Olá! Esta é a 1ª parte que foi publicada há uns dias, hoje trouxe a continuação. Espero estar à altura das expectativas de vocês.
Vou te contar, tô reciclando a casa que meus avós deixaram. Casa antiga, um monte de coisa pra fazer. Chamei um amigo que manja do assunto pra me recomendar um pedreiro de confiança pra começar as mudanças. No dia seguinte, umas 9 da manhã, a campainha tocou. Fui abrir de pijama, achando que era minha mãe — quem mais teria coragem de aparecer tão cedo? Quando abri a porta, dei de cara com um cara jovem. Era o pedreiro. Com a xícara de café na mão e a outra na porta, mandei ele entrar e ir pra cozinha pra contar minhas ideias e ouvir as sugestões dele. Enquanto tomava café, prestando atenção no que ele falava, ele não parava de olhar pros meus peitos (tava sem sutiã) e o pijama é de tecido fino, dava pra ver tudo. Nem besta nem nada, comecei a reparar no volume dele. O moreno era gostoso, e se tem uma coisa que me excita é ver gente de uniforme ou roupa de trabalho, como era o caso. Enquanto ele falava, eu passava a língua nos lábios, limpando o resto de gordura do café da manhã. Debaixo da calça de sarja, dava pra ver o "monstrinho" crescendo. Minha nossa senhora, como aquela besta crescia. O cara, sem perder tempo, pediu licença e limpou meus lábios com os dedos. Olhei pra ele e falei: "Sou bem porquinha.
2ª Parte!Levou os dedos até minha boca e os introduziu suavemente. Segurei seu pulso e assumi o controle; num vai e vem, lambi seus dedos e, assim que os tirou, ele me pegou pela cintura e me subiu na bancada.
Nos devoramos na boca, ambos de lábios grossos — imaginem só o que foi aquilo: "uma cachoeira de saliva". Ele arrancou a parte de cima do meu pijama e, depois de elogiar meus peitos, os amassou brutalmente. Sim, o cara era meio bruto, mas bem tarado, do jeito que eu gosto.
Ele puxou minha calça pra baixo, abriu minhas pernas e afastou a calcinha fio dental. Nessa altura, minha buceta já estava ensopada. Ele afundou a cabeça no meu "tesouro" e, na hora, sua língua ganhou vida, enquanto dois dedos entravam e saíam de forma excitante da minha vagina até eu explodir, lambuzando ele todo com o mel do meu sexo. Com a língua em forma de pá, ele recolheu minha porra, ergueu a cabeça e abriu a boca, exibindo o que tinha coletado como o melhor dos troféus.
A cara de satisfação dele foi magistral! Depois de uma chupada daquelas, eu não podia ficar por baixo. Resolvi descer, ficamos de frente um pro outro, ele me olhou e disse: "que puta gostosa você é" e me deu um beijo daqueles que pedem "foda" urgente. Com toda a sensualidade nas minhas mãos, tirei a camisa dele, desabotoando um a um os botões, puxando pra trás até ela cair no chão.
Pousei as mãos no peito peludo dele e brinquei por uns segundos com os mamilos, depois me abaixei até ficar de frente pra majestade dele, que a essa altura pedia pra ser libertada de tanta tortura. Sem desviar o olhar, desabotoei o cinto e os botões da calça, libertando a besta que estava presa na própria perversidade. Ele tava usando uma cueca samba-canção preta e branca. Levei as mãos sobre o volume por cima do tecido e senti o pulsar da excitação dele; estimulei por uns segundos antes de tirar. Não sei se ele tava há muito tempo sem transar ou o quê, mas quando tirei a cueca, o pau dele saltou endemoniado.
Pauzão do caralho que o filho da puta tinha. Piranha! Peguei ele com minhas mãos, apertando de um jeito que mal dava pra envolver, e olha que não é pouco não. No olho, sem medo de errar, chuto que tem entre 5,5 e 6 de circunferência, mas o comprimento não era exagerado, era mais padrão. (Pau lindo pra chupar)
Inclinei a cabeça e fui direto mamar, enchia minha boca toda. Fazia tempo que não chupava um tão grosso. Dei um boquete que ele nunca vai esquecer de mim. A cara dele, os gemidos, tudo mostrava o tesão que tava sentindo. De repente, ele me puxa pelo cabelo e toma o controle dos movimentos; e num vai e vem constante, gozou dentro da minha boca.
O leite escorria pelos cantos da minha boca. Porra do caralho! Olhei pra ele e, com um gesto provocante, passei a língua nos lábios, limpando tudo, e engoli cada gota.
— Uau, mina, você manda bem no boquete! É divina! —
Caímos na risada os dois.
Levantei e fui vestir o pijama, quando ele me olhou e disse:
— Não vai me deixar te comer? Vou te dar uma surra de vara que você não vai querer que eu vá embora, haha —
Vamos ver quem deixa o outro sem fôlego...
— Fecha! Adoro um desafio —
Quando ele falou isso, já tava de pau duro de novo.
E ali mesmo, me virou, me apoiou na pia, abri minhas pernas e me preparei pra gozar...
10 comentários - Mas P! qué nunca 2
Esperamos la continuación !
+ 10
Gracias por compartir.
copenseeeeeeeee