No final dos anos 90, eu estava no ensino médio, no noturno. Tinha abandonado por dois anos, então decidi terminar numa escola perto de casa. Meus colegas eram de idades variadas, adultos e jovens.
Quando o ano acabou, fomos passar o dia num parque, ao lado de uma rodovia conhecida que liga a zona norte com a zona oeste da Grande Buenos Aires.
Como de costume, o álcool corria solto, então mais de um já estava bem bêbado, inclusive eu.
Começamos a brincar de girar a garrafa, típico... na minha frente tinha uma gordinha, bom, mais que gordinha era gorda, não era feia de rosto, era meio loirinha e tinha 19 anos. Quando era minha vez de escolher, eu escolhia beijar ela, ela escolheu me dar um tapa, não muito forte mas... tapa. Caiu de novo pra mim e eu dei um beijo de língua, que a gorda retribuiu deliciosamente.
Fiquei com tesão com aquele beijo, terminamos de jogar, eu continuava com tesão... fazia meses que não transava, então tava com o pau latejando, pra piorar nem uma punheta eu tinha batido em vários dias.
Me aproximei dela puxando conversa, a primeira coisa que falei foi: "Que beijo gostoso..." ela com um sorriso me disse que aquilo era só uma pequena amostra do que eram os beijos dela.
Começamos a caminhar, nos afastando um pouco do grupo, no parque não tinha ninguém porque era dia de semana, a gente caminhava e conversava besteira... quando demos conta já não enxergávamos mais as mesas onde o grupo estava.
Em um momento, tomei coragem e dei um beijo nela, tinha certeza que ela não ia me recusar, e não recusou, retribuiu o beijo com muita vontade, o que me deixou com ainda mais tesão.
"Vamos sentar naquele tronco", eu disse, apontando pra uma árvore caída, o lugar era ideal porque era cercado por árvores baixas que escondiam o local.
Sentamos na grama apoiando as costas no tronco, nos beijando, o tesão tava me dominando, como nunca, comecei a beijar o pescoço dela e isso deixou ela com muito mais tesão.
Ela estava de legging... curtinhas, meti a mão, ela estava com um absorvente... perguntei se ela estava menstruada, ela disse que tinha parado naquela mesma manhã... tudo isso sem parar de nos beijar, empurrei-a gentilmente para deitá-la e me colocar sobre ela, levantei sua roupa, o sutiã... revelando seus peitos enormes, com mamilos rosados e gigantes, fiquei louco de tesão, chupei seus mamilos com força, mordiscando-os.
Sem dizer nada, tentei puxar sua calça legging para baixo, pensando que ela recusaria, mas ela não disse nada, puxei até os tornozelos e tirei apenas de uma perna. Não falávamos, não dizíamos nada, me coloquei entre suas pernas, com o pau duro como uma pedra, mas não enfiei, comecei a esfregar sua buceta, desesperado mas tentando ir com calma, quando senti que ela estava molhada, me posicionei entre suas pernas.
Foi uma surpresa enorme quando vi que meu pau não entrava, a gordinha era virgem... olhei para ela surpreso, e ela disse: - sim, sou virgem...
Não disse mais nada, na minha cabeça pensei "não é uma trepada qualquer, é a primeira vez dela, quero que seja uma boa lembrança"...
Comecei a beijá-la, beijar seu pescoço, chupar seus peitos, queria que ela ficasse bem excitada... e ela estava, a gordinha respirava ofegante... então decidi que era a hora, me ajustei e empurrando suave mas firme, tirei sua virgindade, ela reclamou por um segundo quando rompi o hímen, mas estávamos desesperados, comecei a me mover, fazendo-a gemer, ela tinha uma buceta apertada e encharcada.
Nos beijávamos desesperados, sem parar de me mover dentro dela, tentei aguentar o máximo possível, o que era difícil porque era apertada.
Me acomodei um pouco melhor e coloquei suas pernas cruzadas sobre sua barriga, ela tinha uma buceta linda, não era aquela buceta típica de gordinha, assim, buceta, ela tinha a buceta pequena, com poucos pelinhos... com uns lábios carnudos e rosados.
Enfiei meu pau até o fundo, pela posição doeu um pouco, mas ela não disse nada. Comecei a meter, mais e mais forte, mais e mais... Fundo até não aguentar mais e começo a gozar dentro dela. Como a menstruação dela tinha acabado naquele dia, segundo ela mesma, eu sabia que não havia perigo. Soltei uma quantidade de porra tremenda, eu mesmo conseguia sentir escorrendo pelas paredes da sua buceta e no meu pau duro.
Quando tirei, pude ver minha porra saindo da buceta dela, aos borbotões. Me apoiei sobre ela de novo, dei um beijo bem terno e comecei a masturbá-la, encharcando a buceta com meu gozo. Em questão de dois minutos, a gordinha gozou, com um gemido que deve ter sido ouvido a 50 metros.
A cara da gorda gozando e o gemido me deixaram com tesão de novo, então pedi para ela ficar de quatro e comecei a comê-la de novo. Como era a segunda vez em pouco tempo, estava difícil de gozar, então fiquei metendo sem pressa nem pausa, fazendo a bunda enorme dela balançar a cada enfiada. Não sei quanto tempo fiquei bombando, mas a gordinha gozou de novo. Fiquei parado para sentir, a buceta dela se contraía apertando meu pau, isso fez ele pulsar, o sinal típico de que eu estava prestes a gozar. Então comecei a bombar como um cachorro no cio e, em menos de dois minutos, enchi a buceta dela de porra de novo.
Ajeitamos a roupa, voltamos para onde estavam todos, tentando parecer o mais normal possível, como se nada tivesse acontecido. Mas a gorda, que era branquinha, estava com as bochechas bem vermelhas, e eu estava suado, então todo mundo percebeu. Não ligamos. Em um momento, ela sussurrou no meu ouvido: "Ainda tá escorrendo sua porra..."
Depois daquele dia, nos vimos de novo, transamos de novo. Não saíamos, pelo menos não oficialmente, mas transávamos com muita frequência. Ela aprendeu rápido, chupava meu pau como ninguém, fizemos anal... Ficamos assim por um ano. Ela começou a trabalhar e não nos vimos mais com tanta frequência, a relação esfriou. Mas, enquanto durou, foram as melhores gozadas em anos.
As fotos são de bônus, só. ilustrativas



Quando o ano acabou, fomos passar o dia num parque, ao lado de uma rodovia conhecida que liga a zona norte com a zona oeste da Grande Buenos Aires.
Como de costume, o álcool corria solto, então mais de um já estava bem bêbado, inclusive eu.
Começamos a brincar de girar a garrafa, típico... na minha frente tinha uma gordinha, bom, mais que gordinha era gorda, não era feia de rosto, era meio loirinha e tinha 19 anos. Quando era minha vez de escolher, eu escolhia beijar ela, ela escolheu me dar um tapa, não muito forte mas... tapa. Caiu de novo pra mim e eu dei um beijo de língua, que a gorda retribuiu deliciosamente.
Fiquei com tesão com aquele beijo, terminamos de jogar, eu continuava com tesão... fazia meses que não transava, então tava com o pau latejando, pra piorar nem uma punheta eu tinha batido em vários dias.
Me aproximei dela puxando conversa, a primeira coisa que falei foi: "Que beijo gostoso..." ela com um sorriso me disse que aquilo era só uma pequena amostra do que eram os beijos dela.
Começamos a caminhar, nos afastando um pouco do grupo, no parque não tinha ninguém porque era dia de semana, a gente caminhava e conversava besteira... quando demos conta já não enxergávamos mais as mesas onde o grupo estava.
Em um momento, tomei coragem e dei um beijo nela, tinha certeza que ela não ia me recusar, e não recusou, retribuiu o beijo com muita vontade, o que me deixou com ainda mais tesão.
"Vamos sentar naquele tronco", eu disse, apontando pra uma árvore caída, o lugar era ideal porque era cercado por árvores baixas que escondiam o local.
Sentamos na grama apoiando as costas no tronco, nos beijando, o tesão tava me dominando, como nunca, comecei a beijar o pescoço dela e isso deixou ela com muito mais tesão.
Ela estava de legging... curtinhas, meti a mão, ela estava com um absorvente... perguntei se ela estava menstruada, ela disse que tinha parado naquela mesma manhã... tudo isso sem parar de nos beijar, empurrei-a gentilmente para deitá-la e me colocar sobre ela, levantei sua roupa, o sutiã... revelando seus peitos enormes, com mamilos rosados e gigantes, fiquei louco de tesão, chupei seus mamilos com força, mordiscando-os.
Sem dizer nada, tentei puxar sua calça legging para baixo, pensando que ela recusaria, mas ela não disse nada, puxei até os tornozelos e tirei apenas de uma perna. Não falávamos, não dizíamos nada, me coloquei entre suas pernas, com o pau duro como uma pedra, mas não enfiei, comecei a esfregar sua buceta, desesperado mas tentando ir com calma, quando senti que ela estava molhada, me posicionei entre suas pernas.
Foi uma surpresa enorme quando vi que meu pau não entrava, a gordinha era virgem... olhei para ela surpreso, e ela disse: - sim, sou virgem...
Não disse mais nada, na minha cabeça pensei "não é uma trepada qualquer, é a primeira vez dela, quero que seja uma boa lembrança"...
Comecei a beijá-la, beijar seu pescoço, chupar seus peitos, queria que ela ficasse bem excitada... e ela estava, a gordinha respirava ofegante... então decidi que era a hora, me ajustei e empurrando suave mas firme, tirei sua virgindade, ela reclamou por um segundo quando rompi o hímen, mas estávamos desesperados, comecei a me mover, fazendo-a gemer, ela tinha uma buceta apertada e encharcada.
Nos beijávamos desesperados, sem parar de me mover dentro dela, tentei aguentar o máximo possível, o que era difícil porque era apertada.
Me acomodei um pouco melhor e coloquei suas pernas cruzadas sobre sua barriga, ela tinha uma buceta linda, não era aquela buceta típica de gordinha, assim, buceta, ela tinha a buceta pequena, com poucos pelinhos... com uns lábios carnudos e rosados.
Enfiei meu pau até o fundo, pela posição doeu um pouco, mas ela não disse nada. Comecei a meter, mais e mais forte, mais e mais... Fundo até não aguentar mais e começo a gozar dentro dela. Como a menstruação dela tinha acabado naquele dia, segundo ela mesma, eu sabia que não havia perigo. Soltei uma quantidade de porra tremenda, eu mesmo conseguia sentir escorrendo pelas paredes da sua buceta e no meu pau duro.
Quando tirei, pude ver minha porra saindo da buceta dela, aos borbotões. Me apoiei sobre ela de novo, dei um beijo bem terno e comecei a masturbá-la, encharcando a buceta com meu gozo. Em questão de dois minutos, a gordinha gozou, com um gemido que deve ter sido ouvido a 50 metros.
A cara da gorda gozando e o gemido me deixaram com tesão de novo, então pedi para ela ficar de quatro e comecei a comê-la de novo. Como era a segunda vez em pouco tempo, estava difícil de gozar, então fiquei metendo sem pressa nem pausa, fazendo a bunda enorme dela balançar a cada enfiada. Não sei quanto tempo fiquei bombando, mas a gordinha gozou de novo. Fiquei parado para sentir, a buceta dela se contraía apertando meu pau, isso fez ele pulsar, o sinal típico de que eu estava prestes a gozar. Então comecei a bombar como um cachorro no cio e, em menos de dois minutos, enchi a buceta dela de porra de novo.
Ajeitamos a roupa, voltamos para onde estavam todos, tentando parecer o mais normal possível, como se nada tivesse acontecido. Mas a gorda, que era branquinha, estava com as bochechas bem vermelhas, e eu estava suado, então todo mundo percebeu. Não ligamos. Em um momento, ela sussurrou no meu ouvido: "Ainda tá escorrendo sua porra..."
Depois daquele dia, nos vimos de novo, transamos de novo. Não saíamos, pelo menos não oficialmente, mas transávamos com muita frequência. Ela aprendeu rápido, chupava meu pau como ninguém, fizemos anal... Ficamos assim por um ano. Ela começou a trabalhar e não nos vimos mais com tanta frequência, a relação esfriou. Mas, enquanto durou, foram as melhores gozadas em anos.
As fotos são de bônus, só. ilustrativas




3 comentários - Sexo al aire libre, relato verídico.
Muy caliente!!!