Era um dia normal, como toda semana, a rotina de ir pro trampo, voltar no almoço pra comer e voltar pro trabalho de novo, e é isso... Um dia, voltando pro serviço depois de ter almoçado em casa, eu sempre cumprimentava uma vizinha (vamos chamar ela de Senhora "S"). Depois daquele dia, comecei a sair no mesmo horário pra cruzar com ela no caminho, já que ela voltava do trabalho dela. Nos primeiros dias, percebi que ela me cumprimentava meio tímida, o que era óbvio, já que ela é casada, tem dois filhos e mora do lado da minha casa. Bom, os dias foram passando e um dia eu vejo ela vindo de longe, paro e acendo um cigarro. Minha mente perversa começou a imaginar tudo que eu faria com ela, e minha pica ficou tão dura que não dava pra disfarçar. Sem perceber, ela já tava do meu lado me cumprimentando como todo dia. Quando vi que ela tinha chegado bem perto, me joguei e, com um giro, encostei o volume na mão dela, que tava segurando a bolsa. Sem palavras, só trocando olhares, falo:
— Oi "S", como cê tá?
Com um sorrisinho, ela responde:
— Não tão mal quanto você...
Fiquei em silêncio por uns segundos que pareceram uma eternidade, e falo:
— É admirável como a vida sorri pra você.
Entre risadas nervosas, ela entrou no meu jogo:
— Nem tanto, às vezes ela fica meio sem graça.
Respondeu com aquele sorriso que me deixava besta, e eu falo:
— E nem tudo são flores, imagino a vida de casada.
Ela arregalou os olhos e disse:
— Cê sabe de nada, Dude.
Meio irritada, ela se virou e, com a mão aberta, roçou no meu volume e foi embora sem falar nada e sem olhar pra trás. Naquele dia, cheguei no trabalho pensando no que poderia falar no dia seguinte, já que sempre cruzava com ela e era aquele cumprimento de 2 ou 3 minutos de conversa todo dia.
No dia seguinte, vi ela vindo com uma legging preta que marcava a tanga branca com flores e um decote que mostrava metade dos peitos — ela não tem muita peitoca, mas tinha se vestido muito excitante, como nunca tinha visto ela vestida antes. - "S", como você está hoje?
Fingindo de bobo, sem dar importância pra como ela estava vestida.
Ela se aproximou de mim, me beijou no rosto, nunca senti os lábios dela tão carnudos, já tava imaginando ela chupando minha pica.
"S" - Oi Nico, como você está hoje? Como você me vê?
Eu - Super bem, te falei kkkk
"S" - Não te vejo igual ontem, o que houve?
Eu - Não sei do que você tá falando
"S" - Para de se fazer de bobo, já somos adultos
Eu - Se somos adultos, por que continua com indiretas?
"S" - Quero ter certeza se é o que eu penso pra me arriscar, já que tenho muito a perder
Eu - Não perderia nada, só a chance de aproveitar algo a mais
"S" - Que oferta você tem que me tente?
Eu - Você já sentiu ontem, então já sabe
"S" - Dou a volta no quarteirão e te espero na praça, vai pelo outro lado
Eu - OK
Chego na praça, onde na frente não tem casa, só um terreno baldio, e vejo ela. Sentei no banco, ela senta do meu lado e, sem falar nada, beijo ela na boca. Ela enfia a língua até minha garganta, muito tesuda. Mando a mão entre as pernas dela e notei que ela deu um pequeno suspiro, já tava molhada. Ela enfia a mão por dentro da minha calça e começa a me bater uma punheta tão forte que eu não aguentava a excitação. Baixei a calça e enfiei na boca dela de uma vez. A gente se escondia com os carros, e tive sorte que nesses 5 minutos não passou ninguém na rua. Ela me fez gozar pra caralho. Ela tirou a mão toda molhada da minha calça e limpou tudo com a boca. Levantou e disse: "Amanhã saio mais cedo e vamos pra outro lugar". Subiu rápido no carro dela e foi embora...
No terceiro dia, saí cedo do trabalho e não fui pra casa comer como sempre fazia. A gente tinha combinado de ir direto pra um hotel.
Entramos no hotel e, sem falar nada, já estávamos transando desenfreadamente. Fizemos em todas as posições que você pode imaginar: de quatro, em pé, sentados, contra o sofá, na mesinha de cabeceira. Ela ficava tão molhada que o fluido escorria pela perna dela, e notei que eu... Continuei duro e sem conseguir gozar, e ele/ela se ajoelhou pra chupar minha pica e falou com uma voz de puta sem vergonha:
— Enche minha boca de porra.
Comecei a enfiar a pica até a garganta, praticamente comendo a boca dele/dela, e fiquei tão excitado que enchi a boca dele/dela de porra. Vi que ele/ela abriu a boca, olhou pra mim de baixo e engoliu tudo. Depois pegou minha pica e me deu uma limpada tão boa que nem precisei ir lavar. Deixou limpinha, a putinha.
— Adorei, fazia tempo que não me comiam assim.
— Haha, obrigado, digo o mesmo.
Nos vestimos e saímos rápido do hotel. Deixei ele/ela perto do trabalho e voltei pro meu.
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Espero que tenham gostado. Se quiserem mais histórias, vou postando aos poucos. Abraços.
— Oi "S", como cê tá?
Com um sorrisinho, ela responde:
— Não tão mal quanto você...
Fiquei em silêncio por uns segundos que pareceram uma eternidade, e falo:
— É admirável como a vida sorri pra você.
Entre risadas nervosas, ela entrou no meu jogo:
— Nem tanto, às vezes ela fica meio sem graça.
Respondeu com aquele sorriso que me deixava besta, e eu falo:
— E nem tudo são flores, imagino a vida de casada.
Ela arregalou os olhos e disse:
— Cê sabe de nada, Dude.
Meio irritada, ela se virou e, com a mão aberta, roçou no meu volume e foi embora sem falar nada e sem olhar pra trás. Naquele dia, cheguei no trabalho pensando no que poderia falar no dia seguinte, já que sempre cruzava com ela e era aquele cumprimento de 2 ou 3 minutos de conversa todo dia.
No dia seguinte, vi ela vindo com uma legging preta que marcava a tanga branca com flores e um decote que mostrava metade dos peitos — ela não tem muita peitoca, mas tinha se vestido muito excitante, como nunca tinha visto ela vestida antes. - "S", como você está hoje?
Fingindo de bobo, sem dar importância pra como ela estava vestida.
Ela se aproximou de mim, me beijou no rosto, nunca senti os lábios dela tão carnudos, já tava imaginando ela chupando minha pica.
"S" - Oi Nico, como você está hoje? Como você me vê?
Eu - Super bem, te falei kkkk
"S" - Não te vejo igual ontem, o que houve?
Eu - Não sei do que você tá falando
"S" - Para de se fazer de bobo, já somos adultos
Eu - Se somos adultos, por que continua com indiretas?
"S" - Quero ter certeza se é o que eu penso pra me arriscar, já que tenho muito a perder
Eu - Não perderia nada, só a chance de aproveitar algo a mais
"S" - Que oferta você tem que me tente?
Eu - Você já sentiu ontem, então já sabe
"S" - Dou a volta no quarteirão e te espero na praça, vai pelo outro lado
Eu - OK
Chego na praça, onde na frente não tem casa, só um terreno baldio, e vejo ela. Sentei no banco, ela senta do meu lado e, sem falar nada, beijo ela na boca. Ela enfia a língua até minha garganta, muito tesuda. Mando a mão entre as pernas dela e notei que ela deu um pequeno suspiro, já tava molhada. Ela enfia a mão por dentro da minha calça e começa a me bater uma punheta tão forte que eu não aguentava a excitação. Baixei a calça e enfiei na boca dela de uma vez. A gente se escondia com os carros, e tive sorte que nesses 5 minutos não passou ninguém na rua. Ela me fez gozar pra caralho. Ela tirou a mão toda molhada da minha calça e limpou tudo com a boca. Levantou e disse: "Amanhã saio mais cedo e vamos pra outro lugar". Subiu rápido no carro dela e foi embora...
No terceiro dia, saí cedo do trabalho e não fui pra casa comer como sempre fazia. A gente tinha combinado de ir direto pra um hotel.
Entramos no hotel e, sem falar nada, já estávamos transando desenfreadamente. Fizemos em todas as posições que você pode imaginar: de quatro, em pé, sentados, contra o sofá, na mesinha de cabeceira. Ela ficava tão molhada que o fluido escorria pela perna dela, e notei que eu... Continuei duro e sem conseguir gozar, e ele/ela se ajoelhou pra chupar minha pica e falou com uma voz de puta sem vergonha:
— Enche minha boca de porra.
Comecei a enfiar a pica até a garganta, praticamente comendo a boca dele/dela, e fiquei tão excitado que enchi a boca dele/dela de porra. Vi que ele/ela abriu a boca, olhou pra mim de baixo e engoliu tudo. Depois pegou minha pica e me deu uma limpada tão boa que nem precisei ir lavar. Deixou limpinha, a putinha.
— Adorei, fazia tempo que não me comiam assim.
— Haha, obrigado, digo o mesmo.
Nos vestimos e saímos rápido do hotel. Deixei ele/ela perto do trabalho e voltei pro meu.
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Espero que tenham gostado. Se quiserem mais histórias, vou postando aos poucos. Abraços.
5 comentários - Encontro com minha vizinha gostosa