
Eu sou o Federico, tenho 1,84m, cabelo castanho e cacheado. Tenho uma barba bem cheia. Não sou magro, pelo contrário, tenho uma barriguinha. Mesmo assim, malho direto e também sou corpulento. Essa é a vez que a Malena me mandou vários snaps.
Fiquei pra dormir na casa do Lucas naquela noite e contei tudo o que tinha rolado. A teoria dele era a mesma de todo mundo, que já devia ter acontecido há anos. Mas a real é que não tinha rolado na hora certa.
De manhã mandei umas mensagens pra ela, vendo como ela tava, e ela respondeu normal. A conversa durou o dia inteiro e de vez em quando a gente soltava um comentário mais quente, mas eu sentia que ela não queria mais nada. Depois de ir na casa da minha vó tomar um chá, eu encarei ela e falei na lata: "a gente precisa conversar sobre o que rolou cara a cara. Nós dois curtimos pra caralho e você sabe disso, não dá pra ficar de fingimento." Nisso a gente concordou. Ela sugeriu ir num restaurante chinês que fica a cinco quarteirões da casa dela. Eu tava mais afim de chamar ela pra minha casa, ou ir pra um motel. Mas eu soube ler a situação (ou achei que sabia...) e topei. Fui buscar ela em casa e fomos andando até lá. Cumprimentei ela com um beijo e ela devolveu, mas mais de amigo do que um beijo de língua. Eu fui com uma camiseta do Homem-Aranha que ela tinha me dado dois anos atrás e uma jeans. Ela costumava usar umas camisetas meio nerds também, mas dessa vez me surpreendeu com um vestido preto bem justinho e curto, com um casaco por cima que disfarçava o decote. No caminho a gente foi conversando, de mãos dadas, e se fazendo de desentendidos. Ela me contava da faculdade, eu do trampo, tudo normal. Chegamos no restaurante e pedimos mesa, nós dois somos clientes frequentes e o garçom pisca o olho pra gente enquanto vai anotar o pedido. Enquanto esperamos a comida chegar, ela fala: "Olha, minha mãe vai te mandar mensagem daqui a pouco porque eu falei que fiquei sem bateria, responde rápido que ela fica nervosa, e me espera que vou no banheiro." Fico sozinho com o celular na mão e do nada aparece um snap da Malena. Uma foto da porta do banheiro feminino. Olho se tem alguém olhando, mas nossa mesa é bem escondida. Outro snap, dela no espelho: "tá gostando?" Mando por escrito: "óbvio, gata, você é maravilhosa" — sou muito ruim com palavras quando preciso ser original. "Aqui tô bem sozinha" — a foto é dela sem o casaco, com o decote bem marcado. pena que você não pode vir" foto dela com os peitos bem apertados. "Sabe o que eu quero fazer?" foto dela de peitos nus. "te levar um presentinho" foto de uma buceta na mão dela. Ela sai do banheiro e me vê com a cara vermelha. "QUE PORRA É ESSA, ME ESQUENTANDO ASSIM?" "Nada, põe a mão debaixo da mesa" e nossas mãos se tocam. primeiro ela passa um dedo molhado, e depois me entrega uma calcinha fio-dental enrolada. O garçom chega com a comida, eu com a calcinha guardada no bolso da calça. Comemos numa boa, rindo e falando qualquer merda que vem na cabeça. ela está muito vermelha E SEM CALCINHA. A da calcinha fio-dental era óbvia, mas o sutiã também tirou e de vez em quando se mexe e dá pra ver um mamilo daqueles peitos enormes e durinhos.
Isso tá me deixando mais tesuda que ontem à noite
Fica tranquilo, dessa vez você não vai ficar sem sobremesa
1 comentários - Mi mejor amiga II (soft)