Chifre em família: Cristina e o primo

Me chamo Andrés, tenho 34 anos, e minha esposa Cristina tem 38. Há um tempo, comecei a ter uns problemas com ela. Sei que todo casamento passa por isso, mas a gente sempre pensa: "isso não vai acontecer comigo, meu casamento tá bem demais". E é aí que a porra acontece, igual comigo. Acontece que um dia tive a brilhante ideia de ter uma aventura com uma secretária do trabalho. Tudo era mel na chupeta: tinha minha esposa e minha amante. Até que Cristina descobriu, e o barraco desabou. Ela me cobrou até cansar e jogou na minha cara todos os problemas que tivemos durante o casamento. Resumindo pra não alongar, ela disse que não ia me largar, mas que precisava de um tempo, e nesse tempo, ela ia poder fazer o que bem entendesse. Eu falei que não tinha problema, que se ela quisesse, seria assim. E foi nesse momento que meus problemas começaram. Agora vocês vão ver por quê.

Aquele dia era uma sexta-feira. Mesmo Cristina tendo pedido um tempo, ela ainda morava comigo. Isso mesmo, vivíamos na mesma casa, mas ela adaptou um quarto vazio que tínhamos e mudou todas as coisas dela pra lá, me deixando sozinho no nosso quarto, o que um dia foi nosso ninho de amor.

Bom, nesse dia cheguei do trabalho e entrei no quarto da Cristina. Percebi que ela estava se arrumando pra sair, e olha, ela estava ficando uma gostosa. Já tinha colocado umas meias pretas com liga, um sutiã da mesma cor, e algo que me chamou a atenção: ela não tinha vestido calcinha. Isso mesmo, a putinha ia sair sem calcinha. E ainda escolheu uma saia bem curta e bem justa no corpo. Então perguntei:

— Onde você vai, Cristina?
— Vou sair.
— E posso saber com quem ou pra onde?

Quando perguntei isso, notei um sorriso no rosto dela, mas ela não respondeu e continuou se arrumando. Então perguntei de novo:

— Com quem você vai sair, Cristina?
— Sério? Quer que eu te diga? Pois bem, vou sair com o Samuel.
O nome Samuel não me disse nada, mas depois de alguns segundos comecei a me lembrar. O único Samuel que eu conhecia era meu primo, mas achei estranho ela sair com ele, então perguntei:
— Samuel, qual Samuel? Meu primo?
— Isso mesmo, seu primo Samuel.
— Mas como...!! Onde você o viu ou como foi...!!
— Bom, quando saí do trabalho, peguei o metrô e ele vinha vindo. Ele me viu, se aproximou para me cumprimentar e eu contei o que tinha rolado entre a gente. Aí ele me convidou para ir ao cinema. Espero que você não se importe.
— Como assim; você contou sobre minha traição e o tempo que você me pediu...!!
— Claro, além do mais, não acho que tenha nada de errado. No fim das contas, ele é seu primo.

O tom com que Cristina falava já foi o suficiente para me deixar puto, mas antes que eu pudesse reclamar, ela terminou de se vestir, se despediu de mim, saiu de casa e pegou um táxi. Enquanto isso, eu fiquei bem alterado. Que porra era aquela do meu primo estar convidando ela pra sair? Ela ainda era minha esposa. Alguma coisa Cristina tinha dito que não me contou. No fim, conforme a tarde foi passando, fui me acalmando e tentando me convencer de que não tinha nada de errado, que era só um passeio inocente e que meu primo não seria capaz de fazer nada, muito menos Cristina, apesar do acordo que a gente tinha. Então fui pro meu quarto, me deitei e fiquei vendo TV até o sono bater.

Lá pelas duas da manhã, meus olhos se abriram por causa de uma vontade forte de mijar. Levantei da cama, saí do quarto, fui ao banheiro e, quando voltei, passei pelo quarto de Cristina e vi que ela ainda não tinha chegado. Fui espiar pela janela, e qual não foi minha surpresa: o carro do Samuel estava estacionado bem na frente da janela, mas não dava pra ver ninguém dentro.

— Onde será que tão? Provavelmente entraram e estão se despedindo no pátio. Sim, tenho certeza. A qualquer momento Cristina vai abrir a porta. Mas... Passaram-se alguns minutos e nada, até que de repente algo passou pela minha mente:
- Não pode ser, não acredito que a Cristina, ééé...
Rapidamente fui para o segundo andar e me espiei por outra janela, e o que vi fez o sangue ferver na minha cabeça. A Cristina estava ajoelhada entre as pernas do Samuel, fazendo sexo oral nele. Não acreditei no que meus olhos viam, como era possível...!! A Cristina, minha esposa, chupando o pau do meu primo...!! Pensei em descer na hora e tirar os dois do carro, mas isso me custaria a Cristina, que de uma vez me deixaria, então só fiquei parado ali, observando os dois. Não acreditava, a Cristina estava engolindo o pau de outro homem, mas não era só isso, o jeito que ela fazia era, pra chamar atenção, muito animada. A cabeça dela subia e descia rapidamente, parecia desesperada. Aquele pedaço de carne desaparecia completamente dentro da boca dela, ficava assim por uns instantes e depois tirava e começava a passar a língua de cima pra baixo, e depois engolia de novo. A Cristina nunca tinha feito isso comigo, no máximo dava uns beijinhos, e com o Samuel, ela estava se comportando como uma verdadeira puta.

Então, naquele instante, me ocorreu fazer algo pra parar aquilo. Peguei meu celular e comecei a ligar pra ela. Pensei que talvez, ao ver minha chamada, ela caísse em si. Então disquei o número e, depois de alguns segundos, ela parou, puxou a bolsa do banco e pegou o celular. Olhou pra ele por uns instantes e vi que disse algo pro Samuel, mas na hora ela rejeitou a chamada e, sem mais, voltou a engolir aquele pau.

Não acreditava, a Cristina de uma vez estava agindo como uma puta completa, e o Samuel parecia estar adorando, porque depois disso, ele segurou ela pelo cabelo, forçando a cabeça dela pra trás, e começou a passar o pau no rosto inteiro dela. Eu podia ver os fios de saliva escorrendo pelo rosto da Cristina, enquanto ela só ria e balançava a cabeça de um lado pro outro, fazendo o Samuel começar a dar uns tapinhas com o pau nela, e depois de uns... Minutos assim, Cristina engoliu de novo aquele pedaço de carne, mas agora deixou ele dentro da boca dela e começou a mexer a cabeça levemente de um lado pro outro. Samuel só segurava ela pelo cabelo e tinha começado a mexer o quadril de um lado pro outro, tentando, acho, aproveitar ao máximo o boquete que a Cristina tava dando, e ele tava conseguindo, porque de repente ele se inclinou um pouco e ficou assim por alguns segundos, depois se jogou pra trás completamente. O filho da puta tinha gozado e foi na boca da minha esposa. Cristina ficou parada por uns instantes até ele terminar de vez, e aí devagar foi endireitando a cabeça. A pica do Samuel já tava completamente mole e a Cristina parecia feliz. Ela arrumou o cabelo numa boa e começou a se virar pro outro banco. Samuel ajeitou a roupa e ainda ficaram conversando mais uns minutos. Eu tava com a cabeça a mil, não sabia o que fazer. Minha esposa tinha me chifrado e eu praticamente não podia fazer nada. Só ficava me perguntando uma hora e outra por que ela tinha feito aquilo, por que tinha escolhido ele pra me fazer isso. Não achava resposta. Esperei a Cristina descer do carro e fui pro meu quarto. Ouvi quando ela entrou e depois a porta do quarto dela bater.

No dia seguinte, não vi ela até chegar do trabalho. Tentei parecer calmo e perguntei como tinha sido o dia dela. Ela só respondeu que bem, e eu perguntei por que não tinha atendido a ligação. Ela só disse que não tinha visto e depois foi pro quarto dela. Então pensei que o melhor era esperar. Não sabia até onde isso ia chegar…

Continua…

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