Los placeres publicos...

É a primeira vez que comento uma experiência pessoal aqui no site, sou um grande leitor da seção de relatos, e cansado de ler experiências que, por mais que digam que é 100% real, a gente não é otário... tanto argentino falando de "cock", "chamo" e outras coisas que fazem a gente se sentir feito de trouxa. No que me diz respeito, adoro ler relatos reais... experiências pessoais, e a verdade é que entrar e ler relatos "roubados" de algum site ou semi-inventados me dá até raiva. Os títulos me atraem, mas quando chega a hora da ação no relato, aparecem aquelas palavras ou coisas típicas que jogam fora a veracidade deles. Dito isso... minha experiência.

Antes de começar, uma breve introdução minha: sou casado há vários anos, mas com os hormônios sempre tentando se divertir, então nunca escondo meu estado civil, pra ninguém se surpreender e não começar nenhuma historinha com enganação... no fim das contas, quem gostar, beleza, e quem não gostar, paciência.

A história começa num lugar que eu frequentava direto, e uma das garçonetes do local chamou minha atenção. Depois de um tempo trocando olhares, certo dia trocamos telefones, e, apesar de eu usar aliança, a mina nunca percebeu. Depois de várias conversas no WhatsApp, meu estado civil veio à tona, o que travou tudo que a gente tinha conversado, com a desculpa de que a mina tinha terminado um relacionamento "parecido" há pouco tempo e saído muito machucada. Foi difícil remar, mas no fim ela topou a gente sair. "A gente mata a vontade e tchau e benção", ela falou. A questão é que no dia marcado, fui buscá-la na saída do trabalho. Dia de chuva (ideal, pensei), e fomos pra região da casa dela. Estacionei o carro numa praça, e a gente conversou um tempão sobre a vida e tal. A chuva lá fora fazia o dela, e dentro, os vidros escuros embaçavam. Sem querer querendo, acabamos indo pro banco de trás, enquanto a gente esquentava mais do que devia praquele horário (4 da tarde). A coisa ficou violenta, e no meio de resistências dominadas pelo tesão, acabei dando um dos boquetes mais adrenais e violentos que me lembro, ela no banco de trás explodindo e os fluidos dela invadindo minha cara, como se não quisesse cair na real do que tava rolando lá fora, percebi que a chuva tinha parado, que do lado de fora tinha gente na rua, que algum doido ou outro corria pela praça e a magrinha me dizendo:
— Isso não pode ficar assim… mas meu filho me espera em casa, ele chega da escola…
Mais pra frente vou contar pra vocês o ano que demorei pra levar ela num motel e o despertar da minha safadeza e adrenalina por transar nos carros e caminhonetes que estavam ao meu alcance…

Espero não ter entediado vocês…

4 comentários - Los placeres publicos...

pasaste mas tiempo puteando por los relatos robados que haciendo uno y no se entendio un choto, malisimo flaco, segui quejandote.
Dale...Gracias por pasar...ahi leo tus post interesantes...
Coincido con vos en cuanto a los relatos.
Conta mas loco, y acompaño lomq decis sobre los otros relatos