Antes de mais nada, vou contar que esses fatos são totalmente reais. Essa história começa há uns nove anos atrás. Sempre me considerei um cara hétero, mas de vez em quando, eu tinha uns rolos com um amigo, que não é o desse relato. Isso fica pra outra história.
Sempre tive namoradas que eram bem gostosas, mas de vez em quando, bem de vez em nunca, acabava comendo algum cara.
Como nasci e fui criado no interior, pra conseguir entrar na faculdade, era costume migrar pras cidades onde ficavam as universidades. Então, depois de terminar o ensino médio, me mudei e comecei uma vida nova na cidade.
Na faculdade, a gente conhece gente nova e amigos de outros lugares. E assim se formam novos grupos de amigos, e surgem novos rolos. E isso ainda é incentivado, porque geralmente quem vem do interior pra cidade aluga um apê com mais gente, rola aquela convivência típica de estudantes, e tem uma casa sem adultos pra poder se divertir e explorar a vida.
Foi assim que, na facul, fiz amizade com um colega de classe que também era de fora, e depois do primeiro ano de curso, ele veio morar no apê que eu alugava com uns amigos do meu interior.
Com os amigos do interior, tem aquele amigo de lá com quem eu curtia de vez em quando, mas ninguém sabia disso. É algo que ficou só entre eu e ele.
O novo colega de apê era um cara legal, bem tímido, mas dava pra ver que ele tinha um apetite sexual bem forte. Embora no começo nunca tivesse rolado nenhuma insinuação ou revelação de cunho sexual.
Pelo contrário, a coisa seguia como colegas de apê, com até as típicas discussões domésticas sobre limpeza ou contas.
Nisso, aos poucos, a parada foi mudando. Com o tempo e a intimidade do dia a dia, foram rolando umas brincadeiras de mão boba típicas entre caras, como uma passada de mão na bunda de leve, um comentário na zoeira, mas nada além disso. Até num momento de convivência, nós três que dividíamos o apê (o vagabundo da minha cidade, meu amigo da facul e eu), tínhamos namoradas, e a gente se revezava pra usar o quarto de trepar. Mas, ao mesmo tempo, eu de vez em quando comia o vagabundo da minha cidade, sem meu amigo da facul saber. E com meu amigo da faculdade, aquelas apalpadas de bunda viraram umas roçadas de pau também, e ele deixava, mas ainda naquela vibe de brincadeira.
Assim passou um ano, e o cara que eu tava comendo decidiu voltar pra cidade dele. E aí fiquei morando meio a meio com meu amigo da facul. Os meses foram passando, com aquelas brincadeiras de mão que a gente já fazia, mas sem nunca tocar no assunto. Eu, sinceramente, tava doido pra ele chupar meu pau, e desconfiava que ele também queria. Então comecei a usar a intimidade que a convivência dava. Eu descia do beliche com o pau duro e oferecia com atitudes, sem falar nada, e meu amigo ficava deboas, sorrindo, mas não partia pra cima. E eu também não, pra ser sincero. Eu dava aquele passo, e esperava ele dar o próximo. Não queria estragar a amizade por causa de coisas que eu não tinha certeza se ele sentia.
Depois de um tempo, por questões que não vêm ao caso, meu amigo saiu do apê e alugou um quarto na casa de uma colega de aula. Eu, por minha vez, tava namorando, transava bem com a mina que era minha parceira na época, e tinha começado a trabalhar no turno da noite de um mercadinho 24 horas. Nesse trampo, tinha mil oportunidades de transar com clientes do lugar. Muitas clientes, insistindo um pouco e sendo simpático, eu conseguia pegar. Mas, por mais que não pareça, com a namorada que eu tinha na época, me sentia meio culpado por ser tão filho da puta. Então terminei esse relacionamento, e aí me soltei. Nunca tinha transado tanto na minha vida, com tanta gente que eu não conhecia.
Um dia, enquanto tava trampando, tava trocando mensagens numa boa com esse amigo que tinha saído do apê. depto. E aí, mensagem vai, mensagem vem, começou um puta flerte. A real é que meu coração tava a mil, quando eu lia as mensagens que ele me mandava, no maior tom de brincadeira, mas com uma segunda intenção que dava pra ver de longe. Por isso, quando tava quase acabando meu turno e eu ia saindo do trampo, mandei uma mensagem falando pra ele não se fazer de difícil porque eu ia na casa dele naquele exato momento. E ele disse que não tinha problema.
Aí peguei um táxi, com a pica e a cabeça a mil, nervoso, com a boca babando e meio seca durante a viagem. Quando cheguei na casa, não tinha ninguém além dele. E aí subi, dava pra ver que os dois tavam bem nervosos. A gente ficou falando um monte de besteira, sem tocar no assunto do que a gente tava trocando por mensagem. Era como quando a gente morava junto. Ninguém tinha coragem de dar o primeiro passo pra matar a vontade de se pegar. Até que depois de tomar um suco ou uma merda assim, meu amigo falou que era tarde, que ele tava com sono e ia dormir, e que se eu quisesse, podia me jogar num colchãozinho. Aí não pensei duas vezes, e já sabendo os dois o que ia rolar, me deitei no chão, do lado da cama dele.
A luz tava apagada, e eu tava com a pica dura igual a um pedaço de pau. Em silêncio, comecei a bater uma, e esticava a pica pra trás e deixava ela cair na minha barriga, o que fazia um barulhinho especial. Aí, já sem aguentar mais de tesão, perguntei se ele tinha dormido, e ele disse que não. Falei se era verdade o que ele me dizia nas mensagens, que queria chupar minha pica e engolir meu leite, e com uma risadinha nervosa, ele respondeu: "Não, mano, nada a ver". Aí pensei que já era, e falei: "Acho que sim", e me levantei, fiquei perto do rosto dele com a pica dura e pra fora da cueca, e sem falar nada, ele se jogou num boquete de cinema. Até agora, enquanto escrevo isso, me lembro e a pica sobe, e sinto a mesma sensação de nervoso e prazer que senti quando meu amigo chupou minha pica pela primeira vez. Anos de desejo, de vontade reprimida, se dissolveram em... em cada chupada, em cada vai e vem da boca babona dele.
Nunca pensei que ele fosse chupar tão bem minha pica. Era um aspirador. Num instante, ele tira minha pica da boca e fala: "Se a gente vai fazer, vamos fazer direito", e aí a gente se pelou. E comecei a chupar a pica dele. Me surpreendi que não tivesse dura, e aí percebi que ele era bem passivo. Mesmo assim chupei com vontade, porque também fico louco pra ter uma pica pra mamar de vez em quando. Depois de um 69 por um tempo, a gente se separou e ele ficou de quatro na minha frente, sem dizer nada. E não precisava falar.
Apalpando aquela bunda redondinha e linda no escuro, encosto a cabeça da pica na portinha e empurro. Assim, seco. Entrou sem problema, como se eu tivesse enfiando numa buceta. Aí pensei que fui um idiota por ter esse tesouro do meu lado tantos anos e não aproveitar como merecia. Sem mais delongas, comecei a bombar, rápido, fiquei louco quando ele começou a gemer feito uma puta. Meu amigo era uma puta entregue total, e eu tava ali, bem enfiado, sentindo as nádegas dele batendo nas minhas pernas, vendo a contraluz uma bunda redondinha e lisinha, e meu desejo era que aquela situação nunca acabasse.
Até o que também me agradava é que, além da putaria, eu sentia um carinho genuíno de amigos. Então tava comendo uma bunda tremenda, que desejava minha pica como ninguém, e ainda tinha afeto no meio. Não podia pedir mais.
A gente ficou transando até eu sentir que a gozada tava vindo, e perguntei onde ele queria. Ele disse pra gozar na boca dele. E não resisti, tirei do cu, corri pra boquinha dele e, com a ajuda de uma punheta, descarreguei uma porção leitosa generosa. Tive um orgasmo intenso, como há muito tempo não tinha. Fiquei quase tremendo, com as pernas fracas, difícil de ficar em pé.
Depois da gozada, fez-se um silêncio. Passou a putaria, e eu não acreditava que tinha comido meu amigo. Me deu uma espécie de culpa, Não sei por quê. Mas me vesti e fui na hora. Hoje me arrependo. Aquela noite deveria ter sido mais longa.
Depois daquela vez, toda vez que a gente se vê, rola algum encontro sexual. O bom é que o carinho e o sentimento de amizade continuam lá, intactos. E o melhor é que, com o tempo, meu amigo virou uma puta tremenda. Ele é um adorador de rola, e cada vez noto um lado de perversão e apetite sexual que é realmente incrível. Hoje eu sou casado, e ele tá num relacionamento com um cara, mas me divirto quando ele conta das aventuras desenfreadas dele, e fico louco, morro de vontade de arrebentar a bunda dele, e ele nunca me decepciona. Parece que ele gosta que eu seja tarado. E eu gosto que ele seja tão puto. Isso que tô contando é o relato da primeira vez que a gente comeu, mas tem muitas. E o que mais me anima é que vão ter muitas mais.
Falei pra ele que ia escrever esse relato pra postar. Se os comentários forem legais, prometo postar mais, e quase certeza que vai ter alguma fotinha de uma próxima trepada que a gente tiver.
Sempre tive namoradas que eram bem gostosas, mas de vez em quando, bem de vez em nunca, acabava comendo algum cara.
Como nasci e fui criado no interior, pra conseguir entrar na faculdade, era costume migrar pras cidades onde ficavam as universidades. Então, depois de terminar o ensino médio, me mudei e comecei uma vida nova na cidade.
Na faculdade, a gente conhece gente nova e amigos de outros lugares. E assim se formam novos grupos de amigos, e surgem novos rolos. E isso ainda é incentivado, porque geralmente quem vem do interior pra cidade aluga um apê com mais gente, rola aquela convivência típica de estudantes, e tem uma casa sem adultos pra poder se divertir e explorar a vida.
Foi assim que, na facul, fiz amizade com um colega de classe que também era de fora, e depois do primeiro ano de curso, ele veio morar no apê que eu alugava com uns amigos do meu interior.
Com os amigos do interior, tem aquele amigo de lá com quem eu curtia de vez em quando, mas ninguém sabia disso. É algo que ficou só entre eu e ele.
O novo colega de apê era um cara legal, bem tímido, mas dava pra ver que ele tinha um apetite sexual bem forte. Embora no começo nunca tivesse rolado nenhuma insinuação ou revelação de cunho sexual.
Pelo contrário, a coisa seguia como colegas de apê, com até as típicas discussões domésticas sobre limpeza ou contas.
Nisso, aos poucos, a parada foi mudando. Com o tempo e a intimidade do dia a dia, foram rolando umas brincadeiras de mão boba típicas entre caras, como uma passada de mão na bunda de leve, um comentário na zoeira, mas nada além disso. Até num momento de convivência, nós três que dividíamos o apê (o vagabundo da minha cidade, meu amigo da facul e eu), tínhamos namoradas, e a gente se revezava pra usar o quarto de trepar. Mas, ao mesmo tempo, eu de vez em quando comia o vagabundo da minha cidade, sem meu amigo da facul saber. E com meu amigo da faculdade, aquelas apalpadas de bunda viraram umas roçadas de pau também, e ele deixava, mas ainda naquela vibe de brincadeira.
Assim passou um ano, e o cara que eu tava comendo decidiu voltar pra cidade dele. E aí fiquei morando meio a meio com meu amigo da facul. Os meses foram passando, com aquelas brincadeiras de mão que a gente já fazia, mas sem nunca tocar no assunto. Eu, sinceramente, tava doido pra ele chupar meu pau, e desconfiava que ele também queria. Então comecei a usar a intimidade que a convivência dava. Eu descia do beliche com o pau duro e oferecia com atitudes, sem falar nada, e meu amigo ficava deboas, sorrindo, mas não partia pra cima. E eu também não, pra ser sincero. Eu dava aquele passo, e esperava ele dar o próximo. Não queria estragar a amizade por causa de coisas que eu não tinha certeza se ele sentia.
Depois de um tempo, por questões que não vêm ao caso, meu amigo saiu do apê e alugou um quarto na casa de uma colega de aula. Eu, por minha vez, tava namorando, transava bem com a mina que era minha parceira na época, e tinha começado a trabalhar no turno da noite de um mercadinho 24 horas. Nesse trampo, tinha mil oportunidades de transar com clientes do lugar. Muitas clientes, insistindo um pouco e sendo simpático, eu conseguia pegar. Mas, por mais que não pareça, com a namorada que eu tinha na época, me sentia meio culpado por ser tão filho da puta. Então terminei esse relacionamento, e aí me soltei. Nunca tinha transado tanto na minha vida, com tanta gente que eu não conhecia.
Um dia, enquanto tava trampando, tava trocando mensagens numa boa com esse amigo que tinha saído do apê. depto. E aí, mensagem vai, mensagem vem, começou um puta flerte. A real é que meu coração tava a mil, quando eu lia as mensagens que ele me mandava, no maior tom de brincadeira, mas com uma segunda intenção que dava pra ver de longe. Por isso, quando tava quase acabando meu turno e eu ia saindo do trampo, mandei uma mensagem falando pra ele não se fazer de difícil porque eu ia na casa dele naquele exato momento. E ele disse que não tinha problema.
Aí peguei um táxi, com a pica e a cabeça a mil, nervoso, com a boca babando e meio seca durante a viagem. Quando cheguei na casa, não tinha ninguém além dele. E aí subi, dava pra ver que os dois tavam bem nervosos. A gente ficou falando um monte de besteira, sem tocar no assunto do que a gente tava trocando por mensagem. Era como quando a gente morava junto. Ninguém tinha coragem de dar o primeiro passo pra matar a vontade de se pegar. Até que depois de tomar um suco ou uma merda assim, meu amigo falou que era tarde, que ele tava com sono e ia dormir, e que se eu quisesse, podia me jogar num colchãozinho. Aí não pensei duas vezes, e já sabendo os dois o que ia rolar, me deitei no chão, do lado da cama dele.
A luz tava apagada, e eu tava com a pica dura igual a um pedaço de pau. Em silêncio, comecei a bater uma, e esticava a pica pra trás e deixava ela cair na minha barriga, o que fazia um barulhinho especial. Aí, já sem aguentar mais de tesão, perguntei se ele tinha dormido, e ele disse que não. Falei se era verdade o que ele me dizia nas mensagens, que queria chupar minha pica e engolir meu leite, e com uma risadinha nervosa, ele respondeu: "Não, mano, nada a ver". Aí pensei que já era, e falei: "Acho que sim", e me levantei, fiquei perto do rosto dele com a pica dura e pra fora da cueca, e sem falar nada, ele se jogou num boquete de cinema. Até agora, enquanto escrevo isso, me lembro e a pica sobe, e sinto a mesma sensação de nervoso e prazer que senti quando meu amigo chupou minha pica pela primeira vez. Anos de desejo, de vontade reprimida, se dissolveram em... em cada chupada, em cada vai e vem da boca babona dele.
Nunca pensei que ele fosse chupar tão bem minha pica. Era um aspirador. Num instante, ele tira minha pica da boca e fala: "Se a gente vai fazer, vamos fazer direito", e aí a gente se pelou. E comecei a chupar a pica dele. Me surpreendi que não tivesse dura, e aí percebi que ele era bem passivo. Mesmo assim chupei com vontade, porque também fico louco pra ter uma pica pra mamar de vez em quando. Depois de um 69 por um tempo, a gente se separou e ele ficou de quatro na minha frente, sem dizer nada. E não precisava falar.
Apalpando aquela bunda redondinha e linda no escuro, encosto a cabeça da pica na portinha e empurro. Assim, seco. Entrou sem problema, como se eu tivesse enfiando numa buceta. Aí pensei que fui um idiota por ter esse tesouro do meu lado tantos anos e não aproveitar como merecia. Sem mais delongas, comecei a bombar, rápido, fiquei louco quando ele começou a gemer feito uma puta. Meu amigo era uma puta entregue total, e eu tava ali, bem enfiado, sentindo as nádegas dele batendo nas minhas pernas, vendo a contraluz uma bunda redondinha e lisinha, e meu desejo era que aquela situação nunca acabasse.
Até o que também me agradava é que, além da putaria, eu sentia um carinho genuíno de amigos. Então tava comendo uma bunda tremenda, que desejava minha pica como ninguém, e ainda tinha afeto no meio. Não podia pedir mais.
A gente ficou transando até eu sentir que a gozada tava vindo, e perguntei onde ele queria. Ele disse pra gozar na boca dele. E não resisti, tirei do cu, corri pra boquinha dele e, com a ajuda de uma punheta, descarreguei uma porção leitosa generosa. Tive um orgasmo intenso, como há muito tempo não tinha. Fiquei quase tremendo, com as pernas fracas, difícil de ficar em pé.
Depois da gozada, fez-se um silêncio. Passou a putaria, e eu não acreditava que tinha comido meu amigo. Me deu uma espécie de culpa, Não sei por quê. Mas me vesti e fui na hora. Hoje me arrependo. Aquela noite deveria ter sido mais longa.
Depois daquela vez, toda vez que a gente se vê, rola algum encontro sexual. O bom é que o carinho e o sentimento de amizade continuam lá, intactos. E o melhor é que, com o tempo, meu amigo virou uma puta tremenda. Ele é um adorador de rola, e cada vez noto um lado de perversão e apetite sexual que é realmente incrível. Hoje eu sou casado, e ele tá num relacionamento com um cara, mas me divirto quando ele conta das aventuras desenfreadas dele, e fico louco, morro de vontade de arrebentar a bunda dele, e ele nunca me decepciona. Parece que ele gosta que eu seja tarado. E eu gosto que ele seja tão puto. Isso que tô contando é o relato da primeira vez que a gente comeu, mas tem muitas. E o que mais me anima é que vão ter muitas mais.
Falei pra ele que ia escrever esse relato pra postar. Se os comentários forem legais, prometo postar mais, e quase certeza que vai ter alguma fotinha de uma próxima trepada que a gente tiver.
14 comentários - Peguei meu amigo pela primeira vez
Me puso la verga a full 🙂 🙂 😉