Minha melhor amiga gostosa

Sentada na minha frente com as pernas longas e aquela minissaia que, com tanto movimento, deixaria ver a calcinha dela a qualquer momento, apoiada de forma despreocupada, minha boa amiga, minha melhor amiga, nunca pensei sentir esse desejo por ela. Me aproximei como uma boa menina e enrolei meu braço na cintura dela, puxei ela pra perto, beijei sua bochecha e disse: Te amo, você é minha melhor amiga.
— O que foi?
— Sei lá, só queria dizer o quanto te amo.
Sorrimos ao mesmo tempo, nos olhamos por um instante e ela começou a encher nossas taças com um vinho doce. Pegou um dos queijos importados, colocou na minha boca e sorriu de novo. Eu sentia o calor na minha entreperna, como os sucos começavam a se espalhar pela minha buceta e desejavam ser bebidos pela boca da minha boa amiga. Ela colocou uma música sensual e começou a dançar no ritmo, me pegou pela mão, se grudou no meu corpo numa noite quente. A bebida mortal estava subindo à nossa cabeça, o dulçor impactante que faz você beber como se fosse um suco inocente nos deixou em êxtase. Dançamos um bom tempo e ela foi se apoiar no balcão de novo, rebolando a bunda de um jeito angelicalmente gostoso. Ela empinou ainda mais a raba pra que dessa vez eu pudesse ver a calcinha dela. Me aproximei, não aguentei, me joguei no chão como se estivesse implorando, enquanto ela mexia aquela bunda linda em círculos e esfregava na minha cara, minhas mãos queriam brincar com a calcinha dela, devagar subi uma delas pela coxa.
— Somos amigas!
— Te prometo que isso não vai estragar a amizade.
— Não promete, jura!
— Eu juro!
O tesão não me deixava pensar e ela de novo me entregou o balanço das nádegas, eu subi lentamente minha mão pela coxa dela, senti a pele arrepiar com o toque e cheguei devagar na parte mais alta da coxa, meu dedo puxou um pouco a alça da calcinha dela e soltou, ela gemeu, continuei puxando, quando na quarta vez comecei a sentir como a buceta dela O sexo fluía aquele líquido tão desejado que eu queria nos meus lábios. Com meus dentes, puxei a calcinha de novo, e depois deixei minha mão correr para o lado, enquanto minha língua lambia a virilha apertada e suculenta dela. Minha mão livre foi procurar o clitóris na frente, afastei um pouco a roupa íntima dela pra enfiar meus dedos e encontrar o ponto que ia desatar essa mina.

Ela, gostosa, abriu as pernas, me deixou entrar com mais facilidade na buceta suculenta dela, estimulei na entrada e no botãozinho inchado da vulva, comecei a abrir minhas pernas pra deixar meus fluidos escaparem um pouco. Ela começou a suspirar que nem um bicho, se virou, ficou de frente pra mim, abriu os lábios e enfiou a boca de uma vez na minha ppk molhada, minha língua pontuda bateu no clitóris dela implorando pra soltar o orgasmo perfeito da boca pequena dela. Puxou meu cabelo, me afoguei no sexo inundado dela, apertei mais forte com a língua e senti as convulsões pélvicas batendo na minha cara, e ela começou a gritar, puxar meu cabelo e implorar pra eu parar. Rapidão enfiei meus dedos na fenda dela e fodi com tudo.

A cara perfeita dela, o suor escorrendo entre os peitos, só cobertos por uma camiseta que deixava os bicos durinhos bem à mostra, subi minha mão livre, torci um mamilo, ela gemeu, o rosto ficou ardente, me pegou, me jogou no sofá, abriu minhas pernas brutalmente, chupou meu sexo, saboreou meus fluidos e depois enfiou um dedo com força, tava fora de mim, ouvia o som da minha buceta e pensava: Delícia! Quero comer ela. Levantei sem dar explicação, puxei meu cinto com um pau enorme, lubrifiquei, ela me olhou com olhos vidrados e eu fodi ela no chão de um jeito gostoso. Penetrei sem piedade… chupei as tetonas dela, torci os mamilos e lambi, enquanto o falso falo fazia ela gozar e eu gozava vendo ela gemer.

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