@page { margin: 2cm }p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120% }Luiscariño, por que você não fica com a gente, com certeza a gente ia se divertir muito nós três.—Lembra que da última vez que a gente tentou, você me rejeitou e não quis que eu te tocasse. Além disso, não quero ver de novo outro homem possuindo minha mulher na minha frente, enquanto a única coisa que faço é me masturbar vendo a cena e você pedindo mais pica e rindo da situação. Tenho certeza que não vou passar por isso de novo.
Luise se virou e deu as costas para Blanca, enquanto um sorriso de orelha a orelha se desenhava em seu rosto. Blanca ficou pensativa e irritada, lentamente se virou e logo adormeceu, mas com uma estranha sensação de desconforto.
O despertador tocou, Luis tomou mais um banho rápido e saiu correndo para o laboratório, estava com uma vontade danada de ver a Ana. Ele estava esperando o elevador, quando uma voz soou atrás dele…—Vejo que o chefe acordou cedo hoje... não conseguiu dormir?—Oi Ana... a cara do Luis estava de felicidade, não dormi bem, tinha uma pessoinha enfiada na minha cabeça e não quis me deixar descansar.
Ana sorriu, lisonjeada. Se dependesse dela, ela teria jogado ele contra a parede e devorado a boca dele com beijos como se não houvesse amanhã. Ela estava com vontade de sentir aquilo de novo... O elevador abriu suas portas e eles entraram, só eles, mais ninguém... Seria o momento perfeito para se beijarem... Mas havia câmeras no elevador, e a política da empresa era bem rigorosa, não via com bons olhos relacionamentos entre funcionários... Os dois mantiveram a compostura por um triz.—Ana, posso te convidar pra comer hoje?—Tô doida pra ir… vamos no Gino’s do shopping, beleza?
Aquele era um bom lugar, meio afastado do laboratório, então ninguém conhecido ia lá. A manhã passou mais devagar do que deveria, às duas eles desceram juntos e foram almoçar. Quando já estavam longe do laboratório e de olhares indesejados, Luis parou o carro, e eles se beijaram com paixão, sentindo um ao outro. Pareciam dois adolescentes saindo da escola. Chegaram ao restaurante, a refeição foi tranquila e cheia de cumplicidade e carinho. Na hora da sobremesa, Ana, levemente corada, falou…—Luis… Você vem na minha casa hoje à tarde?—Claro, Ana, eu te desejo e quero repetir o que fizemos ontem.—Ufffff… porra, Luis, tô encharcada de tão tesuda que tô, não sei se vou aguentar.—Tranquilafiera, Luis a olhou por alguns segundos... Ana, posso passar o fim de semana com você? Seria de sexta na hora do almoço até domingo de tarde/noite.—Que delícia, sério...—Claro, Ana.
AAna ficou toda iluminada, a expressão dela virou uma de felicidade total, como se tivesse ganhado na loteria…—Siiiiim… siim, ela dizia enquanto batia levemente na mesa, claro que sim, eu adoraria passar o fim de semana inteiro com você, meu sonho está começando a se realizar, acordar do seu lado… eu adoro.
As duas horas da tarde passaram rápido, Luis mandou um WhatsApp para a Blanca dizendo que chegaria muito tarde e que ela não devia esperar acordada, ele queria sentir de novo o corpo nu da Ana, sua pele macia e sua entrega total na hora de fazer amor... Luis ficou pensativo... não tinha pensado em "foder" com a Ana, mas sim em "fazer amor"... — cuidado, cara, tenha claro o que você quer e o que está fazendo e, de jeito nenhum, machuque a Ana... pensou.
Na saída, Ana foi antes e Luis demorou um pouco, só para que as pessoas não vissem que eles estavam indo juntos, e aproveitou para tomar um banho rápido. Ana abriu a porta, só dava para ver sua cabecinha e um sorrisão no rosto... quando ele fechou a porta da rua, viu Ana nua de novo, era como ver um anjo, ela não estava vestindo nada, se jogou no pescoço de Luis e comeu sua boca com paixão, envolvendo-o com suas pernas, ele a levou direto para o quarto.—Minha vida, achei que você não ia chegar, estava louca para te sentir de novo, me pede o que quiser que eu vou te dar, meu corpo é todo seu…
Luisla foi deitando cuidadosamente na beirada da cama, ficando de frente para ele com as pernas abertas e sua bucetinha exposta. Luis passou sua língua desde seu cuzinho até seu clitóris...—Aggggggg!!!!………….meu bem, que prazer….não para….
Luis beijou profundamente o sexo de Ana e começou a meter a língua em sua buceta, enquanto com o nariz estimulava seu clitóris. Com a outra mão, começou a estimular o cuzinho da garota, que se contorcia levantando os quadris em busca do máximo prazer... Luis a levou quase ao orgasmo e parou... Ana o olhou com desespero...—Por que você para?, pelo amor de Deus, você me deixou quase lá……..
Luise se despiou rapidamente, seu pau saltou como uma mola, colando na barriga dele. Ana mordeu o lábio inferior de forma lasciva, pensou que ele ia entrar dentro dela, mas Luís se deitou na cama...—Vamos fazer um 69, eu quero gozar na sua boca enquanto como você todinha...
Ana esboçou um sorriso safado e colocou sua bucetinha no rosto de Luis. Ela ficou hipnotizada de novo com o tamanho daquele pau e começou a fazer um boquete lento. Começou a lubrificar bem com sua saliva toda a rola do Luis, para dar o melhor boquete da vida dele.
Por sua vez, a visão de Luis era espetacular, ele estimulava o clitóris e a buceta de Ana enquanto um dedo seu penetrava no cu da garota. O orgasmo dele se aproximava, e ele deixou Ana saber...—Ana, meu amor, ontem no banheiro vi sumir...
Não deu pra terminar, Ana tinha enfiado os 21 cm de pau na garganta dela, tirava devagar e fazia de novo, a sensação era incrível e a deixou sem palavras, ele redobrou a atenção no bucetinha e no cu da garota que desesperada mexia os quadris, ficaram assim por uns minutos……..Ana sentiu o espasmo no pau do Luis e o primeiro jato de porra na garganta dela, por sua vez Luis percebeu como o corpo da Ana ficou tenso e começou a encharcar o rosto dele de mel, foi um orgasmo longo e intenso…….Ana continuou chupando e lambendo o pau do Luis, tratava com carinho, com devoção, deixou limpo e brilhando, se virou e ficou deitada em cima do Luis, com a cabecinha apoiada no peito dele brincando com os pelinhos, Luis desceu as mãos e pela primeira vez agarrou a bunda da Ana, durinha, perfeita, redondinha, amassou com paixão…—Vejo que você tem uma fixação pela minha bunda, gostou?—Você tem uma bunda que me deixa louco, é a coisa mais linda que já vi, perfeita.
Como se eu estivesse adivinhando a pergunta, Ana se adiantou a Luis…—Você gostaria de me comer?—Eu adoraria te comer, mas só se você quiser.—Ninguém nunca entrou por aí, mas quero que você seja o primeiro, eu desejo isso.—Para mim será uma honra ser o primeiro a estrear essa preciosidade que você tem na bunda. Mas prefiro que seja no fim de semana, temos que ser muito cuidadosos para não doer e isso leva tempo, hoje quero aproveitar você e fazer você perder a cabeça com os orgasmos que vai ter.—Já que te tenho aqui, amanhã não vou trabalhar, quero preparar nosso primeiro final de semana.—Amanhã de manhã vou sentir muita sua falta, por volta das três estarei aqui.—Vou ficar te esperando, gostosa.
A tarde passou rapidamente, eles transaram até não aguentar mais, mas Luis teve que ir porque estava muito tarde e Ana estava exausta. Como ele disse, ele tinha feito ela perder a cabeça, ela tinha perdido a conta dos orgasmos de novo. Eles se despediram com um beijo apaixonado e um "até amanhã". Luis estava encantado com Ana, ela era como a Blanca, dava tudo sem questionar, mas Ana era só para ele, não a compartilhava com ninguém.
Quando o Luis chegou em casa, a Blanca ainda estava acordada, era tarde mas ela estava me esperando, como sempre ela foi muito atenciosa e carinhosa comigo, mas não conseguia tirar da cabeça que no dia seguinte ela ia foder outro cara com a minha aprovação, me sentia mal, mas era o que eu tinha consentido…—Eu estava te esperando, queria me despedir de você, só te vejo domingo à noite.—Eu queria que você não tivesse que ir embora. Disse Luis, com amargura.
O olhar de Blanca era de tristeza, ela sabia que algo não estava bem, que algo tinha mudado, mas não conseguia adivinhar o quê. Ela confiava plenamente em Luis, se houvesse algo ele teria contado…—Sério mesmo, Luis, fica com a gente, te garanto que você não vai se arrepender.—Olha só, Blanca, e pra você não ficar insistindo de novo: você acha ou pensa que eu gosto de ver como outro homem te possui? Acha que eu curto ver como um filho da puta goza na sua cara, no seu corpo, na sua bunda ou na sua buceta, e como você se entrega pra ele sem limites?… Você realmente acha que eu gosto disso?—Luis, eu pensei que você aceitava essa situação de boa… eu…—NÃO, Blanca, NÃO, eu não gosto nem aceito isso, é o que VOCÊ me obrigou a aceitar, lembra? Ou isso, ou melhor que tudo acabe, e eu te amo demais, não fui homem o suficiente para cortar isso pela raiz e é algo que estou me arrependendo desde então. Reconheço que no começo foi mórbido, mas não... eu sofro cada vez que esse maldito vem e você perde a cabeça para agradá-lo.
O queixo de Blanca tremia, Luis nunca havia falado com ela de forma tão explícita, pela primeira vez ela temeu o pior... Ela ia dizer algo, mas Luis colocou suavemente o dedo nos lábios dela, passou a mão pelos olhos dela, fazendo-a fechá-los...—Mantenha os olhos fechados, Blanca... E agora vamos inverter os papéis: eu sou quem traz uma mulher pra nossa casa pra foder com ela, e você é quem tem que ir embora, sabendo o que vai acontecer e sabendo o que aconteceu, e pensando que eu te obriguei a aceitar... me diz... como você se sentiria?
Blanca ficou mais alguns segundos de olhos fechados... quando os abriu, uma lágrima escorreu por sua bochecha... em seu olhar havia raiva, fúria e impotência.—É assim que eu me sinto, por isso minha resposta continua sendo NÃO, NÃO quero passar por isso de novo.
Luisse levantou irritado e começou a fazer a pequena mala que sempre levava nos fins de semana que passava fora. Blanca o observava sem dizer nada, mas estava inquieta. Não havia contado nada a Luis, mas há alguns meses, toda vez que Marc vinha, não conseguia tirar da cabeça a pessoa que mais amava — e essa pessoa era Luis. Até o próprio Marc percebeu a falta de interesse e perguntava o que estava acontecendo. Ela só dizia que era cansaço... sim, mas cansaço da situação que ela mesma havia provocado.
Luis dormiu feito um bebê, saiu de casa bem cedo de manhã, nem se despediu da Blanca. Outras vezes ele se aproximava e beijava ela com carinho na testa, mesmo que a Blanca fingisse estar dormindo. Segundo ela, quando o Luis saía, ela sorria agradecida pelo gesto dele, mas pela primeira vez em muito tempo ele não tinha feito isso. A Blanca estava acordada e uma lágrima escorreu pela sua bochecha.
O fim de semana do Luis foi fantástico, a Ana era a pessoa mais gostosa e complacente que ele já tinha conhecido. No sábado, no meio da transa, ele falou pra ela, ela estava de quatro, enquanto o Luis imprimia um vai e vem suave, a Ana estava gozando como nunca. O Luis era um amante espetacular, há uma hora ele a mantinha à beira do orgasmo mas não deixava ela chegar lá, ela tinha mini orgasmos que aumentavam o prazer...—pordios…Siiiiiiiii………que delícia….continua me fodendo assim, mas me deixa chegar, caralho, eu quero gozar…….agggggggggggg……maaaaais….mais forte, porra……..sabe…..acho que esse é o melhor momento para você estrear meu cuuuu…aggggg…assiiiiiiiiiii.
O pau do Luis deu um espasmo, que a Ana notou. Ela estava com vontade de sentir o pau dele na sua bunda, era a coisa mais luxuriosa e ela não queria adiar mais…—Tá bom, disse Luis, tô doido por isso, só de pensar já tô gozando...
Luis imprimiu mais ritmo na penetração, não queria deixar Anaya na mão, pois ainda ia demorar um pouco até que seu esfínter aceitasse sua pica. Ele viu ela começar a se tensionar, arqueou o corpo e gritou seu orgasmo sem esconder nada...—Luistú, você me quer mal, vai me matar de prazer, deixa eu me recuperar um pouco, que não aguento mais.
Luis a deixou descansar, enquanto percorria seu corpo com a boca, cobrindo-a de beijos. Ana se deixava amar, estava muito excitada, sentia em sua bucetinha um rio de mel que Luis se encarregava de recolher e levar até seu cuzinho. Ela empinou a bunda e Luis começou a enfiar um dedo, dilatando...—Espera, disse Ana, abrindo uma gaveta da sua mesinha de cabeceira e pegando um pote de gel lubrificante. Comprei isso hoje e também comprei um dilatador anal. Usei ele quase a manhã toda, mas fiquei tão excitada que tive que tirar. Queria ter você do meu lado.
Luís continuou enfiando os dedos e lubrificando bem seu esfínter, Ana gemeu de prazer……..—Por favor, Luis, enfia logo, não aguento mais, preciso de você dentro de mim—Espera aí… me dá mais um tempinho, você curte… relaxa, é muito importante.
Luisa agarrou o clitóris da Ana enquanto já enfiava três dedos no seu cuzinho, ficou assim por mais de quinze minutos, dilatando e lubrificando, tinha que reconhecer que estava no ponto... Ana já bufava de prazer...—Pronta?—Siiiiiiii... faz agora, por favor, eu estou morrendo de vontade.
Luisa apontou a cabeça do pau para o cu da Ana e começou a empurrar, a glande entrou sem problemas, ela soltou um longo suspiro, ronronava como uma gatinha enquanto mexia a bunda de um lado para o outro e de cima para baixo como querendo melhorar a penetração, continuou empurrando e o prazer do início se transformou numa dor aguda, ela fez uma careta de dor que o Luis percebeu na hora…—Espera, espera… deixa eu me acostumar… ufffffffff… dói, mas não tira não.
Luisse ficou parado, a bunda de Ana continuava se mexendo ritmicamente, aquele rebolado de quadris estava deixando Luis maluco, que mal conseguia se segurar para não gozar... foi a própria Ana que, se empurrando, enfiou mais uma boa parte do pau para dentro...—Puta que pariuuuuuuu…..como dóiiii, é insuportável….Arrggggggg…—Fica tranquila, minha vida, deixa comigo, você vai ver que agora não vai doer tanto.
Luís começou a tirar o pau muito lentamente do cu da Ana, ela agradeceu, a dor era insuportável, o cuzinho dela estava bem dilatado, abrindo e contraindo ritmicamente, ele aplicou outra generosa quantidade de gel, que se dedicou a espalhar com o pau e começou a penetrá-la de novo, dessa vez doeu menos, muito menos, Luís continuou até que suas bolas bateram na bucetinha da Ana...—Já está todinha dentro... uffff... Ana, que sensação incrível, adoro ver sua bunda daqui com meu pau metido dentro...—Siiiiiii… porra… agora sim, que delícia gostosa, me chupa devagarzinho…
Luis começou a se mover lentamente, puxando toda sua extensão e deixando-se entrar sem pressa. Ana começou a gemer de prazer, Luis se deitou sobre suas costas e com uma mão foi até seu clitóris, isso foi demais para os dois, aguentaram muito pouco, a excitação que sentiam superava o inimaginável…—Luis
pelo amor de Deus, não para agora…
…porra…
Arrggggggg, como eu sinto você, adoro quando você mete na minha bunda…
…siiiiiiiiiiii…
Ahhhhhhhhhh…AHHHHHHHH…
goza comigoooo…
enche minha bunda de porra…
siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…
Ana desabou em um dos orgasmos mais poderosos que se lembrava, até a última fibra do seu ser paralisou de prazer enquanto a onda a atravessava. As contrações do seu esfínter literalmente ordenharam o pau do Luis, que gozou dentro da Ana inevitavelmente. Foram segundos de prazer, de prazer infinito, que os deixou exaustos e sem forças. Ana deitada de bruços e Luis em cima dela, agarrou suas mãos e entrelaçou os dedos com os dela. Ficaram vários minutos recuperando o fôlego, Luis beijava Ana com carinho e saiu de cima dela, ficando de costas. Ela então subiu em cima dele e o beijou com paixão...—Foi incrível, melhor do que eu imaginava, mas principalmente a sensação foi de plenitude... me senti cheia, saciada e muito feliz... embora acho que não vou conseguir sentar por alguns dias... Hahahahaha.—Fiquei encantado de ser o primeiro a estrear esse seu bumbum maravilhoso, te garanto que nunca aproveitei tanto na minha vida, você é incrível, obrigado Ana de verdade, muito obrigado pelo que você está fazendo por mim, isso eu não vou esquecer na vida.
Tudo acaba e tem um fim, o domingo chegou e com isso Luis teve que ir para casa, esperou até o último minuto e se despediu de Ana, eles se veriam no dia seguinte no trabalho, mas não poderiam demonstrar sua paixão…—Vou sentir falta de acordar de manhã abraçada a você, foram dois dias maravilhosos que não vou esquecer tão cedo... até amanhã, Luis.—Descanse, Ana, até amanhã.
Eles se beijaram com paixão e Luis foi para casa de má vontade. Quando entrou, Blanca o cumprimentou como sempre e perguntou sobre seu fim de semana. Ele inventou uma história e contou que esteve fora de Madrid em uma capeia com uns amigos. Os encontros com Ana se prolongaram por mais de dois meses. A diferença que Luis tinha com Blanca é que ela via Marc apenas três vezes por mês, enquanto Luis via Ana diariamente, então os encontros entre os dois eram muito frequentes. Tanto que Blanca começou a se preocupar com as vezes que Luis recusava fazer amor com ela. Ele alegava cansaço e falta de interesse por causa da situação que Blanca havia provocado, mas ela estava com todos os alarmes disparados — alguma coisa estava acontecendo.
Tudo explodiu numa quarta-feira em que Blanca não foi trabalhar porque Marc viria por questões de trabalho e ela passaria o dia com ele. Para Luis, tanto fazia, ele só pensou em Ana e na alegria que ela teria quando ele chegasse e dissesse que à tarde iria para a casa dela. Como sempre, transaram como se não houvesse amanhã, aproveitaram um ao outro sem limites, e Luis adorava porque Ana pedia que ele comesse seu cu – ela tinha virado viciada em sexo anal, especialmente pelo jeito como ela mimava seu pau, dizendo que ele era feito sob medida para ela.
Quando Luis chegou em casa, Blanca fez algo que não acontecia há muito tempo: correu para se jogar nos braços dele, beijando-o com paixão. Foi um beijo longo e molhado...
Blanca o olhou com amor...—O que é isso, Blanca?—Que eu te amo, e que hoje senti muita sua falta
Luisla olhou para ela com ironia — outro te come, mas você se lembra de mim, que hipócrita —, pensou. Foi para o quarto se trocar, Blanca a seguiu, ela falava mas Luis não ouvia, sua cabeça estava na casa de Ana, desejava com toda a alma estar com ela ali naquele momento…—Você tá me ouvindo, Luis?—Eita!!!… Desculpa, Blanca, minha cabeça estava em outro lugar, tô com um problema no meu equipamento e as provas não estão saindo como deveriam, me perdoa.
Blanca ficou chateada com a situação, Luis nunca tinha se comportado assim com ela, tinha certeza que tinha outra pessoa, mas não conseguia provar. Sentou-se no sofá e começou a ver televisão. Pouco depois, Luis sentou-se ao lado dela e começou a folhear uns relatórios. Pelo canto do olho, ele via Blanca encarando ele fixamente. Ficaram assim por alguns minutos... até que finalmente Blanca falou...—Fala aí, Luis, quando eu tô com o Marc, pra onde você vai? O que você tá fazendo?“Quando estou com o Marc", ela disse com tanta naturalidade que a sensação foi de raiva, só a ideia já queimava na cabeça dele, o status quo tinha que mudar, ele estava de saco cheio dessa situação.—Depende do tempo que você passar com ele, desde ir ao cinema até passar um fim de semana em algum lugar… Não me diga que isso importa pra você a essa altura?—Sozinha?—Ocon algum amigo, disse Luis, O que é isso, Blanca? O que tá acontecendo com você hoje?—Lemiro olhou fundo nos seus olhos... tem outra mulher na sua vida?—Sila tivesse... Isso te importaria? Não acho que você tenha nenhum direito de me perguntar isso, depois do que você está fazendo.
Luisa percebeu uma leve expressão de inquietação no rosto de Blanca e decidiu atacá-la um pouco mais…—O que eu vou te dizer é que estou começando a ficar cansado dessa situação, e o que menos entendo é que, se é verdade que você me quer e me ama tanto quanto fala, por que você não acaba com isso de uma vez e começa a respeitar nosso relacionamento e a mim? Você está se comportando como uma adolescente mimada, e o pior de tudo é que fui tão otário que aceitei, por causa de como te amava naquela época e do que sentia por você. Mas fica sabendo que essa sua brincadeira com o Marc fez eu repensar nosso relacionamento…
Micara refletia a raiva naquele momento, mas era tarde demais... um precedente havia sido estabelecido. Blanca, com uma expressão séria e um pouco nervosa, mas muito segura de si, falou pesando cada palavra...—Luis, é o que tem, como te falei desde o começo, eu preciso que seu pau me dê a vara que eu preciso. Se você vê que não aguenta, é melhor a gente terminar logo aqui.
Luisya não aguentou mais e explodiu, levantou-se do sofá e encarou Blanca...—Eu aguentei você transar com um cara na minha frente e me humilhar, aguentei você colocar obstáculos no nosso relacionamento, aguentei tentar me integrar com você e com o Marc e aproveitar você e você me rejeitar completamente, aguentei um merda como o Marc me expulsar da minha própria casa e da minha cama enquanto fode minha mulher, e tudo isso eu só aguentei por causa do amor que eu tinha por você e porque te amava, e fiz isso com boa vontade, mas não aguento mais, se você precisa do pau dele para dar aquela foda que você precisa, é porque eu não sou suficiente para você... é melhor a gente terminar aqui e agora, Blanca, não quero prolongar mais isso.
Dizendo isso, me levantei, fui para o nosso quarto e peguei minha mala, e comecei a colocar minhas roupas. Agora sim, não queria ficar nem mais um minuto naquela casa e ao lado daquela mulher. Nada nos prendia, éramos só um casal, tínhamos contas separadas, a casa era alugada e mobiliada e o contrato estava no nome da Blanca. A única coisa que era minha eram minhas roupas e meu notebook… Estava nessa quando a Blanca entrou no quarto… Quando viu a mala, começou a chorar descontroladamente…—Por favor, Luis, não me abandona, eu te amo, não quero que você vá, eu prometo que vou resolver isso.—A única maneira de resolver isso é você ligar pra ele agora mesmo, na minha frente, e dizer que acabou. Eu te quero só pra mim, e não quero continuar nessa situação nem mais um minuto.—Agora não posso chamá-lo, disse Blanca em um mar de lágrimas, me deixe fazer do meu jeito, te garanto que amanhã deixo tudo resolvido, mas por favor não pense em me deixar, sem você meu mundo desmorona, te amo com todo o meu ser.—Mas você já se ouviu, Blanca? Você me diz que me quer e me ama, mas você fode outro cara... se decida primeiro, aí a gente conversa.
O choro de Blanca era desesperador. Luis estava surpreso, pois nunca a tinha visto tão alterada assim. Parou de colocar as roupas na mala e a observou. Pensou em mil coisas e naquela noite fatídica em que optou por consentir com o que agora os estava separando. Pensou que finalmente tinha se livrado dos laços que Blanca lhe impunha. Talvez não fosse tarde demais e tudo pudesse se ajeitar, e eles teriam um relacionamento normal, e isso se tornaria apenas uma anedota desagradável em sua vida a dois.
Não há muralha que o choro de uma mulher não possa derrubar, a frágil muralha de Luis não demorou a cair, estava partindo sua alma ver a Blanca chorar daquela maneira. Ele se aproximou dela e a abraçou para acalmá-la. Blanca, ao sentir seu abraço, se agarrou a ele com uma força incomum nela, chorava com mais desespero enquanto me pedia que a perdoasse pelo que me havia feito passar, que me queria e me amava e que isso ia se resolver.
Ontem à noite fiz amor com a Blanca, como já não fazíamos há muito tempo, mesmo que há poucas horas a Ana me tivesse deixado mais seco que um presunto, meu corpo respondeu aos estímulos da Blanca de uma maneira incrível... dormimos muito abraçados, parecia que a gente tinha acabado de se conhecer... de se descobrir... foi maravilhoso.
O despertador tocou de maneira impertinente, anunciando que eu tinha que me levantar. Ao tentar fazer isso, o braço da Blanca me agarrou com força…—Vamos ficar na cama o dia todo, senti tanta falta de ficar assim com você, nem tem ideia… te amo, Luis.
Luis não quis ser desagradável, mas continuava pensando — você me diz isso mas tá dando pra outro…—Sinto muito, meu bem, preciso ir trabalhar. Lembra que temos um produto pra lançar e estamos sobrecarregados. Quando isso acabar, te prometo que vou ser todo seu.
Quando cheguei no trabalho, Luis estava exultante. Ana percebeu na hora e perguntou o porquê. Ele explicou com um ar de felicidade, embora não tivesse passado despercebida para ele a expressão de alegre desgosto que as feições de Ana tinham. Luis a agarrou pelos ombros carinhosamente...—Ana, não tenho palavras pra agradecer tudo que você tá fazendo por mim. Quero que saiba que você foi, é e sempre vai ser uma pessoa muito importante na minha vida.—Poxa… obrigado, Luis. Foi um prazer.
Ana disse isso, virando-se antes que Luis pudesse ver seus olhos se encherem de lágrimas. Ela tinha tentado evitar com todas as suas forças, mas Ana o amava com todo o seu ser. Ele era o homem que ela tinha procurado a vida toda e finalmente encontrou, mas ele pertencia a outra mulher. Naquela manhã, ela passou muito mal, muito mal mesmo. Luis percebeu e perguntou... Ela não conseguia mais ficar ali, queria ir embora e alegou que não estava se sentindo bem, então foi para casa. Luis ficou muito preocupado e, embora tenha ligado, não recebeu nenhuma resposta. Naquele dia, Luis também não passou muito bem. Chegou em casa e encontrou Blanca sentada no sofá, muito séria, esperando por ele. Ela nem deixou que ele largasse suas coisas...—Hoje liguei pro Marc e fiquei conversando com ele. Ele não levou muito bem o que eu falei, mas entendeu que o que eu sinto por você é maior do que ficar com ele algumas vezes por mês…—E aí? Disse Luis.—Meha pedido que eu vá a Valência este fim de semana, que quer que eu diga na cara dela, que só assim ela vai me deixar em paz.—Muito bem, esse fim de semana a gente vai pra Valência e você fala com ele.
Luise se virou e deu as costas para Blanca, enquanto um sorriso de orelha a orelha se desenhava em seu rosto. Blanca ficou pensativa e irritada, lentamente se virou e logo adormeceu, mas com uma estranha sensação de desconforto.
O despertador tocou, Luis tomou mais um banho rápido e saiu correndo para o laboratório, estava com uma vontade danada de ver a Ana. Ele estava esperando o elevador, quando uma voz soou atrás dele…—Vejo que o chefe acordou cedo hoje... não conseguiu dormir?—Oi Ana... a cara do Luis estava de felicidade, não dormi bem, tinha uma pessoinha enfiada na minha cabeça e não quis me deixar descansar.
Ana sorriu, lisonjeada. Se dependesse dela, ela teria jogado ele contra a parede e devorado a boca dele com beijos como se não houvesse amanhã. Ela estava com vontade de sentir aquilo de novo... O elevador abriu suas portas e eles entraram, só eles, mais ninguém... Seria o momento perfeito para se beijarem... Mas havia câmeras no elevador, e a política da empresa era bem rigorosa, não via com bons olhos relacionamentos entre funcionários... Os dois mantiveram a compostura por um triz.—Ana, posso te convidar pra comer hoje?—Tô doida pra ir… vamos no Gino’s do shopping, beleza?
Aquele era um bom lugar, meio afastado do laboratório, então ninguém conhecido ia lá. A manhã passou mais devagar do que deveria, às duas eles desceram juntos e foram almoçar. Quando já estavam longe do laboratório e de olhares indesejados, Luis parou o carro, e eles se beijaram com paixão, sentindo um ao outro. Pareciam dois adolescentes saindo da escola. Chegaram ao restaurante, a refeição foi tranquila e cheia de cumplicidade e carinho. Na hora da sobremesa, Ana, levemente corada, falou…—Luis… Você vem na minha casa hoje à tarde?—Claro, Ana, eu te desejo e quero repetir o que fizemos ontem.—Ufffff… porra, Luis, tô encharcada de tão tesuda que tô, não sei se vou aguentar.—Tranquilafiera, Luis a olhou por alguns segundos... Ana, posso passar o fim de semana com você? Seria de sexta na hora do almoço até domingo de tarde/noite.—Que delícia, sério...—Claro, Ana.
AAna ficou toda iluminada, a expressão dela virou uma de felicidade total, como se tivesse ganhado na loteria…—Siiiiim… siim, ela dizia enquanto batia levemente na mesa, claro que sim, eu adoraria passar o fim de semana inteiro com você, meu sonho está começando a se realizar, acordar do seu lado… eu adoro.
As duas horas da tarde passaram rápido, Luis mandou um WhatsApp para a Blanca dizendo que chegaria muito tarde e que ela não devia esperar acordada, ele queria sentir de novo o corpo nu da Ana, sua pele macia e sua entrega total na hora de fazer amor... Luis ficou pensativo... não tinha pensado em "foder" com a Ana, mas sim em "fazer amor"... — cuidado, cara, tenha claro o que você quer e o que está fazendo e, de jeito nenhum, machuque a Ana... pensou.
Na saída, Ana foi antes e Luis demorou um pouco, só para que as pessoas não vissem que eles estavam indo juntos, e aproveitou para tomar um banho rápido. Ana abriu a porta, só dava para ver sua cabecinha e um sorrisão no rosto... quando ele fechou a porta da rua, viu Ana nua de novo, era como ver um anjo, ela não estava vestindo nada, se jogou no pescoço de Luis e comeu sua boca com paixão, envolvendo-o com suas pernas, ele a levou direto para o quarto.—Minha vida, achei que você não ia chegar, estava louca para te sentir de novo, me pede o que quiser que eu vou te dar, meu corpo é todo seu…
Luisla foi deitando cuidadosamente na beirada da cama, ficando de frente para ele com as pernas abertas e sua bucetinha exposta. Luis passou sua língua desde seu cuzinho até seu clitóris...—Aggggggg!!!!………….meu bem, que prazer….não para….
Luis beijou profundamente o sexo de Ana e começou a meter a língua em sua buceta, enquanto com o nariz estimulava seu clitóris. Com a outra mão, começou a estimular o cuzinho da garota, que se contorcia levantando os quadris em busca do máximo prazer... Luis a levou quase ao orgasmo e parou... Ana o olhou com desespero...—Por que você para?, pelo amor de Deus, você me deixou quase lá……..
Luise se despiou rapidamente, seu pau saltou como uma mola, colando na barriga dele. Ana mordeu o lábio inferior de forma lasciva, pensou que ele ia entrar dentro dela, mas Luís se deitou na cama...—Vamos fazer um 69, eu quero gozar na sua boca enquanto como você todinha...
Ana esboçou um sorriso safado e colocou sua bucetinha no rosto de Luis. Ela ficou hipnotizada de novo com o tamanho daquele pau e começou a fazer um boquete lento. Começou a lubrificar bem com sua saliva toda a rola do Luis, para dar o melhor boquete da vida dele.
Por sua vez, a visão de Luis era espetacular, ele estimulava o clitóris e a buceta de Ana enquanto um dedo seu penetrava no cu da garota. O orgasmo dele se aproximava, e ele deixou Ana saber...—Ana, meu amor, ontem no banheiro vi sumir...
Não deu pra terminar, Ana tinha enfiado os 21 cm de pau na garganta dela, tirava devagar e fazia de novo, a sensação era incrível e a deixou sem palavras, ele redobrou a atenção no bucetinha e no cu da garota que desesperada mexia os quadris, ficaram assim por uns minutos……..Ana sentiu o espasmo no pau do Luis e o primeiro jato de porra na garganta dela, por sua vez Luis percebeu como o corpo da Ana ficou tenso e começou a encharcar o rosto dele de mel, foi um orgasmo longo e intenso…….Ana continuou chupando e lambendo o pau do Luis, tratava com carinho, com devoção, deixou limpo e brilhando, se virou e ficou deitada em cima do Luis, com a cabecinha apoiada no peito dele brincando com os pelinhos, Luis desceu as mãos e pela primeira vez agarrou a bunda da Ana, durinha, perfeita, redondinha, amassou com paixão…—Vejo que você tem uma fixação pela minha bunda, gostou?—Você tem uma bunda que me deixa louco, é a coisa mais linda que já vi, perfeita.
Como se eu estivesse adivinhando a pergunta, Ana se adiantou a Luis…—Você gostaria de me comer?—Eu adoraria te comer, mas só se você quiser.—Ninguém nunca entrou por aí, mas quero que você seja o primeiro, eu desejo isso.—Para mim será uma honra ser o primeiro a estrear essa preciosidade que você tem na bunda. Mas prefiro que seja no fim de semana, temos que ser muito cuidadosos para não doer e isso leva tempo, hoje quero aproveitar você e fazer você perder a cabeça com os orgasmos que vai ter.—Já que te tenho aqui, amanhã não vou trabalhar, quero preparar nosso primeiro final de semana.—Amanhã de manhã vou sentir muita sua falta, por volta das três estarei aqui.—Vou ficar te esperando, gostosa.
A tarde passou rapidamente, eles transaram até não aguentar mais, mas Luis teve que ir porque estava muito tarde e Ana estava exausta. Como ele disse, ele tinha feito ela perder a cabeça, ela tinha perdido a conta dos orgasmos de novo. Eles se despediram com um beijo apaixonado e um "até amanhã". Luis estava encantado com Ana, ela era como a Blanca, dava tudo sem questionar, mas Ana era só para ele, não a compartilhava com ninguém.
Quando o Luis chegou em casa, a Blanca ainda estava acordada, era tarde mas ela estava me esperando, como sempre ela foi muito atenciosa e carinhosa comigo, mas não conseguia tirar da cabeça que no dia seguinte ela ia foder outro cara com a minha aprovação, me sentia mal, mas era o que eu tinha consentido…—Eu estava te esperando, queria me despedir de você, só te vejo domingo à noite.—Eu queria que você não tivesse que ir embora. Disse Luis, com amargura.
O olhar de Blanca era de tristeza, ela sabia que algo não estava bem, que algo tinha mudado, mas não conseguia adivinhar o quê. Ela confiava plenamente em Luis, se houvesse algo ele teria contado…—Sério mesmo, Luis, fica com a gente, te garanto que você não vai se arrepender.—Olha só, Blanca, e pra você não ficar insistindo de novo: você acha ou pensa que eu gosto de ver como outro homem te possui? Acha que eu curto ver como um filho da puta goza na sua cara, no seu corpo, na sua bunda ou na sua buceta, e como você se entrega pra ele sem limites?… Você realmente acha que eu gosto disso?—Luis, eu pensei que você aceitava essa situação de boa… eu…—NÃO, Blanca, NÃO, eu não gosto nem aceito isso, é o que VOCÊ me obrigou a aceitar, lembra? Ou isso, ou melhor que tudo acabe, e eu te amo demais, não fui homem o suficiente para cortar isso pela raiz e é algo que estou me arrependendo desde então. Reconheço que no começo foi mórbido, mas não... eu sofro cada vez que esse maldito vem e você perde a cabeça para agradá-lo.
O queixo de Blanca tremia, Luis nunca havia falado com ela de forma tão explícita, pela primeira vez ela temeu o pior... Ela ia dizer algo, mas Luis colocou suavemente o dedo nos lábios dela, passou a mão pelos olhos dela, fazendo-a fechá-los...—Mantenha os olhos fechados, Blanca... E agora vamos inverter os papéis: eu sou quem traz uma mulher pra nossa casa pra foder com ela, e você é quem tem que ir embora, sabendo o que vai acontecer e sabendo o que aconteceu, e pensando que eu te obriguei a aceitar... me diz... como você se sentiria?
Blanca ficou mais alguns segundos de olhos fechados... quando os abriu, uma lágrima escorreu por sua bochecha... em seu olhar havia raiva, fúria e impotência.—É assim que eu me sinto, por isso minha resposta continua sendo NÃO, NÃO quero passar por isso de novo.
Luisse levantou irritado e começou a fazer a pequena mala que sempre levava nos fins de semana que passava fora. Blanca o observava sem dizer nada, mas estava inquieta. Não havia contado nada a Luis, mas há alguns meses, toda vez que Marc vinha, não conseguia tirar da cabeça a pessoa que mais amava — e essa pessoa era Luis. Até o próprio Marc percebeu a falta de interesse e perguntava o que estava acontecendo. Ela só dizia que era cansaço... sim, mas cansaço da situação que ela mesma havia provocado.
Luis dormiu feito um bebê, saiu de casa bem cedo de manhã, nem se despediu da Blanca. Outras vezes ele se aproximava e beijava ela com carinho na testa, mesmo que a Blanca fingisse estar dormindo. Segundo ela, quando o Luis saía, ela sorria agradecida pelo gesto dele, mas pela primeira vez em muito tempo ele não tinha feito isso. A Blanca estava acordada e uma lágrima escorreu pela sua bochecha.
O fim de semana do Luis foi fantástico, a Ana era a pessoa mais gostosa e complacente que ele já tinha conhecido. No sábado, no meio da transa, ele falou pra ela, ela estava de quatro, enquanto o Luis imprimia um vai e vem suave, a Ana estava gozando como nunca. O Luis era um amante espetacular, há uma hora ele a mantinha à beira do orgasmo mas não deixava ela chegar lá, ela tinha mini orgasmos que aumentavam o prazer...—pordios…Siiiiiiiii………que delícia….continua me fodendo assim, mas me deixa chegar, caralho, eu quero gozar…….agggggggggggg……maaaaais….mais forte, porra……..sabe…..acho que esse é o melhor momento para você estrear meu cuuuu…aggggg…assiiiiiiiiiii.
O pau do Luis deu um espasmo, que a Ana notou. Ela estava com vontade de sentir o pau dele na sua bunda, era a coisa mais luxuriosa e ela não queria adiar mais…—Tá bom, disse Luis, tô doido por isso, só de pensar já tô gozando...
Luis imprimiu mais ritmo na penetração, não queria deixar Anaya na mão, pois ainda ia demorar um pouco até que seu esfínter aceitasse sua pica. Ele viu ela começar a se tensionar, arqueou o corpo e gritou seu orgasmo sem esconder nada...—Luistú, você me quer mal, vai me matar de prazer, deixa eu me recuperar um pouco, que não aguento mais.
Luis a deixou descansar, enquanto percorria seu corpo com a boca, cobrindo-a de beijos. Ana se deixava amar, estava muito excitada, sentia em sua bucetinha um rio de mel que Luis se encarregava de recolher e levar até seu cuzinho. Ela empinou a bunda e Luis começou a enfiar um dedo, dilatando...—Espera, disse Ana, abrindo uma gaveta da sua mesinha de cabeceira e pegando um pote de gel lubrificante. Comprei isso hoje e também comprei um dilatador anal. Usei ele quase a manhã toda, mas fiquei tão excitada que tive que tirar. Queria ter você do meu lado.
Luís continuou enfiando os dedos e lubrificando bem seu esfínter, Ana gemeu de prazer……..—Por favor, Luis, enfia logo, não aguento mais, preciso de você dentro de mim—Espera aí… me dá mais um tempinho, você curte… relaxa, é muito importante.
Luisa agarrou o clitóris da Ana enquanto já enfiava três dedos no seu cuzinho, ficou assim por mais de quinze minutos, dilatando e lubrificando, tinha que reconhecer que estava no ponto... Ana já bufava de prazer...—Pronta?—Siiiiiiii... faz agora, por favor, eu estou morrendo de vontade.
Luisa apontou a cabeça do pau para o cu da Ana e começou a empurrar, a glande entrou sem problemas, ela soltou um longo suspiro, ronronava como uma gatinha enquanto mexia a bunda de um lado para o outro e de cima para baixo como querendo melhorar a penetração, continuou empurrando e o prazer do início se transformou numa dor aguda, ela fez uma careta de dor que o Luis percebeu na hora…—Espera, espera… deixa eu me acostumar… ufffffffff… dói, mas não tira não.
Luisse ficou parado, a bunda de Ana continuava se mexendo ritmicamente, aquele rebolado de quadris estava deixando Luis maluco, que mal conseguia se segurar para não gozar... foi a própria Ana que, se empurrando, enfiou mais uma boa parte do pau para dentro...—Puta que pariuuuuuuu…..como dóiiii, é insuportável….Arrggggggg…—Fica tranquila, minha vida, deixa comigo, você vai ver que agora não vai doer tanto.
Luís começou a tirar o pau muito lentamente do cu da Ana, ela agradeceu, a dor era insuportável, o cuzinho dela estava bem dilatado, abrindo e contraindo ritmicamente, ele aplicou outra generosa quantidade de gel, que se dedicou a espalhar com o pau e começou a penetrá-la de novo, dessa vez doeu menos, muito menos, Luís continuou até que suas bolas bateram na bucetinha da Ana...—Já está todinha dentro... uffff... Ana, que sensação incrível, adoro ver sua bunda daqui com meu pau metido dentro...—Siiiiiii… porra… agora sim, que delícia gostosa, me chupa devagarzinho…
Luis começou a se mover lentamente, puxando toda sua extensão e deixando-se entrar sem pressa. Ana começou a gemer de prazer, Luis se deitou sobre suas costas e com uma mão foi até seu clitóris, isso foi demais para os dois, aguentaram muito pouco, a excitação que sentiam superava o inimaginável…—Luis
pelo amor de Deus, não para agora…
…porra…
Arrggggggg, como eu sinto você, adoro quando você mete na minha bunda…
…siiiiiiiiiiii…
Ahhhhhhhhhh…AHHHHHHHH…
goza comigoooo…
enche minha bunda de porra…
siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…
Ana desabou em um dos orgasmos mais poderosos que se lembrava, até a última fibra do seu ser paralisou de prazer enquanto a onda a atravessava. As contrações do seu esfínter literalmente ordenharam o pau do Luis, que gozou dentro da Ana inevitavelmente. Foram segundos de prazer, de prazer infinito, que os deixou exaustos e sem forças. Ana deitada de bruços e Luis em cima dela, agarrou suas mãos e entrelaçou os dedos com os dela. Ficaram vários minutos recuperando o fôlego, Luis beijava Ana com carinho e saiu de cima dela, ficando de costas. Ela então subiu em cima dele e o beijou com paixão...—Foi incrível, melhor do que eu imaginava, mas principalmente a sensação foi de plenitude... me senti cheia, saciada e muito feliz... embora acho que não vou conseguir sentar por alguns dias... Hahahahaha.—Fiquei encantado de ser o primeiro a estrear esse seu bumbum maravilhoso, te garanto que nunca aproveitei tanto na minha vida, você é incrível, obrigado Ana de verdade, muito obrigado pelo que você está fazendo por mim, isso eu não vou esquecer na vida.
Tudo acaba e tem um fim, o domingo chegou e com isso Luis teve que ir para casa, esperou até o último minuto e se despediu de Ana, eles se veriam no dia seguinte no trabalho, mas não poderiam demonstrar sua paixão…—Vou sentir falta de acordar de manhã abraçada a você, foram dois dias maravilhosos que não vou esquecer tão cedo... até amanhã, Luis.—Descanse, Ana, até amanhã.
Eles se beijaram com paixão e Luis foi para casa de má vontade. Quando entrou, Blanca o cumprimentou como sempre e perguntou sobre seu fim de semana. Ele inventou uma história e contou que esteve fora de Madrid em uma capeia com uns amigos. Os encontros com Ana se prolongaram por mais de dois meses. A diferença que Luis tinha com Blanca é que ela via Marc apenas três vezes por mês, enquanto Luis via Ana diariamente, então os encontros entre os dois eram muito frequentes. Tanto que Blanca começou a se preocupar com as vezes que Luis recusava fazer amor com ela. Ele alegava cansaço e falta de interesse por causa da situação que Blanca havia provocado, mas ela estava com todos os alarmes disparados — alguma coisa estava acontecendo.
Tudo explodiu numa quarta-feira em que Blanca não foi trabalhar porque Marc viria por questões de trabalho e ela passaria o dia com ele. Para Luis, tanto fazia, ele só pensou em Ana e na alegria que ela teria quando ele chegasse e dissesse que à tarde iria para a casa dela. Como sempre, transaram como se não houvesse amanhã, aproveitaram um ao outro sem limites, e Luis adorava porque Ana pedia que ele comesse seu cu – ela tinha virado viciada em sexo anal, especialmente pelo jeito como ela mimava seu pau, dizendo que ele era feito sob medida para ela.
Quando Luis chegou em casa, Blanca fez algo que não acontecia há muito tempo: correu para se jogar nos braços dele, beijando-o com paixão. Foi um beijo longo e molhado...
Blanca o olhou com amor...—O que é isso, Blanca?—Que eu te amo, e que hoje senti muita sua falta
Luisla olhou para ela com ironia — outro te come, mas você se lembra de mim, que hipócrita —, pensou. Foi para o quarto se trocar, Blanca a seguiu, ela falava mas Luis não ouvia, sua cabeça estava na casa de Ana, desejava com toda a alma estar com ela ali naquele momento…—Você tá me ouvindo, Luis?—Eita!!!… Desculpa, Blanca, minha cabeça estava em outro lugar, tô com um problema no meu equipamento e as provas não estão saindo como deveriam, me perdoa.
Blanca ficou chateada com a situação, Luis nunca tinha se comportado assim com ela, tinha certeza que tinha outra pessoa, mas não conseguia provar. Sentou-se no sofá e começou a ver televisão. Pouco depois, Luis sentou-se ao lado dela e começou a folhear uns relatórios. Pelo canto do olho, ele via Blanca encarando ele fixamente. Ficaram assim por alguns minutos... até que finalmente Blanca falou...—Fala aí, Luis, quando eu tô com o Marc, pra onde você vai? O que você tá fazendo?“Quando estou com o Marc", ela disse com tanta naturalidade que a sensação foi de raiva, só a ideia já queimava na cabeça dele, o status quo tinha que mudar, ele estava de saco cheio dessa situação.—Depende do tempo que você passar com ele, desde ir ao cinema até passar um fim de semana em algum lugar… Não me diga que isso importa pra você a essa altura?—Sozinha?—Ocon algum amigo, disse Luis, O que é isso, Blanca? O que tá acontecendo com você hoje?—Lemiro olhou fundo nos seus olhos... tem outra mulher na sua vida?—Sila tivesse... Isso te importaria? Não acho que você tenha nenhum direito de me perguntar isso, depois do que você está fazendo.
Luisa percebeu uma leve expressão de inquietação no rosto de Blanca e decidiu atacá-la um pouco mais…—O que eu vou te dizer é que estou começando a ficar cansado dessa situação, e o que menos entendo é que, se é verdade que você me quer e me ama tanto quanto fala, por que você não acaba com isso de uma vez e começa a respeitar nosso relacionamento e a mim? Você está se comportando como uma adolescente mimada, e o pior de tudo é que fui tão otário que aceitei, por causa de como te amava naquela época e do que sentia por você. Mas fica sabendo que essa sua brincadeira com o Marc fez eu repensar nosso relacionamento…
Micara refletia a raiva naquele momento, mas era tarde demais... um precedente havia sido estabelecido. Blanca, com uma expressão séria e um pouco nervosa, mas muito segura de si, falou pesando cada palavra...—Luis, é o que tem, como te falei desde o começo, eu preciso que seu pau me dê a vara que eu preciso. Se você vê que não aguenta, é melhor a gente terminar logo aqui.
Luisya não aguentou mais e explodiu, levantou-se do sofá e encarou Blanca...—Eu aguentei você transar com um cara na minha frente e me humilhar, aguentei você colocar obstáculos no nosso relacionamento, aguentei tentar me integrar com você e com o Marc e aproveitar você e você me rejeitar completamente, aguentei um merda como o Marc me expulsar da minha própria casa e da minha cama enquanto fode minha mulher, e tudo isso eu só aguentei por causa do amor que eu tinha por você e porque te amava, e fiz isso com boa vontade, mas não aguento mais, se você precisa do pau dele para dar aquela foda que você precisa, é porque eu não sou suficiente para você... é melhor a gente terminar aqui e agora, Blanca, não quero prolongar mais isso.
Dizendo isso, me levantei, fui para o nosso quarto e peguei minha mala, e comecei a colocar minhas roupas. Agora sim, não queria ficar nem mais um minuto naquela casa e ao lado daquela mulher. Nada nos prendia, éramos só um casal, tínhamos contas separadas, a casa era alugada e mobiliada e o contrato estava no nome da Blanca. A única coisa que era minha eram minhas roupas e meu notebook… Estava nessa quando a Blanca entrou no quarto… Quando viu a mala, começou a chorar descontroladamente…—Por favor, Luis, não me abandona, eu te amo, não quero que você vá, eu prometo que vou resolver isso.—A única maneira de resolver isso é você ligar pra ele agora mesmo, na minha frente, e dizer que acabou. Eu te quero só pra mim, e não quero continuar nessa situação nem mais um minuto.—Agora não posso chamá-lo, disse Blanca em um mar de lágrimas, me deixe fazer do meu jeito, te garanto que amanhã deixo tudo resolvido, mas por favor não pense em me deixar, sem você meu mundo desmorona, te amo com todo o meu ser.—Mas você já se ouviu, Blanca? Você me diz que me quer e me ama, mas você fode outro cara... se decida primeiro, aí a gente conversa.
O choro de Blanca era desesperador. Luis estava surpreso, pois nunca a tinha visto tão alterada assim. Parou de colocar as roupas na mala e a observou. Pensou em mil coisas e naquela noite fatídica em que optou por consentir com o que agora os estava separando. Pensou que finalmente tinha se livrado dos laços que Blanca lhe impunha. Talvez não fosse tarde demais e tudo pudesse se ajeitar, e eles teriam um relacionamento normal, e isso se tornaria apenas uma anedota desagradável em sua vida a dois.
Não há muralha que o choro de uma mulher não possa derrubar, a frágil muralha de Luis não demorou a cair, estava partindo sua alma ver a Blanca chorar daquela maneira. Ele se aproximou dela e a abraçou para acalmá-la. Blanca, ao sentir seu abraço, se agarrou a ele com uma força incomum nela, chorava com mais desespero enquanto me pedia que a perdoasse pelo que me havia feito passar, que me queria e me amava e que isso ia se resolver.
Ontem à noite fiz amor com a Blanca, como já não fazíamos há muito tempo, mesmo que há poucas horas a Ana me tivesse deixado mais seco que um presunto, meu corpo respondeu aos estímulos da Blanca de uma maneira incrível... dormimos muito abraçados, parecia que a gente tinha acabado de se conhecer... de se descobrir... foi maravilhoso.
O despertador tocou de maneira impertinente, anunciando que eu tinha que me levantar. Ao tentar fazer isso, o braço da Blanca me agarrou com força…—Vamos ficar na cama o dia todo, senti tanta falta de ficar assim com você, nem tem ideia… te amo, Luis.
Luis não quis ser desagradável, mas continuava pensando — você me diz isso mas tá dando pra outro…—Sinto muito, meu bem, preciso ir trabalhar. Lembra que temos um produto pra lançar e estamos sobrecarregados. Quando isso acabar, te prometo que vou ser todo seu.
Quando cheguei no trabalho, Luis estava exultante. Ana percebeu na hora e perguntou o porquê. Ele explicou com um ar de felicidade, embora não tivesse passado despercebida para ele a expressão de alegre desgosto que as feições de Ana tinham. Luis a agarrou pelos ombros carinhosamente...—Ana, não tenho palavras pra agradecer tudo que você tá fazendo por mim. Quero que saiba que você foi, é e sempre vai ser uma pessoa muito importante na minha vida.—Poxa… obrigado, Luis. Foi um prazer.
Ana disse isso, virando-se antes que Luis pudesse ver seus olhos se encherem de lágrimas. Ela tinha tentado evitar com todas as suas forças, mas Ana o amava com todo o seu ser. Ele era o homem que ela tinha procurado a vida toda e finalmente encontrou, mas ele pertencia a outra mulher. Naquela manhã, ela passou muito mal, muito mal mesmo. Luis percebeu e perguntou... Ela não conseguia mais ficar ali, queria ir embora e alegou que não estava se sentindo bem, então foi para casa. Luis ficou muito preocupado e, embora tenha ligado, não recebeu nenhuma resposta. Naquele dia, Luis também não passou muito bem. Chegou em casa e encontrou Blanca sentada no sofá, muito séria, esperando por ele. Ela nem deixou que ele largasse suas coisas...—Hoje liguei pro Marc e fiquei conversando com ele. Ele não levou muito bem o que eu falei, mas entendeu que o que eu sinto por você é maior do que ficar com ele algumas vezes por mês…—E aí? Disse Luis.—Meha pedido que eu vá a Valência este fim de semana, que quer que eu diga na cara dela, que só assim ela vai me deixar em paz.—Muito bem, esse fim de semana a gente vai pra Valência e você fala com ele.
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