Halloween da Troca de Papéis

Vou contar pra vocês como a gente comemorou o Halloween com a minha mulher!
Ontem, terça-feira 31 de outubro, não tínhamos nenhuma festa nem nada do tipo, por ser só uma terça normal. Então, pra variar um pouco e fazer algo diferente, propus um jogo pra minha mulher.

O jogo era o seguinte: naquela noite, eu só usaria roupas dela, e ela só usaria roupas minhas. Além disso, a gente tinha que se comportar de acordo com a situação — então, naquela noite, a troca de papéis seria completa. Ela topou na hora, e combinamos que, quando cada um estivesse sozinho, escolheria o que vestir do outro, pra gente se surpreender à noite.

De tarde, quando a Carla saiu pra academia, aproveitei e revirei o guarda-roupa dela, separei o que eu ia usar e deixei tudo no móvel do banheiro.

Quando ela voltou da academia, eu saí pra comprar o que faltava pro jantar e, claro, como não podia faltar… umas cervejas. Assim, também deixava ela sozinha pra pegar a roupa que quisesse do meu guarda-roupa.

Quando voltei pra casa, ela já tinha tomado banho e quase terminado o jantar, então era a minha vez de me arrumar.

— Vou tomar banho, amor. Quando eu sair, a gente começa nossa comemoração de Halloween — falei, piscando um olho enquanto entrava no banheiro.

— Pode ir, te espero no quarto com a comida e um filme — ela respondeu.

No banho, fiz a barba bem feitinha pra entrar no clima da "fantasia", me vesti, terminei de me preparar e fui pro quarto.

Quando entrei, vi ela com uma camisa minha sem sutiã, que marcava os mamilos por baixo, uma calça jeans minha e meus tênis. Ela tinha o cabelo preso, com uma simples risca no meio e a cara limpa, sem maquiagem. Tava simplesmente linda, tudo fica bem nela. Ela é gostosa até vestida de homem.

— Que lindo você está — ela disse, rindo quando me viu.

— Lind**A**, meu amor, hoje meu nome é Laura, hahaha — falei, tentando fazer uma voz feminina que claramente não saiu.

Eu tinha colocado um vestido verde que ia quase até o joelho, um sutiã que ela não usa mais, daqueles com bastante push-up, uma calcinha fio minha e uns sapatos de Ela estava de vestido aberto com um pouco de salto. E para completar a fantasia, usava uma peruca velha castanha de cabelo liso que tínhamos guardada e tinha pintado os lábios de vermelho com um batom que vi no banheiro.
Me sentei ao lado dela, ela ficou me olhando e apertou suavemente uma das minhas "tetas" falsas.
— O que foi, amor? — perguntei.
— Falta algo em você — ela disse, levantando e me dando a mão para que a seguisse.
Ela me levou na frente do espelho, colocou maquiagem preta nos meus olhos, duas pulseiras em uma mão e um colar.
— Agora sim você está pronta, hahaha — disse entre risadas.
Colocamos uma comédia e tomamos algumas cervejas enquanto comíamos. Quando a primeira cerveja acabou, me ofereci para pegar outra.
Ao passar de costas na frente dela, ela me surpreendeu dizendo — Que bumbum lindo — enfiando a mão por baixo do vestido e apertando uma das minhas nádegas, da mesma forma que eu sempre faço com ela.
Fui pegar a cerveja, acendi um baseado e continuamos assistindo ao filme entre risadas e comentários engraçados de ambos, aproveitando para nos tocar ou acariciar.
Quando o filme terminou, Carla colocou música e eu fui ao banheiro pegar outra cerveja, o que levou alguns minutos. Ao voltar ao quarto, abri a porta e ela tinha apagado a luz.
Me aproximei da mesa para apoiar a cerveja e ela se aproximou de mim por trás. Me abraçou pelas costas, colando seu corpo no meu e, para minha surpresa, senti algo duro pressionando contra minha bunda. Isso fez com que eu rapidamente me virasse e ficasse olhando para ela, como se procurasse uma explicação.
— Olha o que eu tenho para você — disse, abaixando o zíper da calça jeans.
Ela enfiou a mão e tirou o consolo pelo zíper da calça.
Enquanto eu estava no banheiro, ela tinha colocado o cinto com o consolo e vestido o jeans de novo!
Com minha mão esquerda, peguei aquele grande consolo como se estivesse masturbando ele, com a mão direita me agarrei a ela, abraçando-a, e nos fundimos em um beijo apaixonado em que nossas línguas nossas bocas se exploravam profundamente. Ela me abraçou e pegou minha bunda com as duas mãos. Soltei o consolo e simplesmente me deixei levar, me deixei ser tocada, me deixei ser beijada. Ficamos assim por vários minutos.
— Vamos pra cama? — perguntei.
— Já quer que eu te coma? — ela respondeu, tirando os tênis.
— Bom, vamos fazer completo então — falei, enquanto empurrava ela suavemente pra cama, deitando-a.

Tirei meus sapatos e me deitei ao lado dela. Ela me abraçou pra continuarmos nos beijando, levando a mão até minha bunda, e eu peguei de novo aquele grande pau de plástico com a mão esquerda e comecei a beijar seu pescoço.

Quando cheguei na altura do primeiro botão da camisa, soltei o consolo e comecei a desabotoá-la enquanto meus lábios desciam pelo corpo dela. Passava meus lábios e dava pequenos beijos conforme ia descendo cada vez mais.

Ao terminar de desabotoar a camisa, já estava na altura da sua cintura, com aquele grande consolo ao lado do meu rosto. Desabotei o cinto e comecei a baixar a calça dela, olhando nos seus olhos. Ela levantou um pouco o quadril pra eu conseguir tirar e, pra minha surpresa, debaixo da calça ela estava usando uma cueca minha e tinha enfiado o consolo pelo buraco da frente, aquele que a gente usa pra mijar sem ter que baixar a cueca!

Depois que terminei de tirar a calça dela, voltei a beijá-la e, mais uma vez, peguei o consolo com a mão esquerda.
— Te como? — ela perguntou de novo.
— Não, vamos fazer completo — respondi, começando a descer rapidamente pelo corpo dela sem tirar os olhos dos dela.

Quando cheguei na altura da sua cintura, aproximei meus lábios do consolo e, fazendo biquinho, encostei-o suavemente neles. Parei por vários segundos sem desviar o olhar dos seus olhos, como se buscasse sua aprovação, até sentir a mão direita dela na minha cabeça. Então, abri minha boca o máximo que pude, tentando engolir a maior parte do consolo.

Não entrou nem metade na minha boca (pra quem não leu meus relatos Anteriormente, eu contei que o "pau" da minha mulher tem 20x5cm. Fiquei vários minutos com aquele grande pau de plástico na boca, "tentando" chupá-lo, para cumprir totalmente meu papel feminino naquela noite de Halloween, enquanto ela acompanhava os movimentos da minha cabeça com a mão.

Olhava nos olhos dela enquanto chupava e a via sorridente, tão linda como sempre. Simulava masturbar aquele grande consolo com apenas a cabeça na minha boca, subindo e descendo como se a minha vida dependesse disso, sem tirar os olhos dos dela.

Depois de vários minutos chupando, já estava cansada, então tirei da boca e pedi: "Me come, por favor" — enquanto ainda continuava "masturbando" aquele grande pau de plástico e olhando nos olhos dela.

"Sim, pega o lubrificante, Laurita hahaha" — ela respondeu entre risos.

Fui buscar o lubrificante e entreguei a ela. Fiquei de quatro, levantando o vestido, oferecendo minha bunda de calcinha fio-dental e me preparei para esperar. Ela se ajoelhou na cama atrás de mim, com uma mão afastou a calcinha e com a outra enfiou um dedo cheio de lubrificante.

Enfiou e tirou o dedo fazendo círculos por um tempo, depois repetiu a ação com dois dedos. Tirou os dedos, deixando um vazio em mim, um vazio que precisava ser preenchido rapidamente. Para minha sorte, depois de alguns segundos intermináveis, ela apoiou a cabeça do consolo na entrada do meu cu e começou a enfiar suavemente. Uma vez que estava completamente dentro, ela se agarrou a mim, ficando parada por alguns segundos.

Então, lá estávamos, eu e minha mulher, efetuando a troca de papéis na sua máxima expressão. Ela estava ajoelhada, de cueca boxer e a camisa desabotoada. Eu, de quatro, com o vestido levantado, a calcinha fio-dental de lado e os demais acessórios, totalmente empalada por aquele grande consolo.

Ela começou a me comer suavemente, acelerando o ritmo aos poucos, o que me fez soltar pequenos gemidos. Gemidos que abafei pressionando o rosto no travesseiro, deixando-me cair com a bunda levantada.

Ela aproveitou a... ela se posicionou por cima de mim, deixando o consolo totalmente enterrado, e começou a se mover, alternando movimentos circulares com uma pequena metida e tirada com muita força, que me deixava delirando de prazer.
Depois de vários minutos, ela se deitou em cima de mim e, como eu sabia o que estava por vir, dobrei um pouco os joelhos, levantando minha bunda para receber as embestidas fortes que ela me daria.
Com quatro ou cinco embestidas — não lembro bem — foi o suficiente para eu chegar a um lindo orgasmo anal que percorreu todo o meu corpo e me fez contorcer de prazer, caindo rendido na cama com ela em cima de mim. Não sei se a Carla não percebeu que eu tinha gozado ou o quê, mas ela continuou me comendo por um bom tempo, alternando posições.
— Você enfia em mim? — ela perguntou suave no meu ouvido, ficando parada com o consolo todo dentro de mim.
— Sim — respondi —, mas para, primeiro me come mais um pouco com toda sua força.
Ela ficou por uns 2 ou 3 minutos fazendo uma metida e tirada brutal que me deixou delirando de prazer, até parar e começar a tirar o consolo lentamente de dentro de mim.
Ela me deixou na cama com o cu aberto, o vestido levantado, a calcinha fio-dental deslocada e a peruca toda despenteada. Enquanto isso, ela tirou a cueca, o cinto e a camisa.
Enquanto ela se deitou com uma almofada embaixo da cintura, eu arrumei minha calcinha e me deitei sobre ela. Comecei a descer novamente com meus lábios percorrendo seu corpo, mas dessa vez dei uma chupada em seus peitos e continuei descendo até chegar em sua buceta totalmente depilada. Dei algumas lambidas e voltei à sua boca para nos fundirmos em um beijo apaixonado.
Carla tirou minha calcinha, que estava toda melada, e libertou meu pau daquela prisão de tecido. No primeiro contato com sua mão, meu pau ficou totalmente ereto. Ela me masturbou um pouco e disse: — Enfia em mim, vai.
Então, ajoelhando-me entre suas pernas, comecei suavemente a pressionar a cabeça do meu pau contra aqueles lábios vaginais úmidos enquanto observava seu lindo corpo nu. Fiquei uns... minutos metendo nela enquanto acariciava suas pernas macias, para depois deixar meu corpo cair sobre o dela e nos beijarmos.
Carla levantou meu vestido, agarrando minhas nádegas com as mãos para pressionar nossos corpos, e ficamos vários minutos fodendo nessa posição até que pedi para ela ficar de quatro.
Ela se posicionou e eu enfiei tudo de uma vez. Comecei a dar socadas fortes enquanto segurava sua cintura, e ela começou a gemer cada vez mais alto até ter um orgasmo, o que fez meu gozo ficar incontrolável, enchendo seu interior de porra.
Continuei metendo cada vez mais devagar até que meu pau ficou totalmente mole e saiu sozinho. Caímos ambos na cama exaustos, recuperando o fôlego, e nos beijamos suavemente para encerrar uma sessão de sexo maravilhosa.
Depois de uma foda tão gostosa, nos limpamos um pouco, eu me despi completamente e coloquei uma calcinha limpa. Ela vestiu a cueca de volta e nos deitamos para ver TV.
— Pode brincar com a Laurita sempre que quiser, e ainda pode vesti-la como preferir — disse eu, acariciando-a.
— Bom, já vou convidá-la de novo — ela respondeu rindo, me dando um beijo.
O sono estava me vencendo, então, virando de costas, me acomodei para dormir, e ela me abraçou por trás, fazendo conchinha para dormirmos assim, depois de uma noite incrível.

Deixo também, caso queiram ler nossa história, todos os nossos contos em ordem:http://www.poringa.net/posts/gay/2975807/Cambio-de-roles-Mi-historia.html

http://www.poringa.net/posts/gay/3028872/Mi-mujer-fue-mi-macho-Relato.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3041433/Cambio-de-roles-Por-que.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3052153/Sabado-a-la-noche-cambio-de-roles.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3065402/El-dia-que-yo-elegi-cambio-de-roles.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3067234/Nuestro-primer-trio-1-cambio-de-roles.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3067308/Nuestro-primer-trio-2-cambio-de-roles.html

6 comentários - Halloween da Troca de Papéis

Que delicioso dia pasaron, es exitante
TebiJ
Me alegro que te gustara!
A mi el cambio de roles no me llama pero que una chica juegue con mi culito, eso si jajajaa
Buen relato, van diez puntos
Muy bueno, re caliente! Para cuando unas fotitos?

No se dicen cosas mientras te coje? Es re morboso eso
TebiJ
Muchas gracias!
Fotos por ahora no, yo no tendría problema con subir fotos en las q no se vea mi cara... pero mi mujer no quiere saber nada con eso, y fotos de mi solo no creo ue quieran jajaj
Sobre decirnos cosas, a veces sí, pero no muchas, ni muy zarpadas.