Bom, pessoal, faz tempo que não escrevo nada. Como vocês sabem, minha prima foi mãe e nunca mais voltou pra Argentina. Acabei perdendo contato com ela, enfim. Queria contar essa experiência que tive num acampamento da escola há vários anos. Desde já, muito grato pelo apoio que deram nos meus relatos anteriores. Tudo começou normal. Era um acampamento de 2 dias com o colégio. Era 5º e 6º ano. Começaram os preparativos, as barracas, os papéis de autorização, etc. Até que nos deram o privilégio de escolher com quem queríamos ir. Quase todo mundo votou na minha supervisora, na diretora, num professor e duas professoras. Eu escolhi ela, a Carla. Uma professora madura de 37 anos que foi meu grande amor durante todo o ensino médio. Sempre teve muito carinho por mim e, como já não era mais minha professora desde o 4º ano, sempre que me encontrava me dava um abraço bem quente e um beijinho na bochecha. Era impossível ela não saber que eu ficava louco por ela. Ela era linda, carinhosa e com um corpo que beirava a perfeição, era uma MILF com todas as letras. Ela foi a razão de eu sempre ter amado as milfs. Mais do que as adolescentes da minha idade. Enfim. Saímos numa quinta-feira pra voltar na sexta à tarde, ou seja, eram 2 dias e 1 noite. Era em Ezeiza, um lugar muito bonito onde fomos várias vezes. Chegamos no local e montamos as barracas, depois acendemos as churrasqueiras pra fazer hambúrguer, comemos todos juntos e depois o normal: fazer atividade física. Futebol, handebol, vôlei, etc. Mas eu não queria fazer nada, preferi sentar debaixo de uma árvore e ficar vendo ela jogar vôlei. Ela estava com uma legging cinza e uma camisetinha preta, com aquela cinturinha que ela tem, não importa se a camisa é curta, ficava perfeita nela. Sou alguém bem atlético, então minhas colegas ficavam me zoando pra eu jogar, e como era tão óbvio que eu ficava louco pela minha professora, todo mundo já sabia, meus colegas e minhas colegas gritavam: "Para de olhar pra professora e vem jogar!" na brincadeira, mas ela ouvia e ria. Fui jogar vôlei e fiquei contra a minha professora. Sempre fui bom no vôlei porque sou alto e batia bem. Fiz vários pontos, ganhamos, e minha professora me elogiou pelo meu jogo. Ela tocou meus braços e minha barriga e disse: "Você está muito definido, continua na academia?" E eu respondi que sim. Mas, na real, aquele toque me deixou a mil. Fui ao banheiro masculino tomar um banho antes do lanche. E, por acaso, do lado ficavam os chuveiros femininos. A gente sempre zoava muito sobre sexo com meus colegas, embora eu só tenha ficado com uma das minhas amigas. Enfim, fui com um amigo, meu amigo mais fiel, a gente morria de rir juntos sempre. M-Y: "E aí, Alex, vamos tomar um banho juntos, bro? Tô todo suado, faz um calor do caralho." A: "Vamos, amigo, e de quebra a gente espia as vadias, kkk, elas acabaram de ir pra lá." M: "Vamos, total, todo mundo tá lanchando, ninguém vai vir pra cá." Fomos pros chuveiros femininos bem devagar e vimos umas quantas se lavando. Que paisagem foi ver os peitos e as bucetas delas, algumas com peitões, outras com peitos pequenos, outras com a pussy peluda, outras depiladas. Elas ficavam se olhando a pussy entre si e se tocavam de brincadeira, até que ouvi uma dizer: B: "Boluda, viu como ela olhava pra professora? Por pouco não batia uma punheta." D: "Sim, cara, e ainda a outra se fazia de vadia do jeito que olhava." B: "Cê acha que ela é capaz de ter algo com um aluno? E que leva tantos anos na frente?" D: "Sei lá, pra mim ela só é uma esquentada. Kkkk." B: "Mas você comeu o Marco, não? Era o que todo mundo dizia." D: "Sim, comi ele numa festa. Mas contei pra Mica, e ela contou pra todo mundo. Desde então não falo com ele, embora não me arrependa, me diverti pra caralho, kkk." B: "Que piranha você é, boluda, kkk. E como ele tem? Cê gostou?" D: "Pergunta pra ele como ele tem, kkk. Comigo ele foi foda, ele me disse..." B: "Fala logo, boluda." D: "Ele tem bem grande e grosso. Eu gostei." Eu, enquanto isso, com meu amigo, morrendo de rir espiando, até que ouvimos alguém chegando e corremos pra uma escada no fundo do vestiário feminino. Era minha professora Carla. Meu coração acelerou na hora, pensando que ela ia tomar banho. E ia realizar meu sonho de ver ela pelada. Até que ouvimos que ela veio apressar minhas colegas pra irem lanchar. Aproveitamos e saímos correndo pro chuveiro dos homens pra tomar banho. Meu amigo se mandou numa punheta braba porque dava pra ouvir, e eu zuava ele. Já tínhamos intimidade. Eu me segurei pra não bater uma, porque pensar na minha professora tomando banho me deixava a mil. Joguei água fria em mim e a ereção baixou, saí pra me vestir no vestiário e consegui ver duas sombras saindo correndo, acho que eram Dalila e Brenda. Viram ele se punhetando e meu boneco, já que as cortinas só cobrem dos lados e não na frente, e com aquele ângulo dava pra ver tudo. Falei pro meu amigo que elas estavam vendo ele bater uma, ele não acreditou e morreu de vergonha. Por mim, de boa, porque eu tava com a pica no talo, e se elas viram, show de bola, hahaha. Saímos, fomos lanchar, minhas duas colegas não paravam de olhar. Naquele dia tinha um Boca e River por uma copa de verão, acho, ou algo assim, terminou 0 a 0. Jantamos e quando íamos pra barraca, desabou tudo. Saímos correndo pras barracas pra pegar as coisas: mochilas, celular, roupa, tudo, e desmontamos as barracas. Graças aos meus professores, nos deram um galpão que era uma quadra de vôlei e basquete, que ficava em cima do banheiro dos homens e ligava direto por uma escada. Show de bola, hahaha. Subimos correndo com as coisas. Fui ajudar a trazer o resto pra que meus professores não enlouquecessem. Até que vejo minha professora Carla correndo na chuva, toda molhada, com a roupa colada no corpo e os peitos super marcados. Ajudei ela a levar as coisas até que, no meio do caminho, ela torceu o tornozelo. Era um terreno grande, a distância das barracas até o galpão era uns 400 ou 500 metros, então ajudei ela a levantar, perguntei se tava bem e toquei no tornozelo dela, parecia aqueles filmes e novelas que fazem isso, hahaha. Ela disse que tava bem, mas que doía. Peguei as coisas dela com uma mão e falei pra ela se abrigar debaixo de um telhado que tinha ali, levei tudo rápido e Só correndo. Voltei pra buscar ela e levei ela com um braço no ombro, feito muleta. Sou muito maior que ela em altura e em corpo, já que tenho um corpo atlético, tipo jogador de rugby, ombros largos e peito, então peguei ela e levei. Não parava de olhar pra ela, ela era tão gostosa, e ela ria e falava: "Parece aqueles filmes que isso acontece e você seria meu herói". E senti que ela se agarrava mais forte nos meus ombros. Levei ela e ajudei a subir as escadas. Todos meus colegas e os da outra turma que carregavam minha professora, e eu tava pouco me lixando, só ria, até que ela saiu pra me defender e falou: "Pelo menos ele me ajudou, diferente de outros que estavam aqui tomando mate". Aí meus professores e colegas se sentiram ofendidos, mas calaram a boca. Ficamos um tempinho jogando vôlei lá em cima até que ficou tarde e foram todo mundo dormir, éramos tipo umas 100 pessoas dormindo no mesmo lugar, haha. Como era de um bairro foda, a maioria fumava cigarro ou baseado, e por isso colocaram como regra: quem fosse ao banheiro tinha que ir com um professor ou professora. Óbvio que ninguém gostou disso, mas fazer o quê, eles mandavam. Tava tudo escuro, uns jogando truco, outros conversando, outros no celular e outros tomando mate. Os professores estavam juntos na porta da escada, sentados em cadeiras de descanso. Era umas 1 ou 2 da manhã e eu, que tinha me molhado ajudando minha professora, queria tomar banho. Peguei minha roupa e toalha e pedi permissão pra minha profe Carla, já que os outros estavam descansando. Ela pediu pra minha preceptora me acompanhar, mas ela disse que tava jogando truco. Aí ela falou pra eu ir com ela. Falei que não queria incomodar e fui sozinho. Desci as escadas, fui pro banheiro, tirei a roupa e entrei no chuveiro. De novo, tava dura, quase explodindo de lembrar o que tinha rolado com minha profe naquele dia. Então não aguentei e comecei a bater uma. Sentia um alívio me masturbando, porque minha pica ia explodir. Da porta dava pra ver meu chuveiro, mas não me preocupei porque tava sozinho, ou pelo menos era o que eu achava. Até que vejo uma... Minha professora parada na porta, como se estivesse surpresa. Pediu desculpas e foi embora. Eu fiquei paralisado, mas meu pau tava prestes a explodir, literalmente. Saí do chuveiro, me enrolei numa toalha e fui pro vestiário, e lá estava minha professora sentada no banquinho onde ela se trocava. Não olhava pra mim. Até que eu pedi:
M— Desculpa, não queria que você visse aquilo. Foi muito errado, não queria te desrespeitar, achei que tava sozinho.
C— Não, não, a culpa é minha. Não devia ter ido lá, tinha que ficar sentada aqui só. É normal pra um adolescente da sua idade. Só que não sei por que fiquei olhando um tempo, sabendo que era errado. A culpa é minha.
Ela se levantou pra ir embora, e eu segurei a mão dela, dei um abraço e falei:
M— Vem cá, Carla, não tem problema, não tô nem aí. Não vou contar nada, sabe que eu te amo demais e que você é a professora mais linda e mais legal.
C— Eu também te amo muito. Mas se veste, e se alguém descer e nos ver assim, o que eu faço? E me deu um beijo na bochecha.
Não sei se foi um impulso cego, sem pensar, mas segurei ela pelos braços de novo e beijei ela na boca. No começo, parecia surpresa, não se mexeu, não me empurrou, nada. Foi tipo um selinho. Depois disso, caí de volta à realidade e não acreditei no que fiz.
M— Me desculpa, professora, não queria fazer isso, não foi pensando. É que eu gosto muito de você e tive esse impulso. Me perdoa, por favor.
C— Eu te gosto? Jura? Por favor, já sou muito velha pra você, tem colegas melhores.
M— Você não tá brava?
C— Não, você mesmo disse, foi um impulso. Se veste, vai.
M— Tá bom. Mas é verdade que eu gosto muito de você, sempre me deixou louco. Mas sei que não tenho chance, então seria mais tipo um amor platônico. Desculpa se falei assim.
Naquele momento, nunca pensei que fosse rolar, mas ela se aproximou de mim, ficou quase cara a cara e, sem dizer nada, me comeu de beijo. Eu fiquei quase imóvel até cair a ficha e acompanhei aquele beijo apaixonado. Língua com língua. Segurei a cinturinha dela, que sempre me deixava louco, e continuamos nos beijando até ela se separar de Eu tava confuso, igual fiquei na primeira vez que subi. Então, antes que ela falasse alguma coisa, peguei ela pela cintura e beijei de novo, mas esse beijo foi mais intenso. Coloquei minhas mãos na bunda dela, e ela não falou nada, então continuei apalpando. Nossa respiração tava a mil, e o coração a todo vapor. Como sempre, o risco, o proibido, a tesão e a excitação são uma combinação letal. Quando você sente isso, não tem limites, só pensa em se divertir. Ela começou a passar a mão nas minhas costas, na minha bunda e se esfregava contra minha pica, parada debaixo da toalha. A gente continuou se beijando apaixonadamente até que eu peguei a camiseta dela e tirei. Ela não resistiu nem reclamou. Tava só de sutiã e legging. Comecei a apalpar os peitos dela enquanto a gente se beijava, ela era fogo, tava muito excitada. Se esfregava, falava umas coisas que nem lembro direito porque a tesão era tanta que nem ouvia. Até que ela falou: "Vou te foder todinho, cara, como você me excita, tira minha calça, vai", e tudo isso enquanto pegava na minha pica pelo buraco da toalha. Aí eu fui ver se os outros tavam dormindo. Subi a escada devagar e vi que ainda tavam jogando cartas e contando histórias. Coloquei minha mochila na escada pra que, se alguém descesse, tropeçasse e fizesse barulho. Desci e minha professora não tava no vestiário. Fui pro chuveiro e lá tava ela, já sem legging, só de fio dental e sutiã. Entrei, tirei a toalha, ela grudou os olhos na minha pica e eu me aproximei pra beijar ela de novo enquanto ela me batia uma punheta devagar. E ela sussurrou no meu ouvido: "Quero que você me coma. Me excita tanto." Aí eu falei: "Se isso é um sonho, por favor, não me acordem." E ela tirou o sutiã, me deixando ver aqueles peitos lindos que eu tanto gostava nela. Uns peitos perfeitos, com mamilos redondinhos e impecáveis. Não perdi tempo e comecei a chupar aqueles peitos maravilhosos que ela tinha. Era impossível que alguém de 37 anos, com uma filha de 17, tivesse uns peitos e uma bunda tão firmes e perfeitos. Ouvir os gemidos dela foi uma música que eu queria ouvir de novo. Enfiei a mão na calcinha fio dental e lá estava a buceta linda dela. Toda depilada, mas com uma listinha de pelo em cima, isso me deixou louco. Senti ela toda molhadinha. Aí falei pra ela subir na pia e coloquei ela de pernas pra cima. Porque adoro ver as xotas nessa posição. Tirei a calcinha fio dental devagar e libertei aqueles lábios lindos da prisão deles. Como já disse, ela tinha uma buceta linda, carnuda e toda depilada, menos uma listinha em cima.
Algo assim ☝ precisava mostrar pra vocês, porque esse detalhe me deixou louco. Comecei a me deliciar com a buceta dela, comecei a beijar, a chupar, e ela gemia baixinho pra ninguém ouvir e me apertava mais contra a buceta dela com as mãos no meu cabelo. De vez em quando eu juntava um pouco dos sucos dela e dava um beijo nela pra ela sentir. Não desgostou nada, pelo contrário, deixou ela mais excitada. Uns minutos depois, ela já tava com as pernas bambas e gemendo mais alto. Aí eu levantei, coloquei uma mão na boca dela e enfiei os dedos com a outra. Bem rápido. Ela segurava meu rosto com as duas mãos e eu masturbava ela com fúria até ver os olhos dela ficarem brancos e sentir que ela tava gozando. E sem tirar a mão da boca dela, desci pra chupar um pouco a buceta dela até sentir os sucos. Adorei o néctar dela, não me deu nojo nenhum. Era a terceira mulher que eu fazia gozar, mas dessa vez foi especial. Deixei ela respirar enquanto eu batia uma punheta e dei um beijo bem gostoso nela com o gosto dos sucos dela, e ela amou. Ela desceu da pia, meio que cambaleando, e se ajoelhou e pegou no meu pau. Eu não achei que ela ia me chupar, mas ela chupou, meus 17 cm dentro da boca dela, fazendo garganta profunda. Uns minutos e eu quase gozava, ela era uma diaba, parecia atriz pornô de tão boa que chupava. Eu avisei que ia gozar e ela falou: "Cê não vai gozar, ouviu? Quero meu gozo depois, ainda não acabou." Não falei nada, já era ela quem tinha controle sobre mim. E depois de umas gargantas profundas, ela disse: "Agora você vai foder a puta da sua professora." Eu falei: "Dá ponto extra, tia?" (sim, fui idiota assim kkkk) e ela respondeu: "Sim, todos os pontos você vai ter. Vai, me come." E eu, como aprendi nas minhas experiências, tinha que fazer ela implorar um pouco, então ela tava com uma perna em cima da pia e a outra no chão, óbvio kkkk "Adoro essa posição", ela disse, e eu tinha que brincar um pouco com a excitação dela. e roçava a piroca dela e enfiava só a pontinha e tirava. Ela virava a cabeça e me beijava, falando pra eu meter, que já queria dentro. Eu disse: "me pede por favor e fala o que você quer". Ela respondeu: "por favor, aluno, mete a piroca em mim, quero toda sua porra, já não aguento". Aí eu meti devagar, e ela deu um grito que devia ter ouvido lá em cima, mas a gente não ligou, e ela continuava pedindo pra eu comer ela. C- assim, bebê, que gostoso, mais forte, me dá piroca C- sou sua puta, me come. Como eu gosto, meus Deus. Até que eu fiz ela colocar as perninhas no ombro, assim eu chupava os peitos dela e comia. Ela, submissa, aceitou, e a gente fez naquela posição. Era tão gostoso tudo que eu queria nunca gozar. Ela se masturbava enquanto eu comia, e eu tapava a boca dela, porque ela tava fora de si. Até que sinto ela tremer e toda minha piroca quentinha com os sucos dela. Tirei um pouco pra ela se recuperar, e depois ela desceu da pia e entrou no chuveiro. Abriu a porta e ficou com as mãos na parede, com a bundinha pra trás, e falou pra eu continuar comendo ela debaixo do chuveiro. Sem reclamar, eu fiz. Ela gemia e xingava, tava irreconhecível. Até que eu senti uma dor nos ovos que ia gozar, e coloquei ela de quatro debaixo do chuveiro e comi com raiva, enquanto segurava o cabelo dela e dava tapas na bunda. Até que sinto ela gozando e queria que a gente gozasse junto, então comecei a meter mais forte. Até que ela gozou na mesma hora que eu. Foi a coisa mais gostosa que já aconteceu na minha vida. Enchi a buceta dela de porra, e ela só respirava fundo e falava: "nossa, que porra gostosa, você me encheu toda", e me deu um beijo muito longo e quente. Depois desceu e limpou a porra da minha piroca, a gente tomou banho junto, ela falou, e a gente fez. Ela já não aguentava mais, tinha gozado umas 4 vezes, e dava pra ver a buceta dela inchada quando a gente tomava banho. Terminei o que faltava e chupei o cu dela um pouco, mas não pude comer ela porque já tinha demorado muito. A gente se secou, beijei ela e beijei a palavra: buceta pela última vez antes dela vestir a roupa e eu chupar os peitos dela ela tava rindo e eu falei "tomara que se repita, carla" e ela respondeu "se eu ver que você se comporta e isso ficar entre a gente, pode ser que você tenha um último ano gostoso" e eu beijei ela de novo. Ela disse que nunca ninguém satisfez ela tanto e que no outro dia ia tomar a pílula e pronto, pra eu não me preocupar. Pra disfarçar o tempo, falei pra gente ir pro refeitório e comprar salgado ou café ou algo assim, aí fomos, compramos salgados e bolachas e ninguém desconfiou de nada. Só minha colega Brenda que ficava me olhando e rindo. Mas eu me safei muito bem, com aquilo já não tinha mais nada pra pedir pro meu colégio. Consegui comer meu amor proibido do ensino médio inteiro. Aqui algumas fotos dela. Tampei o rosto obviamente pra não deixar ela exposta a nada.

Esta história é verdadeira, igual todas as outras. Espero que tenham gostado, deixem pontos. Foi longa pra não ter que dividir em partes. Abraços.
M— Desculpa, não queria que você visse aquilo. Foi muito errado, não queria te desrespeitar, achei que tava sozinho.
C— Não, não, a culpa é minha. Não devia ter ido lá, tinha que ficar sentada aqui só. É normal pra um adolescente da sua idade. Só que não sei por que fiquei olhando um tempo, sabendo que era errado. A culpa é minha.
Ela se levantou pra ir embora, e eu segurei a mão dela, dei um abraço e falei:
M— Vem cá, Carla, não tem problema, não tô nem aí. Não vou contar nada, sabe que eu te amo demais e que você é a professora mais linda e mais legal.
C— Eu também te amo muito. Mas se veste, e se alguém descer e nos ver assim, o que eu faço? E me deu um beijo na bochecha.
Não sei se foi um impulso cego, sem pensar, mas segurei ela pelos braços de novo e beijei ela na boca. No começo, parecia surpresa, não se mexeu, não me empurrou, nada. Foi tipo um selinho. Depois disso, caí de volta à realidade e não acreditei no que fiz.
M— Me desculpa, professora, não queria fazer isso, não foi pensando. É que eu gosto muito de você e tive esse impulso. Me perdoa, por favor.
C— Eu te gosto? Jura? Por favor, já sou muito velha pra você, tem colegas melhores.
M— Você não tá brava?
C— Não, você mesmo disse, foi um impulso. Se veste, vai.
M— Tá bom. Mas é verdade que eu gosto muito de você, sempre me deixou louco. Mas sei que não tenho chance, então seria mais tipo um amor platônico. Desculpa se falei assim.
Naquele momento, nunca pensei que fosse rolar, mas ela se aproximou de mim, ficou quase cara a cara e, sem dizer nada, me comeu de beijo. Eu fiquei quase imóvel até cair a ficha e acompanhei aquele beijo apaixonado. Língua com língua. Segurei a cinturinha dela, que sempre me deixava louco, e continuamos nos beijando até ela se separar de Eu tava confuso, igual fiquei na primeira vez que subi. Então, antes que ela falasse alguma coisa, peguei ela pela cintura e beijei de novo, mas esse beijo foi mais intenso. Coloquei minhas mãos na bunda dela, e ela não falou nada, então continuei apalpando. Nossa respiração tava a mil, e o coração a todo vapor. Como sempre, o risco, o proibido, a tesão e a excitação são uma combinação letal. Quando você sente isso, não tem limites, só pensa em se divertir. Ela começou a passar a mão nas minhas costas, na minha bunda e se esfregava contra minha pica, parada debaixo da toalha. A gente continuou se beijando apaixonadamente até que eu peguei a camiseta dela e tirei. Ela não resistiu nem reclamou. Tava só de sutiã e legging. Comecei a apalpar os peitos dela enquanto a gente se beijava, ela era fogo, tava muito excitada. Se esfregava, falava umas coisas que nem lembro direito porque a tesão era tanta que nem ouvia. Até que ela falou: "Vou te foder todinho, cara, como você me excita, tira minha calça, vai", e tudo isso enquanto pegava na minha pica pelo buraco da toalha. Aí eu fui ver se os outros tavam dormindo. Subi a escada devagar e vi que ainda tavam jogando cartas e contando histórias. Coloquei minha mochila na escada pra que, se alguém descesse, tropeçasse e fizesse barulho. Desci e minha professora não tava no vestiário. Fui pro chuveiro e lá tava ela, já sem legging, só de fio dental e sutiã. Entrei, tirei a toalha, ela grudou os olhos na minha pica e eu me aproximei pra beijar ela de novo enquanto ela me batia uma punheta devagar. E ela sussurrou no meu ouvido: "Quero que você me coma. Me excita tanto." Aí eu falei: "Se isso é um sonho, por favor, não me acordem." E ela tirou o sutiã, me deixando ver aqueles peitos lindos que eu tanto gostava nela. Uns peitos perfeitos, com mamilos redondinhos e impecáveis. Não perdi tempo e comecei a chupar aqueles peitos maravilhosos que ela tinha. Era impossível que alguém de 37 anos, com uma filha de 17, tivesse uns peitos e uma bunda tão firmes e perfeitos. Ouvir os gemidos dela foi uma música que eu queria ouvir de novo. Enfiei a mão na calcinha fio dental e lá estava a buceta linda dela. Toda depilada, mas com uma listinha de pelo em cima, isso me deixou louco. Senti ela toda molhadinha. Aí falei pra ela subir na pia e coloquei ela de pernas pra cima. Porque adoro ver as xotas nessa posição. Tirei a calcinha fio dental devagar e libertei aqueles lábios lindos da prisão deles. Como já disse, ela tinha uma buceta linda, carnuda e toda depilada, menos uma listinha em cima.
Algo assim ☝ precisava mostrar pra vocês, porque esse detalhe me deixou louco. Comecei a me deliciar com a buceta dela, comecei a beijar, a chupar, e ela gemia baixinho pra ninguém ouvir e me apertava mais contra a buceta dela com as mãos no meu cabelo. De vez em quando eu juntava um pouco dos sucos dela e dava um beijo nela pra ela sentir. Não desgostou nada, pelo contrário, deixou ela mais excitada. Uns minutos depois, ela já tava com as pernas bambas e gemendo mais alto. Aí eu levantei, coloquei uma mão na boca dela e enfiei os dedos com a outra. Bem rápido. Ela segurava meu rosto com as duas mãos e eu masturbava ela com fúria até ver os olhos dela ficarem brancos e sentir que ela tava gozando. E sem tirar a mão da boca dela, desci pra chupar um pouco a buceta dela até sentir os sucos. Adorei o néctar dela, não me deu nojo nenhum. Era a terceira mulher que eu fazia gozar, mas dessa vez foi especial. Deixei ela respirar enquanto eu batia uma punheta e dei um beijo bem gostoso nela com o gosto dos sucos dela, e ela amou. Ela desceu da pia, meio que cambaleando, e se ajoelhou e pegou no meu pau. Eu não achei que ela ia me chupar, mas ela chupou, meus 17 cm dentro da boca dela, fazendo garganta profunda. Uns minutos e eu quase gozava, ela era uma diaba, parecia atriz pornô de tão boa que chupava. Eu avisei que ia gozar e ela falou: "Cê não vai gozar, ouviu? Quero meu gozo depois, ainda não acabou." Não falei nada, já era ela quem tinha controle sobre mim. E depois de umas gargantas profundas, ela disse: "Agora você vai foder a puta da sua professora." Eu falei: "Dá ponto extra, tia?" (sim, fui idiota assim kkkk) e ela respondeu: "Sim, todos os pontos você vai ter. Vai, me come." E eu, como aprendi nas minhas experiências, tinha que fazer ela implorar um pouco, então ela tava com uma perna em cima da pia e a outra no chão, óbvio kkkk "Adoro essa posição", ela disse, e eu tinha que brincar um pouco com a excitação dela. e roçava a piroca dela e enfiava só a pontinha e tirava. Ela virava a cabeça e me beijava, falando pra eu meter, que já queria dentro. Eu disse: "me pede por favor e fala o que você quer". Ela respondeu: "por favor, aluno, mete a piroca em mim, quero toda sua porra, já não aguento". Aí eu meti devagar, e ela deu um grito que devia ter ouvido lá em cima, mas a gente não ligou, e ela continuava pedindo pra eu comer ela. C- assim, bebê, que gostoso, mais forte, me dá piroca C- sou sua puta, me come. Como eu gosto, meus Deus. Até que eu fiz ela colocar as perninhas no ombro, assim eu chupava os peitos dela e comia. Ela, submissa, aceitou, e a gente fez naquela posição. Era tão gostoso tudo que eu queria nunca gozar. Ela se masturbava enquanto eu comia, e eu tapava a boca dela, porque ela tava fora de si. Até que sinto ela tremer e toda minha piroca quentinha com os sucos dela. Tirei um pouco pra ela se recuperar, e depois ela desceu da pia e entrou no chuveiro. Abriu a porta e ficou com as mãos na parede, com a bundinha pra trás, e falou pra eu continuar comendo ela debaixo do chuveiro. Sem reclamar, eu fiz. Ela gemia e xingava, tava irreconhecível. Até que eu senti uma dor nos ovos que ia gozar, e coloquei ela de quatro debaixo do chuveiro e comi com raiva, enquanto segurava o cabelo dela e dava tapas na bunda. Até que sinto ela gozando e queria que a gente gozasse junto, então comecei a meter mais forte. Até que ela gozou na mesma hora que eu. Foi a coisa mais gostosa que já aconteceu na minha vida. Enchi a buceta dela de porra, e ela só respirava fundo e falava: "nossa, que porra gostosa, você me encheu toda", e me deu um beijo muito longo e quente. Depois desceu e limpou a porra da minha piroca, a gente tomou banho junto, ela falou, e a gente fez. Ela já não aguentava mais, tinha gozado umas 4 vezes, e dava pra ver a buceta dela inchada quando a gente tomava banho. Terminei o que faltava e chupei o cu dela um pouco, mas não pude comer ela porque já tinha demorado muito. A gente se secou, beijei ela e beijei a palavra: buceta pela última vez antes dela vestir a roupa e eu chupar os peitos dela ela tava rindo e eu falei "tomara que se repita, carla" e ela respondeu "se eu ver que você se comporta e isso ficar entre a gente, pode ser que você tenha um último ano gostoso" e eu beijei ela de novo. Ela disse que nunca ninguém satisfez ela tanto e que no outro dia ia tomar a pílula e pronto, pra eu não me preocupar. Pra disfarçar o tempo, falei pra gente ir pro refeitório e comprar salgado ou café ou algo assim, aí fomos, compramos salgados e bolachas e ninguém desconfiou de nada. Só minha colega Brenda que ficava me olhando e rindo. Mas eu me safei muito bem, com aquilo já não tinha mais nada pra pedir pro meu colégio. Consegui comer meu amor proibido do ensino médio inteiro. Aqui algumas fotos dela. Tampei o rosto obviamente pra não deixar ela exposta a nada.

Esta história é verdadeira, igual todas as outras. Espero que tenham gostado, deixem pontos. Foi longa pra não ter que dividir em partes. Abraços.
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