Cama de Três

Eu estava surpresa, furiosa. O que era aquilo? O que Pablo tinha em mente? O que eu responderia? Foi o que senti naquele momento e escrevi: "Não sei do que se trata isso, espero uma explicação esta noite. Além do mais, já tenho um amante e não penso em trocá-lo". Fechei o envelope como se fosse chegar até ele sem violação, e o dei à minha secretária para que entregasse ao mensageiro – que, entre parênteses, não quis ver de novo.

Já tinha estragado meu dia. Atendi meus pacientes com a mente em outro lugar. Quem era aquele cara? Por que ele tinha me mandado para que eu aprovasse? O que eu tinha que aprovar? E uma pessoa que trabalhava no mesmo lugar que ele. Agora, pensando mais friamente, percebia que ele me olhava como se estivesse me inspecionando, de cima a baixo. O que era aquilo? O que estava passando pela cabeça do Pablo?

O dia ficou muito longo. Fui acumulando raiva, não conseguia entender aquilo. Pablo nunca tinha brincado assim com uma coisa tão séria, e com um colega de trabalho. Minha cabeça fervia. Não me animei a escrever nada para ele, queria ver a cara dele e que ele me explicasse. O que eu pensava até aquele momento era inexplicável.

Cheguei em casa, tomei um banho quente, coloquei uma camisola que uso às vezes para dormir, servi-me uma taça de vinho. Não preparei jantar, não estava a fim, e me joguei no sofá, esperando pelo Pablo.

Quando o tive na minha frente, acho que pelos meus olhos ele viu todo o ódio que eu sentia. Ele não perguntou nada, tirou a roupa, ficou só de cueca, se jogou também no sofá ao meu lado, serviu outra taça de vinho e me disse:

P: Não precisa me dizer nada. Quer me matar, não é?

EU: O que você acha? Não, claro que não estou louca de alegria por você ter mandado um colega de trabalho me inspecionar fisicamente, e com um envelope privado, que ele podia ter lido. Você ficou louco? Me diz que isso é uma brincadeira.

P: Me perdoa. Sim, fiquei louco. Será tudo o que estamos vivendo nos últimos meses? Mudou minha cabeça, e a verdade é que faço coisas que nunca pensei que faria...

EU: Me diz, Pablo, a que vem isso? Não... Entendo, por favor me explica, mas rápido porque tô morrendo de raiva.
P: Calma, por favor, deixa eu contar, mas não me interrompe, tá?
Eu sei que o Facundo te mudou em tudo, pra melhor, e a mim também. Faz um mês e meio que fico o dia todo com tesão, pensando em sexo 24 horas por dia. Fiquei maluco na primeira vez que você me fez chupar o pau do Facu. Agora preciso dele como de água. Descobri que sou bissexual, por mais louco que pareça, é assim que me sinto. Não sei o que vai ser de tudo isso, Naty, mas despertou em mim algo que talvez estivesse adormecido. E agora eu sinto, gosto e não consigo controlar. Gosto de um pau tanto quanto adoro sua buceta quente e molhada.
Nesse momento, percebi que ela se desmanchou e me abraçou muito forte.
P: Me desculpa, não consigo controlar. Eu te amo e não quero te perder, Naty. Faço o que você quiser, tô decidido a fazer todos os sacrifícios que você me pedir.
EU: Me virei e abracei ele também. — Eu também te amo. Se isso despertou em você agora, o que posso dizer? Sou culpada por isso estar acontecendo, é minha culpa, eu comecei. Também não consigo parar. Não sei, Pablo, o que vamos fazer, mas se a gente se ama, com certeza vamos conseguir lidar. Preciso do Facu tanto quanto preciso de você.
P: Se você diz, o que você quiser tá feito. Te amo, te amo.
EU: Me conta como esse tal de Manuel se encaixa nisso tudo.
P: Ah, o Manuel! Bom, com o Manu, assim que eu chamo, a gente trabalha faz uns anos. Nos damos super bem, ele é um cara muito gente boa, é camareiro no hospital, estuda fisioterapia, tá sempre por perto. A gente conversa muito, ele me conta das coisas dele, dos estudos, besteiras. Até que, mais ou menos um mês e meio atrás, terminei de operar, fui tomar banho. Cheguei no vestiário e ele tava lá também, se duchando. Não me pergunta como, mas enquanto me ensaboava, comecei a olhar ele fixamente, especialmente o pau, que é muito bonito e grande. Ele também tava se ensaboando justo nas bolas e no pau, eu... Naquela data eu já tinha experimentado a do Facu, acho que por isso estava com água na boca, me deu um tesão que não pude evitar e minha pica ficou dura, virei para ele não ver, mas ele percebeu. Estávamos falando qualquer bobagem mas ficou um silêncio estranho, continuei de costas pra ele, tentando ela amolecer, consegui e saí rápido, vermelho de vergonha, ele ficou. Dois dias depois, entrei de novo no chuveiro comecei a me lavar e agora ele entra, me surpreendeu, porque raramente coincidimos, e no outro dia sim, mas hoje era estranho. Falamos de qualquer coisa, ele me fez algumas perguntas, mas enquanto esfregava a pica como se estivesse me oferecendo, comecei a olhar, aquela linguiçona, grande linda, parei de falar, ele também tirou o sabão, e se aproximou, não precisou de mais nada, agarrei, me abaixei e chupei, foi muito intenso. Assim começou, agora vou no apê dele. Mora em Almagro num quitinete. Gosto, mais ou menos é assim a coisa.

EU: Isso não entendo tudo, e entendo, me conta como eu entro nisso tudo?

P: É que sem você do lado não é a mesma coisa, preciso de você, estando com ele confessei que você sabe dos meus gostos, que não reprova, e me dá muito tesão contar como você é boa na cama, que puta que você é, e isso, ele é só ativo, e gosta muito de mulheres, e bom fiz ele ficar com tesão em você, então começou a dizer que queria te conhecer, e que poderíamos fazer algo.

EU: Você tá louco, ele sabe algo do Facu?

P: Não, nem penso em contar.

EU: E o que você quer fazer, Pablin?

P: O mesmo que fazemos com Facu, só que com o Manu estou mais solto, ele faz outras coisinhas.

EU: Ele te meteu?

P: Sim, me matou mas agora gosto e muito.

Enquanto me contava eu já tinha minha mão esticada massageando a pica dele por cima da cueca e ele metia um dedo na minha buceta molhada.

EU: Ele te arrombou o cu?

P: Sim.

EU: E gostou, minha promíscua?

P: Sim e agora quero que ele coma nós dois, já falei com o Manu, ele tá com muito tesão nisso.

EU: É do seu trabalho, não é perigoso? P: Ele é muito sério, tranquilo, boa pessoa, é bem parecido com o seu Facu. Você vai adorar, além do mais ele é subordinado a mim no trabalho, por esse lado estou bem tranquilo.
EU: E você também vai me foder junto com ele? Mmmm
P: Com certeza, nós dois vamos te arrebentar, ele é muito aguentador, vamos nos divertir pra caralho, diz que sim.
EU: Me dá uns dias, deixa eu assimilar, mas se você gosta, eu também gosto.

E nos beijamos apaixonadamente, terminamos de tirar a roupa e transamos como possessos, o pau do Pablo não amolecia nunca, era uma rocha. — Você tomou viagra? — É tesão, gostosa.

10 comentários - Cama de Três

No hacen falta correcciones.
Está muy claro todo
Esa experiencia se va a dar muy pronto, y nosotros -estimo- la vamos a disfrutar mucho.
Cada vez más lindo se pone, los felicito sigan así!!!
Descubri esta saga hoy y ya la lei toda, no pude parar. Excelente! Felicitaciones y gracias.
Naty me tenes me bolas la cabeza con tu relato!!espero las siguiente parte y algún post de fotos..
Que caluente que me dejas cada vez que te leo hermosa, van +10....(porque no encuentro una mina como vos carajo?)