Maduras Anonimas Cap. 07

MILF ANÔNIMAS
CAPÍTULO 07



Maduras Anonimas Cap. 07

Aqui esta a traducao para o p

Eu estava tomando café da manhã na cozinha antes de ir pra escola quando minha mãe entrou pela porta. Ela tinha acabado de sair do turno da noite no hospital e parecia bem cansada. Me cumprimentou com um beijo como de costume, agradeceu por eu ter preparado o café e foi dormir. Já fazia umas duas semanas desde aquela noite e eu ainda me sentia meio estranho perto dela, não conseguia tirar da cabeça aquela imagem dela se masturbando. O desconforto vinha principalmente do fato de que não só fiquei excitado vendo ela, como também me masturbei olhando pra ela e, pior ainda, realmente pensei em entrar no quarto dela naquela noite e foder ela.

Embora fosse verdade que minha mãe era uma coroa do jeito que eu gostava, antes da nossa aventura na praia, nunca tinha pensado nela de forma sexual. Parecia que a cada encontro eu ia perdendo a vergonha aos poucos e já quase não tinha nada que eu não me atrevesse a fazer ou experimentar; mas será que eu realmente conseguiria fazer algo tão tabu quanto incesto?

Lembrei daquelas irmãs milf que eu tinha fodido com Alex no último encontro, elas não tinham o menor problema em transar entre si, e pareciam realmente felizes fazendo aquilo, além de aproveitarem ao máximo.

Uma mensagem me tirou dos pensamentos, era a data e o horário do próximo encontro.

Depois de vários meses fazendo minhas pesquisas e com a ajuda do Alex, finalmente consegui montar um esquema completo de todas as milf do condomínio. Tinha tudo que precisava saber sobre elas: idade, estado civil, fetiches, etc.

Uns dias depois me encontrei com o Alex pro encontro. Dessa vez foi durante o dia, então tivemos que matar aula pra poder ir. Depois do discurso de sempre, fomos pegar nosso número, ficamos até o final pra ver se o número da minha mãe saía, mas mais uma vez não apareceu.

O Alex tirou o 507, dona Norma, aquela com a grande coleção de brinquedos sexuais, com certeza meu amigo ia se divertir pra caramba com ela.
Peguei o 302, uma olhada rápida no meu esquema me disse que era um apartamento vazio. Segundo o Alex, era um apê especial que a dona Elide alugava ou emprestava pras milf que não moravam no condomínio e queriam experimentar as reuniões.
Parece que dessa vez eu ia encarar o desconhecido. Cheguei no lugar e vi um bilhete colado na porta que dizia:
“Bem-vindo. Entra sem bater e, por favor, me acompanha na onda.”
Entrei no lugar imaginando que seria uma senhora tipo a dona Vicky, a fanática por fantasias e role play. Dava pra ouvir o barulho da água correndo e de pratos sendo empilhados, parecia que alguém tava lavando louça.
Fui pra cozinha, onde encontrei uma coroa de frente pra pia que realmente tava lavando os pratos.
Cumprimentei com um “Bom dia” e ela virou pra me olhar.
– Bom dia, filho. Cê chegou cedo, como foi na escola? – respondeu.
A senhora era gordinha, com peitões grandes e uma bunda enorme. Tava com o cabelo preso e vestida bem casual. Como sempre, a máscara no rosto. Tinha um certo ar familiar que eu não conseguia identificar.
– Foi bem, mãe. Deixaram a gente sair mais cedo. – falei, seguindo a onda dela, e pra minha sorte era um role play de mãe e filho.
– Que bom, já terminei a louça, vou tomar um banho. – disse sorrindo, me deu uma piscada e foi embora.
Esperei uns minutos até ouvir o barulho da água e, supondo que era o que ela queria, fui pro banheiro. Como suspeitava, a porta tava semiaberta. Espiei devagar e vi que a cortina do chuveiro tava fechada enquanto a coroa tomava banho. Os peitões dela tinham um par de auréolas enormes e os bicos pontudos mostravam que ela tava excitada. A buceta peluda dela tava molhada não só pela água que caía, mas com certeza também pelos sucos dela, porque a senhora tava se masturbando no chuveiro.
Usando o chuveirinho, a coroa jorrava os jatos em direção à sua buceta, soltando gemidos enquanto fazia isso. Usava uma mão para separar os lábios da vagina e sentir com mais intensidade a pressão da água.
Obviamente, eu não ficaria impassível diante daquela visão erótica e, tirando a pica da calça, comecei a bater uma.
Toda aquela situação de fingir ser mãe e filho e espiá-la no chuveiro estava me excitando mais do que o normal, o que sem dúvida não ajudava minha situação real.
A senhora continuava sua sessão de olhos fechados, enquanto seus gemidos aumentavam de intensidade. Tirei minha calça e cueca para ficar mais confortável, além de esperar terminar fodendo no chuveiro com ela — era algo que queria experimentar.
De repente, a coroa abriu os olhos e me viu me deliciando com a sessão dela.
— Filho! Mas o que você está fazendo? Por acaso está me espiando? — exclamou a senhora.
— Desculpa, mãe. Não consegui evitar, é que você é muito gostosa. — falei.
— Tá falando sério, filho? Você realmente acha essa velha gorda atraente? — perguntou a senhora.
Entendi que a senhora queria a mesma coisa que muitas milf do condomínio: se sentir desejada, saber que ainda podia deixar uma pica dura e aproveitar o prazer que o marido dela certamente já não dava mais.
Mas essa coroa queria algo mais; não sabia se ela tinha um filho de verdade ou não que queria que a fodesse, mas na situação em que eu estava, isso caía como uma luva.
— Mas o que você tá dizendo, mãe? Você é muito bonita — respondi.
— Pelo estado do seu pau, vejo que está falando a verdade. Já que você gosta tanto do meu corpo, vou deixar você ver de pertinho. Senta aí e fica mais à vontade. — disse ela, saindo do chuveiro.
Terminei de me despir e sentei no vaso sanitário com a pica de fora, enquanto a senhora exibia seu corpo maduro para mim. Ela pegou uma toalha e começou a se secar lentamente.
— Me diz, filho. O que você acha dos meus peitos? — disse, passando a toalha para secá-los e apertando-os juntos.
— São maravilhosos, mãe. Grandes e deliciosos. respondi enquanto retomava minha punheta na frente dela.
—E o que você acha da minha buceta? Não te incomoda que ela seja tão peluda? — perguntei enquanto secava seus pelos pubianos e, de passagem, abria um pouco seus lábios, mostrando seu interior rosado.
—Claro que não. Adoro bucetas peludas como a sua. São mais naturais — falei, me masturbando com mais intensidade.
—E minha bunda? Você não acha que é grande demais? — disse ela se virando e me mostrando o rabo.
—É linda do jeito que está — falei e dei um tapa forte na bunda dela.
—Ai, mas que menino safado. Olha só, falar essas coisas pra sua própria mãe — disse a coroa, corando.
—Só falei a verdade, mamãe. Qualquer homem teria sorte de estar com você — respondi com honestidade.
A senhora se aproximou de mim e me deu um beijo ardente nos lábios. Minha língua buscou a entrada da boca dela, e ela abriu os lábios, me permitindo acesso. Nossas línguas brincaram um pouco até que ela se separou de mim.
—Bom, já que você foi tão honesto, acho que merece um prêmio — continuou a coroa e começou a descer, ficando de joelhos na frente do meu pau.
—Parece que você não é mais um menininho. Olha só que pedaço de pau que você carrega. Parece delicioso — e, lambendo os lábios, começou a me fazer um boquete.

A verdade era que a coroa se parecia fisicamente muito com minha mãe, e todas as minhas respostas tinham sido honestas. Eu achava atraentes as mesmas coisas nela que na minha mãe.
A coroa não era uma chupadora experiente como algumas das outras, mas sem dúvida colocava empenho no serviço e se deliciava chupando a cabeça do meu pau enquanto usava a mão para me punhetar.
—Ah, mamãe. Que gostoso você chupa, hmm, como você adora o pau do seu filho — falei, tentando manter o clima.
—Sim, adoro o pau duro do meu filho. É grande e delicioso, mal posso esperar para senti-lo dentro de mim — respondeu ela.
Aquelas palavras provocaram uma reação curiosa em mim. Enquanto observava a senhora me fazer o boquete, imaginei o rosto da minha mãe no lugar do dela. Longe de me assustar, isso só me excita ainda mais.
— Não para, mãe, mmmmm, como você faz bem, mamãe. Vou gozar, mãe. — falei enquanto fantasiava.
Estava prestes a gozar, mas queria me esvaziar dentro dela. Fiz ela tirar meu pau da boca e a coloquei de pé, depois a curvei sobre o vaso e me preparei para penetrá-la.
— Espera, querido, vamos ficar mais confortáveis no quarto. — disse ela me parando.
Rapidamente fomos nus para um dos quartos do lugar, os dois queríamos foder com vontade. O design do apartamento era muito parecido com o meu, e o quarto onde chegamos lembrava o da minha mãe, só que estava decorado de forma diferente.
Não sabia qual era a situação da senhora, mas para mim aquela fantasia estava cada vez mais realista.
Ao entrar no quarto, ela me deu outro beijo erótico enquanto a mão dela descia para meu pau ereto, eu correspondi levando minha mão até sua buceta molhada. Ali de pé, nos demos prazer um ao outro enquanto entrelaçávamos nossas línguas.
Me afastei dela e beijei seu pescoço, fazendo-a tremer. Desci lentamente até seus peitos, plantando beijos por todo o caminho, e ao chegar neles, chupei com luxúria. A madura gemeu ao me sentir devorando aqueles montes de carne como um criança pequena. Chupava e lambia com desejo, sugando seus mamilos como se quisesse tirar leite deles.
Minhas mãos me ajudaram na tarefa de dar prazer apertando e massageando aqueles grandes peitos maduros.
Enquanto isso, a senhora não tinha descuidado de seu trabalho de acariciar meu pau, punhetando suavemente com a mão.
Aquela sessão tinha sido a mais apaixonada até agora, talvez porque os dois estávamos representando algo que desejávamos que acontecesse de verdade.
Novamente a madura se separou de mim e sensualmente caminhou até a cama. Subiu nela e se deitou, abrindo as pernas, me deliciando com a visão maravilhosa de sua buceta encharcada de seus fluidos.
Precisava provar. aquela buceta doce e, de repente, me joguei nela. Os pelos dela faziam cócegas no meu nariz, mas os sucos dela encheram minha boca com seu néctar doce. No meio do meu trabalho, me perguntei qual seria o gosto da buceta da minha mãe. Chupei e lambi com prazer, fazendo jorrar mais sucos da racha dela. Depois de dar um baita chupão no clitóris inchado dela, ouvi a voz da senhora me chamando.
— Já não aguento mais. Vem aqui, filho. Quero sentir você dentro de mim. — disse ela, me chamando com o dedo.
Obedeci e fui até ela.
— Quer que eu meta, mãe? Quer sentir o pau do seu filho dentro da sua racha? — falei, completamente excitado.
— Sim, querido, quero que você meta, quero sentir o pau do meu filho dentro de mim. — respondeu ela com luxúria.
— Quer que eu meta tudo de uma vez? Quer sentir como seu filho te penetra? — perguntei enquanto esfregava a cabeça do meu pau nos lábios vaginais ansiosos dela.
— Sim, não me faça esperar, mete até o fundo. Vamos, Alex, me faz sua, meu céu. — disse a senhora, excitada, e tirou a máscara, revelando sua identidade.
Foi aí que a verdade caiu como um balde de água fria: era a Dona Rosy, a mãe do Alex! Eu estava prestes a foder a mãe do meu melhor amigo e, não só isso, ela estava fingindo que eu era ele.
Fiquei paralisado por um momento. O que eu deveria fazer? Ir embora? Com certeza outro jovem tomaria meu lugar. Revelar minha identidade? Isso provavelmente me faria perder meu lugar no grupo, além de não saber como ela poderia reagir.
— O que foi, filho? Aconteceu alguma coisa errada? — perguntou a senhora. Havia uma certa mistura de preocupação e esperança na voz dela.
Talvez em qualquer outro dia eu tivesse pensado com mais juízo e encontrado uma solução, talvez por respeito ao meu amigo eu tivesse ido embora, mas a verdade é que eu desejava aquilo tanto quanto ela.
Dona Rosy queria um filho, e eu, uma mãe, e ambos íamos conseguir o que queríamos, pelo menos por algumas horas.
— Não, mamãe. Só estava admirando sua beleza. – respondi mantendo a compostura.
A senhora sorriu timidamente, mas pude ver uma pequena careta de decepção antes dela colocar a máscara de novo. Decidi não dar importância e voltei ao meu trabalho.
Pegando suas pernas, levantei-as abrindo o máximo que pude e enfiei meu pau até o fundo. Dona Rosy soltou um gemido intenso ao me sentir entrando na sua buceta.
-Ahhhhh, que gostoso, filho. Como desejava sentir seu pauzão me penetrando, ahhhh, vamos, Alex, me fode, filho. Preciso de você. – pediu a senhora.
Foi quando notei que ela estava de olhos fechados enquanto falava, sem dúvida imaginando meu amigo no meu lugar. Decidi fazer o mesmo e fechei os olhos. Ao fazer isso, o corpo nu da minha mãe apareceu na minha frente. Graças a ter visto ela se masturbando recentemente, conseguia imaginar claramente que era ela quem recebia meu pau dentro da sua buceta.
Comecei a me mover, metendo e tirando meu pau da sua racha.
Fodi ela com força, fazendo a cama tremer. Ela recebia minhas estocadas com desejo.
Durante toda aquela transa, ambos estávamos de olhos fechados, imaginando que fodíamos com outra pessoa. Era um encontro peculiar, mas ainda assim intenso.
-Que delícia, Alex, que prazer você está me dando. Fazia tempo que te desejava, filho. Mmmmm, não para, filho. – dizia a senhora.
-Igual eu, mamãe. Desejava sentir sua buceta, chupar seus peitos, desejava te foder com força, mamãe. – respondi.
-Então não pare, filho, me fode com vontade, mmmm, assiii, maaais, maaais. – respondeu Dona Rosy.
Soltei suas pernas e me inclinei para ela, buscando seus lábios, onde dei um beijo apaixonado. Ela correspondeu e me envolveu com suas pernas.
No meio daquele encontro estranho, tive uma revelação. Desejava minha mãe, desejava foder com ela.
Desejava que todo aquele encontro fosse verdade, desejava que fosse minha mãe quem estivesse recebendo meu pau dentro da sua buceta, desejava que fosse ela quem estivesse me beijando, desejava que fossem dela os peitos que eu sentia se apertarem contra mim, que fossem dela os gemidos que enchiam o quarto e os seus sucos que banhavam minha pica.
—Tô gozando, filho, quero sentir seu leite dentro de mim, vamos Alex, enche a buceta da mamãe com seu leite. Dá tudo pra mim, ahhhhhh. — disse a senhora, atingindo o orgasmo.
—Tô gozando, mamãe, tô gozando dentro de você, aghhhhh. — falei, também chegando ao clímax.
Tinha descarregado meu leite dentro da racha dela, mas ainda queria mais, e era óbvio que ela também.
—Agora é hora de você foder o cu da mamãe. — pediu, se ajoelhando de quatro na cama e separando as nádegas.
—Primeiro quero provar, mamãe. — falei e enfiei minha língua no buraco escuro dela.
Dona Rosy se assustou ao sentir eu beijar a bunda dela, mas logo começou a gemer enquanto minha língua a penetrava.
—Mmmm, oh Alex, você é um menino safado, ufff, que gostoso você chupa o cu da mamãe. — disse a coroa.
Tenho que admitir que era estranho ouvir o nome do meu amigo enquanto dava prazer pra mãe dele, mas era extremamente excitante ela fingir que era minha mãe.
Depois de deixar o cu dela todo babado, era hora de foder.
—Tá pronta pra sentir a pica do seu filho dentro de você de novo? — perguntei.
—Sim, filho, enfia no meu cu, Alex, preciso de você dentro de mim de novo, filho. — respondeu.
Mais uma vez penetrei o interior da mãe do meu amigo. O cu dela se abriu pra me dar entrada, e minha pica deslizou entre aquelas nádegas enormes. De olhos fechados, fingi que era o cu da minha mãe que eu tava penetrando e que eram os gemidos dela que eu ouvia enquanto fazia isso.
Minha pica penetrou completamente a bunda da dona Rosy, que também tava aproveitando o encontro de olhos fechados.
Os gemidos dela eram muito mais altos do que quando eu fodía ela pela buceta, parecia que dona Rosy sentia mais prazer usando o cu. Sentia ela empurrando os quadris em minha direção, tentando enterrar minha pica o máximo que pudesse.
—Me come, filho, aghhh, enfia com força, maissss, mmmmm, fode o cu Cu da mamãe, Alex." — a coroa pedia aos berros.
Novamente cada um se perdeu na própria fantasia. Eu imaginava que era minha mãe que recebia meu pau no cu, e ela imaginava que era o filho dela que a penetrava com paixão.
— Que cu gostoso você tem, mãe. Mmmm, que delícia é foder ele, mamãe. Isso, aproveita, mãe. — falei.
Segurei ela pelas nádegas e apertei enquanto fodava com força.
— Ahhhh, que prazer, que delícia sentir o pau do meu filho no meu cu. Ahhhhgggg, eu vou gozar, filho, vou gozar, Alex. — gemeu a coroa, chegando ao orgasmo.
— Eu também vou gozar, mãe, vou encher seu cu de porra, ahhhggghhh. — gemi, atingindo o clímax.
Novamente estourei dentro dela, mas dessa vez enchendo o ânus dela de sêmen. Caí exausto ao lado dela; essa tinha sido a sessão mais intensa que já tive. Olhei para a senhora, que ainda estava de olhos fechados, se deliciando com o encontro e com um sorriso nos lábios.
— Me diz, filho, você gostou? — ela perguntou, me olhando.
— Claro que sim, mãe. Foi alucinante. — respondi com um sorriso igual.
— Você vai me foder todo dia, filho? Vai dar pra sua mãe o prazer que ela não sentia há tempos? — ela perguntou.
— Claro que sim, mãe. Vou te fazer minha todo dia e toda noite. — respondi.
— Te amo, Alex. — disse Dona Rosy.
— E eu te amo, mãe. — respondi.
Nos demos um último beijo de olhos fechados, depois nos separamos e levantamos. Era hora de voltar à nossa amarga realidade.
Enquanto nos vestíamos, Dona Rosy pegou a calcinha molhada dela e me entregou.
— Você mereceu. Se saiu incrivelmente. Te agradeço. — ela disse e me deu um beijo de despedida.
Encontrei com Alex no fim do encontro, no nosso ponto de encontro no parque perto dali. Ele estava muito empolgado com a façanha dele com Dona Norma, me contando sobre os novos brinquedos dele, e eu escutava sem dizer uma palavra. Tudo o que eu conseguia pensar era que tinha fodido a mãe dele e que ela queria foder ele. Não sabia como ele reagiria se... contei a respeito. "Acabei de comer sua mãe" não é algo fácil de dizer. Além disso, não sabia quais sentimentos o garoto tinha por ela, se iam além do amor fraternal. No fim, decidi que não ganhava nada contando e agi normalmente pelo resto do dia.
Durante a tarde, cheguei em casa e dona Rosy ainda estava nos meus pensamentos. O jeito que a gente tinha transado foi espetacular, e fingir que éramos mãe e filho me excitou pra caralho. Eu estava tão tarado que fui pro meu quarto me masturbar, mas a chegada da minha mãe do trabalho frustrou meus planos.
Ela me cumprimentou e perguntou se eu já tinha comido. Eu queria muito ir me aliviar no quarto, mas a verdade é que, com tudo que aconteceu, eu tava com uma fome do caralho. Engoli todos os meus sentimentos, enterrei bem fundo e tentei agir o mais normal possível.
Por algumas horas, as coisas rolaram como antes: comemos e conversamos como de costume. Tava tão tranquilo que até aceitei sentar pra ver TV com ela, como a gente fazia antigamente. Conforme a noite avançava, acabamos vendo um filme interessante, mas, pra surpresa de ambos, era um filme erótico. Não era nada pornô, só mostrava os peitos, mas ainda assim é meio constrangedor pra mãe e filho.
— Se te incomoda, pode mudar — falei pra minha mãe.
— Não, não tenho problema com isso. Quem não devia estar vendo esse tipo de coisa é você — ela disse, brincando.
— Qual é, mãe. Já vi mulher pelada antes, na praia de nudismo, lembra? — respondi, também zoando.
— Claro que lembro. Lembro que você tava bem animado naquele dia, dava pra ver o quanto você tava empolgado — ela respondeu, rindo.
— Pois a senhora também não ficou atrás naquele dia, se jogando.
Nós dois rimos, e isso pareceu aliviar o clima. Ficamos vendo o filme, onde a ação ia ficando cada vez mais quente.
Meu pau começou a acordar, e eu olhei de canto pra minha mãe, torcendo pra ela não perceber. Observei ela meio... Acabada e respirando meio ofegante. Observei os peitos dela, onde dava pra ver claramente os mamilos durinhos, já que ela não tava de sutiã. Mas o que mais me surpreendeu foi ver como, disfarçadamente, uma das mãos dela esfregava a buceta por cima da calça.

Meu pau terminou de acordar, fazendo um volume evidente na minha calça que eu esperava que ela não notasse. Disfarçado também, comecei a esfregar ele, alternando meu olhar entre o que tava passando na TV e o que minha mãe tava fazendo.

Depois de uns minutos, vi minha mãe se contorcendo levemente, o que com certeza significava que ela tinha gozado. Aquilo foi um estopim e eu também tive um pequeno orgasmo ali do lado dela, sujando minha cueca com meu leite.

Continuamos sem falar nada até o filme acabar e, depois de dar boa noite, cada um foi pro seu quarto. Fiquei um tempão acordado no meu, ainda excitado com tudo que tinha rolado. Meu pau ainda duro pedia por alívio, e eu me preparei pra bater uma como Deus manda. Passou pela minha cabeça uma ideia doentia: com certeza minha mãe devia estar ainda excitada, igual a eu, morrendo de vontade de se masturbar.

Precisava ver ela pelada e em ação de novo, então fui com cuidado até o quarto dela, esperando encontrar a porta aberta. Pra minha decepção, a porta tava trancada. Esperando ouvir pelo menos os gemidos dela, encostei o ouvido na porta, mas só encontrei silêncio. Parecia que minha mãe tava dormindo. Resignado e frustrado, voltei pelo mesmo caminho, mas aí lembrei de outra coisa e fui direto pro cesto de roupa suja, onde procurei até achar meu prêmio: a calcinha suja dela. Parecia que aquela cena que a gente tinha visto tinha excitado ela pra caralho, porque tava completamente molhada. Levei ela até o nariz e aspirei aquele doce cheiro de mulher. Não era diferente das outras milf com quem eu já tinha estado, mas esse era um cheiro proibido. Voltei correndo pro meu quarto com meu tesouro precioso. Me deitei pelado na cama. Aspirando os cheiros que saíam da calcinha da minha mãe. Meu pau ficou duro na hora e comecei a bater uma. Fechei os olhos lembrando do encontro com a dona Rosy, aqueles momentos em que fingíamos ser mãe e filho, e de novo comecei a imaginar que estava fodendo a minha própria mãe. Lembrei do corpo nu dela que tinha admirado aquele dia na praia e como tinha batido uma; também lembrei daquela noite em que a vi se masturbando, o corpo gostoso dela se contorcendo enquanto enfiava o vibrador na buceta e gozava.

Minha punheta ficava cada vez mais intensa enquanto tentava acalmar o tesão e apagar a vontade que sentia pela minha mãe. Logo aquelas lembranças não foram suficientes e minha mente começou a imaginá-la em todas aquelas posições e putarias que eu tinha feito com as outras coroas, além de outras que queria fazer com ela. Via ela de joelhos chupando meu pau, de quatro na mesa da cozinha comendo o cu dela, lambendo a buceta dela no chuveiro, fodendo ela sem pena na cama dela até encher a buceta dela de porra.

Me masturbava feito um louco, aspirando e provando os restos dos sucos dela que ainda estavam na calcinha suja, até que explodi e joguei minha porra pelo quarto todo.

Peguei a calcinha suja da minha mãe e guardei no meu esconderijo junto com as das outras milf que eu tinha comido. Ao fazer isso, vi as mais recentes, as da dona Rosy. Que sorte que o Alex tinha uma mãe que o queria, mesmo ele não sabendo. Percebi que a dona Rosy estava na mesma situação que eu, os dois desejando alguém próximo, mas o medo e a dúvida de como poderiam reagir nos fazia ficar calados. Só nos restava apelar para as fantasias para aliviar a tensão.

O que nenhum de nós desconfiava era que aquelas fantasias estavam prestes a se tornar realidade, talvez mais cedo do que a gente imaginava.


milf

mae



Saudações. Finalmente um novo capítulo dessa série. Espero que gostem.
Como sempre, agradeço pelos comentários e pontos. Valeu por ler.
Também curto conhecer gente que gosta de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
Espero que continuem curtindo minhas histórias.

7 comentários - Maduras Anonimas Cap. 07

Días esperando está continuación, muy buena

Ojalá la próxima no demore tanto
Excelente no tardes mucho con la.siguiente entrega x favor
Lo estaba esperando
,muy bueno,10 puntos!!