Boa tarde, esse é meu primeiro post na incrível comunidade P. Espero que vocês gostem da história que vou contar agora. Nem preciso dizer que os fatos são 100% reais!!
No aniversário de 27 anos da minha namorada, a família dela organizou uma festa surpresa, onde a gente chegaria depois do expediente. Entre os convidados selecionados estavam primos, tios, os pais da aniversariante e a irmã dela, Paulina (30), muito parecida fisicamente com minha mina, mas de óculos, mais peituda e dona de uma pele morena lisa e brilhante. Como era dia de semana, os convidados foram voltando pra casa rapidinho, e lá pela 1h da manhã, no nosso apê, só restamos eu, minha namorada e a irmã dela. A noite tava um espetáculo, e a vista que o sacada oferecia do 42º andar era maravilhosa.
Abrindo a segunda garrafa de late harvest, Maritza, minha mina, sentiu falta de uma caixinha de madeira peculiar no casaco dela, com um bud grosso e brilhante de maconha que um primo deu de presente de aniversário. Fumamos um e, entre conversas e um bom vinho, a noite escapava que nem água entre os dedos. Quando o relógio marcou 5h da manhã, Maritza tava apagada, dormindo profundamente no sofá da sala. Enquanto isso, minha cunhada e eu continuamos a conversa na sacada.
Paulina ainda tava com o uniforme do trabalho, que naquela hora era uma saia curta colada no corpo e uma blusa branca desabotoada, deixando à mostra os peitos lindos e durinhos dela, quase escapando daquele sutiã desconfortável. Mais de uma vez me peguei admirando a beleza natural do corpo dela, mas ela nunca falou nada e não parecia se importar muito, pelo contrário. Por causa da quantidade de álcool no sangue, as conversas foram ficando cada vez mais quentes, e minha cunhada falava comigo a centímetros do meu rosto. Dava pra sentir a respiração ofegante dela no meu ouvido, dava pra ver que o assunto tava deixando ela excitada, e com uma voz muito... Sensual, quase sussurrando no meu ouvido, ela diz:
– Sabia que a gente, as minas, sempre fala de vocês?
– E sobre o quê?
– De tudo: como vocês fazem, o tamanho, quanto tempo aguentam... E minha irmãzinha nunca reclamou de você.
Essa frase sozinha já foi o suficiente pra me dar uma ereção notória, que tentei esconder. Num movimento desastrado, derrubei a taça de Paulina em cima da minha calça. Levantei rápido, e ela pegou um papel absorvente pra secar a mancha de vinho. Ver minha cunhada de joelhos secando minha virilha só fez a ereção ficar ainda mais forte e visível. Quando ela percebeu o que tinha acontecido, deu um pulo pra trás.
– Melhor você tirar isso, não quero que dê margem pra mal-entendido. E vou tentar tirar a mancha de vinho.
Vermelho de vergonha, tirei a calça, cobrindo minha ereção com um travesseiro, pensando nas palavras certas pra me desculpar. Quando ela apareceu do meu lado, levou o dedo indicador bem devagar, de um jeito sensual, até meus lábios:
– Shhh, que minha irmãzinha tá dormindo.
E começou a me beijar, suave e apaixonadamente. A sensação naquele momento era indescritível: o medo de ser pego e o rostinho angelical da Maritza dormindo me deram uma adrenalina que eu nunca tinha sentido antes. Me deixei levar sem pensar duas vezes. A língua molhada e brincalhona dela percorreu cada pedaço do meu torso nu. Quando finalmente chegou na minha cueca encharcada, foi puxando devagar, curiosa pra descobrir o que morava ali. Quando minha piroca grossa e tortuosa ficou a centímetros do rosto dela, ela me olhou nos olhos e disse:
– Agora entendo por que minha irmãzinha vive de bom humor.
Dito isso, encostou a ponta da língua na minha cabecinha vermelha e cheia, deixando um fio de porra que ligava a língua dela ao meu pau molhado. Começou a me masturbar com movimentos firmes e ondulados (a safada sabia mesmo como pegar numa boa piroca), enquanto a língua percorria o tronco do meu pau quentinho, batendo de leve na cabecinha angelical dela. Rosto e enfiando até o máximo que dava dentro da garganta dela. No começo com um pouco de dificuldade e uns engasgos, depois já não tinha mais impedimento pra engolir até o último milímetro da minha rola dura. Tava perto de gozar, então tinha que partir pra ação –Minha vez Comecei a beijar a boca dela, puxava o cabelo dela deixando exposto o pescoço longo e sensual. Lamia os peitos voluptuosos dela, mordi os bicos grandes e apetitosos. Eram uma delícia. Percorrendo o caminho do amor cheguei até a buceta molhada e depilada dela... Enfiei minha língua dentro do delicioso mar de fluidos vaginais da minha cunhada. Que gemia baixinho, extasiada de prazer, quando as contrações e o tremor das pernas dela me indicaram que ela tinha chegado ao primeiro orgasmo. Missão cumprida!! –Aaai Peter, já não aguento mais... Mete em mim Deitada no sofá, Paulina lambia os dedos da mão direita e batia com força no clitóris inchado e vermelho. –Aqui te quero, cunhado. Me faz tua!! Devagar, enfiei só a cabecinha suculenta e pulsante dentro da buceta apertada dela. Aproveitando cada segundo... Ela, impaciente, se desesperava pra sentir minha rola dentro dela. Depois de uns movimentos leves, soltei a rola toda com estocadas cada vez mais fortes. Os gemidos dela aumentaram pra caralho –ôh sim, vai, vai... Hummm que gostoso A excitação tava no talo. Coloquei ela de pé com as mãos apoiadas no vidro que separa a sacada da sala e comecei a lamber o cu dela (que pra minha surpresa tava zerinho) Penetrei ela de novo devagar, acariciando os peitos e mordendo o pescoço dela... A respiração dela ficou cada vez mais funda e contínua... Acelerei as estocadas buscando o clímax máximo do nosso prazer. Ficamos assim por um tempo e senti as contrações musculares da buceta dela que anunciavam um orgasmo gostoso e escandaloso... Minha cabecinha se expandia rápido dentro dela e eu sentia que um jato poderoso de fluidos tava chegando, mas não me podia gozar dentro dela. Então rapidamente tirei meu pau pronto pra gozar nas costas dela, mas ela, num movimento ágil e rápido, se virou, recebendo meu gozo morno no cabelo, nos óculos e no rosto. Com sua melhor cara de puta, levou até a última gota de porra pra boca. – Paulina dormiu no quarto dos hóspedes, eu levei minha namorada pro nosso quarto e dormi do lado dela. De manhã, Maritza nos acordou pra tomar café os três juntos, e todos rimos lembrando do que rolou na noite anterior... Mais tarde, fui deixar a Paulina em casa no meu carro, não trocamos uma palavra até subir no automóvel. Liguei o motor, andei umas duas quadras e ela começou a chupar meu pau até chegar no destino dela, garantindo de levar na boca todo o meu gozo quando desceu do carro!! Espero que tenham gostado do meu primeiro relato, convido vocês a comentar e dar pontos. Agradeceria demais...
No aniversário de 27 anos da minha namorada, a família dela organizou uma festa surpresa, onde a gente chegaria depois do expediente. Entre os convidados selecionados estavam primos, tios, os pais da aniversariante e a irmã dela, Paulina (30), muito parecida fisicamente com minha mina, mas de óculos, mais peituda e dona de uma pele morena lisa e brilhante. Como era dia de semana, os convidados foram voltando pra casa rapidinho, e lá pela 1h da manhã, no nosso apê, só restamos eu, minha namorada e a irmã dela. A noite tava um espetáculo, e a vista que o sacada oferecia do 42º andar era maravilhosa.
Abrindo a segunda garrafa de late harvest, Maritza, minha mina, sentiu falta de uma caixinha de madeira peculiar no casaco dela, com um bud grosso e brilhante de maconha que um primo deu de presente de aniversário. Fumamos um e, entre conversas e um bom vinho, a noite escapava que nem água entre os dedos. Quando o relógio marcou 5h da manhã, Maritza tava apagada, dormindo profundamente no sofá da sala. Enquanto isso, minha cunhada e eu continuamos a conversa na sacada.
Paulina ainda tava com o uniforme do trabalho, que naquela hora era uma saia curta colada no corpo e uma blusa branca desabotoada, deixando à mostra os peitos lindos e durinhos dela, quase escapando daquele sutiã desconfortável. Mais de uma vez me peguei admirando a beleza natural do corpo dela, mas ela nunca falou nada e não parecia se importar muito, pelo contrário. Por causa da quantidade de álcool no sangue, as conversas foram ficando cada vez mais quentes, e minha cunhada falava comigo a centímetros do meu rosto. Dava pra sentir a respiração ofegante dela no meu ouvido, dava pra ver que o assunto tava deixando ela excitada, e com uma voz muito... Sensual, quase sussurrando no meu ouvido, ela diz:
– Sabia que a gente, as minas, sempre fala de vocês?
– E sobre o quê?
– De tudo: como vocês fazem, o tamanho, quanto tempo aguentam... E minha irmãzinha nunca reclamou de você.
Essa frase sozinha já foi o suficiente pra me dar uma ereção notória, que tentei esconder. Num movimento desastrado, derrubei a taça de Paulina em cima da minha calça. Levantei rápido, e ela pegou um papel absorvente pra secar a mancha de vinho. Ver minha cunhada de joelhos secando minha virilha só fez a ereção ficar ainda mais forte e visível. Quando ela percebeu o que tinha acontecido, deu um pulo pra trás.
– Melhor você tirar isso, não quero que dê margem pra mal-entendido. E vou tentar tirar a mancha de vinho.
Vermelho de vergonha, tirei a calça, cobrindo minha ereção com um travesseiro, pensando nas palavras certas pra me desculpar. Quando ela apareceu do meu lado, levou o dedo indicador bem devagar, de um jeito sensual, até meus lábios:
– Shhh, que minha irmãzinha tá dormindo.
E começou a me beijar, suave e apaixonadamente. A sensação naquele momento era indescritível: o medo de ser pego e o rostinho angelical da Maritza dormindo me deram uma adrenalina que eu nunca tinha sentido antes. Me deixei levar sem pensar duas vezes. A língua molhada e brincalhona dela percorreu cada pedaço do meu torso nu. Quando finalmente chegou na minha cueca encharcada, foi puxando devagar, curiosa pra descobrir o que morava ali. Quando minha piroca grossa e tortuosa ficou a centímetros do rosto dela, ela me olhou nos olhos e disse:
– Agora entendo por que minha irmãzinha vive de bom humor.
Dito isso, encostou a ponta da língua na minha cabecinha vermelha e cheia, deixando um fio de porra que ligava a língua dela ao meu pau molhado. Começou a me masturbar com movimentos firmes e ondulados (a safada sabia mesmo como pegar numa boa piroca), enquanto a língua percorria o tronco do meu pau quentinho, batendo de leve na cabecinha angelical dela. Rosto e enfiando até o máximo que dava dentro da garganta dela. No começo com um pouco de dificuldade e uns engasgos, depois já não tinha mais impedimento pra engolir até o último milímetro da minha rola dura. Tava perto de gozar, então tinha que partir pra ação –Minha vez Comecei a beijar a boca dela, puxava o cabelo dela deixando exposto o pescoço longo e sensual. Lamia os peitos voluptuosos dela, mordi os bicos grandes e apetitosos. Eram uma delícia. Percorrendo o caminho do amor cheguei até a buceta molhada e depilada dela... Enfiei minha língua dentro do delicioso mar de fluidos vaginais da minha cunhada. Que gemia baixinho, extasiada de prazer, quando as contrações e o tremor das pernas dela me indicaram que ela tinha chegado ao primeiro orgasmo. Missão cumprida!! –Aaai Peter, já não aguento mais... Mete em mim Deitada no sofá, Paulina lambia os dedos da mão direita e batia com força no clitóris inchado e vermelho. –Aqui te quero, cunhado. Me faz tua!! Devagar, enfiei só a cabecinha suculenta e pulsante dentro da buceta apertada dela. Aproveitando cada segundo... Ela, impaciente, se desesperava pra sentir minha rola dentro dela. Depois de uns movimentos leves, soltei a rola toda com estocadas cada vez mais fortes. Os gemidos dela aumentaram pra caralho –ôh sim, vai, vai... Hummm que gostoso A excitação tava no talo. Coloquei ela de pé com as mãos apoiadas no vidro que separa a sacada da sala e comecei a lamber o cu dela (que pra minha surpresa tava zerinho) Penetrei ela de novo devagar, acariciando os peitos e mordendo o pescoço dela... A respiração dela ficou cada vez mais funda e contínua... Acelerei as estocadas buscando o clímax máximo do nosso prazer. Ficamos assim por um tempo e senti as contrações musculares da buceta dela que anunciavam um orgasmo gostoso e escandaloso... Minha cabecinha se expandia rápido dentro dela e eu sentia que um jato poderoso de fluidos tava chegando, mas não me podia gozar dentro dela. Então rapidamente tirei meu pau pronto pra gozar nas costas dela, mas ela, num movimento ágil e rápido, se virou, recebendo meu gozo morno no cabelo, nos óculos e no rosto. Com sua melhor cara de puta, levou até a última gota de porra pra boca. – Paulina dormiu no quarto dos hóspedes, eu levei minha namorada pro nosso quarto e dormi do lado dela. De manhã, Maritza nos acordou pra tomar café os três juntos, e todos rimos lembrando do que rolou na noite anterior... Mais tarde, fui deixar a Paulina em casa no meu carro, não trocamos uma palavra até subir no automóvel. Liguei o motor, andei umas duas quadras e ela começou a chupar meu pau até chegar no destino dela, garantindo de levar na boca todo o meu gozo quando desceu do carro!! Espero que tenham gostado do meu primeiro relato, convido vocês a comentar e dar pontos. Agradeceria demais...
2 comentários - Feliz 27 años