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A semana passou normal antes de a gente ir de férias, arrumamos as mochilas e fomos embora, meu irmão e o Luis dirigiram o carro, levou 4 horas, quando chegamos fizemos a divisão dos quartos.Lá, meus pais, pro meu irmão e pra Mônica, a minha pra mim e pro Sergio, e a do meu irmão pra Sofia e pro Luis.O primeiro dia que chegamos foi sábado, saímos naquela noite por Alicante, fomos parar na praia com umas garrafas de vodka, uísque e coca-Booty. A noite tava muito boa, a Sofia propôs jogar "eu nunca". Enchemos o copo e a Sofia começou.– eu nunca transei com mais de uma pessoa, só com o Luis. Agora quem já transou com mais de uma pessoa bebe. Fizeram isso meu irmão, o Luis e a Mônica. Isso tava ficando interessante. Era a vez do Luis…– Eu nunca chupei uma pica, os três caras estavam morrendo de rir e começaram a bater palma entre eles.Nós três bebemos com muita vergonha, nos olhando umas pras outras, mas isso não surpreendeu ninguém, era a minha vez.— Eu nunca dei chifre em ninguém, só a Mónica que bebeu.—mas não foi para o Carlos, ela disse.—Boa observação, disse meu irmão, eles só estavam juntos há 5 meses. O jogo continuou assim, e depois de uma hora a gente já tava cego, quando a Sofia aparece…— Eu nunca vi ninguém foder de verdade, Ninguém bebia, Sofia olhava pra gente e eu matava ela com o olhar…—Não vale trapacear, ele disse.– Vale, bebemos eu e o Sérgio…—Quem vocês viram? — disse Mônica…—Há um mês, com um casal numa balada, disse Sergio. Ele inventou uma história que parece que convenceu a Mônica, e assim o jogo foi rolando. Graças a ele, descobrimos que a Sofia e a Mônica tinham levado no cu do Luis e do meu irmão. Fiquei surpreso com a Sofia, mas não me espantei, com o quanto o Luis é tarado e a bunda gostosa que a Sofia tem. Que a Mônica tinha feito isso numa piscina, que eu gostava que gozassem nos meus peitos. Fiquei com muita vergonha, mas o jogo era o jogo...Chegamos em casa às 5 da manhã, fomos todo mundo deitar. Eu e o Sergio estávamos no fogo, deitamos na cama, eu só de calcinha e sutiã e ele de cueca, que nem disfarçava a ereção. Rápido ele começou a apalpar meus peitos, viramos de lado, ele atrás de mim. Ele enfiou a mão na minha calcinha, eu vi que minha buceta tava pegando fogo, ele meteu 2 dedos. Eu agarrei a pica dura dele que tava encostando na minha bunda e comecei a mexer.– tá andando com a Mônica e a Sofia, umas putinhas.– já te falei.—Cê imagina o Luis metendo no cu da Sofia? — enquanto dizia isso, mexia os dedos mais rápido na minha buceta.–siimmm, e como goza no cu dela.– e a Mônica chupando essa pica do seu irmão? – Continua, continua, me fala mais coisas.– Com certeza ela engole toda a porra dele, igual a Sofia faz com o Luis.– Siiiiim, adoro, eu mexia a rola cada vez mais rápido, ela já ia gozar.vou gozar na sua calcinha, você quer? – Por favor, goza na minha calcinha.Só de falar isso, começou a cuspir porra, a maior parte foi pra minha calcinha na parte do cu e também pra minha mão, ao sentir isso eu gozei esfregando minha bunda no pau molhado dele e fazendo ele enfiar os dedos até o fundo da minha buceta. Foi uma boa punheta.De manhã, a gente ia pra praia, nós seis. Nós com uns biquínis bem provocantes: Mônica com um preto, tinha uns peitos perfeitos; Sofia com um azul, mas o melhor era o meu, um vermelho que me caía perfeitamente. Minhas tetonas pareciam que tavam lutando pra escapar. Sérgio, Luís e até meu irmão não conseguiam disfarçar de olhar pro meu decote, o mais sem vergonha era o Luís.
Jogávamos cartas, os caras ficavam loucos com os 3 monumentos que tinham na frente, quando íamos nadar não conseguiam esconder as ereções, eles iam atrás e ficavam doidos com a visão das nossas bundinhas.Éramos muito safadas com eles, pedia pra eles passarem creme, cada uma no seu, sabíamos que isso ia deixar eles com tesão.Assim foi passando a semana. No sábado seguinte à primeira semana ali, aconteceu algo que mudou minha vida. Depois do almoço, todo mundo tirou uma soneca, menos o Luis e eu. Era costume dar uma cochilada, às vezes a gente descia pra piscina do prédio quem não dormia — quase sempre eu, o Luis e a Sofia. Mas hoje a Sofia tava descansando pra noite. Ao contrário do normal, o Luis e eu fomos pra praia, sozinhos. Pegamos o carro e em 5 minutos já tínhamos chegado lá.– Isso aqui tá cheio de gente pra caralho, disse Luís.– já, é que a outra praia fica meio longe.– Lá tem uma praia de nudismo, a 10 minutos daqui. Claro, a gente não ia fazer nudismo, nem todo mundo fica pelado. O Luís conhecia bem a região, os pais dele tinham um chalé a 25 km. Eu topei sem pensar muito, talvez pela curiosidade de estar numa praia de nudismo, sei lá por que nunca tinha ido antes. Se fosse outro cara me chamando, eu não teria aceitado, mas com o Luís, como já disse, a confiança era total.
Quando cheguei, fiquei surpreso com quanta pouca gente tinha. Era uma praia pequena, mas aconchegante. Nem todo mundo estava pelado, na verdade pouca gente tirava a roupa. A gente deitou pra pegar um sol, quando passou um nórdico impressionante, completamente nu. A vara dele era enorme, mesmo mole, e ele só usava um óculos escuro…– que cock gostoso, disse Luis.—não seja vulgar.– agora vai me dizer que tamanho não importa.– pois não, (lá no fundo eu pensava outra coisa) – pois eu gosto é de mulher com peitão grande.– pois é, a Sofia não é lá essas coisas.—Sofía, eu adoro ela do jeito que é e com essa bunda que ela tem já me serve, o que eu tô dizendo é que se pudesse escolher, ia querer ela com uns peitões grandes, igual os seus. Fiquei vermelha que nem um tomate, sabia que ele tava brincando, sempre teve uma química muito boa com o Luís, tudo na base da zoação, mas ele sabia como me deixar corada como ninguém…–vê quando você vai me mostrar elas…– pois acho que isso nunca vai rolar, me mostra o teu.– Qual é essa?, disse apontando pro shortão dela, se você me mostrar as tetas depois…– Para de besteira, sabe que me dá muita vergonha e não é por mal, me virei pra pegar a garrafa d'água na bolsa e quando me virei, o Luis tava pelado!!!!!!!!– Viu, não tem nada demais, ele disse com naturalidade – Acho que isso não tá certo, se cobre, Luis.Não conseguia tirar os olhos da pica dele, não era nada mal, não era igual a do meu irmão, mas era maior que a do Sergio, tava meio dura, meus bicos do peito ficaram duros na hora.Vou tomar um banho, falei pra ela.– espera que vou contigo. E nem curto nem lerdo, ele veio atrás de mim, pelado, e entrou na água.– acho que você tem que me ensinar uma coisa.—nada disso.– foi você quem disse.– é que não posso, o que eu digo pro Sérgio? – Você não precisa contar pra ele…– E a Sofía? – também não…—mas é sua namorada, me pede outra coisa, não sei como eu falei isso…– Deixa eu tocar nelas, você sabe que já peguei na sua bunda várias vezes, mas nos peitos não…—Não dá, isso é pior ainda.– É um favor, as da Sofia são muito pequenas. Soltei um suspiro profundo, pensei em todas as possibilidades. Era o Luis, o de sempre, já tinha passado a mão na minha bunda várias vezes, mas isso não era a mesma coisa. Eram meus peitões grandes, minhas tetonas. Só de pensar já me excitava, mas quando pensava no Sergio, não queria fazer. Lá estava eu com o Luis, aquele loirinho tão gostoso, pelado dentro d'água a dois metros de mim. No fim, pensei que não podia dar em nada e topei.–Te dejo solo 30 segundos. O rosto dela se iluminou…–vale Se colocou atrás de mim, me agarrou pela cintura, eu olhava uns banhistas lá longe…– espera, vamos pra onde nos cubra, eu falei. Andamos uns 10 metros, a água já batia acima das tetas.—aqui tá de boa, tô meio nervoso.– eu também, respondi. De novo ele colocou a mão na minha cintura, subiu até o umbigo, tava se deliciando com a sorte, até chegar nos peitos, passou a mão de leve, depois foi pra trás de mim, agarrou meus dois peitos por cima do biquíni bem devagar.– ohh!! Que prazer, ela disse.–vem, se apressa, puxou o sutiã pra cima e meus peitos ficaram nus debaixo d'água, agora colocou as mãos trêmulas nas minhas duas tetas duras, tocou, amassou, apertou, fez círculos, juntou, subia e descia, se distraiu com meus bicos, grudou em mim e senti o pau duro e nu por um momento roçar na minha perna, uma corrente sacudiu meu corpo, tava muito quente.—Só te restam 10 segundos, falei pra ele.– Vale, fica tranquila, me deixa mais um pouquinho, por favor, porra, que peitos mais duros, são melhores do que eu imaginava…Tava toda nervosa, enquanto passava a mão nas minhas tetas, lembrava do meu namorado, mas não conseguia deixar ele parar, ele me tocava de um jeito maravilhoso. Nunca tinha traído meu namorado e aquilo era o mais perto disso, pensei que só deixar ele tocar nas tetas não ia dar em nada. Nisso, uma onda me faz cair um pouco pra trás e apoiei minha mão direita no pau dele, tava durasso. Levei um baita susto, aquilo me fez cair na real…– bom, acabou. Tirei as mãos dele de uma vez, coloquei o biquíni e, sem falar nada, fui pra beira.Ele demorou um pouco mais, com certeza tinha se masturbado na água, porque saiu com o pau inchadão e mais relaxado, eu era um feixe de nervos, além de estar toda excitada. Na viagem de volta, não abrimos a boca.Naquela noite, nem eu nem o Sergio saímos, ficamos em casa. Eu tava preocupada com o que tinha rolado com o Luis, queria contar pra ele, mas não tive coragem. No fim, a gente transou como nunca, ainda tava com o tesão da tarde. Fiz ele gozar nas minhas tetas, as mesmas que horas antes o Luis tinha acariciado. Tive um orgasmo quando ele jorrou nelas. Fantástico.No dia seguinte, era domingo, todo mundo tava moído, menos o Sergio e eu. A gente ia sair pra comer na praia quando o Luis levantou e falou que vinha comer com a gente. Preparamos uns sanduíches e fomos. Quando chegamos, fui dar um mergulho antes de comer, o Luis veio também, o Sergio ficou nas toalhas...– Marta, me desculpa pelo outro dia, não quero que a gente fique assim sem se falar.– Não tem problema, já esqueci isso.–Mentira que você ainda não fala comigo.– É que me dá um pouco de vergonha, ainda não sei como reagir.– Mas se não aconteceu nada, foi só uma brincadeira.– Já, mas você tocou nos meus peitos, eu interrompi.—Não vou fazer de novo.– Claro.– Amigos? – Tudo esquecido, falei pra ela.A gente tava nadando, se afastou um pouco da beira, tinha pouca gente na praia na hora do almoço, a gente tinha perdido o Sergio de vista nas toalhas, o Luis chegou perto e passou a mão na minha bunda, um tapinha carinhoso.
–já estamos nessa de novo, falei pra ela.—Achei que a gente tinha combinado que tudo ia ser como antes, sem treta…– é que ainda tá recente o negócio do outro dia. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela.– Tá vendo? Não acontece nada…– sim, já sei, mas…—mas nada. Nisso ela continuava segurando minha mão na bunda dela, era uma bunda pequena, mas bem durinha.– aperta ele, sem medo…– nada mal, falei apertando um pouquinho. Ele pegou minha mão e colocou no pacote, eu tentei tirar, mas ele segurou firme, colocou minha mão no pau dele, não me deixava soltar.—toca a Marta.– isso tá indo longe demais.Toca, ele disse como se tentasse me acalmar. Apertei de novo um pouco e senti ela através do sunga, não queria continuar com aquilo, se não tivesse namorada... ainda tinha a Sofia...–vamos, já chega, falei. A gente saiu e comeu, não aconteceu mais nada até quinta-feira à noite.Naquela quinta-feira saímos todo mundo, fomos ao cinema. Na entrada, o de sempre: divisão de opiniões. No fim, meu irmão e o Sergio entraram pra ver um filme de guerra, a Sofia e a Mônica entraram pra ver uma comédia espanhola, aquela do "Gente Pez". Eu queria ver "Lúcia e o Sexo". O Sergio já tinha visto com uns colegas de classe, a Mônica e meu irmão também. A Sofia ia entrar com a gente, mas se não ficasse sozinha com a Mônica, alguém tinha que ir com ela. Meu irmão não tava muito a fim, eu também não, e antes que o Luis fosse, a Sofia preferia ficar comigo do que com a Mônica. Não era tão estranho pra todo mundo: no verão passado, a Sofia trabalhou nuns cinemas e às vezes a gente ia buscar ela, eu e o Luis, e entrava numa sessão esperando ela terminar. Entramos na sala eu e o Luis, lembro que não tinha muita gente, umas 5 ou 6 casais espalhados pelo cinema.—De novo sozinhos, disse Luís…—já vai, que coincidência…O filme começou, e pra ser sincera, a gente se decepcionou bastante. Lá pela metade, o Luís passou o braço pelos meus ombros, não falei nada, nem dei importância. O filme não era lá essas coisas, mas uma cena ou outra até que não era ruim, principalmente as cenas de sexo. Ele começou a acariciar meu rosto do lado oposto onde ele estava, e eu sentia que algo podia rolar, mas deixei ele fazer. Ele colocou a mão na minha perna, aí já era demais, tirei a mão dele.Depois de 5 minutos, ela colocou de novo. Com a outra mão, passou o dedo indicador no meu queixo, depois nos meus lábios, tudo bem devagar. De novo, parou o dedo na minha boca, eu beijei ele, beijei de novo. Ele enfiou um pouquinho dentro, tocou na minha língua, tirou de novo. Tava me deixando com tesão. Nisso, apareceu a melhor cena na minha opinião: aquela em que a babá, uma garota nova, conta pro protagonista que a mãe dela era atriz pornô e que, pra se excitar, ela via os filmes da mãe e depois se masturbava no sofá imitando as posições dela. A cena da mãe chupando uma rola na tela e ela de quatro no sofá chupando um vibrador de borracha, depois montando nele, e o namorado da mãe vendo tudo.Isso foi demais. Ele levantou uma mão e colocou na minha teta, começou a apertar, enquanto enfiava o dedo de novo na minha boca. Eu beijei, ele enfiou mais fundo, agora já tinha colocado o dedo inteiro e mexia lá dentro, eu chupava ele. Não consegui evitar de chupar o pau dele. Com a outra mão, ele apertava minha perna. Eu já não tinha noção do que tava rolando, não conseguia controlar, o inferno tinha se soltado dentro de mim. Minha calcinha preta tava encharcada. Ele enfiou as mãos dentro da minha camisa xadrez, tocou nas minhas tetas, levantou o sutiã, nem se deu ao trabalho de desabotoar a camisa. Tocou de novo nas minhas tetonas, eu gemi, meus bicos estavam duros. Ele pegou minha mão e colocou no volume dele. Eu tava prestes a ter meu primeiro encontro sexual com o Luís, meu amigo de infância, o melhor amigo do meu irmão, o namorado da minha melhor amiga. Ele desabotoou a braguilha e colocou minha mão por cima da cueca. Um tesão atravessou meu corpo inteiro.Tava tremendo, aí ele enfiou a mão de novo nos meus peitos e o dedo na minha boca, eu passei a mão devagar nele, tava bem dura, meti a mão na cueca e peguei, quase gozei na hora, tava com a pica dura do Luis na mão, nós dois continuávamos vendo o filme como se nada, bom, mais olhando pra tela, ele desabotoou minha calça e sem cerimônia enfiou a mão que tinha estado na minha boca na minha buceta, tocava devagar, tava bem depilada com um tufinho fino de pelos, ele deve ter percebido, desceu a mão mais e chegou na entrada, tava bem molhada.Eu, enquanto batia uma pra ele bem devagar, a gente se olhou por um segundo, depois voltamos a olhar pra tela, ele continuava me acariciando, subiu pro meu botãozinho, eu não aguentava mais, a rola na minha mão me deixava ainda mais excitada, era a primeira vez que eu tocava em outra além da do Sergio. Ele mandou eu levantar um pouquinho, deu um puxão e baixou minha calça e minha calcinha até os joelhos, eu tava pelada num lugar público, ainda bem que não tinha ninguém perto, ele se aproximou de mim.– Me chupa um pouco? – Nãaaaao, isso é demais, respondi ofegante – Vai, só um pouco, por favor antes de eu gozar, disse ele segurando meu pescoço e levando minha cabeça com meu rabinho loiro pro pau dele.–Bom, eu disse me virando pra ele a 10 cm da pica dele.Eu tinha perdido o controle, me recostei um pouco, enfiei ele na boca sem cerimônia, ele gemeu, também tava molhada, senti um gosto salgado, brinquei com a cabecinha dele, com o furinho, Luis enquanto me acariciava as costas foi descendo até minha bunda, enfiou a mão no meu cu, de lá tocou minha buceta, eu prendi a mão dele com minhas pernas, tava quase gozando, ele acariciou minha bunda, brincava com o dedo no meu buraquinho, era uma sensação nova, eu enquanto chupava ele, tirava da boca, passava a língua por todo o pau dele, nunca tinha curtido tanto chupar um pau, fazia sem mão, com elas, aí percebi que ele tava gozando, enfiei ele inteiro na boca, roçou na minha garganta, comecei a gemer que nem uma louca com o pau dele na minha boquinha, Luis de repente enfiou o dedão de uma vez no meu cu, nós dois ficamos tensos, gozamos juntos, ele gozou na minha boca!!!!!!!!!!!!– siiiiiiiiiim, vou gozar na sua boca, Marta, vou gozar…Eu gozei também com o dedão dele no meu cu e com o coração acariciando meu clitóris, foi magistral, a melhor gozada da minha vida. Meu corpo inteiro se contraía e o dedão dele ficou preso no meu cu, fechei os olhos ofegante enquanto ele se esvaziava na minha boca. Gozei com as pernas abertas, minha buceta parecia uma torneira aberta. Sentir a explosão dele na minha boca foi muito forte, a primeira vez que fizeram isso comigo: um jato, dois, três, quatro. Fiquei com a boca cheia de porra, não pensei que o Luís fosse fazer isso sem pelo menos pedir permissão. Engoli o sêmen que consegui, o resto cuspi. Levantei do pau dele ainda ofegante, ele tirou a mão do meu cu e da minha buceta, dei um tapa nele, não sei por quê. Me arrumei e saí correndo pro banheiro, não podiam me ver naquela pinta. Me ajeitei e entrei no cinema de novo já arrumada. Quando cheguei no lugar, o Luís estava com uma cara de satisfação enorme, ainda não tinha guardado a pica, tava vendo o filme como se nada, com o pau dele deitado na barriga. Sentei do lado dele e esperamos o filme acabar.Não notaram nada, a gente disse que o filme tava bem fraco. Antes eu comi uns caramelos de menta pra tirar aquele gosto salgado do esperma, que fica muito na boca.Agora a relação com o Luis tinha mudado, ele aproveitava qualquer momento em casa pra passar a mão em mim, eu fingia que não tava afim, o que parecia deixar ele ainda mais excitado, ele apalpava meus peitos sem vergonha e minha bunda quando não tinha ninguém por perto, eu afastava ele, não podia fazer nada nem falar nada, era só sexo, ele queria a Sofia, eu queria o Sergio, enfim... durante as férias não rolou mais nada. Nisso as férias acabaram e a gente voltou pra casa.No mês seguinte fiquei bem estranha, até o Sérgio percebeu. Tava uma mistura de pena da Sofia e do Sérgio, tesão, não queria sair, principalmente se o Luís fosse. Passava mais tempo em casa do que o normal, tava evitando ele. Chegou agosto, meus pais foram viajar de férias e deixaram eu e o Carlos sozinhos em casa. Tava eu e meu irmão em casa, nunca vou esquecer, aquela noite mudou nossas vidas. De repente, batem na porta e aparecem a Sofia e o Luís, vieram ver um filme, parece que meu irmão tinha convidado eles.Nós sentamos pra ver o filme, até aí tudo normal, quando acabou, meu irmão colocou um canal pornô.—agora começa a parte boa, disse meu irmão, Luis sorriu.
—Já tão esses tarados, falei, vamo nessa, Sofia, se quiser.– por mim tá de boa, vamos dar uma olhada um pouco.Não era a primeira vez que a gente via um filme pornô junto, mas com o clima entre eu e o Luis, não achei muito adequado. Fui atender o telefone, quando voltei meia hora depois, os três estavam no sofá, dava pra ouvir os gemidos do filme. Uma francesinha tava sendo fodida pelo primo, parecia, enquanto chupava o namorado dela. A cena termina com uma gozada simultânea na cara da mina.– Porra, como deixaram ela, disse Luis.–vai, putas, disse Sofia.—O que que houve, o Luis nunca gozou em cima de você? Disse meu irmão.– pois não.– e você, o que tá perguntando? Falei pro meu irmão. Nisso apareceu um ator com uma pica enorme, era realmente grande.– isso é uma rola, disse Sofia, e não a sua.– Carlos não tem nada a invejar desse aí, né Carlos? – Sério?, disse Sofia.—Não, cara, também não é pra tanto.– Como assim, não mostra ela pras minas.Ei, ei, mais devagar, eu disse...Enquanto na tela o ator de pauzão tava arrebentando o cu de uma loira, isso começava a esquentar, o filme me excitava, era realmente bom…– por mim que não se corte, disse Sofia.– Vem, tira ela, disse Luís.—é que…, disse Carlos.—Se for pela sua irmã, ela não liga, disse Luis.– pra mim tanto faz.– bom, bom, nisso meu irmão se levantou e puxou a pica pra fora!, o filho da puta tava com ela dura e que pedaço de pica, sentou com a pica de fora, eu fingia que não tava olhando mas não consegui me segurar de ver o trambolho do meu irmão, Luís se levantou e colocou a Sofia no sofá do lado do Carlos.– olha bem ela, o que você tava dizendo? – É grande, sim.—Se quiser, toca nela, disse meu irmão.–Posso? , perguntou Sofia pro Luís.— O que você acha, Marta, deixo ou não? — Façam o que quiserem, eu disse. A cena era pesada, eles estavam no fogo mesmo, meu irmão segurando a pica, do lado a Sofia..– Vem um pouco, disse Luís – disso eu não perco, falei eu sentando no braço do sofá ao lado do meu irmão. Sofia esticou a mão e agarrou a pica dele.—Tá dura e quente, ela disse.– mexe um pouquinho, disse meu irmão.– caralho, que esperto, disse Sofia, enquanto começava a bater uma devagarzinho.—Ei, não exagerem, disse Luís.Luís sabia que a Sofia também gostava do meu irmão desde sempre e não queria perdê-la. Acho que ele sentia uma mistura de excitação e ciúme. Nisso, Luís puxa a rola pra fora e começa a bater uma ali na frente de todo mundo. Sofia olhou pra ele e não disse nada, ficou vermelha, dava pra ver que ela tava gostando da punheta que ele tava batendo pro meu irmão. A rola do meu irmão era grande, a mão de Sofia subia e descia naquela rola enorme. Meu irmão jogou a cabeça pra trás e curtiu aquele momento. Eu já tava com vontade de entrar na brincadeira fazia um tempo, com a rola dura do meu irmão a meio metro de mim e, atrás da Sofia, o Luís batendo uma enquanto via a cena. Fiquei vendo o filme por um instante e, de repente, Sofia pegou minha mão e colocou na rola do meu irmão!!!!!! Me deu um arrepio.– nunca vai tocar numa rola como essa, disse Sofia. minha primeira reação foi tirar a mão, mas depois deixei por um segundo, eu tinha a mão na rola do meu irmão mais novo, nós quatro estávamos bem excitados, tirei a mão e meu irmão falou.— Cês tão achando que isso é um brinquedo? Sofia agarrou ela de novo e começou a mexer bem devagar outra vez.—Claro que não, disse Sofia, enquanto Luis continuava batendo uma punheta vendo a cena toda.– Vamos, Sofia, bate uma do teu jeito, disse Luis.—Tô nisso, disse Sofia, enquanto continuava masturbando meu irmão a meio metro de mim, que tava vendo a cena. Tinha começado a sair um líquido branquinho na ponta da cabecinha do meu irmão. Sofia acariciava o peito do Carlos e com a outra mão passava bem devagar na rola dele. Nisso, o Luís se levanta, fica na nossa frente com o pau duro e fala: — Pega, Marta, toca nessa aqui se quiser.Eu não acreditava no que tava rolando, minha melhor amiga batendo uma punheta pro meu irmão e o namorado dela me pedindo pra passar a mão nela ali na frente de todo mundo, a tentação era forte demais. Sofia me olhou sorrindo sem soltar a pica do Carlos.–vamos tocar nela, que não morde.– é que…– é que nada, se ele me deixar tocar a dele no Carlos, eu deixo você tocar a dele nele.Estendi a mão timidamente e peguei na pica do Luis, segurei ela e comecei a bater uma pra ele, mas ele não se fez de rogado e passou a mão nos meus peitos por cima da regata que eu tava usando.– continua, continua, que bem você faz.Enesto Sofia se abaixa e engole a pica do meu irmão. Luis olhou a cena e sorriu pra mim, era super excitante ver a Sofia chupando aquele pedaço de pica, ainda mais a 1 metro do namorado dela. Ela fazia bem pra caralho, a desgraçada. Meu irmão se contorcia de prazer no sofá, agarrava ela pelo cabelo e enfiava e tirava metade da pica na boca dela. Nisso, Luis ficou atrás de mim e enfiou a mão por baixo da minha camiseta, apalpou meus peitos, levantou a camiseta, puxou meu sutiã pra cima e deixou meus peitos à mostra.– olha Carlos, que peitão que sua irmã tem, você nunca viu uns desses na sua vida.Enquanto dizia isso, amassava meus peitos na frente do meu irmão, já não era dona dos meus atos, o tesão era máximo. Meu irmão esticou a mão e acariciou meus peitos morenos, meus bicos estavam durinhos como pontas de lança, enquanto Luis, atrás, esfregava o volume dele na minha bunda do short de verão. Ele se abaixou, desabotoou meu short, puxou pra baixo junto com minha calcinha e começou a chupar meu cu! Nunca tinha feito isso comigo, Sergio, mas se eu soubesse como era gostoso, teria pedido muito antes. O filho da puta enfiava a língua no meu cu, era maravilhoso, enquanto meu irmão não parava de apalpar meus peitos. Nisso, Sofia levantou a minissaia que estava usando, montou em cima do meu irmão e puxou a calcinha pro lado.—Desculpa, Luis, mas não aguento mais, Luis. Ele parou um instante de chupar minha buceta e viu o que tava rolando…Mas o que cê tá fazendo, vai meter mesmo? – Eu, Luis... falou meu irmão...– você nada, se ela quer fodertela follas Não tinha passado nem 2 segundos quando Sofia se levantou um pouco, encaixou a rola na entrada da buceta dela e foi descendo devagar na rola do meu irmão, comigo e o Luis olhando tudo, meu deus!! Entrou inteira, macia que nem manteiga – ahhhh, que delícia, disse Sofia.– Vamos, gostosa, pra que teu namorado e minha irmãzinha te vejam. Do jeito que você fode, disse o Carlos.A Sofia se mexia maravilhosamente bem, meu irmão segurava as bochechas da bunda enorme dela e ajudava ela a cavalgar no pau dele, ela apoiou a cabeça no peito do meu irmão olhando pra gente enquanto subia e descia.– Vamos, metam a foder, ele disse, tão esperando o quê?, disse ofegante enquanto seus gemidos aumentavam junto com os do meu irmão. Luis me agarrou pelo braço, me jogou no pedaço de sofá que ainda tava livre e se jogou em cima de mim, encostou a pica na minha buceta e disse: – vou te foder, quer? – Sii, por favor.–Fala pra mim, mais alto, fala pro teu irmão e pra Sofia.– Quero que o Luis me coma, vamos, faz isso!!!! – Sempre quis te comer desde que te conheci com essas tetonas de puta, se eu soubesse que você era tão fogosa e tão fácil, teria te comido antes…–Siiiiiiim, me fode, me fode, eu gritei.Mela enfiou inteira de uma vez, eu gozei só de meter, tensionando minhas pernas e batendo na lateral do meu irmão.– eu vou gozar, vou gozar…– vai ser uma puta se ficar calada, você goza só de meter, vou te foder bem fodida…Ela se mexia como um animal, batia com os ovos dele na minha buceta, enquanto se ouvia a Sofia gemendo igual uma louca…– siiiiiim, tô gozando, tô gozando, falou meu irmão, Luis parou um momento, nós dois olhamos, Sofia cavalgava com força na pica do Carlos, os dois se tensionaram, começaram a se contrair os dois com a pica do meu irmão jorrando leite na buceta da Sofia.– siii, joga tudo na minha buceta, disse Sofia.– Toma, é toda sua, ahhhh!!! Que delícia, que gostoso, ela gozou por pelo menos 15 segundos, Sofia se soltou dele e caiu no tapete aos pés do meu irmão, a buceta dela ainda escorria, o sêmen do meu irmão vazava do buraquinho dela, meu irmão ficou deitado com o pau ainda duro e molhado, foi quando percebi que ainda tinha o pau do Luis dentro de mim, de repente ele deu umas cinco ou seis enfiadas, ficou rígido e eu senti ele gozar dentro de mim, aquela cena do meu irmão gozando na namorada dele tinha sido demais pra ele.– ahhhhh, siiiim, vou gozar na sua buceta, Marta, vou gozar!!!!!Eu agarrei ele pelo cu e fiz ele meter até o fundo enquanto ele jorrava o líquido dele na minha rachinha, ohhh, eu senti perfeitamente, ele tava enchendo minha buceta com o leitinho dele. Nisso, ele saiu de cima de mim, eu ainda não tinha gozado, ele me deixou completamente tesuda, a buceta ardendo, cheia do leite dele escorrendo por todo lado, eu precisava daquela pica de novo dentro de mim. Mas ele foi pro tapete e começou a se beijar com a Sofia, eu ia ficar com o maior tesão da minha vida. No filme pornô, uma mulata tava sendo fodida selvagemente no cu, meu irmão do meu lado com o pauzão dele ainda duro e molhado, os dois pombinhos no tapete. Meus peitos estavam duros, até os bicos ardiam. Nisso, comecei a me masturbar vendo o filme, era maravilhosa a sensação de me masturbar com a buceta cheia de porra.– olha essa aqui, meu irmão pulou, ainda tá afim de farra…—Deixei ela com vontade, disse Luís.– Acabou de comer ela, disse meu irmão.—Pois é, cara, de novo, a Sofia disse que parece que já tinha passado todo aquele tesão.—As noivas mandam, disse Luís, come ela você.– O quê, cê tá maluco? Como é que eu vou comer minha irmã…–vamos, você consegue gozar até 3 seguidas…Eles estavam discutindo pra ver quem ia me comer, eu continuei me masturbando, tava quase gozando, naquele momento não me importava se viesse qualquer um e me fodesse ali mesmo, mas esse qualquer um podia ser até meu irmão! – não consigo, disse meu irmão.Vamos foder ela, fode ela, gritou Luis.– Vem, fode ela, disse Sofia rindo, eu continuava na mesma, tava quase gozando, enfiava 3 dedos até o fundo da buceta— Quer que eu te coma? A Sofia me perguntou.–nãooo, nãooo, respondi, ele tava bem na ponta, só de pensar naquele pau me perfurando
Sofia se levantou e pegou no pau duro do meu irmão, começou a bater uma lentamente.– Você não quer essa? – Não, por favor, parem, por favor, eu disse, não queria fazer algo de que me arrependesse pelo resto da vida.– Vamos foder ela, disse a Sofia pro meu irmão, você não tá vendo que ela tá morrendo de vontade? Meu irmão olhou pra mim, e o que ele viu foi uma loirinha suada, gostosa, com dois peitões maravilhosos, morenaça de corpo, se masturbando a buceta cheia de porra do melhor amigo dela, enquanto a Sofia continuava batendo uma pra ela. Naquele momento, ele não viu a irmã dele, viu uma mina de 23 anos, uma delícia, mandando um "me fode". Nossos dois amigos estavam prestes a ver o espetáculo da vida deles, e meu irmão se jogou em cima de mim…– siiiim, vai meter, vai meter!!!!, gritou Luis, meu irmão, se deitou por cima de mim, deixou a pica dura ao longo da minha buceta, me olhou fixo nos olhos, não se atrevia…–Mete ela em mim!!!! Falei, apoiando minhas mãos na bunda dura dela. Ela não se fez de rogada, colocou o pau na entrada e, de uma só vez, entrou até o fundo. Minha visão ficou turva, perdi a consciência, estava no céu. Aquele pau incestuoso, longo e duro, se movia na minha buceta como anjos. Em 30 segundos, gozei gritando que nem uma louca…–Siiiiiiiiiiim, eu gozo, eu gozo! Meu irmão não tinha gozado e continuava metendo como um animal, eu tava tendo um multiorgasmo, veio outra gozada..– aaaaaaah, aaaaaaaah, maaaaaais, ele continuava e continuava, mais 20 segundos, outro orgasmo – não para, me fode, me fode!!!!!! meu irmão não tinha dito nada até aquele momento, eu já não aguentava mais, minha buceta tava doendo..– para, para, eu falei.– quero gozar na sua boca!!!!!Eu não hesitei nem um segundo, não pensei que era meu irmão, só sabia que era uma piroca maravilhosa que tinha me dado a melhor foda da minha vida. Joguei ele de lado, ele ficou de barriga pra cima, sentada nos meus joelhos, enfiei na boca e chupei com força a cabecinha, que pedaço de pau! Pra cima e pra baixo, pra cima, pra baixo, apertando o máximo que podia com meus lábios. Não demorou nada, ele gozou na minha boca, na boca da puta gostosa da irmã dele que tava mamando ele na frente do melhor amigo dele e da minha melhor amiga. Engoli tudo, em agradecimento pela foda dele, foi sensacional.Nós quatro repetimos de novo, isso foi há um ano. Eu continuo com o Sergio, mas com meu irmão eu fiz de novo um mês depois disso. Chegamos em casa um dia com tesão, ele começou a pegar nas minhas tetas e acabamos transando no meu quarto. A partir daquele dia, fizemos mais algumas vezes. O que ele mais gosta e o que mais me excita é bater uma pra ele naquela piroca que ele tem e ele gozar nas minhas tetas.Com o Sérgio tá tudo igual, ainda não deixei ele gozar na minha boca, mas talvez eu faça isso em breve.Meu irmão continua com a Mônica e o Luís, e a Sofia também. Não tô nem pensando em repetir nada com o Luís, foi algo que rolou e só.continua...
A semana passou normal antes de a gente ir de férias, arrumamos as mochilas e fomos embora, meu irmão e o Luis dirigiram o carro, levou 4 horas, quando chegamos fizemos a divisão dos quartos.Lá, meus pais, pro meu irmão e pra Mônica, a minha pra mim e pro Sergio, e a do meu irmão pra Sofia e pro Luis.O primeiro dia que chegamos foi sábado, saímos naquela noite por Alicante, fomos parar na praia com umas garrafas de vodka, uísque e coca-Booty. A noite tava muito boa, a Sofia propôs jogar "eu nunca". Enchemos o copo e a Sofia começou.– eu nunca transei com mais de uma pessoa, só com o Luis. Agora quem já transou com mais de uma pessoa bebe. Fizeram isso meu irmão, o Luis e a Mônica. Isso tava ficando interessante. Era a vez do Luis…– Eu nunca chupei uma pica, os três caras estavam morrendo de rir e começaram a bater palma entre eles.Nós três bebemos com muita vergonha, nos olhando umas pras outras, mas isso não surpreendeu ninguém, era a minha vez.— Eu nunca dei chifre em ninguém, só a Mónica que bebeu.—mas não foi para o Carlos, ela disse.—Boa observação, disse meu irmão, eles só estavam juntos há 5 meses. O jogo continuou assim, e depois de uma hora a gente já tava cego, quando a Sofia aparece…— Eu nunca vi ninguém foder de verdade, Ninguém bebia, Sofia olhava pra gente e eu matava ela com o olhar…—Não vale trapacear, ele disse.– Vale, bebemos eu e o Sérgio…—Quem vocês viram? — disse Mônica…—Há um mês, com um casal numa balada, disse Sergio. Ele inventou uma história que parece que convenceu a Mônica, e assim o jogo foi rolando. Graças a ele, descobrimos que a Sofia e a Mônica tinham levado no cu do Luis e do meu irmão. Fiquei surpreso com a Sofia, mas não me espantei, com o quanto o Luis é tarado e a bunda gostosa que a Sofia tem. Que a Mônica tinha feito isso numa piscina, que eu gostava que gozassem nos meus peitos. Fiquei com muita vergonha, mas o jogo era o jogo...Chegamos em casa às 5 da manhã, fomos todo mundo deitar. Eu e o Sergio estávamos no fogo, deitamos na cama, eu só de calcinha e sutiã e ele de cueca, que nem disfarçava a ereção. Rápido ele começou a apalpar meus peitos, viramos de lado, ele atrás de mim. Ele enfiou a mão na minha calcinha, eu vi que minha buceta tava pegando fogo, ele meteu 2 dedos. Eu agarrei a pica dura dele que tava encostando na minha bunda e comecei a mexer.– tá andando com a Mônica e a Sofia, umas putinhas.– já te falei.—Cê imagina o Luis metendo no cu da Sofia? — enquanto dizia isso, mexia os dedos mais rápido na minha buceta.–siimmm, e como goza no cu dela.– e a Mônica chupando essa pica do seu irmão? – Continua, continua, me fala mais coisas.– Com certeza ela engole toda a porra dele, igual a Sofia faz com o Luis.– Siiiiim, adoro, eu mexia a rola cada vez mais rápido, ela já ia gozar.vou gozar na sua calcinha, você quer? – Por favor, goza na minha calcinha.Só de falar isso, começou a cuspir porra, a maior parte foi pra minha calcinha na parte do cu e também pra minha mão, ao sentir isso eu gozei esfregando minha bunda no pau molhado dele e fazendo ele enfiar os dedos até o fundo da minha buceta. Foi uma boa punheta.De manhã, a gente ia pra praia, nós seis. Nós com uns biquínis bem provocantes: Mônica com um preto, tinha uns peitos perfeitos; Sofia com um azul, mas o melhor era o meu, um vermelho que me caía perfeitamente. Minhas tetonas pareciam que tavam lutando pra escapar. Sérgio, Luís e até meu irmão não conseguiam disfarçar de olhar pro meu decote, o mais sem vergonha era o Luís.
Jogávamos cartas, os caras ficavam loucos com os 3 monumentos que tinham na frente, quando íamos nadar não conseguiam esconder as ereções, eles iam atrás e ficavam doidos com a visão das nossas bundinhas.Éramos muito safadas com eles, pedia pra eles passarem creme, cada uma no seu, sabíamos que isso ia deixar eles com tesão.Assim foi passando a semana. No sábado seguinte à primeira semana ali, aconteceu algo que mudou minha vida. Depois do almoço, todo mundo tirou uma soneca, menos o Luis e eu. Era costume dar uma cochilada, às vezes a gente descia pra piscina do prédio quem não dormia — quase sempre eu, o Luis e a Sofia. Mas hoje a Sofia tava descansando pra noite. Ao contrário do normal, o Luis e eu fomos pra praia, sozinhos. Pegamos o carro e em 5 minutos já tínhamos chegado lá.– Isso aqui tá cheio de gente pra caralho, disse Luís.– já, é que a outra praia fica meio longe.– Lá tem uma praia de nudismo, a 10 minutos daqui. Claro, a gente não ia fazer nudismo, nem todo mundo fica pelado. O Luís conhecia bem a região, os pais dele tinham um chalé a 25 km. Eu topei sem pensar muito, talvez pela curiosidade de estar numa praia de nudismo, sei lá por que nunca tinha ido antes. Se fosse outro cara me chamando, eu não teria aceitado, mas com o Luís, como já disse, a confiança era total.
Quando cheguei, fiquei surpreso com quanta pouca gente tinha. Era uma praia pequena, mas aconchegante. Nem todo mundo estava pelado, na verdade pouca gente tirava a roupa. A gente deitou pra pegar um sol, quando passou um nórdico impressionante, completamente nu. A vara dele era enorme, mesmo mole, e ele só usava um óculos escuro…– que cock gostoso, disse Luis.—não seja vulgar.– agora vai me dizer que tamanho não importa.– pois não, (lá no fundo eu pensava outra coisa) – pois eu gosto é de mulher com peitão grande.– pois é, a Sofia não é lá essas coisas.—Sofía, eu adoro ela do jeito que é e com essa bunda que ela tem já me serve, o que eu tô dizendo é que se pudesse escolher, ia querer ela com uns peitões grandes, igual os seus. Fiquei vermelha que nem um tomate, sabia que ele tava brincando, sempre teve uma química muito boa com o Luís, tudo na base da zoação, mas ele sabia como me deixar corada como ninguém…–vê quando você vai me mostrar elas…– pois acho que isso nunca vai rolar, me mostra o teu.– Qual é essa?, disse apontando pro shortão dela, se você me mostrar as tetas depois…– Para de besteira, sabe que me dá muita vergonha e não é por mal, me virei pra pegar a garrafa d'água na bolsa e quando me virei, o Luis tava pelado!!!!!!!!– Viu, não tem nada demais, ele disse com naturalidade – Acho que isso não tá certo, se cobre, Luis.Não conseguia tirar os olhos da pica dele, não era nada mal, não era igual a do meu irmão, mas era maior que a do Sergio, tava meio dura, meus bicos do peito ficaram duros na hora.Vou tomar um banho, falei pra ela.– espera que vou contigo. E nem curto nem lerdo, ele veio atrás de mim, pelado, e entrou na água.– acho que você tem que me ensinar uma coisa.—nada disso.– foi você quem disse.– é que não posso, o que eu digo pro Sérgio? – Você não precisa contar pra ele…– E a Sofía? – também não…—mas é sua namorada, me pede outra coisa, não sei como eu falei isso…– Deixa eu tocar nelas, você sabe que já peguei na sua bunda várias vezes, mas nos peitos não…—Não dá, isso é pior ainda.– É um favor, as da Sofia são muito pequenas. Soltei um suspiro profundo, pensei em todas as possibilidades. Era o Luis, o de sempre, já tinha passado a mão na minha bunda várias vezes, mas isso não era a mesma coisa. Eram meus peitões grandes, minhas tetonas. Só de pensar já me excitava, mas quando pensava no Sergio, não queria fazer. Lá estava eu com o Luis, aquele loirinho tão gostoso, pelado dentro d'água a dois metros de mim. No fim, pensei que não podia dar em nada e topei.–Te dejo solo 30 segundos. O rosto dela se iluminou…–vale Se colocou atrás de mim, me agarrou pela cintura, eu olhava uns banhistas lá longe…– espera, vamos pra onde nos cubra, eu falei. Andamos uns 10 metros, a água já batia acima das tetas.—aqui tá de boa, tô meio nervoso.– eu também, respondi. De novo ele colocou a mão na minha cintura, subiu até o umbigo, tava se deliciando com a sorte, até chegar nos peitos, passou a mão de leve, depois foi pra trás de mim, agarrou meus dois peitos por cima do biquíni bem devagar.– ohh!! Que prazer, ela disse.–vem, se apressa, puxou o sutiã pra cima e meus peitos ficaram nus debaixo d'água, agora colocou as mãos trêmulas nas minhas duas tetas duras, tocou, amassou, apertou, fez círculos, juntou, subia e descia, se distraiu com meus bicos, grudou em mim e senti o pau duro e nu por um momento roçar na minha perna, uma corrente sacudiu meu corpo, tava muito quente.—Só te restam 10 segundos, falei pra ele.– Vale, fica tranquila, me deixa mais um pouquinho, por favor, porra, que peitos mais duros, são melhores do que eu imaginava…Tava toda nervosa, enquanto passava a mão nas minhas tetas, lembrava do meu namorado, mas não conseguia deixar ele parar, ele me tocava de um jeito maravilhoso. Nunca tinha traído meu namorado e aquilo era o mais perto disso, pensei que só deixar ele tocar nas tetas não ia dar em nada. Nisso, uma onda me faz cair um pouco pra trás e apoiei minha mão direita no pau dele, tava durasso. Levei um baita susto, aquilo me fez cair na real…– bom, acabou. Tirei as mãos dele de uma vez, coloquei o biquíni e, sem falar nada, fui pra beira.Ele demorou um pouco mais, com certeza tinha se masturbado na água, porque saiu com o pau inchadão e mais relaxado, eu era um feixe de nervos, além de estar toda excitada. Na viagem de volta, não abrimos a boca.Naquela noite, nem eu nem o Sergio saímos, ficamos em casa. Eu tava preocupada com o que tinha rolado com o Luis, queria contar pra ele, mas não tive coragem. No fim, a gente transou como nunca, ainda tava com o tesão da tarde. Fiz ele gozar nas minhas tetas, as mesmas que horas antes o Luis tinha acariciado. Tive um orgasmo quando ele jorrou nelas. Fantástico.No dia seguinte, era domingo, todo mundo tava moído, menos o Sergio e eu. A gente ia sair pra comer na praia quando o Luis levantou e falou que vinha comer com a gente. Preparamos uns sanduíches e fomos. Quando chegamos, fui dar um mergulho antes de comer, o Luis veio também, o Sergio ficou nas toalhas...– Marta, me desculpa pelo outro dia, não quero que a gente fique assim sem se falar.– Não tem problema, já esqueci isso.–Mentira que você ainda não fala comigo.– É que me dá um pouco de vergonha, ainda não sei como reagir.– Mas se não aconteceu nada, foi só uma brincadeira.– Já, mas você tocou nos meus peitos, eu interrompi.—Não vou fazer de novo.– Claro.– Amigos? – Tudo esquecido, falei pra ela.A gente tava nadando, se afastou um pouco da beira, tinha pouca gente na praia na hora do almoço, a gente tinha perdido o Sergio de vista nas toalhas, o Luis chegou perto e passou a mão na minha bunda, um tapinha carinhoso.
–já estamos nessa de novo, falei pra ela.—Achei que a gente tinha combinado que tudo ia ser como antes, sem treta…– é que ainda tá recente o negócio do outro dia. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela.– Tá vendo? Não acontece nada…– sim, já sei, mas…—mas nada. Nisso ela continuava segurando minha mão na bunda dela, era uma bunda pequena, mas bem durinha.– aperta ele, sem medo…– nada mal, falei apertando um pouquinho. Ele pegou minha mão e colocou no pacote, eu tentei tirar, mas ele segurou firme, colocou minha mão no pau dele, não me deixava soltar.—toca a Marta.– isso tá indo longe demais.Toca, ele disse como se tentasse me acalmar. Apertei de novo um pouco e senti ela através do sunga, não queria continuar com aquilo, se não tivesse namorada... ainda tinha a Sofia...–vamos, já chega, falei. A gente saiu e comeu, não aconteceu mais nada até quinta-feira à noite.Naquela quinta-feira saímos todo mundo, fomos ao cinema. Na entrada, o de sempre: divisão de opiniões. No fim, meu irmão e o Sergio entraram pra ver um filme de guerra, a Sofia e a Mônica entraram pra ver uma comédia espanhola, aquela do "Gente Pez". Eu queria ver "Lúcia e o Sexo". O Sergio já tinha visto com uns colegas de classe, a Mônica e meu irmão também. A Sofia ia entrar com a gente, mas se não ficasse sozinha com a Mônica, alguém tinha que ir com ela. Meu irmão não tava muito a fim, eu também não, e antes que o Luis fosse, a Sofia preferia ficar comigo do que com a Mônica. Não era tão estranho pra todo mundo: no verão passado, a Sofia trabalhou nuns cinemas e às vezes a gente ia buscar ela, eu e o Luis, e entrava numa sessão esperando ela terminar. Entramos na sala eu e o Luis, lembro que não tinha muita gente, umas 5 ou 6 casais espalhados pelo cinema.—De novo sozinhos, disse Luís…—já vai, que coincidência…O filme começou, e pra ser sincera, a gente se decepcionou bastante. Lá pela metade, o Luís passou o braço pelos meus ombros, não falei nada, nem dei importância. O filme não era lá essas coisas, mas uma cena ou outra até que não era ruim, principalmente as cenas de sexo. Ele começou a acariciar meu rosto do lado oposto onde ele estava, e eu sentia que algo podia rolar, mas deixei ele fazer. Ele colocou a mão na minha perna, aí já era demais, tirei a mão dele.Depois de 5 minutos, ela colocou de novo. Com a outra mão, passou o dedo indicador no meu queixo, depois nos meus lábios, tudo bem devagar. De novo, parou o dedo na minha boca, eu beijei ele, beijei de novo. Ele enfiou um pouquinho dentro, tocou na minha língua, tirou de novo. Tava me deixando com tesão. Nisso, apareceu a melhor cena na minha opinião: aquela em que a babá, uma garota nova, conta pro protagonista que a mãe dela era atriz pornô e que, pra se excitar, ela via os filmes da mãe e depois se masturbava no sofá imitando as posições dela. A cena da mãe chupando uma rola na tela e ela de quatro no sofá chupando um vibrador de borracha, depois montando nele, e o namorado da mãe vendo tudo.Isso foi demais. Ele levantou uma mão e colocou na minha teta, começou a apertar, enquanto enfiava o dedo de novo na minha boca. Eu beijei, ele enfiou mais fundo, agora já tinha colocado o dedo inteiro e mexia lá dentro, eu chupava ele. Não consegui evitar de chupar o pau dele. Com a outra mão, ele apertava minha perna. Eu já não tinha noção do que tava rolando, não conseguia controlar, o inferno tinha se soltado dentro de mim. Minha calcinha preta tava encharcada. Ele enfiou as mãos dentro da minha camisa xadrez, tocou nas minhas tetas, levantou o sutiã, nem se deu ao trabalho de desabotoar a camisa. Tocou de novo nas minhas tetonas, eu gemi, meus bicos estavam duros. Ele pegou minha mão e colocou no volume dele. Eu tava prestes a ter meu primeiro encontro sexual com o Luís, meu amigo de infância, o melhor amigo do meu irmão, o namorado da minha melhor amiga. Ele desabotoou a braguilha e colocou minha mão por cima da cueca. Um tesão atravessou meu corpo inteiro.Tava tremendo, aí ele enfiou a mão de novo nos meus peitos e o dedo na minha boca, eu passei a mão devagar nele, tava bem dura, meti a mão na cueca e peguei, quase gozei na hora, tava com a pica dura do Luis na mão, nós dois continuávamos vendo o filme como se nada, bom, mais olhando pra tela, ele desabotoou minha calça e sem cerimônia enfiou a mão que tinha estado na minha boca na minha buceta, tocava devagar, tava bem depilada com um tufinho fino de pelos, ele deve ter percebido, desceu a mão mais e chegou na entrada, tava bem molhada.Eu, enquanto batia uma pra ele bem devagar, a gente se olhou por um segundo, depois voltamos a olhar pra tela, ele continuava me acariciando, subiu pro meu botãozinho, eu não aguentava mais, a rola na minha mão me deixava ainda mais excitada, era a primeira vez que eu tocava em outra além da do Sergio. Ele mandou eu levantar um pouquinho, deu um puxão e baixou minha calça e minha calcinha até os joelhos, eu tava pelada num lugar público, ainda bem que não tinha ninguém perto, ele se aproximou de mim.– Me chupa um pouco? – Nãaaaao, isso é demais, respondi ofegante – Vai, só um pouco, por favor antes de eu gozar, disse ele segurando meu pescoço e levando minha cabeça com meu rabinho loiro pro pau dele.–Bom, eu disse me virando pra ele a 10 cm da pica dele.Eu tinha perdido o controle, me recostei um pouco, enfiei ele na boca sem cerimônia, ele gemeu, também tava molhada, senti um gosto salgado, brinquei com a cabecinha dele, com o furinho, Luis enquanto me acariciava as costas foi descendo até minha bunda, enfiou a mão no meu cu, de lá tocou minha buceta, eu prendi a mão dele com minhas pernas, tava quase gozando, ele acariciou minha bunda, brincava com o dedo no meu buraquinho, era uma sensação nova, eu enquanto chupava ele, tirava da boca, passava a língua por todo o pau dele, nunca tinha curtido tanto chupar um pau, fazia sem mão, com elas, aí percebi que ele tava gozando, enfiei ele inteiro na boca, roçou na minha garganta, comecei a gemer que nem uma louca com o pau dele na minha boquinha, Luis de repente enfiou o dedão de uma vez no meu cu, nós dois ficamos tensos, gozamos juntos, ele gozou na minha boca!!!!!!!!!!!!– siiiiiiiiiim, vou gozar na sua boca, Marta, vou gozar…Eu gozei também com o dedão dele no meu cu e com o coração acariciando meu clitóris, foi magistral, a melhor gozada da minha vida. Meu corpo inteiro se contraía e o dedão dele ficou preso no meu cu, fechei os olhos ofegante enquanto ele se esvaziava na minha boca. Gozei com as pernas abertas, minha buceta parecia uma torneira aberta. Sentir a explosão dele na minha boca foi muito forte, a primeira vez que fizeram isso comigo: um jato, dois, três, quatro. Fiquei com a boca cheia de porra, não pensei que o Luís fosse fazer isso sem pelo menos pedir permissão. Engoli o sêmen que consegui, o resto cuspi. Levantei do pau dele ainda ofegante, ele tirou a mão do meu cu e da minha buceta, dei um tapa nele, não sei por quê. Me arrumei e saí correndo pro banheiro, não podiam me ver naquela pinta. Me ajeitei e entrei no cinema de novo já arrumada. Quando cheguei no lugar, o Luís estava com uma cara de satisfação enorme, ainda não tinha guardado a pica, tava vendo o filme como se nada, com o pau dele deitado na barriga. Sentei do lado dele e esperamos o filme acabar.Não notaram nada, a gente disse que o filme tava bem fraco. Antes eu comi uns caramelos de menta pra tirar aquele gosto salgado do esperma, que fica muito na boca.Agora a relação com o Luis tinha mudado, ele aproveitava qualquer momento em casa pra passar a mão em mim, eu fingia que não tava afim, o que parecia deixar ele ainda mais excitado, ele apalpava meus peitos sem vergonha e minha bunda quando não tinha ninguém por perto, eu afastava ele, não podia fazer nada nem falar nada, era só sexo, ele queria a Sofia, eu queria o Sergio, enfim... durante as férias não rolou mais nada. Nisso as férias acabaram e a gente voltou pra casa.No mês seguinte fiquei bem estranha, até o Sérgio percebeu. Tava uma mistura de pena da Sofia e do Sérgio, tesão, não queria sair, principalmente se o Luís fosse. Passava mais tempo em casa do que o normal, tava evitando ele. Chegou agosto, meus pais foram viajar de férias e deixaram eu e o Carlos sozinhos em casa. Tava eu e meu irmão em casa, nunca vou esquecer, aquela noite mudou nossas vidas. De repente, batem na porta e aparecem a Sofia e o Luís, vieram ver um filme, parece que meu irmão tinha convidado eles.Nós sentamos pra ver o filme, até aí tudo normal, quando acabou, meu irmão colocou um canal pornô.—agora começa a parte boa, disse meu irmão, Luis sorriu.
—Já tão esses tarados, falei, vamo nessa, Sofia, se quiser.– por mim tá de boa, vamos dar uma olhada um pouco.Não era a primeira vez que a gente via um filme pornô junto, mas com o clima entre eu e o Luis, não achei muito adequado. Fui atender o telefone, quando voltei meia hora depois, os três estavam no sofá, dava pra ouvir os gemidos do filme. Uma francesinha tava sendo fodida pelo primo, parecia, enquanto chupava o namorado dela. A cena termina com uma gozada simultânea na cara da mina.– Porra, como deixaram ela, disse Luis.–vai, putas, disse Sofia.—O que que houve, o Luis nunca gozou em cima de você? Disse meu irmão.– pois não.– e você, o que tá perguntando? Falei pro meu irmão. Nisso apareceu um ator com uma pica enorme, era realmente grande.– isso é uma rola, disse Sofia, e não a sua.– Carlos não tem nada a invejar desse aí, né Carlos? – Sério?, disse Sofia.—Não, cara, também não é pra tanto.– Como assim, não mostra ela pras minas.Ei, ei, mais devagar, eu disse...Enquanto na tela o ator de pauzão tava arrebentando o cu de uma loira, isso começava a esquentar, o filme me excitava, era realmente bom…– por mim que não se corte, disse Sofia.– Vem, tira ela, disse Luís.—é que…, disse Carlos.—Se for pela sua irmã, ela não liga, disse Luis.– pra mim tanto faz.– bom, bom, nisso meu irmão se levantou e puxou a pica pra fora!, o filho da puta tava com ela dura e que pedaço de pica, sentou com a pica de fora, eu fingia que não tava olhando mas não consegui me segurar de ver o trambolho do meu irmão, Luís se levantou e colocou a Sofia no sofá do lado do Carlos.– olha bem ela, o que você tava dizendo? – É grande, sim.—Se quiser, toca nela, disse meu irmão.–Posso? , perguntou Sofia pro Luís.— O que você acha, Marta, deixo ou não? — Façam o que quiserem, eu disse. A cena era pesada, eles estavam no fogo mesmo, meu irmão segurando a pica, do lado a Sofia..– Vem um pouco, disse Luís – disso eu não perco, falei eu sentando no braço do sofá ao lado do meu irmão. Sofia esticou a mão e agarrou a pica dele.—Tá dura e quente, ela disse.– mexe um pouquinho, disse meu irmão.– caralho, que esperto, disse Sofia, enquanto começava a bater uma devagarzinho.—Ei, não exagerem, disse Luís.Luís sabia que a Sofia também gostava do meu irmão desde sempre e não queria perdê-la. Acho que ele sentia uma mistura de excitação e ciúme. Nisso, Luís puxa a rola pra fora e começa a bater uma ali na frente de todo mundo. Sofia olhou pra ele e não disse nada, ficou vermelha, dava pra ver que ela tava gostando da punheta que ele tava batendo pro meu irmão. A rola do meu irmão era grande, a mão de Sofia subia e descia naquela rola enorme. Meu irmão jogou a cabeça pra trás e curtiu aquele momento. Eu já tava com vontade de entrar na brincadeira fazia um tempo, com a rola dura do meu irmão a meio metro de mim e, atrás da Sofia, o Luís batendo uma enquanto via a cena. Fiquei vendo o filme por um instante e, de repente, Sofia pegou minha mão e colocou na rola do meu irmão!!!!!! Me deu um arrepio.– nunca vai tocar numa rola como essa, disse Sofia. minha primeira reação foi tirar a mão, mas depois deixei por um segundo, eu tinha a mão na rola do meu irmão mais novo, nós quatro estávamos bem excitados, tirei a mão e meu irmão falou.— Cês tão achando que isso é um brinquedo? Sofia agarrou ela de novo e começou a mexer bem devagar outra vez.—Claro que não, disse Sofia, enquanto Luis continuava batendo uma punheta vendo a cena toda.– Vamos, Sofia, bate uma do teu jeito, disse Luis.—Tô nisso, disse Sofia, enquanto continuava masturbando meu irmão a meio metro de mim, que tava vendo a cena. Tinha começado a sair um líquido branquinho na ponta da cabecinha do meu irmão. Sofia acariciava o peito do Carlos e com a outra mão passava bem devagar na rola dele. Nisso, o Luís se levanta, fica na nossa frente com o pau duro e fala: — Pega, Marta, toca nessa aqui se quiser.Eu não acreditava no que tava rolando, minha melhor amiga batendo uma punheta pro meu irmão e o namorado dela me pedindo pra passar a mão nela ali na frente de todo mundo, a tentação era forte demais. Sofia me olhou sorrindo sem soltar a pica do Carlos.–vamos tocar nela, que não morde.– é que…– é que nada, se ele me deixar tocar a dele no Carlos, eu deixo você tocar a dele nele.Estendi a mão timidamente e peguei na pica do Luis, segurei ela e comecei a bater uma pra ele, mas ele não se fez de rogado e passou a mão nos meus peitos por cima da regata que eu tava usando.– continua, continua, que bem você faz.Enesto Sofia se abaixa e engole a pica do meu irmão. Luis olhou a cena e sorriu pra mim, era super excitante ver a Sofia chupando aquele pedaço de pica, ainda mais a 1 metro do namorado dela. Ela fazia bem pra caralho, a desgraçada. Meu irmão se contorcia de prazer no sofá, agarrava ela pelo cabelo e enfiava e tirava metade da pica na boca dela. Nisso, Luis ficou atrás de mim e enfiou a mão por baixo da minha camiseta, apalpou meus peitos, levantou a camiseta, puxou meu sutiã pra cima e deixou meus peitos à mostra.– olha Carlos, que peitão que sua irmã tem, você nunca viu uns desses na sua vida.Enquanto dizia isso, amassava meus peitos na frente do meu irmão, já não era dona dos meus atos, o tesão era máximo. Meu irmão esticou a mão e acariciou meus peitos morenos, meus bicos estavam durinhos como pontas de lança, enquanto Luis, atrás, esfregava o volume dele na minha bunda do short de verão. Ele se abaixou, desabotoou meu short, puxou pra baixo junto com minha calcinha e começou a chupar meu cu! Nunca tinha feito isso comigo, Sergio, mas se eu soubesse como era gostoso, teria pedido muito antes. O filho da puta enfiava a língua no meu cu, era maravilhoso, enquanto meu irmão não parava de apalpar meus peitos. Nisso, Sofia levantou a minissaia que estava usando, montou em cima do meu irmão e puxou a calcinha pro lado.—Desculpa, Luis, mas não aguento mais, Luis. Ele parou um instante de chupar minha buceta e viu o que tava rolando…Mas o que cê tá fazendo, vai meter mesmo? – Eu, Luis... falou meu irmão...– você nada, se ela quer fodertela follas Não tinha passado nem 2 segundos quando Sofia se levantou um pouco, encaixou a rola na entrada da buceta dela e foi descendo devagar na rola do meu irmão, comigo e o Luis olhando tudo, meu deus!! Entrou inteira, macia que nem manteiga – ahhhh, que delícia, disse Sofia.– Vamos, gostosa, pra que teu namorado e minha irmãzinha te vejam. Do jeito que você fode, disse o Carlos.A Sofia se mexia maravilhosamente bem, meu irmão segurava as bochechas da bunda enorme dela e ajudava ela a cavalgar no pau dele, ela apoiou a cabeça no peito do meu irmão olhando pra gente enquanto subia e descia.– Vamos, metam a foder, ele disse, tão esperando o quê?, disse ofegante enquanto seus gemidos aumentavam junto com os do meu irmão. Luis me agarrou pelo braço, me jogou no pedaço de sofá que ainda tava livre e se jogou em cima de mim, encostou a pica na minha buceta e disse: – vou te foder, quer? – Sii, por favor.–Fala pra mim, mais alto, fala pro teu irmão e pra Sofia.– Quero que o Luis me coma, vamos, faz isso!!!! – Sempre quis te comer desde que te conheci com essas tetonas de puta, se eu soubesse que você era tão fogosa e tão fácil, teria te comido antes…–Siiiiiiim, me fode, me fode, eu gritei.Mela enfiou inteira de uma vez, eu gozei só de meter, tensionando minhas pernas e batendo na lateral do meu irmão.– eu vou gozar, vou gozar…– vai ser uma puta se ficar calada, você goza só de meter, vou te foder bem fodida…Ela se mexia como um animal, batia com os ovos dele na minha buceta, enquanto se ouvia a Sofia gemendo igual uma louca…– siiiiiim, tô gozando, tô gozando, falou meu irmão, Luis parou um momento, nós dois olhamos, Sofia cavalgava com força na pica do Carlos, os dois se tensionaram, começaram a se contrair os dois com a pica do meu irmão jorrando leite na buceta da Sofia.– siii, joga tudo na minha buceta, disse Sofia.– Toma, é toda sua, ahhhh!!! Que delícia, que gostoso, ela gozou por pelo menos 15 segundos, Sofia se soltou dele e caiu no tapete aos pés do meu irmão, a buceta dela ainda escorria, o sêmen do meu irmão vazava do buraquinho dela, meu irmão ficou deitado com o pau ainda duro e molhado, foi quando percebi que ainda tinha o pau do Luis dentro de mim, de repente ele deu umas cinco ou seis enfiadas, ficou rígido e eu senti ele gozar dentro de mim, aquela cena do meu irmão gozando na namorada dele tinha sido demais pra ele.– ahhhhh, siiiim, vou gozar na sua buceta, Marta, vou gozar!!!!!Eu agarrei ele pelo cu e fiz ele meter até o fundo enquanto ele jorrava o líquido dele na minha rachinha, ohhh, eu senti perfeitamente, ele tava enchendo minha buceta com o leitinho dele. Nisso, ele saiu de cima de mim, eu ainda não tinha gozado, ele me deixou completamente tesuda, a buceta ardendo, cheia do leite dele escorrendo por todo lado, eu precisava daquela pica de novo dentro de mim. Mas ele foi pro tapete e começou a se beijar com a Sofia, eu ia ficar com o maior tesão da minha vida. No filme pornô, uma mulata tava sendo fodida selvagemente no cu, meu irmão do meu lado com o pauzão dele ainda duro e molhado, os dois pombinhos no tapete. Meus peitos estavam duros, até os bicos ardiam. Nisso, comecei a me masturbar vendo o filme, era maravilhosa a sensação de me masturbar com a buceta cheia de porra.– olha essa aqui, meu irmão pulou, ainda tá afim de farra…—Deixei ela com vontade, disse Luís.– Acabou de comer ela, disse meu irmão.—Pois é, cara, de novo, a Sofia disse que parece que já tinha passado todo aquele tesão.—As noivas mandam, disse Luís, come ela você.– O quê, cê tá maluco? Como é que eu vou comer minha irmã…–vamos, você consegue gozar até 3 seguidas…Eles estavam discutindo pra ver quem ia me comer, eu continuei me masturbando, tava quase gozando, naquele momento não me importava se viesse qualquer um e me fodesse ali mesmo, mas esse qualquer um podia ser até meu irmão! – não consigo, disse meu irmão.Vamos foder ela, fode ela, gritou Luis.– Vem, fode ela, disse Sofia rindo, eu continuava na mesma, tava quase gozando, enfiava 3 dedos até o fundo da buceta— Quer que eu te coma? A Sofia me perguntou.–nãooo, nãooo, respondi, ele tava bem na ponta, só de pensar naquele pau me perfurando
Sofia se levantou e pegou no pau duro do meu irmão, começou a bater uma lentamente.– Você não quer essa? – Não, por favor, parem, por favor, eu disse, não queria fazer algo de que me arrependesse pelo resto da vida.– Vamos foder ela, disse a Sofia pro meu irmão, você não tá vendo que ela tá morrendo de vontade? Meu irmão olhou pra mim, e o que ele viu foi uma loirinha suada, gostosa, com dois peitões maravilhosos, morenaça de corpo, se masturbando a buceta cheia de porra do melhor amigo dela, enquanto a Sofia continuava batendo uma pra ela. Naquele momento, ele não viu a irmã dele, viu uma mina de 23 anos, uma delícia, mandando um "me fode". Nossos dois amigos estavam prestes a ver o espetáculo da vida deles, e meu irmão se jogou em cima de mim…– siiiim, vai meter, vai meter!!!!, gritou Luis, meu irmão, se deitou por cima de mim, deixou a pica dura ao longo da minha buceta, me olhou fixo nos olhos, não se atrevia…–Mete ela em mim!!!! Falei, apoiando minhas mãos na bunda dura dela. Ela não se fez de rogada, colocou o pau na entrada e, de uma só vez, entrou até o fundo. Minha visão ficou turva, perdi a consciência, estava no céu. Aquele pau incestuoso, longo e duro, se movia na minha buceta como anjos. Em 30 segundos, gozei gritando que nem uma louca…–Siiiiiiiiiiim, eu gozo, eu gozo! Meu irmão não tinha gozado e continuava metendo como um animal, eu tava tendo um multiorgasmo, veio outra gozada..– aaaaaaah, aaaaaaaah, maaaaaais, ele continuava e continuava, mais 20 segundos, outro orgasmo – não para, me fode, me fode!!!!!! meu irmão não tinha dito nada até aquele momento, eu já não aguentava mais, minha buceta tava doendo..– para, para, eu falei.– quero gozar na sua boca!!!!!Eu não hesitei nem um segundo, não pensei que era meu irmão, só sabia que era uma piroca maravilhosa que tinha me dado a melhor foda da minha vida. Joguei ele de lado, ele ficou de barriga pra cima, sentada nos meus joelhos, enfiei na boca e chupei com força a cabecinha, que pedaço de pau! Pra cima e pra baixo, pra cima, pra baixo, apertando o máximo que podia com meus lábios. Não demorou nada, ele gozou na minha boca, na boca da puta gostosa da irmã dele que tava mamando ele na frente do melhor amigo dele e da minha melhor amiga. Engoli tudo, em agradecimento pela foda dele, foi sensacional.Nós quatro repetimos de novo, isso foi há um ano. Eu continuo com o Sergio, mas com meu irmão eu fiz de novo um mês depois disso. Chegamos em casa um dia com tesão, ele começou a pegar nas minhas tetas e acabamos transando no meu quarto. A partir daquele dia, fizemos mais algumas vezes. O que ele mais gosta e o que mais me excita é bater uma pra ele naquela piroca que ele tem e ele gozar nas minhas tetas.Com o Sérgio tá tudo igual, ainda não deixei ele gozar na minha boca, mas talvez eu faça isso em breve.Meu irmão continua com a Mônica e o Luís, e a Sofia também. Não tô nem pensando em repetir nada com o Luís, foi algo que rolou e só.continua...
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