Dá pra dizer que, por algum motivo, essa mina tinha uma certa raiva de mim. Pra ser sincero, eu não entendia. A maioria dos meus amigos pensava a mesma coisa. O estranho é que eu nunca tinha trocado ideia com ela, e a gente já tava na metade do semestre. Um certo dia que não fui pra faculdade, mais por preguiça que por outra coisa, deixaram um trabalho pra fazer em dupla.
Segundo meus colegas contaram, a formação das duplas foi por sorteio. Sim, exatamente como vocês tão pensando: minha dupla foi a mina que me "odiava". Não fiquei chateado, na verdade fiquei pensando se ela ia querer trabalhar comigo ou se ia pedir pra trocar de dupla por não me aguentar, já que parecia que eu era um pé no saco pra ela.
A troca de dupla que eu esperava não aconteceu, mas também não parecia que ela queria fazer o trabalho, o que me deixava meio bolado, porque o trampo não era nada fácil e eu não me sentia capaz de fazer sozinho.
No dia seguinte, na aula, decidi chamar ela de lado e conversar. Conversando sobre o trabalho e como a gente ia fazer, percebi que essa mina era uma gostosa. Facilmente podia ser modelo, tinha porte, atitude, beleza, charme e um sorriso divino.
Quando percebi isso, comecei a ficar nervoso, e ela notou. Ela comentou e a gente riu junto. Não parecia mais que ela me odiava. A gente tinha química, um monte de besteira em comum. Combinamos de nos encontrar na casa dela pra fazer o trabalho...
Depois que cheguei na casa dela, ela me fez entrar. A família não tava, ela falou que tavam trabalhando ou resolvendo outras paradas. Fomos pro quarto dela. Sentei na cama, ela chegou com o notebook e começamos o trampo.
Em algum momento, a gente trocava olhares safados junto com uns roçados, até que não aguentamos mais e decidimos começar com uns beijos. Peguei na mão dela e me aproximei devagar dos lábios dela. Com a mão livre, afastei o cabelo que tava no rosto dela e juntamos nossos lábios num beijo atrapalhado e safado.
Continuamos nos beijando até que, sem precisar falar nada... uma palavra e começamos a nos despir, ela tomou a iniciativa tirando minha camisa e me dando beijos no pescoço enquanto descia até minha entreperna, tirei a calça e fiquei só de cueca, que ela tratou de tirar com a boca, mordendo a cueca pra puxar de lado, foi muito excitante ver como a garota que “me odiava” estava chupando meu pau com cara de puta gulosa, começava pela ponta passando a língua da cabeça até minhas bolas, que ela colocava na boca, engolia meu pau inteiro, era impressionante ver como aqueles lábios rosadinhos e lindos engoliam meu pau todo e babavam enquanto me fazia o melhor boquete que já tinha tido até então.
Ela disse “Quero sentir esse pau dentro de mim, tô há muito tempo com vontade de te comer, seu safado” só com essas palavras me animei o suficiente pra pegar ela pela cintura e jogar na cama já pelada, coloquei ela de quatro como a puta que era e dei várias palmadas naquela bunda branca e redonda que se destacava, separei os glúteos e vi aquela buceta rosada e depilada pronta pra ser fodida.
Coloquei meu pau na buceta dela, peguei ela pelo pescoço, apertei forte e comecei a meter com força na boceta dela, ela gemia de um jeito meigo e muito excitante, peguei nos peitos dela que, apesar de não serem muito grandes, eram bem macios e com mamilos muito sensíveis, então eu estimulava pra dar ainda mais prazer e continuar curtindo os gemidos dela, a buceta dela estava muito molhada e era bem apertada, o que me dava mais prazer, então eu metia com mais força pra fazer ela gozar e pagar pela atitude que tinha comigo antes desse dia.
Ela falou que queria ficar por cima, então eu me deitei de barriga pra cima e vi como essa deusa encaixava meu pau na buceta dela pra começar a cavalgar de um jeito espetacular, subia até a cabeça e descia com tudo, se aproximou do meu rosto e me deu um beijo muito gostoso enquanto mexia a cintura pra me foder, parou de me beijar e encostou a boca no meu ouvido e disse
“Quero que Termina e me dá todo o seu leite pra eu tomar, eu mereci, não é?”
Eu só concordei e segurei o quadril dela pra que eu ditasse o ritmo. Comecei a meter fundo pra dar o que ela pediu e que ela mereceu de verdade. Depois de umas doze penetradas, eu a abaixei.
Ela ficou de joelhos e me fez um boquete pra terminar de me estimular.
Parou de chupar minha rola, e eu comecei a me masturbar na frente dela pra dar o leite dela.
Umas cinco jorradas de porra caíram na boca dela. Com cara de puta, ela abriu o máximo que pôde pra me mostrar como segurava, e depois engoliu tudo. Foi muito excitante ver ela engolindo meu leite.
Nós deitamos abraçados por um tempo. A campainha tocou, era a mãe dela. Nos vestimos, ela abriu a porta e continuamos o trabalho, embora no final tenhamos tirado nota ruim, porque nossos encontros de trabalho sempre terminavam em atos sexuais ou simplesmente fodendo como loucos.
Bom, essa é minha primeira história, 50% real, 50% fantasia. Espero que tenham gostado, e dependendo disso, vou continuar com mais.
Saúde e sorte a todos!
Segundo meus colegas contaram, a formação das duplas foi por sorteio. Sim, exatamente como vocês tão pensando: minha dupla foi a mina que me "odiava". Não fiquei chateado, na verdade fiquei pensando se ela ia querer trabalhar comigo ou se ia pedir pra trocar de dupla por não me aguentar, já que parecia que eu era um pé no saco pra ela.
A troca de dupla que eu esperava não aconteceu, mas também não parecia que ela queria fazer o trabalho, o que me deixava meio bolado, porque o trampo não era nada fácil e eu não me sentia capaz de fazer sozinho.
No dia seguinte, na aula, decidi chamar ela de lado e conversar. Conversando sobre o trabalho e como a gente ia fazer, percebi que essa mina era uma gostosa. Facilmente podia ser modelo, tinha porte, atitude, beleza, charme e um sorriso divino.
Quando percebi isso, comecei a ficar nervoso, e ela notou. Ela comentou e a gente riu junto. Não parecia mais que ela me odiava. A gente tinha química, um monte de besteira em comum. Combinamos de nos encontrar na casa dela pra fazer o trabalho...
Depois que cheguei na casa dela, ela me fez entrar. A família não tava, ela falou que tavam trabalhando ou resolvendo outras paradas. Fomos pro quarto dela. Sentei na cama, ela chegou com o notebook e começamos o trampo.
Em algum momento, a gente trocava olhares safados junto com uns roçados, até que não aguentamos mais e decidimos começar com uns beijos. Peguei na mão dela e me aproximei devagar dos lábios dela. Com a mão livre, afastei o cabelo que tava no rosto dela e juntamos nossos lábios num beijo atrapalhado e safado.
Continuamos nos beijando até que, sem precisar falar nada... uma palavra e começamos a nos despir, ela tomou a iniciativa tirando minha camisa e me dando beijos no pescoço enquanto descia até minha entreperna, tirei a calça e fiquei só de cueca, que ela tratou de tirar com a boca, mordendo a cueca pra puxar de lado, foi muito excitante ver como a garota que “me odiava” estava chupando meu pau com cara de puta gulosa, começava pela ponta passando a língua da cabeça até minhas bolas, que ela colocava na boca, engolia meu pau inteiro, era impressionante ver como aqueles lábios rosadinhos e lindos engoliam meu pau todo e babavam enquanto me fazia o melhor boquete que já tinha tido até então.
Ela disse “Quero sentir esse pau dentro de mim, tô há muito tempo com vontade de te comer, seu safado” só com essas palavras me animei o suficiente pra pegar ela pela cintura e jogar na cama já pelada, coloquei ela de quatro como a puta que era e dei várias palmadas naquela bunda branca e redonda que se destacava, separei os glúteos e vi aquela buceta rosada e depilada pronta pra ser fodida.
Coloquei meu pau na buceta dela, peguei ela pelo pescoço, apertei forte e comecei a meter com força na boceta dela, ela gemia de um jeito meigo e muito excitante, peguei nos peitos dela que, apesar de não serem muito grandes, eram bem macios e com mamilos muito sensíveis, então eu estimulava pra dar ainda mais prazer e continuar curtindo os gemidos dela, a buceta dela estava muito molhada e era bem apertada, o que me dava mais prazer, então eu metia com mais força pra fazer ela gozar e pagar pela atitude que tinha comigo antes desse dia.
Ela falou que queria ficar por cima, então eu me deitei de barriga pra cima e vi como essa deusa encaixava meu pau na buceta dela pra começar a cavalgar de um jeito espetacular, subia até a cabeça e descia com tudo, se aproximou do meu rosto e me deu um beijo muito gostoso enquanto mexia a cintura pra me foder, parou de me beijar e encostou a boca no meu ouvido e disse
“Quero que Termina e me dá todo o seu leite pra eu tomar, eu mereci, não é?”
Eu só concordei e segurei o quadril dela pra que eu ditasse o ritmo. Comecei a meter fundo pra dar o que ela pediu e que ela mereceu de verdade. Depois de umas doze penetradas, eu a abaixei.
Ela ficou de joelhos e me fez um boquete pra terminar de me estimular.
Parou de chupar minha rola, e eu comecei a me masturbar na frente dela pra dar o leite dela.
Umas cinco jorradas de porra caíram na boca dela. Com cara de puta, ela abriu o máximo que pôde pra me mostrar como segurava, e depois engoliu tudo. Foi muito excitante ver ela engolindo meu leite.
Nós deitamos abraçados por um tempo. A campainha tocou, era a mãe dela. Nos vestimos, ela abriu a porta e continuamos o trabalho, embora no final tenhamos tirado nota ruim, porque nossos encontros de trabalho sempre terminavam em atos sexuais ou simplesmente fodendo como loucos.
Bom, essa é minha primeira história, 50% real, 50% fantasia. Espero que tenham gostado, e dependendo disso, vou continuar com mais.
Saúde e sorte a todos!
2 comentários - Do ódio ao amor é só um passo.