Beleza, galera: Chegou a tão esperada segunda parte. Tudo verdadeiro, igual à anterior. Espero que vocês gostem, me desculpem qualquer erro de ortografia que tenha escapado, mas escrevi e postei meio na correria. Falta muito contexto e descrições, então diria pra vocês que, se ainda não leram, deem uma olhada na primeira parte.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3010484/Relato-El-pete-de-la-veterana.html
Terminei de encher toda a boca dela no carro estacionado na frente da minha casa, descemos e nem precisei guardar a pica, ela mesma me pegou pela mão e me levou atravessando a rua, me apressando pra entrar. Entramos, fechei a porta e esmaguei ela contra a parede. Enquanto ela me chupava, tentei agarrar a bunda dela, mas ela tava com a raba (bem redonda e empinadinha) esmagada contra o reboco, então aproveitei pra acariciar a cintura dela, apertando bem forte com os polegares, as coxas, os peitos, tudo. Fui descendo de mordidas até chegar nos peitos. Na real, eu mordia e ela segurou minha cabeça e me fez descer, quando tava na altura dos peitos, me apertou num abraço que fez eu afundar a cara naquele decote enorme. Eu continuava mordendo, beijando, lambendo e chupando que nem um desesperado até que, pelo caminho pescoço-decote-peito, cheguei no mamilo.
-: HMMMM assiiiiii meu amor! Chupa toda, bebê, chupa – Ela gemia que nem uma desesperada – Isso! Vai, gato. Chupa minha vida, chupa.
As palavras saíam bem do fundo da garganta dela, como gemidos, enquanto eu abria a camisa dela (tava sem sutiã) e chupava os peitos bem grandes, e a baba escorria pra todo lado. A gente tava fazendo uma zona.
-: Chupa minha vida, chupa. – Minha pica ainda tava se recuperando da chupada violenta que a madura tinha dado no carro, mas já tava de saco cheio de tanto “minha vida”, “meu gato”, “meu bebê” e tal. Era hora de retomar a iniciativa, então se ela queria porra na bruta, ia levar até sair gozo pelo nariz dela.
Segurei a cabeça dela e dei um tranco bem forte e na bruta, sem dar chance dela recusar, completei enfiando a língua bem lá no fundo. Quando tirei a língua, ela tava com os olhos arregalados de surpresa e quase ofegando. Peguei ela pelo braço apertando um pouco mais forte do que o necessário (só um pouquinho) e levei ela escada acima na minha frente. Ela se deixava levar que nem uma manteiga. Uma vez Em cima, joguei ela na cama de bruços e puxei pelos pés até que a cintura dela ficasse bem na borda do colchão. Ou seja, ela ficou de joelhos no chão, com a bunda empinada, bem durinha apontando pra cima. Quando se viu nessa posição, olhou pra trás com um sorrisinho safado que mal dava pra ver, de tanto cabelo bagunçado que quase tapava o rosto dela.
— Ah, papai, me comportei mal pra você ficar bravo assim? — Falou com a voz mais de puta que já ouvi na minha vida. Eu, nessa altura, por puro instinto, nem respondi, com um sorriso debochado bem de playboy, baixei o jeans dela só até debaixo da bunda e, quase sem perceber, comecei a dar palmadas, cada vez mais forte, bem barulhentas, enquanto ela apertava os lençóis com força e gritava/gemia contra o colchão.
Eu me ajoelhei (sem parar de fazer o tapa-tapa) e comecei a meter a língua na buceta dela, bem até o fundo. Nunca fui muito bom nisso nem me atraía muito, mas nessa altura, tava tão descontrolado que não ligava pra nada. Ela, naturalmente, tava mais molhada que Santa Catarina em janeiro. Até escorriam gotinhas de suco pela parte de dentro das pernas dela.
Enquanto chupava e lambia, já cansado de tanta palmada, resolvi arriscar: meti os dois polegares na pussy pra lubrificar bem e, quando estavam bem molhadinhos, enfiei eles assim, sem mais nem menos, no cu. Primeiro um, ela deu um grito, foi um pouco de dor, mas não terminou — o grito se transformou num gemido de prazer que pareceu durar cinco minutos. Quando ela terminou de fechar a boca, meti o segundo dedo. Dessa vez, não teve mais grito, só um gemido, e outro, e outro, até que ela teve um orgasmo que deixou ela tremendo igual vibrador, com os olhos bem fechados, os punhos apertando os lençóis e a cara cheia de cabelo, toda vermelha e soltando gemidinhos.
Agora ia dar “meu bebê” pra essa puta. Levantei ela quase no colo e coloquei na grade que dá pro vão da escada. escada, que chegava até o umbigo dela. Agarrei ela por trás bem forte (não sou um marginal, ela não ia cair) e enquanto ela tava pendurada no vazio, apertada contra a escada, enfiei bem forte.
Ela já não gemia, só ofegava e fazia barulhinhos de prazer, enquanto os peitos, os braços e a cabeça pendiam pra frente, em parte tremendo ainda do orgasmo e em parte porque eu tava metendo sem parar. Fiquei assim, mete e tira rápido, até que ela recuperou um pouco as forças e começou a se erguer.
— Cê acha que vai me ter aqui pendurada igual um pedaço de carne, mano? — disse desafiadora, mas a voz e o tom ainda eram de uma puta.
— Não como um pedaço de carne, como meu pedaço de carne, você é minha puta, e vou te foder até eu me cansar.
— Cê é um pivete de merda.
Sem tirar a pica de dentro, peguei ela pela cintura e levantei pra trás. Levei ela contra a parede e esmaguei com todo meu corpo, ela ficou com a bunda e os peitos colados na parede.
— Nnnhhhgggdaaameeee! Me dá mais! Mané de merda, me dá pica!!! — dizia gemendo contra a parede. De puro tesão, sem nem pensar, tirei a pica e com a única mão livre que me sobrou (a outra esmagava a cabeça dela contra a parede), apontei a pica pro cu e devagar no começo, fiz força até entrar toda, com a facilidade de uma chave na fechadura. Os olhos dela arregalaram. Ficou paralisada enquanto eu continuava cada vez mais forte metendo e tirando, arrombando o cu dela.
— E aí, puta? Não te ouço falar nada agora.
— Me dá mais, me dá mais, papai, quero mais — dizia bem baixinho, como se não tivesse ar. Num momento, abracei ela contra mim, agarrando os peitos bem forte, e com a outra mão enfiei todos os dedos que pude na buceta dela. Ela tremeu de novo com outro orgasmo e gozou a jatos. Joguei ela na cama de barriga pra cima e apontei a pica pra cara dela.
— Toma mais porra que vai te fazer bem. — ela nem tentou Levantou-se, só se arrastou como pôde na cama levando a boca, cansada e semiaberta até meu pau. Simplesmente abriu a boca e mostrou a pontinha da língua, acho que cansada demais pra mais, então enfiei pra pegar a boca dela bem forte, pra fazer ela completar. Não demorei muito mais pra gozar. Enchi ela de porra, mas ela não engoliu, só ficou ali até eu tirar o pau e vi como a porra transbordava das bochechas dela (ela tava com a cabeça virada na cama) e me olhou com os olhos semiabertos enquanto brincava com a língua e o leite na boca.
Depois que nos acalmamos. Ela me agarrou pelo braço e, com um puxão, me abraçou e apoiou a cabeça entre os peitos dela.
—: Você é meu cara agora, vai me foder assim todas as vezes que eu quiser, entendeu, bebê?
http://www.poringa.net/posts/relatos/3010484/Relato-El-pete-de-la-veterana.html
Terminei de encher toda a boca dela no carro estacionado na frente da minha casa, descemos e nem precisei guardar a pica, ela mesma me pegou pela mão e me levou atravessando a rua, me apressando pra entrar. Entramos, fechei a porta e esmaguei ela contra a parede. Enquanto ela me chupava, tentei agarrar a bunda dela, mas ela tava com a raba (bem redonda e empinadinha) esmagada contra o reboco, então aproveitei pra acariciar a cintura dela, apertando bem forte com os polegares, as coxas, os peitos, tudo. Fui descendo de mordidas até chegar nos peitos. Na real, eu mordia e ela segurou minha cabeça e me fez descer, quando tava na altura dos peitos, me apertou num abraço que fez eu afundar a cara naquele decote enorme. Eu continuava mordendo, beijando, lambendo e chupando que nem um desesperado até que, pelo caminho pescoço-decote-peito, cheguei no mamilo.
-: HMMMM assiiiiii meu amor! Chupa toda, bebê, chupa – Ela gemia que nem uma desesperada – Isso! Vai, gato. Chupa minha vida, chupa.
As palavras saíam bem do fundo da garganta dela, como gemidos, enquanto eu abria a camisa dela (tava sem sutiã) e chupava os peitos bem grandes, e a baba escorria pra todo lado. A gente tava fazendo uma zona.
-: Chupa minha vida, chupa. – Minha pica ainda tava se recuperando da chupada violenta que a madura tinha dado no carro, mas já tava de saco cheio de tanto “minha vida”, “meu gato”, “meu bebê” e tal. Era hora de retomar a iniciativa, então se ela queria porra na bruta, ia levar até sair gozo pelo nariz dela.
Segurei a cabeça dela e dei um tranco bem forte e na bruta, sem dar chance dela recusar, completei enfiando a língua bem lá no fundo. Quando tirei a língua, ela tava com os olhos arregalados de surpresa e quase ofegando. Peguei ela pelo braço apertando um pouco mais forte do que o necessário (só um pouquinho) e levei ela escada acima na minha frente. Ela se deixava levar que nem uma manteiga. Uma vez Em cima, joguei ela na cama de bruços e puxei pelos pés até que a cintura dela ficasse bem na borda do colchão. Ou seja, ela ficou de joelhos no chão, com a bunda empinada, bem durinha apontando pra cima. Quando se viu nessa posição, olhou pra trás com um sorrisinho safado que mal dava pra ver, de tanto cabelo bagunçado que quase tapava o rosto dela.
— Ah, papai, me comportei mal pra você ficar bravo assim? — Falou com a voz mais de puta que já ouvi na minha vida. Eu, nessa altura, por puro instinto, nem respondi, com um sorriso debochado bem de playboy, baixei o jeans dela só até debaixo da bunda e, quase sem perceber, comecei a dar palmadas, cada vez mais forte, bem barulhentas, enquanto ela apertava os lençóis com força e gritava/gemia contra o colchão.
Eu me ajoelhei (sem parar de fazer o tapa-tapa) e comecei a meter a língua na buceta dela, bem até o fundo. Nunca fui muito bom nisso nem me atraía muito, mas nessa altura, tava tão descontrolado que não ligava pra nada. Ela, naturalmente, tava mais molhada que Santa Catarina em janeiro. Até escorriam gotinhas de suco pela parte de dentro das pernas dela.
Enquanto chupava e lambia, já cansado de tanta palmada, resolvi arriscar: meti os dois polegares na pussy pra lubrificar bem e, quando estavam bem molhadinhos, enfiei eles assim, sem mais nem menos, no cu. Primeiro um, ela deu um grito, foi um pouco de dor, mas não terminou — o grito se transformou num gemido de prazer que pareceu durar cinco minutos. Quando ela terminou de fechar a boca, meti o segundo dedo. Dessa vez, não teve mais grito, só um gemido, e outro, e outro, até que ela teve um orgasmo que deixou ela tremendo igual vibrador, com os olhos bem fechados, os punhos apertando os lençóis e a cara cheia de cabelo, toda vermelha e soltando gemidinhos.
Agora ia dar “meu bebê” pra essa puta. Levantei ela quase no colo e coloquei na grade que dá pro vão da escada. escada, que chegava até o umbigo dela. Agarrei ela por trás bem forte (não sou um marginal, ela não ia cair) e enquanto ela tava pendurada no vazio, apertada contra a escada, enfiei bem forte.
Ela já não gemia, só ofegava e fazia barulhinhos de prazer, enquanto os peitos, os braços e a cabeça pendiam pra frente, em parte tremendo ainda do orgasmo e em parte porque eu tava metendo sem parar. Fiquei assim, mete e tira rápido, até que ela recuperou um pouco as forças e começou a se erguer.
— Cê acha que vai me ter aqui pendurada igual um pedaço de carne, mano? — disse desafiadora, mas a voz e o tom ainda eram de uma puta.
— Não como um pedaço de carne, como meu pedaço de carne, você é minha puta, e vou te foder até eu me cansar.
— Cê é um pivete de merda.
Sem tirar a pica de dentro, peguei ela pela cintura e levantei pra trás. Levei ela contra a parede e esmaguei com todo meu corpo, ela ficou com a bunda e os peitos colados na parede.
— Nnnhhhgggdaaameeee! Me dá mais! Mané de merda, me dá pica!!! — dizia gemendo contra a parede. De puro tesão, sem nem pensar, tirei a pica e com a única mão livre que me sobrou (a outra esmagava a cabeça dela contra a parede), apontei a pica pro cu e devagar no começo, fiz força até entrar toda, com a facilidade de uma chave na fechadura. Os olhos dela arregalaram. Ficou paralisada enquanto eu continuava cada vez mais forte metendo e tirando, arrombando o cu dela.
— E aí, puta? Não te ouço falar nada agora.
— Me dá mais, me dá mais, papai, quero mais — dizia bem baixinho, como se não tivesse ar. Num momento, abracei ela contra mim, agarrando os peitos bem forte, e com a outra mão enfiei todos os dedos que pude na buceta dela. Ela tremeu de novo com outro orgasmo e gozou a jatos. Joguei ela na cama de barriga pra cima e apontei a pica pra cara dela.
— Toma mais porra que vai te fazer bem. — ela nem tentou Levantou-se, só se arrastou como pôde na cama levando a boca, cansada e semiaberta até meu pau. Simplesmente abriu a boca e mostrou a pontinha da língua, acho que cansada demais pra mais, então enfiei pra pegar a boca dela bem forte, pra fazer ela completar. Não demorei muito mais pra gozar. Enchi ela de porra, mas ela não engoliu, só ficou ali até eu tirar o pau e vi como a porra transbordava das bochechas dela (ela tava com a cabeça virada na cama) e me olhou com os olhos semiabertos enquanto brincava com a língua e o leite na boca.
Depois que nos acalmamos. Ela me agarrou pelo braço e, com um puxão, me abraçou e apoiou a cabeça entre os peitos dela.
—: Você é meu cara agora, vai me foder assim todas as vezes que eu quiser, entendeu, bebê?
6 comentários - Cojiendo a la veterana (continuacion)