Trio com as vizinhas gostosas

Candy… Kim… e mais alguém.

A melhor parte de ir morar sozinha é que eu não teria mais que me incomodar com as coisas dos meus pais e as brigas bestas deles com meus tios por causa da herança da minha avó. Então sim, uma mudança de ares me faria muito bem. Além disso, eu precisava da solidão que um bom apartamento proporciona para me concentrar nos meus estudos de arquitetura. Aliás, o pai foi totalmente contra eu escolher essa carreira porque achava que as garotas nunca poderiam ser tão boas nisso quanto os homens. Que besteira.

Me apressei para tirar minhas coisas do táxi. Alguns dos poucos móveis que eu tinha pedido para a mudança trazer já estavam esperando por mim no meu quarto, então eu só tinha trazido comigo alguns tralhas como caixas cheias de lembranças, livros, fotografias e meus cadernos de histórias, que eu costumava escrever desde o ensino médio. Sempre tive uma boa imaginação para ficar divagando sobre coisas sem importância.

Quando criança, eu sonhava com unicórnios e castelos cheios de príncipes valentes e bonitões. No começo da adolescência, esses príncipes viraram princesas e, em algum momento, me vi cercada por um monte de histórias onde as protagonistas principais eram duas mulheres se declarando amor. E percebi que eu gostava disso e que era normal sentir essa atração pelo mesmo sexo, mesmo que a sociedade não aceitasse muito. Por sorte (ou nem tanto), todas essas fantasias nunca tinham saído do papel.

— Oi, precisa de ajuda?

Levantei o olhar. Era uma garota super gata, universitária, se eu estivesse calculando certo. Ela usava uma blusa fina e um shorts de jeans. Tinha pernas brancas, meio magrinhas mas com um formato muito bonito, e exibia um sorriso super amigável, com lábios carnudos e olhos castanhos.

— Ah… sim. Obrigada.

— Me chamo Kim. E você?

— Noah.

— Ah, que nome bonito.

Beleza. Já tinha feito uma amiga gostosa para começar. A tal Kim me ajudou a subir todas as minhas caixas até meu apartamento. Ela era muito... Também é boa de papo, porque ficou me perguntando um monte sobre minha vida pessoal.
— Tem namorado? Deve ser difícil deixar os amigos pra trás, né? Pra qual escola você vai? O que vai estudar? Esse prédio é muito bonito, não acha? Ah, gostei da cor dos seus olhos, seu tom de cabelo é muito bonito.

Eu mal conseguia responder no ritmo que ela me entrevistava, como se fosse a dona do prédio e estivesse se certificando de que não ia ficar uma maníaca homicida ou coisa do tipo. Mas não tava achando nada ruim a companhia dela, porque dava pra curtir a gostosona que ela era. Eu era uma amante de mulheres, mesmo sendo bem tímida pra chegar em uma e chamar pra sair. Sim, claro, às vezes tinha uns pensamentos pervertidos, mas geralmente a ideia de ter uma namorada me seduzia muito. Minha mãe já tinha dito que a mulher é o símbolo máximo do amor, da maternidade e da delicadeza, então por que não ter uma assim do meu lado?

— Ufa! Finalmente terminamos, Noah. Bem-vinda ao prédio. Espero que se sinta confortável e…
— Kim! Cheguei!

Olhamos pro mesmo lugar. Subindo as escadas vinha uma linda garota ruiva. Quase perdi o chão, porque ela era muito gata. A pele leitosa, os olhos de um âmbar profundo e os seios mais firmes e avantajados que já tinha visto — e pela forma que os biquinhos dela se destacavam contra o tecido fino da blusa, tive a impressão de que ela não tava usando sutiã. Nem a culpo. O calor aqui era insuportável pra ficar usando roupa demais.

— Ah, Candy! — Kim sorriu efusivamente. — Olha, temos uma nova vizinha.
— Oi, meu nome é Noah.
— Candance, mas me chamam de Candy. Acham que sou doce como um doce ou algo assim.

Ao apertar nossas mãos, talvez fosse coisa da minha cabeça, mas senti que ela apertou meus dedos com mais força que o normal.
— Bom, bem-vinda. Eu moro aqui do lado com Kim.
— Ah, é? São colegas de apartamento ou algo assim?

As duas garotas se Elas riram, nervosas.
—Mais ou menos. Se precisar de algo, é só pedir, tá?
—Sim, claro —eu ri um pouco envergonhada —. Talvez uma xícara de açúcar mais tarde.
—Ah, legal.
—Tchau, Noah —disse Kim, passando um braço pelas costas de Candy, e as duas foram juntinhas para o apartamento delas. Eu fiquei lá suando, pensando que tinha caído direto no paraíso.

Mais tarde, depois de tomar um banho, saí do apartamento para explorar o prédio e ver onde ficava a lavanderia, os correios e tentar fazer amizade com outros vizinhos que eu encontrasse. Não que eu fosse carente de atenção, mas era melhor conhecer meu entorno e talvez eu pudesse fazer algum outro amigo além da Kim.

Encontrei ela alguns andares abaixo, na sala de lavagem, e para minha surpresa, ela não estava sozinha. Quis cumprimentá-la, mas congelei ao vê-la sentada em cima de uma das máquinas, com os braços em volta do pescoço de Candy. As duas estavam se beijando como se não houvesse amanhã, e até o som dos beijos era escandalosamente delicioso para mim. Não era a primeira vez que via mulheres se beijando, mas de perto, com duas garotas tão gostosas, era sem dúvida um espetáculo que não me permitiu sair dali. Fiquei na porta, vendo as mãos de Kim descerem do pescoço até os quadris da namorada, e depois puxarem a blusa dela um pouco para cima, como se tentassem tirá-la. A curvatura de Candy era incrivelmente definida e perfeita. Então Kim enfiou as mãos por dentro da roupa e, pela posição em que estava, percebi que ela devia estar acariciando os seios da ruiva. Esta última riu.
—Já, meu amor. Calma. Estamos à vista de qualquer um.
—Desculpa. Estou com um tesãozinho em você.
—Sim, mas a gente faz mais tarde.

Deram mais um beijo e continuaram com suas coisas. Eu engoli seco. O que eu poderia fazer? Esperei um tempinho e então saí do meu esconderijo, fingindo que nada tinha acontecido. —Oi, meninas. Lavando?
—Ah, e aí, Noah? —foi o que Kim respondeu e me cumprimentou com um beijo coquete na bochecha.
—Explorando o prédio, novata?
—Sim, Candy. Só estava dando uma volta pra ver o que tem por aqui.
—Mais tarde vamos jantar comida tailandesa, vem?
—Mmm… —olhei pra Kim como se buscasse sua aprovação. Não é que me importasse, mas fazer um trio ruim não era minha praia.
—Sim, vem. Assim a gente pode se conhecer melhor —sugeriu a pequena da Kim.
—Bom, se insistem, lá estarei. Vejo vocês mais tarde. Vou subir pra… fazer alguma coisa.
E fui embora dali pensando no que tinha visto, me divertindo com a imagem daquelas duas se comendo de beijo e me pareceu o máximo de romântico. Consultei o relógio várias vezes, esperando o momento de me reunir com elas porque queria saber se poderiam dar pelo menos um beijo pra mim. Talvez perguntaria sobre o relacionamento delas, ou puxaria o assunto aos poucos.
Depois me acalmei. Tava pensando rápido demais. O que tava acontecendo comigo?
Quando deu a hora do jantar, fui pro apartamento delas. Quem me abriu foi a linda da Candy, usando um shorts de ginástica bem curto e uma blusa colada no busto perfeito dela. Não deu pra evitar, e parecendo um menino, minha vista foi direto pro canalzinho que se formava entre os peitos. Ela deu uma risada sem maldade.
—Entra, para de olhar pros meus peitos.
—Ah… desculpa —disse toda corada.
O apartamento delas era muito bonito, bem feminino comparado com o meu, com as paredes pintadas num tom amarelo alegre, pisos de cerâmica bem limpos e um clima gostoso e ameno graças ao ar-condicionado. Candy foi me guiando e por trás pude ver que na região lombar ela tinha uma tatuagem de uma borboleta decorada com cores brilhantes em verde e laranja. Na pele leitosa dela, destacava muito bem.
Quando vi a Kim, suspirei de encanto. Ela tava de saia curta e uma blusa branca meio transparente, de modo que dava pra ver o sutiã preto. Tinha acabado de sair do banho, porque o cabelo ainda úmido colava no rosto dela. Tava pondo os pratos na mesa e quando nos viu chegar, ela me cumprimentou com um beijo confortável na bochecha.
—Bem, vamos jantar, a comida já chegou.

Por um tempo, fiquei na defensiva, esperando que qualquer uma das duas puxasse algum assunto estranho. Não foi assim. Depois de meia hora, as garotas não passavam de vizinhas amigáveis convidando a novata para jantar. Kim era a mais sociável das três, enquanto Candy, um pouco mais reservada, limitava-se a beber seu suco, sorrir para mim e responder nossos comentários de forma sutil e elegante. Era como uma dama refinada da realeza.

—E… bem —disse Kim—. Você tem sorte de estudar na escola de arquitetos. Ouvi de minhas amigas que há garotos muito bonitos lá.
—É mesmo?
—Desde que você esteja interessada neles —comentou Candy, e eu percebi que ela estava sondando o terreno, então fiz uma pergunta escandalosa para elas.
—Vocês têm namorado?

As duas se olharam e riram encantadoramente. Eu não pude fazer nada além de corar, e não por vergonha, mas por quão lindas elas eram.
—Hmm. Temos parceira, mas não do jeito que você imagina —brincou Kim.
—Nós moramos juntas porque somos… um casal —o sorriso de Candy ficou mais cauteloso, e ela me olhou como se estivesse avaliando minha reação. Como não consegui esconder minhas bochechas coradas, levantei meu copo e brindei.
—Pelo lesbianismo.

Isso fez Candy relaxar.
—Você não tem problemas, né? Sendo suas… futuras amigas, claro, se você quiser.
—Ah? Não se preocupem —e lá fui eu—. Na verdade, eu também sou.

Kim pareceu muito interessada, pelo que pude perceber pela linguagem corporal dela. Ela se endireitou e alisou o cabelo. A namorada dela inclinou a cabeça com uma expressão duvidosa.
—Sério?
—Pois é. Embora nunca tenha tido namorada, me atraio muito por garotas.
—Alguma de nós te atrai? —ousou perguntar a gostosa da Kim com um sorriso provocante. Como as duas me olhavam com interesse, não pude mentir.
—Bom, sim. Acho que vocês são igualmente lindas.

Candy gostou da resposta. Kim piscou o olho pra mim. Ela estava dando em cima de mim, e na frente da namorada dela isso podia ser meio perigoso.
—E… você já experimentou com alguma garota, mesmo que não fosse sua namorada? Tipo uma ficada de uma noite ou algo assim —Candance se arriscou, jogando uma mecha de cabelo atrás da orelha.
—Não. Só fantasiei, mas não tive a sorte de dividir a cama com uma garota. Queria, mas sou meio tímida pra tomar a iniciativa e dar em cima.
As duas ficaram em silêncio por um tempo, um lapso no qual eu me afundei na cadeira e me arrependi de ter contado um segredo daqueles. Eu bem que podia ter dito que era a mulher mais lésbica do mundo e que tinha um monte de conquistas no meu repertório. Mas elas não pareceram se importar. Candy se levantou. Tocou o ombro da namorada e as duas foram pra um quarto. Depois de alguns minutos, Kim apareceu na porta.
—Vem.
—O quê?
—Vem. Queremos falar com você.
Meu coração deu um pulo. Será que…? Eu me levantei. Minhas pernas estavam tremendo. Ao entrar, vi que Candy estava sentada na cama, com suas pernas fabulosas cruzadas num gesto sexy. A namorada dela sentou ao lado.
—O que foi?
—Bom… já que você é como a gente, e não se ofenda, mas eu falei com a Kim e… a gente estava pensando se você gostaria… se você tem vontade, quando quiser, claro, de participar com a gente num trio.
—Trio de quê ou o quê?
Kim soltou uma gargalhada.
—Sexo entre as três.
Eu engasguei com minha própria saliva. As pernas agora iam realmente falhar.
—As… três?
—Bom, não vou te deixar sozinha com a Candy, e eu também não quero fazer sozinha. Então se você topa… se não, a gente não toca mais no assunto.
Eu mordi o lábio e olhei em volta. Tudo que a gente precisava estava ali: a cama, os travesseiros, duas mulheres lindas dispostas a me dar minha primeira vez. Eu… eu como recusar? Quer dizer, eu estava desejando isso, né? Mas… elas eram um casal. Namoradas. Se amavam. Será que era certo eu me meter na relação? Tá, sexo é sexo, mas… não sei. Sei.
—Pode pensar com calma —disse a gostosa da Candy, descruzando as pernas. Em seguida, se aproximou tanto que seus seios tocaram nos meus. Foi um contato delicioso. —Podemos ouvir sua resposta depois. Se quiser, claro. Nós temos três anos de relacionamento e… bem, achamos que seria uma boa ideia nos divertir com mais alguém. Não é que vamos ser infiéis ou algo assim. É só que todas as outras garotas que conhecemos são muito… duras. Você é como um pãozinho.

Isso me lisonjeou e me confundiu ao mesmo tempo. Suspirei.
—Está considerando? —perguntou Candance, tocando meu rosto com a bochecha. Só isso, só o toque dela e a promessa de ver seus seios impressionantes e tê-los para mim… foi o suficiente.
—Qu… quero fazer.
—Agora?
—P… pode?

Isso pareceu satisfazê-la muito. Ela pegou minha mão e me levou até a cama. Como talvez fosse dela a ideia, pensou que seria bom ser a primeira a tomar a iniciativa, então se deitou confortavelmente. Eu me sentei. Kim, ao meu lado, se inclinou e deu um beijo carinhoso na boca da namorada. Ambas sorriram tão apaixonadas que me senti profundamente comovida por me permitirem participar.
—Me dá a mão, Noah.
—Sim, toma.
—Incline-se um pouco sobre a Candy.

Ela guiou minha mão para colocá-la entre as pernas da ruiva, por cima da roupa. Deitada, Candy estava tão gostosa quanto um anjo. Recostei-me sobre ela bem devagar. Seus braços envolveram meu pescoço e me atraíram para seus lábios. Quando os beijei, todo meu corpo se encheu de endorfinas e adrenalina. Era a primeira garota que beijava de verdade, e a invasão de sua língua me fez estremecer.
—Esfrega um pouco —pediu Kim, movendo minha mão, que estava pressionando a buceta da namorada. Engoli em seco e comecei a fazer devagar, enquanto os lábios de Candy continuavam a brincar com os meus.
—Assim… devagar.

Me afastei um pouco, justo para ver Kim se despindo. Primeiro desabotoou a saia, que caiu suavemente. Depois se despiu… da blusa e do sutiã. Seus seios eram lindos, não tão grandes quanto os da Candy, mas com mamilos rosados, e sua buceta parecia igualmente deliciosa. Eu engoli seco novamente, momento em que Candy me guiou de volta à sua boca. Esqueci de mover minha mão, então o fiz e arranquei dela o primeiro suspiro genuíno. Não conseguia parar de beijá-la. Era uma sensação deliciosa. Me concentrei nisso até quase sentir que éramos as únicas pessoas ali. No entanto, fiquei um pouco alarmada quando alguém tentou puxar minha calça. Era a Kim.

—Você tem que se despir também.

—Claro.

Mais rápido do que imaginei, comecei a tirar o cinto. Kim estava sentadinha e mordia o lábio com um ar provocante. Candy me olhava com um sorriso divertido pela minha falta de jeito. Fiquei só de calcinha. Elas riram porque tinha estampas da Hello Kitty.

—O que foi? Não sou uma criancinha.

—Nunca dissemos que não era — Candy lambeu os lábios e tirou a blusa. Seus peitos, meu Deus, eram espetaculares, com biquinhos um pouco mais escuros que os da namorada — por que não experimenta?

—Vai ser um... prazer — foi tudo que consegui dizer e, com muito cuidado, quase com medo, passei a língua pela superfície do seu seio. Era a pele mais macia e quente que já senti. Fechei os olhos quando levei um dos mamilos à boca e chupei como tinha visto nos filmes eróticos que assisti uma vez na TV.

Enquanto isso, Kim saiu do meu lado e senti que ela começava a puxar minha calcinha. Apertei as pálpebras. Que vergonha!

—Hmm. Tenho uma ideia melhor — disse a garota e deixou minha calcinha pela metade. Posicionou-se ao lado da namorada e começou a explorar o outro seio com a ponta da língua. Por um tempo, as duas ficamos grudadas nos atributos da Candy, cada uma brincando com um biquinho diferente, mordiscando e chupando. Às vezes, nos aproximávamos e passávamos a língua tão perto uma da outra que me fundia com ela em um beijo molhado. — Vou terminar de te despir — Candy se levantou. Agora foi Kim que se deitou com as pernas levemente abertas e começou a tocar os próprios seios com muito cuidado. Enquanto isso, eu encostei as costas na parede e tirei a blusa e o sutiã. Candance se encarregou de tirar o que restava da minha calcinha, e quando me deixou completamente nua, não fez nenhum comentário e me beijou. Depois, indicou Kim com o olhar — Já experimentou uma buceta? — Nunca. — Experimenta a da Kim. Já está molhada o suficiente. — Tudo bem? Quer dizer… é sua… — Ei, relaxa. Estamos fazendo isso de comum acordo, certo? — Sim, claro. Desculpa. Me posicionei com um pouco de timidez. Kim não teve o mínimo e, com um sorriso, abriu completamente as pernas. Ao meu lado, Candy passou meu cabelo atrás das orelhas e empurrou minha cabeça suavemente. Eu segui o movimento. Fechei os olhos e afundei a boca na boceta que me ofereciam, e nem preciso dizer que, ao sentir suas dobras com minha língua, uma onda de prazer me embriagou e não consegui parar de lamber, de recolher a grande quantidade de líquido que jorrava. Me senti excitada e levada por um prazer tão intenso que quase poderia ter tido meu orgasmo só de fazer o que estava fazendo. Me afastei um pouco para ver melhor e procurei seu clitóris. Ali, mordi de leve, tocando-o só com a ponta dos dentes e depois, engolindo-o com minha boca. Procurei sua entrada e, como se estivesse possuída, tentei tocar seu interior com minha língua. Isso fez Kim gemer com uma vozinha tão doce que encheu meu coração de felicidade. Era a primeira vez. Minha primeira vez e eu estava gostando tanto que não queria parar até agradecê-la com um orgasmo fantástico. Olhei para Candy. Ela estava deitada ao lado da namorada, que a masturbava e beijava ao mesmo tempo. Porra! Eu tinha as duas bocetas para mim. Mudei então para a de Candy e também a provei. Era um pouco diferente. Não soube dizer o quê. Talvez o gosto variasse, mas era igualmente deliciosa. — Você não faz — Tão ruim assim para uma novata? — disse Candy no meio de um gemido.
Kim se levantou. Pegou minha mão e com cuidado me fez introduzir dois dedos dentro da buceta de Candance. Como não tinha pensado nisso antes? Por dentro ela estava fervendo, com a paixão correndo em suas veias, e uma sensação úmida ao sentir como ela ficava mais molhada com a invasão dos meus dedos. Coloquei-os em forma de gancho e puxei devagar, rasgando estragos de prazer nela, elevando-a a um gozo tão espetacular que a ruiva começou a torcer os quadris, fazendo com que sua entrada se esfregasse mais contra minha boca.

— Ah… sim, assim está bom, Noah. Mais fundo, pode?
— Assim?
— Sim. Está bom. Você está gostando? Podemos parar se…
Eu ri.
— Parar? Não, obrigada.

As namoradas se olharam sorridentes.
— Vem aqui, meu amor — obedecendo ao chamado da ruiva, Kim se apressou em colocar sua bunda ao alcance da boca da outra mulher. Era o primeiro 69 que via ao vivo, e a carinha de gatinha que Kim fez quando sua namorada invadiu entre suas dobras foi tão deliciosa que me inclinei para beijá-la com o sabor dos próprios fluidos de Candance.

— E se a lambemos juntas? — sugeriu, e em seguida tanto sua língua quanto a minha estavam comendo do mesmo lugar, limpando os doces néctares que lubrificavam Candy. Eu era a que tinha o prazer de penetrá-la com meus dedos, mas em um momento sua namorada também introduziu um, o que aumentou a pressão dentro dela e fez a ruiva soltar uns gemidos em combinação de dor e prazer. Travessas, as duas rimos e compartilhamos um beijo de língua dos mais molhados.

— Você gostaria de tentar?
— Claro. Adoraria.
— Em quem você quer?
— Hmm. Em… Candy.

Ela pareceu alegre com isso. Eu me recostei e abri as pernas. Em um dois por três, Candance deixou sua formidável vagina cair sobre meu rosto. Juro que nunca tinha experimentado algo mais erótico em toda minha vida, então quando a tive ao meu alcance, comecei a lamber com renovadas forças. Enquanto isso, podia… sentir os dedos dela na minha própria buceta.
—Kim, abre um pouco mais.
—Ela é virgem —disse a garota.
—Porque nunca transou, boba. Claro que é virgem.
—Virgindade… —Kim murmurou, sonhadora —. Tinha esquecido o que era isso.
Eu ri, mas não prestei muita atenção e voltei ao que estava fazendo. Parei de chupar um tempo depois, só para ver como, aos poucos, a vagina da Candy voltava a ficar molhada. Então, com mais força que antes, mergulhei de novo nela.
—Pode meter uns dedos se quiser, querida.
—Claro —não precisei que repetisse, e me deleitei de novo com aquele calorzinho tão especial que se espalhava do interior dela até meus nervos e levava meu cérebro a um mar de prazer. Até sorri quando senti duas línguas diferentes percorrendo os lábios da minha buceta, brincando com meu clitóris e pressionando de leve meu hímen, que guardava meu último tesouro virginal.
—Quer que uma de nós tire sua virgindade? —perguntou Kim.
—Não seja boba —de repente a voz da Candy ficou séria —. Ouça, Noah. Isso aqui é só diversão pra gente e uma experiência nova pra você, mas tirar sua virgindade não é nossa responsabilidade, tá? Você tem que encontrar alguém que ame. Restam poucas garotas virgens na sua idade.
Não soube se levar aquilo como um elogio ou não. A questão é que, no fim das contas, ela tinha razão. Mesmo o sexo estando muito bom, minha família toda me ensinou que a virgindade só se perde uma vez, e, pra ser sincera, eu era meio sentimental com primeiras vezes. Tipo, meu primeiro beijo foi com meu melhor amigo, e meu primeiro bichinho de estimação foi uma vadia linda que encontrei na rua. A questão é que eu queria perder a virgindade com o amor da minha vida. Não com elas. Assenti orgulhosa. Pelo menos eu tinha alguns princípios, né?
Voltei à minha tarefa de chupar a buceta da Candy.
Pouco depois, ela saiu, e Kim tomou seu lugar. Enquanto isso, a língua da Candance fazia maravilhas.
—Quer experimentar meus peitos?
—Quero.
Kim se virou e montou em mim. Seus lindos meus mamilos ficaram ao meu alcance, e não hesitei nem um pouco em pegá-los, apertá-los e levá-los à boca para aproveitar sua textura dura devido à excitação. Candy abriu mais minhas pernas e lambeu com renovadas forças, me masturbando com toda a energia que pôde. Então senti chegando. Meu primeiro orgasmo. Sem dúvida.
—Ela vai gozar! —exclamou Kim e foi para minha virilha. Lá, as duas garotas colaram a boca na minha buceta.
Sério. Duas línguas lambendo o mesmo ponto foi como jogar um fósforo num tanque de gasolina. Tive um orgasmo de proporções apocalípticas, como se o mundo se partisse em dois. Arqueei as costas. Gemi e até chorei de prazer quando toda aquela descarga elétrica viajou uma, outra e outra vez por todos os meus nervos. Vi estrelas, galáxias, planetas, caralho! que sensação fabulosa! E mesmo que já tivesse acabado, elas continuaram um pouco mais entre minhas pernas.
Acariciavam minhas coxas, beijavam meus joelhos. Ambas subiram com suas línguas pelo meu abdômen e cada uma se concentrou nos meus peitos de uma forma selvagemente deliciosa. Duas bocas mordendo meus mamilos era algo antinatural e tão estranho e prazeroso que arfei de puro tesão. Depois, as três juntamos nossas bocas num beijo tão diferente, sexy, quase sujo, falando em termos sexuais. Pude sentir meu gosto em seus lábios, e gostei.
Depois, as duas garotas ficaram ao meu lado. Candy à minha direita, passando a língua nos meus peitos e me masturbando com uma mão, e Kim, mais fofa que um gatinho, parecia dormir com um sorriso suave.
Em algum momento, no meio das carícias vaginais de Candance, adormeci.
Ao acordar, as duas garotas ainda estavam ao meu lado.
—Não foi um sonho… —murmurei, e antes que uma delas acordasse, inclinei-me para Candy e comecei a beijá-la até que ela abriu os olhos.
—Gostou?
—Amei, obrigada.
Ela sorriu como uma coelhinha feliz.
—Para isso servem as vizinhas.
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Sou nova, então se vocês gostaram, comentem para mais xD E aí!

6 comentários - Trio com as vizinhas gostosas

Qué envidia quién pudiera estar con ellas. Favorito y 10 puntos merecidos.
Muchas gracias, Pepe. Te mando un beso por tu comentario
amigolo +1
Excelente relato. Van 10+. Les invitamos a pasar por nuestros posts para saber su opinión.
Claro, y muchas gracias por comentar
Excelente relato!!! Me excitante hasta la médula
Me alegra saberlo. TE mando un beso y gracias por leer
Deberías hacer una secuela de esto
Quiza a Candace lactando 😛🤭