Olha, isso aconteceu quando eu tava grávida. Eu me masturbava direto, porque a gravidez aumentou minha libido pra um nível absurdo. Comentei discretamente com uma amiga no mercado, e ela disse que às vezes o desejo sexual aumenta durante a gravidez, mas em outras mulheres diminui, depende de cada organismo. Naquele dia, pedi pra ele consertar o negócio da água, mas ele recusou. Aí falei que ia chamar o encanador pra arrumar. Ele concordou, então no dia seguinte, de manhã, chamei um vizinho meu que fazia vários tipos de reparos. É um garoto novo, de vinte anos, moreno, um metro e oitenta de altura, bem musculoso. Um adonis negro, como as mulheres diriam. Eu, de altura mediana, branca, cabelos castanhos e uma barriga de oito meses de gravidez.
Quando ele chegou, mostrei o que precisava ser consertado. Ele começou a trabalhar, e eu fiquei observando como ele fazia. O menino era realmente bem feito. Quando terminou, o coitado teve a má sorte de sujar a roupa. Fiquei com muita pena porque ele sujou toda a roupa que tava usando. Ofereci pra ele tomar um banho em casa e se trocar, não dava pra deixar ele ir sujo pra casa dele, mesmo sendo vizinho, a casa dele ficava a algumas ruas da minha. Ele aceitou, foi pro banheiro, enquanto eu fui pegar uma toalha e uma roupa do meu marido pra emprestar. Quando voltei, vi que a porta do banheiro não tava bem fechada, uma fresta pequena deixava ver o interior. Um tesão me invadiu de repente, e a vontade de olhar me encheu de animação.
Dava pra ouvir o barulho do chuveiro, e sem pensar muito, com o coração batendo a mil, olhei pela fresta pra ver o que via. Consegui ver a água caindo no corpo de ébano dele, costas largas, bunda firme, pernas bem torneadas. Minha buceta ficou toda melada de tesão, mas o auge foi quando ele se virou. Eu vi a pica mais grande que já tinha visto na vida. sonhei. Negra,
grossa e tipo uns vinte centímetros de comprimento, e tava mole, não quis pensar
como ia ficar dura. Me recomponho como pude, bati na porta e falei que
tinha as roupas. Um braço preto e musculoso saiu de trás dela, pegou a
toalha e a roupa, agradecendo pelo gesto. Minha cabeça explodia de várias
sensações e sentimentos. Na minha vida honesta, era a primeira vez que
eu atravessava os limites do permitido.
Me senti uma puta, olhando outro homem, admirada por uma pica que não era a
do meu marido. Quando o Rodney foi embora, fiquei doida. Queria muito ter algo com
ele. Mas era ilusão minha, com essa barriga, a dias de ser mãe de primeira viagem,
como é que eu podia achar que esse moreno ia reparar em mim. Quando entrei no banheiro, pra
limpar, depois que o Rodney foi embora, descobri que ele tinha esquecido
a cueca. Levantei ela e, num impulso, levei até meu
rosto, sentindo o cheiro de macho, de uma boa pica preta. Me despi no
banheiro, sentei na borda do bidê e me masturbei que nem uma louca. Levantei e
vesti a cueca do Rodney, num ato de fetichismo sem noção. Me masturbei
através da cueca do moreno, molhando ela com meus fluidos, louca pra sentir
o mesmo pano onde tinha se apoiado a pica mais linda do mundo.
Uma série de orgasmos veio dentro da peça, litros de gozo vaginal
encharcaram a cueca dos meus desejos. Tirei ela, ensopada, esfreguei na
minha barriga, nos meus peitos, na minha língua ávida pra lamber alguma coisa.
Fui pro quarto, me joguei pelada na cama, com a barriga de grávida
pra cima, enfiando vários dedos na minha buceta. Peguei o consolo
que usei como uma pica de mentira, um
consolo que acalmasse minha vontade de transar, de me sentir uma mulher desejada,
mesmo estando prenha. Aquela noite não consegui dormir, e lembrei do meu marido.
Por um lado, me sentia culpada, mas por outro, era uma mulher que o
marido não atendia como devia. O prato da balança pendeu pra essa última opção, então decidi que tinha que matar essa vontade de transar, e o escolhido, como sou recatada, foi o Rodney. Eu planejava criar ele como meu amante secreto, que me enchesse de prazeres. Então no dia seguinte inventei um defeito elétrico e chamei o Rodney. O moreno jovem veio cedo. Começou a trabalhar, e eu não sabia como ia fazer pra fisgar ele. Principalmente estando grávida, talvez ele não gostasse da minha figura. Aí me veio uma ideia bem sacana, fui pro meu quarto, tirei a calcinha de renda que tava usando e vesti a cueca dele. Assim a mensagem ia ser bem direta.
Numa pausa, convidei ele pra tomar algo gelado, ele aceitou, sentamos no quintal dos fundos, frente a frente. Eu tava usando um vestido de futura mamãe, bem curto, não chegando nos meus joelhos. Meus peitos começavam a inchar de tanta excitação que eu sentia, da vontade de me jogar em cima daquele negão bem dotado. Minha barriga avantajada, pra frente, bem gorda e com a pele esticada. Comecei a abrir minhas pernas, pra ele me observar. Apoiei minhas mãos na barriga, massageando a pança, dando carícias suaves na minha pele esticada, abrindo as pernas de vez em quando, pra ele ver como eu tava usando a cueca esquecida dele. Cada vez eu abria mais as pernas, pra que em algum momento os olhos dele se fixassem na minha pussy. Demorou uns minutos, mas ele mordeu a isca, porque de repente começou a ficar nervoso e tentou ir embora, com a desculpa de que tinha um compromisso. Claramente ele tinha notado que eu tava usando a cueca dele, e a mensagem que eu tava mandando era bem direta. Não quero nem imaginar o que passou pela cabeça do Rodney, porque tava se oferecendo uma mulher, uma mulher com oito meses de gravidez. Eu segurei ele, pedi pra ele não ir, que terminasse o serviço.
Ele insistia em ir embora, e num surto de loucura passional, peguei no braço forte dele, virei ele e cravei um beijo na boca dele. Seus lábios grossos. Minha língua lutava pra invadir a boca dele. Minha barriga de grávida apertava contra a barriga dele, e meus braços estavam enroscados no pescoço dele. Ele tentou resistir, mas não era de ferro, então de repente nossas línguas se cumprimentaram, quebrando o gelo. Os braços dele foram pras minhas costas e de lá pro meu rabo. Ele massageava minhas nádegas, tentava entrar entre minhas bandas. A boca dele desceu pro meu pescoço, e a saliva dele era espalhada pela língua na minha pele. Uma das minhas mãos foi pro míssil de carne dele, apalpei, e tinha um tamanho que assustava: comprido, grosso e bem cabeçudo. Parecia a pica de um burro. O negão tinha esquentado de tesão, e o fato de eu estar grávida não era motivo pra não me desejar. Não resisti, peguei na mão dele e levei pro meu quarto. Tranquei a porta com chave, porque uma sessão de sexo esperada por meses pra mim ia rolar. Tirei a roupa dele, primeiro a camisa, curti o tato no torso dele, o corpo de ébano cheio de músculos. Minha língua percorria os mamilos dele, chupando, depois enfiei no umbigo dele com paixão. Desci e tirei os shorts que ele usava, os sapatos, e por último, como se fosse a inauguração de uma estátua, a cueca dele, que eu tirei com os dentes, aspirando o cheiro de pica que vinha de dentro. Como uma mola, uma pica enorme, com uma cabeça vermelha escura brilhante, e um tronco preto como carvão. Minha boca não resistiu, e minha língua atrevida percorreu a cabeça dele, enquanto minhas mãos brigavam pra bater uma pra essa pica descomunal. Um gemido abafado tomou conta do Rodney enquanto a cabeça dele caía pra trás, como se estivesse curtindo um puta prazer. Chupei a pica dele como sabia fazer, porque no meu marido eu fazia igual (na cama sou bem puta), saboreando os líquidos pré-seminais dele, batendo uma com minhas mãozinhas, cobrindo e descobrindo a cabeça com o prepúcio dele. A pica dele era bem gostosa, jorrava muito líquido pré-seminal que se misturava com minha saliva de vadia faminta. Chupei ele, acariciando os testículos pesados dele, bem pretos e cheios de porra. As mãos dele na minha nuca acompanhavam o movimento de trás pra frente que minha boca fazia no pau dele, chupando como uma gostosa no cio. Quando percebi que ele ia gozar, não tirei a boca dali, e mamando como uma bezerra, senti jatos de porra grossa e quente encherem minha boca, engolindo aquele néctar da vida. As mãos dele apertavam minha nuca, segurando minha boca, descarregando o esperma, sem me deixar largar o serviço. Um grito de prazer escapou da garganta do Rodney, porque ele chegou ao orgasmo na gozada. Quando ele afrouxou, o pau mole saiu de entre meus lábios, bem grande e grosso. O preto tava entregue, e uma grávida de verdade tinha deixado ele excitado. É a primeira vez que chupam meu pau assim! – disse o Rodney. Porque é a primeira vez que uma grávida chupa ele, meu amor! – respondi no calor do momento. Ele se jogou na cama, com o mastro preto começando a endurecer de novo. Comecei a me despir, passo a passo, como num strip-tease, primeiro meu vestido curto de futura mamãe, que deixei cair devagar e eroticamente entre meus pés. O Rodney esboçou um sorriso, e tava claro porque essa grávida tava usando as cuecas dele. De costas pra ele, com minha bunda empinada, tirei elas, joguei no ar e caindo na cara do moreno falei: Acho que isso é seu! Me virei, nua na parte de baixo, com minha buceta bem peluda, de longos pelos castanho escuro. Acariciei minha barriga, apertei meus peitos com as mãos, cobertos por um sutiã de renda branca. Dava pra ver meus mamilos escuros através da transparência do sutiã. O pau do preto cada vez ficava mais duro e grande. Tirei ele, sugestiva e eroticamente. Tava totalmente nua, com meus cabelos soltos, meus peitos gordos cheios de leite, minha barrigona bem grande, que eu acariciava com minhas mãos. Você gosta de como eu tô, neguinho lindo? Cê me quer assim bem prenha, só pra você, meu bombom de chocolate? – perguntava toda safada pro Rodney. Hoje a gente vai se divertir pra caralho. O negão ficou bem tarado, se punhetando devagar, curtindo o nu de uma mulher grávida. O pau dele tinha crescido um absurdo, parecia que ia explodir a qualquer hora. Apertei meus bicos, e uns jatos de leite amarelado saíram. Faz umas semanas que começou a sair colostro, e o gosto era bem doce. Cê precisa de lubrificante! – falei pro meu amante de ébano. Me aproximei, coloquei meus peitos perto do pau dele, e apertando minha teta direita, com o bico apontando pra cabeça, um jato do meu colostro foi molhando o pau e a mão dele, enquanto ele se punhetava de prazer. O negão gemeu de tesão, sentindo a umidade entre os dedos e o pau. Tirou a mão e lambeu a mistura de colostro com líquido pré-seminal. Quero provar seu leite! – disse o Rodney. Dá a teta, mamãe, me dá esse leite gostoso, sou seu bebê, amor! – completou desesperado. Gozei e deixei o moreno saborear meu leite. Ele pegou meus peitos cheios com as mãos, ansioso pra mamar, procurando com os lábios um bico, igual um cachorrinho. Mamou que nem um bezerro, a língua dele apertando meu bico, tirando leite. Eu acariciava os crespos dele, morrendo de prazer, inchada de desejo sexual sem limite. Era a primeira vez que eu amamentava alguém na vida. Um orgasmo me pegou, porque enquanto ele mamava, uma das mãos dele enfiava na minha buceta peluda e molhada, apertando meu clitóris, me levando a um clímax espetacular. Chega de leite, agora quero o meu! – falei imperativa. Tirei meus peitos da boca dele, eles ainda jorrando leite sozinhos. O moreno resistiu, mas eu desmamei ele mesmo assim, deixando os lábios dele molhados do meu próprio leite materno. Rodney, de costas, com o pau preto, enorme, grosso, molhado dos fluidos dele e do meu colostro, tava pronto, a todo vapor, preparado pra trabalhar. para
entrar na buceta de uma mulher grávida. De cócoras, apesar da minha
trapalhada, por causa da minha barrigona, me ajeitei, pronta pra deixar aquela
pica dos sonhos me penetrar. Abri meus lábios vaginais, rocei
meu clitóris na cabeça dela, com umas gotinhas de pré-gozo na ponta. Devagarzinho
fui guiando a pica pro meu buraco do prazer, a buceta que só meu marido
tinha comido e engravidado, deslizando essa pica preta pra dentro de mim. Senti
como a grossura dela furava minha vulva, o roçar das veias esfregando as paredes
internas da minha buceta. Bateu no fundo e, surpreendentemente, me senti cheia de um pedaço
de carne de vinte e cinco centímetros de comprimento por cinco de diâmetro. Comecei a
subir e descer, cavalgando aquela pica. O preto, com as mãos dele, tocava minha barriga,
curtindo comer uma grávida.
O sobe e desce foi aumentando, fechei os olhos de tanto prazer. Meus fluidos e os
dele misturados numa poça, faziam a penetração ficar bem lubrificada,
molhada, escorregadia. O moreno, gozava e a gente gemia igual bicho no cio. Aumentei
as penetrações, e vi que o Rodney tava perto de gozar. "Cê vai gozar?"
– perguntei. Um aceno positivo, com os olhos dele fechados de êxtase, me deram
o sinal. Num ritmo violento, entrando e
saindo a pica dele da minha buceta dilatada, com minha barriga de oito meses encostando na
barriga dele, senti que ele começou a gozar. Eu também gozei, e
nossos sexos se fundiram, sentindo o gozo quente e grosso enchendo minha
buceta, escorrendo pelos meus lábios vaginais, a gente se beijando de prazer e enchendo
o quarto de gritos de orgasmo. "Ahhhh, assim, papai, enche minha buceta de gozo,
ahhhhh, a puta que delícia que é sua pica, meu pretinho lindo!" – gritei num
orgasmo apoteótico. "Toma, puta grávida, toma meu gozo, ahhhh, que gostoso,
comendo uma branca bem grávida, ahhhh, que gostoso, meu amooooor!!!!" – gritou
o Rodney na explosão do orgasmo dele. Uns movimentos pequenininhos aconteceram enquanto o negão terminava de gozar dentro da buceta da grávida.
Quando ele chegou, mostrei o que precisava ser consertado. Ele começou a trabalhar, e eu fiquei observando como ele fazia. O menino era realmente bem feito. Quando terminou, o coitado teve a má sorte de sujar a roupa. Fiquei com muita pena porque ele sujou toda a roupa que tava usando. Ofereci pra ele tomar um banho em casa e se trocar, não dava pra deixar ele ir sujo pra casa dele, mesmo sendo vizinho, a casa dele ficava a algumas ruas da minha. Ele aceitou, foi pro banheiro, enquanto eu fui pegar uma toalha e uma roupa do meu marido pra emprestar. Quando voltei, vi que a porta do banheiro não tava bem fechada, uma fresta pequena deixava ver o interior. Um tesão me invadiu de repente, e a vontade de olhar me encheu de animação.
Dava pra ouvir o barulho do chuveiro, e sem pensar muito, com o coração batendo a mil, olhei pela fresta pra ver o que via. Consegui ver a água caindo no corpo de ébano dele, costas largas, bunda firme, pernas bem torneadas. Minha buceta ficou toda melada de tesão, mas o auge foi quando ele se virou. Eu vi a pica mais grande que já tinha visto na vida. sonhei. Negra,
grossa e tipo uns vinte centímetros de comprimento, e tava mole, não quis pensar
como ia ficar dura. Me recomponho como pude, bati na porta e falei que
tinha as roupas. Um braço preto e musculoso saiu de trás dela, pegou a
toalha e a roupa, agradecendo pelo gesto. Minha cabeça explodia de várias
sensações e sentimentos. Na minha vida honesta, era a primeira vez que
eu atravessava os limites do permitido.
Me senti uma puta, olhando outro homem, admirada por uma pica que não era a
do meu marido. Quando o Rodney foi embora, fiquei doida. Queria muito ter algo com
ele. Mas era ilusão minha, com essa barriga, a dias de ser mãe de primeira viagem,
como é que eu podia achar que esse moreno ia reparar em mim. Quando entrei no banheiro, pra
limpar, depois que o Rodney foi embora, descobri que ele tinha esquecido
a cueca. Levantei ela e, num impulso, levei até meu
rosto, sentindo o cheiro de macho, de uma boa pica preta. Me despi no
banheiro, sentei na borda do bidê e me masturbei que nem uma louca. Levantei e
vesti a cueca do Rodney, num ato de fetichismo sem noção. Me masturbei
através da cueca do moreno, molhando ela com meus fluidos, louca pra sentir
o mesmo pano onde tinha se apoiado a pica mais linda do mundo.
Uma série de orgasmos veio dentro da peça, litros de gozo vaginal
encharcaram a cueca dos meus desejos. Tirei ela, ensopada, esfreguei na
minha barriga, nos meus peitos, na minha língua ávida pra lamber alguma coisa.
Fui pro quarto, me joguei pelada na cama, com a barriga de grávida
pra cima, enfiando vários dedos na minha buceta. Peguei o consolo
que usei como uma pica de mentira, um
consolo que acalmasse minha vontade de transar, de me sentir uma mulher desejada,
mesmo estando prenha. Aquela noite não consegui dormir, e lembrei do meu marido.
Por um lado, me sentia culpada, mas por outro, era uma mulher que o
marido não atendia como devia. O prato da balança pendeu pra essa última opção, então decidi que tinha que matar essa vontade de transar, e o escolhido, como sou recatada, foi o Rodney. Eu planejava criar ele como meu amante secreto, que me enchesse de prazeres. Então no dia seguinte inventei um defeito elétrico e chamei o Rodney. O moreno jovem veio cedo. Começou a trabalhar, e eu não sabia como ia fazer pra fisgar ele. Principalmente estando grávida, talvez ele não gostasse da minha figura. Aí me veio uma ideia bem sacana, fui pro meu quarto, tirei a calcinha de renda que tava usando e vesti a cueca dele. Assim a mensagem ia ser bem direta.
Numa pausa, convidei ele pra tomar algo gelado, ele aceitou, sentamos no quintal dos fundos, frente a frente. Eu tava usando um vestido de futura mamãe, bem curto, não chegando nos meus joelhos. Meus peitos começavam a inchar de tanta excitação que eu sentia, da vontade de me jogar em cima daquele negão bem dotado. Minha barriga avantajada, pra frente, bem gorda e com a pele esticada. Comecei a abrir minhas pernas, pra ele me observar. Apoiei minhas mãos na barriga, massageando a pança, dando carícias suaves na minha pele esticada, abrindo as pernas de vez em quando, pra ele ver como eu tava usando a cueca esquecida dele. Cada vez eu abria mais as pernas, pra que em algum momento os olhos dele se fixassem na minha pussy. Demorou uns minutos, mas ele mordeu a isca, porque de repente começou a ficar nervoso e tentou ir embora, com a desculpa de que tinha um compromisso. Claramente ele tinha notado que eu tava usando a cueca dele, e a mensagem que eu tava mandando era bem direta. Não quero nem imaginar o que passou pela cabeça do Rodney, porque tava se oferecendo uma mulher, uma mulher com oito meses de gravidez. Eu segurei ele, pedi pra ele não ir, que terminasse o serviço.
Ele insistia em ir embora, e num surto de loucura passional, peguei no braço forte dele, virei ele e cravei um beijo na boca dele. Seus lábios grossos. Minha língua lutava pra invadir a boca dele. Minha barriga de grávida apertava contra a barriga dele, e meus braços estavam enroscados no pescoço dele. Ele tentou resistir, mas não era de ferro, então de repente nossas línguas se cumprimentaram, quebrando o gelo. Os braços dele foram pras minhas costas e de lá pro meu rabo. Ele massageava minhas nádegas, tentava entrar entre minhas bandas. A boca dele desceu pro meu pescoço, e a saliva dele era espalhada pela língua na minha pele. Uma das minhas mãos foi pro míssil de carne dele, apalpei, e tinha um tamanho que assustava: comprido, grosso e bem cabeçudo. Parecia a pica de um burro. O negão tinha esquentado de tesão, e o fato de eu estar grávida não era motivo pra não me desejar. Não resisti, peguei na mão dele e levei pro meu quarto. Tranquei a porta com chave, porque uma sessão de sexo esperada por meses pra mim ia rolar. Tirei a roupa dele, primeiro a camisa, curti o tato no torso dele, o corpo de ébano cheio de músculos. Minha língua percorria os mamilos dele, chupando, depois enfiei no umbigo dele com paixão. Desci e tirei os shorts que ele usava, os sapatos, e por último, como se fosse a inauguração de uma estátua, a cueca dele, que eu tirei com os dentes, aspirando o cheiro de pica que vinha de dentro. Como uma mola, uma pica enorme, com uma cabeça vermelha escura brilhante, e um tronco preto como carvão. Minha boca não resistiu, e minha língua atrevida percorreu a cabeça dele, enquanto minhas mãos brigavam pra bater uma pra essa pica descomunal. Um gemido abafado tomou conta do Rodney enquanto a cabeça dele caía pra trás, como se estivesse curtindo um puta prazer. Chupei a pica dele como sabia fazer, porque no meu marido eu fazia igual (na cama sou bem puta), saboreando os líquidos pré-seminais dele, batendo uma com minhas mãozinhas, cobrindo e descobrindo a cabeça com o prepúcio dele. A pica dele era bem gostosa, jorrava muito líquido pré-seminal que se misturava com minha saliva de vadia faminta. Chupei ele, acariciando os testículos pesados dele, bem pretos e cheios de porra. As mãos dele na minha nuca acompanhavam o movimento de trás pra frente que minha boca fazia no pau dele, chupando como uma gostosa no cio. Quando percebi que ele ia gozar, não tirei a boca dali, e mamando como uma bezerra, senti jatos de porra grossa e quente encherem minha boca, engolindo aquele néctar da vida. As mãos dele apertavam minha nuca, segurando minha boca, descarregando o esperma, sem me deixar largar o serviço. Um grito de prazer escapou da garganta do Rodney, porque ele chegou ao orgasmo na gozada. Quando ele afrouxou, o pau mole saiu de entre meus lábios, bem grande e grosso. O preto tava entregue, e uma grávida de verdade tinha deixado ele excitado. É a primeira vez que chupam meu pau assim! – disse o Rodney. Porque é a primeira vez que uma grávida chupa ele, meu amor! – respondi no calor do momento. Ele se jogou na cama, com o mastro preto começando a endurecer de novo. Comecei a me despir, passo a passo, como num strip-tease, primeiro meu vestido curto de futura mamãe, que deixei cair devagar e eroticamente entre meus pés. O Rodney esboçou um sorriso, e tava claro porque essa grávida tava usando as cuecas dele. De costas pra ele, com minha bunda empinada, tirei elas, joguei no ar e caindo na cara do moreno falei: Acho que isso é seu! Me virei, nua na parte de baixo, com minha buceta bem peluda, de longos pelos castanho escuro. Acariciei minha barriga, apertei meus peitos com as mãos, cobertos por um sutiã de renda branca. Dava pra ver meus mamilos escuros através da transparência do sutiã. O pau do preto cada vez ficava mais duro e grande. Tirei ele, sugestiva e eroticamente. Tava totalmente nua, com meus cabelos soltos, meus peitos gordos cheios de leite, minha barrigona bem grande, que eu acariciava com minhas mãos. Você gosta de como eu tô, neguinho lindo? Cê me quer assim bem prenha, só pra você, meu bombom de chocolate? – perguntava toda safada pro Rodney. Hoje a gente vai se divertir pra caralho. O negão ficou bem tarado, se punhetando devagar, curtindo o nu de uma mulher grávida. O pau dele tinha crescido um absurdo, parecia que ia explodir a qualquer hora. Apertei meus bicos, e uns jatos de leite amarelado saíram. Faz umas semanas que começou a sair colostro, e o gosto era bem doce. Cê precisa de lubrificante! – falei pro meu amante de ébano. Me aproximei, coloquei meus peitos perto do pau dele, e apertando minha teta direita, com o bico apontando pra cabeça, um jato do meu colostro foi molhando o pau e a mão dele, enquanto ele se punhetava de prazer. O negão gemeu de tesão, sentindo a umidade entre os dedos e o pau. Tirou a mão e lambeu a mistura de colostro com líquido pré-seminal. Quero provar seu leite! – disse o Rodney. Dá a teta, mamãe, me dá esse leite gostoso, sou seu bebê, amor! – completou desesperado. Gozei e deixei o moreno saborear meu leite. Ele pegou meus peitos cheios com as mãos, ansioso pra mamar, procurando com os lábios um bico, igual um cachorrinho. Mamou que nem um bezerro, a língua dele apertando meu bico, tirando leite. Eu acariciava os crespos dele, morrendo de prazer, inchada de desejo sexual sem limite. Era a primeira vez que eu amamentava alguém na vida. Um orgasmo me pegou, porque enquanto ele mamava, uma das mãos dele enfiava na minha buceta peluda e molhada, apertando meu clitóris, me levando a um clímax espetacular. Chega de leite, agora quero o meu! – falei imperativa. Tirei meus peitos da boca dele, eles ainda jorrando leite sozinhos. O moreno resistiu, mas eu desmamei ele mesmo assim, deixando os lábios dele molhados do meu próprio leite materno. Rodney, de costas, com o pau preto, enorme, grosso, molhado dos fluidos dele e do meu colostro, tava pronto, a todo vapor, preparado pra trabalhar. para
entrar na buceta de uma mulher grávida. De cócoras, apesar da minha
trapalhada, por causa da minha barrigona, me ajeitei, pronta pra deixar aquela
pica dos sonhos me penetrar. Abri meus lábios vaginais, rocei
meu clitóris na cabeça dela, com umas gotinhas de pré-gozo na ponta. Devagarzinho
fui guiando a pica pro meu buraco do prazer, a buceta que só meu marido
tinha comido e engravidado, deslizando essa pica preta pra dentro de mim. Senti
como a grossura dela furava minha vulva, o roçar das veias esfregando as paredes
internas da minha buceta. Bateu no fundo e, surpreendentemente, me senti cheia de um pedaço
de carne de vinte e cinco centímetros de comprimento por cinco de diâmetro. Comecei a
subir e descer, cavalgando aquela pica. O preto, com as mãos dele, tocava minha barriga,
curtindo comer uma grávida.
O sobe e desce foi aumentando, fechei os olhos de tanto prazer. Meus fluidos e os
dele misturados numa poça, faziam a penetração ficar bem lubrificada,
molhada, escorregadia. O moreno, gozava e a gente gemia igual bicho no cio. Aumentei
as penetrações, e vi que o Rodney tava perto de gozar. "Cê vai gozar?"
– perguntei. Um aceno positivo, com os olhos dele fechados de êxtase, me deram
o sinal. Num ritmo violento, entrando e
saindo a pica dele da minha buceta dilatada, com minha barriga de oito meses encostando na
barriga dele, senti que ele começou a gozar. Eu também gozei, e
nossos sexos se fundiram, sentindo o gozo quente e grosso enchendo minha
buceta, escorrendo pelos meus lábios vaginais, a gente se beijando de prazer e enchendo
o quarto de gritos de orgasmo. "Ahhhh, assim, papai, enche minha buceta de gozo,
ahhhhh, a puta que delícia que é sua pica, meu pretinho lindo!" – gritei num
orgasmo apoteótico. "Toma, puta grávida, toma meu gozo, ahhhh, que gostoso,
comendo uma branca bem grávida, ahhhh, que gostoso, meu amooooor!!!!" – gritou
o Rodney na explosão do orgasmo dele. Uns movimentos pequenininhos aconteceram enquanto o negão terminava de gozar dentro da buceta da grávida.
8 comentários - Transando de 8 meses como uma gata
van + 10 puntos para ti cielo besos 😉😘