Minha mãe era uma mulher gorda, mas não daquelas gordas obesas que têm a barriga caída, era daquelas gordas bonitas, com uma bunda enorme e redonda; com peitos gigantes e um rosto lindo. Também tinha uma barriga pronunciada, mas que não competia com a voluptuosidade das nádegas e dos seios. Ela media uns 160cm, pele branca, cabelo ruivo, bem ondulado (daqueles que dá vontade de puxar enquanto você mete por trás), olhos verdes e muitas sardas, no rosto, braços, colo e bunda; o rosto dela era muito bonito, com uns lábios bem desenhados, cílios longos e nariz anguloso, mas pequeno. Não era modelo, nem seguia os típicos e chatos padrões de beleza; mas era atraente, sempre sorridente, com a piada na hora certa e um sorriso lindo.
A gente morava num povoado no interior da zona central do Chile, ou seja, no campo. Nossa família era composta pelo meu pai, minha mãe, eu (o filho mais velho) e meus 2 irmãos.
A história que vou contar aconteceu no último verão antes de eu ir estudar na universidade na cidade mais próxima. Eu tinha 18 anos. Era um cara normal, meio tímido, magro, pele clara e cabelo escuro, meio parecido com meu pai.
A gente levava uma boa vida no campo. Nossa casa dava de frente pra uma estrada meio movimentada, com um terração na frente, tipo um alpendre, com um corrimão onde minha mãe costumava deixar algumas coisas secando. Às vezes eu ajudava ela em alguns serviços de casa. Foi num daqueles dias que a gente estava arrumando o terraço, como de costume, e deixando coisas penduradas pra secar. Entre a variedade de roupas, lençóis, cobertores, etc., tinha um tapete vermelho, ou um chinelo, não estava molhado, nem limpo. Mas ela deixou no corrimão perto da entrada da casa, no lado mais visível.
— Mãe, isso aqui não tá molhado — falei, tirando de onde ela tinha colocado.
— Deixa aí mesmo!! — respondeu num tom categórico.
Sem contrariar, obedeci sem perguntar mais.
O dia tinha terminado, fazia calor, não lembro que dia era. da semana era, sempre me acontecia isso no verão. Eu dormia no meu quarto tranquilamente quando algo me acordou, foi um barulho no quintal. Curioso, olhei rapidamente pela janela e vejo uma sombra indo em direção à oficina. A oficina era uma estrutura básica de madeira no quintal. Sem pensar duas vezes, fui ver o que estava rolando, tentando não acordar ninguém. Me aproximo silenciosamente da oficina e a porta estava fechada. Ouviam-se uns barulhos estranhos lá dentro, tipo um batendo e uma respiração ofegante. Ainda mais curioso, queria saber o que estava acontecendo, mas minha intenção não era interromper nada, só pegar o flagrante. O batendo continuava, era um barulho suave e constante, enquanto eu procurava um espaço entre as tábuas que formavam a parede pra espiar pra dentro. De repente, ouvi um gemido feminino, "que estranho" pensei; com minha inocência daquela época, não conseguia imaginar do que se tratava. Continuo procurando até que consegui olhar por uma fresta do lado oposto à entrada da oficina. O que vi mudou minha vida pra sempre. Com os olhos arregalados, pude ver minha mãe, minha amada mãe, sempre certinha, simpática e honesta. Apoiada na bancada com os cotovelos, a camisola arregaçada acima da cintura, deixando à mostra a sua bunda enorme e branca, toda empinada. Os peitos dela estavam soltos, grandes, balançando a cada movimento. E a cabeça dela jogada pra trás. Atrás dela tinha um homem que eu não reconhecia e que claramente não era meu pai. Ele estava com as calças nos tornozelos, as mãos segurando firme os quadris da minha mãe, metendo forte por trás. "Tão trepando!!" pensei na hora, sem perder nenhum detalhe do balanço das carnes da minha mãe. Meu pau reagiu na hora, não consegui evitar e comecei a bater uma punheta freneticamente. Me concentrei nos peitos da minha mãe, estavam uma delícia, balançando a cada investida do desconhecido comedor. Tinha pouca luz, então detalhes da pele dela não dava pra ver. distinguia, só via as massas dela se mexendo numa dança erótica e apressada. As bundonas dela se recolhiam a cada impacto, dava até pra ouvir as carnes dela batendo na humanidade do infeliz que tava metendo nela. Ela gemia e resfolegava, mergulhada na paixão daquele momento. Aproveitando que a oficina era separada da casa, podia fazer os barulhos que quisesse.
Ai que goooostoso!!!... Mete tudo até o fundo. O que você... Não me fala, não quero saber quem é, continua me comendo. — Minha mãe interrompeu ele... isso!! Vai, buceta!!! Me enche, me enche!!.
Não sei que jogo eles tinham, não entendi na hora. Eu tava batendo uma como um condenado, com a calça arriada e colado na fresta. Minha mãe tava dando como uma puta a menos de 2 metros e eu curtindo como um voyeur tarado.
Entre gritos de porca, minha mãe gozava e eu comecei a esporrar nas tábuas. Foi um puta orgasmo, cheguei a ficar tonto e durou uns segundos. Quando me toquei, o cara tava debruçado em cima da bunda da mamãe, com certeza gozando bem lá dentro. Minha mãe de cabeça baixa, curtindo o orgasmo dela.
Uns segundos depois, o cara tirou, subiu a calça e foi embora sem falar nada. Enquanto minha mãe ficou imóvel na mesma posição. Fiquei um tempão olhando mamãe se recompor da foda, se achando sozinha. Ela se levantou, depois prendeu o cabelo num coque. Os peitos dela pendiam pra fora da camisola de alças, era uma vista linda, as “redondezas” e o balanço suave delas fizeram minha excitação voltar. Meu pau, duro como ferro, subiu de novo e junto minha mão começou a percorrer ele, numa punheta lenta e ritmada.
Percorri com o olhar os peitões dela, que com a pouca claridade da lua, pareciam brancos e terminavam num mamilão grande e pontudo, apontando impetuoso pra frente.
Depois de terminar de prender o cabelo, ela baixou a roupa até tampar a bundona e depois subiu pra guardar. Os peitos dela dentro da roupa. Cada uma daquelas massas de carne se moldava à mão que as apertava, um sinal claro da maciez e suavidade delas, antes de sumirem de novo escondidas por aquele pano miserável que me privou do prazer visual daquelas tetas perfeitas. Pra encerrar a cena de voyeur, ela se virou e saiu pela porta da oficina, enquanto eu cravava o olhar naquele rabo, se desenhando por baixo do tecido fino, e que a partir daquele momento virou meu objeto de desejo.
Depois de vê-la ir embora, fechei os olhos e me deitei de costas na grama, batendo uma enquanto lembrava das imagens gostosas, quentes e clandestinas da minha mãe fodendo escondido na oficina, enquanto a gente dormia em casa (todo mundo menos eu), das carnes dela balançando e gemendo como se tivesse possuída; fez meu pau ficar duro que nem ferro, não aguentei muito sem começar a punhetar de novo. Fiz com a mão bem rápido, por um tempo, sentia minhas bolas se contraírem e aumentei o ritmo da masturbação. As imagens da minha mãe continuavam na minha cabeça, enquanto eu seguia me masturbando, aí comecei a me imaginar no lugar do desconhecido, agarrando a bunda dela e enfiando minha pica na racha dela, uma vez e outra, na hora que ela pedia mais e mais. Continuei com meus movimentos, sem parar, num ritmo forte, até que num momento senti que ia gozar, meus ovos se contraindo e meu pau mais duro que nunca. Não queria parar e segui com a tarefa, até que não aguentei mais e gozei pra caralho. Foi tão forte o clímax que fiquei imóvel por um bom tempo.
Voltei pro meu quarto em silêncio pra não acordar minha família.
O dia seguinte foi normal, minha mãe tava igual de sempre, como se nada tivesse acontecido. Tava claro que o que eu vi na noite passada, ela já vinha fazendo há um tempo e sem nenhum remorso.
Naquela tarde, ajudando com umas coisas, arrumava o terraço e peguei o chinelo vermelho pra deixar na grade. Quando ela apareceu e disse "não, deixa ele Lá embaixo", eu obedeci sem dar importância.
Durante o dia, parei pra olhar pra ela, pra minha mãe. A bunda grande, redonda e empinada, e os peitões enormes. Curti apreciando o rebolado das partes dela enquanto caminhava; na verdade, num momento comecei a ficar excitado enquanto via ela arrumar umas coisas na sala, ou olhando o decote dela quando almoçamos, etc. Sem dúvida era um espetáculo gostoso do qual nunca tinha me ligado. A cena que presenciei à noite me fez mudar a forma como via minha mãe.
Naquela noite, fiquei de vigia na minha janela pra ver se minha mãe escapava pra oficina pra dar. Mas nada, bateu 2h da manhã e nada. Com o tesão que tava, me masturbei antes de dormir; agora tinha papel higiênico escondido no meu quarto pra esse fim. Lembrar da minha mãe virou o principal estímulo pra me masturbar.
Passaram 4 noites sem novidade, 4 noites em que fiquei acordado esperando ver a mesma cena de novo. No quinto dia, entre as coisas pra lavar, tava a calcinha vermelha. Depois de lavar, ela mesma colocou no varal pra secar, ficando à vista do caminho.
Naquela noite, lá pras 1h da manhã, vi minha mãe indo pra oficina. "Hoje é o dia", pensei. Fiquei na janela até ver o desconhecido se aproximar. Quando vi ele, um sentimento de inveja e ciúme me tomou. Esperei uns minutos e fui pro mesmo lugar onde tinha a vista privilegiada pro show. As sensações foram as mesmas, a mesma rotina se repetiu e eu gozei do mesmo jeito. Dessa vez, voltei pra minha cama antes deles saírem da oficina. Dormi tranquilo.
Depois daquela noite, passaram 3 dias sem novidade. Até a madrugada do 4º dia, quando vi minha mãe escapulindo pra oficina, ansiosa pra ser penetrada, fiz a ligação. Naquele dia, igual nas vezes das aventuras sexuais anteriores, ela tinha deixado a calcinha vermelha. Era o sinal, como se avisasse pro amante oculto que tava pronta pra ser possuída mais uma vez naquela escurridiza clandestinidade. E, portanto, também era um sinal pra mim. Pra continuar descobrindo um mundo perverso e quente. Cheguei na fresta de costume pra ver minha mãe ser penetrada à vontade por aquele sortudo desconhecido. Nessa altura, o ciúme já me dominava, além do tesão. Eu via os dois fornicando enquanto me masturbava, era o melhor pornô ao vivo. Quando, do nada, ela ordena:
— Para! — disse enquanto mexia a bunda pra tirar o pau sem nome — hoje quero que você me arrombe o cu, trouxe a vaselina, tá ali em cima.
Terminou de dar a instrução e apoiou a cara e os peitos no balcão, pra com as mãos separar as nádegas. Em seguida, colocou mais em evidência sua bunda enorme, branca e cheia de sardas. O cara, sem cerimônia, cuspiu no cu da mamãe, passou 2 dedos na vaselina e começou a cutucar o buraco em questão. Ao mesmo tempo, com a outra mão, estimulava o clitóris. Já com isso, mamãe gemia e resfolegava. O cara, de vez em quando, voltava a passar os dedos e o cu dela pra lubrificar. Repetiu o procedimento várias vezes pra conseguir a dilatação necessária. Num momento, entre gemidos de puta, minha mãe disse:
— Não aguento mais… Mete logo.
O homem continuou no que tava, sem dar bola. Daí minha mãe, implorando, falou:
— Por favor, não aguento, quero que você arrombe.
Ele deixou ela sofrer mais um pouco, até que ela disse:
— Jááá (implorando)… Mete tua arma, papai, que não aguen…
Antes que terminasse de falar, o cara segurou ela pelas cadeiras, apontou a cabeça do pau pra caverna e começou a furar com força.
— Sim… Aiii… mais, pussy, vai… que forte… arromba meu cu!!! — eram os gritos dela.
O cara segurava ela firme enquanto a penetrava devagar. Ela, nessa hora, tinha uma das mãos enfiada na própria pussy se estimulando e a outra apoiada no balcão. Os peitos dela pendiam pesados, maravilhosos, brancos, iluminados pela luz da lua que entrava por uma janela. As grandes massas de carne que ela tinha de bunda se adaptavam ao corpo do usurpador, se ajustando à foda que estava dando.
Seu ritmo de penetração inicial foi lento até chegar o mais fundo possível no cu faminto da minha mãe. Depois começou a sair, já não tão devagar, mas também não rápido. Para voltar a atacar. Foi aumentando o ritmo, até chegar a um constante de penetrações profundas e fortes.
Minha mão percorria meu pau freneticamente, eu batia punheta como um doente, com meu olho (o que conseguia ver pela fresta) arregalado, sem perder nenhum detalhe da cena. Ela gemia e suas carnes balançavam, era o espetáculo mais erótico que poderia existir. Gozei como nunca, jorrando incontáveis jatos de porra, até minha visão ficar turva e minhas pernas tremerem.
Fiquei olhando mais um tempo, vendo como terminavam. Ela tensionou o corpo, gemendo longamente, e depois relaxou, apoiando os dois braços no balcão e a cabeça sobre eles. Ele continuou penetrando ela umas duas vezes até parar no fundo e, tensionando o corpo, gozou enchendo ela com suas porradas. Ficou parado uns segundos, se separou da minha mãe, subiu as calças e foi embora sem dizer nada. Ela esperou o amante clandestino ir embora para se levantar e sair só com a camisola, andando devagar.
Esperei um tempo até ela chegar no quarto dela e se deitar. Depois fui para o meu quarto sem fazer barulho.
Deitado, olhando o teto do meu quarto, tomei uma decisão. Eu tenho que ser quem vai comer minha mãe, não um desconhecido. Para isso, precisava elaborar um plano. Além disso, com medo da possível rejeição dela, eu tinha que tomar o lugar do desconhecido sem que ela percebesse. Aproveitando que eles não tinham contato visual nem verbal, ela não deveria notar.
Foi assim que esperei vários dias até que ela finalmente colocou o chinelo vermelho na grade. Era o sinal do desejo. Me preparei para aquela noite. Não tinha batido punheta desde a gozada da última sessão de voyeur, para estar carregado para ela. No meu armário guardava um taco. Então... Decididamente, me escondi perto da meia-noite no quintal, perto da oficina, imaginando a rota habitual do tarado que pegava minha mãe.
Ouvi ela se esgueirando pra oficina. A ansiedade, a adrenalina e a excitação fizeram minha pica endurecer na hora de vê-la saindo de casa na camisola de sempre.
Nisso, escuto o desconhecido se aproximar, andando devagar, tentando não fazer barulho. Vi ele a uns 5 metros, ele não me viu. Cheguei sorrateiramente por trás sem que me ouvisse, e quando cheguei na distância certa, acertei ele nas costas com meu taco. PAH! (o golpe soou seco) e ele caiu no chão, se virando muito rápido. Não consegui ver o rosto dele. Falei, não muito alto pra minha mãe não ouvir: “Sai daqui, seu ladrão de merda!”. O cara levantou rápido e saiu correndo pelo mesmo caminho que entrou na nossa propriedade.
Já tinha cumprido a primeira etapa do plano: eliminar o desconhecido. Agora vinha a melhor parte, finalmente realizaria a fantasia principal, a inspiração das minhas punhetas das últimas semanas.
Deixei meu taco lá nos arbustos e entrei na oficina. A vista era perfeita, pela janelinha entrava um pouco de luz, o suficiente pra contemplar aquela bunda grande e redonda, linda. Meu coração acelerou ao ver aquela gruta tão desejada entre aquelas massas de carne branca, e aquelas coxas grossas semiabertas. Ela estava como sempre, de joelhos num banco, apoiada nos cotovelos sobre a bancada. Disse ao ouvir a porta: “Demorou um pouco, meu bem, vamos logo na minha buceta que ainda sinto o cu ardendo por causa do outro dia”.
Muito nervoso, me aproximei da bunda dela empinada. A primeira coisa que fiz foi tocá-la com uma mão em cada nádega, a sensação foi deliciosa, a suavidade e o calor invadiram minhas mãos, apertei forte e senti a anatomia dela escapando entre meus dedos. Ela respondeu com um rebolado, dizendo: “Que mãos geladas as suas”. à minha antecessora nesses afazeres, chupei os dedos indicador e médio, pra depois tocar a racha dela. Primeiro suave e depois com mais firmeza. Passei devagar pelos lábios maiores, depois pelos menores, entrada da buceta e então caminho pro cu dela. Tava tudo muito molhado, tudo muito gostoso. Com o carinho, ela levantou mais a bunda pra facilitar o percurso, então fiz de novo ao contrário, claro que agora enfiando ainda mais a mão, meus dedos estavam encharcados com os fluidos dela. "Você nunca tinha me tocado assim antes, pussy... Que delíciaaa..." disse ela, acompanhada de uns gemidos bem melados. Depois de brincar com meus dedos, desabotoei a calça com a mão esquerda, não tava de cueca, pra facilitar o processo. Meu pau saiu disparado e ansioso pra se enfiar naquelas carnes. Peguei meu pau e com a cabeça fiz o mesmo caminho dos meus dedos. Senti o calor dela na minha ponta. Quase gozei na hora, consegui me segurar e continuei. Esfreguei a cabeça do pau no clitóris dela, carregando, depois na entrada da caverna dela, entrei um pouco e segui em frente. "Aí aí, mete mete mete", fiz ela esperar passando a racha de volta, mais umas duas vezes. A cada passada pela entrada, ela soltava um melado "aí aíí!...", virou um joguinho interessante, cada vez a pussy dela tava mais gostosa, eu sabia porque sentia a umidade na cabeça do meu falo. E depois de várias passadas, sem mais, me posicionei na entrada, enfiando só a ponta, chapinhando nos fluidos dela. Segurei ela pela cintura e de uma só enfiada meti fundo. "Aaaahhhh!!!!" ela gritou. Tava tão molhada que não custou entrar, nunca na minha vida tinha sentido algo assim, até aquele momento eu era virgem. O calor e a maciez das entranhas dela envolveram meu pau, causando em mim uma sensação gostosa e desconhecida. Tirei um pouco, sentindo os lábios da buceta apertarem ao longo da minha ferramenta, percorrendo ela enquanto saía, pra depois entrar de novo, mais devagar pra aproveitar sensação suave. Repeti os movimentos várias vezes, de maneira viciosa, até começar a bombar na buceta da mamãe num ritmo constante.
A cada metida ela pedia “mais… maaaiss…. Mais mais mais…”. De repente, tava num vai e vem frenético, segurando ela firme pela cintura. Ela ofegando e eu curtindo a fricção do meu pau dentro dela, o balançar das carnes dela no meu corpo, como a bunda dela se abria cada vez que eu enfiava, como se me recebesse quente.
Entre gemidos, fungadas e gritos da minha mãe, comecei a sentir os primeiros sinais de uma gozada iminente. Mudei o ritmo, instintivamente, penetrando ela com força e tentando ir o mais fundo possível. Minha ponta bateu na parede mais interna dela, ela soltou um gemido forte, isso me motivou a repetir várias vezes, cada vez mais forte. “Ahhh” na primeira, “Ahhhhh” na segunda, mais longo e forte; “Ahhhhiiii” depois que meti com toda força; “Ahhhiiii me arrebenta a buceta” depois de sentir minha cabeça batendo nas entranhas dela e pressionando por um instante; e “Assim assimmmmm” foi a última coisa que ela disse depois que eu penetrei com toda força e fiquei lá dentro sem soltar, enfiado, pressionando as entranhas dela, na entrada do útero. Minhas bolas se contraíram e meu pau também, como se tivesse vida própria; comecei a soltar meu leite dentro. Cada jato me dava um monte de cócegas junto com o orgasmo intenso. Me senti tonto, sem ar e com um formigamento nos colhões.
“Você tá diferente hoje, maior, mais duro” – ela disse isso enquanto apoiava a cabeça nos antebraços no balcão – “foi… mais gostoso.”
Eu saí da buceta dela, já mole, guardei minha ferramenta na calça e fui embora sem dizer nada. Deixando ela lá apoiada no balcão pra se recuperar. Rapidamente fui pro outro lado da oficina, pro meu ponto de observação. Vi ela se recompor na mesma dinâmica, só que depois de prender o cabelo, levou uma das mãos dela na buceta, pegando o sêmen que já escorria e levando à boca pra lamber, enquanto com a outra mão apertava forte um dos peitos e beliscava o mamilo entre os dedos indicador e médio.
— Que putaria gostosa, meu estuprador tá demais — falou baixinho.
Esperei ela sair pra voltar pra casa. Ao me deitar, com uma sensação de satisfação e uma alegria desconhecida, dormi quase na hora. Foder com a mãe na oficina foi a melhor experiência da minha vida e queria que se repetisse o mais rápido possível.
No dia seguinte, tudo funcionava normal. Minha mãe, com seu bom humor e sorriso lindo, cuidava de todo mundo em casa. Agora eu entendia o motivo do bom humor dela. Tava satisfeita. Uma mulher com a necessidade de sexo resolvida. Transava com o amante quando queria e gozava pra caralho. Além do prazer do ato sexual em si, o fato de ser uma relação escondida tornava tudo ainda mais gostoso.
Naquele dia, não consegui tirar os olhos das carnes da mãe, me perdia olhando a bunda e os peitos dela, se mexendo enquanto andava pela casa. Num momento, encontrei ela lendo o jornal em pé, apoiada com os cotovelos na mesa, com a bunda empinada; enquanto todo mundo tava no quintal. Minhas hormonas tavam loucas, já não conseguia mais me controlar, a lembrança da noite passada me deixava totalmente distraído. Foi então que, sem pensar nas consequências, me aproximei por trás, encostando meu pau duro entre as deliciosas bundonas dela e abraçando ela na cintura. Apoiei meu rosto nas costas dela.
Ela deu um pulo ao me sentir e falou:
— Nossa, como você tá carinhoso — disse isso sem se mexer e levantando a bunda. — E tá durinho hein… mas agora não, que as crianças podem aparecer.
Pensou que era o pai. Sem falar nada, comecei a massagear ela um pouco. Desci minha mão direita até a coxa dela e enfiei por baixo do vestido. Depois, amassei a bunda dela, enquanto ela esfregava no meu pau. Com o calor do Assim que comecei a encostar meu pau na racha dela, simulando uma foda. Enquanto isso, minha outra mão subiu pra pegar um peito dela. A mãe dela, aquela massa de carne, era tão grande e macia que parecia transbordar do sutiã. Apertei forte o peito esquerdo dela e a bunda direita pra meter mais umas duas vezes até gozar. Senti jorrar dentro da minha roupa uns jatos de porra, que na hora pareceram litros. Segurei ela firme até encher minha cueca com minha gozada. Ela só deixou rolar, não falou nada.
Ouvi uma porta abrir e reagi na hora. Soltei ela e fui pro meu quarto. Ela continuou como se nada tivesse acontecido até perceber que quem tava chegando era meu pai.
RUBEN! – ela gritou, surpresa. Que foi, mulher? Ehhh… – meio confusa – nada, é que achei que você tivesse aqui dentro e não no quintal. Não, só tava com o Juan (esse é meu nome) aqui em casa. Ahhh – ela disse, disfarçando.
Eu ouvi o diálogo da porta do meu quarto. O medo me dominou, não sabia o que minha mãe ia fazer agora que descobriu que eu aproveitei a situação pra apalpar ela e esfregar meu pau na bunda dela.
Não saí do quarto nem pra comer. Só fui no banheiro me limpar e trocar de cueca num momento em que não ouvi ninguém, e olhei na varanda se ela tinha colocado o pano vermelho no parapeito. Não colocou naquele dia. Também não no dia seguinte, nem no outro. As coisas seguiram normais; na real, com o susto da última vez, quase sendo pego me aproveitando da minha mãe, não queria tentar nada. Só fiquei esperando ela dar o sinal pra chamar o amante noturno.
Esse dia chegou uma semana depois do “incidente” na sala. Quando cheguei à tarde, depois de passar um tempo com os amigos, avistei de longe o pano vermelho no parapeito. Com certeza, a ideia de que naquela noite eu ia foder minha mãe de novo disparou meus níveis de testosterona. Quase subiu o pau na hora. Me preparei, peguei uma roupa preta e um Passa-montanha, não queria que por algum descuido minha mãe virasse e visse minha cara. Esperei todo mundo dormir e me escondi no quintal, caso o amante anterior aparecesse. Já passava da meia-noite e ninguém aparecia. Com certeza, depois do último susto que dei naquele usurpador, ele não ia se aproximar de novo. De repente, ouço minha mãe escapulir de casa e ir pro galpão. "Chegou a hora", pensei. Me aproximei do galpão uns dois minutos depois que ela entrou. Ao abrir a porta, vi ela na posição de sempre, e entrei; me concentrei naquele rabão dela, grande, branco e redondo; na racha, entre aquelas carnes lindas, com certeza já quente e melada. Um único pensamento guiava minhas ações. Meter. Queria meter, inteiro, fundo. Desejava agarrar ela com força e bombear até soltar todo meu leite dentro. Me aproximei, depois de fechar a porta atrás de mim. Caminhei abaixando o zíper e tirando meu pau. "Oi, meu amorzinho, você demorou um pouco, hein" – disse com um tom safado, enquanto rebolava a bunda. Me posicionei atrás dela, apontei minha arma pra caverna dela, e, segurando na cintura dela, meti fundo, como um aríete rompendo as barreiras de um castelo. Senti o atrito das nossas carnes. Ela, mesmo molhada, não estava totalmente lubrificada. O fogo dela envolveu meu membro e senti bater no fundo. "AHHhhhhh!!!!!..." – soltou longamente ao sentir meu pau estocando ela – "que delícia." Tirei quase todo e meti de novo fundo. Já mais lubrificada, a buceta dela recebeu meu falo não tão bruscamente. E assim uma terceira, quarta, quinta, até perder a conta. "Me arrebenta" – ela dizia entre as estocadas. Continuei nessa dinâmica até que, de repente, mudei o ritmo. Agora era pra curtir o corpo dela. Era um vai-e-vem contínuo, um ritmo constante enquanto aproveitava pra percorrer ela com minhas mãos. Ela me acompanhava com os movimentos, levantando e empurrando a racha pra trás a cada investida. Soltei os peitos dela por cima do decote da roupa de sempre. Antes de dormir, e pra facilitar tudo, ela passou as alças por baixo dos braços pra me dar mais liberdade. Quando peguei nas suas tetas gostosas, grandonas, pesadas e macias, parecia que transbordavam das minhas mãos, como se essas massas lindas quisessem escapar a qualquer momento entre meus dedos. Os bicos enormes e durinhos, tipo botões, rolavam entre meus dedos. Isso fez ela apoiar as mãos no balcão, levantando o tronco pra facilitar o amasso das mamas. E eu, segurando firme, continuava metendo nela.
Aquela mulher bufava, gemia e pedia mais e mais. Tava gozando igual uma puta fogosa. Igual a mim; eu me sentia no paraíso, possuindo aquela mulher ardente numa situação tão safada. A loucura sexual do momento só aumentava, meu ritmo ficava mais frenético, e ela preferiu ficar quieta e deixar eu meter sem parar, me servir daquela carne, como se naquele momento eu fosse o dono dela. Sentia os fluidos molharem minhas partes enquanto entrava e saía daquela gruta maravilhosa. Não sei quanto tempo passou, mas já tava quase sem ar, mas não conseguia parar. Junto com minhas investidas repetidas e constantes, ela continuava gemendo desesperada, como se nada mais importasse. Nessa dinâmica, as cócegas, formigamentos e contrações no meu pau começaram a aparecer. O orgasmo ia chegar logo, então acelerei ainda mais o ritmo. Até que não aguentei mais e, segurando firme nas tetas dela, quase esmagando, meti fundo, uma, duas, várias vezes; até não aguentar, e, me mantendo no fundo da buceta dela, envolto pelo calor, comecei a invadir as entranhas dela com meu esperma. Litros foram disparados contra a parede fina daquela noite, quase senti que tava mijando nela. Minhas bolas se recolheram no processo, meu tronco se contraía, como se estivesse bombeando. Segurava ela firme enquanto gozava. As tetas dela lutavam pra se soltar das prisões que eram minhas mãos. Mãos que controlavam aquele corpo maduro lindo Entre cócegas, penetrações e respirações ofegantes, ela se movia numa dança de luxúria desenfreada. Mesmo sem fôlego, mantive ela cravada e agarrada pelos peitos por uns dois minutos depois de ter gozado. Nesse momento, ela só bufava e se deixava levar, completamente entregue ao seu estuprador consentido.
Depois de soltar os peitos dela, ela se apoiou de novo com os cotovelos no balcão, com a cabeça entre os antebraços. Com certeza o orgasmo dela foi tão intenso quanto o meu.
Guardei meu pau, encharcado dos nossos fluidos, e saí do lugar sem fazer barulho.
Como de costume, o dia seguinte foi normal na rotina. Só com uns olhares intrigados da minha mãe. Até peguei ela olhando pro meu volume enquanto conversávamos em família, sentados na sala. Quando percebi, borboletas começaram a revoar no meu estômago. Com certeza ela já tinha sacado que fui eu quem a apalpou no outro dia e não falou nada. Com certeza ela curtiu tanto quanto eu.
Ela me deixava com tesão, meu desejo por ela aumentava a cada momento. Eu via ela andar com as partes balançando e não conseguia, nem queria, perder nenhum detalhe. A cada roçada ou cruzada, enquanto andávamos pela casa, lembrava do calor da carne dela, da maciez, das umidades. Sem dúvida eram meus hormônios também que faziam toda essa energia sexual contida tentar se libertar em mim e se manifestar com esses impulsos e pensamentos. Inconscientemente, ou talvez nem tanto, tentava encontrá-la, roçar nela, tocá-la onde quer que ela estivesse pela casa.
Num momento, todo mundo saiu, não sei pra onde, não me importava. Encontrei ela na cozinha, lavando louça. Aquele rabão empinado, os peitos balançando e as mãos na água. Fiquei olhando um tempo, sem ela me notar. Até que depois de uns minutos, me aproximei, meu alvo era a bunda dela. Meus olhos cravados naquelas grandes massas de carne guiavam minha trajetória como um míssil teleguiado. Quando estava a uns centímetros, minha barraca encostando nas nádegas dela, abracei ela por cintura e enfiei meu saco entre as bundinhas dela. Senti um formigamento no corpo todo, falei: Parece que estamos só nós, mamãe. Isso mesmo, querido - levantando a bunda pra encaixar no meu pau duro - não sabia que você ficava tão animado quando abraça a mamãe. Sempre fico animado quando tenho perto um monumento de mulher igual você - não sei de onde tirei essas palavras, só saíram. Mmmmm... bom, a bunda gorda da sua mãe adora que você esfregue sua animação nela... - ela falava isso enquanto mexia a bunda pra cima e pra baixo, apertando pra trás contra meu pau - igual você fez no outro dia. Isso confirmou minhas suspeitas, ela sabia que eu apalpei ela e gostou tanto quanto eu. A gente tava curtindo nosso jogo erótico quando ouvimos a porta da frente abrir. Rápido nos separamos e disfarçamos, em questão de segundos meu pai chegou na cozinha com um dos meus irmãos. Não perceberam nada estranho. Eu saí da cozinha pra evitar qualquer suspeita, fui pra sala, olhei pro terraço e vi: o já tão querido por mim, pano vermelho, estava de novo na grade. Minha mãe queria mais uma dose de sexo, e eu tava pronto pra dar. Naquela noite esperava ansioso do meu esconderijo no quintal. Tinha uma vista perfeita da casa, dava pra ver minha mãe sair e ir pro ateliê. Além de vigiar caso o amante original aparecesse. Fiquei meia hora esperando parado até que finalmente vi mamãe escapulir pro ateliê, vestindo um roupão. Meio estranho porque as temperaturas daquela época do ano permitiam sair só de camisola, já que as noites eram quentes. Olhei pra ver se não aparecia mais ninguém, e não apareceu. Então, uns minutos depois que ela entrou no ateliê, eu entrei também. Ao entrar, vi ela de costas pra porta, iluminada pela luz de uma vela; quando me ouviu entrar, ela disse: Adoro como você me toca toda, por isso preferi vir assim e trouxe uma vela pra você me ver inteirinha. enquanto abria seu roupão e deixava ele cair, mostrando seu corpo nu e gostoso. Com a luz fraca da vela, dava pra ver com mais detalhes as curvas dela. O tom da pele, os detalhes, as marquinhas, aquele rabão enorme em formato de pêra. Fui me aproximando devagar por trás, tocando de leve os glúteos dela com cada mão, pra começar a percorrer o corpo dela. Minhas mãos passaram pela bunda dela, depois pelos quadris, seguiram pela barriga e terminaram pegando nos peitos dela. Tocar na pele macia e quente dela fez meu pau ficar durasso. Encostei meu pau ereto entre as nádegas dela e apertei ela contra mim. Ela soltou um gemido baixinho e longo, e depois esfregou a bunda contra minha virilha. Naquela noite, não era só ela que tinha pensado em surpreender, então, sem falar nada, soltei os peitos dela, tirei uma venda do bolso e tampei os olhos dela. hahaha - ela riu - parece que não sou só eu que tô a fim de brincar. Depois de vendar os olhos dela, peguei na mão dela e virei ela de frente. Ver os peitos dela soltinhos e totalmente à minha disposição foi uma delícia. Comecei beijando o pescoço dela, com as mãos segurando firme a bunda dela, e ela colocou as mãos no meu pescoço. Beijando o pescoço e descendo devagar, cheguei num dos mamilos dela, pra chupar, beijar, mamar e morder. Soltei uma das nádegas dela pra pegar um dos peitões lindos e massagear. Sem parar de chupar os peitos dela e alternar entre os mamilos, baixei minha calça. Aí sentei numa cadeira da oficina e ao mesmo tempo fui guiando ela, colocando ela na minha frente com uma perna de cada lado e apertando pra ela guiar a buceta dela pra baixo, com a ideia de ela montar em mim. Ela entendeu na hora o que eu queria, então se apoiou nos meus ombros e começou a descer. Primeiro sentou nas minhas coxas, pra se aproximar devagar do encontro das nossas partes. Boa ideia, piranha, isso a gente nunca tinha feito. Tô toda molhadinha - ela falou enquanto aproximava a bocetinha dela do meu pau. Ela soltou um gemido baixinho na hora que a rachinha molhada dela encontrou o meu mastro. Comecei a percorrer ele pela parte de baixo, esfregando meus lábios e me molhando com seus fluidos ardentes. Ela percorria minha vara devagar com movimentos ritmados, enquanto eu a guiava com minhas mãos, segurando sua bunda com força, separando suas nádegas. E minha boca chupava seus deliciosos mamilos como fiz uma vez, não mais para me alimentar, mas para gozar como um possesso degenerado, incestuoso e amante. Eu me sentia transbordando pelo corpo ardente dela. Sua racha subia e descia no meu pau, sem penetrá-la ainda. Ela, com seu percurso, estimulava seu clitóris, roçando minha glande e esfregando toda a extensão da minha barra de carne até minhas bolas, e vice-versa, subia devagar e descia rápido. Eu, fascinado com seu calor e umidade se esfregando no meu sexo. Foram muitas passadas, em não sei quanto tempo, até que de repente, sobrecarregado pela excitação e impaciência, peguei ela pelo cuzinho e levantei. Minha glande se alinhou com sua caverna. Deixei ela cair em cima de mim. Senti minha estaca penetrá-la até o fundo. Ahhhhh!!!! Que gostoso papiiii!!! Ficamos imóveis por alguns segundos, aproveitando o mar de sensações. Ela abraçava minha cabeça entre os peitos, e eu a abraçava forte pela cintura. Meu pau pulsava dentro da caverna dela, pressionado pelas paredes internas. Quando ela começou a cavalgar em mim como uma verdadeira vaqueira, era uma máquina de paixão, sua racha subia e descia, tirando e metendo meu pau. Os peitos dela balançavam na minha cara. Ela gemia e reclamava, como se estivesse sendo torturada de prazer. Os sucos dela chapinhavam e molhavam minha virilha. Eu, gozando com suas carnes, optei por me deixar querer, ficando quieto e levantando meus quadris, tentando dar a ela total disposição do meu rabo. Minhas mãos percorriam seu corpo voluptuoso, sua bunda, suas costas, seus peitos eram revisados por minhas mãos inquietas. Minha boca faminta chupava, morria e mamava em seus peitos grandes, macios e gostosos. A pele dela era uma delícia, o suor dela era o mais gostoso dos sabores. Pega nas suas nádegas por baixo pra separar ainda mais e a penetração ficar mais profunda.
De repente, peguei ela pela nuca e puxei pra perto, pra gente se fundir num beijo apaixonado. Nossas línguas se enroscaram, nossas salivas se misturaram. E ela continuava naquele sobe e desce frenético. A gente se beijou enquanto transava um bom tempo, parava pra respirar e continuava entrelaçado. Beijávamos nossas bocas, pescoço, bochechas. Eu tava tão excitado que chupava a pele dela, o queixo. Podia pegar as tetonas dela e colocar os bicos na altura da boca dela e lamber aquelas delícias à vontade.
Mergulhados nesse clima de tesão, ela mudou o ritmo pra estocadas fortes e profundas. Minha ponta batia no fundo dela toda vez que ela subia e descia com força. Umas várias vezes ela investiu forte, até descer o máximo que podia, deixando meu pau empalado nela que nem uma lança. Ela tensionou o corpo e apertou as pernas contra as minhas. Eu segurei pelos ombros pra manter ela lá embaixo e enfiei a cara entre os peitos dela. De repente, comecei a soltar meu esperma na caverna que me deu à luz. Joguei vários jatos nas entranhas dela, e com cada batida desses jatos nas paredes quentes dela, ela relaxava mais o corpo, se entregando ao orgasmo inegável que tomava conta dela. Era tanto prazer que eu sentia naquele momento que não queria, nem podia, soltar ela até acabar.
Ela descansou a cabeça no meu ombro direito até meu pau, já mole, sair da caverna ardente dela. Meus fluidos escorriam pela gravidade da buceta dela quando ela reagiu.
— Isso foi maravilhoso, pussy. Acho que a gente nunca vai conseguir parar de fazer isso. Adoro como você me fode, meu estuprador misterioso.
Finalizei as palavras dela com um beijo na boca. Foi um beijo mais calmo, mais devagar, mas não menos apaixonado. Depois de nos beijarmos por um tempão, ela se levantou dizendo:
— Agora vira de costas pra eu tirar essa venda e me vestir.
Saí em silêncio, me vesti e apaguei a vela rápido, pra evitar que ela tentasse me pegar de surpresa tirando a venda antes. que ela saísse. Exausto, cheguei no meu quarto antes que ela saísse da oficina, com certeza queria se recuperar antes de voltar pra casa. Da minha janela, vi ela voltando andando, tampando o corpo gostoso dela com o roupão. Ainda restava verão e fome de sexo. Continua. Por favor
A gente morava num povoado no interior da zona central do Chile, ou seja, no campo. Nossa família era composta pelo meu pai, minha mãe, eu (o filho mais velho) e meus 2 irmãos.
A história que vou contar aconteceu no último verão antes de eu ir estudar na universidade na cidade mais próxima. Eu tinha 18 anos. Era um cara normal, meio tímido, magro, pele clara e cabelo escuro, meio parecido com meu pai.
A gente levava uma boa vida no campo. Nossa casa dava de frente pra uma estrada meio movimentada, com um terração na frente, tipo um alpendre, com um corrimão onde minha mãe costumava deixar algumas coisas secando. Às vezes eu ajudava ela em alguns serviços de casa. Foi num daqueles dias que a gente estava arrumando o terraço, como de costume, e deixando coisas penduradas pra secar. Entre a variedade de roupas, lençóis, cobertores, etc., tinha um tapete vermelho, ou um chinelo, não estava molhado, nem limpo. Mas ela deixou no corrimão perto da entrada da casa, no lado mais visível.
— Mãe, isso aqui não tá molhado — falei, tirando de onde ela tinha colocado.
— Deixa aí mesmo!! — respondeu num tom categórico.
Sem contrariar, obedeci sem perguntar mais.
O dia tinha terminado, fazia calor, não lembro que dia era. da semana era, sempre me acontecia isso no verão. Eu dormia no meu quarto tranquilamente quando algo me acordou, foi um barulho no quintal. Curioso, olhei rapidamente pela janela e vejo uma sombra indo em direção à oficina. A oficina era uma estrutura básica de madeira no quintal. Sem pensar duas vezes, fui ver o que estava rolando, tentando não acordar ninguém. Me aproximo silenciosamente da oficina e a porta estava fechada. Ouviam-se uns barulhos estranhos lá dentro, tipo um batendo e uma respiração ofegante. Ainda mais curioso, queria saber o que estava acontecendo, mas minha intenção não era interromper nada, só pegar o flagrante. O batendo continuava, era um barulho suave e constante, enquanto eu procurava um espaço entre as tábuas que formavam a parede pra espiar pra dentro. De repente, ouvi um gemido feminino, "que estranho" pensei; com minha inocência daquela época, não conseguia imaginar do que se tratava. Continuo procurando até que consegui olhar por uma fresta do lado oposto à entrada da oficina. O que vi mudou minha vida pra sempre. Com os olhos arregalados, pude ver minha mãe, minha amada mãe, sempre certinha, simpática e honesta. Apoiada na bancada com os cotovelos, a camisola arregaçada acima da cintura, deixando à mostra a sua bunda enorme e branca, toda empinada. Os peitos dela estavam soltos, grandes, balançando a cada movimento. E a cabeça dela jogada pra trás. Atrás dela tinha um homem que eu não reconhecia e que claramente não era meu pai. Ele estava com as calças nos tornozelos, as mãos segurando firme os quadris da minha mãe, metendo forte por trás. "Tão trepando!!" pensei na hora, sem perder nenhum detalhe do balanço das carnes da minha mãe. Meu pau reagiu na hora, não consegui evitar e comecei a bater uma punheta freneticamente. Me concentrei nos peitos da minha mãe, estavam uma delícia, balançando a cada investida do desconhecido comedor. Tinha pouca luz, então detalhes da pele dela não dava pra ver. distinguia, só via as massas dela se mexendo numa dança erótica e apressada. As bundonas dela se recolhiam a cada impacto, dava até pra ouvir as carnes dela batendo na humanidade do infeliz que tava metendo nela. Ela gemia e resfolegava, mergulhada na paixão daquele momento. Aproveitando que a oficina era separada da casa, podia fazer os barulhos que quisesse.
Ai que goooostoso!!!... Mete tudo até o fundo. O que você... Não me fala, não quero saber quem é, continua me comendo. — Minha mãe interrompeu ele... isso!! Vai, buceta!!! Me enche, me enche!!.
Não sei que jogo eles tinham, não entendi na hora. Eu tava batendo uma como um condenado, com a calça arriada e colado na fresta. Minha mãe tava dando como uma puta a menos de 2 metros e eu curtindo como um voyeur tarado.
Entre gritos de porca, minha mãe gozava e eu comecei a esporrar nas tábuas. Foi um puta orgasmo, cheguei a ficar tonto e durou uns segundos. Quando me toquei, o cara tava debruçado em cima da bunda da mamãe, com certeza gozando bem lá dentro. Minha mãe de cabeça baixa, curtindo o orgasmo dela.
Uns segundos depois, o cara tirou, subiu a calça e foi embora sem falar nada. Enquanto minha mãe ficou imóvel na mesma posição. Fiquei um tempão olhando mamãe se recompor da foda, se achando sozinha. Ela se levantou, depois prendeu o cabelo num coque. Os peitos dela pendiam pra fora da camisola de alças, era uma vista linda, as “redondezas” e o balanço suave delas fizeram minha excitação voltar. Meu pau, duro como ferro, subiu de novo e junto minha mão começou a percorrer ele, numa punheta lenta e ritmada.
Percorri com o olhar os peitões dela, que com a pouca claridade da lua, pareciam brancos e terminavam num mamilão grande e pontudo, apontando impetuoso pra frente.
Depois de terminar de prender o cabelo, ela baixou a roupa até tampar a bundona e depois subiu pra guardar. Os peitos dela dentro da roupa. Cada uma daquelas massas de carne se moldava à mão que as apertava, um sinal claro da maciez e suavidade delas, antes de sumirem de novo escondidas por aquele pano miserável que me privou do prazer visual daquelas tetas perfeitas. Pra encerrar a cena de voyeur, ela se virou e saiu pela porta da oficina, enquanto eu cravava o olhar naquele rabo, se desenhando por baixo do tecido fino, e que a partir daquele momento virou meu objeto de desejo.
Depois de vê-la ir embora, fechei os olhos e me deitei de costas na grama, batendo uma enquanto lembrava das imagens gostosas, quentes e clandestinas da minha mãe fodendo escondido na oficina, enquanto a gente dormia em casa (todo mundo menos eu), das carnes dela balançando e gemendo como se tivesse possuída; fez meu pau ficar duro que nem ferro, não aguentei muito sem começar a punhetar de novo. Fiz com a mão bem rápido, por um tempo, sentia minhas bolas se contraírem e aumentei o ritmo da masturbação. As imagens da minha mãe continuavam na minha cabeça, enquanto eu seguia me masturbando, aí comecei a me imaginar no lugar do desconhecido, agarrando a bunda dela e enfiando minha pica na racha dela, uma vez e outra, na hora que ela pedia mais e mais. Continuei com meus movimentos, sem parar, num ritmo forte, até que num momento senti que ia gozar, meus ovos se contraindo e meu pau mais duro que nunca. Não queria parar e segui com a tarefa, até que não aguentei mais e gozei pra caralho. Foi tão forte o clímax que fiquei imóvel por um bom tempo.
Voltei pro meu quarto em silêncio pra não acordar minha família.
O dia seguinte foi normal, minha mãe tava igual de sempre, como se nada tivesse acontecido. Tava claro que o que eu vi na noite passada, ela já vinha fazendo há um tempo e sem nenhum remorso.
Naquela tarde, ajudando com umas coisas, arrumava o terraço e peguei o chinelo vermelho pra deixar na grade. Quando ela apareceu e disse "não, deixa ele Lá embaixo", eu obedeci sem dar importância.
Durante o dia, parei pra olhar pra ela, pra minha mãe. A bunda grande, redonda e empinada, e os peitões enormes. Curti apreciando o rebolado das partes dela enquanto caminhava; na verdade, num momento comecei a ficar excitado enquanto via ela arrumar umas coisas na sala, ou olhando o decote dela quando almoçamos, etc. Sem dúvida era um espetáculo gostoso do qual nunca tinha me ligado. A cena que presenciei à noite me fez mudar a forma como via minha mãe.
Naquela noite, fiquei de vigia na minha janela pra ver se minha mãe escapava pra oficina pra dar. Mas nada, bateu 2h da manhã e nada. Com o tesão que tava, me masturbei antes de dormir; agora tinha papel higiênico escondido no meu quarto pra esse fim. Lembrar da minha mãe virou o principal estímulo pra me masturbar.
Passaram 4 noites sem novidade, 4 noites em que fiquei acordado esperando ver a mesma cena de novo. No quinto dia, entre as coisas pra lavar, tava a calcinha vermelha. Depois de lavar, ela mesma colocou no varal pra secar, ficando à vista do caminho.
Naquela noite, lá pras 1h da manhã, vi minha mãe indo pra oficina. "Hoje é o dia", pensei. Fiquei na janela até ver o desconhecido se aproximar. Quando vi ele, um sentimento de inveja e ciúme me tomou. Esperei uns minutos e fui pro mesmo lugar onde tinha a vista privilegiada pro show. As sensações foram as mesmas, a mesma rotina se repetiu e eu gozei do mesmo jeito. Dessa vez, voltei pra minha cama antes deles saírem da oficina. Dormi tranquilo.
Depois daquela noite, passaram 3 dias sem novidade. Até a madrugada do 4º dia, quando vi minha mãe escapulindo pra oficina, ansiosa pra ser penetrada, fiz a ligação. Naquele dia, igual nas vezes das aventuras sexuais anteriores, ela tinha deixado a calcinha vermelha. Era o sinal, como se avisasse pro amante oculto que tava pronta pra ser possuída mais uma vez naquela escurridiza clandestinidade. E, portanto, também era um sinal pra mim. Pra continuar descobrindo um mundo perverso e quente. Cheguei na fresta de costume pra ver minha mãe ser penetrada à vontade por aquele sortudo desconhecido. Nessa altura, o ciúme já me dominava, além do tesão. Eu via os dois fornicando enquanto me masturbava, era o melhor pornô ao vivo. Quando, do nada, ela ordena:
— Para! — disse enquanto mexia a bunda pra tirar o pau sem nome — hoje quero que você me arrombe o cu, trouxe a vaselina, tá ali em cima.
Terminou de dar a instrução e apoiou a cara e os peitos no balcão, pra com as mãos separar as nádegas. Em seguida, colocou mais em evidência sua bunda enorme, branca e cheia de sardas. O cara, sem cerimônia, cuspiu no cu da mamãe, passou 2 dedos na vaselina e começou a cutucar o buraco em questão. Ao mesmo tempo, com a outra mão, estimulava o clitóris. Já com isso, mamãe gemia e resfolegava. O cara, de vez em quando, voltava a passar os dedos e o cu dela pra lubrificar. Repetiu o procedimento várias vezes pra conseguir a dilatação necessária. Num momento, entre gemidos de puta, minha mãe disse:
— Não aguento mais… Mete logo.
O homem continuou no que tava, sem dar bola. Daí minha mãe, implorando, falou:
— Por favor, não aguento, quero que você arrombe.
Ele deixou ela sofrer mais um pouco, até que ela disse:
— Jááá (implorando)… Mete tua arma, papai, que não aguen…
Antes que terminasse de falar, o cara segurou ela pelas cadeiras, apontou a cabeça do pau pra caverna e começou a furar com força.
— Sim… Aiii… mais, pussy, vai… que forte… arromba meu cu!!! — eram os gritos dela.
O cara segurava ela firme enquanto a penetrava devagar. Ela, nessa hora, tinha uma das mãos enfiada na própria pussy se estimulando e a outra apoiada no balcão. Os peitos dela pendiam pesados, maravilhosos, brancos, iluminados pela luz da lua que entrava por uma janela. As grandes massas de carne que ela tinha de bunda se adaptavam ao corpo do usurpador, se ajustando à foda que estava dando.
Seu ritmo de penetração inicial foi lento até chegar o mais fundo possível no cu faminto da minha mãe. Depois começou a sair, já não tão devagar, mas também não rápido. Para voltar a atacar. Foi aumentando o ritmo, até chegar a um constante de penetrações profundas e fortes.
Minha mão percorria meu pau freneticamente, eu batia punheta como um doente, com meu olho (o que conseguia ver pela fresta) arregalado, sem perder nenhum detalhe da cena. Ela gemia e suas carnes balançavam, era o espetáculo mais erótico que poderia existir. Gozei como nunca, jorrando incontáveis jatos de porra, até minha visão ficar turva e minhas pernas tremerem.
Fiquei olhando mais um tempo, vendo como terminavam. Ela tensionou o corpo, gemendo longamente, e depois relaxou, apoiando os dois braços no balcão e a cabeça sobre eles. Ele continuou penetrando ela umas duas vezes até parar no fundo e, tensionando o corpo, gozou enchendo ela com suas porradas. Ficou parado uns segundos, se separou da minha mãe, subiu as calças e foi embora sem dizer nada. Ela esperou o amante clandestino ir embora para se levantar e sair só com a camisola, andando devagar.
Esperei um tempo até ela chegar no quarto dela e se deitar. Depois fui para o meu quarto sem fazer barulho.
Deitado, olhando o teto do meu quarto, tomei uma decisão. Eu tenho que ser quem vai comer minha mãe, não um desconhecido. Para isso, precisava elaborar um plano. Além disso, com medo da possível rejeição dela, eu tinha que tomar o lugar do desconhecido sem que ela percebesse. Aproveitando que eles não tinham contato visual nem verbal, ela não deveria notar.
Foi assim que esperei vários dias até que ela finalmente colocou o chinelo vermelho na grade. Era o sinal do desejo. Me preparei para aquela noite. Não tinha batido punheta desde a gozada da última sessão de voyeur, para estar carregado para ela. No meu armário guardava um taco. Então... Decididamente, me escondi perto da meia-noite no quintal, perto da oficina, imaginando a rota habitual do tarado que pegava minha mãe.
Ouvi ela se esgueirando pra oficina. A ansiedade, a adrenalina e a excitação fizeram minha pica endurecer na hora de vê-la saindo de casa na camisola de sempre.
Nisso, escuto o desconhecido se aproximar, andando devagar, tentando não fazer barulho. Vi ele a uns 5 metros, ele não me viu. Cheguei sorrateiramente por trás sem que me ouvisse, e quando cheguei na distância certa, acertei ele nas costas com meu taco. PAH! (o golpe soou seco) e ele caiu no chão, se virando muito rápido. Não consegui ver o rosto dele. Falei, não muito alto pra minha mãe não ouvir: “Sai daqui, seu ladrão de merda!”. O cara levantou rápido e saiu correndo pelo mesmo caminho que entrou na nossa propriedade.
Já tinha cumprido a primeira etapa do plano: eliminar o desconhecido. Agora vinha a melhor parte, finalmente realizaria a fantasia principal, a inspiração das minhas punhetas das últimas semanas.
Deixei meu taco lá nos arbustos e entrei na oficina. A vista era perfeita, pela janelinha entrava um pouco de luz, o suficiente pra contemplar aquela bunda grande e redonda, linda. Meu coração acelerou ao ver aquela gruta tão desejada entre aquelas massas de carne branca, e aquelas coxas grossas semiabertas. Ela estava como sempre, de joelhos num banco, apoiada nos cotovelos sobre a bancada. Disse ao ouvir a porta: “Demorou um pouco, meu bem, vamos logo na minha buceta que ainda sinto o cu ardendo por causa do outro dia”.
Muito nervoso, me aproximei da bunda dela empinada. A primeira coisa que fiz foi tocá-la com uma mão em cada nádega, a sensação foi deliciosa, a suavidade e o calor invadiram minhas mãos, apertei forte e senti a anatomia dela escapando entre meus dedos. Ela respondeu com um rebolado, dizendo: “Que mãos geladas as suas”. à minha antecessora nesses afazeres, chupei os dedos indicador e médio, pra depois tocar a racha dela. Primeiro suave e depois com mais firmeza. Passei devagar pelos lábios maiores, depois pelos menores, entrada da buceta e então caminho pro cu dela. Tava tudo muito molhado, tudo muito gostoso. Com o carinho, ela levantou mais a bunda pra facilitar o percurso, então fiz de novo ao contrário, claro que agora enfiando ainda mais a mão, meus dedos estavam encharcados com os fluidos dela. "Você nunca tinha me tocado assim antes, pussy... Que delíciaaa..." disse ela, acompanhada de uns gemidos bem melados. Depois de brincar com meus dedos, desabotoei a calça com a mão esquerda, não tava de cueca, pra facilitar o processo. Meu pau saiu disparado e ansioso pra se enfiar naquelas carnes. Peguei meu pau e com a cabeça fiz o mesmo caminho dos meus dedos. Senti o calor dela na minha ponta. Quase gozei na hora, consegui me segurar e continuei. Esfreguei a cabeça do pau no clitóris dela, carregando, depois na entrada da caverna dela, entrei um pouco e segui em frente. "Aí aí, mete mete mete", fiz ela esperar passando a racha de volta, mais umas duas vezes. A cada passada pela entrada, ela soltava um melado "aí aíí!...", virou um joguinho interessante, cada vez a pussy dela tava mais gostosa, eu sabia porque sentia a umidade na cabeça do meu falo. E depois de várias passadas, sem mais, me posicionei na entrada, enfiando só a ponta, chapinhando nos fluidos dela. Segurei ela pela cintura e de uma só enfiada meti fundo. "Aaaahhhh!!!!" ela gritou. Tava tão molhada que não custou entrar, nunca na minha vida tinha sentido algo assim, até aquele momento eu era virgem. O calor e a maciez das entranhas dela envolveram meu pau, causando em mim uma sensação gostosa e desconhecida. Tirei um pouco, sentindo os lábios da buceta apertarem ao longo da minha ferramenta, percorrendo ela enquanto saía, pra depois entrar de novo, mais devagar pra aproveitar sensação suave. Repeti os movimentos várias vezes, de maneira viciosa, até começar a bombar na buceta da mamãe num ritmo constante.
A cada metida ela pedia “mais… maaaiss…. Mais mais mais…”. De repente, tava num vai e vem frenético, segurando ela firme pela cintura. Ela ofegando e eu curtindo a fricção do meu pau dentro dela, o balançar das carnes dela no meu corpo, como a bunda dela se abria cada vez que eu enfiava, como se me recebesse quente.
Entre gemidos, fungadas e gritos da minha mãe, comecei a sentir os primeiros sinais de uma gozada iminente. Mudei o ritmo, instintivamente, penetrando ela com força e tentando ir o mais fundo possível. Minha ponta bateu na parede mais interna dela, ela soltou um gemido forte, isso me motivou a repetir várias vezes, cada vez mais forte. “Ahhh” na primeira, “Ahhhhh” na segunda, mais longo e forte; “Ahhhhiiii” depois que meti com toda força; “Ahhhiiii me arrebenta a buceta” depois de sentir minha cabeça batendo nas entranhas dela e pressionando por um instante; e “Assim assimmmmm” foi a última coisa que ela disse depois que eu penetrei com toda força e fiquei lá dentro sem soltar, enfiado, pressionando as entranhas dela, na entrada do útero. Minhas bolas se contraíram e meu pau também, como se tivesse vida própria; comecei a soltar meu leite dentro. Cada jato me dava um monte de cócegas junto com o orgasmo intenso. Me senti tonto, sem ar e com um formigamento nos colhões.
“Você tá diferente hoje, maior, mais duro” – ela disse isso enquanto apoiava a cabeça nos antebraços no balcão – “foi… mais gostoso.”
Eu saí da buceta dela, já mole, guardei minha ferramenta na calça e fui embora sem dizer nada. Deixando ela lá apoiada no balcão pra se recuperar. Rapidamente fui pro outro lado da oficina, pro meu ponto de observação. Vi ela se recompor na mesma dinâmica, só que depois de prender o cabelo, levou uma das mãos dela na buceta, pegando o sêmen que já escorria e levando à boca pra lamber, enquanto com a outra mão apertava forte um dos peitos e beliscava o mamilo entre os dedos indicador e médio.
— Que putaria gostosa, meu estuprador tá demais — falou baixinho.
Esperei ela sair pra voltar pra casa. Ao me deitar, com uma sensação de satisfação e uma alegria desconhecida, dormi quase na hora. Foder com a mãe na oficina foi a melhor experiência da minha vida e queria que se repetisse o mais rápido possível.
No dia seguinte, tudo funcionava normal. Minha mãe, com seu bom humor e sorriso lindo, cuidava de todo mundo em casa. Agora eu entendia o motivo do bom humor dela. Tava satisfeita. Uma mulher com a necessidade de sexo resolvida. Transava com o amante quando queria e gozava pra caralho. Além do prazer do ato sexual em si, o fato de ser uma relação escondida tornava tudo ainda mais gostoso.
Naquele dia, não consegui tirar os olhos das carnes da mãe, me perdia olhando a bunda e os peitos dela, se mexendo enquanto andava pela casa. Num momento, encontrei ela lendo o jornal em pé, apoiada com os cotovelos na mesa, com a bunda empinada; enquanto todo mundo tava no quintal. Minhas hormonas tavam loucas, já não conseguia mais me controlar, a lembrança da noite passada me deixava totalmente distraído. Foi então que, sem pensar nas consequências, me aproximei por trás, encostando meu pau duro entre as deliciosas bundonas dela e abraçando ela na cintura. Apoiei meu rosto nas costas dela.
Ela deu um pulo ao me sentir e falou:
— Nossa, como você tá carinhoso — disse isso sem se mexer e levantando a bunda. — E tá durinho hein… mas agora não, que as crianças podem aparecer.
Pensou que era o pai. Sem falar nada, comecei a massagear ela um pouco. Desci minha mão direita até a coxa dela e enfiei por baixo do vestido. Depois, amassei a bunda dela, enquanto ela esfregava no meu pau. Com o calor do Assim que comecei a encostar meu pau na racha dela, simulando uma foda. Enquanto isso, minha outra mão subiu pra pegar um peito dela. A mãe dela, aquela massa de carne, era tão grande e macia que parecia transbordar do sutiã. Apertei forte o peito esquerdo dela e a bunda direita pra meter mais umas duas vezes até gozar. Senti jorrar dentro da minha roupa uns jatos de porra, que na hora pareceram litros. Segurei ela firme até encher minha cueca com minha gozada. Ela só deixou rolar, não falou nada.
Ouvi uma porta abrir e reagi na hora. Soltei ela e fui pro meu quarto. Ela continuou como se nada tivesse acontecido até perceber que quem tava chegando era meu pai.
RUBEN! – ela gritou, surpresa. Que foi, mulher? Ehhh… – meio confusa – nada, é que achei que você tivesse aqui dentro e não no quintal. Não, só tava com o Juan (esse é meu nome) aqui em casa. Ahhh – ela disse, disfarçando.
Eu ouvi o diálogo da porta do meu quarto. O medo me dominou, não sabia o que minha mãe ia fazer agora que descobriu que eu aproveitei a situação pra apalpar ela e esfregar meu pau na bunda dela.
Não saí do quarto nem pra comer. Só fui no banheiro me limpar e trocar de cueca num momento em que não ouvi ninguém, e olhei na varanda se ela tinha colocado o pano vermelho no parapeito. Não colocou naquele dia. Também não no dia seguinte, nem no outro. As coisas seguiram normais; na real, com o susto da última vez, quase sendo pego me aproveitando da minha mãe, não queria tentar nada. Só fiquei esperando ela dar o sinal pra chamar o amante noturno.
Esse dia chegou uma semana depois do “incidente” na sala. Quando cheguei à tarde, depois de passar um tempo com os amigos, avistei de longe o pano vermelho no parapeito. Com certeza, a ideia de que naquela noite eu ia foder minha mãe de novo disparou meus níveis de testosterona. Quase subiu o pau na hora. Me preparei, peguei uma roupa preta e um Passa-montanha, não queria que por algum descuido minha mãe virasse e visse minha cara. Esperei todo mundo dormir e me escondi no quintal, caso o amante anterior aparecesse. Já passava da meia-noite e ninguém aparecia. Com certeza, depois do último susto que dei naquele usurpador, ele não ia se aproximar de novo. De repente, ouço minha mãe escapulir de casa e ir pro galpão. "Chegou a hora", pensei. Me aproximei do galpão uns dois minutos depois que ela entrou. Ao abrir a porta, vi ela na posição de sempre, e entrei; me concentrei naquele rabão dela, grande, branco e redondo; na racha, entre aquelas carnes lindas, com certeza já quente e melada. Um único pensamento guiava minhas ações. Meter. Queria meter, inteiro, fundo. Desejava agarrar ela com força e bombear até soltar todo meu leite dentro. Me aproximei, depois de fechar a porta atrás de mim. Caminhei abaixando o zíper e tirando meu pau. "Oi, meu amorzinho, você demorou um pouco, hein" – disse com um tom safado, enquanto rebolava a bunda. Me posicionei atrás dela, apontei minha arma pra caverna dela, e, segurando na cintura dela, meti fundo, como um aríete rompendo as barreiras de um castelo. Senti o atrito das nossas carnes. Ela, mesmo molhada, não estava totalmente lubrificada. O fogo dela envolveu meu membro e senti bater no fundo. "AHHhhhhh!!!!!..." – soltou longamente ao sentir meu pau estocando ela – "que delícia." Tirei quase todo e meti de novo fundo. Já mais lubrificada, a buceta dela recebeu meu falo não tão bruscamente. E assim uma terceira, quarta, quinta, até perder a conta. "Me arrebenta" – ela dizia entre as estocadas. Continuei nessa dinâmica até que, de repente, mudei o ritmo. Agora era pra curtir o corpo dela. Era um vai-e-vem contínuo, um ritmo constante enquanto aproveitava pra percorrer ela com minhas mãos. Ela me acompanhava com os movimentos, levantando e empurrando a racha pra trás a cada investida. Soltei os peitos dela por cima do decote da roupa de sempre. Antes de dormir, e pra facilitar tudo, ela passou as alças por baixo dos braços pra me dar mais liberdade. Quando peguei nas suas tetas gostosas, grandonas, pesadas e macias, parecia que transbordavam das minhas mãos, como se essas massas lindas quisessem escapar a qualquer momento entre meus dedos. Os bicos enormes e durinhos, tipo botões, rolavam entre meus dedos. Isso fez ela apoiar as mãos no balcão, levantando o tronco pra facilitar o amasso das mamas. E eu, segurando firme, continuava metendo nela.
Aquela mulher bufava, gemia e pedia mais e mais. Tava gozando igual uma puta fogosa. Igual a mim; eu me sentia no paraíso, possuindo aquela mulher ardente numa situação tão safada. A loucura sexual do momento só aumentava, meu ritmo ficava mais frenético, e ela preferiu ficar quieta e deixar eu meter sem parar, me servir daquela carne, como se naquele momento eu fosse o dono dela. Sentia os fluidos molharem minhas partes enquanto entrava e saía daquela gruta maravilhosa. Não sei quanto tempo passou, mas já tava quase sem ar, mas não conseguia parar. Junto com minhas investidas repetidas e constantes, ela continuava gemendo desesperada, como se nada mais importasse. Nessa dinâmica, as cócegas, formigamentos e contrações no meu pau começaram a aparecer. O orgasmo ia chegar logo, então acelerei ainda mais o ritmo. Até que não aguentei mais e, segurando firme nas tetas dela, quase esmagando, meti fundo, uma, duas, várias vezes; até não aguentar, e, me mantendo no fundo da buceta dela, envolto pelo calor, comecei a invadir as entranhas dela com meu esperma. Litros foram disparados contra a parede fina daquela noite, quase senti que tava mijando nela. Minhas bolas se recolheram no processo, meu tronco se contraía, como se estivesse bombeando. Segurava ela firme enquanto gozava. As tetas dela lutavam pra se soltar das prisões que eram minhas mãos. Mãos que controlavam aquele corpo maduro lindo Entre cócegas, penetrações e respirações ofegantes, ela se movia numa dança de luxúria desenfreada. Mesmo sem fôlego, mantive ela cravada e agarrada pelos peitos por uns dois minutos depois de ter gozado. Nesse momento, ela só bufava e se deixava levar, completamente entregue ao seu estuprador consentido.
Depois de soltar os peitos dela, ela se apoiou de novo com os cotovelos no balcão, com a cabeça entre os antebraços. Com certeza o orgasmo dela foi tão intenso quanto o meu.
Guardei meu pau, encharcado dos nossos fluidos, e saí do lugar sem fazer barulho.
Como de costume, o dia seguinte foi normal na rotina. Só com uns olhares intrigados da minha mãe. Até peguei ela olhando pro meu volume enquanto conversávamos em família, sentados na sala. Quando percebi, borboletas começaram a revoar no meu estômago. Com certeza ela já tinha sacado que fui eu quem a apalpou no outro dia e não falou nada. Com certeza ela curtiu tanto quanto eu.
Ela me deixava com tesão, meu desejo por ela aumentava a cada momento. Eu via ela andar com as partes balançando e não conseguia, nem queria, perder nenhum detalhe. A cada roçada ou cruzada, enquanto andávamos pela casa, lembrava do calor da carne dela, da maciez, das umidades. Sem dúvida eram meus hormônios também que faziam toda essa energia sexual contida tentar se libertar em mim e se manifestar com esses impulsos e pensamentos. Inconscientemente, ou talvez nem tanto, tentava encontrá-la, roçar nela, tocá-la onde quer que ela estivesse pela casa.
Num momento, todo mundo saiu, não sei pra onde, não me importava. Encontrei ela na cozinha, lavando louça. Aquele rabão empinado, os peitos balançando e as mãos na água. Fiquei olhando um tempo, sem ela me notar. Até que depois de uns minutos, me aproximei, meu alvo era a bunda dela. Meus olhos cravados naquelas grandes massas de carne guiavam minha trajetória como um míssil teleguiado. Quando estava a uns centímetros, minha barraca encostando nas nádegas dela, abracei ela por cintura e enfiei meu saco entre as bundinhas dela. Senti um formigamento no corpo todo, falei: Parece que estamos só nós, mamãe. Isso mesmo, querido - levantando a bunda pra encaixar no meu pau duro - não sabia que você ficava tão animado quando abraça a mamãe. Sempre fico animado quando tenho perto um monumento de mulher igual você - não sei de onde tirei essas palavras, só saíram. Mmmmm... bom, a bunda gorda da sua mãe adora que você esfregue sua animação nela... - ela falava isso enquanto mexia a bunda pra cima e pra baixo, apertando pra trás contra meu pau - igual você fez no outro dia. Isso confirmou minhas suspeitas, ela sabia que eu apalpei ela e gostou tanto quanto eu. A gente tava curtindo nosso jogo erótico quando ouvimos a porta da frente abrir. Rápido nos separamos e disfarçamos, em questão de segundos meu pai chegou na cozinha com um dos meus irmãos. Não perceberam nada estranho. Eu saí da cozinha pra evitar qualquer suspeita, fui pra sala, olhei pro terraço e vi: o já tão querido por mim, pano vermelho, estava de novo na grade. Minha mãe queria mais uma dose de sexo, e eu tava pronto pra dar. Naquela noite esperava ansioso do meu esconderijo no quintal. Tinha uma vista perfeita da casa, dava pra ver minha mãe sair e ir pro ateliê. Além de vigiar caso o amante original aparecesse. Fiquei meia hora esperando parado até que finalmente vi mamãe escapulir pro ateliê, vestindo um roupão. Meio estranho porque as temperaturas daquela época do ano permitiam sair só de camisola, já que as noites eram quentes. Olhei pra ver se não aparecia mais ninguém, e não apareceu. Então, uns minutos depois que ela entrou no ateliê, eu entrei também. Ao entrar, vi ela de costas pra porta, iluminada pela luz de uma vela; quando me ouviu entrar, ela disse: Adoro como você me toca toda, por isso preferi vir assim e trouxe uma vela pra você me ver inteirinha. enquanto abria seu roupão e deixava ele cair, mostrando seu corpo nu e gostoso. Com a luz fraca da vela, dava pra ver com mais detalhes as curvas dela. O tom da pele, os detalhes, as marquinhas, aquele rabão enorme em formato de pêra. Fui me aproximando devagar por trás, tocando de leve os glúteos dela com cada mão, pra começar a percorrer o corpo dela. Minhas mãos passaram pela bunda dela, depois pelos quadris, seguiram pela barriga e terminaram pegando nos peitos dela. Tocar na pele macia e quente dela fez meu pau ficar durasso. Encostei meu pau ereto entre as nádegas dela e apertei ela contra mim. Ela soltou um gemido baixinho e longo, e depois esfregou a bunda contra minha virilha. Naquela noite, não era só ela que tinha pensado em surpreender, então, sem falar nada, soltei os peitos dela, tirei uma venda do bolso e tampei os olhos dela. hahaha - ela riu - parece que não sou só eu que tô a fim de brincar. Depois de vendar os olhos dela, peguei na mão dela e virei ela de frente. Ver os peitos dela soltinhos e totalmente à minha disposição foi uma delícia. Comecei beijando o pescoço dela, com as mãos segurando firme a bunda dela, e ela colocou as mãos no meu pescoço. Beijando o pescoço e descendo devagar, cheguei num dos mamilos dela, pra chupar, beijar, mamar e morder. Soltei uma das nádegas dela pra pegar um dos peitões lindos e massagear. Sem parar de chupar os peitos dela e alternar entre os mamilos, baixei minha calça. Aí sentei numa cadeira da oficina e ao mesmo tempo fui guiando ela, colocando ela na minha frente com uma perna de cada lado e apertando pra ela guiar a buceta dela pra baixo, com a ideia de ela montar em mim. Ela entendeu na hora o que eu queria, então se apoiou nos meus ombros e começou a descer. Primeiro sentou nas minhas coxas, pra se aproximar devagar do encontro das nossas partes. Boa ideia, piranha, isso a gente nunca tinha feito. Tô toda molhadinha - ela falou enquanto aproximava a bocetinha dela do meu pau. Ela soltou um gemido baixinho na hora que a rachinha molhada dela encontrou o meu mastro. Comecei a percorrer ele pela parte de baixo, esfregando meus lábios e me molhando com seus fluidos ardentes. Ela percorria minha vara devagar com movimentos ritmados, enquanto eu a guiava com minhas mãos, segurando sua bunda com força, separando suas nádegas. E minha boca chupava seus deliciosos mamilos como fiz uma vez, não mais para me alimentar, mas para gozar como um possesso degenerado, incestuoso e amante. Eu me sentia transbordando pelo corpo ardente dela. Sua racha subia e descia no meu pau, sem penetrá-la ainda. Ela, com seu percurso, estimulava seu clitóris, roçando minha glande e esfregando toda a extensão da minha barra de carne até minhas bolas, e vice-versa, subia devagar e descia rápido. Eu, fascinado com seu calor e umidade se esfregando no meu sexo. Foram muitas passadas, em não sei quanto tempo, até que de repente, sobrecarregado pela excitação e impaciência, peguei ela pelo cuzinho e levantei. Minha glande se alinhou com sua caverna. Deixei ela cair em cima de mim. Senti minha estaca penetrá-la até o fundo. Ahhhhh!!!! Que gostoso papiiii!!! Ficamos imóveis por alguns segundos, aproveitando o mar de sensações. Ela abraçava minha cabeça entre os peitos, e eu a abraçava forte pela cintura. Meu pau pulsava dentro da caverna dela, pressionado pelas paredes internas. Quando ela começou a cavalgar em mim como uma verdadeira vaqueira, era uma máquina de paixão, sua racha subia e descia, tirando e metendo meu pau. Os peitos dela balançavam na minha cara. Ela gemia e reclamava, como se estivesse sendo torturada de prazer. Os sucos dela chapinhavam e molhavam minha virilha. Eu, gozando com suas carnes, optei por me deixar querer, ficando quieto e levantando meus quadris, tentando dar a ela total disposição do meu rabo. Minhas mãos percorriam seu corpo voluptuoso, sua bunda, suas costas, seus peitos eram revisados por minhas mãos inquietas. Minha boca faminta chupava, morria e mamava em seus peitos grandes, macios e gostosos. A pele dela era uma delícia, o suor dela era o mais gostoso dos sabores. Pega nas suas nádegas por baixo pra separar ainda mais e a penetração ficar mais profunda.
De repente, peguei ela pela nuca e puxei pra perto, pra gente se fundir num beijo apaixonado. Nossas línguas se enroscaram, nossas salivas se misturaram. E ela continuava naquele sobe e desce frenético. A gente se beijou enquanto transava um bom tempo, parava pra respirar e continuava entrelaçado. Beijávamos nossas bocas, pescoço, bochechas. Eu tava tão excitado que chupava a pele dela, o queixo. Podia pegar as tetonas dela e colocar os bicos na altura da boca dela e lamber aquelas delícias à vontade.
Mergulhados nesse clima de tesão, ela mudou o ritmo pra estocadas fortes e profundas. Minha ponta batia no fundo dela toda vez que ela subia e descia com força. Umas várias vezes ela investiu forte, até descer o máximo que podia, deixando meu pau empalado nela que nem uma lança. Ela tensionou o corpo e apertou as pernas contra as minhas. Eu segurei pelos ombros pra manter ela lá embaixo e enfiei a cara entre os peitos dela. De repente, comecei a soltar meu esperma na caverna que me deu à luz. Joguei vários jatos nas entranhas dela, e com cada batida desses jatos nas paredes quentes dela, ela relaxava mais o corpo, se entregando ao orgasmo inegável que tomava conta dela. Era tanto prazer que eu sentia naquele momento que não queria, nem podia, soltar ela até acabar.
Ela descansou a cabeça no meu ombro direito até meu pau, já mole, sair da caverna ardente dela. Meus fluidos escorriam pela gravidade da buceta dela quando ela reagiu.
— Isso foi maravilhoso, pussy. Acho que a gente nunca vai conseguir parar de fazer isso. Adoro como você me fode, meu estuprador misterioso.
Finalizei as palavras dela com um beijo na boca. Foi um beijo mais calmo, mais devagar, mas não menos apaixonado. Depois de nos beijarmos por um tempão, ela se levantou dizendo:
— Agora vira de costas pra eu tirar essa venda e me vestir.
Saí em silêncio, me vesti e apaguei a vela rápido, pra evitar que ela tentasse me pegar de surpresa tirando a venda antes. que ela saísse. Exausto, cheguei no meu quarto antes que ela saísse da oficina, com certeza queria se recuperar antes de voltar pra casa. Da minha janela, vi ela voltando andando, tampando o corpo gostoso dela com o roupão. Ainda restava verão e fome de sexo. Continua. Por favor
3 comentários - Gozando de la calentura nocturna de mamá...