Um jovem virgem, frustrado sexualmente, se reencontra com uma tia viúva que o adora...
O Juan tem 18 anos, é introvertido, tímido e virgem.
Quando tinha 12 anos, seu pai faleceu e ele ficou sozinho com a mãe, uma mulher muito devota da religião, que sempre influenciou a vida dele, impedindo-o de ir a festas com amigos da mesma idade e levando-o para as reuniões da igreja.
Juan só teve uma namorada, uma colega da igreja com quem nunca passou de beijos e carícias inocentes.
Ele é um cara muito atraente, esportista, com olhos claros e cabelo loiro, e despertava interesse nas colegas de turma, mas a inocência e a timidez o mantinham recluso.
Juan só teve uma namorada, uma colega da igreja com quem nunca passou de beijos e carícias inocentes.
Ele é um cara muito atraente, esportista, com olhos claros e cabelo loiro, e despertava interesse nas colegas de turma, mas a inocência e a timidez o mantinham recluso.
No final do penúltimo ano do ensino médio, escondido da mãe, ele ficou com uma colega de classe por um tempinho. Uma tarde, estudando na casa dela, ficaram com muito tesão e começaram a se pegar, e Juan teve uma polução, o que deixou a calça dele toda manchada.
A garota, envergonhada ou desilusionada, não quis mais sair com ele e contou a todos o que havia acontecido, então seu último ano do ensino médio foi um verdadeiro inferno.
No primeiro ano da faculdade, Juan conseguiu esquecer quase tudo, mas seus hormônios e sua necessidade viraram um fardo. Ele ficava desesperado, se masturbava todo dia, procurava pornô no PC e até tinha começado a espiar a mãe quando ela tomava banho.
No primeiro ano da faculdade, Juan conseguiu esquecer quase tudo, mas seus hormônios e sua necessidade viraram um fardo. Ele ficava desesperado, se masturbava todo dia, procurava pornô no PC e até tinha começado a espiar a mãe quando ela tomava banho.
Ele colocou uma cadeira em frente à porta do banheiro, que tinha uma claraboia entreaberta.
A mãe não era nada atraente, mas a curiosidade mórbida em Juan o incentivava a espiar, a ver um corpo de mulher ao vivo.
No final do ano, a avó paterna de Juan faleceu, o que trouxe a inevitável visita de sua tia Mirna, com quem ele sempre teve uma relação de amor fraternal, embora não a visse há seis anos.
Mirna tinha um atrativo visível, seus 46 anos eram notáveis, mas sua sensualidade não a abandonava.
Sempre tratou Juan com muito carinho, sendo ele seu único sobrino.
A mãe não era nada atraente, mas a curiosidade mórbida em Juan o incentivava a espiar, a ver um corpo de mulher ao vivo.
No final do ano, a avó paterna de Juan faleceu, o que trouxe a inevitável visita de sua tia Mirna, com quem ele sempre teve uma relação de amor fraternal, embora não a visse há seis anos.
Mirna tinha um atrativo visível, seus 46 anos eram notáveis, mas sua sensualidade não a abandonava.
Sempre tratou Juan com muito carinho, sendo ele seu único sobrino.
Eu mimava ele, enchia ele de beijos e carícias, até dormia junto quando cuidava dele.
Mirna se afastou da família por causa do casamento com um homem alcoólatra e se mudou para outra província. De vez em quando, ela ligava para a mãe do Juan para saber como estavam e talvez conversavam por alguns segundos.
Até demorou muito para que soubessem que Mirna tinha ficado viúva.
Quando se encontraram no funeral, ela não hesitou um segundo em abraçá-lo, beijá-lo nas duas bochechas e dizer o quanto ele estava grande e bonito.
Até demorou muito para que soubessem que Mirna tinha ficado viúva.
Quando se encontraram no funeral, ela não hesitou um segundo em abraçá-lo, beijá-lo nas duas bochechas e dizer o quanto ele estava grande e bonito.
Juan não estava acostumado com tanta expressão corporal e seu corpo ficou confuso com o carinho que Mirna demonstrava.
Eles não se separaram em nenhum momento, ela o abraçava ou segurava sua mão, pedindo que não a deixasse sozinha, pois se sentia muito questionada pela família.
Eles não se separaram em nenhum momento, ela o abraçava ou segurava sua mão, pedindo que não a deixasse sozinha, pois se sentia muito questionada pela família.
Durante a noite, numa poltrona da casa funerária, entre algumas lágrimas e conversas baixas, Juan começou a se sentir cansado e os olhos se fechavam. Mirna percebeu e, segurando sua cabeça, fez com que ele repousasse no seu peito, dizendo para dormir tranquilo... E em segredo contou que quando ele era muito pequeno e ela cuidava dele, havia muitas vezes que ele chorava tanto que, para fazê-lo dormir, ela se despia e o deitava sobre seu peito, acalmando-o até adormecer — algo que horrorizava sua mãe ao descobrir, mas em certas ocasiões em que não conseguia acalmá-lo, acabava chamando-a... Mirna ria enquanto contava isso, e Juan não conseguia evitar imaginar-se apoiado nos seios nus de sua tia... Pela blusa entreaberta dela, ele podia notar aqueles seios e sentia o aroma do perfume de Mirna; dentro de si, lutavam a imoralidade de seus pensamentos e o prazer de se sentir nos braços de uma mulher.
Ao acordar, ainda estavam abraçados e ele percebeu que tinha a mão sobre a barriga da tia, que continuava dormindo. Tão perto, podia sentir seu hálito e sentia uma enorme vontade de beijá-la... Mirna abriu os olhos e, sorrindo, cumprimentou-o. Olhou para o resto da sala — os poucos presentes estavam entre dormindo ou distraídos — e voltou a olhar para o sobrinho, dando-lhe um beijo rápido e seco nos lábios, e riu.
— Quando você era pequeno, me dava milhões de beijos assim — disse ela. — Mas agora você está grande, então olho vivo, hein! E rindo, levantou-se para onde estava o café...
Ao acordar, ainda estavam abraçados e ele percebeu que tinha a mão sobre a barriga da tia, que continuava dormindo. Tão perto, podia sentir seu hálito e sentia uma enorme vontade de beijá-la... Mirna abriu os olhos e, sorrindo, cumprimentou-o. Olhou para o resto da sala — os poucos presentes estavam entre dormindo ou distraídos — e voltou a olhar para o sobrinho, dando-lhe um beijo rápido e seco nos lábios, e riu.
— Quando você era pequeno, me dava milhões de beijos assim — disse ela. — Mas agora você está grande, então olho vivo, hein! E rindo, levantou-se para onde estava o café...
O resto do dia seguiu igual, sem se separarem. Já no cemitério, ela o segurava pelo braço ou pela mão... Na hora de descer o caixão, Mirna, chorando, se aproximou de costas para Juan e buscou sua mão, fazendo com que ele a abraçasse por trás, encostando sua bunda na virilha dele... Naquele momento, Juan não distinguia mais onde estava, seu corpo se revolucionou e ele se afastou antes de ficar completamente ereto. Sua confusão era imensa, mas definitivamente se sentia muito à vontade.
Na hora de voltar, os carros do serviço funerário já não estavam mais lá, então um tio se ofereceu para levá-los. Devido à quantidade de pessoas, Mirna não hesitou e sentou no colo do sobrinho... Juan não pôde evitar se sentir excitado. Aquele rabo de mulher se mexia a cada balanço do carro, provocando uma fricção com seu pau, que começava a crescer lentamente. Ele não podia tirá-la de cima, pois seria muito óbvio. Então, cheio de vergonha, sentiu como havia ficado duro e seu pau ereto se apertava contra a bunda de sua tia... Mirna notou imediatamente a ereção do garoto, mas longe de se sentir ofendida, encheu-se de ternura quando, ao virar um pouco, viu o rosto envergonhado de Juan... era uma reação natural em um garoto da idade dele, considerou.
Quando tiveram que descer do carro, ela deu sua bolsa a Juan para que ele se cobrisse. Com um sorriso muito malicioso, disse: — Toma, louquinho, entra direto, não cumprimente ninguém... E Juan correu direto para o banheiro. Já livre de remorsos, fez uma punheta tremenda, pensando na fricção contra a bunda de sua tia...
Na hora de voltar, os carros do serviço funerário já não estavam mais lá, então um tio se ofereceu para levá-los. Devido à quantidade de pessoas, Mirna não hesitou e sentou no colo do sobrinho... Juan não pôde evitar se sentir excitado. Aquele rabo de mulher se mexia a cada balanço do carro, provocando uma fricção com seu pau, que começava a crescer lentamente. Ele não podia tirá-la de cima, pois seria muito óbvio. Então, cheio de vergonha, sentiu como havia ficado duro e seu pau ereto se apertava contra a bunda de sua tia... Mirna notou imediatamente a ereção do garoto, mas longe de se sentir ofendida, encheu-se de ternura quando, ao virar um pouco, viu o rosto envergonhado de Juan... era uma reação natural em um garoto da idade dele, considerou.
Quando tiveram que descer do carro, ela deu sua bolsa a Juan para que ele se cobrisse. Com um sorriso muito malicioso, disse: — Toma, louquinho, entra direto, não cumprimente ninguém... E Juan correu direto para o banheiro. Já livre de remorsos, fez uma punheta tremenda, pensando na fricção contra a bunda de sua tia...
O dia terminou, o pessoal foi embora e na hora de dormir, a mãe do Juan disse pra Mirna dormir no quarto dele e ele dormir no sofá da sala, mas ela não quis e insistiu em dormir no sofá. A discussão durou um tempinho, mas Mirna conseguiu o que queria...
Durante a noite, Juan não aguentou a tentação de ir ver sua tia. Sem saber bem o motivo, mas cedendo à curiosidade, ele foi lá espiar. Porém, Mirna estava acordada e pediu que ele se sentasse ao lado dela.
– E aí, como você ficou hoje, hein? – disse ela sorrindo, e Juan pareceu ficar mudo.
– Não se preocupa, doidão, é normal na sua idade… Mas ele não saía da perplexidade, ela continuou – Fui eu que provoquei isso ou o quê?
Naquele instante, Juan se sentiu como se tivesse sido liberado e soltou uma resposta quase com voz de menina – me desculpa, tia.
Não sei.
Não sei.
desculpa… ela deu uma risada e o abraçou – meu amor, você é lindo, não se preocupa, a culpa é minha, como vou colocar minha bunda em cima de você, na sua idade você é puro hormônio… ela disse e continuou rindo
-Mas se controla, eu!! Sou sua tia, guarda isso pras suas namoradas… Juan se sentiu muito relaxado agora e respondeu – não tenho namoradas, nem namorada… sou virgem.
Terminei de dizer isso e voltei ao meu estado de perplexidade, obviamente tinha falado sem pensar… Mirna sorriu e olhou para mim com doçura.
– Bom, sua hora vai chegar.
Você é muito lindo e doce, calminho… Ela disse e deu um beijo em sua bochecha.
Juan, envergonhado, se levantou e foi dormir, enquanto Mirna ficou pensando no que havia provocado em seu sobrino, naquele volume prestes a explodir apertado contra suas nádegas, no olhar lascivo tão carregado de desejo, mas com vergonha e medo ao mesmo tempo, que Juan tinha ao conversar com ela.
Você é muito lindo e doce, calminho… Ela disse e deu um beijo em sua bochecha.
Juan, envergonhado, se levantou e foi dormir, enquanto Mirna ficou pensando no que havia provocado em seu sobrino, naquele volume prestes a explodir apertado contra suas nádegas, no olhar lascivo tão carregado de desejo, mas com vergonha e medo ao mesmo tempo, que Juan tinha ao conversar com ela.
Ela se sentia realmente viva e com uma ternura pela inocência do garoto.
Ao acordar, Juan sentiu sua virilha pegajosa e úmida, realmente tinha gozado, e embora não se lembrasse do sonho, sabia e sentia que tinha sido com sua tia... da sua cama ouviu o barulho do chuveiro e imediatamente percebeu que sua tia estava tomando banho, já que sua mãe, aos sábados, saía cedo e só voltava tarde da noite, porque dava oficinas na igreja.
Sem hesitar um segundo, Juan foi até o banheiro e colocou a cadeira para poder espiar pela claraboia da porta como costumava fazer com sua mãe, e embora a cortina do box estivesse fechada, ele conseguia ver a silhueta de sua tia.
Ao acordar, Juan sentiu sua virilha pegajosa e úmida, realmente tinha gozado, e embora não se lembrasse do sonho, sabia e sentia que tinha sido com sua tia... da sua cama ouviu o barulho do chuveiro e imediatamente percebeu que sua tia estava tomando banho, já que sua mãe, aos sábados, saía cedo e só voltava tarde da noite, porque dava oficinas na igreja.
Sem hesitar um segundo, Juan foi até o banheiro e colocou a cadeira para poder espiar pela claraboia da porta como costumava fazer com sua mãe, e embora a cortina do box estivesse fechada, ele conseguia ver a silhueta de sua tia.
Seu pau já estava duro como pedra a ponto de doer, ele implorava que Mirna abrisse aquela cortina para poder contemplar aquele corpo do seu esconderijo.
De repente, Mirna sentiu que estava sendo observada e, de relance, viu no espelho os olhos do sobrinho pela fresta do vitrô. Por um instante, ficou escandalizada com a ousadia do garoto, mas logo se deixou levar pela curiosidade e pela vontade de se sentir a musa de um adolescente.
Ela abriu a cortina e assim, nua, saiu do banho pegando a toalha e começou a se secar enquanto se olhava no espelho.
João estava deslumbrado, via aquela mulher como a coisa mais linda que já tinha visto na vida, mesmo que não fosse exatamente assim — era a primeira mulher nua depois da mãe que ele via pessoalmente.
Mirna se sentia divertida, imaginava o que estava provocando no jovem. Seu amor fraternal gerava nela uma ternura e uma morbidez ao mesmo tempo. Deixou a toalha cair e começou a passar as mãos pelos seios, às vezes pelo rosto e pescoço, e descia até a barriga… Dava pra sentir a respiração ofegante do sobrinho e isso a motivava ainda mais. Ela brincava com o corpo em frente ao espelho, fingindo que se admirava, dando um espetáculo sensual que fazia o coração de João bater forte.
João estava deslumbrado, via aquela mulher como a coisa mais linda que já tinha visto na vida, mesmo que não fosse exatamente assim — era a primeira mulher nua depois da mãe que ele via pessoalmente.
Mirna se sentia divertida, imaginava o que estava provocando no jovem. Seu amor fraternal gerava nela uma ternura e uma morbidez ao mesmo tempo. Deixou a toalha cair e começou a passar as mãos pelos seios, às vezes pelo rosto e pescoço, e descia até a barriga… Dava pra sentir a respiração ofegante do sobrinho e isso a motivava ainda mais. Ela brincava com o corpo em frente ao espelho, fingindo que se admirava, dando um espetáculo sensual que fazia o coração de João bater forte.
Ela se virava e contemplava o corpo enquanto se acariciava com as mãos. Seus seios não eram enormes, mas tinham um bom tamanho, embora parecessem um pouco caídos. Uma cintura bem curvilínea e uma bunda de bom porte, torneada, redonda e empinada, que era definitivamente o mais admirável de sua figura.
Não conseguia evitar sorrir. Sentia nervos pelo que estava fazendo, mas se sentia muito satisfeita ao gerar o que certamente estava gerando em seu sobrinho. Foi um pouco além e brincou com seus mamilos. Girou um pouco o corpo sem parar de se olhar no espelho e começou a esfregar as nádegas. Brincava com as mãos por dentro e por fora delas. Com uma mão puxava uma nádega para o lado enquanto com a outra esfregava o ânus, aquele buraquinho que, da posição de Juan, parecia delicioso.
Mirna estava se deixando levar instintivamente, chegando até a introduzir uma falange do dedo em seu lindo cu. Mas, de repente, voltou a si e parou. Percebeu que tinha ido longe demais. Já não era mais mostrar ao sobrinho um corpo feminino nu — era provocá-lo. E então se enrolou na toalha.
Não conseguia evitar sorrir. Sentia nervos pelo que estava fazendo, mas se sentia muito satisfeita ao gerar o que certamente estava gerando em seu sobrinho. Foi um pouco além e brincou com seus mamilos. Girou um pouco o corpo sem parar de se olhar no espelho e começou a esfregar as nádegas. Brincava com as mãos por dentro e por fora delas. Com uma mão puxava uma nádega para o lado enquanto com a outra esfregava o ânus, aquele buraquinho que, da posição de Juan, parecia delicioso.
Mirna estava se deixando levar instintivamente, chegando até a introduzir uma falange do dedo em seu lindo cu. Mas, de repente, voltou a si e parou. Percebeu que tinha ido longe demais. Já não era mais mostrar ao sobrinho um corpo feminino nu — era provocá-lo. E então se enrolou na toalha.
Juan pensou, com aquela parada tão brusca, que sua tia o havia descoberto e pulou da cadeira, indo em direção ao quarto, mas sua excitação era imensa, tanto que suas pernas o traíram e, trêmulo, ele caiu batendo contra a porta.
O barulho assustou Mirna, que instintivamente saiu do banheiro e, ao ver seu sobrino no chão, soltou um pequeno grito.
– Juan!!!
O barulho assustou Mirna, que instintivamente saiu do banheiro e, ao ver seu sobrino no chão, soltou um pequeno grito.
– Juan!!!
Prontamente o socorri, levantei ele do chão e o ajudei a ir até a cama... por alguns segundos Juan estava fora de si, entre nervos e o golpe, estava confuso.
Quando ela se sentou na cama, ele reagiu e percebeu que sua tia estava apenas coberta por uma toalha e, mais uma vez, seu estado de excitação o dominou… não conseguia falar, tremia, suas pernas estavam moles, mas seu pau estava duro e latejante.
Mirna percebeu que seu sobrinho estava agitado e trêmulo.
Mirna percebeu que seu sobrinho estava agitado e trêmulo.
– deita aqui, meu amor.
ele disse – que tombo foi esse, flor... e ajudou o jovem a se deitar na cama.
Ele não parava de olhar para ela e, enquanto sua tia arrumava o travesseiro, seus seios estavam a poucos centímetros do rosto de João... O êxtase do rapaz era tanto que, sem pensar, apenas por instinto e reação, ele colocou uma mão em um dos seios de sua tia... Ela se assustou, mas, inocente, disse – ai, desculpa, eu estava te tocando? João, sem tirar os olhos daquelas tetas que lhe pareciam maravilhosas, puxou Mirna para perto dele – o que foi? Disse ela, quase entendendo, enquanto ele apoiava a boca sobre a toalha, ela se deixou levar pelo sobrinho... João tirou a toalha e começou a mamar o peito de sua tia, que só teve reação de exclamar – ai, João.
com uma voz nerviosa, mas curiosa.
Com uma mão, João segurava o peito que saboreava e com a outra massageava o outro seio... Mirna começou a se entregar, não pensava, só sentia como seu sobrino chupava, e com a língua brincava com aquele delicioso mamilo... Ela se apoiou mais sobre ele e começou a acariciar seu peito, depois a barriga e pôde ver o volume ereto do rapaz... Ela se sentia excitada, se mexeu oferecendo a outra teta à boca de João, que estava frenético, embora com um ritmo mais tranquilo... A mão de Mirna desceu até o membro de João e, por cima da calça, esfregava-o em movimentos circulares... – ai, meu amor, continua, coração, continua.
disse, e meteu a mão dentro da calcinha do sobrinho e começou a brincar com aquela pica grossa e dura... Mirna não pensava, seu estado de alteração era excitação, ternura, confusão.
ela começou a ficar molhada aos poucos e, afastando-se um instante do jovem, puxou a calcinha para baixo, deixando sair o membro ereto e, segurando-o suavemente, começou a punhetá-lo.
Ela colocou suas tetas novamente no rosto do sobrinho, sem soltar a pica.
Abaixou o rosto e deu um beijo quente em seus lábios – meu lindo garotinho, disse, e beijou-o novamente, guiando-o com seus lábios, enfiando a língua devagar até se entrelaçar com a língua dele. As mãos de Juan percorriam tudo que podiam do corpo dela, a toalha já havia desaparecido e Mirna começou a descer seus beijos pelo peito de Juan, sua barriga, sua virilha, até chegar ao seu pau babando de excitação.
Não duvidou muito em enfiá-lo na boca e chupar, Juan quase explodiu, não podia acreditar no que sentia, sua mão esquerda apertava a bunda de Mirna, que como se entendesse um convite, montou em cima do rapaz entregando uma vista esquisita de sua buceta molhada… Juan pôde sentir aquele delicioso aroma que saía da racha de sua tia e foi aproximando lentamente seu rosto dela, então Mirna de uma vez montou sua entreperna em todo o rosto do rapaz, que instintivamente começou a chupar, sem experiência, puro instinto.
Ela movia seu quadril como direcionando a chupada que queria – usa a língua, meu amor, disse com voz trêmula e sedutora… Juan obedeceu, e lambeu todo aquele delicioso manjar que sua tia lhe oferecia, sua língua passava pelo clitóris, se metia entre os lábios vaginais, chupava, era como um beijo de boca a boca… Mirna sentia seu estômago endurecer, estremecer, e baixou sua cabeça para novamente enfiar o pau de seu sobrinho na boca, sentia que estava para estourar e se recostou ainda mais sobre seu sobrino formando um perfeito 69, até chegar a um orgasmo que a extasiou… Parou de se mover um instante e soltou o volume do jovem, que apenas estava expectante… Deu a volta, montando-se sobre sua virilha e pegou aquele pau que parecia pedra e o introduziu devagar até cobri-lo completamente… Juan voava de prazer, aquela buceta lubrificada e quente parecia chupar seu pênis.
Mirna posou seu corpo ainda mais sobre seu sobrino e enquanto o beijava, movia unicamente seu quadril, em um sobe e desce delicioso, depois para frente e para trás e novamente sobe e desce… Aumentou o ritmo aos poucos até sentir como se extasiava outra vez e teve novamente um orgasmo… parou de se mover, e Juan a olhava confuso sem entender, pois ele não sabia que sua A tia já tinha tido dois orgasmos... — Que foi, tia? — perguntou... Mirna sentiu graça e ternura com o olhar e a pergunta do sobrinho.
— Você é um doce total, meu amor... — disse e se virou de novo, formando outra vez um 69, outra vez chupando o pau do garoto, que não hesitou em chupar a buceta da tia... — Chupa, minha vida, chupa.
Disse com voz cansada e excitada... e outra vez os corpos se fundiram num ritmo lindo, até que ela sentiu a boca se encher do gozo do sobrinho e mal conseguiu se afastar.
João soltou um gemido baixo e, coroando aquela porra deliciosa, pegou com as duas mãos as nádegas de Mirna e freneticamente chupou aquela buceta até que a tia se arqueou e deixou escorrer os fluidos de um novo orgasmo, que a deixou completamente rendida. Ela caiu de lado, ao lado do sobrinho, ofegante e suspirando.
E um silêncio que os levou ao sono.
Continua.
Não duvidou muito em enfiá-lo na boca e chupar, Juan quase explodiu, não podia acreditar no que sentia, sua mão esquerda apertava a bunda de Mirna, que como se entendesse um convite, montou em cima do rapaz entregando uma vista esquisita de sua buceta molhada… Juan pôde sentir aquele delicioso aroma que saía da racha de sua tia e foi aproximando lentamente seu rosto dela, então Mirna de uma vez montou sua entreperna em todo o rosto do rapaz, que instintivamente começou a chupar, sem experiência, puro instinto.
Ela movia seu quadril como direcionando a chupada que queria – usa a língua, meu amor, disse com voz trêmula e sedutora… Juan obedeceu, e lambeu todo aquele delicioso manjar que sua tia lhe oferecia, sua língua passava pelo clitóris, se metia entre os lábios vaginais, chupava, era como um beijo de boca a boca… Mirna sentia seu estômago endurecer, estremecer, e baixou sua cabeça para novamente enfiar o pau de seu sobrinho na boca, sentia que estava para estourar e se recostou ainda mais sobre seu sobrino formando um perfeito 69, até chegar a um orgasmo que a extasiou… Parou de se mover um instante e soltou o volume do jovem, que apenas estava expectante… Deu a volta, montando-se sobre sua virilha e pegou aquele pau que parecia pedra e o introduziu devagar até cobri-lo completamente… Juan voava de prazer, aquela buceta lubrificada e quente parecia chupar seu pênis.
Mirna posou seu corpo ainda mais sobre seu sobrino e enquanto o beijava, movia unicamente seu quadril, em um sobe e desce delicioso, depois para frente e para trás e novamente sobe e desce… Aumentou o ritmo aos poucos até sentir como se extasiava outra vez e teve novamente um orgasmo… parou de se mover, e Juan a olhava confuso sem entender, pois ele não sabia que sua A tia já tinha tido dois orgasmos... — Que foi, tia? — perguntou... Mirna sentiu graça e ternura com o olhar e a pergunta do sobrinho.
— Você é um doce total, meu amor... — disse e se virou de novo, formando outra vez um 69, outra vez chupando o pau do garoto, que não hesitou em chupar a buceta da tia... — Chupa, minha vida, chupa.
Disse com voz cansada e excitada... e outra vez os corpos se fundiram num ritmo lindo, até que ela sentiu a boca se encher do gozo do sobrinho e mal conseguiu se afastar.
João soltou um gemido baixo e, coroando aquela porra deliciosa, pegou com as duas mãos as nádegas de Mirna e freneticamente chupou aquela buceta até que a tia se arqueou e deixou escorrer os fluidos de um novo orgasmo, que a deixou completamente rendida. Ela caiu de lado, ao lado do sobrinho, ofegante e suspirando.
E um silêncio que os levou ao sono.
Continua.
SEGUNDA PARTE
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