MILFs ANÔNIMAS
CAPÍTULO 07.5


Olá, sou eu de novo, Margarita, a mãe do David, para contar mais uma vez minhas experiências.
Depois de testemunhar o espetáculo da minha amiga Victoria, minha vida voltou ao normal. Meu filho já tinha começado a frequentar a escola e até já tinha um amigo chamado Alex. Era um jovem bonito e gentil, muito parecido com meu filho, e acabei criando uma boa amizade com a mãe dele, Rosy, uma divorciada igual a mim.
Ainda estava relutante em aceitar aquela oferta de me juntar às Milf Anônimas, apesar da insistência da Victoria. Por enquanto, meu fiel vibrador era tudo que eu precisava para aliviar minhas vontades.
Um dia, enquanto estava na clínica onde trabalho, levei um susto quando atendi um paciente que não era ninguém menos do que Esteban, o homem que eu tinha visto com a filha dele na praia nudista. Esperei que ele não me reconhecesse, e durante a consulta ele não deu sinais disso, mas ao final, antes de ir embora, ele se aproximou para falar comigo.
— E como vão as coisas com seu filho? Já ficaram juntos? — ele perguntou.
— Não sei do que está falando, já disse que nós não temos esse tipo de relação — respondi indignada.
— Pode negar, mas obviamente eu vi você fazendo uma masturbação nele naquele dia, além de que, desde antes, dava para notar o tesão com que seu filho olhava para você. Talvez você ache que seja imoral, mas não há demonstração de amor e carinho mais pura do que a que um familiar oferece. Como eu comentei, há muitas famílias que demonstram esse amor no hotel. Minha filha e eu somos uma delas, estamos juntos há vários anos e a cada dia nos amamos mais. Tudo é consensual, e ninguém é obrigado a fazer nada que não queira — disse Esteban e, vendo que eu continuava irritada, se preparou para ir embora.
— Antes de nos julgar, dê uma olhada — ele disse e me entregou um cartão. — Entre no site, use o código e veja do que estou falando. E se um dia você se atrever a dar o passo, me ligue.
O homem foi embora, me deixando sozinha e confusa. Examinei o cartão que ele havia deixado. De um lado estava escrito um endereço da web e um código, do outro, um número de telefone. Me preparei para rasgá-lo, mas algo me impediu. Será que era verdade que meu filho me olhava com desejo naquele dia?
Fiquei pensando por um momento com o cartão nas mãos, mas de repente fui chamada para atender outro paciente e, sem perceber, guardei o cartão na minha bolsa.
Cheguei em casa à noite e meu filho não estava. Lembrei que ele havia dito que sairia com o amigo Alex, então eu teria a casa só para mim. Enquanto me despia, revirei os bolsos do meu roupão e encontrei o cartão que Esteban me havia dado. Tentei rasgá-lo novamente para jogar no lixo, mas mais uma vez algo me impediu.
A curiosidade foi mais forte e acabei ligando o computador para ver do que se tratava.
O site era do hotel onde havíamos nos hospedado e não vi nada fora do comum. Procurei um pouco e encontrei uma seção VIP que pedia um código para entrar. Achei que seria o que estava no cartão e digitei os números.
Fui levada para outro site chamado "Amor de Família". Lá me deparei com centenas de fotos, vídeos e depoimentos de familiares que mantinham relações. Mães e filhos, pais e filhas, irmãos e irmãs, famílias inteiras, até avós com netos e até irmãos gays.
Alguns meses atrás, com certeza teria fechado a página e rasgado o cartão para depois esquecer tudo aquilo, mas a cada dia que passava, sentia aquele calor da minha juventude voltando.
Comecei a explorar o site. Havia fotos dos casais ou grupos que levavam a seções onde dava para ler a história de como a relação deles havia começado, e algumas tinham fotos e até vídeos deles transando.
A cada nova história, eu ficava mais e mais excitada. Lentamente, levei uma das mãos até minha calcinha, que já estava encharcada, e comecei a me masturbar. Os vídeos eram extremamente excitantes, o... ver como esses pais comiam as filhas que gemiam de prazer, como as mães recebiam os paus dos próprios filhos, esses irmãos fodendo como namorados trocando palavras românticas durante o ato.
Também encontrei gravações dos encontros especiais deles, que aconteciam no hotel. Pelo que dava pra ver na tela, eram verdadeiras bacanais que rolavam, uma orgia sem limites, os gemidos e gritos de prazer ecoavam por todo o lugar.
Meus dedos já não eram suficientes pra me satisfazer, eu precisava do meu brinquedo confiável. Para evitar um incidente como da última vez e imaginando que meu filho poderia chegar de repente, peguei o notebook e levei pro meu quarto.
Me instalei na cama, peguei um par de fones pra ouvir os vídeos e, com meu fiel brinquedo na mão, voltei a entrar naquele site proibido e pecaminoso.
Perdi completamente a noção do tempo, fiquei vendo vídeo atrás de vídeo e foto atrás de foto daqueles casais e grupos incestuosos.
Não demorei a dar de cara com Esteban e sua filha Johana. Ouvi eles contando a história deles e depois vi fazendo amor com tanto carinho, como se fossem um casal normal. A garota gozava com o pau do pai e ele curtia o sexo com a filha. Eles trocavam palavras carinhosas durante o ato, assim como frases de desejo e luxúria.
O consolo estava bem enterrado na minha buceta, eu o movia suavemente enquanto lia os depoimentos e depois o usava com força ao assistir aos vídeos, especialmente aqueles entre mãe e filho.
Me dava um tesão enorme ver como esses jovens comiam as próprias mães, não era muito diferente do encontro da Vicky com seu amante jovem, com a exceção de que isso era ainda mais proibido.
Fechei os olhos e comecei a me masturbar com o brinquedo como das outras vezes, mas dessa vez imaginei que era o pau de um garotão que estava na minha frente; depois de alguns minutos, imaginei que era o Alex, amigo do meu filho, que em algumas vezes o tinha... Vi você me olhando disfarçadamente.
Com o consolo na boca, imaginei que era o pau dele que eu saboreava sem pudor. Enfiava o máximo que podia na boca para depois tirar e lambê-lo, da cabeça até as bolas.
Primeiro comecei com movimentos lentos enquanto esfregava meu clitóris para me dar mais prazer, fantasiando situações sexuais com o amigo do meu filho. Imaginei ele me seduzindo enquanto estávamos sozinhos, me beijando com paixão e me fazendo tremer de prazer.
Que delícia seria sentir a língua dele devorando meus peitos e os dedos dentro da minha buceta. Depois, imaginei ele se despindo e me mostrando o pau duro como pedra, oferecendo para eu chupar.
Pensei em como seria o pau do Alex. Certamente grande e grosso, com uma cabeça inchada e roxa, e um par de testículos bonitos balançando como os do David.
De repente, o rosto do garoto mudou na minha mente, e agora era o pau do meu filho que eu estava chupando.
Seu pau foi o primeiro que eu vi ao vivo em muito tempo, naquela ocasião na praia, e tinha ficado gravado na minha mente.
Ao me lembrar, senti que me molhava ainda mais do que achava possível. Em vez de parar, aquilo só me deixou mais excitada, e, tirando o brinquedo da boca, levei até minha buceta peluda e esfreguei na minha entrada molhada. Introduzi lentamente, simulando que meu filho me penetrava com suavidade.
Sem perceber, meus gemidos ficavam cada vez mais altos, mas não dei importância. Naquele momento, só me importava o prazer que sentia, e também não ligava para o fato de estar fantasiando com meu filho. Todos aqueles casais incestuosos de mãe e filho que eu tinha visto estavam aparecendo na minha mente, mas agora os protagonistas éramos meu filho e eu. Isso me fez introduzir o consolo com mais intensidade, fingindo que era o pau do meu filho que me penetrava.
Eu tinha que parar, aquilo não estava certo, não podia ficar imaginando fazer essas coisas com meu próprio filho. Tinha que parar, mas a única coisa... Tudo que eu podia fazer era me masturbar com mais força enquanto fingia que meu filho me penetrava com o pau duro dele, em vez de um pedaço de plástico.
Com um único movimento, tirei todo o brinquedo de dentro de mim para depois enterrá-lo até o fundo, soltei um enorme gemido de prazer e acabei gozando, lançando meus fluidos com força pela cama.
Ao me recuperar do orgasmo e abrir os olhos, percebi que tinha tanta pressa para me dar prazer que esqueci de trancar a porta do meu quarto, como nas outras vezes.
Coloquei um roupão e saí, esperando que meu filho ainda não tivesse chegado. Fui até o quarto dele e o encontrei fechado, o que mostrava que ele já tinha voltado. Esperava que ele não me tivesse visto naquela situação.
Voltei para o meu quarto e me senti culpada por tudo o que tinha acontecido. Desliguei o computador e limpei toda a bagunça que tinha feito.
O que estava acontecendo comigo? Uma mãe não pode ter esse tipo de pensamento em relação ao próprio filho. Havia algo errado comigo, algo muito errado. Mas isso significava que também havia algo errado com todas aquelas famílias que eu tinha visto no site.
Não havia nenhum sinal de culpa ou arrependimento neles, eles pareciam normais e felizes. Dava para ver o amor nos atos deles. Lembrei de Esteban e da filha dele, que agiam como um casal apaixonado no vídeo. Uma dúvida surgiu na minha mente e no meu coração naquela noite: era esse o tipo de relação que eu queria com meu filho? A resposta me assustava e excitava ao mesmo tempo.
Não notei nenhuma mudança na atitude do meu filho nos dias seguintes, o que confirmava que ele não tinha percebido minhas ações. Eu precisava ter mais cuidado de agora em diante e não deixar que a tesão me vencesse.
Mas algumas coisas são mais fáceis de dizer do que fazer. Depois daquele dia, fiquei viciada naquele site de relações incestuosas e em pornô de incesto. Às vezes, aproveitava as horas livres no trabalho para ler contos eróticos sobre o tema, e à noite me masturbava vendo filmes. pornográficas do mesmo conteúdo. Todo o tabu que cercava o assunto me parecia algo excitante e proibido, talvez por isso me atraía tanto, mas eram apenas fantasias minhas, nunca jamais teria coragem de fazer algo assim na vida real. Pelo menos era o que repetia pra mim mesma todo dia. Minha tesão foi aumentando a cada dia que passava, tanta que acabei comprando outro brinquedo erótico, dessa vez um vibrador para me dar mais prazer. Com ajuda de lubrificantes e graças a ser menor que meu consolador, consegui enfiar no meu cu e junto com meu velho amigo vermelho, curtia ter meus dois buracos cheios e imaginar que um par de jovens me faziam deles. Não tinha voltado a fantasiar com meu filho depois daquela noite, mas algumas coisas são inevitáveis. Voltei pra casa de tarde um dia; apesar de cansada, também estava bem excitada. Devido ao excesso de trabalho, não tinha tido oportunidade de me satisfazer em vários dias e, como no dia seguinte era meu dia de folga, planejava me trancar no quarto para me masturbar à vontade a noite toda no computador, mas ao entrar em casa me deparei com meu filho, que voltava da escola. Deixando minha tesão de lado, ative meus instintos maternais e o cumprimentei, perguntando se já tinha comido. Ele disse que não e pedi que sentasse pra comer comigo. Fazia tempo que não passávamos tempo juntos, seja pelo meu horário de trabalho irregular ou pelas saídas dele com os amigos. Aquela tarde foi maravilhosa, passamos um bom tempo agradável entre mãe e filho. Conversamos e rimos como antes. Ao terminar de comer, nos sentamos pra ver televisão e, ao cair da noite, acabamos vendo um filme que, para nossa surpresa, acabou sendo erótico. Não era nada pornô, só mostravam os peitos, mas mesmo assim é meio estranho pra mãe e filho. — Se te incomoda, pode trocar — meu filho disse. — Não, não tenho problema com isso. Quem não devia estar vendo esse tipo de coisa é você — respondi brincando. — Ah, qual é, mãe. Já Já vi mulheres nuas antes, na praia de nudismo, lembra? - respondeu brincando também.
- Claro que lembro. Lembro que você estava bem animado naquele dia, dava pra ver o quanto estava excitado. - respondi rindo.
- Bom, você também não ficou atrás naquele dia. Dando uma olhada em tudo que tinha por lá. - me respondeu com malícia.
Ambos rimos e isso pareceu aliviar o clima. Ficamos assistindo ao filme, onde a ação só aumentava de tom.
Mesmo não sendo nada muito pesado, com o tesão que eu estava, foi mais que suficiente pra me excitar. Em casa, costumo não usar sutiã, e aquela noite não foi exceção. Dava pra sentir meus mamilos ficando duros e marcando através da roupa. Minha buceta começou a ficar molhada e, disfarçadamente, levei uma mão até ela, esfregando devagar por cima da calça.
Olhei de lado pro meu filho e vi ele com os olhos fixos na tela, mas outra parte do corpo dele chamou minha atenção.
Como ele só usava um shorts, era nítido o volume que se formava, deixando claro que ele estava com uma ereção de respeito. Tentei focar na tela, mas de vez em quando olhava de novo pra aquele volume, que eu jurava estar pulsando. Minha surpresa foi ainda maior quando o vi usar uma mão pra se esfregar disfarçadamente.
Não sabia se ele percebia o que eu fazia. Uma parte de mim queria olhar nos olhos dele pra ver o que causava tanta excitação - se era a tela ou eu -, mas outra parte tinha medo do que poderia acontecer. Medo de não me controlar e acabar fazendo uma loucura. Continuei esfregando minha buceta por cima da roupa até que um pequeno orgasmo chegou e me fez tremer.
Durante o resto do filme, nenhum de nós disse uma palavra. Ao terminar, só desejamos boa noite e cada um foi pro seu quarto em silêncio.
Depois de tomar um banho, estava deitada na minha Na cama, relembrando o que havia acontecido. Eu estava com tesão e queria me masturbar, mas naquela noite precisava de algo mais do que vídeos e consolos.
Veio à minha mente a imagem do volume na calça do meu filho, e uma ideia pecaminosa cruzou meus pensamentos.
Saí do meu quarto com cautela, e o silêncio da noite me indicou que não havia ninguém por perto. Fui até o cesto de roupa suja e encontrei o que procurava: a cueca manchada do meu filho.
Sendo eu quem cuidava da maior parte da lavagem de roupas da casa, não era a primeira vez que eu encontrava sua roupa íntima cheia de porra — são os perrengues de ser mãe de um adolescente. Mas naquela ocasião, eu faria algo mais do que apenas jogá-la na máquina de lavar. Agora, eu a usaria para um propósito proibido.
Devagar, peguei a cueca e, com certa hesitação, aproximei-a do meu nariz. Sua essência me atingiu de repente e me deixou ainda mais excitada. Estiquei a língua e timidamente provei seu sabor. Em que tipo de puta eu estava me transformando? Que mãe fica excitada com a cueca do próprio filho?
Não tinha tempo para responder a isso — tudo o que importava era saciar minha vontade. Com o "tesouro" nas mãos, voltei para o meu quarto.
Mal estava chegando quando ouvi uns grunhidos, quase gemidos, que chamaram minha atenção. Vinham do quarto do meu filho, e era bem óbvio o que ele estava fazendo, então o melhor era deixá-lo sozinho. Tentei seguir de volta para o meu quarto, mas meus pés não respondiam — uma força dentro de mim me instigava a dar uma espiada no que estava acontecendo ali. A curiosidade me venceu, e lentamente me aproximei do quarto dele, abrindo a porta devagar o suficiente para ver o interior.
Meu filho estava deitado de costas na cama, se masturbando freneticamente. Graças ao fato de ele estar de olhos fechados, olhando para o teto, pude abrir mais a porta para me deleitar com a visão de seu pau grosso e ereto.
Lembrei daquele dia na praia, quando acabei fazendo uma... masturbação, lembrei como tinha sentido ele pulsar ao envolver com minha mão, como ele tinha estremecido ao cuspir sua porra na areia. Podia jurar que agora parecia muito maior, embora talvez fosse só minha tesão.
Como mãe, me sentia orgulhosa de uma ferramenta tão magnífica que certamente daria muito prazer às suas futuras conquistas. Como mulher, me sentia atraída por aquele incrível pau de carne. Minha buceta ficou molhada, encharcando minha calcinha, eu estava extremamente excitada com aquele espetáculo.
Sem pensar, levei minha mão até minha fenda pulsante e, sem hesitar, enfiei três dedos dentro dela, tive que morder os lábios para evitar soltar um gemido.
Observava meu filho percorrer o comprimento do seu pênis com uma mão enquanto usava a outra para abafar seus gemidos; alternava os movimentos no seu pau entre rápidos e lentos, soltando gemidos ao fazê-lo. Ouvi ele balbuciar, mas não conseguia entender o que dizia. Me perguntava em quem ele poderia estar pensando enquanto se dava prazer, certamente em alguma amiga da escola.
Não sabia se era a tesão acumulada ou tantos vídeos de incesto que tinha visto, mas pela minha mente passou a ideia de entrar, de levar aquele membro ereto à boca para chupá-lo por completo e depois deixá-lo entrar na minha buceta ansiosa até que ele cuspisse sua porra dentro dela.
Ainda assim, me mantive no limiar da entrada, simplesmente aproveitando o prazer que meu filho se dava e me proporcionando um prazer igual.
Temendo que meus gemidos me entregassem, peguei a cueca manchada que tinha na mão e cobri minha boca com ela. Ao fazer isso, inspirei novamente o cheiro de sêmen que emanava dela e a coloquei na boca, experimentando totalmente seu sabor.
Sem dúvida, aquele era um espetáculo digno de ser visto, mãe e filho se masturbando a poucos metros um do outro. Um espetáculo imoral, proibido e pecaminoso, mas extremamente prazeroso.
De repente, os jatos de porra saíram disparados do seu lindo pau, voando em todas instruções. Isso foi o suficiente para me fazer correr também, a calcinha na minha boca abafou meu gemido e meus fluidos escorreram entre minhas pernas.
A vergonha e o decoro chegaram de repente e eu percebi o que tinha acabado de fazer. Saí correndo dali e me tranquei no meu quarto.
Esse foi todo o meu limite, a pica grossa e dura do meu filho tinha sido a gota d'água. Já não podia continuar me matando na punheta e com brinquedos, precisava de uma de verdade, uma pica jovem e suculenta pra mim ou da próxima vez não responderia pelo que poderia acontecer entre meu filho e eu.
Apesar da hora, peguei o telefone e mandei uma mensagem pra dona Elide, estava pronta pra fazer parte do grupo, pra reacender o fogo da minha juventude, desejava sentir de novo o prazer carnal do sexo. Só isso poderia me acalmar e me permitir colocar ordem na minha vida. A resposta veio depois de alguns minutos.
“Venha me ver amanhã.”
Deixei o telefone de lado e me acomodei pra dormir. Foi quando notei que ainda tinha a cueca do meu filho comigo. Peguei e escondi junto com meus brinquedos sexuais.
Enquanto pegava no sono, fiquei em dúvida se estava fazendo a coisa certa. Transar com um garoto estranho não era uma opção sensata, mas pelo menos era mais sensata que a outra alternativa. Uma que, bem no fundo, eu desejava mais que tudo, mas não podia me atrever a realizar.
Isso não importava, o destino se encarregaria de me ajudar nesse aspecto.
No dia seguinte, fui ao meu encontro com dona Elide.
— Imaginei que cedo ou tarde você mudaria de ideia. Posso perguntar o motivo? — indagou dona Elide.
Eu não soube o que responder, o que ela pensaria de mim se eu dissesse que tinha sido por causa do desejo cada vez maior pelo meu filho.
— Você não precisa me dizer se não quiser. Seus motivos são pessoais — disse dona Elide ao me ver hesitante.
A verdade é que eu precisava desabafar, precisava contar pra alguém.
— O que acontece é que, há alguns meses, tenho sentido uma vontade enorme de sexo, mas não tenho... sentido com o valor de estar com outra pessoa. Comprei um consolador e isso me ajudou por um tempo, mas sinto que já não é suficiente. Conforme o tempo passa, anseio cada vez mais pelo contato humano, desejo me sentir desejada e amada novamente. Anseio voltar a desfrutar dos prazeres da carne. E… bem… a outra noite vi meu filho se masturbando e me envergonha dizer que fiquei muito excitada. Eu… hmm… sabe… até passou pela minha cabeça entrar e me juntar a ele, então antes que eu faça uma loucura, decidi me aliviar fazendo sexo. - relatei à senhora.
Elide ficou em silêncio por alguns minutos. Supus que estava me julgando e tinha certeza de que acabaria me expulsando do complexo, mas ela simplesmente evocou um sorriso silencioso.
- A próxima reunião será na semana que vem. Será à noite e, para evitar problemas com seu filho, você virá aqui para o encontro. Vou te enviar a hora e o dia por mensagem quando estiverem definidos. Se mudar de ideia, é melhor me avisar com antecedência. Quanto ao que você me contou, não contarei a ninguém. Todos temos segredos, e eu não sou ninguém para te julgar, fazendo o que faço com os garotos. - disse dona Elide.
Respirei aliviada por ela não me considerar uma pervertida doente. Agradeci pela ajuda, me despedi dela e voltei para casa ansiosa para que o dia chegasse.
Nos dias seguintes, notei um certo distanciamento entre meu filho e eu. Ele passava quase todo o tempo no quarto ou fora de casa, e só tínhamos conversas esporádicas. Pensei que fosse o melhor, colocar certa distância entre nós até que eu conseguisse acalmar minha libido, que, quanto mais o dia se aproximava, mais aumentava. Passava quase o dia todo excitada e, à noite, me masturbava até três ou quatro vezes antes de ficar satisfeita. Até mesmo uma vez acabei me masturbando no banheiro do trabalho. Eu precisava do alívio do sexo real e precisava dele já.
A mensagem chegou informando que a reunião seria na quinta-feira à noite. Naquele... Dia, depois de chegar do trabalho e tomar um banho, me preparei para avisar meu filho que sairia por algumas horas, mas descobri que ele já tinha ido, deixando apenas um bilhete dizendo que voltaria mais tarde.
Eu tinha me arrumado como fazia tempo que não fazia, algo que no final achei que não valia a pena, considerando que o garoto só me veria nua e também não veria meu rosto. Pensei em depilar a buceta, mas já tinha esquecido como fazer e só tirei um pouco do volume da minha mata fechada de pelos pubianos.
Fui até o apartamento da dona Elide bastante nervosa. Minha ansiedade era enorme, fazia tanto tempo que não sentia um pau dentro de mim que só de imaginar o que me esperava já deixei minha calcinha molhada.
Parei na porta da Elide e respirei fundo antes de bater. Como eu poderia saber que, ao entrar naquele lugar, minha vida nunca mais seria a mesma…


Saudações. Bem-vindos a mais um capítulo dessa saga, desta vez temos um capítulo especial narrado pela mãe. Um pequeno interlúdio para o capítulo 8, que espero ter pronto antes do fim do mês.
Como sempre, agradeço seus comentários e pontos. Obrigado por lerem.
Também gosto de conhecer gente que curte incesto e milfs, sintam-se à vontade para me contatar.
Espero que continuem curtindo minhas histórias.


Olá, sou eu de novo, Margarita, a mãe do David, para contar mais uma vez minhas experiências.
Depois de testemunhar o espetáculo da minha amiga Victoria, minha vida voltou ao normal. Meu filho já tinha começado a frequentar a escola e até já tinha um amigo chamado Alex. Era um jovem bonito e gentil, muito parecido com meu filho, e acabei criando uma boa amizade com a mãe dele, Rosy, uma divorciada igual a mim.
Ainda estava relutante em aceitar aquela oferta de me juntar às Milf Anônimas, apesar da insistência da Victoria. Por enquanto, meu fiel vibrador era tudo que eu precisava para aliviar minhas vontades.
Um dia, enquanto estava na clínica onde trabalho, levei um susto quando atendi um paciente que não era ninguém menos do que Esteban, o homem que eu tinha visto com a filha dele na praia nudista. Esperei que ele não me reconhecesse, e durante a consulta ele não deu sinais disso, mas ao final, antes de ir embora, ele se aproximou para falar comigo.
— E como vão as coisas com seu filho? Já ficaram juntos? — ele perguntou.
— Não sei do que está falando, já disse que nós não temos esse tipo de relação — respondi indignada.
— Pode negar, mas obviamente eu vi você fazendo uma masturbação nele naquele dia, além de que, desde antes, dava para notar o tesão com que seu filho olhava para você. Talvez você ache que seja imoral, mas não há demonstração de amor e carinho mais pura do que a que um familiar oferece. Como eu comentei, há muitas famílias que demonstram esse amor no hotel. Minha filha e eu somos uma delas, estamos juntos há vários anos e a cada dia nos amamos mais. Tudo é consensual, e ninguém é obrigado a fazer nada que não queira — disse Esteban e, vendo que eu continuava irritada, se preparou para ir embora.
— Antes de nos julgar, dê uma olhada — ele disse e me entregou um cartão. — Entre no site, use o código e veja do que estou falando. E se um dia você se atrever a dar o passo, me ligue.
O homem foi embora, me deixando sozinha e confusa. Examinei o cartão que ele havia deixado. De um lado estava escrito um endereço da web e um código, do outro, um número de telefone. Me preparei para rasgá-lo, mas algo me impediu. Será que era verdade que meu filho me olhava com desejo naquele dia?
Fiquei pensando por um momento com o cartão nas mãos, mas de repente fui chamada para atender outro paciente e, sem perceber, guardei o cartão na minha bolsa.
Cheguei em casa à noite e meu filho não estava. Lembrei que ele havia dito que sairia com o amigo Alex, então eu teria a casa só para mim. Enquanto me despia, revirei os bolsos do meu roupão e encontrei o cartão que Esteban me havia dado. Tentei rasgá-lo novamente para jogar no lixo, mas mais uma vez algo me impediu.
A curiosidade foi mais forte e acabei ligando o computador para ver do que se tratava.
O site era do hotel onde havíamos nos hospedado e não vi nada fora do comum. Procurei um pouco e encontrei uma seção VIP que pedia um código para entrar. Achei que seria o que estava no cartão e digitei os números.
Fui levada para outro site chamado "Amor de Família". Lá me deparei com centenas de fotos, vídeos e depoimentos de familiares que mantinham relações. Mães e filhos, pais e filhas, irmãos e irmãs, famílias inteiras, até avós com netos e até irmãos gays.
Alguns meses atrás, com certeza teria fechado a página e rasgado o cartão para depois esquecer tudo aquilo, mas a cada dia que passava, sentia aquele calor da minha juventude voltando.
Comecei a explorar o site. Havia fotos dos casais ou grupos que levavam a seções onde dava para ler a história de como a relação deles havia começado, e algumas tinham fotos e até vídeos deles transando.
A cada nova história, eu ficava mais e mais excitada. Lentamente, levei uma das mãos até minha calcinha, que já estava encharcada, e comecei a me masturbar. Os vídeos eram extremamente excitantes, o... ver como esses pais comiam as filhas que gemiam de prazer, como as mães recebiam os paus dos próprios filhos, esses irmãos fodendo como namorados trocando palavras românticas durante o ato.
Também encontrei gravações dos encontros especiais deles, que aconteciam no hotel. Pelo que dava pra ver na tela, eram verdadeiras bacanais que rolavam, uma orgia sem limites, os gemidos e gritos de prazer ecoavam por todo o lugar.
Meus dedos já não eram suficientes pra me satisfazer, eu precisava do meu brinquedo confiável. Para evitar um incidente como da última vez e imaginando que meu filho poderia chegar de repente, peguei o notebook e levei pro meu quarto.
Me instalei na cama, peguei um par de fones pra ouvir os vídeos e, com meu fiel brinquedo na mão, voltei a entrar naquele site proibido e pecaminoso.
Perdi completamente a noção do tempo, fiquei vendo vídeo atrás de vídeo e foto atrás de foto daqueles casais e grupos incestuosos.
Não demorei a dar de cara com Esteban e sua filha Johana. Ouvi eles contando a história deles e depois vi fazendo amor com tanto carinho, como se fossem um casal normal. A garota gozava com o pau do pai e ele curtia o sexo com a filha. Eles trocavam palavras carinhosas durante o ato, assim como frases de desejo e luxúria.
O consolo estava bem enterrado na minha buceta, eu o movia suavemente enquanto lia os depoimentos e depois o usava com força ao assistir aos vídeos, especialmente aqueles entre mãe e filho.
Me dava um tesão enorme ver como esses jovens comiam as próprias mães, não era muito diferente do encontro da Vicky com seu amante jovem, com a exceção de que isso era ainda mais proibido.
Fechei os olhos e comecei a me masturbar com o brinquedo como das outras vezes, mas dessa vez imaginei que era o pau de um garotão que estava na minha frente; depois de alguns minutos, imaginei que era o Alex, amigo do meu filho, que em algumas vezes o tinha... Vi você me olhando disfarçadamente.
Com o consolo na boca, imaginei que era o pau dele que eu saboreava sem pudor. Enfiava o máximo que podia na boca para depois tirar e lambê-lo, da cabeça até as bolas.
Primeiro comecei com movimentos lentos enquanto esfregava meu clitóris para me dar mais prazer, fantasiando situações sexuais com o amigo do meu filho. Imaginei ele me seduzindo enquanto estávamos sozinhos, me beijando com paixão e me fazendo tremer de prazer.
Que delícia seria sentir a língua dele devorando meus peitos e os dedos dentro da minha buceta. Depois, imaginei ele se despindo e me mostrando o pau duro como pedra, oferecendo para eu chupar.
Pensei em como seria o pau do Alex. Certamente grande e grosso, com uma cabeça inchada e roxa, e um par de testículos bonitos balançando como os do David.
De repente, o rosto do garoto mudou na minha mente, e agora era o pau do meu filho que eu estava chupando.
Seu pau foi o primeiro que eu vi ao vivo em muito tempo, naquela ocasião na praia, e tinha ficado gravado na minha mente.
Ao me lembrar, senti que me molhava ainda mais do que achava possível. Em vez de parar, aquilo só me deixou mais excitada, e, tirando o brinquedo da boca, levei até minha buceta peluda e esfreguei na minha entrada molhada. Introduzi lentamente, simulando que meu filho me penetrava com suavidade.
Sem perceber, meus gemidos ficavam cada vez mais altos, mas não dei importância. Naquele momento, só me importava o prazer que sentia, e também não ligava para o fato de estar fantasiando com meu filho. Todos aqueles casais incestuosos de mãe e filho que eu tinha visto estavam aparecendo na minha mente, mas agora os protagonistas éramos meu filho e eu. Isso me fez introduzir o consolo com mais intensidade, fingindo que era o pau do meu filho que me penetrava.
Eu tinha que parar, aquilo não estava certo, não podia ficar imaginando fazer essas coisas com meu próprio filho. Tinha que parar, mas a única coisa... Tudo que eu podia fazer era me masturbar com mais força enquanto fingia que meu filho me penetrava com o pau duro dele, em vez de um pedaço de plástico.
Com um único movimento, tirei todo o brinquedo de dentro de mim para depois enterrá-lo até o fundo, soltei um enorme gemido de prazer e acabei gozando, lançando meus fluidos com força pela cama.
Ao me recuperar do orgasmo e abrir os olhos, percebi que tinha tanta pressa para me dar prazer que esqueci de trancar a porta do meu quarto, como nas outras vezes.
Coloquei um roupão e saí, esperando que meu filho ainda não tivesse chegado. Fui até o quarto dele e o encontrei fechado, o que mostrava que ele já tinha voltado. Esperava que ele não me tivesse visto naquela situação.
Voltei para o meu quarto e me senti culpada por tudo o que tinha acontecido. Desliguei o computador e limpei toda a bagunça que tinha feito.
O que estava acontecendo comigo? Uma mãe não pode ter esse tipo de pensamento em relação ao próprio filho. Havia algo errado comigo, algo muito errado. Mas isso significava que também havia algo errado com todas aquelas famílias que eu tinha visto no site.
Não havia nenhum sinal de culpa ou arrependimento neles, eles pareciam normais e felizes. Dava para ver o amor nos atos deles. Lembrei de Esteban e da filha dele, que agiam como um casal apaixonado no vídeo. Uma dúvida surgiu na minha mente e no meu coração naquela noite: era esse o tipo de relação que eu queria com meu filho? A resposta me assustava e excitava ao mesmo tempo.
Não notei nenhuma mudança na atitude do meu filho nos dias seguintes, o que confirmava que ele não tinha percebido minhas ações. Eu precisava ter mais cuidado de agora em diante e não deixar que a tesão me vencesse.
Mas algumas coisas são mais fáceis de dizer do que fazer. Depois daquele dia, fiquei viciada naquele site de relações incestuosas e em pornô de incesto. Às vezes, aproveitava as horas livres no trabalho para ler contos eróticos sobre o tema, e à noite me masturbava vendo filmes. pornográficas do mesmo conteúdo. Todo o tabu que cercava o assunto me parecia algo excitante e proibido, talvez por isso me atraía tanto, mas eram apenas fantasias minhas, nunca jamais teria coragem de fazer algo assim na vida real. Pelo menos era o que repetia pra mim mesma todo dia. Minha tesão foi aumentando a cada dia que passava, tanta que acabei comprando outro brinquedo erótico, dessa vez um vibrador para me dar mais prazer. Com ajuda de lubrificantes e graças a ser menor que meu consolador, consegui enfiar no meu cu e junto com meu velho amigo vermelho, curtia ter meus dois buracos cheios e imaginar que um par de jovens me faziam deles. Não tinha voltado a fantasiar com meu filho depois daquela noite, mas algumas coisas são inevitáveis. Voltei pra casa de tarde um dia; apesar de cansada, também estava bem excitada. Devido ao excesso de trabalho, não tinha tido oportunidade de me satisfazer em vários dias e, como no dia seguinte era meu dia de folga, planejava me trancar no quarto para me masturbar à vontade a noite toda no computador, mas ao entrar em casa me deparei com meu filho, que voltava da escola. Deixando minha tesão de lado, ative meus instintos maternais e o cumprimentei, perguntando se já tinha comido. Ele disse que não e pedi que sentasse pra comer comigo. Fazia tempo que não passávamos tempo juntos, seja pelo meu horário de trabalho irregular ou pelas saídas dele com os amigos. Aquela tarde foi maravilhosa, passamos um bom tempo agradável entre mãe e filho. Conversamos e rimos como antes. Ao terminar de comer, nos sentamos pra ver televisão e, ao cair da noite, acabamos vendo um filme que, para nossa surpresa, acabou sendo erótico. Não era nada pornô, só mostravam os peitos, mas mesmo assim é meio estranho pra mãe e filho. — Se te incomoda, pode trocar — meu filho disse. — Não, não tenho problema com isso. Quem não devia estar vendo esse tipo de coisa é você — respondi brincando. — Ah, qual é, mãe. Já Já vi mulheres nuas antes, na praia de nudismo, lembra? - respondeu brincando também.
- Claro que lembro. Lembro que você estava bem animado naquele dia, dava pra ver o quanto estava excitado. - respondi rindo.
- Bom, você também não ficou atrás naquele dia. Dando uma olhada em tudo que tinha por lá. - me respondeu com malícia.
Ambos rimos e isso pareceu aliviar o clima. Ficamos assistindo ao filme, onde a ação só aumentava de tom.
Mesmo não sendo nada muito pesado, com o tesão que eu estava, foi mais que suficiente pra me excitar. Em casa, costumo não usar sutiã, e aquela noite não foi exceção. Dava pra sentir meus mamilos ficando duros e marcando através da roupa. Minha buceta começou a ficar molhada e, disfarçadamente, levei uma mão até ela, esfregando devagar por cima da calça.
Olhei de lado pro meu filho e vi ele com os olhos fixos na tela, mas outra parte do corpo dele chamou minha atenção.
Como ele só usava um shorts, era nítido o volume que se formava, deixando claro que ele estava com uma ereção de respeito. Tentei focar na tela, mas de vez em quando olhava de novo pra aquele volume, que eu jurava estar pulsando. Minha surpresa foi ainda maior quando o vi usar uma mão pra se esfregar disfarçadamente.
Não sabia se ele percebia o que eu fazia. Uma parte de mim queria olhar nos olhos dele pra ver o que causava tanta excitação - se era a tela ou eu -, mas outra parte tinha medo do que poderia acontecer. Medo de não me controlar e acabar fazendo uma loucura. Continuei esfregando minha buceta por cima da roupa até que um pequeno orgasmo chegou e me fez tremer.
Durante o resto do filme, nenhum de nós disse uma palavra. Ao terminar, só desejamos boa noite e cada um foi pro seu quarto em silêncio.
Depois de tomar um banho, estava deitada na minha Na cama, relembrando o que havia acontecido. Eu estava com tesão e queria me masturbar, mas naquela noite precisava de algo mais do que vídeos e consolos.
Veio à minha mente a imagem do volume na calça do meu filho, e uma ideia pecaminosa cruzou meus pensamentos.
Saí do meu quarto com cautela, e o silêncio da noite me indicou que não havia ninguém por perto. Fui até o cesto de roupa suja e encontrei o que procurava: a cueca manchada do meu filho.
Sendo eu quem cuidava da maior parte da lavagem de roupas da casa, não era a primeira vez que eu encontrava sua roupa íntima cheia de porra — são os perrengues de ser mãe de um adolescente. Mas naquela ocasião, eu faria algo mais do que apenas jogá-la na máquina de lavar. Agora, eu a usaria para um propósito proibido.
Devagar, peguei a cueca e, com certa hesitação, aproximei-a do meu nariz. Sua essência me atingiu de repente e me deixou ainda mais excitada. Estiquei a língua e timidamente provei seu sabor. Em que tipo de puta eu estava me transformando? Que mãe fica excitada com a cueca do próprio filho?
Não tinha tempo para responder a isso — tudo o que importava era saciar minha vontade. Com o "tesouro" nas mãos, voltei para o meu quarto.
Mal estava chegando quando ouvi uns grunhidos, quase gemidos, que chamaram minha atenção. Vinham do quarto do meu filho, e era bem óbvio o que ele estava fazendo, então o melhor era deixá-lo sozinho. Tentei seguir de volta para o meu quarto, mas meus pés não respondiam — uma força dentro de mim me instigava a dar uma espiada no que estava acontecendo ali. A curiosidade me venceu, e lentamente me aproximei do quarto dele, abrindo a porta devagar o suficiente para ver o interior.
Meu filho estava deitado de costas na cama, se masturbando freneticamente. Graças ao fato de ele estar de olhos fechados, olhando para o teto, pude abrir mais a porta para me deleitar com a visão de seu pau grosso e ereto.
Lembrei daquele dia na praia, quando acabei fazendo uma... masturbação, lembrei como tinha sentido ele pulsar ao envolver com minha mão, como ele tinha estremecido ao cuspir sua porra na areia. Podia jurar que agora parecia muito maior, embora talvez fosse só minha tesão.
Como mãe, me sentia orgulhosa de uma ferramenta tão magnífica que certamente daria muito prazer às suas futuras conquistas. Como mulher, me sentia atraída por aquele incrível pau de carne. Minha buceta ficou molhada, encharcando minha calcinha, eu estava extremamente excitada com aquele espetáculo.
Sem pensar, levei minha mão até minha fenda pulsante e, sem hesitar, enfiei três dedos dentro dela, tive que morder os lábios para evitar soltar um gemido.
Observava meu filho percorrer o comprimento do seu pênis com uma mão enquanto usava a outra para abafar seus gemidos; alternava os movimentos no seu pau entre rápidos e lentos, soltando gemidos ao fazê-lo. Ouvi ele balbuciar, mas não conseguia entender o que dizia. Me perguntava em quem ele poderia estar pensando enquanto se dava prazer, certamente em alguma amiga da escola.
Não sabia se era a tesão acumulada ou tantos vídeos de incesto que tinha visto, mas pela minha mente passou a ideia de entrar, de levar aquele membro ereto à boca para chupá-lo por completo e depois deixá-lo entrar na minha buceta ansiosa até que ele cuspisse sua porra dentro dela.
Ainda assim, me mantive no limiar da entrada, simplesmente aproveitando o prazer que meu filho se dava e me proporcionando um prazer igual.
Temendo que meus gemidos me entregassem, peguei a cueca manchada que tinha na mão e cobri minha boca com ela. Ao fazer isso, inspirei novamente o cheiro de sêmen que emanava dela e a coloquei na boca, experimentando totalmente seu sabor.
Sem dúvida, aquele era um espetáculo digno de ser visto, mãe e filho se masturbando a poucos metros um do outro. Um espetáculo imoral, proibido e pecaminoso, mas extremamente prazeroso.
De repente, os jatos de porra saíram disparados do seu lindo pau, voando em todas instruções. Isso foi o suficiente para me fazer correr também, a calcinha na minha boca abafou meu gemido e meus fluidos escorreram entre minhas pernas.
A vergonha e o decoro chegaram de repente e eu percebi o que tinha acabado de fazer. Saí correndo dali e me tranquei no meu quarto.
Esse foi todo o meu limite, a pica grossa e dura do meu filho tinha sido a gota d'água. Já não podia continuar me matando na punheta e com brinquedos, precisava de uma de verdade, uma pica jovem e suculenta pra mim ou da próxima vez não responderia pelo que poderia acontecer entre meu filho e eu.
Apesar da hora, peguei o telefone e mandei uma mensagem pra dona Elide, estava pronta pra fazer parte do grupo, pra reacender o fogo da minha juventude, desejava sentir de novo o prazer carnal do sexo. Só isso poderia me acalmar e me permitir colocar ordem na minha vida. A resposta veio depois de alguns minutos.
“Venha me ver amanhã.”
Deixei o telefone de lado e me acomodei pra dormir. Foi quando notei que ainda tinha a cueca do meu filho comigo. Peguei e escondi junto com meus brinquedos sexuais.
Enquanto pegava no sono, fiquei em dúvida se estava fazendo a coisa certa. Transar com um garoto estranho não era uma opção sensata, mas pelo menos era mais sensata que a outra alternativa. Uma que, bem no fundo, eu desejava mais que tudo, mas não podia me atrever a realizar.
Isso não importava, o destino se encarregaria de me ajudar nesse aspecto.
No dia seguinte, fui ao meu encontro com dona Elide.
— Imaginei que cedo ou tarde você mudaria de ideia. Posso perguntar o motivo? — indagou dona Elide.
Eu não soube o que responder, o que ela pensaria de mim se eu dissesse que tinha sido por causa do desejo cada vez maior pelo meu filho.
— Você não precisa me dizer se não quiser. Seus motivos são pessoais — disse dona Elide ao me ver hesitante.
A verdade é que eu precisava desabafar, precisava contar pra alguém.
— O que acontece é que, há alguns meses, tenho sentido uma vontade enorme de sexo, mas não tenho... sentido com o valor de estar com outra pessoa. Comprei um consolador e isso me ajudou por um tempo, mas sinto que já não é suficiente. Conforme o tempo passa, anseio cada vez mais pelo contato humano, desejo me sentir desejada e amada novamente. Anseio voltar a desfrutar dos prazeres da carne. E… bem… a outra noite vi meu filho se masturbando e me envergonha dizer que fiquei muito excitada. Eu… hmm… sabe… até passou pela minha cabeça entrar e me juntar a ele, então antes que eu faça uma loucura, decidi me aliviar fazendo sexo. - relatei à senhora.
Elide ficou em silêncio por alguns minutos. Supus que estava me julgando e tinha certeza de que acabaria me expulsando do complexo, mas ela simplesmente evocou um sorriso silencioso.
- A próxima reunião será na semana que vem. Será à noite e, para evitar problemas com seu filho, você virá aqui para o encontro. Vou te enviar a hora e o dia por mensagem quando estiverem definidos. Se mudar de ideia, é melhor me avisar com antecedência. Quanto ao que você me contou, não contarei a ninguém. Todos temos segredos, e eu não sou ninguém para te julgar, fazendo o que faço com os garotos. - disse dona Elide.
Respirei aliviada por ela não me considerar uma pervertida doente. Agradeci pela ajuda, me despedi dela e voltei para casa ansiosa para que o dia chegasse.
Nos dias seguintes, notei um certo distanciamento entre meu filho e eu. Ele passava quase todo o tempo no quarto ou fora de casa, e só tínhamos conversas esporádicas. Pensei que fosse o melhor, colocar certa distância entre nós até que eu conseguisse acalmar minha libido, que, quanto mais o dia se aproximava, mais aumentava. Passava quase o dia todo excitada e, à noite, me masturbava até três ou quatro vezes antes de ficar satisfeita. Até mesmo uma vez acabei me masturbando no banheiro do trabalho. Eu precisava do alívio do sexo real e precisava dele já.
A mensagem chegou informando que a reunião seria na quinta-feira à noite. Naquele... Dia, depois de chegar do trabalho e tomar um banho, me preparei para avisar meu filho que sairia por algumas horas, mas descobri que ele já tinha ido, deixando apenas um bilhete dizendo que voltaria mais tarde.
Eu tinha me arrumado como fazia tempo que não fazia, algo que no final achei que não valia a pena, considerando que o garoto só me veria nua e também não veria meu rosto. Pensei em depilar a buceta, mas já tinha esquecido como fazer e só tirei um pouco do volume da minha mata fechada de pelos pubianos.
Fui até o apartamento da dona Elide bastante nervosa. Minha ansiedade era enorme, fazia tanto tempo que não sentia um pau dentro de mim que só de imaginar o que me esperava já deixei minha calcinha molhada.
Parei na porta da Elide e respirei fundo antes de bater. Como eu poderia saber que, ao entrar naquele lugar, minha vida nunca mais seria a mesma…


Saudações. Bem-vindos a mais um capítulo dessa saga, desta vez temos um capítulo especial narrado pela mãe. Um pequeno interlúdio para o capítulo 8, que espero ter pronto antes do fim do mês.
Como sempre, agradeço seus comentários e pontos. Obrigado por lerem.
Também gosto de conhecer gente que curte incesto e milfs, sintam-se à vontade para me contatar.
Espero que continuem curtindo minhas histórias.
5 comentários - Milf Anônimas Cap. 07.5