Essa história aconteceu há muitos anos. Desde muito pequeno, trabalhava na minha casa uma mulher que fazia os serviços domésticos e cuidava de mim, já que meus pais trabalhavam os dois. Jasy, esse era o nome dela, que significa lua em guarani. Ela trabalhava para meus pais desde que eu tinha uns 2 anos, então brincava comigo, me dava banho e era minha companhia.
O tempo foi passando e Jasy era como se fosse da família.
O que vou contar aconteceu quando eu tinha 19 anos e com os hormônios a mil. Jasy me deixava louco de tesão. Naquele dia, entrei no quarto dela, já que ela dormia lá em casa, e enquanto ela fazia as tarefas, roubei uma das calcinhas vermelhas dela e levei escondido pro meu quarto. Me masturbei olhando e cheirando aquela peça linda. Virou um vício, e eu ia trocando as calcinhas por outras, cada vez mais obcecado, até que em algumas vezes sujava alguma peça de porra.
Um dia, meus pais foram pra um jantar de negócios e iam passar a noite toda fora, e Jasy estava de folga. No fundo, pensei: hoje é festa de calcinhas. Então, quando todo mundo saiu, fui direto pro quarto dos meus sonhos, peguei todas as calcinhas que encontrei e espalhei pela cama. Me despi e comecei a me esfregar nelas. Me sentia no paraíso, tão envolvido que nem percebi. Quando gozei e abri os olhos, na porta, me olhando, estava a dona das minhas fantasias, que tinha voltado pra pegar algo que esqueceu. Não sabia o que fazer, estava tudo lambuzado de porra, inclusive algumas calcinhas dela.
- Desculpa, falei, vou limpar tudo e não faço mais, mas não conta pros meus pais, por favor.
- Você foi muito porco, disse ela, se aproximando.
- Não se preocupa, não vou contar nada. Já faz um tempo que sei que você faz isso com minhas calcinhas. Mas deixei rolar porque são coisas da sua idade.
- Vejo que você cresceu muito desde que eu te dava banho.
- E não se preocupa, eu limpo tudo, começando por isso. E pegou meu pau entre as mãos e levou à boca. Vou deixar tudo limpinho, disse ela, quase sem tirar ele da boca. pau na boca dela.
Me sentia o rei do universo.
Depois ela me beijou, parou, tirou toda a roupa e perguntou: "deixo a calcinha fio dental?"
Sim, respondi com a voz trêmula.
Agora é minha vez, e ela se deitou na cama, puxou a calcinha fio dental fininha pro lado e disse pra eu me aproximar.
Desci e comecei a lamber. Nunca tinha provado nada mais gostoso, minha língua ia e vinha como se fosse um sorvete, ela começou a gemer, agarrando forte no meu cabelo como se não quisesse que eu escapasse. Uma cachoeira de fluidos inundou minha boca, e eu tomei cada gota.
"Quero que você me coma onde quiser", ela disse, se virando de quatro. Minha pau explodia. Não sei por que, mas quis chupar o cu dela. Coisa que até hoje é o que mais gosto de fazer, ela pedia "mais, mais", isso, meu senhor, continua assim.
"Me come, por favor", ela dizia. Encostei a cabeça no buraquinho dela e, na desesperação, enfiei tudo. "Ahhhhh, siiiiiiiiiiiiiii, me come, quero ser sua putinha", ela gritava. Fiquei bombando por um tempo até sentir que ia gozar, enchi o cu dela de porra, e nós dois caímos exaustos. E dormimos na cama dela.
De repente, enquanto dormia, senti algo delicioso. Ela estava chupando minha pau de novo. Fiquei de sorte, agarrei ela pelo cabelo, e ela fazia com ainda mais vontade. Num momento, ela me olhou e perguntou: "você me deixa fazer uma coisa?"
"O que você quiser", eu disse, e ela começou a alternar: chupava a pau, as bolas, e chegou no meu cu. Quando começou a lamber meu ânus, achei que ia gozar seco. Uffff, que delícia. "Não para", eu pedia, e enquanto ela me chupava, massageava minha pau.
"Quero que você goze na minha buceta", ela disse, e montou em mim, começou a cavalgar. Eu, por minha vez, apertava os peitos dela como se quisesse arrancá-los do corpo. Mordi os bicos, e isso fez ela explodir numa onda de orgasmos. "Aiii, sim, bebê, quero ser sua pra sempre." Virei ela, coloquei as pernas dela nos meus ombros, enfiei devagar minha pau, era lindo ver meu pedaço sumindo entre a carne dela. Enquanto comia ela, dizia não sei o quê em guarani. Coisa que me quente e gozar dentro dela. Tentei sair e ela disse fica aí dentro quero sentir você mais um pouco. Então ficamos assim nos beijando. E sem tirar, ela sentiu que eu tava endurecendo dentro dela e falou me come assim toda suja do jeito que eu tô. Passamos a noite transando até que umas 6 da manhã ela disse: Meu amor, vai pro teu quarto que teus pais tão chegando. Tomei banho e bati uma pensando no que aconteceu. Ela ficou limpando a bagunça. Quando meus pais chegaram, eu fingi que tava dormindo e ela já tava arrumando a casa. Depois disso, a gente aproveitava cada momento sozinho pra foder. Até que um dia, no dia seguinte que fiz 22 anos e depois dela ter me dado a noite mais maravilhosa, ela e a amiga dela (coisa que conto em outro relato) Jasy voltou pro Paraguai. Hoje, com 29, ainda lembro dela.
6 comentários - Mi mucama paraguaya