Maduras Anonimas Cap. 09

MILF ANÔNIMAS
CAPÍTULO 09



Anônimas MILF Cap. 09


Aqui esta a traducao para o p


No dia seguinte, acordei ainda sem acreditar nos acontecimentos da noite anterior. Por um momento, pensei que tudo tinha sido um sonho, mas ver minha mãe dormindo ao meu lado, com um grande sorriso nos lábios, me mostrou que tudo tinha sido muito real. Ainda estávamos abraçados e meu pau continuava enterrado na buceta da minha mãe. Ela acordou alguns segundos depois e nos olhamos nos olhos para depois nos dar bom dia com um beijo apaixonado.

De repente, percebemos o quão estranha era nossa localização, ainda estávamos na casa da Dona Elide. Ela apareceu na porta vestindo um roupão de cetim.

— Bom dia, pombinhos. Espero que tenham dormido bem. O café da manhã está servido, embora já seja quase meio-dia. — disse ela enquanto tomava uma xícara de café.

Nós dois devolvemos o bom dia com um certo desconforto; estávamos um pouco envergonhados pelo que tinha acontecido.

Fomos para a mesa tomar café, onde a preocupação podia ser vista em nossos rostos. Comemos em silêncio por um tempo até que Dona Elide falou.

— Antes de tudo, preciso pedir desculpas por ter enganado vocês assim. Quando Margarida veio me ver e me contou seus motivos para entrar no grupo, comecei a elaborar um plano. A confirmação de David de que também sentia atração pela mãe foi tudo que precisei para colocar esse plano em ação. O principal problema, do meu ponto de vista, era que vocês dois se desejavam, mas nenhum dos dois admitiria por conta própria, então precisavam de um empurrãozinho. Não precisam se preocupar, o segredo de vocês estará seguro comigo. Além disso, devo confessar que uma das minhas fantasias era ver uma mãe e um filho fodendo, e vou dizer que ver vocês juntos foi algo incrível. —

Nós dois relaxamos completamente e continuamos comendo e conversando sobre trivialidades. Dona Elide nos contou alguns de seus encontros mais quentes e suas fantasias mais eróticas, o que não demorou para deixar meu pau duro. Minha mãe aproveitou para pegá-lo por baixo da mesa e me fazer uma punheta discreta. a que eu correspondi enfiando dois dedos na buceta dela. Dona Elide riu ao perceber o que estava rolando debaixo da mesa e ela também começou a se punhetar enquanto continuava com seus relatos.
No final, nós três gozamos quase ao mesmo tempo. Meu sêmen banhou a mão da minha mãe, que sem perder tempo levou à boca para engolir tudo.
Assim que terminamos, nos preparamos para ir para o nosso apartamento. Dona Elide se despediu dando um beijo na boca em cada um de nós.
-Até logo, pombinhos. Se comportem. E David, imagino que isso significa sua saída do grupo. Mas se quiser continuar participando, sempre posso arrumar outro garotão pra satisfazer sua mãe fogosa.- disse a senhora rindo.
-Não se preocupe com isso. De agora em diante, eu vou cuidar de satisfazer minha mãe ardente.- respondi abraçando minha mãe enquanto ela corava.
-Ai, mas que coisas que esse menino fala. E que bom que você mencionou, ainda temos que conversar sobre esses encontros.- disse minha mãe com uma falsa raiva.
Seguimos de volta pra casa agindo normal, como se nada tivesse acontecido, mas assim que cruzamos a porta do nosso apartamento, empurrei minha mãe contra a porta e plantei um beijo incrível e cheio de tesão, que ela correspondeu enfiando a língua na minha boca.
O beijo não durou muito, porque minha mãe fez a gente se separar.
-Espera, querido, primeiro as primeiras coisas. É melhor eu ligar pro trabalho e pra sua escola pra avisar que estamos doentes. Enquanto isso, prepara o banho, a gente precisa de um bom chuveiro.- disse minha mãe.
Obedeci e fui pro banheiro enquanto ela fazia as ligações necessárias. Enquanto me despia, ainda não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido, pensei que a qualquer momento ia acordar e tudo teria sido só um sonho. Mas parte disso tinha a incerteza do que ia acontecer com nossas vidas. Obviamente tínhamos cometido um ato proibido e nossa relação não poderia Voltar ao que era antes, mas o que aconteceria depois.
Perdido nos meus pensamentos debaixo do chuveiro, nem percebi que minha mãe tinha entrado no banheiro. As mãos dela me envolveram por trás, me abraçando.
— Já está tudo pronto. O dia é nosso, querido. — ela disse.
Eu me virei para ficar de frente para ela e parei para admirar aquele corpo maduro e lindo. Pela primeira vez, podia contemplá-lo em todo o seu esplendor, sem precisar olhar escondido ou de soslaio.
Eu amava tudo nela: seus peitões caídos, sua barriga gordinha, sua buceta peluda e sua bunda enorme.
Minha mãe ensaboou meu corpo como quando eu era criança, dando atenção especial ao meu pau duro, que ela segurou com as mãos e limpou com carinho e cuidado. Quando o deixou brilhando e limpo, ela se ajoelhou para chupá-lo com prazer.
Minha mãe pegou meu pau e o contemplou por alguns minutos, depois delicadamente posou os lábios na cabeça roxa e começou a chupar.
Talvez ela não fosse uma especialista em boquete, mas eu não me importava nem um pouco; só o fato de tê-la se deliciando com meu pau já era mais que suficiente para me fazer gozar. Ela se concentrou em chupar a cabeça do meu pau e depois o enfiou inteiro na boca. Para minha surpresa, conseguiu engolir tudo. Era uma visão esplêndida ver minha mãe enfiar meu pau inteiro na boca. Ela continuou chupando animadamente de vez em quando, depois tirava para lamber a haste e novamente enfiava tudo de volta na boca.
Os cuidados dela deram resultado quando anunciei que ia gozar, mas ela ignorou o aviso e recebeu tudo de bom grado na boca. Minha mãe engoliu todo o meu leite sem desperdiçar uma gota, e ainda deu mais algumas lambidas na glande em busca de qualquer resquício da minha gozada.
Ela se levantou com um sorriso nos lábios e abriu a boca para mostrar que tinha engolido tudo.
Agora era minha vez de retribuir o favor, e com minhas mãos percorri aquele corpo que tanto desejei, apertando seus peitões enormes. Sob os seios fazendo-a gemer, os mamilos dela se ergueram reagindo às minhas carícias, e eu os belisquei de brincadeira. Coloquei-os debaixo do jato d'água para limpar os restos de sabão e depois os levei à boca, onde chupei com força. Minha mãe se apoiou na parede do banheiro, extasiada com minhas atenções, mas ainda faltava mais. Uma das minhas mãos desceu até a buceta peluda dela e, sem aviso, enfiei 2 dedos dentro da racha dela. Ela se assustou com a intrusão, mas não demorou a aproveitar minhas atenções. Mais uma vez, protagonizávamos uma cena peculiar: um filho chupando os peitos da mãe enquanto enfiava os dedos na buceta dela.

Segurei-a entre meus braços, porque as pernas dela fraquejavam devido às minhas atenções, e finalmente ela gozou nos meus dedos, mas, por causa da água caindo, escorreu pelo ralo do chuveiro. Que desperdício. Bem, talvez depois eu pudesse provar de novo a buceta doce dela; por enquanto, tinha uma ideia melhor em mente.

Coloquei-a de frente para a parede e, com a pica ereta, me dirigi à buceta dela, pronto para penetrá-la, mas ela me impediu.

— Isso foi incrível, filho, mas por mais que eu queira que você me foda de novo, acho que antes de continuar, precisamos conversar sério sobre o nosso futuro. — Ela disse, saindo do chuveiro.

Pegamos um par de toalhas e, depois de nos secar, saímos do banheiro com as toalhas cobrindo nossa nudez. Fiquei feliz que minha mãe tivesse as mesmas dúvidas que eu, e certamente era importante definir o rumo que nossas vidas tomariam.

Sentamo-nos à mesa da cozinha para discutir tudo o que tinha acontecido. Minha mãe foi a primeira a falar.

— Para começar, devo admitir que já tinha esquecido como o sexo era bom, e nunca tinha sentido tanto prazer quanto o que senti com você. Não sei se toda essa parada de mãe e filho tem algo a ver, mas nunca tinha gozado como ontem à noite. Não vou negar que gostaria de continuar transando com você, mas não quero te prender e impedir que procure uma parceira só para me agradar. — Ainda sou sua mãe e me importo com sua felicidade. Além disso, com certeza você vai ficar melhor com uma garota da sua idade do que com uma velha como eu — disse minha mãe.
— Mãe, desde antes de nos mudarmos pra cá eu já tinha uma fixação por milf. Reconheço que nunca pensei em você de um jeito sexual antes, mas certos eventos me fizeram despertar meu desejo por você. Esse desejo nada mais é do que o amor que eu já sentia por você, só que expresso de um jeito um pouco mais físico. Também me importo com sua felicidade, e enquanto você quiser ficar comigo, isso vai me fazer muito feliz. Não importa o que aconteça, eu sempre vou estar do seu lado, seja como seu parceiro ou simplesmente como seu filho — respondi.
Minha mãe tinha lágrimas de felicidade nos olhos e um sorriso enorme por causa das minhas palavras. Levantei e abracei ela com carinho, depois dei um beijo amoroso nos lábios dela.
Mas alguém estava se empolgando demais: meu pau subiu de novo, fazendo uma barraca com a toalha na minha cintura e começou a pressionar contra ela.
— Pelo amor de Deus, filho. Esse negócio nunca descansa? — perguntou ela, apontando pro meu pau.
— Desculpa, mãe. Não consigo evitar, tendo uma beleza dessas tão perto — respondi.
— Você só fala isso porque quer me foder. É igual a todos os homens — disse ela, brincando.
— Claro que não, mãe. Você é muito gostosa e merece o melhor. Vou te falar uma coisa: já que somos um casal, o justo é a gente ter um encontro. Se arruma direitinho porque hoje à noite vamos sair pra jantar. Eu pago — falei.
Como nenhum de nós dois tinha que ir trabalhar ou estudar naquele dia, a gente se dedicou às tarefas de casa. Minha mãe saiu um pouco pra comprar o almoço enquanto eu limpava a casa. Durante a comida, a gente conversou como antes, mas ficava trocando olhares furtivos o tempo todo. Finalmente a noite chegou, e eu me arrumei o mais galã que pude pro encontro mais esperado da minha vida.
Na hora combinada, nos encontramos na sala de casa. Minha mãe apareceu com um vestido preto que Ficava espetacular. Os peitões enormes dela se destacavam com aquele decote ousado.
Fiquei de boca aberta quando vi ela e meu pau endureceu na hora.
— Nossa, mãe, você tá uma gostosa — falei, provocando ela pra ficar corada.

Ela me pegou pelo braço e saímos pra curtir nosso primeiro encontro. Como era segunda-feira, tinha pouca gente na cidade naquela noite. Fomos ver um filme, jantamos num restaurante bom e depois fomos passear pelo lugar. Rimos, papeamos e nos divertimos como nunca. No começo, a gente se comportava normal, mas conforme a noite avançava, ficávamos mais melosos até parecer um casal de apaixonados; e no fim das contas, era isso que a gente era.

A noite chegava ao fim e voltamos felizes pra casa. Ao entrar, ficamos na dúvida do que fazer em seguida. Chegamos até a porta dos nossos quartos e ficamos em silêncio. Era óbvio que os dois queriam a mesma coisa, mas ainda sentíamos um certo desconforto em expressar. Nosso primeiro encontro tinha rolado por causa de um engano, e o banho da manhã tinha sido por causa da excitação que ainda tínhamos; mas agora estávamos conscientes da situação.

Finalmente, minha mãe me deu boa noite e se preparou pra entrar no quarto dela. Eu segurei ela e a peguei nos meus braços, dando um beijo romântico e carinhoso.
— Mãe, quero passar a noite com você — falei.
— Pra me foder? — ela perguntou.
— Não, pra te fazer amor — respondi.

Assim, abraçados, entramos no quarto dela, onde lentamente começamos a tirar nossas roupas. Quando levantei o vestido da minha mãe, descobri que por baixo ela usava um conjunto sensual vermelho de sutiã e calcinha de renda transparente. Os mamilos duros e as aréolas grandes dela podiam ser vistos através do tecido fino, assim como a buceta peluda dela.
— Comprei especialmente pra você. Tá gostando? — ela perguntou.
Minha resposta foi na forma de outro beijo, só que esse mais arrebatador que o anterior.
Caímos na cama e, aos poucos, fui tirando aquele visual deslumbrante dela. até deixá-la nua, ela me ajudou a me despir até ficar como vim ao mundo.
Diferente da noite anterior, dessa vez a gente tomou nosso tempo pra curtir o encontro; percorri o corpo da minha mãe enchendo ele de beijos, desde os lábios dela, passando pelo pescoço, até chegar nos peitões dela. Com cuidado, chupei eles como quando era criança, acariciando com delicadeza. Gemidos tímidos escapavam dos lábios dela ao sentir minha boca nos mamilos. Continuei minha jornada até chegar na buceta dela, que tava louco pra provar de novo. Minha mãe abriu as pernas devagar, mostrando aquele lugar de onde eu tinha saído. Ainda era peluda, do jeito que eu gosto, mas ela tinha aparado o volume e deixado mais uniforme.
De leve, coloquei meus lábios naquela buceta madura divina e comecei a chupar devagar, dei umas lambidas nos lábios e depois enfiei minha língua dentro dela. Depois fui pro clitóris dela, dando uns beijinhos suaves e lambendo como se fosse um sorvete. Tava decidido a fazer ela gozar só com a boca e consegui uns minutos depois, quando senti a enxurrada dos sucos dela encher minha boca.
Assim que terminei de saborear os sucos da minha mãe, me preparei pra dar o love nela pela primeira vez.
Me ajeitei entre as pernas dela e direcionei meu pau duro até a buceta molhada dela. Olhei nos olhos dela e vi uma certa dúvida refletida ali.
— Tem certeza disso, filho? Ainda dá pra voltar atrás e esquecer tudo isso. Ainda podemos voltar a ser só mãe e filho. — ela disse com a voz trêmula.
— A gente sempre vai ser mãe e filho, mas agora também somos algo mais. O love que sinto por você nunca vai mudar, mãe. Se você me deixar, vou te fazer feliz todos os dias da sua vida e te fazer gozar todas as noites. Te amo, mãe. — falei, olhando bem nos olhos dela.
— E eu te amo, filho. Então vai, quero ter você dentro de mim de novo. Quero que me faça sentir mulher outra vez. — ela disse, me olhando nos olhos com lágrimas de felicidade.
Sem desviando nossos olhares, penetrei ela devagar, curtindo cada momento. Quando tava completamente dentro dela, me inclinei pra beijar ela de novo. O tempo parou pra gente e o mundo sumiu. Comecei a mexer meus quadris devagar, entrando e saindo dela de um jeito calmo e suave. Não sei quanto tempo fiquei dentro dela, mas era uma sensação indescritível penetrar ela lentamente, aproveitando cada instante do encontro e desejando que nunca acabasse.

Não tinha mais palavras pra dizer, nossos corpos falavam por nós, a única coisa que se ouvia no silêncio da noite eram nossos gemidos de prazer.

Nos beijamos com ternura e amor, aumentei um pouco o ritmo da penetração, tentando dar todo o prazer possível pra mulher que me pariu, sabia que ela tinha passado anos sem esse prazer e queria fazer ela gozar como nunca. Queria que ela curtisse tanto quanto eu, que sentisse o quanto eu amava ela, e pelos gemidos dela e o sorriso no rosto, tava conseguindo.

Ao mesmo tempo, chegamos ao orgasmo tão esperado e, sem medo de errar, posso dizer que foi o melhor das nossas vidas. Gozei dentro da minha mãe e ela gozou comigo dentro dela.

Ficamos abraçados, curtindo a consumação do nosso amor e o começo da nova relação que a gente ia ter daqui pra frente.

Aquela tinha sido uma experiência única e inesquecível. Nenhum dos meus encontros anteriores tinha me dado tanto prazer, nem mesmo o da noite anterior na casa da dona Elide. Ficamos um tempo em silêncio, nos acariciando com ternura, enquanto curtíamos a companhia um do outro.

Nos olhamos cara a cara e mais uma vez expressamos nosso amor com um beijo terno e romântico.

Peguei ela nos meus braços e de novo caímos no sono juntos e felizes, abraçados com carinho como o casal que a gente era.

Depois dessa noite espetacular, as coisas mudaram em casa. Minha mãe pediu um turno fixo matutino no trabalho pra poder ficar mais tempo juntos e eu, por minha parte, quando saía da escola, corria direto pra casa pra deixar tudo pronto pra chegada dela. Roupa ficou proibida em casa e a gente andava pelado pelo lugar.
Minha mãe me pediu pra contar como eu tinha ido parar naquele grupo de MILF Anônimas e tudo o que eu tinha feito com elas. Toda noite eu ia relatando pra minha mãe os encontros que tive com as vizinhas. Enquanto eu explicava com todos os detalhes tudo que rolou, a gente se masturbava um ao outro até gozar e depois transava até dormir.
Minha mãe ficava excitadíssima ao saber das várias práticas que eu tinha feito e insistiu em recriar algumas delas. Minha surpresa foi grande quando ela também me contou suas experiências de juventude, e eu percebi que ela também tinha feito coisas parecidas.
Nos fins de semana, a gente aproveitava pra colocar essas práticas em ação e também experimentar umas novas.
Ela era incrível na cama, sempre quente e pronta pra foder. Não tinha problema em foder de um jeito selvagem ou mais suave. Tinha noites que a gente nem transava, só ficava de boa dormindo junto. A gente podia fazer amor devagar, como namorados, trocando palavras doces, e também podia trepar como animais, falando as putarias mais sujas que viessem na cabeça; ela era minha namorada e minha puta, minha amante e minha amiga, mas o mais importante é que ela era minha mãe.
Tanto eu quanto minha mãe concluímos que sadomasoquismo não era nossa praia, mas chuva dourada e brinquedos a gente curtia bastante. Minha mãe adorava quando eu penetrava ela e depois enfiava um consolo no outro buraco dela; tenho certeza de que ela fantasiava em ter dois paus de verdade ao mesmo tempo. Ela comprou mais uns brinquedos e um monte de lingerie sensual e provocante, desde fio dental até baby doll, e geralmente usava nos nossos encontros; eu sempre ficava sem fôlego quando via ela pela primeira vez com aquelas roupas eróticas.
A chuva dourada rolou de forma espontânea uma tarde quando minha mãe estava usando o banheiro; ela estava sentada pelada no vaso quando eu entrei pra mijar.
— Upa, desculpa, mãe, ia usar o banheiro, mas vou esperar você terminar. — falei, também pelado.
A luxúria apareceu nos olhos da minha mãe.
— Não precisa esperar, filho, pode fazer agora, só toma cuidado pra não sujar o chão. — respondeu com malícia.
Entendendo o que ela queria, entrei no banheiro e apontei meu pau pra ela, o jato de líquido amarelo saiu disparado e acertou em cheio os peitos dela, depois começou a escorrer pela pele até cair dentro do vaso. Minha mãe amassava os próprios peitos enquanto a minha urina os banhava, curtindo aquele líquido no corpo dela. Quando o jato diminuiu até acabar, ela também começou a mijar, mas dentro do vaso; rapidamente me ajoelhei na frente dela e, entendendo minhas intenções, ela usou os dedos pra direcionar a urina dela pra mim. Em alguns segundos, eu estava completamente coberto pela urina dela até as últimas gotas saírem da buceta peluda dela.
Obviamente o chão ficou uma porcaria, por isso combinamos que só faríamos isso no chuveiro.
Outra vez, num sábado à noite, voltávamos de um encontro e fomos pro parque perto de casa. Tava quase deserto, e a gente aproveitou pra foder num dos bancos do lugar.
Sem frescura, sentei no banco e tirei o pau da calça; minha mãe levantou a saia, afastou a calcinha fio-dental e sentou, engolindo meu pau por completo.
A sensação de sermos descobertos por alguém era a coisa mais excitante; minha mãe fazia o possível pra não gemer, mas eu dificultei quando comecei a brincar com os peitões dela. Ao longe, dava pra ver gente andando, e se qualquer um se aproximasse o suficiente, perceberia claramente o que a gente tava fazendo.
Finalmente gozei, enchendo a buceta dela de porra, e depois ajeitamos as roupas e voltamos andando pra casa como se nada. se nada tivesse acontecido. Exceto, claro, que minha mãe percorreu todo o trajeto com meu esperma escorrendo da buceta dela.
Durante o dia, quando estávamos separados, nos acostumamos a mandar mensagens pelo celular nos nossos tempos livres e também umas fotos quentes pra esquentar.
Quando completamos 1 mês de relacionamento, ela me deu um presente incrível.
— Ainda tem energia pra mais uma rodada? — ela perguntou depois de eu ter enchido a buceta dela de porra, como toda noite.
— Pra você, sempre, mamãe. — respondi, mostrando meu pau que já começava a endurecer de novo.
— Filho, neste último mês você me fez a mulher mais feliz do mundo e quero te dar algo como agradecimento. Quero que você me coma o cu. — ela disse.
— Sério, mamãe? Nunca pensei que você quisesse dar por ali. — respondi, todo empolgado.
— Só peço que você tome muito cuidado, faz anos desde a última vez que me comeram por lá e, embora eu tenha usado meu vibrador recentemente nele, não vai se comparar com seu pau enorme. — ela pediu.
— Claro que vou ser cuidadoso, mamãe. Se sentir dor, é só falar que eu paro. — respondi.
Minha mãe me entregou um lubrificante que guardava na mesinha de cabeceira e depois se ajoelhou de quatro na minha frente. Antes de usar o lubrificante, eu queria uma provinha daquele cu magnífico e mergulhei a língua nele. Ela se assustou ao sentir minha língua no cu dela, mas logo começou a gemer. Minhas mãos separavam as nádegas dela pra ter um acesso melhor.
Minha língua penetrou com esforço naquele buraco apertado, preparando-o pra receber meu pau. Embora ela tivesse enfiado o vibrador muitas vezes ali, ele era pequeno. O cu dela se contraía com as lambidas que eu dava, e ela ria, aproveitando a sensação.
Sabendo que só minha saliva não ia dar conta, peguei o vidro de lubrificante e espalhei o conteúdo nos meus dedos. Primeiro comecei com um, depois dois e finalmente consegui enfiar três dedos dentro do cu dela. Garanti que lubrificasse bem por completo, igual que meu pau, pois não queria machucar minha mãe. Depois de pronto, me posicionei atrás dela.
— Tá pronta, mamãe? — perguntei com a cabeça do meu pau tocando de leve a bunda pulsante dela.
— Vai, filho. Fode tua mãe pelo cu. — ela disse enquanto abria as nádegas o máximo que podia.
Devagar, comecei a penetrar o cu da minha mãe, a cabeça inchada do meu pau teve dificuldade pra entrar.
— Tá sentindo bem, mamãe? — perguntei preocupado.
— Tô, filho, não se preocupa, aghhh, só deixa eu me acostumar com teu pau. — respondeu enquanto apertava os lençóis com força por causa da dor.
Aos poucos, o tronco foi entrando no cu da minha mãe, era o ânus mais apertado que já tinha fodido e apertava meu pau de um jeito delicioso. Finalmente consegui enfiar tudo até minhas bolas baterem nela.
— Já entrou tudo, mamãe. — falei.
— Meu Deus, não acredito que enfiou tudo, filho. Não pensei que ia aguentar. — exclamou minha mãe, surpresa.
Ficamos parados enquanto ela se acostumava a me ter dentro do cu dela, verdade seja dita, eu não tinha problema em ficar assim o tempo que fosse preciso, era uma sensação única estar dentro dela.
Depois de um tempo, ela me indicou que era seguro continuar quando começou a empurrar os quadris em minha direção.
— Aiii, filho, que gostoso, não para, mmmm, que delícia, tava há tempos sem aproveitar tanto um pau no meu cu, mmmmm, aggghhh. — gemia minha mãe.
— Teu cu aperta meu pau como nenhum outro, mamãe, ufffff, que cu gostoso você tem, mmm, vou encher ele de leite. — falei enquanto a penetrava com mais força.
— Sim, filho, enche de leite, aghhh, goza dentro de mim, ummmmm. Que gostoso ter meu filho fodendo meu cu. Ahhhhh, TO GOZANDOOOO. — gritou minha mãe anunciando o orgasmo.
— Siiim, mamãe, também tô gozandooo. — exclamei acompanhando ela com meu orgasmo e jorrando meu leite no cu dela.
Desabei ao lado dela e meu pau saiu do cu dela, de onde pronto começou a jorrar meu esperma.
Cada dia que passava, minha mãe me surpreendia mais até onde podia chegar, mas a melhor surpresa veio num dia em que cheguei tarde em casa por causa da escola. Mal entrei e já pude ouvir claramente gemidos vindos do quarto da minha mãe; pensei que talvez ela estivesse se masturbando enquanto esperava minha chegada, mas conforme me aproximei, notei que eram duas vozes que se ouviam.

Ao entrar pela porta, levei um susto ao encontrar minha mãe e a dona Vicky enroscadas num excitante 69. Estavam tão vidradas uma na outra que nem perceberam minha presença. Diante de um espetáculo tão maravilhoso, só havia uma coisa a fazer: tirei a pica pra fora e comecei a bater uma.

Minha mãe já tinha me contado sobre os encontros dela na universidade, mas era alucinante poder presenciar ao vivo. Mal dava pra ver o rosto da minha mãe mergulhado entre as grossas coxas da dona Vicky, que estava por cima dela e também enfiada na sua entreperna.

As duas milf lambiam e chupavam como desesperadas, enchendo o quarto de sons eróticos e gemidos. Mas não era só isso: dava pra ouvir o barulho leve de vibrações, o que significava que também estavam usando os brinquedos da minha mãe entre elas.

Me aproximei um pouco da bunda da dona Vicky e confirmei minhas suspeitas ao ver que minha mãe tinha um vibrador enfiado no cu da amiga enquanto usava a língua na buceta dela. Era espetacular ver como minha mãe atacava aquela buceta com tesão; com certeza a amiga dela estava dando o mesmo tratamento nela, porque ela estava de olhos fechados de prazer.

Finalmente, as vi gemer com força e seus corpos se contorcerem ao chegarem ao clímax do encontro. As duas ficaram alguns segundos enfiadas na buceta uma da outra, certamente saboreando os sucos, e quando terminaram, a dona Vicky se deitou ao lado da minha mãe, totalmente satisfeita.

—Isso foi incrível, Margarita. Que bom que você finalmente se decidido a me ligar - disse a madura completamente extasiada.
- Concordo - falei, revelando minha presença.
- David?! Meu Deus, que vergonha! Não acredito que você viu isso! - exclamou Victoria, totalmente surpresa, enquanto se cobria com os lençóis.
- Não tem do que se envergonhar, senhora, aquilo foi muito excitante, e não sou só eu que digo, meu amigo aqui presente também - respondi, apontando pra minha pica dura como pedra.
- Mas como você ousa mostrar isso na minha presença e na da sua mãe, atrevido?! - disse a senhora, sem conseguir desviar o olhar do meu pau.
Minha mãe se levantou da cama completamente nua e ficou ao meu lado.
- Agora você reclama, mas bem que gozou tendo ele dentro de você, foxy. Bem-vindo em casa, filho - disse minha mãe, pegando no meu pinto e balançando ele na frente da dona Victoria.
- É verdade, aquela freira, empregada e doutora aproveitaram muito dessa pica. Oi, mãe - respondi, dando um beijo apaixonado nela sob o olhar atônito da amiga.
Pela primeira vez na vida, Victoria ficou sem palavras. O que acontecia na frente dela era inacreditável e ao mesmo tempo excitante.
- E-espera um minuto... você tá me dizendo que o garoto daquela vez...? E não só isso, mas vocês dois...? - disse a mulher, entendendo o que estava rolando.
- Isso mesmo, mulher. Meu filho te comeu naquela ocasião com essas fantasias que você gosta de usar - respondeu minha mãe.
- E não é só isso, minha mãe nos viu foder pela webcam naquela vez enquanto se masturbava - completei.
- E agora esse pedaço de pica é todo meu. Todas as noites durmo com a buceta e o cu cheios de porra do meu filho, e nunca fomos mais felizes - concluiu minha mãe.
- Bom, é muita informação pra assimilar em tão pouco tempo, mas só posso dizer que você é uma mulher de sorte, Margarida. Seu filho foi um dos meus melhores amantes, honestamente, tenho inveja de você poder aproveitar um pedaço de pica desses todo dia - respondeu a senhora.
- Então aproveita que ele tá na sua frente e curte, mulher. Tenho certeza que meu garoto não vai ter problema em satisfazer duas putas como a gente. Não é mesmo, filho? — perguntou minha progenitora.
— Claro que não tenho problema, mãe. Vou foder vocês até não aguentarem mais — falei animado.
Aquela era minha primeira vez num menage com duas mulheres e eu planejava aproveitar ao máximo.
Minha mãe foi a primeira a atacar e se...
No entanto, dona Vicky tinha ficado parada observando minha mãe me fazer um boquete, com certeza tentando processar a situação.
— Não fica aí parada, Vicky, vem aproveitar a pica gostosa do meu menino — disse minha mãe balançando minha pica na direção da amiga.
Dona Vicky se ligou e rapidamente se colocou ao lado da minha mãe, que ofereceu minha pica. A senhora não perdeu tempo e engoliu tudo de uma vez. Deu umas chupadas e passou de novo pra minha mãe, que fez o mesmo. Aquele par de milf putas se deliciava compartilhando minha pica como se fosse um pirulito, meus gemidos mostravam o quanto eu tava gostando.
— Uma pica tão gostosa merece um tratamento especial, não concorda, Margarida? — perguntou dona Vitória.
— Não poderia concordar mais. Se prepara, coração, isso vai te deixar louco — disse minha mãe sorrindo maliciosamente.
O ataque duplo começou quando as duas percorreram minha pica, uma de cada lado. Depois minha mãe dava chupões na cabeça enquanto dona Vicky lambia o tronco, aí foi dona Vicky quem enfiou na boca até sumir e minha mãe desceu até minhas bolas pra lamber. Depois se beijavam juntas enquanto usavam as mãos pra me punhetar e logo voltavam a focar na minha pica.
Fiquei me perguntando quantas vezes aquelas amigas tinham comido uma pica juntas, trabalhavam de forma coordenada na minha pica, focando em não deixar nenhum lugar sem atenção e se encontrando em momentos onde aproveitavam pra dar beijos rápidos ou lambidas.
Sem nem conseguir avisar e absorto como tava com as atenções daquelas mulheres, meu gozo saiu disparado de mim. Pau gozando na minha mãe e na amiga dela com meus jatos enquanto as duas tavam chupando a cabeça do meu pau.
As milf receberam a gozada de boca aberta, tentando pegar o máximo possível, e depois que eu terminei de esporrar nelas, elas se enroscaram num beijo lésbico, compartilhando minha porra entre si.
Graças à minha juventude e ao tesão da situação, meu pau ainda tava de pé, e eu me aproximei da minha mãe querendo foder ela primeiro, mas ela tinha outros planos.
— Calma aí, jovem, que modos são esses? A convidada primeiro, filho, depois você pode me foder a noite inteira. — disse minha mãe, apontando pra amiga dela.
— Espera, que eu quero ver isso com meus próprios olhos, antes de me foder quero ver vocês juntos. Me excita saber que são mãe e filho. — disse dona Vitória.
A senhora sentou num canto enquanto minha mãe e eu nos preparamos pra agradar ela.
Eu me deitei na cama com o pau pra fora e minha mãe subiu em cima de mim, sentando de costas pra mim no meu pau, assim a amiga dela podia apreciar com todos os detalhes a união entre mãe e filho.
Minha mãe começou a subir e descer no meu pau devagar, mas aos poucos foi aumentando o ritmo enquanto eu ajudava segurando ela pela cintura. Eu me juntei a ela empurrando minha bacia pra cima. Com a nossa experiência crescendo juntos, achamos o ritmo rápido e o prazer foi aumentando pros dois.
Minha mãe pulava no meu pau enquanto brincava com os peitos e olhava como a amiga dela se deliciava nos observando.
— Tá gostando do que vê, safada? Tá curtindo ver meu filho metendo até o fundo em mim? — perguntou minha mãe, olhando pra amiga.
— Siiim, que sorte que você tem, desgraçada, que gostoso ele faz, mmmmm, vai, David, fode sua mãe com vontade, faz ela gemer de prazer, que gostosa que ela é. — disse a coroa, nos incentivando.
— Não precisa falar duas vezes, adoro foder minha mamãe, adoro ver como ela curte meu pau dentro. ela e se prepare, porque depois é a sua vez, senhora. — respondi.
— Uff, sim, quero que você foda igual à sua mãe, não pare, enfia com força, fode a puta da sua mãe. — dizia dona Vicky enquanto usava o consolo para se dar prazer.
— Obedece ela, filho, me pega com gosto enquanto elas nos observam, enfia até o fundo, me enche com seu leite. — pedia minha mãe entre gemidos.
Diante de tanta empolgação e palavras de incentivo, era óbvio que eu não aguentaria muito e gozei, descarregando meu esperma dentro da minha mãe como tantas outras vezes. Dona Vicky também tinha gozado junto com a gente, testemunhando aquele espetáculo proibido e incestuoso.
— Agora sim, seus safados, é a minha vez, mas primeiro quero chupar de novo essa deliciosa rola, e tenho certeza que você lembra como era bom entre meus peitos, David. — disse dona Vicky se levantando.
E era verdade, aquela vez que ela usou os peitos para prender minha rola foi algo incrível, e agora eu podia repetir.
Dona Vicky se deitou na cama e, subindo nela, enfiei minha rola entre seus peitões enormes, que estavam cobertos pelos fluidos da minha mãe e da minha gozada. Ela prendeu o pau no meio daqueles globos de carne, e eu comecei a meter e tirar enquanto minha mãe se dirigia à buceta da amiga. Quando a cabeça da minha rola aparecia entre os seios dela, dona Victoria dava uma chupadinha, mas esse trabalho ficava cada vez mais difícil por causa das atenções da amiga debaixo dela.
— Uff, Margarida, você sempre sabe o que eu gosto, mmmm, isso, deixa ele pronto pra receber a rola do seu filho. — disse a coroa.
Curioso, me virei pra ver o que minha mãe estava fazendo e descobri que ela estava lambendo não a buceta, mas o cu dela. Ela abria as nádegas o máximo que podia e enfiava a língua dentro daquele buraco escuro, deixando tudo preparado pro que vinha a seguir.
— Já tá tudo pronto, Vicky. David, pode trazer sua rola aqui e furar o buraco da Vicky. — disse minha mãe se afastando do cu da amiga.
Sempre Disposto a obedecer, desci da senhora e fiquei de pé na beira da cama. Minha mãe deu umas chupadas rápidas no meu pau e depois guiou ele até a bunda da amiga dela. Meu pau entrou sem problemas naquele cu maduro e, sem perder tempo, comecei a meter de forma rápida e feroz. Minha mãe foi agora para a frente da amiga e se preparou para chupar aqueles peitos enormes e deliciosos.

Dona Vicky estava louca de prazer, com meu pau entrando e saindo do cu dela e minha mãe chupando as tetas dela com gosto e beliscando os bicos com força.

-Aiiii, seus safados, que gostoso que vocês fazem, mmmm sim, não parem, me fode com força, David, aghhh, me fode o cu com vontade. Mmmmm, Margarida, chupa minhas tetas mais forte, sua puta, você sabe como eu gosto, ughhhhh, sim, assim, maaais- gemia a coroa descontrolada.

As atenções foram demais para ela e logo ela gozou, soltando um gemido intenso de prazer.

Eu também estava prestes a gozar no cu da coroa, mas minha mãe me parou.

-Antes de encher ela de porra, querido, tem uma coisa que quero fazer de novo com ela. O que você acha, Vicky? Quer fazer aquilo de novo?- perguntou minha mãe.

-Já tinha esquecido. Mas claro que sim, Margarida, com certeza seu filho vai adorar.- respondeu a senhora.

Aquelas milf se colocaram uma em cima da outra, pressionando suas barrigas e peitões, além das bucetas peludas. As rachas ficaram à minha total disposição, uma sobre a outra.

-Vai em frente, filho, escolhe a que você mais gosta, mas não esquece da outra também.- disse minha mãe.

Obviamente, fui direto na racha da minha mãe e enfiei de uma só vez, empurrando ela para frente. Depois de umas metidas, desci até a outra buceta e também cravei meu pau de um movimento só.

As milf estavam curtindo aquilo tanto quanto eu. Enquanto eu focava nas rachas delas, elas se entretinham esfregando os bicos uma da outra e trocando beijos ardentes, juntando as línguas. outra e se acariciando com luxúria.
Seus montes de vênus peludos se esfregavam um contra o outro e seus clitóris inchados se tocavam levemente ao fazer isso. Minhas estocadas também serviam para aumentar o ritmo da fricção entre elas, além do prazer de sentir suas bucetas penetradas.
O orgasmo estava cada vez mais perto e, como dona Vicky era uma convidada, o mais correto era que eu esvaziasse meu leite dentro dela. Penetrei mais algumas vezes a buceta da minha mãe e desci até a da amiga dela, perfurando com força até chegar ao clímax e disparar minha gozada dentro dela.
Dona Vicky gozou ao sentir que eu a enchia de porra, mas seus gemidos foram abafados pelos lábios da minha mãe, que também chegou ao orgasmo enquanto esfregava a buceta contra a da companheira.
Nós três estávamos completamente exaustos e, com uma coroa de cada lado, tiramos uma soneca pequena e prazerosa.
Acordei pouco tempo depois e minha mãe ainda estava nos meus braços, mas dona Vitória já tinha se levantado e começava a juntar as roupas para se vestir. Acordei minha mãe para se despedir da amiga.
— Muitas felicidades para vocês dois. Espero que continuem felizes para sempre. Só peço que não se esqueçam dessa mulher desgraçada e abandonada. Podem me convidar ou me visitar quando quiserem, seja os dois juntos ou separados. — disse dona Vicky enquanto se preparava para ir.
— Isso nem se discute, mulher. Você sempre será bem-vinda nesta casa, onde terá um pau ou uma buceta te esperando, ou os dois juntos. — respondeu minha mãe.
— E outra coisa: aconselho vocês a tentarem se transmitir pela internet. Aposto que, se disserem que são mãe e filho, vão ter uma audiência enorme. — acrescentou antes de ir embora.
— E como é que isso aconteceu entre vocês, mãe? — perguntei quando ficamos sozinhos.
— Bem, desde que ela descobriu que eu tinha decidido entrar no grupo das Milf Anônimas, ela não parou de me encher o saco para eu contar como foi minha primeira vez com um jovem. Pensei em contar a verdade, afinal, ela é minha melhor amiga e supus que ela entenderia, mas depois tive uma ideia melhor. Quando você avisou que chegaria tarde, convidei ela pra casa pra contar minha experiência. Contei tudo com detalhes, mas escondendo sua identidade, isso deixou nós duas com tesão e convenci ela a reviver nossos tempos de faculdade, o que não foi difícil porque ela já queria isso há um tempão. Deixei a porta aberta esperando você chegar, sabendo que ia se juntar a nós, e posso dizer que deu tudo certo. — relato da minha mãe.

Seguindo o conselho da Dona Vitória, a gente se arriscou a se exibir na internet, compramos uma webcam e algumas vezes nos transmitimos transando. Usamos máscaras pra esconder nossa identidade, mas deixamos bem claro que éramos mãe e filho. Era inacreditável a quantidade de visualizações que tivemos, além dos comentários que recebemos. Ficávamos com tesão lendo eles enquanto nos masturbávamos.

Mas o melhor ainda estava por vir e ainda tinha um assunto pra resolver. Naquela noite, quase dois meses depois da nossa primeira vez, eu tinha algo que ainda não tinha contado pra minha mãe.

Contei pra ela meu último encontro antes de ficar com ela, aquele que tive com a Dona Rosy, a mãe do Alex, e a situação entre os dois.

— Nossa, nunca imaginaria que a Rosy tinha esses sentimentos pelo filho dela. — disse ela enquanto me batia uma punheta com carinho. — Mas é compreensível. O Alex é um garoto muito bonito e gentil, e com certeza é um bom fodedor.

— Tá tentando me deixar com ciúmes? — respondi enquanto minha mão acariciava a buceta peluda dela. — Não basta a pica do seu filho e agora quer mais? Viu só, você é uma Promíscua.

— Posso ser uma Promíscua suja, mas ainda sou sua mãe, então mostra um pouco de respeito. — disse ela com um tom falso de severidade.

— Vou te mostrar todo o respeito que tenho por você. — falei, e pegando ela pelos quadris, coloquei ela de quatro na cama e enfiei minha pica na buceta dela. Fodi ela com força, fazendo ela gemer e gritar de prazer.

— Será que essa pica não é Suficiente pra você, mãe? Não te agrada ter o pau do seu filho dentro da sua buceta suja? — falei enquanto a penetrava.
— Ahhh, siiiim, adoro seu pau, filho, mete mais... hummm... mais. Fode a coroa da sua mãe com gosto, ahhhh, que delícia, vamos, filho de uma puta, ahhhh. — minha mãe exclamava.
Dei mais algumas estocadas e terminei esvaziando meu gozo dentro dela, pra depois cair exausto ao lado dela.
— Agora falando sério, mãe. Você realmente quer foder com o Alex? Depois de tudo que eu fiz com as vizinhas, você tem todo o direito, além do mais, sei que ele vai te tratar bem. — falei.
— Não vou mentir, filho, me excita a ideia de foder com ele. Na verdade, antes eu me masturbei algumas vezes pensando nele. Mas sinto que a gente devia fazer algo com o Alex e a Rosy; dar um jeito de juntar eles, igual a gente. — minha mãe disse.
— Primeiro vou ver se o Alex topa a ideia de foder com a mãe dele e, se sim, tenho uma ideia pra matar dois coelhos com uma cajadada só. — respondi.
— Perfeito. E se conseguirmos, a gente podia foder os quatro juntos. Tô com vontade de ter a buceta da Rosy na boca enquanto vocês me enfiam nos buracos. — minha mãe falou rindo.
Quem diria que minha mãe ia acabar sendo uma grande puta disposta a tudo. Suponho que filho de peixe, peixinho é.

CONTINUA...



milf

mae


Salve. Seguimos com essa saga que tem agradado muitos de vocês. Como vocês podem ver, o próximo capítulo vai ser dos mais emocionantes. Vou fazer de tudo pra terminar ele antes do fim do ano, mas também tenho outros projetos pendentes e alguns novos.
Como sempre, agradeço pelos comentários e pontos. Valeu por ler.
Também curto conhecer gente que gosta de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
Espero que continuem curtindo minhas histórias.

9 comentários - Maduras Anonimas Cap. 09

Me dejo al palo esta historia, me hace pensar que haria yo con algunas tías que tengo y algunas primas que están de un culo de 10, mis pajas por está historia
reopp
ufff si que delicia. ¿como te las cogerias?
MMRun
Cuando sale la parte 10? Es de los mejores Relatos que e leído