Você saboreia essa rola, seu corpo se tensiona, sua boca devora a imensidão do meu pau duro e inchado, e você começa a chupar e chupar, alternando com punhetas e lambidas que fazem ele crescer ainda mais e fazem os ovos começarem a produzir porra, muita porra, esse tesão tão precioso que você adora ganhar e que te leva ao êxtase supremo. Eu, parado, terrivelmente excitado, te agarro pelo cabelo e acompanho seu vai e vem, sua degustação de rola. Às vezes a gente cruza olhares, às vezes seus olhos parecem perdidos no desejo, no prazer. Você desce com a língua e passa pelos meus ovos, como se estivesse batendo a porra lá dentro, isso me faz levantar a cabeça pra jogá-la pra trás, momento em que abro os olhos e percebo um homem a uma distância prudente, hipnotizado com a cena que está vendo. Não estamos sozinhos, embora você ainda não saiba. O amor que você sente pelo meu pau é incrível, e você deixa bem claro, com suas carícias suaves, tanto com as mãos quanto com a língua. Eu, longe de me alarmar com a presença desse desconhecido, continuo acompanhando sua lambida, puxando seu cabelo. Na verdade, me excita, me dá um tesão doentio saber que ele está olhando você de joelhos, entregue pra mim, pro meu pau. Não consigo ver se é jovem ou velho, mas noto uns movimentos estranhos, como se ele estivesse se mexendo no lugar e com as mãos na região da cintura pra baixo. Isso me faz agarrar sua cabeça e enfiar o pau até o fundo, te engasgar toda. Você tira ele quase tossindo, mas sua cara de faminta por rola me pede mais. Mas, dado o meu tesão e o seu, e sua chupada magistral, não podia ser tão egoísta. Então te guio pra inverter os papéis: eu de joelhos e você apoiada, meio sentada na pilha de tijolos. Primeiro passo a língua por cima da calcinha fio-dental já encharcada, pra depois puxá-la e começar a comer essa buceta molhada que você tem. Passo a língua por ela inteira, enfio no buraco como se estivesse te penetrando com a língua. Você me agarra pelo cabelo, pela nuca, geme um pouco, aperta os próprios peitos, extasiada, me pedindo pra continuar. De repente você ouve um barulho, levanta a cabeça e vê pela primeira vez aquele homem de calça caída nos tornozelos e com uma porra de uma piroca grossa e larga se masturbando com as duas mãos. Você fica paralisada olhando, sem saber o que fazer, o que dizer, enquanto sua buceta começa a se contrair, derramando todo o seu líquido na minha boca. O primeiro orgasmo tinha chegado. Longe de relaxar e pegar um ar, aquele orgasmo te potencializou, você queria mais, mas a dúvida surgia sobre o que fazer com aquele homem parado na nossa frente que tinha te visto chupar e gozar. Sua cabeça tinha aquela dualidade: se embarcava naquela piroca também ou continuava só comigo e ele só ficava olhando. Você não sabia qual podia ser minha reação, nem sabia que eu já tinha visto o intruso. Levanto e começo a roçar minha piroca na sua buceta encharcada, pressiono de leve e entro de um jeito violento e profundo, arrancando um grito de prazer imensurável de você. Você crava as unhas nas minhas costas e aguenta as investidas cada vez mais fortes, sem tirar os olhos daquele pauzão na sua frente que você morre de vontade de pelo menos pegar, tocar, até chupar. Você balbucia alguma coisa no meio do prazer que está sentindo. Será que você está me pedindo aquela piroca?
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