Te conto que tô com vontade de poder estar com você dentro do seu carro. Uma praia meio tranquila, Belgrano, alguma por Vila Crespo. Antes de sair do trampo e ir pro nosso encontro, entro no banheiro do serviço e troco a cueca por uma calcinha e um sutiã tipo top que disfarça muito bem. Por cima, uma camiseta preta meio largada pra não aparecer nada; só por precaução, levo uma jaquetinha. Não vá que vejam alguma coisa e me encham o saco. Chego na praia em questão, de dentro do seu carro você buzina e eu entro. A gente se cumprimenta como os safados que somos e dá pra ver que tem uma timidez entre nós que vai passando com a conversa; falamos da vida, trampo, política e não damos muita risada. Num momento você fala: "então, Yani" e eu percebo que já não sou mais seu amigo de punheta, tenho que botar o corpo como eu te falei tantas vezes. "Então, Yani, sabe por que veio aqui, não se faz de sonsa. O corno do seu marido te mandou pra me satisfazer e me disse que você é muito puta." Mal você fala isso, eu abro minha calça e deixo você ver minha calcinha preta. "Ah, não me enganei, você é mais que puta: uma vadia", você diz pra eu passar pro banco de trás, eu faço isso e depois você faz o mesmo; você pede pra fazer isso porque tem medo de alguém ver. A gente já tá os dois no banco de trás do carro e, como os vidros são escuros, eu abaixo minha calça pra você ver minha calcinha enquanto você esfrega a pica na sua calça. Tiro a jaqueta e a camiseta e você não acredita que eu tô de sutiã e começa a falar: "você é uma puta de merda, como que seu marido não te atende como você merece?" e um monte de outras coisas que me deixam toda excitada. "Dá pra ver o volume, sua vadia, hein?" e você ri. Eu sempre em silêncio, pego e começo a esfregar sua pica por cima da calça. "Cê gosta assim, meu amo?", eu falo e você ordena com voz forte pra eu tirar sua pica. A primeira coisa que faço é abrir o zíper da sua calça e na hora levo um tapa na cabeça e você fala: "vadia de merda, assim não, desabotoa a calça que você vai deixar tudo manchado e minha esposa vai perceber, sua burra. Eu faço o que você manda, desabotoo a calça, abaixo ela e não consigo deixar de sentir o calor da sua pica dura e acaricio sua pica e bolas por cima da sua cueca xadrez.
Eu te olho e te vejo de olhos fechados, e você diz: “quanto tempo te esperei, sua puta de merda”. Eu enfio a mão na sua cueca e pego aquele pedaço de carne quente. Me sinto estranho porque nunca segurei um na mão, você percebe isso e me fala: “bate uma pra mim, sua puta, o que você tá esperando? Você me encheu o saco, queria isso e agora tá aí feito uma idiota”. Eu começo a bater uma pra você, curto pra caralho. Seu pau tá duro, mais quente ainda. Troco de mão e com a outra começo a acariciar suas bolas, massajo elas e não paro de bater uma. Sua mão se solta e você começa a tocar meu peito por cima do sutiã, de um jeito safado, e depois desce e esfrega por cima da calcinha: “você é uma puta linda, merece ser estuprada, sua filha da puta”. O pau latejava preso dentro da calcinha, eu tava com as mãos ocupadas e morria de vontade de me esfregar, mas tava feliz por ter um pau, umas bolas pra mim. De repente, começo a perceber que seu pau tá molhado, o pré-gozo anunciava que você ia explodir. Você para de me esfregar e de curtir o tecido da minha roupa íntima, e com as duas mãos segura minha cabeça e leva ela até seu pau. Eu só consigo falar: “com camisinha eu te chu...” e não terminei porque já tava com a boca cheia do seu pau. “Que camisinha, porra nenhuma, seu viado cuck de merda”, enquanto você mexia a pélvis e não soltava minha cabeça, fodendo minha boca violentamente. Eu apoiava as mãos nas suas pernas, tentando me soltar, mas não conseguia. Senti prazer, tesão e desespero, não sabia o que podia acontecer comigo. Me deixava fazer, mas pensava: “e se ele for maluco e eu acabar mal?” e voltava a curtir como o pau batia no fundo e eu sentia aquela coisa quente na minha boca. De repente, você goza. Sinto que tô me afogando, três jatos fervendo e salgados na boca. Toso porque não consigo respirar, e você levanta minha cabeça. Caem alguns fios de porra sua. Eu não queria engolir, tava com ela na boca. Você me dá um tapa: “engole, Yani, você sabe fazer isso, e junta o que tá caindo”. Engulo e junto com as mãos os restos de porra e chupo eles. Fiquei sufocado e me joguei contra o encosto do banco. Você queria... mas, "você é uma puta gostosa, se sua esposa soubesse que você é um viadinho travestido, ela vinha morar comigo" então você, com sua mão, vai passando a mão no meu sutiã e na minha calcinha com desprezo, com desprezo você me olha mas fica esfregando minha piroca. Eu tava explodindo de tesão e puxo a calcinha e tiro a piroca. "Viu a piroca desse travesti?" Você falou e começou a bater uma pra mim e começou a contar como você come "a sardenta puta", como você chama ela. Te aviso que vou gozar e você com a outra mão que sobrou pega todo o meu esperma. Eu fiquei olhando e vejo que sua mão suja minha cara com meu próprio esperma, eu não podia acreditar. Você falou "desce, puta" eu me ajeitei, não me deu tempo e me faz descer. Se prepara porque vou te arrebentar, você falou
Eu te olho e te vejo de olhos fechados, e você diz: “quanto tempo te esperei, sua puta de merda”. Eu enfio a mão na sua cueca e pego aquele pedaço de carne quente. Me sinto estranho porque nunca segurei um na mão, você percebe isso e me fala: “bate uma pra mim, sua puta, o que você tá esperando? Você me encheu o saco, queria isso e agora tá aí feito uma idiota”. Eu começo a bater uma pra você, curto pra caralho. Seu pau tá duro, mais quente ainda. Troco de mão e com a outra começo a acariciar suas bolas, massajo elas e não paro de bater uma. Sua mão se solta e você começa a tocar meu peito por cima do sutiã, de um jeito safado, e depois desce e esfrega por cima da calcinha: “você é uma puta linda, merece ser estuprada, sua filha da puta”. O pau latejava preso dentro da calcinha, eu tava com as mãos ocupadas e morria de vontade de me esfregar, mas tava feliz por ter um pau, umas bolas pra mim. De repente, começo a perceber que seu pau tá molhado, o pré-gozo anunciava que você ia explodir. Você para de me esfregar e de curtir o tecido da minha roupa íntima, e com as duas mãos segura minha cabeça e leva ela até seu pau. Eu só consigo falar: “com camisinha eu te chu...” e não terminei porque já tava com a boca cheia do seu pau. “Que camisinha, porra nenhuma, seu viado cuck de merda”, enquanto você mexia a pélvis e não soltava minha cabeça, fodendo minha boca violentamente. Eu apoiava as mãos nas suas pernas, tentando me soltar, mas não conseguia. Senti prazer, tesão e desespero, não sabia o que podia acontecer comigo. Me deixava fazer, mas pensava: “e se ele for maluco e eu acabar mal?” e voltava a curtir como o pau batia no fundo e eu sentia aquela coisa quente na minha boca. De repente, você goza. Sinto que tô me afogando, três jatos fervendo e salgados na boca. Toso porque não consigo respirar, e você levanta minha cabeça. Caem alguns fios de porra sua. Eu não queria engolir, tava com ela na boca. Você me dá um tapa: “engole, Yani, você sabe fazer isso, e junta o que tá caindo”. Engulo e junto com as mãos os restos de porra e chupo eles. Fiquei sufocado e me joguei contra o encosto do banco. Você queria... mas, "você é uma puta gostosa, se sua esposa soubesse que você é um viadinho travestido, ela vinha morar comigo" então você, com sua mão, vai passando a mão no meu sutiã e na minha calcinha com desprezo, com desprezo você me olha mas fica esfregando minha piroca. Eu tava explodindo de tesão e puxo a calcinha e tiro a piroca. "Viu a piroca desse travesti?" Você falou e começou a bater uma pra mim e começou a contar como você come "a sardenta puta", como você chama ela. Te aviso que vou gozar e você com a outra mão que sobrou pega todo o meu esperma. Eu fiquei olhando e vejo que sua mão suja minha cara com meu próprio esperma, eu não podia acreditar. Você falou "desce, puta" eu me ajeitei, não me deu tempo e me faz descer. Se prepara porque vou te arrebentar, você falou
3 comentários - Gimena e um casado tarado
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