historia cruzada... la versión de ella...

Esta é uma história cruzada. Tudo começou quando contei pra ela que gostava de ler contos desse site e, entre conversas, mandei alguns que baixei... Depois, propus contar a nossa história, ela topou, e aqui está a versão dela do que a gente viveu...Naquela época eu tinha vinte e um anos e tinha começado no meu novo trampo. Quando fui pra entrevista, quem me atendeu foi um cara de uns trinta e poucos, que, tenho que admitir, era bem gostoso do meu jeito, só que no começo, com o meu susto, fiquei com medo dele.áSó medo, na real.
Em poucos meses comecei a trabalhar e, adivinha, ele era meu chefe e a gente passava a manhã toda junto. As semanas foram passando e eu achava ele cada vez mais gostoso, era exatamente o tipo que me deixava louca. Sério, grandalhão e impossível de dar bola pra mim porque era casado... E o impossível só me deixava mais doida.áNão que eu goste dele...
Minha mente viajava sem parar, imaginando como seria beijá-lo e sentir ele segurar minha cintura com aquelas mãos grandes e fortes. Eu morria de vontade de um dia ele me pegar no colo, segurar minha bunda e me encostar na parede... Ele, fardado, me fazendo dele, mesmo sabendo que nunca ia rolar.
Ou pelo menos era o que eu achava. O tempo passava e meu desejo só aumentava, espero que ninguém tenha percebido, mas eu já não sabia mais como me segurar ou como olhar pra ele sem imaginar um monte de situações... onde, a sós, as coisas esquentassem de vez, ou ele me levasse pra um lugar mais reservado no trabalho e, mesmo com todo mundo por perto, pelo menos me beijasse, com todo o risco que isso envolvia. Acho que minha mente já estava indo longe demais.
Até que uma manhã, percebi que ele demonstrou muito interesse nos meus estudos e me chamou pra participar de um projeto extra do trabalho. Eu, toda empolgada, não só porque ia fazer o que gostava, mas porque isso significava mais contato com ele, aceitei na hora. Mesmo já desconfiando que tinha segundas intenções, resolvi esperar pra confirmar minhas suspeitas. E foi assim que, uns dias depois, ele disse que a gente precisava se encontrar pra conversar sobre o assunto e me explicar esse tal "projeto". Convidei ele pra ir na minha casa, já que eu morava sozinha, e acho que no fundo eu já sabia o que ia rolar — e isso me deixou muito nervosa.
Ele chegou, sentou, e enquanto a gente conversava, sozinhos, eu já não aguentava mais... Foi aí que me levantei pra fazer chimarrão e ele me encurralou contra a parede (mesmo eu fingindo que tava resistindo, a única coisa que eu queria era que ele me beijasse e tirasse toda a minha roupa). Ele disse que há tempos imaginava e queria saber que calcinha eu tava usando por baixo da calça, que queria me ver. No começo, recusei, claro — ele era um homem casado... Mas, sinceramente, desde o momento em que ele me encurralou, eu já tava toda molhada. Ele me agarrou de novo e, quando senti aquelas mãos fortes na minha cintura me puxando pra perto dele, não resisti mais. A gente começou a se beijar com paixão, eu sentia o desejo dele e aquilo me deixava louca. Ele ficava me chamando de "sua menina" e aquilo... Ele ficava hipnotizado… tirou os óculos e, logo depois, fomos tirando a roupa aos poucos, cada vez ficava mais intenso. Eu beijava o pescoço dele e sentia a respiração, sabia que ele tava gostando, dava pra sentir a excitação. Já na cama, ele beijou meu pescoço e desceu pros meus peitos, eu não acreditava que ele tava por cima de mim, mas tava aproveitando como nunca. Molhou os dedos com saliva, me tocou e lubrificou bem enquanto me beijava, eu já não queria que ele só enfiasse os dedos… A cama fazia barulho, então jogamos o colchão no chão. Ele colocou a camisinha e me penetrou devagar, até o fundo – eu tava ficando louca. Eu cravava as unhas nas costas dele e tirava, porque não podia deixar marcas… Depois fiquei por cima e tudo foi melhorando, ele sabia exatamente as posições pra eu gozar gostoso, e era isso mesmo… ele me comia como ninguém nunca tinha feito e eu amava…

Claro, a gente continuava se vendo no trabalho, mas ninguém nunca desconfiou de nada, e isso era o melhor… o proibido e escondido… ele continuava me visitando e, claro, cada vez era melhor…

Três anos depois daquilo, eu vejo ele e ainda me dá o mesmo tesão, não consigo evitar…

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