Sou a putinha de todo mundo (3ª parte)

Vocês já conheceram a Gaby e a Marce. As irmãzinhas gostosas. Aqui continua a história de sempre, onde as putinhas se entregam só pra ter uma rola sempre por perto. Espero que vocês gostem.No dia seguinte, acordei sozinha na cama, só de tanguinha e coberta com o lençol. Não tinha ninguém em casa, o Fer tinha saído, o que era estranho, já que era domingo. Umas 12h do meio-dia.
Tomei banho e vesti uma roupa confortável pra ficar em casa. Daí, pouco depois, meu marido chegou com uma sacola de comida e me cumprimentou com um beijo bem quente.
Sentamos pra comer, e ele não aguentou e puxou o assunto da noite anterior. Conversamos abertamente e vimos que ambos gostamos de poder transar com outra pessoa. E que ele queria fazer isso há muito tempo.
Perguntei com quem mais ele queria fazer, e ele falou várias gostosas conhecidas dele, e citou minha outra irmã, a Alejandra.
A Alejandra é magra, barriga chapada e uma cintura linda, bunda bem empinada e definida. Peitões bons e loira igual a Marcela. Olhos verdes e pele branquinha. A novidade é que ela também comeu o Claudio na época, quando éramos mais novos, naquelas festas onde todo mundo se pegava.
A Lucia sempre foi meio putinha que nem a Marcela, foi a que mais transou na adolescência, mas agora, casada, não sabíamos como ela ia reagir à ideia de transar com a gente.
Decidimos que íamos explorar nossa sexualidade livremente, mas que antes de transar com outras pessoas, íamos falar com quem e depois contar a experiência.
Naquele domingo, transamos pra caralho, e me veio uma ideia: mandar mensagens pra minha irmã Marcela e pedir pra ela mandar fotos dos peitos e da buceta dela pra deixar o punheteiro do meu marido excitado. E claro, a puta da minha irmã topou. Ficamos nessa até umas 4 da tarde, quando resolvi sair pra ver se conseguia saciar meu apetite sexual em outra rola que não fosse a do meu marido.
Óbvio que eu tinha que sair com algo sugestivo, mas sem parecer tão puta, como se fossem 2 da manhã. Então vesti algo meio esportivo. Uma legging azul hiper ajustada, bem enfiada na bunda, daquelas que racham o cu no meio, claro, culpa da tanguinha pequena. Diminuto que eu vesti. A bunda tava bem marcada e dividida, e mal coberta por uma regata branca que tampava metade da minha raba e deixava ver o começo das minhas bandas do cú bem abertas. Minha cintura se destacava e meus peitos saltavam num decote bem pronunciado. Coloquei uma jaquetinha justa esportiva que mal fechava por causa dos meus peitos. Prendi o cabelo com um rabo de cavalo e saí.

Fernando me olhou e perguntou se eu ia sair pra transar com alguém?

Eu olhei pra ele e falei, se isso acontecer, uma ligação minha vai chegar antes de meterem em mim pra ele saber que tão comendo a mulher dele.

Saí de casa com a ideia de esquentar qualquer pinto que aparecesse na minha frente e andei vários quarteirões mostrando a bunda como se fosse uma mina de 15 anos.

Cheguei numa esquina onde tinha dois caras andando de skate, uns caras de uns 18 anos ou menos. Eles falaram de tudo e eu, mais puta ainda, passei e sorri pra eles provocando. Quando cheguei na outra esquina, um deles me encarou e fez eu parar.

-Oi gostosa, como você se chama?
-Gabriela, e você lindo?
-Pablo
-Ah, olha só, e seu amiguinho?
-Alejandro
-E o que vocês tão fazendo por aqui gritando coisas pras minas que passam?
-Nãooo, só gritamos pra você porque você é a única mina gostosa que passou por aqui

Olhei pra ele mordendo o lábio enquanto o outro cara se aproximou e me cercaram sem deixar eu escapar.

A rua tava vazia porque tava muito calor e cada um tava na sua casa sem botar o nariz na calçada.

Me joguei no cara e me passei como uma puta oferecida que quer transar a todo custo.

O outro me agarrou por trás e enfiou a mão entre minhas pernas direto na minha buceta, eu abri as pernas e deixei ele tocar na minha xota quente e molhada que eu tava.

Eles me levaram pra uma escola que ficava a um quarteirão dali e entramos num canto meio escondido. Os dois começaram a me apalpar e beijar, eu alternava entre eles e comia aquelas bocas e línguas, enquanto minha boca lambia Os lábios de um deles, o outro beijava meu pescoço.
Nessa altura, minha jaqueta já tinha ido pro chão e meus peitos estavam pra fora do decote da minha regata. Eu peguei nas picas deles e foi aí que me surpreendi com a cock de um deles.
Não consegui evitar e mandei o outro cara embora, e pro cara da cock grande eu falei:
— Pussy, que cock linda você tem, meu amor.

O cara me olhou, baixou a calça e a cock dele ficou de fora. Era enorme e grossa. Não quis chupar, só queria ela dentro de mim. O outro queria me tocar, e eu mandava ele embora. Só fiquei olhando enquanto eu baixava a legging e, de fio dental, me apoiei na parede e senti aquela cock entrar na minha pussy molhada. Gritei igual uma puta no cio e me dediquei a levar uma boa foda. O outro cara ficou olhando e se masturbando, espiando de vez em quando pra ver se não vinha ninguém.

Fazia tanto calor que era quase impossível ter gente na rua.
Comecei a sentir pena do outro cara, vendo o amigo me comendo e eu ignorando ele, embora eu tenha que admitir que a cock dele não era tão ruim assim.
Puxei ele pra perto e comecei a chupar a cock dele. Em poucos segundos, aquele esconderijo na rua virou uma sinfonia de gemidos. Dava pra ouvir carros passando de vez em quando enquanto uma cock violenta entrava e saía do meu cuzinho. Até que os caras trocaram de posição: a cock que eu tava chupando passou a entrar na minha pussy, e a pica grande foi pra minha boca. Fiquei batendo uma pra ela um tempo, cuspi, lambi igual uma puta. Minha mão quase não conseguia fechar naquela cock.

O cara que tava me comendo tirou a cock de dentro de mim, e foi aí que senti uma língua no meu cu que me fez tremer toda. Tive que tirar a outra cock da boca pra soltar um gemido forte. O que veio depois foi foda: o cara que tava atrás de mim abriu bem minhas nádegas e meteu tudo de uma vez. Ele abriu meu cu, e eu arquei as costas e gritei bem alto. Meus olhos viraram branco. O cara apertava meus peitos e me puxava pelos cabelos. Eu tava louca e falei:
— Arrebenta meu cu, filho da puta, me fode o cu, vagabundoooooo!

O moleque acelerou o ritmo em poucos minutos. depois de uma foda violenta, ele começou a gozar no meu cu, senti jatos e mais jatos de porra entrando na minha bunda. Comecei a bater uma pra ele e chupar o pedaço que tava até que ele encheu minha boca. Terminei de joelhos, meu cu vazando sêmen e minha carinha toda melada de porra também. Vestí minha roupa rápido e coloquei a legging de volta no rabo, mas de presente deixei minha calcinha fio dental pra esses caras baterem uma.
Escapuli deles como pude, porque eles continuavam me apalpando e beijando, e a qualquer momento alguém podia ver a gente transando os três ali.
Precisava de mais ação. Precisava continuar comendo, então liguei pro Claudio. Mas ele não atendia, liguei várias vezes e nada.
Até que na última tentativa, uma mulher atendeu, ofegante, e disse:
— Oi, maninha
Sim, minha irmãzinha já tava transando com meu amigo de novo, mas eu queria saber mais. Então continuei o papo no telefone.
— Oi, gordinha, o que cê tá fazendo com o telefone do Clau?
— Atendi pra ele parar de ligar, porque distrai e desconcentra.
— Ah é? E o que vocês tão fazendo?
— Transando, transando desde cedo.
— Ah é? Como vocês tão agora?
— Eu em cima dele, me mexendo devagarinho pra sentir a pica toda dele. Quer vir?
— Onde vocês tão?
— Na casa dele, vem, que a gente tem uma surpresa pra você.
Não deu pra resistir, então parti pra casa do nosso amigo, com o cu cheio de porra e com o olhar de todos os caras que me viam passar com essa legging enfiada no rabo. Eu queria saber qual era a surpresa...

...continua

3 comentários - Sou a putinha de todo mundo (3ª parte)

Me encantaria Los tres relatos quiero mas.... que puta que sos avisame cuando salgas que te espero en la esquina