Volviendo a sentir 2 (fotos)

Não me perguntem como essa história continuou, porque é quase igual a todas quando um dos dois começa um caso secreto. Eu nas nuvens, Pablo no trabalho, e ele nem desconfiava da minha mudança.

Dava pra dizer que voltei aos meus quinze anos, quando me apaixonei perdidamente pelo meu colega de colégio. Algo assim tava rolando comigo. Esperava ansiosa pelo meio-dia, quando ele parava pra almoçar. Combinamos com o Facu que nesse horário a gente se falava pelo WhatsApp. Só coisas lindas. Eu tava me convencendo de que esse guri de 22 anos tava, no mínimo, muito a fim de mim. Eram frases doces, eu não via a hora de chegar terça-feira pra vê-lo de novo. E em casa, nunca passou pela minha cabeça ir pra um motel. Queria ele na minha cama, no meu banheiro. Não trocava os lençóis porque o cheiro dele ficava impregnado neles, um cheiro que só eu sentia, porque Pablo tava no mundinho dele, do qual eu me sentia cada vez mais distante.

As relações com ele, até a chegada do Facu na minha vida, eram normais, puxando pra menos que normais. Se justificavam: primeiro, a rotina de tantos anos juntos, o trabalho dos dois, principalmente o dele, que por ser cirurgião vive no limite da tensão. Eu entendia.

Nossas duas transas semanais viraram uma só, e tediosa, quase obrigatória, eu diria. Eu curtia com a cabeça no Facu, que já ocupava meus pensamentos, talvez até demais.

Meu amor pelo Pablo não tava em questão. Ele era o homem da minha vida, disso eu tinha certeza. Compartilhávamos muita coisa em comum, além do nosso casamento. O fato de não termos filhos fez com que, mesmo sem ter chegado essa fase, a gente se tornasse mais parceiro, nós dois, juntos, sozinhos, em muitos aspectos — menos no sexual. Claro.

Até cheguei a pensar se o Pablo não tava vivendo uma situação parecida com a minha. E, claro, como toda mulher, comecei a investigar com cuidado, com colegas de trabalho em comum, na clínica, no hospital. Eu tinha várias aliadas pra essas paradas, e, sinceramente, não notavam nada de suspeito no Pablito, só o trabalho, do qual ele era muito responsável.
Minhas terças-feiras se tornaram únicas. Uma delas, quando o sol tava lindo, a gente se encontrou na Reserva, eu de bike, ele correndo, e claro, terminamos no nosso cantinho. Dessa vez a gente trepou que nem uns loucos, sem ligar se alguém nos via. Éramos só nós e mais ninguém.

Facu também tinha muita atividade: de manhã até as 2 trabalhava no negócio do pai, e de tarde na faculdade, que ficava bem perto, engenharia, no bairro. Então, várias noites, depois que o Pablo dormia, eu esperava ele no portão de casa e dava uns boquetes gloriosos no pau dele. Ele ficava doido, toda a porra gostosa dele era pra mim, adorava tomar o leite dele que jorrava aos borbotões. Fazia umas loucuras de adolescente, mas tava feliz.

Numa terça-feira, ele apareceu com um presente: era uma medalhinha simples, de um santo que a família toda era devota. Ele disse: "Pega, vou colocar uma igual. É pra selar nosso amor escondido." E completou:
— Como você diz, sou um piegas, mas se um dia, por qualquer motivo, eu não te ver mais, quero que guarde essa medalhinha. Eu nunca mais vou tirar a minha, porque nunca quero te esquecer.
— Você é um piegas, mas divino — e a gente se beijou apaixonadamente.

Facu completava a outra parte da minha vida que tava faltando, era o macho alfa que eu precisava.

Pablo me surpreendeu na sexta, quando disse que tinha reservado uma mesa num restaurante super na moda pra sábado. "Se arruma, fica gostosa", ele falou. Fazia um tempão que a gente não saía só pra jantar, me surpreendeu pra caralho, mas também me assustou. Tinha algo a mais, eu pressentia.

O lugar era lindo, o ambiente também, todo mundo bem vestido. Jantamos, conversamos sobre várias coisas que temos em comum, sobre as próximas férias, pra onde iríamos. Tava tudo ótimo, com certeza a noite ia terminar como há muito tempo não terminava: com uma boa sessão de sexo.

Ele pediu uma taça de champanhe e começou:
— Naty, queria... Te contar uma coisa que tá martelando na minha cabeça há muito tempo.
- Huuuui, não me assusta.
- Quero que a gente inclua alguém no casal, que a gente faça um menage.
- Tá falando de alguém pra foder??????
- Sim, quero que te comam e eu ficar te olhando................

Naquela noite a gente trepou como não fazia há anos.Volviendo a sentir 2 (fotos)

trios

11 comentários - Volviendo a sentir 2 (fotos)

Diosaaa!!! Terribles tus relatos..podria decir q soy fanatico tuyo..!!
sos una belleza escribiendo...ni hablar en las fotos. Van puntos, empiezo a seguirte y te invito a pasar por mis post, saludos!!
Escribís muy bien Y TENES UN FÍSICO TREMENDO DIOSA DEJÓ PUNTOS
uhfff!!!hermoso relato!!me exploto la verga!!estas hermosa mujer!!q ganas de comerte toda x dias enteros