Sou uma mulher de corpo bonito, mas não gosto de me exibir, embora saiba tirar vantagem disso às vezes. Eu não entendia direito o que era ser hotwife ou puta, o que eu sabia é que sou muito safada e adoro me dar meus prazeres... Tenho um casal de amigos, Armando e Margarita, que já me contaram muito sobre a vida de swing deles... Mas, sem julgá-los, não me chamava a atenção, não entendia as regras ou as falhas nesse jogo. Uma vez, me convidaram pra casa deles em Cuernavaca. Eu tinha terminado um relacionamento muito ruim fazia pouco tempo, então não resisti. Nos encontramos na casa deles pra carregar as malas. Quando cheguei, ela estava usando um vestido verde claro, rodado, que mal deixava algo pra imaginação, super decotado. Por baixo, dava pra ver um biquíni de duas peças combinando, com umas sandálias brancas, pernas bem definidas e muito longas, e uns peitos volumosos mas firmes, algo que qualquer uma invejaria. Ele, pelo contrário, estava com uma calça marrom clara, uns sapatos que pareciam confortáveis e uma camisa branca quase aberta. Até aquele dia, não tinha reparado como ele era gostoso, pelo que dava pra ver: um corpo magro mas definido, braços fortes e mãos grandes. Eles colocaram as malas na caminhonete, mas eu, me sentindo deslocada no clima de primavera — já que eu estava com uma blusa rosa comprida, uma saia jeans e botas longas —, pedi pra subir e me trocar. Eles disseram que tudo bem. Armando me acompanhou até o quarto dele, onde disse que eu podia me trocar enquanto ele ia pegar uma garrafa de uísque pra estrada. Não vi necessidade de fechar a porta, então, meio envergonhada, tentei me trocar rápido. Tirei toda a roupa de uma vez e procurei na mala algo que combinasse com a Margarita. Coloquei um biquíni preto de uma peça que amarrava atrás do pescoço. Enquanto prendia o cabelo, percebi que Armando estava parado atrás, na porta, com um volume enorme na calça. Meio corada, pedi pra ele me ajudar. Amarrando o fio do biquíni, ele se aproximou e tocou meus ombros, me deu um beijo na nuca e amarrou meu biquíni. Eu tremi toda, meio trêmula e num tom de brincadeira perguntei... "há quanto tempo você tá aí parado?" Ele respondeu: "o suficiente". Não sabia o que sentir, ele não era nada feio, mas não queria cometer o erro de não entender o jogo. Pedi pra ele abaixar minha roupa e que eu alcançava ele. Amarrei uma echarpe transparente na cintura e desci atrás dele. Subimos no carro e começamos a conversar o caminho todo como bons amigos, tomando goles de uísque, Margarita e eu. Chegando em Cuernavaca, eram umas quatro da tarde. Passamos numa loja e ele desceu pra pegar outra garrafa. No carro, perguntei pra Margarita se nos encontros que ela tinha me contado, ela nunca sentiu ciúmes ou se já tinham tido problemas no relacionamento por causa da vida íntima dela. Ela me olhou, sorriu e disse de um jeito bem sutil: "não sei do que você tá falando, se esses dias não viemos como marido e mulher, somos só um trio de amigos num retiro espiritual. Você vai ver, o que tiver que acontecer vai acontecer, mas nunca force nada". Armando voltou pro carro e brindamos. Logo chegamos na casa dele, já eram cinco horas mas parecia meio-dia. Fazia muito calor, algo que eu não suporto. Eles queriam comer algo, mas eu falei que ia na frente pra piscina, que ficava nos fundos. Dei um mergulho e, quando saí, o biquíni tinha desatado, então meus peitos ficaram de fora. Vi Margarita se aproximando, me olhando meio estranha enquanto dizia: "calma, temos o fim de semana inteiro". Meio envergonhada, falei que não sabia nadar bem e peguei um dos copos que ela tinha na mão. Ela disse que Armando nadava bem e que eu pedisse umas aulas pra ele, o que me fez rir sem parar, entre nervosa e curiosa. Ela tirou o vestido que tava usando e entrou na piscina. Eu entrei atrás dela. Devo dizer que, se eu fosse homem, teria comido ela ali mesmo, porque ela é muito gostosa. Veio muito sensual dentro da água, começamos a brincar. De repente, meus peitos roçaram nos dela e nos abraçamos. Ela se aproximou e me deu um beijo. Não sabia o que fazer, então fiz o melhor: acariciei ela e beijei de volta, enquanto minha buceta pulsava ao sentir ela me envolver com as pernas. Ficamos assim por um tempo até que Armando nos interrompeu, chegando com uns copos de uísque e um amigo dele muito gostoso. Margarita e eu saímos da água pra tomar aqueles drinks. Eles nos apresentaram, o cara se chamava Luís, parecia ser um compadre daqueles que quase não se vê. Eu me senti igual a um filme pornô. Eles tiraram as calças e deixaram cada um ver seus volumes, eu não tirava os olhos de Armando. Eles entraram na água e nós fomos atrás. Margarita disse pro Armando: "Ei, dá umas aulas intensivas de natação pra ela, quem sabe você não a transforma numa expert em uma noite." Eu sorri e me aproximei dele, fingindo que mal conseguia andar. Ele encostou o corpo em mim, me segurou por trás e sussurrou no meu ouvido: "Vou te ensinar como é gostoso estar na água." Enquanto ele encostava o volume dele nas minhas nádegas, Margarita disse pro Luís: "Que tal a gente ir pegar mais drinks e um tira-gosto?" Luís respondeu: "Sim, por que não?" Margarita pegou a mão dele, e Luís olhou pra gente e disse: "Bem, seus safadinhos, vamos deixar vocês a sós um tempinho nas suas aulas." Margarita puxou Luís, abraçou ele pela cintura e entraram em casa. Eu fiquei como uma boa aluna, molinha e cooperando, enquanto ele me abraçava e me enchia de elogios no ouvido. Eu sentia o pau dele crescendo dentro da água. Meu peito acelerou e minha buceta pulsava como nunca. Abracei ele pelo pescoço e grudei minha boceta no membro já bem ereto. Enrolei minhas pernas na cintura dele e não dei tempo pra ele dizer nada, comecei a beijá-lo, enquanto ele acariciava minhas nádegas debaixo da água. Desci minhas mãos pra acariciar o pau dele, que já estava enorme. Tirei a sunga dele como pude e comecei a acariciar aquele pau que há tempos eu tava de olho. Era comprido, mas não... Tão grosso, não aguentava a vontade de chupar ele. Ele tirou meu biquíni com maestria enquanto beijava meus peitos. Falei que queria saborear o pau dele. Saímos da água e ele se jogou numa espreguiçadeira. Eu terminei de tirar o biquíni, me ajoelhei aos pés dele e comecei a beijar aquele pau tão lindo, todo molhado. Quando coloquei na boca, achei que estava engolindo o joelho dele. Comecei a lamber os ovos dele, me esforcei pra ele gozar, enquanto via que ele tava adorando. E ele dizia: "Fazia tempo que não me chupavam assim". Falei que ele tinha uma esposa muito gostosa, que com certeza ela não deixava ele respirar, e que além disso o pau dele era uma preciosidade. Perguntei se a Margarita não se importava de dividir. Ele disse que enquanto a gente tava ali, a Margarita tava fazendo a luta dela com o Luís. Não fiquei tão surpresa, porque a Margarita era extremamente gata e não ia ter dificuldade nenhuma em comer o Luís. Ele me pegou pela cabeça e me fez chupar mais rápido, empurrava o pau dele até a garganta. Me afastei dele e me deitei na grama, abri as pernas convidando ele a entrar. Naquele ponto, eu não ligava mais pra nada, só queria ter aquele membro dentro de mim. Ele se abaixou e, passando a mão no próprio pau, me deu umas lambidas na minha buceta, como se estivesse preparando para o que vinha. Começou a esfregar, colocou as mãos debaixo das minhas nádegas, levantando minha pélvis de leve, enquanto eu me contorcia de prazer. Peguei ele pelo cabelo e pressionei ele contra minha buceta. Ele começou a mordiscar meu clitóris enquanto um dos dedos dele se enfiava no meu cu. Era um festival de sensações indescritíveis. Ele era um mestre com a língua, metia e tirava do meu buraquinho, e ia pro meu clitóris lamber. Tive um orgasmo que não consegui calar, então comecei a gemer pra caralho. Pedi pra ele meter. De uma só enfiada, ele meteu o pau inteiro. Senti que ia chegar até minha garganta. Ele deu várias enfiadas muito rápidas e muito fortes. Senti os ovos dele batendo em mim. Juro que quase perdi a consciência de tanto prazer. Ele saiu de dentro de mim e... Pediu pra eu montar nele. Se deitou no colchonete e eu me aproximei, peguei no pau dele e guiei até minha buceta molhada, enquanto sentia ele entrando de novo, ele acariciava meus peitos. Me disse que gostava muito de eu ser a putinha dele, o que me excitou. Comecei a cavalgá-lo enquanto sentia que ia gozar de novo, um orgasmo incrível acompanhado de muitos gemidos. Ele apertava com força minhas nádegas enquanto me guiava na velocidade que queria. Enfiou um dedo no meu cu, o que doeu um pouco. Viu que fiz uma careta, me perguntou se eu era virgem do rabo e eu disse que sim. Ele pediu pra eu ficar de quatro. Eu queria agradecer todo o prazer que ele me deu, então fiquei de quatro. Ele, como um cavalheiro, acariciou meu cu suavemente com o dedo enquanto enfiava o pau dele na minha buceta. Com uma mão segurou minha cintura e me indicou pra me mexer pra frente e pra trás, enquanto estimulava meu cu. Achei que ele ia me comer por ali. Ele disse pra eu não ficar tensa, que queria estrear meu rabo mas também queria gozar na minha boca. Eu me mexi mais rápido e ele me deu umas estocadas enquanto apertava minhas nádegas. Saiu de dentro de mim e eu abri a boca. Ele aproximou o pau e jorrou todo o sêmen na minha boca, respingando nos meus peitos. Comecei a chupar a cabecinha dele, pra deixar seco. Me deitei na grama e ele do meu lado. Falei que foi algo incrível. Ele disse pra irmos pra casa tomar banho, pra sair pra passear. Até aquele momento, voltei a pensar na Margarita. Coloquei o biquíni e fomos pra casa...
Bom, comunidade linda, essa é minha primeira história real...
Quero agradecer ao Pasion Liberal por me permitir contar essas experiências, a vocês por tirarem um tempo pra ler, e aos meus amigos Armando e Margarita por me incentivarem a contar e, mais que tudo, a viver tantas coisas incríveis... Talvez outro dia eu conte o que rolou no resto do fim de semana. Até logo.
Bom, comunidade linda, essa é minha primeira história real...
Quero agradecer ao Pasion Liberal por me permitir contar essas experiências, a vocês por tirarem um tempo pra ler, e aos meus amigos Armando e Margarita por me incentivarem a contar e, mais que tudo, a viver tantas coisas incríveis... Talvez outro dia eu conte o que rolou no resto do fim de semana. Até logo.
3 comentários - algo que achei por aí