PARTE 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3030169/Tequila-y-Sogas-con-Daniela.htmlPARTE 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3042038/Tequila-y-Sogas-con-Daniela-Parte-2.htmlO barulho do meu celular me acordou, peguei ele como pude e me surpreendi ao ver quem tava ligando: Alejandra. — Alô?? — falei, mais sonolento que outra coisa. — Oi, deixa eu te perguntar uma coisa: a puta da minha irmã tá aí com você?? — ela tava meio puta. — Tá sim, quer falar com ela? — tentei me ajeitar. — Não, deixa, seu filho da puta. A outra nem me falou onde tava e sumiu. Bom, pelo menos sei que tá com você. Tchau — desligou na minha cara. A verdade é que ela não curte nada eu comer a irmã dela.
Fiquei cochilando mais um pouco abraçado com a Daniela, que nem tinha percebido a ligação. Depois, quando acordei, encontrei a Daniela andando pelada pelo apê. — Ah, acordou, hein!! — ela falou. — Bom, cê me leva pra casa depois?? — perguntou, cruzando os braços. — Levo, mas vai te custar mais uma surra agora, se é que eu não vou arrebentar sua buceta de vez. — Ela se virou e deu uns tapas na própria raba. — Também não é como se você tivesse rasgado minha bunda, no fim cê se acha o máximo e eu aguentei tudo — que metida e descolada ela é. Decidi que era hora de baixar a bola dela de vez.
Levantei de repente, fui até ela e joguei ela em cima da cama. — Cansei dessa porra, garota!! Tô de saco cheio dessa atitude de merda — abri bem as pernas dela e segurei as mãos dela atrás das costas. — Para, bruto!! Assim não!! — ela se debatia um pouco. — Agora você vai embora com a bunda bem arrombada — consegui imobilizar ela direito, peguei o lubrificante e joguei na bunda dela. — Não!! Me larga, chega!!! — eu dei três ou quatro tapas bem fortes e encaixei meu pau na bunda dela e comecei a meter. — Aii, paraaahh, não aguentooohh — os gemidos dela abafavam os protestos, e eu metia sem piedade. — Vai se comportar direito?? Vai começar a me respeitar mais?? Responde, puta!!! — dava tapas enquanto comia ela mais forte. Ela gemia mais alto, a bunda dela era uma delícia. Meti por um tempo até encher o cu dela de porra. — Uffa, que delícia — me soltei. — Ai, chega — ela falou ofegante. Peguei as cordas e amarrei as mãos dela de novo nas costas. — Não, chega!! Por favor!!! — dei outro tapa nela. — Não Entendeu? Vou te foder até ficar seco - puxei os cabelos dela e ajeitei ela bem em cima de mim - Vou te fazer gritar - comecei a brincar com os peitos dela - Tô sentindo a bunda melada, me solta!!! - ela falou com voz meio de menina - Não, vou arrebentar teu rabo, mocinha, você se fez de marrenta, agora aguenta - apertei os bicos dos peitos dela, arranquei um gemido gostoso.
Minhas mãos desceram até a buceta dela, tava mais encharcada do que nunca - opa, cê gosta de ser tratada como puta, gosta do rigor - enfiei bem os dedos na buceta, ela soltou um gemido. Fiquei bolinando a buceta dela um tempão até meu pau subir de novo, ouvir ela gemer foi foda, com os dedos tirei um orgasmo lindo dela, soltei ela e caiu na cama. Meu pau já tava duro, entrei pra foder ela de novo, ela gemia mais forte, o cu dela tava afrouxando - Vai se comportar, puta?? Não respondeu!! - dei duas estocadas fortes - Não, não vou me comportar - ela falou com voz de doida - Vou me comportar pior pra você me comer mais forte - me deixou sem reação com o que disse, mas me deixou mais louco - Ah, cê gosta assim então - fodia ela com tudo, ela gritava descontrolada - Sim, ahh, arrebenta meu cu - Daniela pirou de vez, enchi ainda mais o cu dela de porra - Ahhh, sente, sente como eu te encho - ela gritou que nem uma louca, depois de ficarmos parados uns segundos, tirei o pau do cu dela, escorreu porra pra caralho e puxei ela pelos cabelos, ela toda suada e com um sorriso perverso me olhou desafiando e enfiei o pau na boca dela, comi a boca dela gostoso, ela se deixava, meu pau endureceu de novo rapidinho e ela encheu ele de saliva, ela me olhava sorrindo - Tô me comportando muito mal, né?? - levei ela pelo braço até o sofá, desamarrei ela.
- Agora você vai saber o que é bom!! - ela ria, me ajeitei no meio e agarrei ela pela cintura, subi ela em cima de mim e encaixei o pau na entrada do cu dela - Vai continuar me fodendo, hein?? - continuava me desafiando - Sabe que sim, né?? Vou te arrebentar toda por puta que você é sos—eu bati ela pra baixo pra enfiar de uma vez, mas aquele cu já tava bem aberto, entrou sem problema, ela soltou um gemido leve, segurei firme nas pernas dela e meti com tudo, ela gemia e gritava, em pouco tempo gozou —Vou me comportar pior de agora em diante pra você me castigar mais!!!— ela disse e começou a pular frenética no meu pau, me fez gozar na hora. Ficamos exaustos no sofá, não sei quando dormi.
Acordei umas 4 da tarde. A Daniela saía do banho recém-lavada —Ai, mano, você literalmente arrombou minha bunda— eu levantei de repente, tava todo sujo dela, de mim, de tudo —Deixa eu ver??— virei ela e notei o cu todo irritado e bem aberto, não aguentei e comecei a chupar devagar, com a língua bem babada na bunda —Não, o que você tá fazeeendo, mmh, tô ardendo— eu lambia devagar o cu febril e totalmente aberto, mas pra mim era um manjar, a toalha caiu no chão e uma das minhas mãos começou a brincar com a pussy dela, ela ficou toda molhada —Não, para, não continua!!!— num instante ela tava deitada na toalha e eu tava devorando a pussy dela —Continua, mmh, assim, continua, me come toda— a Dani já tava entregue de novo, me ajeitei bem e comecei a foder a pussy dela, enquanto beliscava os mamilos dela no vai e vem das estocadas, ela gozou pela última vez no dia e eu, por trás, joguei a pouca porra que me restava nos peitos dela —Que malvado!! Tenho que tomar banho de novo!!— ela dizia espalhando a porra nos próprios seios —Não, se fodeu, agora vou tomar banho eu— entrei no banho, relaxei tudo, tava doendo a vida inteira e principalmente o pau, fazia tempo que não comia tão violentamente, quando saí, a Daniela tava esperando pra tomar um segundo banho. Depois de arrumar tudo, levei ela pra casa.
Durante a viagem, achei muito engraçado ver ela sentada bem de lado —Te falei que você ia embora com o cu arrombado— ela me mostrou o dedo do meio —Mano, você me destruiu, não vou conseguir sentar direito por um mês, mais ou menos— eu Comecei a rir. —Pode ser que eu goste de você, você gemia que nem uma putinha e pedia mais— ela ficou vermelha —como assim você vai se comportar pior pra eu te castigar mais??— ela sorriu —Sim, ninguém me come assim, eu gosto de ser dominada— eu ria —Da próxima vou te dominar melhor e com a minha mulher— ela não disse nada —Um ménage, hmm, não me desagrada a ideia— Eu já tava imaginando o que ia rolar —Bom, minha princesa que se comporta mal, aí está sua casa— a gente tinha chegado —Quando se comportar mal, me avisa que eu ponho você na linha— ela saiu do carro depois de me beijar. Parei pra ver ela indo embora e como ela andava, enfiando a bunda pra dentro.
Me senti um campeão. Contei pra minha mina por mensagem, até que ela mandou:
"Você vai ter que me castigar assim, porque eu me comportei muito, mas muito mal, hein."
Espero que tenham gostado.
Abraços.
Fiquei cochilando mais um pouco abraçado com a Daniela, que nem tinha percebido a ligação. Depois, quando acordei, encontrei a Daniela andando pelada pelo apê. — Ah, acordou, hein!! — ela falou. — Bom, cê me leva pra casa depois?? — perguntou, cruzando os braços. — Levo, mas vai te custar mais uma surra agora, se é que eu não vou arrebentar sua buceta de vez. — Ela se virou e deu uns tapas na própria raba. — Também não é como se você tivesse rasgado minha bunda, no fim cê se acha o máximo e eu aguentei tudo — que metida e descolada ela é. Decidi que era hora de baixar a bola dela de vez.
Levantei de repente, fui até ela e joguei ela em cima da cama. — Cansei dessa porra, garota!! Tô de saco cheio dessa atitude de merda — abri bem as pernas dela e segurei as mãos dela atrás das costas. — Para, bruto!! Assim não!! — ela se debatia um pouco. — Agora você vai embora com a bunda bem arrombada — consegui imobilizar ela direito, peguei o lubrificante e joguei na bunda dela. — Não!! Me larga, chega!!! — eu dei três ou quatro tapas bem fortes e encaixei meu pau na bunda dela e comecei a meter. — Aii, paraaahh, não aguentooohh — os gemidos dela abafavam os protestos, e eu metia sem piedade. — Vai se comportar direito?? Vai começar a me respeitar mais?? Responde, puta!!! — dava tapas enquanto comia ela mais forte. Ela gemia mais alto, a bunda dela era uma delícia. Meti por um tempo até encher o cu dela de porra. — Uffa, que delícia — me soltei. — Ai, chega — ela falou ofegante. Peguei as cordas e amarrei as mãos dela de novo nas costas. — Não, chega!! Por favor!!! — dei outro tapa nela. — Não Entendeu? Vou te foder até ficar seco - puxei os cabelos dela e ajeitei ela bem em cima de mim - Vou te fazer gritar - comecei a brincar com os peitos dela - Tô sentindo a bunda melada, me solta!!! - ela falou com voz meio de menina - Não, vou arrebentar teu rabo, mocinha, você se fez de marrenta, agora aguenta - apertei os bicos dos peitos dela, arranquei um gemido gostoso.
Minhas mãos desceram até a buceta dela, tava mais encharcada do que nunca - opa, cê gosta de ser tratada como puta, gosta do rigor - enfiei bem os dedos na buceta, ela soltou um gemido. Fiquei bolinando a buceta dela um tempão até meu pau subir de novo, ouvir ela gemer foi foda, com os dedos tirei um orgasmo lindo dela, soltei ela e caiu na cama. Meu pau já tava duro, entrei pra foder ela de novo, ela gemia mais forte, o cu dela tava afrouxando - Vai se comportar, puta?? Não respondeu!! - dei duas estocadas fortes - Não, não vou me comportar - ela falou com voz de doida - Vou me comportar pior pra você me comer mais forte - me deixou sem reação com o que disse, mas me deixou mais louco - Ah, cê gosta assim então - fodia ela com tudo, ela gritava descontrolada - Sim, ahh, arrebenta meu cu - Daniela pirou de vez, enchi ainda mais o cu dela de porra - Ahhh, sente, sente como eu te encho - ela gritou que nem uma louca, depois de ficarmos parados uns segundos, tirei o pau do cu dela, escorreu porra pra caralho e puxei ela pelos cabelos, ela toda suada e com um sorriso perverso me olhou desafiando e enfiei o pau na boca dela, comi a boca dela gostoso, ela se deixava, meu pau endureceu de novo rapidinho e ela encheu ele de saliva, ela me olhava sorrindo - Tô me comportando muito mal, né?? - levei ela pelo braço até o sofá, desamarrei ela.
- Agora você vai saber o que é bom!! - ela ria, me ajeitei no meio e agarrei ela pela cintura, subi ela em cima de mim e encaixei o pau na entrada do cu dela - Vai continuar me fodendo, hein?? - continuava me desafiando - Sabe que sim, né?? Vou te arrebentar toda por puta que você é sos—eu bati ela pra baixo pra enfiar de uma vez, mas aquele cu já tava bem aberto, entrou sem problema, ela soltou um gemido leve, segurei firme nas pernas dela e meti com tudo, ela gemia e gritava, em pouco tempo gozou —Vou me comportar pior de agora em diante pra você me castigar mais!!!— ela disse e começou a pular frenética no meu pau, me fez gozar na hora. Ficamos exaustos no sofá, não sei quando dormi.
Acordei umas 4 da tarde. A Daniela saía do banho recém-lavada —Ai, mano, você literalmente arrombou minha bunda— eu levantei de repente, tava todo sujo dela, de mim, de tudo —Deixa eu ver??— virei ela e notei o cu todo irritado e bem aberto, não aguentei e comecei a chupar devagar, com a língua bem babada na bunda —Não, o que você tá fazeeendo, mmh, tô ardendo— eu lambia devagar o cu febril e totalmente aberto, mas pra mim era um manjar, a toalha caiu no chão e uma das minhas mãos começou a brincar com a pussy dela, ela ficou toda molhada —Não, para, não continua!!!— num instante ela tava deitada na toalha e eu tava devorando a pussy dela —Continua, mmh, assim, continua, me come toda— a Dani já tava entregue de novo, me ajeitei bem e comecei a foder a pussy dela, enquanto beliscava os mamilos dela no vai e vem das estocadas, ela gozou pela última vez no dia e eu, por trás, joguei a pouca porra que me restava nos peitos dela —Que malvado!! Tenho que tomar banho de novo!!— ela dizia espalhando a porra nos próprios seios —Não, se fodeu, agora vou tomar banho eu— entrei no banho, relaxei tudo, tava doendo a vida inteira e principalmente o pau, fazia tempo que não comia tão violentamente, quando saí, a Daniela tava esperando pra tomar um segundo banho. Depois de arrumar tudo, levei ela pra casa.
Durante a viagem, achei muito engraçado ver ela sentada bem de lado —Te falei que você ia embora com o cu arrombado— ela me mostrou o dedo do meio —Mano, você me destruiu, não vou conseguir sentar direito por um mês, mais ou menos— eu Comecei a rir. —Pode ser que eu goste de você, você gemia que nem uma putinha e pedia mais— ela ficou vermelha —como assim você vai se comportar pior pra eu te castigar mais??— ela sorriu —Sim, ninguém me come assim, eu gosto de ser dominada— eu ria —Da próxima vou te dominar melhor e com a minha mulher— ela não disse nada —Um ménage, hmm, não me desagrada a ideia— Eu já tava imaginando o que ia rolar —Bom, minha princesa que se comporta mal, aí está sua casa— a gente tinha chegado —Quando se comportar mal, me avisa que eu ponho você na linha— ela saiu do carro depois de me beijar. Parei pra ver ela indo embora e como ela andava, enfiando a bunda pra dentro.
Me senti um campeão. Contei pra minha mina por mensagem, até que ela mandou:
"Você vai ter que me castigar assim, porque eu me comportei muito, mas muito mal, hein."
Espero que tenham gostado.
Abraços.
1 comentários - Daniela e o Destruidor Anal (Parte 3)