Tinha demorado mais de 40 minutos e quando vejo ele chegar, não vinha sozinho. Percebi pelo carro que ele tinha me falado antes. Ele me vê e automaticamente vem na nossa direção. Sil vê ele e me olha, falando baixinho que tava com medo. Ele era um cara grande fisicamente: 1,80 de altura, porte grande e cara bem séria à primeira vista. Já a Ana, a mulher que tava com ele, era uma mulher muito gostosa. Simpática, sorriso bonito. Branquinha, cabelo preto, baixinha. 1,60 ou menos. Tinha uns 35 ou 36. Automaticamente, depois de se apresentar e cumprimentar a gente, o Horácio pede desculpas por não avisar que vinha acompanhado, mas disse que surgiu de última hora e que também não queria dar o bolo. Mas veio mesmo assim pra cumprir a palavra, mesmo que não rolasse nada. Uma conversa bem longa, onde o Horácio tocava em todo tipo de assunto abertamente. A Ana sabia que ele era casado, mas tava em processo de separação. Ele contava experiências e a Ana completava dizendo que tava começando agora com ele. Já ele tinha anos de estrada. Eu comentava o que ele falava e a Sol, por sua vez, só prestava atenção sem dar palpite nenhum. Não sabia se ela tava prestando atenção ou se tava desconfortável. Depois de vários papos, a Ana pede pra Sol acompanhar ela no banheiro e elas saem juntas. Horácio se aproxima e fala que a Sol tava muito gostosa e que seria uma pena se a gente não conseguisse fechar. Por parte dele, a Ana tava decidida a rolar e, se não fosse com a gente, iriam pra um cinema na capital ver o que pintava. Eu não podia falar nada porque não fazia ideia do que ela ia dizer. Minutos depois, as duas voltam rindo e entrando. Comentam que tinha uns travestis se maquiando que deram em cima delas. Depois de rir, ela me fala: S — Vamos? Eu — Com eles? Se você topa. S — A Ana é gostosa. Você gostou dela? Tô com um medinho da cara do careca (Horácio). Eu — Linda, gostosa, mas se você não se sente à vontade com o cara, não. S — Vamos, agora vou mandar mensagem pra ****** (a amiga que já sabia da nossa primeira experiência e em breve vou contar o que rolou com ela) Patente por via das dúvidas. Entre risadas, saímos pra fora e subimos no carro. Ao chegar no hotel, com a Sole, a gente se fez de pequenininho e se escondeu no banco de trás. (O vidro era fumê, mas na dúvida de alguém ver a gente). Entramos, ficamos confortáveis e, automaticamente, tiraram de uma mochila uma bolsa cheia de camisinhas. Sem rodeios, abriram o frigobar e pegaram um shandon (ou como escreve, haha), que serviram pra gente. A Sole deu um gole e eu tomei dois ou três. O Horacio só tomou uma taça porque tinha que dirigir, e até Boulonge era uma viagenzinha. No fim, a Ana tomou o resto sozinha e ficou mais que alegre. Começou a parte boa quando a gente começou a se beijar, cada um com seu par, deitados. Era uma cama grande e meio redonda, a de suíte. Viro o olhar e ela já não tinha mais camiseta. Então, fiz o mesmo. A Sole tava super quente, dava pra sentir na respiração dela e em como ela tava brincalhona com as mãos, pegando na minha piroca por cima da calça. Ela subiu em cima de mim e começou a me despir. A camiseta e a jeans saíram em dois segundos, me deixando só de cueca. Da minha parte, virei ela, coloquei de quatro e abaixei a calça dela, deixando à vista dos nossos amigos, que, mesmo se beijando, não perdiam nada. Comecei a esfregar a buceta dela enquanto chupava a boca dela, o pescoço e beijava os peitos. Ela mesma tirou o sutiã e eu me agarrei pra chupar os peitos dela. Nessa altura, ela tava só de uma calcinha fio dental branca com renda rosa, que nas laterais era só fiozinho. Eu tentava não perder o que os nossos amigos faziam, mas a Sole abaixou minha cueca e se agarrou pra chupar minha piroca. Fechei os olhos, curtindo. Quando reagi, a Ana tava igual à Sole: só de uma calcinha fio dental preta e tinha deixado a bunda dela quase na minha cara. Consegui ver e apreciar, e, de verdade, ela era muito gostosa. Tinha uns peitinhos bem pequenos, mas bem empinados. O que se destacava era a cinturinha dela e a bunda enorme que ela tinha, e eu não tinha prestado atenção até aquele momento. Hipnotizado olhando a bunda dela, vejo a Sole me dizendo pra tocar. Levanto o olhar e... Horacio me deu um olhar, piscando o olho pra mim. Passo a mão na bunda dela, a pele super macia. Gostosa. Apalpo a buceta dela e a umidade daquela pussy já tinha encharcado a calcinha toda. Do outro lado, Ana começa a passar a mão na bunda da Sole, que se ajeita pra me dar uma visão melhor das duas. E vejo como ela tava com o olhar fixo na pica do Horacio e automaticamente me fala: — Trocamos? Para de chupar a minha. Eu tiro a cueca. Ana levanta do nada e começa a beijar a Sole na boca. Ela corresponde, se apalpam um pouco e Ana chupa os peitos da Sole entre muitos elogios. Dava pra ver que a Ana tava bem animada porque não largava ela. Até que o Horacio começa a passar a mão na bunda e nos peitos da Sole, e ela se afasta pra se virar e beijar ele. A mesma coisa, Ana comigo, mas essa mulher me deu um beijo que quase me devorou. Ela começa a me masturbar num ritmo gostoso e eu a apalpar os peitos dela. Virei ela e fiquei por cima, chupei os peitos dela e comecei a descer, dando beijos por todo lado. Cheguei na entreperna dela, comecei a dar pequenas mordidas nas coxas e ouvia ela suspirando cada vez mais. Tirei a calcinha dela, roçava os lábios e, quando menos esperei, chupei toda a pussy dela. Ela me deu uns gemidos lindos, me agarrava pelo cabelo e mexia a cintura. Levantei, ficando por cima dela com minha pica na entrada da pussy dela, ela falava no meu ouvido e a única coisa que eu entendia era "guy". Tava morrendo de vontade de meter, ela brincava com a cabeça da minha pica que tava na entrada. Até que ela se levantou e desceu pra me dar uma chupada de pica daquelas. A Sole não fazia nada mal, mas a experiência que a Ana tinha era diferente. Nisso tudo, eu tinha esquecido da Sole e do Horacio. Quando olho, vejo o Horacio sentado na cama, mas ela não. Até que olho pelo espelho no teto e vejo ela de joelhos, fazendo o serviço dela. Não queria perder detalhe de nada, mas com a Ana eu tava me divertindo pra caralho. Ele chama a Ana e as duas se juntaram pra chupar ela. continuou a mesma coisa comigo. Horacio chupando a bunda da Sole, agarra ela pela cintura e deita ela de barriga pra cima. Tudo num movimento só, impondo o físico dele sobre o dela. Puxa a calcinha fio dental dela pra baixo e chupa a buceta dela, e vejo que ela agarra o braço dele tipo puxando ele pra cima dela. Vejo que ele já tinha colocado a camisinha e começa a tentar meter (ele tava grosso, bem grosso). A Ana tava me chupando a pica, sobe e beija minha orelha e fala: "me fode, cara, coloca isso e me fode". Coloquei uma camisinha e ela subiu em cima de mim na hora. A foda que a gente deu foi tão espetacular que, mesmo eu adorando e sentindo muito tesão em ver a Sole sendo comida, me concentrei mais na Ana. Ela tava doida, me deixava do mesmo jeito, ainda mais quando por acaso eu via a cara da Sole ao receber a pica do outro cara. Da Ana posso dizer que comi de várias posições, aproveitando a flexibilidade dos dois. A Sole vi mais de quatro, nas vezes que ela virava. Num momento, eu tava comendo ela de quatro e saí por causa do meu fetiche de ver aquelas bundas gostosas que me fodem de quatro, uma visão em primeira mão daquelas rabas com a buceta aparecendo. Meti a boca pra chupar o cu dela e encontrei um pedido pra eu comer o cu dela. Nem pensei, cuspi um pouco naquele buraquinho que já tava dilatado, não deu muita luta e entrou na hora. Dava pra ver que usa com frequência. Comi o cu dela um bom tempo até ouvir a Sole falar pra gente trocar. Tirei a camisinha e comecei a foder ela com tudo, eu por cima dela. Ela falou: S- "Tá com tesão, filho da puta!" E- "Siiim, pra caralho!" S- "Tava comendo a bunda dela pelo que vi." E- "Siiim, a gostosa me deu." "Fizeram o seu cu?" (enquanto passo a mão no cu dela, que tava dilatado) S- "Não. Só colocou um ou dois dedos. Mas não pediu e não sei se dá. Ele tem bem grossa." Enquanto ela falava isso, subiu em cima de mim e em questão de minutos teve dois orgasmos. Horacio me chamou e com a mão fez sinal pra eu ficar atrás da Ana. (Ela estava por cima dele) Me acomodei e fizemos uma dupla penetração. Ele não se mexia, eu metia com tudo e a Ana acompanhava meus movimentos. Enquanto isso, a Sole deitada do lado se masturbando. O Horácio pediu pra gente sair um pouco pra ele gozar. Levei ela contra a parede e continuei metendo na bunda dela enquanto ele chupava a buceta da Sole e me dizia que seria bom gozarmos juntos nos peitos das duas. Nos posicionamos, elas de joelhos chupando cada uma o pau do outro. Até que ele disse que não aguentava mais, bateu uma e gozou nos peitos da Sole. Eu acelerei o processo e gozei. Um pouco na boca da Ana e o resto nos peitos da Sole, que depois de um beijo longo, a Ana limpou com a língua. Tomamos banho juntos com a Sole. Saímos e fomos embora os quatro. Nos deixaram onde nos encontramos e cada um foi pro seu lado. Os dois satisfeitos (eu acho que mais). Chegamos em casa e contamos o que não conseguimos ver. Ela me garantiu que o pau do Horácio era bem grosso e ela gostou, mas esperava que um cara de quase quarenta anos desse a foda da vida dela ou pelo menos mostrasse a experiência, como quem diz. Foi bom, mas só até aí. Transamos naquela noite como loucos. A noite foi ótima, mas nunca mais repetimos.
1 comentários - Somando experiência. Parte 2