MILF ANÔNIMAS
CAPÍTULO 09


No dia seguinte, acordei ainda sem acreditar nos acontecimentos da noite anterior. Por um momento, pensei que tudo tinha sido um sonho, mas ver minha mãe dormindo ao meu lado, com um grande sorriso nos lábios, me mostrou que tudo tinha sido muito real. Ainda estávamos abraçados e meu pau continuava enterrado na buceta da minha mãe. Ela acordou alguns segundos depois e nos olhamos nos olhos para depois nos dar bom dia com um beijo apaixonado.
De repente, caímos na conta do estranho da nossa localização, ainda estávamos na casa da Dona Elide. Ela apareceu na porta vestindo um roupão de cetim.
— Bom dia, pombinhos. Espero que tenham dormido bem. O café da manhã está servido, embora já seja quase meio-dia. — disse ela enquanto bebia uma xícara de café.
Nós dois devolvemos o bom dia com certo desconforto; estávamos um pouco envergonhados pelo que tinha acontecido.
Fomos para a mesa tomar café da manhã, onde a preocupação podia ser vista em nossos rostos. Comemos um tempo em silêncio até que Dona Elide falou.
— Antes de tudo, preciso pedir desculpas por ter enganado vocês assim. Quando Margarida veio me ver e me contou seus motivos para entrar no grupo, comecei a bolar um plano. A confirmação de David de que também sentia atração pela mãe foi tudo que precisei para colocar esse plano em ação. O principal problema, do meu ponto de vista, era que vocês dois se desejavam, mas nenhum dos dois admitiria por conta própria, então precisavam de um empurrãozinho. Não precisam se preocupar, o segredo de vocês estará seguro comigo. Além disso, devo confessar que ver uma mãe e um filho fodendo era uma das minhas fantasias, e vou dizer que ver vocês juntos foi algo incrível. —
Nós dois relaxamos completamente e continuamos comendo e conversando sobre trivialidades. Dona Elide nos contou alguns de seus encontros mais quentes e suas fantasias mais eróticas, o que não demorou para deixar meu pau duro. Minha mãe aproveitou para pegá-lo por baixo da mesa e me fazer uma punheta discreta. a que eu correspondi enfiando dois dedos na buceta dela. Dona Elide riu ao perceber o que estava rolando debaixo da mesa e ela também começou a se punhetar enquanto continuava com seus relatos.
No final, nós três gozamos quase ao mesmo tempo. Meu sêmen banhou a mão da minha mãe, que sem perder tempo levou à boca para engolir tudo.
Assim que terminamos, nos preparamos para ir para o nosso apartamento. Dona Elide se despediu dando um beijo na boca em cada um de nós.
-Até logo, pombinhos. Se comportem. E David, imagino que isso significa sua saída do grupo. Mas se quiser continuar participando, sempre posso arrumar outro garotão para satisfazer sua mãe fogosa.- disse a senhora rindo.
-Não se preocupe com isso. De agora em diante, eu vou cuidar de satisfazer minha mãe ardente.- respondi abraçando minha mãe enquanto ela corava.
-Ai, mas que coisas que esse menino fala. E que bom que você mencionou, ainda temos que conversar sobre esses encontros.- disse minha mãe com uma falsa bronca.
Seguimos de volta para casa agindo normalmente, como se nada tivesse acontecido, mas assim que cruzamos a porta do nosso apartamento, empurrei minha mãe contra a porta e dei um beijo incrível e cheio de tesão, que ela correspondeu enfiando a língua na minha boca.
O beijo não durou muito, pois minha mãe fez a gente se separar.
-Espera, querido, primeiro as primeiras coisas. É melhor eu ligar para o trabalho e para sua escola para avisar que estamos doentes. Enquanto isso, prepara o banho, nós dois precisamos de um bom chuveiro.- disse minha mãe.
Obedeci e fui para o banheiro enquanto ela fazia as ligações necessárias. Enquanto me despia, ainda não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido; pensei que a qualquer momento acordaria e tudo teria sido apenas um sonho. Mas parte disso me deixava na dúvida sobre o que aconteceria com nossas vidas. Obviamente, tínhamos cometido um ato proibido e nossa relação não poderia Voltar a ser como antes, mas o que aconteceria depois.
Perdido nos meus pensamentos debaixo do chuveiro, nem percebi que minha mãe tinha entrado no banheiro. As mãos dela me envolveram por trás, me abraçando.
— Já tá tudo pronto. O dia é nosso, querido — ela disse.
Eu me virei pra ficar de frente pra ela e parei pra admirar aquele corpo maduro lindo. Pela primeira vez, podia contemplá-lo em todo o seu esplendor, sem precisar olhar escondido ou de canto de olho.
Amava tudo nela: os peitos grandes e caídos, a barriga gordinha, a buceta peluda e aquele rabo enorme.
Minha mãe ensaboou meu corpo como quando eu era criança, dando atenção especial pro meu pau duro, que ela agarrou com as mãos e limpou com carinho e cuidado. Quando deixou ele brilhando e limpinho, se ajoelhou pra chupar com gosto.
Minha mãe pegou meu pau e ficou olhando por uns minutos, depois passou os lábios delicadamente na cabeça dele e começou a chupar.
Talvez ela não fosse uma chupadora experiente, mas eu não tava nem aí. Só de ter ela se deliciando com meu pau já era o suficiente pra me fazer gozar. Ela se concentrou em chupar a cabeça do meu pau e depois enfiou ele inteiro na boca. Pra minha surpresa, conseguiu engolir ele todo. Era uma visão incrível ver minha mãe metendo meu pau inteiro na boca. Ela continuou chupando animada de vez em quando, tirava pra lamber o tronco e depois enfiava tudo de novo.
Os cuidados dela deram resultado quando anunciei que ia gozar, mas ela ignorou o aviso e recebeu tudo de bom grado na boca. Minha mãe engoliu toda a minha porra sem desperdiçar uma gota, e ainda deu umas lambidinhas na glande pra pegar qualquer resto.
Ela se levantou com um sorriso nos lábios e abriu a boca pra mostrar que tinha engolido tudo.
Agora era minha vez de retribuir o favor, e com as mãos percorri aquele corpo que tanto desejei, apertando os peitos enormes dela. Sob seus seios, ela gemia, os mamilos endureceram reagindo às minhas carícias, e eu os belisquei de brincadeira. Coloquei-os debaixo do jato d'água para limpar os restos de sabão e depois os levei à boca, onde chupei com força. Minha mãe se apoiou na parede do banheiro, extasiada com minhas atenções, mas ainda faltava mais. Uma das minhas mãos desceu até sua buceta peluda e, sem aviso, enfiei 2 dedos dentro da sua racha. Ela se assustou com a intrusão, mas não demorou a aproveitar minhas atenções. Mais uma vez, protagonizávamos uma cena peculiar: um filho chupando os peitos da mãe enquanto enfiava os dedos na buceta dela. Segurei-a nos meus braços, pois suas pernas fraquejavam por causa das minhas carícias, e finalmente ela gozou nos meus dedos, mas, por causa da água que caía, escorreu pelo ralo do chuveiro. Que desperdício. Bem, talvez depois eu pudesse provar de novo sua buceta doce. Por enquanto, tinha uma ideia melhor em mente. Coloquei-a de frente para a parede e, com a pica ereta, me dirigi à sua buceta, pronto para penetrá-la, mas ela me impediu. —Isso foi incrível, filho, mas por mais que eu queira que você me foda de novo, acho que antes de continuar, precisamos conversar seriamente sobre nosso futuro.— Ela disse, saindo do chuveiro. Pegamos algumas toalhas e, depois de nos secar, saímos do banheiro com as toalhas cobrindo nossa nudez. Fiquei feliz que minha mãe tivesse as mesmas dúvidas que eu, e certamente era importante definir o rumo que nossas vidas tomariam. Sentamo-nos à mesa da cozinha para discutir tudo o que havia acontecido. Minha mãe foi a primeira a falar. —Para começar, devo admitir que já tinha esquecido como o sexo era bom, e nunca tinha experimentado tanto prazer quanto senti com você. Não sei se toda essa coisa de mãe e filho tem algo a ver, mas nunca tinha gozado como ontem à noite. Não vou negar que gostaria de continuar transando com você, mas não quero te prender e impedir que procure uma parceira só para me agradar.— — Ainda sou sua mãe e me importo com sua felicidade. Além disso, com certeza você vai ficar melhor com uma garota da sua idade do que com uma velha como eu — disse minha mãe.
— Mãe, desde antes de nos mudarmos pra cá eu já tinha uma fixação por milf. Reconheço que nunca pensei em você de um jeito sexual antes, mas certos eventos fizeram despertar meu desejo por você. Esse desejo nada mais é do que o amor que eu já sentia por você, só que expresso de um jeito um pouco mais físico. Também me importo com sua felicidade, e enquanto você quiser ficar comigo, isso vai me fazer muito feliz. Não importa o que aconteça, eu sempre vou estar do seu lado, seja como seu parceiro ou simplesmente como seu filho — respondi.
Minha mãe tinha lágrimas de felicidade nos olhos e um sorriso enorme por causa das minhas palavras. Levantei e abracei ela com carinho, e depois dei um beijo amoroso nos lábios dela.
No entanto, alguém estava se empolgando demais. Meu pau subiu de novo, fazendo uma barraca com a toalha na minha cintura e começou a pressionar contra ela.
— Pelo amor de Deus, filho. Esse troço nunca descansa? — perguntou ela, apontando pro meu pau.
— Desculpa, mãe. Não consigo evitar tendo uma beleza dessas tão perto — respondi.
— Você só fala isso porque quer me foder. É igual a todos os homens — disse ela, brincando.
— Claro que não, mãe. Você é muito gostosa e merece o melhor. Vou te falar uma coisa: já que somos um casal, o justo é a gente ter um encontro. Se arruma bem porque hoje à noite vamos sair pra jantar. Eu pago — falei.
Já que nenhum de nós dois tinha que ir pro trabalho ou pra escola naquele dia, a gente se dedicou às tarefas de casa. Minha mãe saiu um pouco pra comprar o almoço enquanto eu limpava a casa. Durante a comida, a gente conversou como antes, mas ficava trocando olhares furtivos o tempo todo. Finalmente a noite chegou, e me arrumei o mais galã que pude pro encontro mais esperado da minha vida.
Na hora combinada, nos encontramos na sala de casa. Minha mãe apareceu com um vestido preto que Ficava espetacular. Os peitões enormes dela se destacavam com aquele decote ousado.
Fiquei de boca aberta quando vi ela e meu pau endureceu na hora.
— Nossa, mãe, você tá linda pra caralho — falei, fazendo ela corar.
Ela me pegou pelo braço e saímos pra curtir nosso primeiro encontro. Como era segunda-feira, tinha pouca gente na cidade naquela noite. Fomos ver um filme, jantamos num restaurante bom e depois fomos passear pelo lugar. Rimos, papeamos e nos divertimos como nunca. No começo, a gente se comportava normal, mas conforme a noite avançava, ficávamos mais melosos, até parecer um casal apaixonado; e no fim das contas, era isso que a gente era.
A noite chegava ao fim e voltamos felizes pra casa. Ao entrar, ficamos na dúvida do que fazer em seguida. Chegamos até a porta dos nossos quartos e ficamos em silêncio. Era óbvio que os dois queriam a mesma coisa, mas ainda sentíamos um certo desconforto em expressar. Nosso primeiro encontro tinha rolado por causa de um engano, e o banho da manhã tinha sido por causa da excitação que ainda tínhamos; mas agora estávamos cientes da situação.
Finalmente, minha mãe me deu boa noite e se preparou pra entrar no quarto dela. Eu segurei ela e a peguei nos meus braços, dando um beijo romântico e carinhoso.
— Mãe, quero passar a noite com você — falei.
— Pra me foder? — ela perguntou.
— Não, pra fazer amor com você — respondi.
Assim, abraçados, entramos no quarto dela, onde lentamente começamos a tirar nossas roupas. Quando levantei o vestido da minha mãe, vi que por baixo ela usava um conjunto sensual vermelho de sutiã e calcinha de renda transparente. Os mamilos duros e as aréolas grandes dela podiam ser vistos através do tecido fino, assim como a buceta peluda dela.
— Comprei especialmente pra você. Gostou? — ela perguntou.
Minha resposta foi outro beijo, só que mais intenso que o anterior.
Caímos na cama e, aos poucos, fui tirando aquele visual deslumbrante dela. até deixá-la nua, ela me ajudou a me despir até ficar como vim ao mundo.
Diferente da noite anterior, dessa vez a gente tomou nosso tempo pra curtir o encontro; percorri o corpo da minha mãe enchendo ele de beijos, desde os lábios dela, passando pelo pescoço, até chegar nos peitões dela. Com calma, chupei eles como quando era criança, acariciando com delicadeza. Gemidos tímidos escapavam dos lábios dela ao sentir minha boca nos mamilos. Continuei minha jornada até chegar na buceta dela, que eu tava doido pra provar de novo. Minha mãe abriu as pernas devagar, mostrando aquele lugar de onde eu tinha saído. Ainda tinha pelos, do jeito que eu gosto, mas ela tinha aparado o volume e deixado mais uniforme.
Devagar, encostei meus lábios naquela buceta madura divina e comecei a chupar devagar, dei umas lambidas nos lábios e depois enfiei minha língua dentro dela. Depois fui pro clitóris dela, dei uns beijos suaves e lambi como se fosse um sorvete. Tava decidido a fazer ela gozar só com a boca e consegui uns minutos depois, quando senti a enxurrada dos sucos dela encher minha boca.
Assim que terminei de saborear os sucos da minha mãe, me preparei pra dar uma trepada nela pela primeira vez.
Me acomodei entre as pernas dela e apontei meu pau duro pra buceta molhada dela. Olhei nos olhos dela e vi uma certa dúvida refletida ali.
— Tem certeza disso, filho? Ainda dá pra voltar atrás e esquecer tudo isso. Ainda podemos voltar a ser só mãe e filho. — ela falou com voz trêmula.
— A gente sempre vai ser mãe e filho, mas agora também somos algo mais. O amor que sinto por você nunca vai mudar, mãe. Se você me deixar, vou te fazer feliz todos os dias da sua vida e te fazer gozar todas as noites. Te amo, mãe. — falei, olhando fixo pra ela.
— E eu te amo, filho. Então vai, quero ter você dentro de mim de novo. Quero que me faça sentir mulher outra vez. — ela disse, me olhando nos olhos com lágrimas de felicidade.
Sem desviando nossos olhares, penetrei ela devagar, aproveitando cada momento. Quando estava totalmente dentro dela, me inclinei pra beijar ela de novo. O tempo parou pra nós e o mundo desapareceu. Suavemente, comecei a mexer meus quadris, entrando e saindo dela de um jeito calmo e pausado. Não sei quanto tempo fiquei dentro dela, mas era uma sensação indescritível penetrar ela devagar, curtindo cada instante do encontro e desejando que nunca acabasse.
Não havia mais palavras pra dizer, nossos corpos falavam por nós, a única coisa que se ouvia no silêncio da noite eram nossos gemidos de prazer.
Nos beijamos com ternura e amor, aumentei um pouco o ritmo da penetração, buscando dar todo o prazer possível pra mulher que me pariu, sabia que ela tinha passado anos privada desse prazer e queria fazê-la gozar como nunca. Queria que ela curtisse tanto quanto eu, que sentisse o quanto eu amava ela, e pelos gemidos dela e o sorriso no rosto, tava conseguindo.
Ao mesmo tempo, alcançamos o tão esperado orgasmo e, sem medo de errar, posso dizer que foi o melhor das nossas vidas. Gozei dentro da minha mãe e ela gozou comigo dentro dela.
Ficamos abraçados, curtindo a consumação do nosso amor e o começo da nova relação que teríamos daqui pra frente.
Essa tinha sido uma experiência inigualável e inesquecível. Nenhum dos meus encontros anteriores tinha me dado tanto prazer, nem mesmo o da noite anterior na casa da dona Elide. Ficamos um tempo em silêncio, nos acariciando com ternura enquanto curtíamos a companhia um do outro.
Nos olhamos cara a cara e, mais uma vez, expressamos nosso amor com um beijo terno e romântico.
Peguei ela nos meus braços e caímos no sono juntos e felizes, abraçados carinhosamente como o casal que éramos.
Depois dessa noite espetacular, as coisas mudaram em casa. Minha mãe pediu um turno fixo matutino no trabalho pra poder ficar mais tempo juntos e eu, por minha parte, quando saía da escola, corria direto pra casa pra deixar tudo pronto pra chegada dela. A roupa ficou proibida em casa e a gente andava pelado pelo lugar.
Minha mãe me pediu pra contar como eu tinha ido parar naquele grupo de MILF Anônimas e tudo o que eu tinha feito com elas. Toda noite eu ia relatando pra ela os diferentes encontros que tive com as vizinhas. Enquanto eu explicava com todos os detalhes tudo que rolou, a gente se masturbava um ao outro até gozar e depois fodíamos até cair no sono.
Minha mãe ficava excitada pra caralho ao saber das várias práticas que eu tinha feito e insistiu em recriar algumas delas. Minha surpresa foi enorme quando ela também me contou as experiências dela de juventude, e eu percebi que ela também tinha feito coisas parecidas.
Nos fins de semana, a gente aproveitava pra colocar essas práticas em ação e também experimentar coisas novas.
Era incrível na cama, sempre quente e pronta pra foder. Não tinha problema em foder de forma selvagem ou com carinho. Tinha noites que a gente nem transava, só ficava de boa dormindo junto. A gente podia fazer amor suave, como namorados, trocando palavras doces, e também podia trepar como animais, soltando as putarias mais sujas que viessem na cabeça; ela era minha namorada e minha puta, minha amante e minha amiga, mas o mais importante é que era minha mãe.
Tanto eu quanto minha mãe concluímos que o sadomasoquismo não era nossa praia, mas a chuva dourada e os brinquedos a gente curtia pra caramba. Minha mãe adorava quando eu penetrava ela e depois metia um consolo no outro buraco dela; tenho certeza que ela fantasiava em ter dois paus de verdade ao mesmo tempo. Ela comprou mais uns brinquedos e um monte de lingerie sensual e provocante, desde fio-dental até baby dolls, e geralmente usava nos nossos encontros; eu sempre ficava sem fôlego quando a via pela primeira vez com aqueles looks eróticos.
A chuva dourada aconteceu de forma espontânea uma tarde quando minha mãe estava usando o banheiro; ela estava sentada nua no vaso quando entrei pra mijar.
— Upsi, desculpa, mãe, ia usar o banheiro, mas vou esperar você terminar. — falei, também pelado.
A luxúria apareceu nos olhos da minha mãe.
— Não precisa esperar, filho, pode fazer agora, só toma cuidado pra não sujar o chão. — respondeu com malícia.
Entendendo o que ela queria, entrei no banheiro e apontei meu pau pra ela; o jato de líquido amarelo saiu disparado e acertou em cheio os peitos dela, depois começou a escorrer pela pele até cair dentro do vaso. Minha mãe amassava os próprios peitos enquanto a minha urina os banhava, curtindo aquele líquido no corpo dela. Quando o jato diminuiu até acabar, ela também começou a mijar, mas dentro da privada; rapidamente me ajoelhei na frente dela e, entendendo minhas intenções, ela usou os dedos pra direcionar a urina dela pra mim. Em poucos segundos, eu estava completamente coberto pela urina dela até as últimas gotas saírem da buceta peluda dela.
Obviamente, o chão ficou uma porcaria, por isso combinamos que só faríamos isso no chuveiro.
Outra vez, num sábado à noite, voltávamos de um encontro e fomos pro parque perto de casa. Tava quase deserto, e aproveitamos pra foder num dos bancos do lugar.
Sem frescura, sentei no banco e tirei o pau da calça; minha mãe levantou a saia, afastou a tanga e sentou, engolindo meu pau por completo.
A sensação de sermos descobertos por alguém era a coisa mais excitante; minha mãe fazia o possível pra não gemer, mas eu dificultei quando comecei a brincar com os peitões dela. Ao longe, dava pra ver pessoas andando, e se qualquer uma delas chegasse perto o suficiente, perceberia claramente o que a gente tava fazendo.
Finalmente, gozei enchendo a buceta dela de porra, e depois ajeitamos as roupas e voltamos andando pra casa como se nada. se nada tivesse acontecido. Exceto, claro, que minha mãe percorreu todo o caminho com meu sêmen escorrendo da buceta dela.
Durante o dia, quando estávamos separados, nos acostumamos a mandar mensagens pelo celular nos nossos tempos livres e também umas fotos quentes pra esquentar.
Quando completamos 1 mês de relacionamento, ela me deu um presente incrível.
— Ainda tem energia pra mais uma rodada? — ela perguntou depois que eu enchi a buceta dela de porra, como toda noite.
— Pra você, sempre, mamãe. — respondi, mostrando meu pau que já começava a endurecer de novo.
— Filho, neste último mês você me fez a mulher mais feliz do mundo e quero te dar algo como agradecimento. Quero que você me foda o cu. — ela disse.
— Sério, mamãe? Nunca pensei que você quisesse dar por ali. — respondi, todo empolgado.
— Só peço que você tome muito cuidado, faz anos desde a última vez que me comeram por lá e, embora eu tenha usado meu vibrador recentemente nele, não se compara com seu pau enorme. — ela pediu.
— Claro que vou ser cuidadoso, mamãe. Se sentir dor, é só falar que eu paro. — respondi.
Minha mãe me entregou um lubrificante que guardava na mesinha de cabeceira e depois se colocou de quatro na minha frente. Antes de usar o lubrificante, eu queria uma provinha daquele cu magnífico e mergulhei a língua nele. Ela se assustou ao sentir minha língua no cu dela, mas logo começou a gemer. Minhas mãos separavam as nádegas dela pra ter um acesso melhor.
Minha língua penetrou com esforço naquele buraco apertado, preparando-o pra receber meu pau. Embora ela tivesse enfiado o vibrador muitas vezes ali, ele era pequeno. O cu dela se contraía com as lambidas que eu dava, e ela ria, aproveitando a sensação.
Sabendo que só minha saliva não ia bastar, peguei o vidro de lubrificante e espirrei o conteúdo nos meus dedos. Primeiro comecei com um, depois dois e finalmente consegui enfiar três dedos dentro do cu dela. Garanti que lubrificasse bem por dentro. completo, assim como meu pau, porque não queria machucar minha mãe. Depois de pronto, me posicionei atrás dela.
— Tá pronta, mamãe? — perguntei com a cabeça do meu pau tocando de leve a bunda trêmula dela.
— Vai, filho. Fode tua mãe pelo cu. — ela disse enquanto abria as nádegas o máximo que podia.
Devagar, comecei a penetrar o cu da minha mãe, a cabeça inchada do meu pau teve dificuldade pra entrar.
— Tá sentindo bem, mamãe? — perguntei preocupado.
— Tô, filho, não se preocupa, aghhh, só deixa eu me acostumar com teu pau. — respondeu enquanto apertava os lençóis com força por causa da dor.
Aos poucos, o tronco foi entrando no cu da minha mãe, era o cu mais apertado que já tinha fodido e apertava meu pau de um jeito delicioso. Finalmente consegui enfiar tudo até minhas bolas baterem nela.
— Já entrou tudo, mamãe. — falei.
— Meu Deus, não acredito que enfiou tudo, filho. Não pensei que ia aguentar. — exclamou minha mãe, surpresa.
Ficamos parados enquanto ela se acostumava a me ter dentro do cu dela, verdade seja dita, eu não tinha problema em ficar assim o tempo que fosse preciso, era uma sensação única estar dentro dela.
Depois de um tempo, ela me indicou que era seguro continuar quando começou a empurrar os quadris pra mim.
— Aiii, filho, que gostoso, não para, mmmm, que delícia, tava há tempos sem aproveitar tanto um pau no meu cu, mmmmm, aggghhh. — gemeu minha mãe.
— Teu cu aperta meu pau como nenhum outro, mamãe, ufffff, que cu gostoso você tem, mmm, vou encher ele de leite. — falei enquanto metia com mais força.
— Isso, filho, enche de leite, aghhh, goza dentro de mim, ummmmm. Que gostoso ter meu filho fodendo meu cu. Ahhhhh, TO GOZANDOOOO. — gritou minha mãe anunciando o orgasmo.
— Siim, mamãe, também tô gozandooo. — exclamei acompanhando ela com meu orgasmo e jorrando meu leite no cu dela.
Desabei ao lado dela e meu pau saiu do cu dela, de onde pronto começou a jorrar meu semen.
Cada dia que passava, minha mãe me surpreendia mais até onde podia chegar, mas a melhor surpresa veio um dia em que cheguei tarde em casa por causa da escola. Mal entrei e já ouvi claramente gemidos vindos do quarto da minha mãe; pensei que talvez ela estivesse se masturbando enquanto esperava minha chegada, mas conforme me aproximei, notei que eram duas vozes que se ouviam.
Ao entrar pela porta, levei um susto ao encontrar minha mãe e a dona Vicky enroscadas num excitante 69. Estavam tão vidradas uma na outra que nem perceberam minha presença. Diante de um espetáculo tão maravilhoso, só havia uma coisa a fazer: tirei a pica pra fora e comecei a bater uma.
Minha mãe já tinha me contado sobre os encontros dela na faculdade, mas era alucinante poder presenciar ao vivo. Mal dava pra ver o rosto da minha mãe mergulhado entre as grossas coxas da dona Vicky, que estava por cima dela e também enfiada na sua entreperna.
As duas milf lambiam e chupavam como desesperadas, enchendo o quarto de sons eróticos e gemidos. Mas não era só isso: dava pra ouvir um leve zumbido de vibrações, o que significava que além disso estavam usando os brinquedos da minha mãe entre elas.
Me aproximei um pouco da bunda da dona Vicky e confirmei minhas suspeitas ao ver que minha mãe tinha um vibrador enfiado no cu da amiga enquanto usava a língua na buceta dela. Era espetacular ver minha mãe atacando aquela buceta com tesão, com certeza a amiga dela estava dando o mesmo tratamento nela, porque ela estava de olhos fechados de prazer.
Finalmente, vi as duas gemerem forte e seus corpos se contorcerem ao chegarem ao clímax do encontro; ambas ficaram alguns segundos enfiadas na buceta uma da outra, provavelmente saboreando os sucos, e quando terminaram, dona Vicky se deitou ao lado da minha mãe, totalmente satisfeita.
— Isso foi incrível, Margarita. Que bom que você finalmente se decidido a me ligar - disse a madura completamente extasiada.
- Concordo - falei, revelando minha presença.
- David?! Meu Deus, que vergonha! Não acredito que você viu isso! - exclamou Victoria, totalmente surpresa, enquanto se cobria com os lençóis.
- Não tem do que se envergonhar, senhora, aquilo foi muito excitante, e não sou só eu que digo, meu amigo aqui também concorda - respondi, apontando pra minha pica dura como pedra.
- Mas como você ousa mostrar isso na minha frente e na da sua mãe, atrevido?! - disse a senhora, mas sem conseguir desviar o olhar do meu pau.
Minha mãe se levantou da cama completamente nua e ficou ao meu lado.
- Agora você reclama, mas bem que gozou com ele dentro de você, foxy. Bem-vindo em casa, filho - disse minha mãe enquanto pegava no meu pinto e balançava ele na frente da dona Victoria.
- É verdade, aquela freira, empregada e médica aproveitaram muito dessa pica. Oi, mãe - respondi, dando um beijo apaixonado nela diante do olhar atônito da amiga.
Pela primeira vez na vida, Victoria ficou sem palavras. O que acontecia na frente dela era algo inacreditável e ao mesmo tempo excitante.
- E-espera um minuto... você tá me dizendo que o garoto daquela vez...? E não só isso, mas vocês dois...? - disse a mulher, entendendo o que estava rolando.
- Isso mesmo, mulher. Meu filho te comeu naquela ocasião com aquelas fantasias que você gosta de usar - respondeu minha mãe.
- E não é só isso, minha mãe nos viu foder pela webcam naquela vez enquanto se masturbava - completei.
- E agora esse pedaço de pica é todo meu. Todas as noites durmo com a buceta e o cu cheios de porra do meu filho, e nunca fomos mais felizes - concluiu minha mãe.
- Bom, é muita informação pra assimilar em tão pouco tempo, mas só posso dizer que você é uma mulher de sorte, Margarida. Seu filho foi um dos meus melhores amantes, honestamente, tenho inveja de você poder aproveitar um pedaço de pica desses todo dia - respondeu a senhora.
- Então aproveita que ele tá na sua frente e curte, mulher. Tenho certeza que meu garoto não vai ter problema em satisfazer duas vadias como a gente. Não é mesmo, filho? - perguntou minha progenitora.
- Claro que não tenho problema, mãe. Vou foder vocês até não aguentarem mais - falei animado.
Aquela era minha primeira vez num menage com duas mulheres e eu planejava aproveitar ao máximo.
Minha mãe foi a primeira a atacar e se...
No entanto, dona Vicky tinha ficado parada observando minha mãe me fazer um boquete, com certeza estava tentando processar a situação.
- Não fica aí parada, Vicky, vem aproveitar a pica deliciosa do meu menino - disse minha mãe balançando minha pica na direção da amiga.
Dona Vicky se ligou e rapidamente se colocou ao lado da minha mãe, que ofereceu minha pica pra ela. A senhora não perdeu tempo e engoliu tudo de uma vez. Deu umas chupadas e passou de novo pra minha mãe, que fez o mesmo. Aquele par de milf vadias se deliciava compartilhando minha pica como se fosse um pirulito, meus gemidos mostravam o quanto eu tava curtindo.
- Uma pica tão gostosa merece um tratamento especial, não concorda, Margarida? - perguntou dona Vitória.
- Não poderia concordar mais. Se prepara, coração, isso vai te deixar louco - falou minha mãe sorrindo maliciosamente.
O ataque duplo começou quando as duas percorreram minha pica, uma de cada lado. Depois minha mãe dava chupões na cabeça enquanto dona Vicky lambia o tronco, aí foi dona Vicky quem enfiou na boca até sumir e minha mãe desceu até minhas bolas pra lamber. Depois se beijavam juntas enquanto usavam as mãos pra me punhetar e logo voltavam a focar na minha pica.
Ficava me perguntando quantas vezes aquelas amigas tinham comido uma pica juntas, trabalhavam de forma coordenada na minha pica, focando em não deixar nenhum lugar sem atenção e se encontrando em momentos onde aproveitavam pra dar beijos rápidos ou lambidas.
Sem nem conseguir avisar e absorto como eu tava com as atenções daquelas mulheres, meu leite saiu disparado de mim. Pau gozando na minha mãe e na amiga dela com meus jatos enquanto as duas estavam chupando a cabeça do meu pau.
As milf receberam a gozada de boca aberta, tentando pegar o máximo possível, e quando terminei de esporrar nelas, se agarraram num beijo lésbico, compartilhando minha porra entre elas.
Graças à minha juventude e ao tesão da situação, meu pau ainda estava duro pra guerra, e eu me aproximei da minha mãe querendo foder ela primeiro, mas ela tinha outros planos.
— Calma aí, muleque, que modos são esses? A convidada primeiro, filho, depois você pode me foder a noite toda. — disse minha mãe apontando pra amiga dela.
— Espera, que eu quero ver isso com meus próprios olhos, antes de me foder quero ver vocês juntos. Me excita saber que são mãe e filho. — disse dona Vitória.
A senhora sentou num canto enquanto minha mãe e eu nos preparamos para satisfazê-la.
Eu me deitei na cama com o pau pra fora e minha mãe montou em mim, sentando de costas pra mim em cima do meu pau, assim a amiga dela podia apreciar com todos os detalhes a união entre mãe e filho.
Minha mãe começou a subir e descer no meu pau devagar, mas aos poucos foi aumentando o ritmo enquanto eu ajudava segurando ela pela cintura. Eu me juntei a ela empurrando minha bacia pra cima. Pela nossa experiência cada vez maior juntos, achamos o ritmo rápido e o prazer foi crescendo pros dois.
Minha mãe pulava no meu pau enquanto brincava com os peitos e olhava como a amiga se deliciava nos observando.
— Tá gostando do que vê, safada? Tá curtindo ver meu filho metendo até o fundo em mim? — perguntou minha mãe olhando pra amiga.
— Siiim, que sorte você tem, desgraçada, que gostoso ele te come, mmmmm, vai, David, fode a sua mãe com vontade, faz ela gritar de prazer, que gostosa que ela é. — disse a coroa nos incentivando.
— Não precisa falar duas vezes, adoro foder minha mamãe, adoro ver como ela curte meu pau dentro. Ela e se prepare, porque depois é a sua vez, senhora. - respondi.
- Uff, sim, quero que você foda igual à sua mãe, não pare, enfia com força, fode a puta da sua mãe. - dizia dona Vicky enquanto usava o vibrador para se dar prazer.
- Obedece ela, filho, me pega com gosto enquanto elas nos observam, enfia até o fundo, me enche com seu leite. - pedia minha mãe entre gemidos.
Diante de tanta motivação e palavras de apoio, era óbvio que eu não aguentaria muito e gozei, descarregando meu esperma dentro da minha mãe como tantas outras vezes. Dona Vicky também tinha gozado junto com a gente, testemunhando aquele espetáculo proibido e incestuoso.
- Agora sim, seus putos, é a minha vez, mas primeiro quero chupar de novo essa deliciosa pica, e tenho certeza que você lembra como era bom entre meus peitos, David. - disse dona Vicky se levantando.
E era verdade, aquela vez que ela usou os peitos para prender minha pica tinha sido incrível, e agora eu podia repetir.
Dona Vicky se deitou na cama e, subindo nela, enfiei minha pica entre seus peitões enormes, que estavam cobertos pelos fluidos da minha mãe e da minha gozada. Ela prendeu ela no meio daqueles balões de carne, e eu comecei a meter e tirar enquanto minha mãe se dirigia para a buceta da amiga. Quando a cabeça da minha pica aparecia entre os seios dela, dona Victoria dava uma chupada, mas esse trabalho estava cada vez mais difícil por causa das atenções da amiga debaixo dela.
- Uff, Margarida, você sempre sabe o que eu gosto, mmmm, sim, deixa ele pronto pra receber a pica do seu filho. - disse a coroa.
Curioso, me virei pra ver o que minha mãe estava fazendo e descobri que ela estava lambendo não a buceta, mas o cu dela. Ela abria as nádegas o máximo que podia e enfiava a língua dentro daquele buraco escuro, deixando ele preparado pro que vinha a seguir.
- Já tá tudo pronto, Vicky. David, pode trazer sua pica aqui e furar o buraco da Vicky. - disse minha mãe se afastando do cu da amiga.
Sempre Disposto a obedecer, desci da senhora e fiquei de pé na beira da cama. Minha mãe deu umas chupadas rápidas no meu pau e depois guiou ele até a bunda da amiga dela. Meu pau entrou sem problemas naquele cu maduro e, sem perder tempo, comecei a penetrá-la de forma rápida e feroz. Minha mãe foi agora para a frente da amiga e se preparou para chupar aqueles peitos enormes e deliciosos.
Dona Vicky estava louca de prazer, com meu pau entrando e saindo do cu dela e minha mãe chupando-lhe as tetas com gosto e beliscando os bicos com força.
-Ai, seus putos, que gostoso que vocês fazem, hummm, siiiim, não parem, me fode com força, David, aghhh, fode meu cu com vontade. Mmmmm, Margarida, chupa minhas tetas mais forte, sua puta, você sabe como eu gosto, ughhhhh, siiiim, assiiim, maaaais.- gemia a coroa descontrolada.
As atenções foram demais para ela e logo ela gozou, soltando um gemido intenso de prazer.
Eu também estava prestes a gozar no cu da coroa, mas minha mãe me parou.
-Antes de encher ela de porra, querido, tem uma coisa que quero fazer de novo com ela. O que você acha, Vicky? Quer repetir aquilo?- perguntou minha mãe.
-Já tinha esquecido. Mas é claro, Margarida, com certeza seu filho vai adorar.- respondeu a senhora.
Aquelas milf se colocaram uma em cima da outra, pressionando suas barrigas e peitões, além das bucetas peludas. As rachas ficaram à minha total disposição, uma sobre a outra.
-Vai em frente, filho, escolhe a que você mais gostar, mas não esquece da outra também.- disse minha mãe.
Obviamente, fui direto na racha da minha mãe e enfiei de uma só vez, empurrando ela para frente. Depois de umas metidas, desci até a outra buceta e também cravei meu pau de um movimento só.
As milf estavam curtindo aquilo tanto quanto eu. Enquanto eu focava nas rachas delas, elas se entretinham esfregando os bicos uma da outra e trocando beijos ardentes, juntando as línguas. outra e se acariciando com luxúria.
Seus montes de vênus peludos se esfregavam um contra o outro e seus clitóris inchados se tocavam levemente enquanto faziam isso. Minhas estocadas também serviam para aumentar o ritmo da fricção entre elas, além do prazer de sentir suas bucetas penetradas.
O orgasmo estava cada vez mais perto e, já que dona Vicky era uma convidada, o mais correto era esvaziar meu gozo dentro dela. Penetrei mais algumas vezes a buceta da minha mãe e desci até a da amiga dela, perfurando com força até chegar ao clímax e disparar minha porra dentro dela.
Dona Vicky gozou ao sentir que estava sendo cheia de porra, mas seus gemidos foram abafados pelos lábios da minha mãe, que também chegou ao orgasmo enquanto esfregava a buceta na da companheira.
Nós três estávamos completamente exaustos e, com uma coroa de cada lado, tiramos uma soneca pequena e prazerosa.
Acordei pouco tempo depois e minha mãe ainda estava nos meus braços, mas dona Vitória já tinha se levantado e começava a juntar as roupas para se vestir. Acordei minha mãe para se despedir da amiga.
— Muitas felicidades para vocês dois. Espero que continuem felizes para sempre. Só peço que não se esqueçam desta desgraçada e abandonada mulher, podem me convidar ou me visitar quando quiserem, seja os dois juntos ou separados. — disse dona Vicky enquanto se preparava para ir embora.
— Mas isso nem se discute, mulher, você sempre será bem-vinda nesta casa, onde terá uma rola ou uma buceta te esperando, ou os dois juntos. — respondeu minha mãe.
— E outra coisa, aconselho vocês a tentarem se transmitir pela internet, aposto que se disserem que são mãe e filho, vão ter uma audiência enorme. — acrescentou antes de ir embora.
— E como é que isso aconteceu entre vocês, mãe? — perguntei quando ficamos sozinhos.
— Bom, desde que ela soube que eu tinha decidido entrar no grupo das MILFs Anônimas, ela não parou de me encher o saco para contar como foi minha primeira vez com um jovem. Pensei em contar a verdade, afinal, ela é minha... melhor amiga e eu supus que ela entenderia, mas depois tive uma ideia melhor. Quando você me avisou que chegaria tarde, convidei ela pra casa pra contar minha experiência. Contei tudo com detalhes, mas escondendo sua identidade, isso deixou nós duas com tesão e convenci ela a reviver nossos tempos de faculdade, o que não foi difícil porque ela já queria há um tempão. Deixei a porta aberta esperando você chegar, sabendo que você ia se juntar a nós, e posso dizer que deu tudo certo. — relato da minha mãe.
Seguindo o conselho da Dona Vitória, a gente se atreveu a se exibir na internet, compramos uma webcam e algumas vezes nos transmitimos transando. Usamos máscaras pra esconder nossa identidade, mas deixamos bem claro que éramos mãe e filho. Era inacreditável a quantidade de visualizações que tivemos, além dos comentários que recebemos. Ficávamos com tesão lendo eles enquanto nos masturbávamos.
Mas o melhor ainda estava por vir e ainda tinha um assunto pra resolver. Naquela noite, já quase dois meses desde a nossa primeira vez, tinha algo que eu ainda não tinha contado pra minha mãe.
Contei pra ela meu último encontro antes de ficar com ela, o que eu tive com a Dona Rosy, a mãe do Alex, e a situação entre os dois.
— Nossa, nunca imaginaria que a Rosy tinha esses sentimentos pelo filho dela. — ela disse enquanto me batia uma punheta com carinho. — Mas é compreensível. O Alex é um garoto muito bonito e educado, e com certeza é um bom fodedor.
— Tá tentando me deixar com ciúmes? — respondi enquanto minha mão acariciava a buceta peluda dela. — Não basta a pica do seu filho e agora quer mais? Puta que pariu, você é uma Promíscua.
— Posso ser uma Promíscua suja, mas ainda sou sua mãe, então mostra um pouco de respeito. — ela disse com um tom falso de severidade.
— Vou te mostrar todo o respeito que tenho por você. — falei, e pegando ela pelos quadris, coloquei ela de quatro na cama e enfiei minha pica na buceta dela. Fodi ela com força, fazendo ela gemer e gritar de prazer.
— Será que essa pica não é Já que tá falando sério, mãe. Cê quer mesmo dar pro Alex? Depois de tudo que eu fiz com as vizinhas, cê tem todo direito, e eu sei que ele vai te tratar bem." - falei.
"Não vou mentir, filho, a ideia de dar pra ele me excita. Na real, já me masturbei umas vezes pensando nele. Mas sinto que a gente tem que fazer algo com o Alex e a Rosy; dar um jeito de juntar eles, igual a gente." - disse minha mãe.
"Primeiro vou ver se o Alex topa a ideia de comer a própria mãe. Se sim, tenho uma ideia pra matar dois coelhos com uma cajadada só." - respondi.
"Perfeito. E se a gente conseguir, podemos foder os quatro juntos. Tô doida pra ter a buceta da Rosy na boca enquanto vocês enfiam nos meus buracos." - disse minha mãe rindo.
Quem diria que minha mãe ia acabar sendo uma puta tão safada, disposta a tudo. Suponho que filho de peixe, peixinho é.
CONTINUA...


Salve. Seguimos com essa saga que tem agradado muitos de vocês. Como vocês podem ver, o próximo capítulo vai ser dos mais empolgantes, vou fazer de tudo pra terminar ele antes do ano acabar, mas também tenho outros projetos pendentes e alguns novos.
Como sempre, agradeço pelos comentários e pontos. Valeu por ler.
Também curto conhecer gente que gosta de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
Espero que continuem curtindo minhas histórias.
CAPÍTULO 09


No dia seguinte, acordei ainda sem acreditar nos acontecimentos da noite anterior. Por um momento, pensei que tudo tinha sido um sonho, mas ver minha mãe dormindo ao meu lado, com um grande sorriso nos lábios, me mostrou que tudo tinha sido muito real. Ainda estávamos abraçados e meu pau continuava enterrado na buceta da minha mãe. Ela acordou alguns segundos depois e nos olhamos nos olhos para depois nos dar bom dia com um beijo apaixonado.
De repente, caímos na conta do estranho da nossa localização, ainda estávamos na casa da Dona Elide. Ela apareceu na porta vestindo um roupão de cetim.
— Bom dia, pombinhos. Espero que tenham dormido bem. O café da manhã está servido, embora já seja quase meio-dia. — disse ela enquanto bebia uma xícara de café.
Nós dois devolvemos o bom dia com certo desconforto; estávamos um pouco envergonhados pelo que tinha acontecido.
Fomos para a mesa tomar café da manhã, onde a preocupação podia ser vista em nossos rostos. Comemos um tempo em silêncio até que Dona Elide falou.
— Antes de tudo, preciso pedir desculpas por ter enganado vocês assim. Quando Margarida veio me ver e me contou seus motivos para entrar no grupo, comecei a bolar um plano. A confirmação de David de que também sentia atração pela mãe foi tudo que precisei para colocar esse plano em ação. O principal problema, do meu ponto de vista, era que vocês dois se desejavam, mas nenhum dos dois admitiria por conta própria, então precisavam de um empurrãozinho. Não precisam se preocupar, o segredo de vocês estará seguro comigo. Além disso, devo confessar que ver uma mãe e um filho fodendo era uma das minhas fantasias, e vou dizer que ver vocês juntos foi algo incrível. —
Nós dois relaxamos completamente e continuamos comendo e conversando sobre trivialidades. Dona Elide nos contou alguns de seus encontros mais quentes e suas fantasias mais eróticas, o que não demorou para deixar meu pau duro. Minha mãe aproveitou para pegá-lo por baixo da mesa e me fazer uma punheta discreta. a que eu correspondi enfiando dois dedos na buceta dela. Dona Elide riu ao perceber o que estava rolando debaixo da mesa e ela também começou a se punhetar enquanto continuava com seus relatos.
No final, nós três gozamos quase ao mesmo tempo. Meu sêmen banhou a mão da minha mãe, que sem perder tempo levou à boca para engolir tudo.
Assim que terminamos, nos preparamos para ir para o nosso apartamento. Dona Elide se despediu dando um beijo na boca em cada um de nós.
-Até logo, pombinhos. Se comportem. E David, imagino que isso significa sua saída do grupo. Mas se quiser continuar participando, sempre posso arrumar outro garotão para satisfazer sua mãe fogosa.- disse a senhora rindo.
-Não se preocupe com isso. De agora em diante, eu vou cuidar de satisfazer minha mãe ardente.- respondi abraçando minha mãe enquanto ela corava.
-Ai, mas que coisas que esse menino fala. E que bom que você mencionou, ainda temos que conversar sobre esses encontros.- disse minha mãe com uma falsa bronca.
Seguimos de volta para casa agindo normalmente, como se nada tivesse acontecido, mas assim que cruzamos a porta do nosso apartamento, empurrei minha mãe contra a porta e dei um beijo incrível e cheio de tesão, que ela correspondeu enfiando a língua na minha boca.
O beijo não durou muito, pois minha mãe fez a gente se separar.
-Espera, querido, primeiro as primeiras coisas. É melhor eu ligar para o trabalho e para sua escola para avisar que estamos doentes. Enquanto isso, prepara o banho, nós dois precisamos de um bom chuveiro.- disse minha mãe.
Obedeci e fui para o banheiro enquanto ela fazia as ligações necessárias. Enquanto me despia, ainda não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido; pensei que a qualquer momento acordaria e tudo teria sido apenas um sonho. Mas parte disso me deixava na dúvida sobre o que aconteceria com nossas vidas. Obviamente, tínhamos cometido um ato proibido e nossa relação não poderia Voltar a ser como antes, mas o que aconteceria depois.
Perdido nos meus pensamentos debaixo do chuveiro, nem percebi que minha mãe tinha entrado no banheiro. As mãos dela me envolveram por trás, me abraçando.
— Já tá tudo pronto. O dia é nosso, querido — ela disse.
Eu me virei pra ficar de frente pra ela e parei pra admirar aquele corpo maduro lindo. Pela primeira vez, podia contemplá-lo em todo o seu esplendor, sem precisar olhar escondido ou de canto de olho.
Amava tudo nela: os peitos grandes e caídos, a barriga gordinha, a buceta peluda e aquele rabo enorme.
Minha mãe ensaboou meu corpo como quando eu era criança, dando atenção especial pro meu pau duro, que ela agarrou com as mãos e limpou com carinho e cuidado. Quando deixou ele brilhando e limpinho, se ajoelhou pra chupar com gosto.
Minha mãe pegou meu pau e ficou olhando por uns minutos, depois passou os lábios delicadamente na cabeça dele e começou a chupar.
Talvez ela não fosse uma chupadora experiente, mas eu não tava nem aí. Só de ter ela se deliciando com meu pau já era o suficiente pra me fazer gozar. Ela se concentrou em chupar a cabeça do meu pau e depois enfiou ele inteiro na boca. Pra minha surpresa, conseguiu engolir ele todo. Era uma visão incrível ver minha mãe metendo meu pau inteiro na boca. Ela continuou chupando animada de vez em quando, tirava pra lamber o tronco e depois enfiava tudo de novo.
Os cuidados dela deram resultado quando anunciei que ia gozar, mas ela ignorou o aviso e recebeu tudo de bom grado na boca. Minha mãe engoliu toda a minha porra sem desperdiçar uma gota, e ainda deu umas lambidinhas na glande pra pegar qualquer resto.
Ela se levantou com um sorriso nos lábios e abriu a boca pra mostrar que tinha engolido tudo.
Agora era minha vez de retribuir o favor, e com as mãos percorri aquele corpo que tanto desejei, apertando os peitos enormes dela. Sob seus seios, ela gemia, os mamilos endureceram reagindo às minhas carícias, e eu os belisquei de brincadeira. Coloquei-os debaixo do jato d'água para limpar os restos de sabão e depois os levei à boca, onde chupei com força. Minha mãe se apoiou na parede do banheiro, extasiada com minhas atenções, mas ainda faltava mais. Uma das minhas mãos desceu até sua buceta peluda e, sem aviso, enfiei 2 dedos dentro da sua racha. Ela se assustou com a intrusão, mas não demorou a aproveitar minhas atenções. Mais uma vez, protagonizávamos uma cena peculiar: um filho chupando os peitos da mãe enquanto enfiava os dedos na buceta dela. Segurei-a nos meus braços, pois suas pernas fraquejavam por causa das minhas carícias, e finalmente ela gozou nos meus dedos, mas, por causa da água que caía, escorreu pelo ralo do chuveiro. Que desperdício. Bem, talvez depois eu pudesse provar de novo sua buceta doce. Por enquanto, tinha uma ideia melhor em mente. Coloquei-a de frente para a parede e, com a pica ereta, me dirigi à sua buceta, pronto para penetrá-la, mas ela me impediu. —Isso foi incrível, filho, mas por mais que eu queira que você me foda de novo, acho que antes de continuar, precisamos conversar seriamente sobre nosso futuro.— Ela disse, saindo do chuveiro. Pegamos algumas toalhas e, depois de nos secar, saímos do banheiro com as toalhas cobrindo nossa nudez. Fiquei feliz que minha mãe tivesse as mesmas dúvidas que eu, e certamente era importante definir o rumo que nossas vidas tomariam. Sentamo-nos à mesa da cozinha para discutir tudo o que havia acontecido. Minha mãe foi a primeira a falar. —Para começar, devo admitir que já tinha esquecido como o sexo era bom, e nunca tinha experimentado tanto prazer quanto senti com você. Não sei se toda essa coisa de mãe e filho tem algo a ver, mas nunca tinha gozado como ontem à noite. Não vou negar que gostaria de continuar transando com você, mas não quero te prender e impedir que procure uma parceira só para me agradar.— — Ainda sou sua mãe e me importo com sua felicidade. Além disso, com certeza você vai ficar melhor com uma garota da sua idade do que com uma velha como eu — disse minha mãe.
— Mãe, desde antes de nos mudarmos pra cá eu já tinha uma fixação por milf. Reconheço que nunca pensei em você de um jeito sexual antes, mas certos eventos fizeram despertar meu desejo por você. Esse desejo nada mais é do que o amor que eu já sentia por você, só que expresso de um jeito um pouco mais físico. Também me importo com sua felicidade, e enquanto você quiser ficar comigo, isso vai me fazer muito feliz. Não importa o que aconteça, eu sempre vou estar do seu lado, seja como seu parceiro ou simplesmente como seu filho — respondi.
Minha mãe tinha lágrimas de felicidade nos olhos e um sorriso enorme por causa das minhas palavras. Levantei e abracei ela com carinho, e depois dei um beijo amoroso nos lábios dela.
No entanto, alguém estava se empolgando demais. Meu pau subiu de novo, fazendo uma barraca com a toalha na minha cintura e começou a pressionar contra ela.
— Pelo amor de Deus, filho. Esse troço nunca descansa? — perguntou ela, apontando pro meu pau.
— Desculpa, mãe. Não consigo evitar tendo uma beleza dessas tão perto — respondi.
— Você só fala isso porque quer me foder. É igual a todos os homens — disse ela, brincando.
— Claro que não, mãe. Você é muito gostosa e merece o melhor. Vou te falar uma coisa: já que somos um casal, o justo é a gente ter um encontro. Se arruma bem porque hoje à noite vamos sair pra jantar. Eu pago — falei.
Já que nenhum de nós dois tinha que ir pro trabalho ou pra escola naquele dia, a gente se dedicou às tarefas de casa. Minha mãe saiu um pouco pra comprar o almoço enquanto eu limpava a casa. Durante a comida, a gente conversou como antes, mas ficava trocando olhares furtivos o tempo todo. Finalmente a noite chegou, e me arrumei o mais galã que pude pro encontro mais esperado da minha vida.
Na hora combinada, nos encontramos na sala de casa. Minha mãe apareceu com um vestido preto que Ficava espetacular. Os peitões enormes dela se destacavam com aquele decote ousado.
Fiquei de boca aberta quando vi ela e meu pau endureceu na hora.
— Nossa, mãe, você tá linda pra caralho — falei, fazendo ela corar.
Ela me pegou pelo braço e saímos pra curtir nosso primeiro encontro. Como era segunda-feira, tinha pouca gente na cidade naquela noite. Fomos ver um filme, jantamos num restaurante bom e depois fomos passear pelo lugar. Rimos, papeamos e nos divertimos como nunca. No começo, a gente se comportava normal, mas conforme a noite avançava, ficávamos mais melosos, até parecer um casal apaixonado; e no fim das contas, era isso que a gente era.
A noite chegava ao fim e voltamos felizes pra casa. Ao entrar, ficamos na dúvida do que fazer em seguida. Chegamos até a porta dos nossos quartos e ficamos em silêncio. Era óbvio que os dois queriam a mesma coisa, mas ainda sentíamos um certo desconforto em expressar. Nosso primeiro encontro tinha rolado por causa de um engano, e o banho da manhã tinha sido por causa da excitação que ainda tínhamos; mas agora estávamos cientes da situação.
Finalmente, minha mãe me deu boa noite e se preparou pra entrar no quarto dela. Eu segurei ela e a peguei nos meus braços, dando um beijo romântico e carinhoso.
— Mãe, quero passar a noite com você — falei.
— Pra me foder? — ela perguntou.
— Não, pra fazer amor com você — respondi.
Assim, abraçados, entramos no quarto dela, onde lentamente começamos a tirar nossas roupas. Quando levantei o vestido da minha mãe, vi que por baixo ela usava um conjunto sensual vermelho de sutiã e calcinha de renda transparente. Os mamilos duros e as aréolas grandes dela podiam ser vistos através do tecido fino, assim como a buceta peluda dela.
— Comprei especialmente pra você. Gostou? — ela perguntou.
Minha resposta foi outro beijo, só que mais intenso que o anterior.
Caímos na cama e, aos poucos, fui tirando aquele visual deslumbrante dela. até deixá-la nua, ela me ajudou a me despir até ficar como vim ao mundo.
Diferente da noite anterior, dessa vez a gente tomou nosso tempo pra curtir o encontro; percorri o corpo da minha mãe enchendo ele de beijos, desde os lábios dela, passando pelo pescoço, até chegar nos peitões dela. Com calma, chupei eles como quando era criança, acariciando com delicadeza. Gemidos tímidos escapavam dos lábios dela ao sentir minha boca nos mamilos. Continuei minha jornada até chegar na buceta dela, que eu tava doido pra provar de novo. Minha mãe abriu as pernas devagar, mostrando aquele lugar de onde eu tinha saído. Ainda tinha pelos, do jeito que eu gosto, mas ela tinha aparado o volume e deixado mais uniforme.
Devagar, encostei meus lábios naquela buceta madura divina e comecei a chupar devagar, dei umas lambidas nos lábios e depois enfiei minha língua dentro dela. Depois fui pro clitóris dela, dei uns beijos suaves e lambi como se fosse um sorvete. Tava decidido a fazer ela gozar só com a boca e consegui uns minutos depois, quando senti a enxurrada dos sucos dela encher minha boca.
Assim que terminei de saborear os sucos da minha mãe, me preparei pra dar uma trepada nela pela primeira vez.
Me acomodei entre as pernas dela e apontei meu pau duro pra buceta molhada dela. Olhei nos olhos dela e vi uma certa dúvida refletida ali.
— Tem certeza disso, filho? Ainda dá pra voltar atrás e esquecer tudo isso. Ainda podemos voltar a ser só mãe e filho. — ela falou com voz trêmula.
— A gente sempre vai ser mãe e filho, mas agora também somos algo mais. O amor que sinto por você nunca vai mudar, mãe. Se você me deixar, vou te fazer feliz todos os dias da sua vida e te fazer gozar todas as noites. Te amo, mãe. — falei, olhando fixo pra ela.
— E eu te amo, filho. Então vai, quero ter você dentro de mim de novo. Quero que me faça sentir mulher outra vez. — ela disse, me olhando nos olhos com lágrimas de felicidade.
Sem desviando nossos olhares, penetrei ela devagar, aproveitando cada momento. Quando estava totalmente dentro dela, me inclinei pra beijar ela de novo. O tempo parou pra nós e o mundo desapareceu. Suavemente, comecei a mexer meus quadris, entrando e saindo dela de um jeito calmo e pausado. Não sei quanto tempo fiquei dentro dela, mas era uma sensação indescritível penetrar ela devagar, curtindo cada instante do encontro e desejando que nunca acabasse.
Não havia mais palavras pra dizer, nossos corpos falavam por nós, a única coisa que se ouvia no silêncio da noite eram nossos gemidos de prazer.
Nos beijamos com ternura e amor, aumentei um pouco o ritmo da penetração, buscando dar todo o prazer possível pra mulher que me pariu, sabia que ela tinha passado anos privada desse prazer e queria fazê-la gozar como nunca. Queria que ela curtisse tanto quanto eu, que sentisse o quanto eu amava ela, e pelos gemidos dela e o sorriso no rosto, tava conseguindo.
Ao mesmo tempo, alcançamos o tão esperado orgasmo e, sem medo de errar, posso dizer que foi o melhor das nossas vidas. Gozei dentro da minha mãe e ela gozou comigo dentro dela.
Ficamos abraçados, curtindo a consumação do nosso amor e o começo da nova relação que teríamos daqui pra frente.
Essa tinha sido uma experiência inigualável e inesquecível. Nenhum dos meus encontros anteriores tinha me dado tanto prazer, nem mesmo o da noite anterior na casa da dona Elide. Ficamos um tempo em silêncio, nos acariciando com ternura enquanto curtíamos a companhia um do outro.
Nos olhamos cara a cara e, mais uma vez, expressamos nosso amor com um beijo terno e romântico.
Peguei ela nos meus braços e caímos no sono juntos e felizes, abraçados carinhosamente como o casal que éramos.
Depois dessa noite espetacular, as coisas mudaram em casa. Minha mãe pediu um turno fixo matutino no trabalho pra poder ficar mais tempo juntos e eu, por minha parte, quando saía da escola, corria direto pra casa pra deixar tudo pronto pra chegada dela. A roupa ficou proibida em casa e a gente andava pelado pelo lugar.
Minha mãe me pediu pra contar como eu tinha ido parar naquele grupo de MILF Anônimas e tudo o que eu tinha feito com elas. Toda noite eu ia relatando pra ela os diferentes encontros que tive com as vizinhas. Enquanto eu explicava com todos os detalhes tudo que rolou, a gente se masturbava um ao outro até gozar e depois fodíamos até cair no sono.
Minha mãe ficava excitada pra caralho ao saber das várias práticas que eu tinha feito e insistiu em recriar algumas delas. Minha surpresa foi enorme quando ela também me contou as experiências dela de juventude, e eu percebi que ela também tinha feito coisas parecidas.
Nos fins de semana, a gente aproveitava pra colocar essas práticas em ação e também experimentar coisas novas.
Era incrível na cama, sempre quente e pronta pra foder. Não tinha problema em foder de forma selvagem ou com carinho. Tinha noites que a gente nem transava, só ficava de boa dormindo junto. A gente podia fazer amor suave, como namorados, trocando palavras doces, e também podia trepar como animais, soltando as putarias mais sujas que viessem na cabeça; ela era minha namorada e minha puta, minha amante e minha amiga, mas o mais importante é que era minha mãe.
Tanto eu quanto minha mãe concluímos que o sadomasoquismo não era nossa praia, mas a chuva dourada e os brinquedos a gente curtia pra caramba. Minha mãe adorava quando eu penetrava ela e depois metia um consolo no outro buraco dela; tenho certeza que ela fantasiava em ter dois paus de verdade ao mesmo tempo. Ela comprou mais uns brinquedos e um monte de lingerie sensual e provocante, desde fio-dental até baby dolls, e geralmente usava nos nossos encontros; eu sempre ficava sem fôlego quando a via pela primeira vez com aqueles looks eróticos.
A chuva dourada aconteceu de forma espontânea uma tarde quando minha mãe estava usando o banheiro; ela estava sentada nua no vaso quando entrei pra mijar.
— Upsi, desculpa, mãe, ia usar o banheiro, mas vou esperar você terminar. — falei, também pelado.
A luxúria apareceu nos olhos da minha mãe.
— Não precisa esperar, filho, pode fazer agora, só toma cuidado pra não sujar o chão. — respondeu com malícia.
Entendendo o que ela queria, entrei no banheiro e apontei meu pau pra ela; o jato de líquido amarelo saiu disparado e acertou em cheio os peitos dela, depois começou a escorrer pela pele até cair dentro do vaso. Minha mãe amassava os próprios peitos enquanto a minha urina os banhava, curtindo aquele líquido no corpo dela. Quando o jato diminuiu até acabar, ela também começou a mijar, mas dentro da privada; rapidamente me ajoelhei na frente dela e, entendendo minhas intenções, ela usou os dedos pra direcionar a urina dela pra mim. Em poucos segundos, eu estava completamente coberto pela urina dela até as últimas gotas saírem da buceta peluda dela.
Obviamente, o chão ficou uma porcaria, por isso combinamos que só faríamos isso no chuveiro.
Outra vez, num sábado à noite, voltávamos de um encontro e fomos pro parque perto de casa. Tava quase deserto, e aproveitamos pra foder num dos bancos do lugar.
Sem frescura, sentei no banco e tirei o pau da calça; minha mãe levantou a saia, afastou a tanga e sentou, engolindo meu pau por completo.
A sensação de sermos descobertos por alguém era a coisa mais excitante; minha mãe fazia o possível pra não gemer, mas eu dificultei quando comecei a brincar com os peitões dela. Ao longe, dava pra ver pessoas andando, e se qualquer uma delas chegasse perto o suficiente, perceberia claramente o que a gente tava fazendo.
Finalmente, gozei enchendo a buceta dela de porra, e depois ajeitamos as roupas e voltamos andando pra casa como se nada. se nada tivesse acontecido. Exceto, claro, que minha mãe percorreu todo o caminho com meu sêmen escorrendo da buceta dela.
Durante o dia, quando estávamos separados, nos acostumamos a mandar mensagens pelo celular nos nossos tempos livres e também umas fotos quentes pra esquentar.
Quando completamos 1 mês de relacionamento, ela me deu um presente incrível.
— Ainda tem energia pra mais uma rodada? — ela perguntou depois que eu enchi a buceta dela de porra, como toda noite.
— Pra você, sempre, mamãe. — respondi, mostrando meu pau que já começava a endurecer de novo.
— Filho, neste último mês você me fez a mulher mais feliz do mundo e quero te dar algo como agradecimento. Quero que você me foda o cu. — ela disse.
— Sério, mamãe? Nunca pensei que você quisesse dar por ali. — respondi, todo empolgado.
— Só peço que você tome muito cuidado, faz anos desde a última vez que me comeram por lá e, embora eu tenha usado meu vibrador recentemente nele, não se compara com seu pau enorme. — ela pediu.
— Claro que vou ser cuidadoso, mamãe. Se sentir dor, é só falar que eu paro. — respondi.
Minha mãe me entregou um lubrificante que guardava na mesinha de cabeceira e depois se colocou de quatro na minha frente. Antes de usar o lubrificante, eu queria uma provinha daquele cu magnífico e mergulhei a língua nele. Ela se assustou ao sentir minha língua no cu dela, mas logo começou a gemer. Minhas mãos separavam as nádegas dela pra ter um acesso melhor.
Minha língua penetrou com esforço naquele buraco apertado, preparando-o pra receber meu pau. Embora ela tivesse enfiado o vibrador muitas vezes ali, ele era pequeno. O cu dela se contraía com as lambidas que eu dava, e ela ria, aproveitando a sensação.
Sabendo que só minha saliva não ia bastar, peguei o vidro de lubrificante e espirrei o conteúdo nos meus dedos. Primeiro comecei com um, depois dois e finalmente consegui enfiar três dedos dentro do cu dela. Garanti que lubrificasse bem por dentro. completo, assim como meu pau, porque não queria machucar minha mãe. Depois de pronto, me posicionei atrás dela.
— Tá pronta, mamãe? — perguntei com a cabeça do meu pau tocando de leve a bunda trêmula dela.
— Vai, filho. Fode tua mãe pelo cu. — ela disse enquanto abria as nádegas o máximo que podia.
Devagar, comecei a penetrar o cu da minha mãe, a cabeça inchada do meu pau teve dificuldade pra entrar.
— Tá sentindo bem, mamãe? — perguntei preocupado.
— Tô, filho, não se preocupa, aghhh, só deixa eu me acostumar com teu pau. — respondeu enquanto apertava os lençóis com força por causa da dor.
Aos poucos, o tronco foi entrando no cu da minha mãe, era o cu mais apertado que já tinha fodido e apertava meu pau de um jeito delicioso. Finalmente consegui enfiar tudo até minhas bolas baterem nela.
— Já entrou tudo, mamãe. — falei.
— Meu Deus, não acredito que enfiou tudo, filho. Não pensei que ia aguentar. — exclamou minha mãe, surpresa.
Ficamos parados enquanto ela se acostumava a me ter dentro do cu dela, verdade seja dita, eu não tinha problema em ficar assim o tempo que fosse preciso, era uma sensação única estar dentro dela.
Depois de um tempo, ela me indicou que era seguro continuar quando começou a empurrar os quadris pra mim.
— Aiii, filho, que gostoso, não para, mmmm, que delícia, tava há tempos sem aproveitar tanto um pau no meu cu, mmmmm, aggghhh. — gemeu minha mãe.
— Teu cu aperta meu pau como nenhum outro, mamãe, ufffff, que cu gostoso você tem, mmm, vou encher ele de leite. — falei enquanto metia com mais força.
— Isso, filho, enche de leite, aghhh, goza dentro de mim, ummmmm. Que gostoso ter meu filho fodendo meu cu. Ahhhhh, TO GOZANDOOOO. — gritou minha mãe anunciando o orgasmo.
— Siim, mamãe, também tô gozandooo. — exclamei acompanhando ela com meu orgasmo e jorrando meu leite no cu dela.
Desabei ao lado dela e meu pau saiu do cu dela, de onde pronto começou a jorrar meu semen.
Cada dia que passava, minha mãe me surpreendia mais até onde podia chegar, mas a melhor surpresa veio um dia em que cheguei tarde em casa por causa da escola. Mal entrei e já ouvi claramente gemidos vindos do quarto da minha mãe; pensei que talvez ela estivesse se masturbando enquanto esperava minha chegada, mas conforme me aproximei, notei que eram duas vozes que se ouviam.
Ao entrar pela porta, levei um susto ao encontrar minha mãe e a dona Vicky enroscadas num excitante 69. Estavam tão vidradas uma na outra que nem perceberam minha presença. Diante de um espetáculo tão maravilhoso, só havia uma coisa a fazer: tirei a pica pra fora e comecei a bater uma.
Minha mãe já tinha me contado sobre os encontros dela na faculdade, mas era alucinante poder presenciar ao vivo. Mal dava pra ver o rosto da minha mãe mergulhado entre as grossas coxas da dona Vicky, que estava por cima dela e também enfiada na sua entreperna.
As duas milf lambiam e chupavam como desesperadas, enchendo o quarto de sons eróticos e gemidos. Mas não era só isso: dava pra ouvir um leve zumbido de vibrações, o que significava que além disso estavam usando os brinquedos da minha mãe entre elas.
Me aproximei um pouco da bunda da dona Vicky e confirmei minhas suspeitas ao ver que minha mãe tinha um vibrador enfiado no cu da amiga enquanto usava a língua na buceta dela. Era espetacular ver minha mãe atacando aquela buceta com tesão, com certeza a amiga dela estava dando o mesmo tratamento nela, porque ela estava de olhos fechados de prazer.
Finalmente, vi as duas gemerem forte e seus corpos se contorcerem ao chegarem ao clímax do encontro; ambas ficaram alguns segundos enfiadas na buceta uma da outra, provavelmente saboreando os sucos, e quando terminaram, dona Vicky se deitou ao lado da minha mãe, totalmente satisfeita.
— Isso foi incrível, Margarita. Que bom que você finalmente se decidido a me ligar - disse a madura completamente extasiada.
- Concordo - falei, revelando minha presença.
- David?! Meu Deus, que vergonha! Não acredito que você viu isso! - exclamou Victoria, totalmente surpresa, enquanto se cobria com os lençóis.
- Não tem do que se envergonhar, senhora, aquilo foi muito excitante, e não sou só eu que digo, meu amigo aqui também concorda - respondi, apontando pra minha pica dura como pedra.
- Mas como você ousa mostrar isso na minha frente e na da sua mãe, atrevido?! - disse a senhora, mas sem conseguir desviar o olhar do meu pau.
Minha mãe se levantou da cama completamente nua e ficou ao meu lado.
- Agora você reclama, mas bem que gozou com ele dentro de você, foxy. Bem-vindo em casa, filho - disse minha mãe enquanto pegava no meu pinto e balançava ele na frente da dona Victoria.
- É verdade, aquela freira, empregada e médica aproveitaram muito dessa pica. Oi, mãe - respondi, dando um beijo apaixonado nela diante do olhar atônito da amiga.
Pela primeira vez na vida, Victoria ficou sem palavras. O que acontecia na frente dela era algo inacreditável e ao mesmo tempo excitante.
- E-espera um minuto... você tá me dizendo que o garoto daquela vez...? E não só isso, mas vocês dois...? - disse a mulher, entendendo o que estava rolando.
- Isso mesmo, mulher. Meu filho te comeu naquela ocasião com aquelas fantasias que você gosta de usar - respondeu minha mãe.
- E não é só isso, minha mãe nos viu foder pela webcam naquela vez enquanto se masturbava - completei.
- E agora esse pedaço de pica é todo meu. Todas as noites durmo com a buceta e o cu cheios de porra do meu filho, e nunca fomos mais felizes - concluiu minha mãe.
- Bom, é muita informação pra assimilar em tão pouco tempo, mas só posso dizer que você é uma mulher de sorte, Margarida. Seu filho foi um dos meus melhores amantes, honestamente, tenho inveja de você poder aproveitar um pedaço de pica desses todo dia - respondeu a senhora.
- Então aproveita que ele tá na sua frente e curte, mulher. Tenho certeza que meu garoto não vai ter problema em satisfazer duas vadias como a gente. Não é mesmo, filho? - perguntou minha progenitora.
- Claro que não tenho problema, mãe. Vou foder vocês até não aguentarem mais - falei animado.
Aquela era minha primeira vez num menage com duas mulheres e eu planejava aproveitar ao máximo.
Minha mãe foi a primeira a atacar e se...
No entanto, dona Vicky tinha ficado parada observando minha mãe me fazer um boquete, com certeza estava tentando processar a situação.
- Não fica aí parada, Vicky, vem aproveitar a pica deliciosa do meu menino - disse minha mãe balançando minha pica na direção da amiga.
Dona Vicky se ligou e rapidamente se colocou ao lado da minha mãe, que ofereceu minha pica pra ela. A senhora não perdeu tempo e engoliu tudo de uma vez. Deu umas chupadas e passou de novo pra minha mãe, que fez o mesmo. Aquele par de milf vadias se deliciava compartilhando minha pica como se fosse um pirulito, meus gemidos mostravam o quanto eu tava curtindo.
- Uma pica tão gostosa merece um tratamento especial, não concorda, Margarida? - perguntou dona Vitória.
- Não poderia concordar mais. Se prepara, coração, isso vai te deixar louco - falou minha mãe sorrindo maliciosamente.
O ataque duplo começou quando as duas percorreram minha pica, uma de cada lado. Depois minha mãe dava chupões na cabeça enquanto dona Vicky lambia o tronco, aí foi dona Vicky quem enfiou na boca até sumir e minha mãe desceu até minhas bolas pra lamber. Depois se beijavam juntas enquanto usavam as mãos pra me punhetar e logo voltavam a focar na minha pica.
Ficava me perguntando quantas vezes aquelas amigas tinham comido uma pica juntas, trabalhavam de forma coordenada na minha pica, focando em não deixar nenhum lugar sem atenção e se encontrando em momentos onde aproveitavam pra dar beijos rápidos ou lambidas.
Sem nem conseguir avisar e absorto como eu tava com as atenções daquelas mulheres, meu leite saiu disparado de mim. Pau gozando na minha mãe e na amiga dela com meus jatos enquanto as duas estavam chupando a cabeça do meu pau.
As milf receberam a gozada de boca aberta, tentando pegar o máximo possível, e quando terminei de esporrar nelas, se agarraram num beijo lésbico, compartilhando minha porra entre elas.
Graças à minha juventude e ao tesão da situação, meu pau ainda estava duro pra guerra, e eu me aproximei da minha mãe querendo foder ela primeiro, mas ela tinha outros planos.
— Calma aí, muleque, que modos são esses? A convidada primeiro, filho, depois você pode me foder a noite toda. — disse minha mãe apontando pra amiga dela.
— Espera, que eu quero ver isso com meus próprios olhos, antes de me foder quero ver vocês juntos. Me excita saber que são mãe e filho. — disse dona Vitória.
A senhora sentou num canto enquanto minha mãe e eu nos preparamos para satisfazê-la.
Eu me deitei na cama com o pau pra fora e minha mãe montou em mim, sentando de costas pra mim em cima do meu pau, assim a amiga dela podia apreciar com todos os detalhes a união entre mãe e filho.
Minha mãe começou a subir e descer no meu pau devagar, mas aos poucos foi aumentando o ritmo enquanto eu ajudava segurando ela pela cintura. Eu me juntei a ela empurrando minha bacia pra cima. Pela nossa experiência cada vez maior juntos, achamos o ritmo rápido e o prazer foi crescendo pros dois.
Minha mãe pulava no meu pau enquanto brincava com os peitos e olhava como a amiga se deliciava nos observando.
— Tá gostando do que vê, safada? Tá curtindo ver meu filho metendo até o fundo em mim? — perguntou minha mãe olhando pra amiga.
— Siiim, que sorte você tem, desgraçada, que gostoso ele te come, mmmmm, vai, David, fode a sua mãe com vontade, faz ela gritar de prazer, que gostosa que ela é. — disse a coroa nos incentivando.
— Não precisa falar duas vezes, adoro foder minha mamãe, adoro ver como ela curte meu pau dentro. Ela e se prepare, porque depois é a sua vez, senhora. - respondi.
- Uff, sim, quero que você foda igual à sua mãe, não pare, enfia com força, fode a puta da sua mãe. - dizia dona Vicky enquanto usava o vibrador para se dar prazer.
- Obedece ela, filho, me pega com gosto enquanto elas nos observam, enfia até o fundo, me enche com seu leite. - pedia minha mãe entre gemidos.
Diante de tanta motivação e palavras de apoio, era óbvio que eu não aguentaria muito e gozei, descarregando meu esperma dentro da minha mãe como tantas outras vezes. Dona Vicky também tinha gozado junto com a gente, testemunhando aquele espetáculo proibido e incestuoso.
- Agora sim, seus putos, é a minha vez, mas primeiro quero chupar de novo essa deliciosa pica, e tenho certeza que você lembra como era bom entre meus peitos, David. - disse dona Vicky se levantando.
E era verdade, aquela vez que ela usou os peitos para prender minha pica tinha sido incrível, e agora eu podia repetir.
Dona Vicky se deitou na cama e, subindo nela, enfiei minha pica entre seus peitões enormes, que estavam cobertos pelos fluidos da minha mãe e da minha gozada. Ela prendeu ela no meio daqueles balões de carne, e eu comecei a meter e tirar enquanto minha mãe se dirigia para a buceta da amiga. Quando a cabeça da minha pica aparecia entre os seios dela, dona Victoria dava uma chupada, mas esse trabalho estava cada vez mais difícil por causa das atenções da amiga debaixo dela.
- Uff, Margarida, você sempre sabe o que eu gosto, mmmm, sim, deixa ele pronto pra receber a pica do seu filho. - disse a coroa.
Curioso, me virei pra ver o que minha mãe estava fazendo e descobri que ela estava lambendo não a buceta, mas o cu dela. Ela abria as nádegas o máximo que podia e enfiava a língua dentro daquele buraco escuro, deixando ele preparado pro que vinha a seguir.
- Já tá tudo pronto, Vicky. David, pode trazer sua pica aqui e furar o buraco da Vicky. - disse minha mãe se afastando do cu da amiga.
Sempre Disposto a obedecer, desci da senhora e fiquei de pé na beira da cama. Minha mãe deu umas chupadas rápidas no meu pau e depois guiou ele até a bunda da amiga dela. Meu pau entrou sem problemas naquele cu maduro e, sem perder tempo, comecei a penetrá-la de forma rápida e feroz. Minha mãe foi agora para a frente da amiga e se preparou para chupar aqueles peitos enormes e deliciosos.
Dona Vicky estava louca de prazer, com meu pau entrando e saindo do cu dela e minha mãe chupando-lhe as tetas com gosto e beliscando os bicos com força.
-Ai, seus putos, que gostoso que vocês fazem, hummm, siiiim, não parem, me fode com força, David, aghhh, fode meu cu com vontade. Mmmmm, Margarida, chupa minhas tetas mais forte, sua puta, você sabe como eu gosto, ughhhhh, siiiim, assiiim, maaaais.- gemia a coroa descontrolada.
As atenções foram demais para ela e logo ela gozou, soltando um gemido intenso de prazer.
Eu também estava prestes a gozar no cu da coroa, mas minha mãe me parou.
-Antes de encher ela de porra, querido, tem uma coisa que quero fazer de novo com ela. O que você acha, Vicky? Quer repetir aquilo?- perguntou minha mãe.
-Já tinha esquecido. Mas é claro, Margarida, com certeza seu filho vai adorar.- respondeu a senhora.
Aquelas milf se colocaram uma em cima da outra, pressionando suas barrigas e peitões, além das bucetas peludas. As rachas ficaram à minha total disposição, uma sobre a outra.
-Vai em frente, filho, escolhe a que você mais gostar, mas não esquece da outra também.- disse minha mãe.
Obviamente, fui direto na racha da minha mãe e enfiei de uma só vez, empurrando ela para frente. Depois de umas metidas, desci até a outra buceta e também cravei meu pau de um movimento só.
As milf estavam curtindo aquilo tanto quanto eu. Enquanto eu focava nas rachas delas, elas se entretinham esfregando os bicos uma da outra e trocando beijos ardentes, juntando as línguas. outra e se acariciando com luxúria.
Seus montes de vênus peludos se esfregavam um contra o outro e seus clitóris inchados se tocavam levemente enquanto faziam isso. Minhas estocadas também serviam para aumentar o ritmo da fricção entre elas, além do prazer de sentir suas bucetas penetradas.
O orgasmo estava cada vez mais perto e, já que dona Vicky era uma convidada, o mais correto era esvaziar meu gozo dentro dela. Penetrei mais algumas vezes a buceta da minha mãe e desci até a da amiga dela, perfurando com força até chegar ao clímax e disparar minha porra dentro dela.
Dona Vicky gozou ao sentir que estava sendo cheia de porra, mas seus gemidos foram abafados pelos lábios da minha mãe, que também chegou ao orgasmo enquanto esfregava a buceta na da companheira.
Nós três estávamos completamente exaustos e, com uma coroa de cada lado, tiramos uma soneca pequena e prazerosa.
Acordei pouco tempo depois e minha mãe ainda estava nos meus braços, mas dona Vitória já tinha se levantado e começava a juntar as roupas para se vestir. Acordei minha mãe para se despedir da amiga.
— Muitas felicidades para vocês dois. Espero que continuem felizes para sempre. Só peço que não se esqueçam desta desgraçada e abandonada mulher, podem me convidar ou me visitar quando quiserem, seja os dois juntos ou separados. — disse dona Vicky enquanto se preparava para ir embora.
— Mas isso nem se discute, mulher, você sempre será bem-vinda nesta casa, onde terá uma rola ou uma buceta te esperando, ou os dois juntos. — respondeu minha mãe.
— E outra coisa, aconselho vocês a tentarem se transmitir pela internet, aposto que se disserem que são mãe e filho, vão ter uma audiência enorme. — acrescentou antes de ir embora.
— E como é que isso aconteceu entre vocês, mãe? — perguntei quando ficamos sozinhos.
— Bom, desde que ela soube que eu tinha decidido entrar no grupo das MILFs Anônimas, ela não parou de me encher o saco para contar como foi minha primeira vez com um jovem. Pensei em contar a verdade, afinal, ela é minha... melhor amiga e eu supus que ela entenderia, mas depois tive uma ideia melhor. Quando você me avisou que chegaria tarde, convidei ela pra casa pra contar minha experiência. Contei tudo com detalhes, mas escondendo sua identidade, isso deixou nós duas com tesão e convenci ela a reviver nossos tempos de faculdade, o que não foi difícil porque ela já queria há um tempão. Deixei a porta aberta esperando você chegar, sabendo que você ia se juntar a nós, e posso dizer que deu tudo certo. — relato da minha mãe.
Seguindo o conselho da Dona Vitória, a gente se atreveu a se exibir na internet, compramos uma webcam e algumas vezes nos transmitimos transando. Usamos máscaras pra esconder nossa identidade, mas deixamos bem claro que éramos mãe e filho. Era inacreditável a quantidade de visualizações que tivemos, além dos comentários que recebemos. Ficávamos com tesão lendo eles enquanto nos masturbávamos.
Mas o melhor ainda estava por vir e ainda tinha um assunto pra resolver. Naquela noite, já quase dois meses desde a nossa primeira vez, tinha algo que eu ainda não tinha contado pra minha mãe.
Contei pra ela meu último encontro antes de ficar com ela, o que eu tive com a Dona Rosy, a mãe do Alex, e a situação entre os dois.
— Nossa, nunca imaginaria que a Rosy tinha esses sentimentos pelo filho dela. — ela disse enquanto me batia uma punheta com carinho. — Mas é compreensível. O Alex é um garoto muito bonito e educado, e com certeza é um bom fodedor.
— Tá tentando me deixar com ciúmes? — respondi enquanto minha mão acariciava a buceta peluda dela. — Não basta a pica do seu filho e agora quer mais? Puta que pariu, você é uma Promíscua.
— Posso ser uma Promíscua suja, mas ainda sou sua mãe, então mostra um pouco de respeito. — ela disse com um tom falso de severidade.
— Vou te mostrar todo o respeito que tenho por você. — falei, e pegando ela pelos quadris, coloquei ela de quatro na cama e enfiei minha pica na buceta dela. Fodi ela com força, fazendo ela gemer e gritar de prazer.
— Será que essa pica não é Já que tá falando sério, mãe. Cê quer mesmo dar pro Alex? Depois de tudo que eu fiz com as vizinhas, cê tem todo direito, e eu sei que ele vai te tratar bem." - falei.
"Não vou mentir, filho, a ideia de dar pra ele me excita. Na real, já me masturbei umas vezes pensando nele. Mas sinto que a gente tem que fazer algo com o Alex e a Rosy; dar um jeito de juntar eles, igual a gente." - disse minha mãe.
"Primeiro vou ver se o Alex topa a ideia de comer a própria mãe. Se sim, tenho uma ideia pra matar dois coelhos com uma cajadada só." - respondi.
"Perfeito. E se a gente conseguir, podemos foder os quatro juntos. Tô doida pra ter a buceta da Rosy na boca enquanto vocês enfiam nos meus buracos." - disse minha mãe rindo.
Quem diria que minha mãe ia acabar sendo uma puta tão safada, disposta a tudo. Suponho que filho de peixe, peixinho é.
CONTINUA...


Salve. Seguimos com essa saga que tem agradado muitos de vocês. Como vocês podem ver, o próximo capítulo vai ser dos mais empolgantes, vou fazer de tudo pra terminar ele antes do ano acabar, mas também tenho outros projetos pendentes e alguns novos.
Como sempre, agradeço pelos comentários e pontos. Valeu por ler.
Também curto conhecer gente que gosta de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
Espero que continuem curtindo minhas histórias.
9 comentários - Anônimas MILF Cap. 09