Primeiro passo...

Acordava-me do efeito das duas pastilhas rosa que me haviam convidado ao entrar no bar, sentia algo estranho mas gostava, ainda atontada vejo cada uma de minhas mãos apoiadas uma de cada lado na parede, era um cubículo pequeno, supusse que era um banheiro, o prazer se fazia mais intenso e mais pontual, sob a mirada, ela, se ela, a companheira de zumba que me partiu a cabeça apenas a vi estava chupando meu... Não entendia como chegamos lá, assim, mas não ia parar... Um pouco mais desperta pude concentrar toda minha atenção nessa língua e em esses lábios que trabalhavam sem parar para dar-me prazer... A agarre dos cabelos e a hundí mais, ela pressionou, chupou e sugou mais, acabei na sua boca.

A levante dos cabelos e beijei... esse primeiro beijo -para mim- encendiu todos meus instintos lésbicos um tanto reprimidos... nos beijamos apasionadamente.

A mirei e ela não podia me mirar, levantei sua cabeça com meu dedo indicador sob sua orelha, e disse-lhe que não passava nada, que era o presente mais bonito que ninguém fazia muito tempo me dava. Balbuciei que não sabia como havia passado, de seu namorado, das meninas do grupo, do que diriam... A rua com um pico e disse-lhe que vamos para casa... aceitei sem mais.

Saiusemos do banheiro do bar (ainda estávamos lá) a escondidas e subimos ao meu carro, enquanto dirigia perguntei-lhe se ela havia tomado as pastilhas que repartiu Dana, respondeu-me que não, apenas estava um pouco bêbada e um pouco zangada (falava do banheiro), disse-lhe que eu sim e que lamentava muito mas não me lembrava de nada desde tomar as pastilhas até ver ela e sentir ela chupando-me como uma louca, pôs-se corada. Saquei a mão do volante e acariciei-lhe dizendo que me contasse sem temor (ela e eu apenas nos cumprimentávamos na classe do ginásio, não temos muita relação, algumas olhares fulminantes, algum cruce de palavras mas nada mais).

Contou-me que estávamos todas bailando, que após se tomar todo o fernet sozinha e com o fumo do cigarro, as luzes, o O encerramento começou a desmoronar e decidiu ir ao banheiro, avisando Nancy que estava fazendo besteira comigo (não sabia o quê estava fazendo) para que ela me acompanhasse e esta saiu xingando, então ofereço acompanhá-la eu. Já no banheiro perguntei-lhe o que havia acontecido e ao contar-me recomendou que se lavasse a nuca, apoie suas mãos na pila e a cabeça próxima à canaleta e pediu que eu fizesse isso, realizando-o ela disse que comecei a acariciar suavemente a nuca, que à medida que se recuperava sentia algo mais, me pushei quente disse (e voltou a ficar vermelha). Sorri. -Vos me agrada há muito tempo, mas qual é sua situação e sempre tente respeitá-la-. Ela respondeu que não me culpava, que ela havia beijado, agarrou minha cara e beijou-me, disse que morria de vontade de fazer isso e aproveitou a desinibição que o álcool nos proporciona para fazê-lo. Mas que no banheiro eu a meti eu, empurrando-a quase, agarrando sua cabeça e continuando a beijá-la, desesperadamente quase, que assim baixei até seu pescoço, desprendendo sua blusa, lambendo seus seios e barriga, subi pelo mesmo caminho beijando-a e pedi-lhe que me chupasse o meu... (pussy) após voltar a beijá-la. Diz que susurrou no meu ouvido onde estávamos e que nunca havia feito isso antes, e que lhe respondi para fazer assim mesmo, que não importava, que eu precisava. Seu relato, sua forma de contar e lembrar fazendo-o me estavam aquecendo mais. -Não se notou nada que foi a primeira vez-, disse-lhe. Chegamos em casa, descemos e ao entrar agarrei sua mão e empurrei-a contra a porta, olhei para ela e perguntei:-sabes o que estás fazendo?. Ela respondeu que sim e me beijou.Primeiro passo...

10 comentários - Primeiro passo...

Hermosa historia muy buen comienzo . Donde terminaran las dos de ahora en mas