Uma história de ônibus!!!! 😎 😉 👌

Ângela é uma mulher de uns 45 anos, mas parece mais nova. Mora numa cidadezinha no norte da Espanha, trabalha como administrativa, é casada e tem dois filhos. Até aí, tudo igual a todo mundo, mas a Ângela tem seus segredinhos. Fisicamente, ela é uma mulher que não passa despercebida: tem 1,68m, é loira, tem um belo par de peitos, ainda firmes apesar das duas gestações, e uma bunda que faz qualquer um que cruza com ela virar pra olhar e dar vontade de meter na hora. Alguns fins de semana, Ângela aproveita pra ir a uma cidade próxima fazer compras e passar o dia enquanto o marido cuida das crianças. Essas viagens ela costuma fazer de ônibus e costumam ser bem proveitosas.

Naquele sábado, ela ia fazer sua escapada pra cidade como tantas outras vezes. Acordou com tempo suficiente pra se arrumar e pegar o ônibus. Escolheu uma minissaia jeans bem justa que valorizava aquele rabo desejado e uma blusa sem mangas com botões. Como tava calor, deixou os dois primeiros botões abertos, dando uma bela vista de um decote que convidava ao pecado. Foi até o ponto de ônibus e sentou no fundo do veículo, esperando a viagem começar. Naquele dia, o ônibus tava quase vazio, só subiram dois caras com cara de universitários e o próprio motorista. Um dos caras sentou na mesma altura que a Ângela, mas na fileira do lado oposto; o outro sentou bem atrás do primeiro. A viagem começou, e Ângela não tirava os olhos do rapaz na frente dela. Ela adorava caras jovens, e a bucetinha dela já começava a ficar molhada, então decidiu que era hora de dar prazer àquela bucetinha brincalhona. Sentou do lado do cara e se apresentou: — Oi, te incomoda se eu sentar aqui? Do meu lado o sol tá batendo forte e é meio sufocante. Aliás, sou a Ângela. — Não, sem problema — respondeu o rapaz —, eu sou o Leroy — disse se aproximando pra dar dois beijinhos e olhando de canto o decote generoso que a Ângela mostrava. — Prazer. Acho que já te vi pela cidade uma vez — É? — Disse Ângela — E como é que um garoto novo como você repara em mulheres como eu? — É que você não passa despercebida — respondeu Luís, meio sem graça — Ah, para com isso, puxa-saco, tenho certeza que não é por isso — É sim, você tem um corpo que muita mina da minha idade queria ter — disse o garoto, se soltando um pouco mais — Muito obrigada, e já vi que tá falando sério, hehehehe — Disse Ana, apontando pro volume que começava a se formar na calça de Luís. Ele ficou envergonhado e tentou esconder com as mãos, mas Ângela afastou elas e pegou no pacote dele pra dizer: — Não se esconde, é lisonjeiro um garoto como você reagir assim por minha causa. E pra surpresa do moleque, ela começou a abaixar o zíper, enfiou a mão por baixo da cueca, puxou a rola dura dele que tava louca pra sair da prisão e começou a bater uma bem devagar — Ummmm, que tesouro você tinha guardado aqui, aposto que as meninas da sua idade te disputam. Luís não conseguia responder, dividido entre a surpresa e o prazer que a punheta tava dando — Não quer pegar em alguma coisa sua? — provocou Ângela, abrindo as pernas. O outro garoto atrás não perdia um detalhe do que rolava nos bancos da frente e já tava com uma ereção de cavalo vendo a siririca do Luís por trás. Ângela soltou aquela rola jovem por um instante e arregaçou a saia até a cintura, mostrando pro garoto uma calcinha fio dental branca minúscula que escondia menos do que devia, e pelos lados apareciam uns lábios inchados e brilhantes de tão molhada que Ana tava. Antes que Luís pudesse reagir pra agarrar aquela bucetinha, Ângela se inclinou sobre ele e enfiou a rola na boca, começando um boquete que fez o moleque gemer de prazer. O outro garoto se aproximou pra não perder nada do que Ângela fazia. Depois de um tempo recebendo o melhor boquete da vida dele, Luís tava quase gozando, Ângela percebeu e parou de chupar a rola do garoto. Ele ficou olhando pra ela meio confuso, mas ela, com um sorriso safado, começou a bater uma punheta forte até que o Leroy não aguentou e gozou na mão da Ângela. Ela, com cara de gulosa, levou a mão cheia de porra até a boca e chupou tudo até engolir e deixar bem limpinha. — Agora é sua vez — falou pro rapaz — Vamos ver o que você sabe fazer. Ângela reclinou o banco pra trás e abriu as pernas, o Leroy não perdeu um segundo e se abaixou pra lamber aquela buceta que tava ali na mão dele, afastou a calcinha fio dental pro lado e começou a lamber e meter uns dedos, foi fácil porque a Ângela já tava toda molhada. O garoto que tava atrás, ao ver a Ângela naquela posição, não pensou duas vezes e se jogou igual um louco pra apalpar os peitos dela. Entre a lambida do Leroy e o apalpão nos peitos, a Ângela começou a gemer de tesão, afastou por um momento o que tava chupando os peitos dela e abriu a camisa, levantou o sutiã e falou: — Aproveita agora. O outro rapaz começou a beliscar um mamilo enquanto lambia o outro, ela passou a mão no volume do garoto que já tava com o pau pra fora porque tinha começado a bater uma só de ver aquela cena. Entre os dois, já tinham feito a Ângela gozar duas vezes, e eles continuavam duros igual pedra. Ângela mandou eles pararem um momento e irem todos pro banco de trás, fez um sentar no banco do meio e colocou outro do lado, ajoelhado em outro banco, ela montou no primeiro, que agarrou os peitos dela e começou a apertar, enquanto chupava o segundo que gemia de tesão com o boquete. Que delícia receber aqueles paus jovens na buceta e na boca dela, tava toda cheia, tava aproveitando pra caralho. Tava quase gozando de novo quando sentiu umas mãos apoiando na bunda dela e abrindo, parou o boquete por um segundo pra tentar ver o que tava rolando e viu o motorista do ônibus com o pau pra fora encostando na entrada do cu dela. Com tanta agitação, nem tinham percebido que ele tinha parado o ônibus e tava completamente Empalmado porque não tinha perdido nenhum detalhe pelos espelhos internos, vendo o que tinham começado a fazer, decidiu participar. Ângela, longe de se assustar, olhou pra ele de um jeito provocante enquanto sorria e o convidou a meter bem fundo naquele cu que todo mundo queria. Ele começou a enfiar devagar até o pau entrar inteiro, ela gemia de tesão. Quando já estava bem cravada na buceta e no cu, começaram a se mexer, e o prazer que eles estavam dando fez ela gozar na hora. Ela voltou a meter na boca o pau do outro cara, que já tava pedindo a atenção dele. Depois de umas metidas, o cara que tava enfiado na buceta dela gozou dentro, fazendo ela gozar mais uma vez. Leroy pediu pra trocar de posição, e todos rodaram: o motorista passou a ocupar a buceta dela, Leroy o cu, e o outro cara a boca. Foderam ela assim por um tempo até que Leroy não aguentou mais e gozou no cu dela, enchendo de porra. O motorista ainda não tinha gozado e disse que queria encher a boca dela, então Leroy saiu e colocaram a Ângela de quatro no corredor. Enquanto o motorista fodia a boca dela, o outro cara cuidava do cu, dando umas metidas tão fortes que faziam ela engolir o pau do motorista até as bolas. Ângela gozou mais duas vezes assim. O motorista soltou um berro e encheu a boca inteira de Ângela de porra, ela engolia tudo conforme saía do pau, enquanto o outro cara enchia o cu dela de porra. Quando os dois terminaram, Ângela foi se levantar e deu de cara com o pau de Leroy na frente do rosto dela e, sem aviso, ele começou a gozar nela. Ângela recebeu de bom grado e abriu a boca pra provar de novo aquela iguaria tão gostosa. Depois que todos ficaram satisfeitos, se limparam com lenços umedecidos, o motorista voltou pro volante e continuaram a viagem, os três passageiros sentados juntos, Ângela punhetando bem devagar os caras e eles tocando a buceta dilatada dela e os peitos sensíveis até chegar. destino.

4 comentários - Uma história de ônibus!!!! 😎 😉 👌

Esta bueno el relato..pero algo fantasioso...pero igual te dare 10+...