Segundo Relato Adriana (resubido)

Como contei no relato anterior, ela queria fazer algo que nunca tinha feito, pelo menos foi o que me disse, porque quando eu estava atrás dela não parecia virgem. E se ela queria que eu inaugurasse o buraquinho dela, queria que eu entrasse pela coletora, e como sou um cavalheiro, não deixei de agradar a dama, então coloquei a mão na massa.

A gente tinha ficado os dois exaustos no sofá, aninhados na melhor posição já inventada, sim, de conchinha. Meu braço esquerdo por baixo do pescoço dela e o direito por cima, acariciando um dos peitos dela, que nunca deixava o mamilo duro. Ela suspirava cada vez que meu dedo roçava o mamilo, e meu pau começou a ganhar volume de novo. Ela pegou meu dedão da mão que estava por baixo do pescoço dela e começou a chupar como se fosse meu pau, e isso fez ele ficar duro de vez. Com a mão que ela tinha livre, começou a me acariciar bem de leve, não fazendo uma punheta, mas passando a ponta dos dedos por todo o tronco e pelas bolas também, que já estavam inchadas de novo. Ela parou de chupar meu dedo, virou a cabeça e, sem parar de gemer, pediu de um jeito bem safado: "Quero que você arrebente minha bunda, papai..." Posso garantir que não gozei na hora porque ela estava apertando a base do meu pau, senão era para encher as costas dela de porra. Me levantei e fui com minha boca até a buceta dela, para começar a chupar de novo, mas dessa vez deixei intencionalmente a gente fazer um 69, então quando cheguei na buceta dela, meu pau estava na cara dela, e ela não demorou para colocar ele inteiro na boca.

Abri as pernas dela e fiz com que ela levantasse para ter à disposição a buceta dela e aquele buraquinho que, segundo ela, era virgem, mas eu achava muito aberto para ser. Primeiro comecei lambendo toda a área, como se estivesse explorando o lugar de novo, passava só a língua pelos lábios, que sem ajuda iam se abrindo. O caminho só me levava até a bundinha. onde eu a rodeava com a língua e subia de volta pelos lábios até chegar no clitóris que já estava aparecendo, cada vez que eu roçava o clitóris com a língua ela me dava uma chupada forte e os lábios e o buraquinho se abriam mais. Comecei a penetrar a buceta dela com um dedo, sem parar de chupar o clitóris como se fosse um pirulito doce, quando enfio o segundo dedo na vulva, comecei a descer com a língua de novo até o buraquinho pra lubrificar com minha saliva e comecei a brincar com o indicador da outra mão, como eu disse antes aquele buraquinho estava dilatado e não demorei pra penetrar ela com a ponta do dedo, na vulva já tinha três dedos, ela parou de chupar minha pica porque entre gemidos e língua não conseguia respirar. Que gostosa é a sensação de sentir como dentro dela e só separados por uma parede bem fina os dedos se tocam, só de pensar nisso eu já tava tendo uma fantasia que ela ia realizar pra mim. Quando já tinha três dedos na vulva e dois na bunda pedi pra ela deixar bem babada minha pica que era hora de desvirginar aquele buraquinho lindo, sem eu tirar minhas mãos de onde estavam, ela enfiou minha pica na boca de novo e deixou escorrendo saliva então me coloquei entre as pernas dela na posição de missionário e levantando bem as pernas dela deixando aquela bundinha linda à mostra encostei a cabeça e bem devagar comecei a penetrar ela, minha pica tava dura de novo, venosa e quente como há muito tempo não via, ela começou a gritar pra eu meter tudo, que queria sentir bem fundo, que doía um pouco mas que queria ela toda dentro da bunda dela. Muito lentamente fui fazendo força até que entrou toda, minhas bolas bateram na bunda dela e ela ofegava de dor e prazer, da pussy dela saíam cachoeiras de fluido, que eu pegava com as mãos e fazia ela chupar, e dizia, isso que você queria que eu esprema seus fluidos pela bunda? Muito devagar comecei a entrar e sair, era incrível não precisava de nenhum tipo de lubrificante porque todo o fluxo que saía da buceta ia parar no meu pau e se autolubrificava. Ela passou de gemer a gritar e a esfregar os peitos, apertava eles, beliscava os mamilos, chupava os dedos e voltava pros peitos, até que eu peguei as mãos dela e as direcionei pra buceta dela primeiro fiz ela enfiar um dedo e perguntei se ela sentia meu pau entrando e saindo ela disse que não, então fiz ela enfiar dois dedos de uma vez, tipo ela tinha três dedos na buceta e meu pau no cu, aí perguntei como era ser penetrada dos dois lados mas ela não conseguiu responder primeiro porque tinha a mão inteira na boca como se fosse outro pau e além disso tava tendo um orgasmo que acho que nunca teve na vida as pernas tremiam, a barriga tinha espasmos, a bunda apertou meu pau e graças a isso eu não gozei, quando ela relaxou eu comecei a bombar mais e mais forte ela tava tão relaxada que nem se mexia e foi aí que ela começou a gritar e falar coisas tipo, que puta que eu sou, que lindo é ser sua puta, você gosta que eu seja tão puta? E isso me levou a completar a tesão que tava e gozei de novo de um jeito que fazia tempo que não acontecia e deixei a raba transbordando de porra.
Nós dois ficamos exaustos no sofá e te garanto que foi difícil levantar, mais tarde tivemos uma terceira batalha, mas não faz sentido contar porque já foi mais tranquila e normal. Saímos por alguns meses, propus fazer umas coisas novas, mas ela nunca mais quis entregar o buraquinho então dela não tem mais o que contar.

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