Vocês já conheceram a Gaby e a Marce. As irmãzinhas gostosas. Aqui continua a história de sempre, onde as putinhas se entregam só pra ter uma rola sempre por perto. Espero que vocês gostem.No dia seguinte, acordei sozinha na cama, só de fio dental e coberta com o lençol. Não tinha ninguém em casa, o Fer tinha saído, o que era estranho, já que era domingo. Umas 12h do meio-dia.
Tomei banho e vesti uma roupa confortável pra ficar em casa. Daí, pouco depois, meu marido chegou com uma sacola de comida e me cumprimentou com um beijo bem quente.
Sentamos pra comer, e ele não aguentou e puxou o assunto da noite anterior. Conversamos abertamente e vimos que curtiu pra caralho poder transar com outra pessoa. E que ele queria fazer isso há muito tempo.
Perguntei com quem mais ele queria fazer, e ele falou várias gostosas conhecidas dele, e citou minha outra irmã, Alejandra.
Alejandra é magrinha, barriga chapada e uma cintura linda, bunda bem empinada e definida. Peitões bons e loira igual a Marcela. Olhos verdes e pele branquinha. A novidade é que ela também já comeu o Claudio na época que éramos mais novos, naquelas festas onde todo mundo se pegava.
A Lucia sempre foi meio puta que nem a Marcela, foi a que mais transou na adolescência, mas agora, casada, não sabíamos como ela ia reagir à ideia de transar com a gente.
Decidimos que íamos explorar nossa sexualidade de boa, mas que antes de transar com outras pessoas, íamos falar com quem e depois contar a experiência.
Naquele domingo, a gente transou pra caralho, e tive uma ideia: mandar mensagens pra minha irmã Marcela e pedir pra ela mandar fotos dos peitos e da buceta dela pra deixar o meu marido com o pau duro. E claro, a puta da minha irmã topou. Ficamos nessa até umas 4h da tarde, quando resolvi sair pra ver se conseguia matar minha vontade de comer outra rola que não fosse a do meu marido.
Óbvio que tinha que sair com algo provocante, mas sem parecer tão puta como se fossem 2h da manhã. Então vesti algo meio esportivo. Uma legging azul hiper justa, bem enfiada no cu, daquelas que racham a bunda no meio, claro, culpa do fio dental pequenininho. Diminuto que eu vesti. A bunda tava bem marcada e dividida, e mal coberta por uma regata branca que tampava metade da minha raba e deixava ver o começo das minhas bandinhas do cuzão bem abertas. Minha cintura se destacava e meus peitos saltavam num decote bem pronunciado. Coloquei uma jaquetinha justa esportiva que mal fechava por causa dos meus peitos. Prendi o cabelo num rabo de cavalo e saí.
Fermando me olhou e perguntou se eu ia sair pra transar com alguém?
Eu olhei pra ele e falei, se isso acontecer, uma ligação minha vai chegar antes de enfiarem em mim pra ele saber que tão comendo a mulher dele.
Saí de casa com a ideia de esquentar qualquer pinto que aparecesse na minha frente e andei vários quarteirões mostrando a bunda como se fosse uma mina de 15 anos.
Cheguei numa esquina onde tinha dois caras andando de skate, uns caras de uns 18 anos ou menos. Eles falaram de tudo e eu, mais puta ainda, passei e sorri pra eles provocando. Quando cheguei na outra esquina, um deles me encarou e fez eu parar.
-Oi, gostosa, como você se chama?
-Gabriela, e você, lindo?
-Pablo
-Ah, olha só, e seu amiguinho?
-Alejandro
-E o que vocês tão fazendo por aqui, gritando coisas pras minas que passam?
-Nãoooo, só gritamos pra você porque você é a única mina gostosa que passou por aqui
Eu olhei pra ele mordendo o lábio enquanto o outro cara se aproximou e me cercaram, sem deixar que eu escapasse.
A rua tava vazia porque tava muito calor e cada um tava na sua casa sem botar o nariz na calçada.
Eu me joguei no cara e me transei como uma puta toda oferecida que quer transar a qualquer custo.
O outro me agarrou por trás e enfiou a mão entre minhas pernas, direto na minha buceta, eu abri as pernas e deixei ele tocar na minha xereca quente e molhada.
Eles me levaram pra uma escola que ficava a um quarteirão dali e a gente se enfiou num canto meio escondido. Os dois começaram a me apalpar e beijar, eu alternava entre eles e devorava aquelas bocas e línguas, enquanto minha boca lambia Os lábios de um deles, o outro beijava meu pescoço.
Nessa altura, minha jaqueta já tinha ido pro chão e meus peitos estavam pra fora do decote da minha regata. Eu peguei nas picas deles e foi aí que a cock de um deles me surpreendeu.
Não consegui evitar, mandei o outro guy embora e pro dono da cock grande falei:
— Pussy, que cock linda você tem, meu love.
O guy me olhou, baixou a calça e a cock dele ficou de fora. Era enorme e grossa. Não quis chupar, só queria ela dentro de mim. O outro queria me tocar, e eu mandava ele pastar. Só olhei enquanto eu abaixava a legging e, de thong, me apoiei na parede e senti aquela cock entrar na minha pussy molhada. Gritei igual uma slut no cio e me dediquei a levar uma boa fodida. O outro guy ficou nos olhando e se masturbava, espiando de vez em quando pra ver se não vinha ninguém.
Fazia tanto calor que era quase impossível ter gente na rua.
Comecei a sentir pena do outro guy, vendo o amigo me comendo e eu ignorando ele, embora deva admitir que a cock dele não era nada mal.
Puxei ele pra perto e comecei a chupar a cock dele; em poucos segundos, aquele esconderijo na rua virou uma sinfonia de gemidos. Dava pra ouvir carros passando de vez em quando enquanto uma cock violenta entrava e saía do meu cuzinho. Até que os guys trocaram de lugar, e a cock que eu chupava passou a entrar na minha pussy, e a picona foi pra minha boca. Bati uma punheta nela por um tempo, cuspi, lambi igual uma slutty. Minha mão quase não conseguia fechar naquela cock.
O que tava me comendo tirou ela de dentro de mim, e foi aí que senti uma língua no meu cu que me arrepiou toda, e tive que tirar a outra cock da boca pra soltar um gemido forte. O que veio depois foi foda: o guy que tava atrás de mim abriu bem minhas bandas do cu e meteu tudo de uma vez, me arrombou o ass, e eu arquei as costas e gritei bem alto. Meus olhos viraram branco, o guy apertava meus peitos e me puxou pelos cabelos. Eu tava louca e falei:
— Arromba meu ass, filho da slut, come meu cu, pendejoooooo.
O pendejinho acelerou o ritmo em poucos minutos. depois de uma foda violenta, ele começou a gozar no meu cu, senti jatos e mais jatos de porra entrando na minha buceta. Comecei a bater uma pra ele e chupar o pedaço que ele tinha até que ele encheu minha boca. Terminei de joelhos, meu cu vazando porra e minha carinha toda melada de cum também. Vesti minha roupa rápido e coloquei a legging de volta no cu, mas de presente deixei minha calcinha fio-dental pra esses caras baterem uma.
Escapuli deles como pude, porque eles continuavam me apalpando e beijando, e a qualquer momento alguém podia nos ver transando os três ali.
Precisava de mais ação. Precisava continuar trepando, então liguei pro Cláudio. Mas ele não atendia, liguei várias vezes e nada.
Até que na última tentativa, uma mulher atendeu, ofegante, e disse:
— Oi, irmãzinha.
Sim, minha irmã já estava trepando com meu amigo de novo, mas eu queria saber mais. Então continuei a conversa no telefone.
— Oi, gordinha, o que cê tá fazendo com o telefone do Clau?
— Atendi pra ele parar de ligar, porque atrapalha e desconcentra.
— Ah é? E o que vocês estavam fazendo?
— Trepando, trepando desde cedo.
— Ah é? Como vocês estão agora?
— Eu em cima dele, me mexendo devagar pra sentir o pau inteiro dele. Quer vir?
— Onde vocês estão?
— Na casa dele. Vem, temos uma surpresa pra você.
Não consegui resistir, então parti pra casa do nosso amigo, com o cu cheio de porra e com o olhar de todos os caras que me viam passar com essa legging enfiada no cu. Eu queria saber qual era a surpresa…
…continua
Tomei banho e vesti uma roupa confortável pra ficar em casa. Daí, pouco depois, meu marido chegou com uma sacola de comida e me cumprimentou com um beijo bem quente.
Sentamos pra comer, e ele não aguentou e puxou o assunto da noite anterior. Conversamos abertamente e vimos que curtiu pra caralho poder transar com outra pessoa. E que ele queria fazer isso há muito tempo.
Perguntei com quem mais ele queria fazer, e ele falou várias gostosas conhecidas dele, e citou minha outra irmã, Alejandra.
Alejandra é magrinha, barriga chapada e uma cintura linda, bunda bem empinada e definida. Peitões bons e loira igual a Marcela. Olhos verdes e pele branquinha. A novidade é que ela também já comeu o Claudio na época que éramos mais novos, naquelas festas onde todo mundo se pegava.
A Lucia sempre foi meio puta que nem a Marcela, foi a que mais transou na adolescência, mas agora, casada, não sabíamos como ela ia reagir à ideia de transar com a gente.
Decidimos que íamos explorar nossa sexualidade de boa, mas que antes de transar com outras pessoas, íamos falar com quem e depois contar a experiência.
Naquele domingo, a gente transou pra caralho, e tive uma ideia: mandar mensagens pra minha irmã Marcela e pedir pra ela mandar fotos dos peitos e da buceta dela pra deixar o meu marido com o pau duro. E claro, a puta da minha irmã topou. Ficamos nessa até umas 4h da tarde, quando resolvi sair pra ver se conseguia matar minha vontade de comer outra rola que não fosse a do meu marido.
Óbvio que tinha que sair com algo provocante, mas sem parecer tão puta como se fossem 2h da manhã. Então vesti algo meio esportivo. Uma legging azul hiper justa, bem enfiada no cu, daquelas que racham a bunda no meio, claro, culpa do fio dental pequenininho. Diminuto que eu vesti. A bunda tava bem marcada e dividida, e mal coberta por uma regata branca que tampava metade da minha raba e deixava ver o começo das minhas bandinhas do cuzão bem abertas. Minha cintura se destacava e meus peitos saltavam num decote bem pronunciado. Coloquei uma jaquetinha justa esportiva que mal fechava por causa dos meus peitos. Prendi o cabelo num rabo de cavalo e saí.
Fermando me olhou e perguntou se eu ia sair pra transar com alguém?
Eu olhei pra ele e falei, se isso acontecer, uma ligação minha vai chegar antes de enfiarem em mim pra ele saber que tão comendo a mulher dele.
Saí de casa com a ideia de esquentar qualquer pinto que aparecesse na minha frente e andei vários quarteirões mostrando a bunda como se fosse uma mina de 15 anos.
Cheguei numa esquina onde tinha dois caras andando de skate, uns caras de uns 18 anos ou menos. Eles falaram de tudo e eu, mais puta ainda, passei e sorri pra eles provocando. Quando cheguei na outra esquina, um deles me encarou e fez eu parar.
-Oi, gostosa, como você se chama?
-Gabriela, e você, lindo?
-Pablo
-Ah, olha só, e seu amiguinho?
-Alejandro
-E o que vocês tão fazendo por aqui, gritando coisas pras minas que passam?
-Nãoooo, só gritamos pra você porque você é a única mina gostosa que passou por aqui
Eu olhei pra ele mordendo o lábio enquanto o outro cara se aproximou e me cercaram, sem deixar que eu escapasse.
A rua tava vazia porque tava muito calor e cada um tava na sua casa sem botar o nariz na calçada.
Eu me joguei no cara e me transei como uma puta toda oferecida que quer transar a qualquer custo.
O outro me agarrou por trás e enfiou a mão entre minhas pernas, direto na minha buceta, eu abri as pernas e deixei ele tocar na minha xereca quente e molhada.
Eles me levaram pra uma escola que ficava a um quarteirão dali e a gente se enfiou num canto meio escondido. Os dois começaram a me apalpar e beijar, eu alternava entre eles e devorava aquelas bocas e línguas, enquanto minha boca lambia Os lábios de um deles, o outro beijava meu pescoço.
Nessa altura, minha jaqueta já tinha ido pro chão e meus peitos estavam pra fora do decote da minha regata. Eu peguei nas picas deles e foi aí que a cock de um deles me surpreendeu.
Não consegui evitar, mandei o outro guy embora e pro dono da cock grande falei:
— Pussy, que cock linda você tem, meu love.
O guy me olhou, baixou a calça e a cock dele ficou de fora. Era enorme e grossa. Não quis chupar, só queria ela dentro de mim. O outro queria me tocar, e eu mandava ele pastar. Só olhei enquanto eu abaixava a legging e, de thong, me apoiei na parede e senti aquela cock entrar na minha pussy molhada. Gritei igual uma slut no cio e me dediquei a levar uma boa fodida. O outro guy ficou nos olhando e se masturbava, espiando de vez em quando pra ver se não vinha ninguém.
Fazia tanto calor que era quase impossível ter gente na rua.
Comecei a sentir pena do outro guy, vendo o amigo me comendo e eu ignorando ele, embora deva admitir que a cock dele não era nada mal.
Puxei ele pra perto e comecei a chupar a cock dele; em poucos segundos, aquele esconderijo na rua virou uma sinfonia de gemidos. Dava pra ouvir carros passando de vez em quando enquanto uma cock violenta entrava e saía do meu cuzinho. Até que os guys trocaram de lugar, e a cock que eu chupava passou a entrar na minha pussy, e a picona foi pra minha boca. Bati uma punheta nela por um tempo, cuspi, lambi igual uma slutty. Minha mão quase não conseguia fechar naquela cock.
O que tava me comendo tirou ela de dentro de mim, e foi aí que senti uma língua no meu cu que me arrepiou toda, e tive que tirar a outra cock da boca pra soltar um gemido forte. O que veio depois foi foda: o guy que tava atrás de mim abriu bem minhas bandas do cu e meteu tudo de uma vez, me arrombou o ass, e eu arquei as costas e gritei bem alto. Meus olhos viraram branco, o guy apertava meus peitos e me puxou pelos cabelos. Eu tava louca e falei:
— Arromba meu ass, filho da slut, come meu cu, pendejoooooo.
O pendejinho acelerou o ritmo em poucos minutos. depois de uma foda violenta, ele começou a gozar no meu cu, senti jatos e mais jatos de porra entrando na minha buceta. Comecei a bater uma pra ele e chupar o pedaço que ele tinha até que ele encheu minha boca. Terminei de joelhos, meu cu vazando porra e minha carinha toda melada de cum também. Vesti minha roupa rápido e coloquei a legging de volta no cu, mas de presente deixei minha calcinha fio-dental pra esses caras baterem uma.
Escapuli deles como pude, porque eles continuavam me apalpando e beijando, e a qualquer momento alguém podia nos ver transando os três ali.
Precisava de mais ação. Precisava continuar trepando, então liguei pro Cláudio. Mas ele não atendia, liguei várias vezes e nada.
Até que na última tentativa, uma mulher atendeu, ofegante, e disse:
— Oi, irmãzinha.
Sim, minha irmã já estava trepando com meu amigo de novo, mas eu queria saber mais. Então continuei a conversa no telefone.
— Oi, gordinha, o que cê tá fazendo com o telefone do Clau?
— Atendi pra ele parar de ligar, porque atrapalha e desconcentra.
— Ah é? E o que vocês estavam fazendo?
— Trepando, trepando desde cedo.
— Ah é? Como vocês estão agora?
— Eu em cima dele, me mexendo devagar pra sentir o pau inteiro dele. Quer vir?
— Onde vocês estão?
— Na casa dele. Vem, temos uma surpresa pra você.
Não consegui resistir, então parti pra casa do nosso amigo, com o cu cheio de porra e com o olhar de todos os caras que me viam passar com essa legging enfiada no cu. Eu queria saber qual era a surpresa…
…continua
3 comentários - Sou a putinha de todo mundo (3ª parte)