Depois da última festinha com a Romi, a amiga dela e o Ale, passamos muitos dias sem nos ver. Com garotas trans eu já tinha estado várias vezes, mas nunca com um homem. Mesmo assim, não me deu nada. Foi só o pau dele que me encantou.
As visitas com a Romi ficaram mais esporádicas. Sempre foram boas. Quando a gente se via, no geral os dois estavam muito tesudos, mas naquela época eu me enganchei com uma young lady e também conheci outra garota trans que me encantava (outro dia conto). Acho que a partir de julho a gente não se viu mais... Por novembro do ano passado, fui num dos pubs gays da cidade. Não costumo ir, mas acompanhei uma amiga que me pediu pra encontrar uma garota. Essa noite eu vi ela de novo. Depois de conversar, ela me lembrou a Mile (ver primeiro relato). Uma vez depois de foder, eu tinha dito pra Romi que tinha ficado muito tesudo fodendo com ela e que uma fantasia minha era uma garota me comer com um pau de borracha. Naquela noite, Romi me disse que a Mile vinha pra cidade no próximo fim de semana e que queria me ver. Que ela contou minha fantasia e que a Mile tava morrendo de vontade de realizar. O único problema é que eu tinha que bancar o arnês e a cock de borracha. Mal ela falou, já subiu. Ainda por cima, ela sussurrava no meu ouvido e levava minha mão pra aquela bunda linda dela... por baixo do vestidinho, no meio da pista. Ela também tava dura. Comecei a passar a mão por cima da calcinha fio dental e a cock linda dela já tava escapando. A gente não aguentou muito ali. Avisei minha amiga, que já tava com a garota dela, e fomos pro apê dela. Fodemos como nos velhos tempos. O mais gostoso foi que a gente mandou um 69 bem suave. Passando a língua por cada centímetro da cock um do outro, lubrificando também nossas bundas. Embora a gente seja bem folgado, naquela noite ela me comeu por umas horas em várias posições. Eu só comi ela pra gozar.
Quando chegou o outro fim de semana, já tinha feito minhas compras. Comprei um do tamanho da cock da Romi (19×5, embora a da Romi fosse um pouco mais cabeçuda que a de borracha). Combinamos pra tarde de sábado. Romi me disse que à noite iam sair com uns amigos. Entrei no apê com a sacolinha e lá estava Romi de shortinho e sutiã, e Mile no quarto. Não tava rolando clima. Elas estavam meio na delas. Falei pra irmos pegar umas cervejas e conversar. Sem pressa. Foi um acerto. Não só porque o álcool nos deixou na mesma vibe, mas porque as conversas nos esquentaram pra caralho. Mile é uma mina do interior, no começo introvertida, mas das mais safadas. Me contaram que se conheciam desde adolescentes, de quando Romi tinha outra identidade. Que na época não eram muito próximas, mas quando Romi começou a transição e veio pra cidade, Mile ficou super curiosa. E que tava dando maior apoio, e em algumas oportunidades transaram. A mesma coisa com a outra amiga dela, Cande. As histórias que contavam iam aumentando o tesão. Num momento, Romi foi ao banheiro e Mile chegou perto de mim, e começamos a nos beijar. Eu tava muito excitado. Comecei a passar a mão nas pernas dela e levantei a saia que ela tava usando. Adorei a bunda grande dela com uma tanguinha bem enfiada. Ela virou e colocou o rabo na minha cara. Afastei a tanguinha e comecei a chupar a pussy dela, que tava bem molhada. Eu sentado e ela curvada de costas pra mim. Mile começou a gemer e me disse: "Chupa, viado... que hoje a gente vai te comer as duas". Me deixava louco como Mile falava comigo. Romi sai do banheiro e nos vê assim. Tira o short e puxa pelo lado da tanguinha vermelha dela a bela cock meio dura. Chega perto de Mile e fala: "Deixa ela bem dura pra mim, amiguinha". Era a terceira festa com Romi e a segunda com Mile. Mas em cada uma eu ficava mais excitado que na anterior. A relação entre as amigas era muito, muito excitante. Enquanto chupava a pussy da Mile, tirei o tênis e a calça. Abaixei a tanguinha dela, deixando presa numa perna. os joelhos e baixei a cueca. já tava durona pra caralho. comecei a meter nela na velocidade máxima, a buceta dela tava uma sopa. podia ter gozado a qualquer momento, mas sabia que o melhor ainda tava por vir.
Depois de alguns minutos, a Mile tava muito, muito quente. Ela não falou "depois quero que vocês dois me comam", "promíscua, vai preparando a bunda". Ela parou de chupar a rola da Romi, que tava durona, tirou a regatinha deixando cair os peitões enormes e a saia na cintura. Pediu o brinquedo e colocou. Enquanto isso, eu sentei e comecei a chupar a rola da Romi, que também tava muito quente. Ela batia com a rola na minha cara e falava "dessa também você não escapa hoje". Eu adorava quando via ela tão ativa. A Mile chegou com o cinto e aquela pica de borracha entre as pernas. Pediu pra eu ficar de quatro no sofá. Começou a passar saliva nos dedos e enfiar um. Enquanto eu continuava chupando a rola da Romi. A Mile ficou um tempão assim até ter dois ou três dedos lá dentro. Eu nem distinguia. Promíscua, como sempre, falava "chupa bem a rola da minha amiga, promíscua. Agora vou te foder do jeito que você gosta". De repente, senti a pica de borracha na porta da minha bunda já dilatada. Ela apoiou de leve e, com a ajuda da mão, começou a enfiar. Não teve muita resistência. Em um minuto, já tava toda dentro. Sentia a pele quente dela nas minhas pernas. Tava completamente colada em mim. Aos poucos, começou a se mexer. Nunca tinha tido uma pica de borracha. A situação me deixava muito excitada. A Romi saiu da minha boca porque ia gozar. Sentou numa cadeira na nossa frente pra se tocar de leve enquanto assistia ao espetáculo. A Mile, como sempre, falava de tudo... "que aberta que você tem essa bundinha, como eu gosto do jeito que os viadinhos gritam". Acho que se eu me tocasse, gozava. Depois de uns minutos assim, ela sai, senta no sofá e fala "vem aqui em cima. Senta em cima da pica". Comecei a cavalgar e ela fazia eu chupar os peitões enormes dela. A Romi, mais calma, mas com a rola ainda bem dura, falou pra gente ir pra cama. Eu fiquei de lado e a Mile, me abraçando de conchinha, continuou me comendo com aquela pica de borracha. Claramente não era a mesma coisa que uma rola de verdade, mas a A situação me deixava muito excitado. A Romi ficou atrás da Mile e começou a meter nela. Nós três num trenzinho e a Mile estava como se estivesse em êxtase. Ela começou a se mover mais rápido até que nos pediu que queria ser comida pelos dois. Rapidamente a gente saiu e ela tirou o arnês. Deitou a Romi de costas e começou a cavalgá-la. Eu fiquei por trás e comecei a colocar saliva no cuzinho dela e um dedo pra dilatar. Era minha primeira dupla penetração e a primeira dela também. Fiquei assim até me ajoelhar atrás dela e encostar meu pau na bunda dela. Elas ficaram paradas até meu pau começar a entrar. Parece que a Mile não tinha muita experiência com sexo anal. Ela começou a gritar pra caralho, me dizendo "você tá me destruindo, filho da puta!". Quando enfiei tudo, ficamos parados por alguns segundos até começarmos a nos mover devagar. A Mile só fazia gemer e em minutos gozou até ficar sem forças em cima da Romi. Eu tirei devagar. Mas tanto eu quanto a Romi continuávamos muito excitados. A Romi me colocou na beira da cama de costas, com as pernas no ombro, e me comeu. Ela metia com muita força. Tava com um tesão que nunca vi. E em poucos minutos quem não aguentou fui eu, gozando pra caralho por todo o meu corpo enquanto a Romi me comia. Quando terminei, pedi pra ela tirar. Ela tirou e, tirando a camisinha, colocou na minha boca e em segundos senti uma porrada de gozo dentro da minha boca, que dividi com a Mile, que estava deitada sem reagir muito. A gente só se beijava e dividia o gozo da Romi.
Ficamos os três meio dormindo. Num momento, a Bos acorda a Tomi porque elas tinham que sair. Pedi pra tomar banho e as duas entraram junto. Só nos tocamos, mas a Romi ficou dura de novo. Com a Mile, fizemos um boquete juntos até ela gozar de novo. Dessa vez, pouca porra. Nos secamos, me troquei rápido, fumei um cigarro enquanto elas se arrumavam e fui embora com meu brinquedinho... E combinamos de repetir, chamando a Cande. Essa vai ser outra festa.
As visitas com a Romi ficaram mais esporádicas. Sempre foram boas. Quando a gente se via, no geral os dois estavam muito tesudos, mas naquela época eu me enganchei com uma young lady e também conheci outra garota trans que me encantava (outro dia conto). Acho que a partir de julho a gente não se viu mais... Por novembro do ano passado, fui num dos pubs gays da cidade. Não costumo ir, mas acompanhei uma amiga que me pediu pra encontrar uma garota. Essa noite eu vi ela de novo. Depois de conversar, ela me lembrou a Mile (ver primeiro relato). Uma vez depois de foder, eu tinha dito pra Romi que tinha ficado muito tesudo fodendo com ela e que uma fantasia minha era uma garota me comer com um pau de borracha. Naquela noite, Romi me disse que a Mile vinha pra cidade no próximo fim de semana e que queria me ver. Que ela contou minha fantasia e que a Mile tava morrendo de vontade de realizar. O único problema é que eu tinha que bancar o arnês e a cock de borracha. Mal ela falou, já subiu. Ainda por cima, ela sussurrava no meu ouvido e levava minha mão pra aquela bunda linda dela... por baixo do vestidinho, no meio da pista. Ela também tava dura. Comecei a passar a mão por cima da calcinha fio dental e a cock linda dela já tava escapando. A gente não aguentou muito ali. Avisei minha amiga, que já tava com a garota dela, e fomos pro apê dela. Fodemos como nos velhos tempos. O mais gostoso foi que a gente mandou um 69 bem suave. Passando a língua por cada centímetro da cock um do outro, lubrificando também nossas bundas. Embora a gente seja bem folgado, naquela noite ela me comeu por umas horas em várias posições. Eu só comi ela pra gozar.
Quando chegou o outro fim de semana, já tinha feito minhas compras. Comprei um do tamanho da cock da Romi (19×5, embora a da Romi fosse um pouco mais cabeçuda que a de borracha). Combinamos pra tarde de sábado. Romi me disse que à noite iam sair com uns amigos. Entrei no apê com a sacolinha e lá estava Romi de shortinho e sutiã, e Mile no quarto. Não tava rolando clima. Elas estavam meio na delas. Falei pra irmos pegar umas cervejas e conversar. Sem pressa. Foi um acerto. Não só porque o álcool nos deixou na mesma vibe, mas porque as conversas nos esquentaram pra caralho. Mile é uma mina do interior, no começo introvertida, mas das mais safadas. Me contaram que se conheciam desde adolescentes, de quando Romi tinha outra identidade. Que na época não eram muito próximas, mas quando Romi começou a transição e veio pra cidade, Mile ficou super curiosa. E que tava dando maior apoio, e em algumas oportunidades transaram. A mesma coisa com a outra amiga dela, Cande. As histórias que contavam iam aumentando o tesão. Num momento, Romi foi ao banheiro e Mile chegou perto de mim, e começamos a nos beijar. Eu tava muito excitado. Comecei a passar a mão nas pernas dela e levantei a saia que ela tava usando. Adorei a bunda grande dela com uma tanguinha bem enfiada. Ela virou e colocou o rabo na minha cara. Afastei a tanguinha e comecei a chupar a pussy dela, que tava bem molhada. Eu sentado e ela curvada de costas pra mim. Mile começou a gemer e me disse: "Chupa, viado... que hoje a gente vai te comer as duas". Me deixava louco como Mile falava comigo. Romi sai do banheiro e nos vê assim. Tira o short e puxa pelo lado da tanguinha vermelha dela a bela cock meio dura. Chega perto de Mile e fala: "Deixa ela bem dura pra mim, amiguinha". Era a terceira festa com Romi e a segunda com Mile. Mas em cada uma eu ficava mais excitado que na anterior. A relação entre as amigas era muito, muito excitante. Enquanto chupava a pussy da Mile, tirei o tênis e a calça. Abaixei a tanguinha dela, deixando presa numa perna. os joelhos e baixei a cueca. já tava durona pra caralho. comecei a meter nela na velocidade máxima, a buceta dela tava uma sopa. podia ter gozado a qualquer momento, mas sabia que o melhor ainda tava por vir.
Depois de alguns minutos, a Mile tava muito, muito quente. Ela não falou "depois quero que vocês dois me comam", "promíscua, vai preparando a bunda". Ela parou de chupar a rola da Romi, que tava durona, tirou a regatinha deixando cair os peitões enormes e a saia na cintura. Pediu o brinquedo e colocou. Enquanto isso, eu sentei e comecei a chupar a rola da Romi, que também tava muito quente. Ela batia com a rola na minha cara e falava "dessa também você não escapa hoje". Eu adorava quando via ela tão ativa. A Mile chegou com o cinto e aquela pica de borracha entre as pernas. Pediu pra eu ficar de quatro no sofá. Começou a passar saliva nos dedos e enfiar um. Enquanto eu continuava chupando a rola da Romi. A Mile ficou um tempão assim até ter dois ou três dedos lá dentro. Eu nem distinguia. Promíscua, como sempre, falava "chupa bem a rola da minha amiga, promíscua. Agora vou te foder do jeito que você gosta". De repente, senti a pica de borracha na porta da minha bunda já dilatada. Ela apoiou de leve e, com a ajuda da mão, começou a enfiar. Não teve muita resistência. Em um minuto, já tava toda dentro. Sentia a pele quente dela nas minhas pernas. Tava completamente colada em mim. Aos poucos, começou a se mexer. Nunca tinha tido uma pica de borracha. A situação me deixava muito excitada. A Romi saiu da minha boca porque ia gozar. Sentou numa cadeira na nossa frente pra se tocar de leve enquanto assistia ao espetáculo. A Mile, como sempre, falava de tudo... "que aberta que você tem essa bundinha, como eu gosto do jeito que os viadinhos gritam". Acho que se eu me tocasse, gozava. Depois de uns minutos assim, ela sai, senta no sofá e fala "vem aqui em cima. Senta em cima da pica". Comecei a cavalgar e ela fazia eu chupar os peitões enormes dela. A Romi, mais calma, mas com a rola ainda bem dura, falou pra gente ir pra cama. Eu fiquei de lado e a Mile, me abraçando de conchinha, continuou me comendo com aquela pica de borracha. Claramente não era a mesma coisa que uma rola de verdade, mas a A situação me deixava muito excitado. A Romi ficou atrás da Mile e começou a meter nela. Nós três num trenzinho e a Mile estava como se estivesse em êxtase. Ela começou a se mover mais rápido até que nos pediu que queria ser comida pelos dois. Rapidamente a gente saiu e ela tirou o arnês. Deitou a Romi de costas e começou a cavalgá-la. Eu fiquei por trás e comecei a colocar saliva no cuzinho dela e um dedo pra dilatar. Era minha primeira dupla penetração e a primeira dela também. Fiquei assim até me ajoelhar atrás dela e encostar meu pau na bunda dela. Elas ficaram paradas até meu pau começar a entrar. Parece que a Mile não tinha muita experiência com sexo anal. Ela começou a gritar pra caralho, me dizendo "você tá me destruindo, filho da puta!". Quando enfiei tudo, ficamos parados por alguns segundos até começarmos a nos mover devagar. A Mile só fazia gemer e em minutos gozou até ficar sem forças em cima da Romi. Eu tirei devagar. Mas tanto eu quanto a Romi continuávamos muito excitados. A Romi me colocou na beira da cama de costas, com as pernas no ombro, e me comeu. Ela metia com muita força. Tava com um tesão que nunca vi. E em poucos minutos quem não aguentou fui eu, gozando pra caralho por todo o meu corpo enquanto a Romi me comia. Quando terminei, pedi pra ela tirar. Ela tirou e, tirando a camisinha, colocou na minha boca e em segundos senti uma porrada de gozo dentro da minha boca, que dividi com a Mile, que estava deitada sem reagir muito. A gente só se beijava e dividia o gozo da Romi.
Ficamos os três meio dormindo. Num momento, a Bos acorda a Tomi porque elas tinham que sair. Pedi pra tomar banho e as duas entraram junto. Só nos tocamos, mas a Romi ficou dura de novo. Com a Mile, fizemos um boquete juntos até ela gozar de novo. Dessa vez, pouca porra. Nos secamos, me troquei rápido, fumei um cigarro enquanto elas se arrumavam e fui embora com meu brinquedinho... E combinamos de repetir, chamando a Cande. Essa vai ser outra festa.
3 comentários - Festa com 2 gostosas e uma amiga (parte 3)
Buen relato, van diez puntos