Uma tia que entrega tudo... (2ª parte)

Primeira Parte




O que vem depois de ceder ao tabu do desejo, o amor fraternal...

Mirna acordou com o rosto meio grudento de porra, só alguns segundos pra ela cair na real e perceber o que tinha rolado.

Completamente nua, atordoada e com medo, viu como aos seus pés dormia mais que prazerosamente seu sobrinho, que segurava seu tornozelo quase como se afirmasse que ela era propriedade dele… Por um instante até sentiu um certo pavor, mas ver o rosto de João e sentir o corpo dele totalmente satisfeito lhe trouxe de repente uma sensação de serenidade e ternura, ela tinha dado ao sobrinho um prazer que ele não conhecia, e ao mesmo tempo se sentia totalmente saciada.

Mesmo tendo acordado há pouco tempo, parecia que aquela descarga intensa que João teve sobre a tia o deixou muito cansado e ele não acordava… Mirna aproveitou para tomar outro banho e lidar com todas as sensações que a invadiam, não lembrava de ter tido três orgasmos em tão pouco tempo, mas ao mesmo tempo não conseguia parar de pensar que foi seu amado sobrinho quem os provocou, seu menino mimado… Depois do banho, serviu-se de uma taça de vinho e deitou na cama da cunhada.

Ela tirou a toalha e, com a mão, passava suavemente pelo corpo, olhando para o nada, pensando e bebendo.

Ela se tocava nos peitos e sorria, passava a mão na virilha por cima da calcinha fio dental e se sentia estranhamente sensacional. Levou pouco mais de uma hora para terminar a garrafa de vinho, que claro, ela mesma tinha trazido, já que a cunhada não aprovava bebidas alcoólicas, e voltou a dormir.

Juan acordou com uma sensação de satisfação absoluta, sentia que tinha conseguido algo que o frustrava. Obviamente, na mesma hora, a mente dele se encheu de imagens da tia montando nele, beijando ele, chupando ele... Não conseguia acreditar que tinha possuído uma mulher, e muito menos quem.

Ele tocou no pau que já começava a endurecer, a recuperar a excitação, sentia um gosto na boca que não conhecia, sem perceber estava se masturbando… Recobrou a consciência e entendeu que Mirna não estava com ele, aí talvez começou a perceber que tinha transado com a tia.

Ele se levantou e foi pro banheiro, depois pra sala e pra cozinha, se sentiu abandonado por um momento, até que foi pro quarto da mãe dele e lá pôde vê-la, deitada na cama, com os peitos apontando pros lados. Pensou em se jogar em cima dela e possuí-la de novo, mas quando viu a garrafa, reagiu e pensou na mãe dele.

Ele cuidou de levar o copo e a garrafa do quarto, e cobriu a tia com o lençol.
Se sentiu o macho por essa atitude, cuidar da sua mulher, e tão satisfeito assim tomou um banho e sentou na sala pra ver TV.

O telefone tocou e era a mãe dele – tá tudo bem? Ela perguntou... – sim, mãe, a tia tá dormindo e eu tô vendo TV... respondi, me sentindo feliz que aquilo, embora fosse verdade, escondia o que tinha rolado um tempinho atrás no meu próprio quarto... – chego em casa depois das 10 da noite... a mãe dele disse e continuou – faz a janta pra sua tia e não vai dormir tarde que amanhã preciso de você aqui na paróquia... Juan, por dentro, queria responder que nunca mais voltaria pra igreja, que nunca mais ia seguir as instruções dela, que ia ser homem, mas só respondeu – ok, mãe, beijo... Ao desligar o telefone, não conseguia conter toda aquela sensação de conquista, de avanço, se sentia num mundo novo, e de novo completamente excitado... Foi até onde Mirna estava e olhava pra ela com desejo e paixão, queria pegar ela logo... Mirna acordou e viu Juan olhando pra ela, devorando ela com o olhar, se sentiu meio intimidada, mas quando ele disse – oi.

Com um rostinho de anjo, a ternura tomou conta dela de novo.
Olhou em volta e percebeu que o Juan tinha limpado tudo e coberto ela com o lençol… que cavalheiro, pensou… – Dormi muito? – perguntou, e o Juan respondeu que não… Ele se aproximou da cama, mas a Mirna segurou ele: – Amor, não foi certo o que a gente fez… O Juan, de repente, perdeu toda aquela coragem que tinha, ficou todo vermelho.

– sou sua tia, sou uma velha… Mirna gaguejava, não tinha certeza se eram essas as palavras que queria dizer… houve um silêncio constrangedor e Juan soltou – cê tá com fome, tia? Mirna se sentiu aliviada e disse que sim… O garoto preparou um sanduíche e um copo de refrigerante e levou pra cama dela…

Ficaram vendo TV um tempão, sem falar nada… De vez em quando se olhavam e sorriam, Juan foi se inclinando devagar até deitar no braço dela, Mirna se deixou escorregar até ficar deitada e Juan aproveitou pra se deitar no peito dela, ela começou a acariciar a cabeça e as costas dele – quer que a tia te faça dormir igual quando você era pequeno? Perguntou num tom de brincadeira, mas ele levou a sério e balançou a cabeça que sim.

Ela o guiou para que o garoto ficasse deitado sobre ela, pelo peso dele, ele acabou abrindo as pernas dela e ali ficou João, sobre a tia, apoiando o pau na virilha de Mirna e com a boca colada no pescoço dela… Mirna passava a mão por toda as costas do sobrinho e, com a outra mão na cabeça dele, brincava com os cabelos.

Juan tava super à vontade e também brincava com os cabelos da tia – te amo pra caralho, tia… falou, e Mirna abraçou ele forte e disse – meu gatinho lindo, também te amo… e Juan começou a beijar o pescoço dela, devagar, passando a língua bem de leve naquele pescoço macio.
Mirna fechava os olhos, parecia lutar contra o prazer que aquilo tava causando.

Juan começou a mexer a cintura, fazendo o pau endurecer e esfregar contra a buceta da tia… Ela não conseguia evitar se sentir tão gostoso, sentir aqueles beijos e aquele pau duro roçando na sua racha, mesmo com uma calcinha, o lençol e uma fio dental separando eles – meu gatinho lindo… repetia sem parar, e cada vez a voz dela ficava mais trêmula.

Juan diminuiu os beijos enquanto tirava o lençol, ficando na frente dele aqueles peitos deliciosos com os bicos duros de tesão – não, meu amor, não pode fazer isso… falou Mirna, sem resistir muito.

O jovem pegou os dois peitos com as mãos e começou a beijá-los, apertá-los, chupá-los… brincava com a língua nos mamilos, rodeava eles e chupava de novo, esfregava o rosto naquelas tetas macias e sedosas… Mirna já não segurava a excitação, não parava de murmurar – cê gosta das tetas da tia? Perguntava com voz suave e relaxada… – mmm.

meu anjinho… repetia quase sem pensar, entregue e curtindo.

Juan se virou de lado pra tirar o lençol de vez e Mirna ficou de perfil, os dois na conchinha, ela esfregando a bunda no volume do sobrinho… Juan passava a mão nas pernas dela, subia até os peitos, descia até a virilha de Mirna, e com cuidado enfiou a mão por baixo da calcinha fio dental até chegar na racha molhada, quase encharcada da tia, esfregando entre os lábios da buceta e o clitóris… Mirna jogava o braço pra trás acariciando a cabeça do sobrinho, soltando suspiros leves, e ele foi virando ela devagar até deixar ela de bruços pra poder pegar nas nádegas quentes do atrito.

Mirna esticou os braços na cama se entregando ao que o sobrinho queria, que sem saber o que tava fazendo se deixava levar pelos impulsos, quase como se fosse improviso.

Acariciava e apertava as bundas da Mirna e o coração dela batia de tesão, passou os dedos no meio do cu da tia até chegar na buceta e por cima da calcinha fio dental esfregar e empurrar, pra cima e pra baixo… Mirna levantava a cintura, se mexia pra cima e pra baixo, pegava fogo sentindo aqueles dedos masturbando ela tão gostoso, e ficava louca sentindo a respiração do sobrinho tão acelerada e quente.

Juan começou a beijar as costas dela, a esfregar os lábios e a língua na pele sedosa da tia, e devagar foi descendo, pensava em virar ela pra poder chupar os sucos que saíam daquela pussy fervendo, e quando chegou com os beijos no cu da tia, instintivamente começou a beijar as bundas dela, enquanto Mirna passou uma mão até a calcinha fio dental e puxou pro lado, deixando livre aquele cu quente.

Juan entendeu então que a tia pedia beijos bem ali e começou a passar a língua nele, brincava gostoso, passava a língua toda, depois a ponta, de novo a língua toda e de novo a ponta, empurrando, como se quisesse penetrar, chupou e lambeu, enquanto com as mãos apertava e separava as bundas e a tia segurava a cabeça dele empurrando mais contra o cu, dizendo – ai Juan, ai meu amor!!… Ele se afastou um pouco pra ver como aquele cu delicioso e molhado pulsava no ritmo dos gemidos da Mirna, e rápido, sem pensar, tirou o short e a cueca de uma vez, e se inclinou sobre a tia esfregando toda a racha do cu com o pau babado… Mirna sentiu os fluidos de porra molhando ela e ficava ainda mais excitada e, gaguejando, olhando de lado pro sobrinho, disse – devagar, meu amor… e Juan entendeu e colocou a ponta do pau pulsando na entrada do cu já lubrificado, e com uma mão ajudou a empurrar, entrando devagar no cu quente da tia, que rebolava entre suspiros, gemidos e gritinhos… Juan começou instintivamente com o vai e vem, suave, enquanto com as mãos segurava a tia pela cintura e acompanhava o Movimento... Mirna, completamente entregada, só apertava os lençóis e exclamava — ai, Juan, meu amor... e gemia de prazer.

Depois de um ritmo suave, Juan começou a acelerar as investidas e se apoiou nas costas de Mirna, segurando suas mãos. Os dedos deles se entrelaçaram, e Mirna ofegava e dizia — meu gatinho, meu gatinho... Juan começou a respirar mais forte, percebeu que sua tia teve um tremor no corpo, se sacudindo e exclamando com a boca enterrada no travesseiro, sem saber direito que Mirna tinha tido um orgasmo violento... Acelerou o ritmo até sentir as pernas endurecerem, quase como se fossem cãibras, e seu pau dentro do cu da tia começou a tremer. De repente, soltou quatro jorros fortes de porra que encharcaram aquele buraco ardente... E ficou exausto, parecendo que podia morrer naquele instante, deitado sobre a tia, que sentia o cu pulsando cheio de porra e o pau do sobrinho.

Juan se virou para o lado, ainda com a respiração ofegante, enquanto Mirna sentia a porra grossa e quente escorrendo do cu, as pernas tremendo, a barriga ainda dando pequenos espasmos por causa do orgasmo e das investidas do sobrinho no cu dela... Os dois se olharam e sorriram.



Mirna acariciou o rosto de Juan, olhando pra ele com amor e ternura.
Ele não parava de sorrir pra ela.
—Meu gatinho lindo, meu homenzinho… —disse Mirna.
—Te amo muito, tia.
Foi a resposta de Juan.
E o desejo de um jovem virgem foi saciado pelo amor fraternal de uma tia que se entregou por inteiro.

4 comentários - Uma tia que entrega tudo... (2ª parte)

Muy buen relato y que bien te cuida la tia
Espectacular.. Que siga la historia. Van puntos.