Olá amigos do poringa.net:
Revisando uns CDs antigos, me deparei com esta linda lembrança de mais de 20 anos atrás. Espero que gostem e aproveitem tanto quanto eu.
Esta é uma das minhas histórias nunca contadas.
Hoje lhes apresento Sarita, a mãe de um amigo do futebol.
Fede e eu nos conhecemos jogando futebol. Depois de alguns meses éramos como irmãos.
Filho único, um cara muito mimado, ele encontrou em mim um irmão mais velho.
Muitas vezes fui à casa dele tomar alguma coisa ou buscá-lo para irmos juntos treinar.
Sarita, sua mãe, era uma mulher muito atenciosa.
Tinha 47 anos com uns quilinhos a mais, mas bem distribuídos.
Casada com Ramón desde muito jovens, já eram como irmãos, com uma vida afundada na rotina.
Cada vez que eu ia à casa dela, ela me tratava como um filho, ainda mais porque sabia que eu não tinha mãe.
Acho que ela tinha pena da minha história de vida.
Seu marido, por outro lado, só nos via quando jogávamos futebol. Depois do trabalho ou em saídas com os caras do clube, sempre chegava bêbado.
Isso deixava sua mulher e seu filho muito putos.
No meio dessas situações de merda, sempre estava eu.
Muitas vezes, depois das discussões, tive que consolar o Fede ou a mãe.
Cansados das vergonhas do bêbado perdido do Ramón, que depois que passava pedia perdão.
Com os anos passando por isso, o casamento não dava mais, não tinham sexo e dormiam em quartos separados.
Sara, com 47 anos, não conseguia evitar querer curtir sexo, e seu marido não era uma opção para aliviar seus desejos mais íntimos.
Ela não queria sair procurando um macho ou andar por aí sendo puta, então a coitada se resolvia sozinha.
Num campeonato, já quase nas finais, me machuquei e não pude terminar o jogo, fiquei fora da concentração e do campeonato.
Depois do jogo, Ramón e meu avô foram ao clube tomar alguma coisa e participar de um torneio de truco.
Depois que o médico me atendeu, enfaixou meu tornozelo e fiquei completamente livre.
Não podia ficar na... concentração e eu perdi os últimos jogos do torneio.
meu avô não queria me deixar sozinho. mas também não queria perder o torneio de truco que ele esperava faz tempo.
Sara se ofereceu pra cuidar de mim até ele me buscar na casa dela.
ela pegou as chaves do carro com o marido e nós dois saímos do clube.
ao chegar, ela me ajudou a descer do carro.
eu não queria que ela me ajudasse, estava todo suado e ainda por cima me sentia muito puto por estar fora do campeonato.
mas ela não ligou e me ajudou a descer, colocando meu braço por trás do pescoço dela, me segurou pela cintura e me levou pra dentro sem falar nada.
ela me sentou na cozinha com um pé apoiado numa cadeira e colocou mais gaze no meu tornozelo.
ela: quer tomar uns mates???
eu: na verdade queria tomar um banho, nem eu me aguento.
ela: precisa mesmo kkkk.
mas o médico disse que antes você tem que tomar e comer algo e depois se banha.
eu: desculpa, tô enchendo tua casa de mau cheiro kkkk.
ela: não se preocupa, não é pra tanto, tô te zoando.
enquanto toma uns mates com bolachas, eu preparo o banho e procuro uma roupa do Fede.
vai ficar meio apertada porque você é maior que ele, mas é o que tem.
eu: tudo bem, sem problema.
enquanto esquentava a água do mate, ela me trouxe uma muda de roupa.
uma regata e um short.
ela: isso é o mais grande que meu filho tem, espero que sirva.
as do Ramón não iam caber em você kkkkk.
eu: pois é, o Ramón é magro e baixinho, acho que nada ia entrar kkkk.
ela: e como tá o pé???
ainda tá muito inchado.
eu: sim, não para de inchar como o médico disse, mas agora tá doendo mais.
ela: sim, é lógico com o tombo que você levou.
bom, agora come e toma uns mates pra eu te dar o remédio e depois você se banha.
os dois sentados na cozinha tomando uns mates e batendo papo sobre a vida.
como uma mãe atenta, ela segurava o gelo no meu tornozelo e acariciava meu pé.
isso estava me deixando com tesão.
mas bom, já era hora de tomar banho.
ela me acompanhou e abriu o chuveiro, me orientando como se fosse a primeira vez que estava me dando um banho.
ela: avisa quando terminar, assim eu pago o aquecedor e te ajudo a ir pra cozinha.
depois de um tempo no chuveiro, enquanto lavava o cabelo, percebi a porta entreaberta. óbvio que de onde eu estava não dava pra ver nada. mas pelo espelho consegui ver como ela estava me olhando.
ela não percebeu que eu a vi me observando.
mas continuei como se nada, talvez ela só tenha espiado pra ver se estava tudo bem e nada mais; pensei.
continuei meu banho como se não a visse.
vê-la ali parada me vendo tomar banho me excitou demais.
dava pra ver como ela olhava todo o meu corpo, já não mais com olhos maternais. assim que terminei de enxaguar, pude ver a porta se fechando bem devagar.
terminei de me banhar e me sequei, avisando que já tinha acabado.
alguns minutos depois, ela bateu na porta do banheiro.
ela: você tá pronto? conseguiu se secar bem???
eu: sim, já estou.
ela entrou no banheiro e examinou meu tornozelo, que estava mais inchado que antes.
ela: uiii, nenê, como está esse pé? tá doendo???
bom, se apoia no meu ombro e vamos até a sala.
fuck you o remédio e te passo a pomada.
eu: sim, mas estou bem (tentando parecer forte diante daquela mulher linda)
passei meu braço pelo pescoço dela e ela me levou até o sofá da sala.
por ser mais alto que ela, meu braço descia até seu peito. a cada mancada minha, minha mão roçava seus seios lindos.
ela não dizia nada e eu disfarçava.
ela me deu o comprimido e colocou uma cadeira na minha frente, abrindo as pernas e posicionando meu pé bem de frente pra sua buceta.
ela passou a pomada e, sem apertar, foi deslizando por toda a área inchada.
eu recliniei minha cabeça pra trás. tentando não demonstrar dor. ela: tá doendo, nenê? eu: sim, mas tá de boa, tô bem. ela: então relaxa e deixa comigo. vou passar o creme e fazer umas massagens pra passar logo. eu: obrigado, Sara, por ser tão boa comigo. sozinho em casa, eu estaria triste pelo campeonato e dolorido. ela: shhhh, não fala nada. Você é amigo do meu filho e pra mim não é nada. além do mais, assim me sinto útil e acompanhada pelo menos. mas chega, relaxa e deixa comigo. ela começou a passar o creme de menta gelada no meu tornozelo, como um ato reflexo, puxei o pé e esbarrei sem querer na buceta dela. Ela não se mexeu nem um pouco. Ela passou o creme bem de leve, fazendo círculos na inflamação. Cada vez que doía, meu pé se mexia e roçava na buceta dela de novo e de novo. Depois, ela começou a massagear mais pra cima, embaixo da panturrilha. Ela se moveu um pouco pra frente, apoiando a buceta diretamente no meu pé. Eu conseguia sentir o calor da virilha dela no meu pé. A calça social fina e a calcinha não impediam que eu sentisse aquele calor gostoso e o acolchoamento dos músculos vaginais. Ela se mexia com as massagens e, com o movimento, os atritos eram cada vez mais perceptíveis. Abri um pouco os olhos pra olhar pra ela. Ela estava com o olhar nas massagens, mas com os olhos semicerrados e mordendo o lábio inferior. A putinha tava usando meu pé pra se esfregar. Ela tava curtindo pra caralho. Como não sabia o que fazer, deixei rolar. Tudo isso tava me excitando. Tinha uma mulher se masturbando com meu pé e eu não sabia o que fazer. ela: nossa, meu Deus, essa inflamação me preocupa ainda mais. não se mexe, vou cuidar disso também. Esticando a mão, ela agarrou meu pau, que fazia uma barraca debaixo da minha calça. Ela pegou ele com a mão, sem tirar da calça, e... Apertou e começou a brincar com os dedos, abrindo e fechando a mão com uma leve puxadinha para cima.
eu: isso é muito melhor, mmmmmm.
ela: sou especialista em aliviar esse tipo de inflamação. só relaxa e deixa comigo.
eu: não poderia recusar, você é a especialista.
Ela sentou ao meu lado sem parar de tocar meu pau e se recostou um pouco. Com a mão, sem tocar muito para não irritar por causa do creme, libertou meu pau da opressão da calça.
ela: que pau gostoso, bebê, mmmmmm. é maior do que imaginei. você tem experiência com isso????
eu: sim, bastante. não se preocupa.
E, segurando-a pela nuca, fui baixando-a aos poucos. Sem usar as mãos, ela chupava meu pau com um ritmo e intensidade bons. Eu, segurando-a pelo cabelo e fazendo círculos com meus quadris bem devagar, fodia sua boca.
ela: filho da puta, que ritmo bom você tem, me deixa louca. onde aprendeu isso?
eu: gostou? nem imagina tudo que eu sei.
ela: mmmm, que interessante. já ficou com alguém mais velha como eu????
eu: sim, com minha tia do interior, entre outras maduras.
ela: com sua tia????
eu: sim, até tirei fotos transando com ela.
ela: eu sempre quis tirar fotos, mas o bêbado do meu marido tem vergonha.
eu: eu não tenho, e se quiser, eu me ofereço com prazer.
ela: não sei, tenho medo que meu filho veja.
eu: não se preocupa, ele não vai descobrir, e eu guardo onde ele não pode ver.
ela: mmmm, não sei!!!!!!! talvez outro dia... vamos para o meu quarto, assim você me mostra tudo que sabe fazer, e eu limpo as mãos. não aguento não te tocar.
Ela me ajudou a chegar ao quarto dela e entrou no banheiro. enquanto eu me despia na cama dele.
depois do banho, entrei no quarto do filho dela.
dava pra ouvir barulho de gavetas.
ela: meu filho não tem camisinhas nas gavetas.
tô com medo de fuder sem proteção.
eu: que camisinha ele vai ter se ainda é virgem.
não se preocupa, eu cuido de você, gostosa.
ela: não seja mau, não me chama assim.................
bom, olha o que a mamãe tem pra você.
tirando de trás das costas uma máquina fotográfica.
ela se encarregou de posicionar a câmera.
e programou ela pro momento certo.
voltou a chupar meu pau, mas dessa vez ajudando com as mãos.
as chupadas dela eram uma delícia pro meu pau, cada vez mais duro.
chupava e acariciava meu pau a todo vapor, me fazendo gozar que nem um louco.
suas mãos acariciavam meu pau e minhas bolas.
Segurando ela pelo cabelo, puxei-a para perto de mim.
Nos beijamos enquanto, com uma mão, eu brincava com sua buceta e, com a outra, beliscava suavemente seus lindos mamilos duros.
Virei-a de costas e nos fundimos em um delicioso 69.
Chupei sua buceta, passando minha língua por seus lábios vaginais e terminando com pequenas chupadas. Lambia e chupava, percorrendo toda sua buceta encharcada.
Minha língua começou a explorar dentro dela.
Seus gemidos eram muito suaves e quentes.
Minha língua entrava e saía de sua buceta enquanto a ponta do meu nariz cutucava seu cuzinho.
Minha mão esquerda brincava com seu clitóris, deixando-a louca de prazer, e, para meu benefício, ela chupava meu pau incrivelmente bem.
Ela não se controlava, e meu pau chegava até onde sua garganta permitia.
Ela:
Nãooooo mmmm haha ha que prazer, nenê mmmmmm
Você é terrível ha hha a..................
Para mmmm para ai, meeeeeu, você vai me fazer gozar mmmmmm
haha ha ha para, por favor............................
haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.............................................
Sem deixá-la se mexer, segurei-a com um braço. Coloquei-a na posição que eu queria.
E com a outra mão, enfiei meus dedos dentro dela, enquanto minha boca chupava seu cuzinho.
Ela:
Haaaaaa vou gozar, nenê...................
ha ha ha sim mmmmm ayyyyyy vou gozar, vou gozarrrrr haaaa.
Ufffffff é incrível, nenê, deixa eu me acabar.
Nunca me fizeram assim ufffffffff.
Você me fez gozar sem me penetrar, meu Deus, não acredito.
Ela se deitou ao meu lado, ofegante e excitada, se abanando com as mãos.
Eu me ajoelhei na frente dela e comecei a brincar com meu pau em sua buceta quente e molhada.
Ela abriu bem as pernas para ser penetrada.
Meu pau Ele foi entrando sucemente até o fundo. Entrava e saía uma vez atrás da outra. Ela acompanhava meus movimentos. Pouco a pouco foi ficando cada vez mais forte. Ela se esticou e me passou a câmera para mais uma lembrança.
ela: tá bem, bebê??
eu: sim, mami.
ela: não goza dentro de mim, bebê.
não tô tomando nada e não quero engravidar.
eu: tranquila, mana, eu sei o que tô fazendo.
ela: aaaaaaai, não me chama de mami, me deixa muito excitada,,,,,,,
mmm, bebê, como você mete gostoso, meu Deus mmmmmm
isso tá me deixando louca mmmmmm.
adoro como você me come mmmmmmmmmmmmmmmm.
siiim, se você tivesse uma camisinha, eu diria pra me comer mais forte até goz.....................
fiz isso, comecei a meter nela o mais forte que pude.
ela: hahahahahah nãoaaaaa, não goza aaaaaaaaa
ai, meu Deus, bebê, você não pode foder assim sem gozaaaaaaaaaaaaaar
ha ha ha, não para, faz o que quiser, mas não para............
vou gozar outra................ vezzzzzzzzzzzzz.............................................
aaaaaa siim ha ha ha sim mmmm siiiiiii mmmmmmmmmmmm
mais mais mmmmm Deusssssssssssssssssssssssssssss mmmmmmmmmm
aaaaaa aaaaaaaa sim, que delíciaaaaaaaaa
acabou???? me diz que não????????
eu: não, mami, tranquila.
ela: não acredito.
metendo assim e você não gozou?
ela tirou e enfiou os dedos na buceta pra ver se tinha sêmen dentro.
eu: que desconfiada você é, mami.
ela: desculpa, bebê, é que é incrível.
meu marido goza rápido metendo assim.
eu: bom, eu não.
e agora, o que a gente faz? ainda quero foder.
ela: ok. vamos transar, bebê.
quero cavalgar em você, bebê.
me deitei de costas e ela montou em cima de mim.
muito suavemente, depois de se acomodar com uma mão.
ela foi descendo bem devagar, bem suavemente.
intensificando o ritmo, começou.
buscando mais um orgasmo.
eu chupava seus peitos, a beijava, esquentando cada vez mais.
ela: huy, bebê, que puta que eu me sinto, adoro foder com você.
você é tão doce e quente ao mesmo tempo, vou te comer todos os dias da minha vida.
mmmm, seu pau é tão gostoso, mmmm.
você se move muito bem e me enche completamente, mmmmm........
você gosta??????
ha ha ha..........
por deus......................................................
eu: siiii, mamãe, mmmmm
eu adoro foder com você.
ela: siiii.............. mmmmm, meu deusoooo.
vou gozar de novo, haaaaaa haaaaaa
nessa posição, nossos orgasmos foram chegando um atrás do outro.
ela já não se preocupava se ia gozar ou não.
só aproveitava cada orgasmo.
eu: mamãe?
ela: sim, bebê, quer gozar???
eu: sim, mas no cuzinho, posso?
ela: ai não, bebê, seu pau é muito grande pro cuzinho da mamãe.
eu: vamos, mãe, deixa eu comer seu cuzinho apertado.
assim eu gozo dentro, fora não gosto.
ela: mas devagarinho, sim?
faz muito tempo que mamãe não faz por aí.
eu: sim, mamãe.
ela se posicionou de lado na cama, em pé, para que eu apoiasse o pé e pegasse a câmera.
ela mesma lubrificou seu cuzinho apertado, preparando-o para ser penetrado por aquele pau jovem que tanto a fez gozar.
seu cuzinho era apertadinho, quase fechado.
ela: lubrifica bem e tenta com um dedo primeiro, bebê.
com meu dedão, fui massageando. enquanto isso, deixava a baba escorrer do alto da minha boca.
pouco a pouco, fui enfiando.
enquanto ela me olhava por cima do ombro.
seus gestos eram indício de que gostava do meu jeito.
ela: sabe que estou impressionada com você, bebê não???
eu: por que, mami, me conta.
ela: porque você parece um menino inocente e bonzinho, mas transa com muita experiência.
posso te garantir que nem um cara mais velho transa tão bem quanto você.
e fico muito curiosa pra saber onde você aprendeu.
eu: depois do fuck eu te conto tudo.
ela: mmm quero saber tudo, tudinho mesmo
esses massagens na minha bunda são incríveis mmmmm
ufffff que filho da puta você é, menino mmmmmm
devagar com o dedo mmm isso menino assim...........mmmm
com a ponta do meu dedão, sem parar de massagear sua portinha. ia entrando e saindo.
tudo bem devagar.
deixando minha saliva escorrer, ia lubrificando cada vez mais aquele buraquinho tão apertado.
a primeira falange entrou e foi dilatando suavemente.
na segunda falange ela começou a gemer.
com meu dedão enterrado na sua bunda e com minha mão aberta, fechava e abria meus dedos massageando sua buceta.
ela: isso eu adoro, bebê, você é terrível com a mami haaaaa.
sinto que vou explodir mmmmm ha ha haaaaaaaa
assim, cuspe na bunda da mami mmmmmmmmmm
sua saliva quente entra no meu cuzinho e um pouco vai descendo até minha buceta mmmmm
hooooooooooooo diiiiiiiiiiiiiiiooooooooooooooooosssssssssssssssssssssssssssss
vou gozar de noooooovo...................... haaaaaaaaaa haaaaaaaa haaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
era hora do fuck. peguei meu pau ereto e levei até a entrada.
a cabeça do meu pau é muito maior que meu dedo, mas ele já tinha cumprido sua tarefa.
uma última cuspida caiu entre minha cabeça e sua bunda.
ela: devagar, bebê, já posso sentir a pressão ayyyyy.
uffffff uffffff devagar, menino, já sinto aquele formigamento e suas picadas como mil agulhas...
ayyyyy é muito grande, bebê, para ayyyy
uyyyyy de apois mmmmmm ai meu Deus...
eu: que rabão gostoso mmmmmm gata...
já quase entra a cabeça.
ela: devagar, meu bem, tá doendo muito em mim...
aiii não empurra aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
ela: aaaaaaaiiiiiiiii filho da puta, tá doendo aaaaaaaiiiiiiiii
devagar devagar aiiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiii
minha pica entrava e saía devagar e lento, intensificando o ritmo.
dava pra sentir a buceta dela se dilatando e se adaptando ao tamanho da minha pica, que cada vez mais se enterrava no mais profundo do seu ser.
entre lágrimas e choramingos, ela não parava de receber enfiadas cada vez mais fundo.
a dor já era outra sensação que voltava a gerar prazer nela.
ela: vamos mudar de posição, tô muito desconfortável assim e você, cara, não acaba nunca.
com a câmera em outro ângulo e programada, ela se pôs de quatro para eu comer ela.
sua buceta já recebia com gosto aquela pica que se cravou até o fundo.
por mais de 25 minutos meu pau fez uma festa naquele cu.
meu gozo começou a jorrar aos borbotões, entre meus gemidos.
depois de gozar, continuei comendo ele sem parar.
ficamos deitados nos beijando e comecei a contar de onde tinha aprendido tudo, prometi.
depois fomos tomar banho e voltamos pra sala.
eu fiquei de repouso vendo TV e ela foi cozinhar. 20 minutos depois chegou o marido, bem bêbado, e foi direto dormir.
depois de comer, fomos dormir juntos; o bêbado tava dormindo e nós transando a 3 metros dele.
com Sara aproveitei muitos encontros até que o bêbado descobriu.
desde aquele dia nunca mais vi meu ex-amigo, e o ex-bêbado, depois de descobrir, mudou a vida dele e da família.
parei de ver a Sara também, já que por vergonha, pra não perder a família, e ao ver a mudança do marido, ela optou pela vida em família.
ela tem as melhores lembranças de mim e eu dela.
---------------------------------------------------------Fim-----------------------------------------------------------------
ps: bom, espero que tenham gostado e que aproveitem.
espero seus comentários e pontos pra poder continuar relatando,
óbvio, tudo na boa,
todos os comentários serão respondidos e as perguntas também.
quem quiser mandar mensagens privadas será respondido.
desde já, muito obrigado.
------------------------------------------------------------------------------------------------maury-solo-yo
Revisando uns CDs antigos, me deparei com esta linda lembrança de mais de 20 anos atrás. Espero que gostem e aproveitem tanto quanto eu.
Esta é uma das minhas histórias nunca contadas.
Hoje lhes apresento Sarita, a mãe de um amigo do futebol.
Fede e eu nos conhecemos jogando futebol. Depois de alguns meses éramos como irmãos.
Filho único, um cara muito mimado, ele encontrou em mim um irmão mais velho.
Muitas vezes fui à casa dele tomar alguma coisa ou buscá-lo para irmos juntos treinar.
Sarita, sua mãe, era uma mulher muito atenciosa.
Tinha 47 anos com uns quilinhos a mais, mas bem distribuídos.
Casada com Ramón desde muito jovens, já eram como irmãos, com uma vida afundada na rotina.
Cada vez que eu ia à casa dela, ela me tratava como um filho, ainda mais porque sabia que eu não tinha mãe.
Acho que ela tinha pena da minha história de vida.
Seu marido, por outro lado, só nos via quando jogávamos futebol. Depois do trabalho ou em saídas com os caras do clube, sempre chegava bêbado.
Isso deixava sua mulher e seu filho muito putos.
No meio dessas situações de merda, sempre estava eu.
Muitas vezes, depois das discussões, tive que consolar o Fede ou a mãe.
Cansados das vergonhas do bêbado perdido do Ramón, que depois que passava pedia perdão.
Com os anos passando por isso, o casamento não dava mais, não tinham sexo e dormiam em quartos separados.
Sara, com 47 anos, não conseguia evitar querer curtir sexo, e seu marido não era uma opção para aliviar seus desejos mais íntimos.
Ela não queria sair procurando um macho ou andar por aí sendo puta, então a coitada se resolvia sozinha.
Num campeonato, já quase nas finais, me machuquei e não pude terminar o jogo, fiquei fora da concentração e do campeonato.
Depois do jogo, Ramón e meu avô foram ao clube tomar alguma coisa e participar de um torneio de truco.
Depois que o médico me atendeu, enfaixou meu tornozelo e fiquei completamente livre.
Não podia ficar na... concentração e eu perdi os últimos jogos do torneio.
meu avô não queria me deixar sozinho. mas também não queria perder o torneio de truco que ele esperava faz tempo.
Sara se ofereceu pra cuidar de mim até ele me buscar na casa dela.
ela pegou as chaves do carro com o marido e nós dois saímos do clube.
ao chegar, ela me ajudou a descer do carro.
eu não queria que ela me ajudasse, estava todo suado e ainda por cima me sentia muito puto por estar fora do campeonato.
mas ela não ligou e me ajudou a descer, colocando meu braço por trás do pescoço dela, me segurou pela cintura e me levou pra dentro sem falar nada.
ela me sentou na cozinha com um pé apoiado numa cadeira e colocou mais gaze no meu tornozelo.
ela: quer tomar uns mates???
eu: na verdade queria tomar um banho, nem eu me aguento.
ela: precisa mesmo kkkk.
mas o médico disse que antes você tem que tomar e comer algo e depois se banha.
eu: desculpa, tô enchendo tua casa de mau cheiro kkkk.
ela: não se preocupa, não é pra tanto, tô te zoando.
enquanto toma uns mates com bolachas, eu preparo o banho e procuro uma roupa do Fede.
vai ficar meio apertada porque você é maior que ele, mas é o que tem.
eu: tudo bem, sem problema.
enquanto esquentava a água do mate, ela me trouxe uma muda de roupa.
uma regata e um short.
ela: isso é o mais grande que meu filho tem, espero que sirva.
as do Ramón não iam caber em você kkkkk.
eu: pois é, o Ramón é magro e baixinho, acho que nada ia entrar kkkk.
ela: e como tá o pé???
ainda tá muito inchado.
eu: sim, não para de inchar como o médico disse, mas agora tá doendo mais.
ela: sim, é lógico com o tombo que você levou.
bom, agora come e toma uns mates pra eu te dar o remédio e depois você se banha.
os dois sentados na cozinha tomando uns mates e batendo papo sobre a vida.
como uma mãe atenta, ela segurava o gelo no meu tornozelo e acariciava meu pé.
isso estava me deixando com tesão.
mas bom, já era hora de tomar banho.
ela me acompanhou e abriu o chuveiro, me orientando como se fosse a primeira vez que estava me dando um banho.
ela: avisa quando terminar, assim eu pago o aquecedor e te ajudo a ir pra cozinha.
depois de um tempo no chuveiro, enquanto lavava o cabelo, percebi a porta entreaberta. óbvio que de onde eu estava não dava pra ver nada. mas pelo espelho consegui ver como ela estava me olhando.
ela não percebeu que eu a vi me observando.
mas continuei como se nada, talvez ela só tenha espiado pra ver se estava tudo bem e nada mais; pensei.
continuei meu banho como se não a visse.
vê-la ali parada me vendo tomar banho me excitou demais.
dava pra ver como ela olhava todo o meu corpo, já não mais com olhos maternais. assim que terminei de enxaguar, pude ver a porta se fechando bem devagar.
terminei de me banhar e me sequei, avisando que já tinha acabado.
alguns minutos depois, ela bateu na porta do banheiro.
ela: você tá pronto? conseguiu se secar bem???
eu: sim, já estou.
ela entrou no banheiro e examinou meu tornozelo, que estava mais inchado que antes.
ela: uiii, nenê, como está esse pé? tá doendo???
bom, se apoia no meu ombro e vamos até a sala.
fuck you o remédio e te passo a pomada.
eu: sim, mas estou bem (tentando parecer forte diante daquela mulher linda)
passei meu braço pelo pescoço dela e ela me levou até o sofá da sala.
por ser mais alto que ela, meu braço descia até seu peito. a cada mancada minha, minha mão roçava seus seios lindos.
ela não dizia nada e eu disfarçava.
ela me deu o comprimido e colocou uma cadeira na minha frente, abrindo as pernas e posicionando meu pé bem de frente pra sua buceta.
ela passou a pomada e, sem apertar, foi deslizando por toda a área inchada.
eu recliniei minha cabeça pra trás. tentando não demonstrar dor. ela: tá doendo, nenê? eu: sim, mas tá de boa, tô bem. ela: então relaxa e deixa comigo. vou passar o creme e fazer umas massagens pra passar logo. eu: obrigado, Sara, por ser tão boa comigo. sozinho em casa, eu estaria triste pelo campeonato e dolorido. ela: shhhh, não fala nada. Você é amigo do meu filho e pra mim não é nada. além do mais, assim me sinto útil e acompanhada pelo menos. mas chega, relaxa e deixa comigo. ela começou a passar o creme de menta gelada no meu tornozelo, como um ato reflexo, puxei o pé e esbarrei sem querer na buceta dela. Ela não se mexeu nem um pouco. Ela passou o creme bem de leve, fazendo círculos na inflamação. Cada vez que doía, meu pé se mexia e roçava na buceta dela de novo e de novo. Depois, ela começou a massagear mais pra cima, embaixo da panturrilha. Ela se moveu um pouco pra frente, apoiando a buceta diretamente no meu pé. Eu conseguia sentir o calor da virilha dela no meu pé. A calça social fina e a calcinha não impediam que eu sentisse aquele calor gostoso e o acolchoamento dos músculos vaginais. Ela se mexia com as massagens e, com o movimento, os atritos eram cada vez mais perceptíveis. Abri um pouco os olhos pra olhar pra ela. Ela estava com o olhar nas massagens, mas com os olhos semicerrados e mordendo o lábio inferior. A putinha tava usando meu pé pra se esfregar. Ela tava curtindo pra caralho. Como não sabia o que fazer, deixei rolar. Tudo isso tava me excitando. Tinha uma mulher se masturbando com meu pé e eu não sabia o que fazer. ela: nossa, meu Deus, essa inflamação me preocupa ainda mais. não se mexe, vou cuidar disso também. Esticando a mão, ela agarrou meu pau, que fazia uma barraca debaixo da minha calça. Ela pegou ele com a mão, sem tirar da calça, e... Apertou e começou a brincar com os dedos, abrindo e fechando a mão com uma leve puxadinha para cima.
eu: isso é muito melhor, mmmmmm.
ela: sou especialista em aliviar esse tipo de inflamação. só relaxa e deixa comigo.
eu: não poderia recusar, você é a especialista.
Ela sentou ao meu lado sem parar de tocar meu pau e se recostou um pouco. Com a mão, sem tocar muito para não irritar por causa do creme, libertou meu pau da opressão da calça.
ela: que pau gostoso, bebê, mmmmmm. é maior do que imaginei. você tem experiência com isso????
eu: sim, bastante. não se preocupa.
E, segurando-a pela nuca, fui baixando-a aos poucos. Sem usar as mãos, ela chupava meu pau com um ritmo e intensidade bons. Eu, segurando-a pelo cabelo e fazendo círculos com meus quadris bem devagar, fodia sua boca.
ela: filho da puta, que ritmo bom você tem, me deixa louca. onde aprendeu isso?
eu: gostou? nem imagina tudo que eu sei.
ela: mmmm, que interessante. já ficou com alguém mais velha como eu????
eu: sim, com minha tia do interior, entre outras maduras.
ela: com sua tia????
eu: sim, até tirei fotos transando com ela.
ela: eu sempre quis tirar fotos, mas o bêbado do meu marido tem vergonha.
eu: eu não tenho, e se quiser, eu me ofereço com prazer.
ela: não sei, tenho medo que meu filho veja.
eu: não se preocupa, ele não vai descobrir, e eu guardo onde ele não pode ver.
ela: mmmm, não sei!!!!!!! talvez outro dia... vamos para o meu quarto, assim você me mostra tudo que sabe fazer, e eu limpo as mãos. não aguento não te tocar.
Ela me ajudou a chegar ao quarto dela e entrou no banheiro. enquanto eu me despia na cama dele.
depois do banho, entrei no quarto do filho dela.
dava pra ouvir barulho de gavetas.
ela: meu filho não tem camisinhas nas gavetas.
tô com medo de fuder sem proteção.
eu: que camisinha ele vai ter se ainda é virgem.
não se preocupa, eu cuido de você, gostosa.
ela: não seja mau, não me chama assim.................
bom, olha o que a mamãe tem pra você.
tirando de trás das costas uma máquina fotográfica.
ela se encarregou de posicionar a câmera.
e programou ela pro momento certo.
voltou a chupar meu pau, mas dessa vez ajudando com as mãos.
as chupadas dela eram uma delícia pro meu pau, cada vez mais duro.
chupava e acariciava meu pau a todo vapor, me fazendo gozar que nem um louco. suas mãos acariciavam meu pau e minhas bolas.
Segurando ela pelo cabelo, puxei-a para perto de mim.
Nos beijamos enquanto, com uma mão, eu brincava com sua buceta e, com a outra, beliscava suavemente seus lindos mamilos duros.
Virei-a de costas e nos fundimos em um delicioso 69.
Chupei sua buceta, passando minha língua por seus lábios vaginais e terminando com pequenas chupadas. Lambia e chupava, percorrendo toda sua buceta encharcada.
Minha língua começou a explorar dentro dela.
Seus gemidos eram muito suaves e quentes.
Minha língua entrava e saía de sua buceta enquanto a ponta do meu nariz cutucava seu cuzinho.
Minha mão esquerda brincava com seu clitóris, deixando-a louca de prazer, e, para meu benefício, ela chupava meu pau incrivelmente bem.
Ela não se controlava, e meu pau chegava até onde sua garganta permitia.
Ela:
Nãooooo mmmm haha ha que prazer, nenê mmmmmm
Você é terrível ha hha a..................
Para mmmm para ai, meeeeeu, você vai me fazer gozar mmmmmm
haha ha ha para, por favor............................
haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.............................................
Sem deixá-la se mexer, segurei-a com um braço. Coloquei-a na posição que eu queria.
E com a outra mão, enfiei meus dedos dentro dela, enquanto minha boca chupava seu cuzinho.
Ela:
Haaaaaa vou gozar, nenê...................
ha ha ha sim mmmmm ayyyyyy vou gozar, vou gozarrrrr haaaa.
Ufffffff é incrível, nenê, deixa eu me acabar.
Nunca me fizeram assim ufffffffff.
Você me fez gozar sem me penetrar, meu Deus, não acredito.
Ela se deitou ao meu lado, ofegante e excitada, se abanando com as mãos.
Eu me ajoelhei na frente dela e comecei a brincar com meu pau em sua buceta quente e molhada.
Ela abriu bem as pernas para ser penetrada.
Meu pau Ele foi entrando sucemente até o fundo. Entrava e saía uma vez atrás da outra. Ela acompanhava meus movimentos. Pouco a pouco foi ficando cada vez mais forte. Ela se esticou e me passou a câmera para mais uma lembrança.
ela: tá bem, bebê??
eu: sim, mami.
ela: não goza dentro de mim, bebê.
não tô tomando nada e não quero engravidar.
eu: tranquila, mana, eu sei o que tô fazendo.
ela: aaaaaaai, não me chama de mami, me deixa muito excitada,,,,,,,
mmm, bebê, como você mete gostoso, meu Deus mmmmmm
isso tá me deixando louca mmmmmm.
adoro como você me come mmmmmmmmmmmmmmmm.
siiim, se você tivesse uma camisinha, eu diria pra me comer mais forte até goz.....................
fiz isso, comecei a meter nela o mais forte que pude.
ela: hahahahahah nãoaaaaa, não goza aaaaaaaaa
ai, meu Deus, bebê, você não pode foder assim sem gozaaaaaaaaaaaaaar
ha ha ha, não para, faz o que quiser, mas não para............
vou gozar outra................ vezzzzzzzzzzzzz.............................................
aaaaaa siim ha ha ha sim mmmm siiiiiii mmmmmmmmmmmm
mais mais mmmmm Deusssssssssssssssssssssssssssss mmmmmmmmmm
aaaaaa aaaaaaaa sim, que delíciaaaaaaaaa
acabou???? me diz que não????????
eu: não, mami, tranquila.
ela: não acredito.
metendo assim e você não gozou?
ela tirou e enfiou os dedos na buceta pra ver se tinha sêmen dentro.
eu: que desconfiada você é, mami.
ela: desculpa, bebê, é que é incrível.
meu marido goza rápido metendo assim.
eu: bom, eu não.
e agora, o que a gente faz? ainda quero foder.
ela: ok. vamos transar, bebê.
quero cavalgar em você, bebê.
me deitei de costas e ela montou em cima de mim.
muito suavemente, depois de se acomodar com uma mão.
ela foi descendo bem devagar, bem suavemente.
intensificando o ritmo, começou. buscando mais um orgasmo.
eu chupava seus peitos, a beijava, esquentando cada vez mais.
ela: huy, bebê, que puta que eu me sinto, adoro foder com você.
você é tão doce e quente ao mesmo tempo, vou te comer todos os dias da minha vida.
mmmm, seu pau é tão gostoso, mmmm.
você se move muito bem e me enche completamente, mmmmm........
você gosta??????
ha ha ha..........
por deus......................................................
eu: siiii, mamãe, mmmmm
eu adoro foder com você.
ela: siiii.............. mmmmm, meu deusoooo.
vou gozar de novo, haaaaaa haaaaaa
nessa posição, nossos orgasmos foram chegando um atrás do outro.
ela já não se preocupava se ia gozar ou não.
só aproveitava cada orgasmo.
eu: mamãe?
ela: sim, bebê, quer gozar???
eu: sim, mas no cuzinho, posso?
ela: ai não, bebê, seu pau é muito grande pro cuzinho da mamãe.
eu: vamos, mãe, deixa eu comer seu cuzinho apertado.
assim eu gozo dentro, fora não gosto.
ela: mas devagarinho, sim?
faz muito tempo que mamãe não faz por aí.
eu: sim, mamãe.
ela se posicionou de lado na cama, em pé, para que eu apoiasse o pé e pegasse a câmera.
ela mesma lubrificou seu cuzinho apertado, preparando-o para ser penetrado por aquele pau jovem que tanto a fez gozar.
seu cuzinho era apertadinho, quase fechado.
ela: lubrifica bem e tenta com um dedo primeiro, bebê.
com meu dedão, fui massageando. enquanto isso, deixava a baba escorrer do alto da minha boca.
pouco a pouco, fui enfiando.
enquanto ela me olhava por cima do ombro.
seus gestos eram indício de que gostava do meu jeito.
ela: sabe que estou impressionada com você, bebê não???
eu: por que, mami, me conta.
ela: porque você parece um menino inocente e bonzinho, mas transa com muita experiência.
posso te garantir que nem um cara mais velho transa tão bem quanto você.
e fico muito curiosa pra saber onde você aprendeu.
eu: depois do fuck eu te conto tudo.
ela: mmm quero saber tudo, tudinho mesmo
esses massagens na minha bunda são incríveis mmmmm
ufffff que filho da puta você é, menino mmmmmm
devagar com o dedo mmm isso menino assim...........mmmm
com a ponta do meu dedão, sem parar de massagear sua portinha. ia entrando e saindo.
tudo bem devagar.
deixando minha saliva escorrer, ia lubrificando cada vez mais aquele buraquinho tão apertado.
a primeira falange entrou e foi dilatando suavemente.
na segunda falange ela começou a gemer.
com meu dedão enterrado na sua bunda e com minha mão aberta, fechava e abria meus dedos massageando sua buceta.
ela: isso eu adoro, bebê, você é terrível com a mami haaaaa.
sinto que vou explodir mmmmm ha ha haaaaaaaa
assim, cuspe na bunda da mami mmmmmmmmmm
sua saliva quente entra no meu cuzinho e um pouco vai descendo até minha buceta mmmmm
hooooooooooooo diiiiiiiiiiiiiiiooooooooooooooooosssssssssssssssssssssssssssss
vou gozar de noooooovo...................... haaaaaaaaaa haaaaaaaa haaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
era hora do fuck. peguei meu pau ereto e levei até a entrada.
a cabeça do meu pau é muito maior que meu dedo, mas ele já tinha cumprido sua tarefa.
uma última cuspida caiu entre minha cabeça e sua bunda.
ela: devagar, bebê, já posso sentir a pressão ayyyyy.
uffffff uffffff devagar, menino, já sinto aquele formigamento e suas picadas como mil agulhas...
ayyyyy é muito grande, bebê, para ayyyy
uyyyyy de apois mmmmmm ai meu Deus...
eu: que rabão gostoso mmmmmm gata...
já quase entra a cabeça.
ela: devagar, meu bem, tá doendo muito em mim...
aiii não empurra aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
ela: aaaaaaaiiiiiiiii filho da puta, tá doendo aaaaaaaiiiiiiiii devagar devagar aiiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiii
minha pica entrava e saía devagar e lento, intensificando o ritmo.
dava pra sentir a buceta dela se dilatando e se adaptando ao tamanho da minha pica, que cada vez mais se enterrava no mais profundo do seu ser.
entre lágrimas e choramingos, ela não parava de receber enfiadas cada vez mais fundo.
a dor já era outra sensação que voltava a gerar prazer nela.
ela: vamos mudar de posição, tô muito desconfortável assim e você, cara, não acaba nunca.
com a câmera em outro ângulo e programada, ela se pôs de quatro para eu comer ela.
sua buceta já recebia com gosto aquela pica que se cravou até o fundo.
por mais de 25 minutos meu pau fez uma festa naquele cu. meu gozo começou a jorrar aos borbotões, entre meus gemidos.
depois de gozar, continuei comendo ele sem parar.
ficamos deitados nos beijando e comecei a contar de onde tinha aprendido tudo, prometi.
depois fomos tomar banho e voltamos pra sala.
eu fiquei de repouso vendo TV e ela foi cozinhar. 20 minutos depois chegou o marido, bem bêbado, e foi direto dormir.
depois de comer, fomos dormir juntos; o bêbado tava dormindo e nós transando a 3 metros dele.
com Sara aproveitei muitos encontros até que o bêbado descobriu.
desde aquele dia nunca mais vi meu ex-amigo, e o ex-bêbado, depois de descobrir, mudou a vida dele e da família.
parei de ver a Sara também, já que por vergonha, pra não perder a família, e ao ver a mudança do marido, ela optou pela vida em família.
ela tem as melhores lembranças de mim e eu dela.
---------------------------------------------------------Fim-----------------------------------------------------------------
ps: bom, espero que tenham gostado e que aproveitem.
espero seus comentários e pontos pra poder continuar relatando,
óbvio, tudo na boa,
todos os comentários serão respondidos e as perguntas também.
quem quiser mandar mensagens privadas será respondido.
desde já, muito obrigado.
------------------------------------------------------------------------------------------------maury-solo-yo
10 comentários - Sarita, a madura gostosa, mãe do meu amigo com fotos
van 10 puntitos. besitos
gracias por tus comentarios y tus puntos besitos