela pra poder respirar. Ela esfregava a buceta na minha cara, com certeza era o que ela mais gostava. Eu só precisava esticar a ponta da língua, e ela cuidava do resto: enfiava na vagina ou roçava no botão. Logo ela gozou, se segurando na cabeceira da cama. O móvel rangeu perigosamente, mas aguentou. Quando ela desceu, minha cara estava banhada nos sucos da Júlia. Ela descobriu minha pica apontando pro teto e disse:
- Que pena não ter percebido antes, não imaginava que você era tão desenvolvido. Mas agora é sua vez.
Ela ficou de pé ao lado da cama e apoiou a cabeça no colchão, apontando pra bunda dela.
As nádegas carnudas mal escondiam os lábios molhados da minha saliva e dos sucos dela, mas sem mirar muito, empurrei e minha pica deslizou pela umidade até entrar na buceta dela. Ela suspirou e murmurou:
- Quanto tempo... sem ter uma rola de verdade dentro, quente, dura e pulsando, eu passaria o dia todo com ela enfiada, mete ela toda dentro, Manu, sem hesitar.
Eu agarrei na cintura dela, nunca tinha tocado umas iguais àquelas, redondas, morenas, com umas covinhas que davam muito tesão, fui enfiando até o fundo, ela não reclamou do fogo, só suspirava e soprava, quando eu ia gozar ela apertou contra mim, mas preferi tirar e encher as covinhas da cintura dela, as primeiras gozadas escorriam pelas costas até o pescoço.
Ela passou a mão na bunda e nas costas recolhendo meu sêmen e colocou na boca sem deixar vestígio.
Ela vestiu o vestido pela cabeça depois de me perguntar.
- Você já se satisfez ou prefere continuar?
Eu levantei as mãos como se estivesse saciado, ela sentou do meu lado na cama e dividimos o café da manhã que ela tinha trazido.
Quando a Lisa chegou, me disse que no dia seguinte tinham combinado a excursão, a amiga dela tinha uma casinha num lugar muito bonito com um rio e tudo.
De manhã, minha prima estava eufórica, tinha vindo cedo à noite e se arrumado, eu também tinha acordado cedo, a noite com minha mãe tinha sido intensa como sempre, mas curta, eu estava exausta.
Umas dez horas chegou a Elena, era uma garota morena, mais baixa que a Lisa, mas com um corpo ideal, as pernas bonitas e com uma bundinha, e parecia que de peitos não ia mal, não dava pra ver direito porque ela usava uma jaqueta jeans fechada até em cima, nos apresentaram, ela cheirava maravilhosamente bem, perfume caro, também parecia ser safada como a Lisa, claro, tinha 21 anos embora parecesse mais velha, ficamos tomando algo no bar e depois nos despedimos da minha família, a garota era muito ativa e sorridente, tinha um carro pequeno mas chique, quando ela abriu eu entrei primeiro, era de duas portas e sentei atrás, assim elas podiam conversar, me informaram que embora não fosse longe, demorava cerca de uma hora pela estrada sinuosa.
Me acomodei no banco enquanto ela Saía da cidade, era grande o suficiente pra ter as comodidades de uma cidade, mas pequena pela tranquilidade.
Pegou a estrada e depois de alguns quilômetros, começaram a conversar. Ela disse que achava que eu seria mais novo pela minha idade, que tinha gostado de mim.
Me perguntaram sobre minhas namoradas, se já tinha tido muitas, etc. Falei que nunca tinha tido namorada, elas se olharam com cumplicidade.
A conversa foi esquentando, elas falavam com segundas intenções e minha prima dizia que eu não era o que parecia.
Com a desculpa de não ouvir por causa do barulho da estrada, me aproximei delas, me apoiando entre os dois bancos. Minha prima bagunçou meu cabelo quando me viu, eu tava empolgado. Deslizei uma mão pelo espaço entre o banco e a porta da Lisa. Como ela tava segurando a alça do teto, passei a mão por baixo do suéter e, sem tocar nela, peguei o sutiã pelo aro, levantei e o peito dela caiu na minha mão. Ela ficou chocada. Elena não conseguia ver, mas eu tava com o peito direito inteiro na mão, com o mamilo entre os dedos. Fui massageando, via as pernas dela abrindo e fechando nervosas, ela levantava a bunda do banco e encostava a cabeça na minha. Eu continuei falando com Elena como se nada.
Ela falou pra Elena...
- Não tá com calor com essa jaqueta? Eu tô derretendo.
- Tem razão, não tinha percebido.
- Soltando uma mão primeiro e depois a outra, tirou a jaqueta jeans. Eu ajudei no último momento pra deixar ela do meu lado.
- Que linda! Não tinha me falado, é nova?
- Estreando hoje, era uma surpresa.
Reparei que elas tavam falando da roupa que a Elena tava usando, era um top de lycra, e ela não tava de sutiã. Com a mão no volante, vi como brotava debaixo da axila dela um peito redondo no começo, mas que terminava em ponta e pra cima. O peito perfeito, pensei.
Minha prima virou pra mim e com os olhos apontou pro peito. Entendi a indireta e soltei, não sem pesar. O peito da Lisa passou por trás do banco da Elena.
Pra não comprometer muito a Lisa, minha mão esquerda deslizou por baixo do braço da Elena, não quis assustar ela enquanto dirigia, passei os dedos desde a base do peito, ela deu um leve susto e apertou os nós dos dedos no volante, não se virou pra Lisa que olhava de canto.
Ela ficou meio tensa mas não reclamou, eu continuei avançando, os dedos ganhavam terreno pra frente e pegavam mais carne, a maciez da lycra colada como uma segunda pele me dava uma ideia da maravilha que tinha por baixo, ela aguentou parada até eu alcançar o mamilo, tava duro e apontando pra cima, aí ela relaxou no banco, percebi que respirou fundo, minha mão envolveu o peito inteiro, ela olhava fixo pra estrada naquele momento reta, o top chegava na metade da barriga, com o dedo mindinho busquei a borda e levantando enfiei um dedo, depois dois até passar a mão toda por baixo da lycra e pegar o peito por baixo, levantando ele ainda mais. A Lisa espiou a operação disfarçadamente, pegando também no próprio mamilo que tinha largado, por fim se atreveu a falar baixinho…
- Manu, tu tem umas mãos tão macias, tô ficando com tesão.
Foi como me dar a largada, minha mão direita também passou entre os bancos e, se enfiando por baixo da lycra, pegou o peito direito dela, ela suspirou e gemeu, com os dois peitos nas minhas mãos, levantei a lycra que ficou debaixo do pescoço, as duas maravilhas nas minhas mãos e no ar, minha prima não dizia nada mas a mão esquerda dela tava inquieta entre as coxas, ao ver os dois peitos da amiga debaixo das minhas mãos não quis ficar pra trás e, se inclinando, soltou o sutiã pelas costas e tirou por uma manga, mostrou pra gente e levantou a blusa até o pescoço igual a Elena, os quatro peitos magníficos no ar, tive que me dividir e pegar um de cada. Quando chegamos em casa, descemos, elas tinham arrumado a roupa, eu fui dar uma olhada no Nos arredores da casa, mas a Lisa me ligou me apressando…
- Vamos, Manu, entra logo, vamos foder.
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