Na Calzada de Tlalpan ficava a entrada do meu apartamento. Quem conhece a Cidade do México sabe que essa é uma das grandes avenidas da capital e que, em certa área, algumas travestis se posicionam pra oferecer seus serviços. Duas ou três garotas costumavam ficar bem na entrada dos prédios onde eu morava. Me dava um prazer sutil cumprimentá-las com um "oi" ou um olhar antes de entrar em casa. Eram minhas guardiãs, eu brincava com meus amigos, que as viam nas vezes que me visitavam.
Naquela época, eu tava na faculdade e era normal que, enquanto estudava, eu tomasse uma gelada ou fumasse um baseado. Num desses dias, eu estiquei a farra sozinho e saí pra comprar mais duas cervejas. Crystal era nova na área, uma garota miúda, gostosa, daquelas com cara de fofa, de aparência muito simpática e frágil. Os braços delgados e delicados dela me atraíam especialmente, e mesmo sendo uma puta, tinha um ar de inocência. Perguntei se ela queria uma bebida. Subimos pro meu apartamento como se fôssemos dois velhos amigos chegando em casa mais uma vez. Às vezes os corações se encontram e se reconhecem. Abrimos as bebidas, coloquei música no computador e também liguei a câmera pra gravar a gente. Ela me esperava sentada delicadamente num banco acolchoado. Levantei ela, abracei e nos beijamos. Não tínhamos combinado nenhum preço e ficou subentendido que não estávamos fazendo negócio nenhum; ela se entregou pra mim como uma amante apaixonada.
Embora eu conte isso agora bem na boa, naquela vez eu me sentia tocado pelos deuses. Adorava fantasiar com travesti, especialmente com o tipo dela, daquelas que parecem meninas e que, se não fosse pelo pau, seriam. Então, naquela noite, eu tava dançando nas nuvens, nos braços da Crystal. Talvez algum dos meus queridos leitores a tenha conhecido, porque não mudei o nome dela. Era assim que ela se chamava, e por não sei dizer o quê, Eu gostava muito daquele nome.
Tenho uma lembrança quente da presença dela. Durante os beijos, a gente se olhava nos olhos. Os dela eram profundos, quase místicos. Eu queria muito que ela fosse minha namorada. Uma vez, convidei ela pro cinema, mas ela não aceitou, acho que pensou que eu tava brincando, mas eu teria adorado ser visto com ela e ninguém suspeitar que entre as pernas dela tinha, digamos, um clitóris avantajado. Sentei e, antes de montar em mim, ela tirou a calça, ficando só de fio-dental. Montou em mim, o amor cresceu junto com minha ereção. Era uma menina tão linda. Não demorou muito pra gente ir pra cama. Ela se cuidava pra não mostrar o pau. Sempre me achei curioso com essas transsex ou putinhos que escondem. Não que eu julgue, mas me dá curiosidade porque não entendo. Vocês acham que é por quê? Aquele fio-dental era vermelho e a gente tava de conchinha, eu beijava o pescoço dela enquanto acariciava a cintura fina.
Foi assim que a tira do fio-dental deslizou pro lado e ela me pediu, com urgência, pra colocar uma camisinha e meter. Ela tinha uma bunda redondinha e macia. Meti devagar, ela se derreteu de prazer, bombei um tempo assim de lado e ela pediu pra eu tirar. Examinou a camisinha, que tava meio suja de merda, o que deixou ela envergonhada e pediu desculpas. Falei pra ela não se preocupar, "são ossos do ofício", completei. Coloquei outra camisinha, coloquei ela de lado direito e eu de joelhos na cama, meti de novo devagar. Tenho medo de decepcionar vocês se não acharem tanta lascívia nessas linhas quanto no post anterior, mas com a Crystal foi diferente. Naquela noite, nem gozei. Depois de mais uns minutos de sexo suave, a gente dormiu abraçado. Ela passou a noite comigo. Era uma garota perdida, natural de Veracruz. Uma história que me pareceu triste. Aliás, o gosto musical dela era horrível, mas o que esperar de uma menina sem estudo.
Na manhã seguinte, a gente acordou. Repostei. Passei a mão nela de novo, ela esquentou de novo, me entregou a bunda dela de novo. O peito dela era pequeno, fino e macio. De novo, nossos toques foram suaves, suaves como os raios aveludados dos amanheceres de dezembro na cidade. Ela ficou de barriga pra cima, com a cabeça vazia, com a alma em paz. Ainda estava de fio dental e eu não tinha conhecido o pau dela, porque ela não tinha deixado eu tocar. Mas na confiança que se estabeleceu entre nós, devagar eu liberei o pau dela. Não era bem um pau, era um pênis minúsculo, requintado e delicado como ela toda. Peguei entre meus dedos e acariciei de cima pra baixo, com calma. Passei um pouco de saliva como lubrificante. Ele ficou duro, duríssimo, mas a ereção dele chegava, no máximo, a uns 5 centímetros. Era uma delicadeza. "Se quiser, enfia", ela disse meio irritada, como se incomodasse ela gostar que eu tocasse no pau dela, como se aquilo me fizesse menos homem, hahaha, que coisa, a vida. Hoje me arrependo de não ter aproveitado longamente pra chupar aquela coisinha tão gostosa, mas na época eu era mais cagão em relação a chupar paus de travestis. Mas é, sempre que lembro dela, me arrependo de não ter saboreado aquele pedaço delicioso de céu. Ela se vestiu, acompanhei ela pelas escadas até a saída. Nos despedimos com um beijo.
Continuei vendo ela de longe na rua por várias semanas; às vezes parava pra conversar uns minutos com ela. Pouco tempo depois, vi que ela tinha colocado umas tetas enormes e começado a se aplicar injeções pra crescer a bunda e o quadril. Não era mais a mesma. A verdade é que "ao natural" ela era uma gostosa, mas vocês sabem o que o mercado pede. Só mais uma vez ela subiu no meu apartamento, mas não foi a mesma coisa; nessa vez, ela subiu junto com a Chely, outra travesti que vou contar pra vocês.
Poucas eram as meninas que ficavam de ponto fixo na minha área. A Crystal não foi uma delas. Ela foi embora sem se despedir. Que este relato fique como agradecimento pelos beijos e carícias que no meu corpo derramou com amor.
Meu e-mail: corredorcorsogmail.com
Fiquem de olho em https://amantetranny.wordpress.com/
Uma série de 12 experiências transexuais
Deixo algumas imagens que me lembram, por um motivo ou outro, a Crystal.





Naquela época, eu tava na faculdade e era normal que, enquanto estudava, eu tomasse uma gelada ou fumasse um baseado. Num desses dias, eu estiquei a farra sozinho e saí pra comprar mais duas cervejas. Crystal era nova na área, uma garota miúda, gostosa, daquelas com cara de fofa, de aparência muito simpática e frágil. Os braços delgados e delicados dela me atraíam especialmente, e mesmo sendo uma puta, tinha um ar de inocência. Perguntei se ela queria uma bebida. Subimos pro meu apartamento como se fôssemos dois velhos amigos chegando em casa mais uma vez. Às vezes os corações se encontram e se reconhecem. Abrimos as bebidas, coloquei música no computador e também liguei a câmera pra gravar a gente. Ela me esperava sentada delicadamente num banco acolchoado. Levantei ela, abracei e nos beijamos. Não tínhamos combinado nenhum preço e ficou subentendido que não estávamos fazendo negócio nenhum; ela se entregou pra mim como uma amante apaixonada.
Embora eu conte isso agora bem na boa, naquela vez eu me sentia tocado pelos deuses. Adorava fantasiar com travesti, especialmente com o tipo dela, daquelas que parecem meninas e que, se não fosse pelo pau, seriam. Então, naquela noite, eu tava dançando nas nuvens, nos braços da Crystal. Talvez algum dos meus queridos leitores a tenha conhecido, porque não mudei o nome dela. Era assim que ela se chamava, e por não sei dizer o quê, Eu gostava muito daquele nome.
Tenho uma lembrança quente da presença dela. Durante os beijos, a gente se olhava nos olhos. Os dela eram profundos, quase místicos. Eu queria muito que ela fosse minha namorada. Uma vez, convidei ela pro cinema, mas ela não aceitou, acho que pensou que eu tava brincando, mas eu teria adorado ser visto com ela e ninguém suspeitar que entre as pernas dela tinha, digamos, um clitóris avantajado. Sentei e, antes de montar em mim, ela tirou a calça, ficando só de fio-dental. Montou em mim, o amor cresceu junto com minha ereção. Era uma menina tão linda. Não demorou muito pra gente ir pra cama. Ela se cuidava pra não mostrar o pau. Sempre me achei curioso com essas transsex ou putinhos que escondem. Não que eu julgue, mas me dá curiosidade porque não entendo. Vocês acham que é por quê? Aquele fio-dental era vermelho e a gente tava de conchinha, eu beijava o pescoço dela enquanto acariciava a cintura fina.
Foi assim que a tira do fio-dental deslizou pro lado e ela me pediu, com urgência, pra colocar uma camisinha e meter. Ela tinha uma bunda redondinha e macia. Meti devagar, ela se derreteu de prazer, bombei um tempo assim de lado e ela pediu pra eu tirar. Examinou a camisinha, que tava meio suja de merda, o que deixou ela envergonhada e pediu desculpas. Falei pra ela não se preocupar, "são ossos do ofício", completei. Coloquei outra camisinha, coloquei ela de lado direito e eu de joelhos na cama, meti de novo devagar. Tenho medo de decepcionar vocês se não acharem tanta lascívia nessas linhas quanto no post anterior, mas com a Crystal foi diferente. Naquela noite, nem gozei. Depois de mais uns minutos de sexo suave, a gente dormiu abraçado. Ela passou a noite comigo. Era uma garota perdida, natural de Veracruz. Uma história que me pareceu triste. Aliás, o gosto musical dela era horrível, mas o que esperar de uma menina sem estudo.
Na manhã seguinte, a gente acordou. Repostei. Passei a mão nela de novo, ela esquentou de novo, me entregou a bunda dela de novo. O peito dela era pequeno, fino e macio. De novo, nossos toques foram suaves, suaves como os raios aveludados dos amanheceres de dezembro na cidade. Ela ficou de barriga pra cima, com a cabeça vazia, com a alma em paz. Ainda estava de fio dental e eu não tinha conhecido o pau dela, porque ela não tinha deixado eu tocar. Mas na confiança que se estabeleceu entre nós, devagar eu liberei o pau dela. Não era bem um pau, era um pênis minúsculo, requintado e delicado como ela toda. Peguei entre meus dedos e acariciei de cima pra baixo, com calma. Passei um pouco de saliva como lubrificante. Ele ficou duro, duríssimo, mas a ereção dele chegava, no máximo, a uns 5 centímetros. Era uma delicadeza. "Se quiser, enfia", ela disse meio irritada, como se incomodasse ela gostar que eu tocasse no pau dela, como se aquilo me fizesse menos homem, hahaha, que coisa, a vida. Hoje me arrependo de não ter aproveitado longamente pra chupar aquela coisinha tão gostosa, mas na época eu era mais cagão em relação a chupar paus de travestis. Mas é, sempre que lembro dela, me arrependo de não ter saboreado aquele pedaço delicioso de céu. Ela se vestiu, acompanhei ela pelas escadas até a saída. Nos despedimos com um beijo.
Continuei vendo ela de longe na rua por várias semanas; às vezes parava pra conversar uns minutos com ela. Pouco tempo depois, vi que ela tinha colocado umas tetas enormes e começado a se aplicar injeções pra crescer a bunda e o quadril. Não era mais a mesma. A verdade é que "ao natural" ela era uma gostosa, mas vocês sabem o que o mercado pede. Só mais uma vez ela subiu no meu apartamento, mas não foi a mesma coisa; nessa vez, ela subiu junto com a Chely, outra travesti que vou contar pra vocês.
Poucas eram as meninas que ficavam de ponto fixo na minha área. A Crystal não foi uma delas. Ela foi embora sem se despedir. Que este relato fique como agradecimento pelos beijos e carícias que no meu corpo derramou com amor.
Meu e-mail: corredorcorsogmail.com
Fiquem de olho em https://amantetranny.wordpress.com/
Uma série de 12 experiências transexuais
Deixo algumas imagens que me lembram, por um motivo ou outro, a Crystal.





6 comentários - Episode 2. En recuerdo de Crystal, la tranny que amé