Voltamos com tudo com um novo post, como tinha prometido que viriam muitos mais pra compartilhar! Espero que vocês curtam bastante e mando mil beijos onde mais gostarem. Agora sim, a ação a seguir pra todos vocês.
Quem nunca recebeu uma apoiada num transporte público? Acontece com todas nós, cuties, quando passa, elas surgem como feras de tanta indignação. Mas aqui vem a exceção, porque no meu caso não me incomoda tanto quanto as outras. Quantas vezes as mulheres reagem de forma bem grossa e em muitas outras, por sentirem vergonha ou medo de encarar a situação, deixam que continuem fazendo de tudo como se nada fosse. Vale deixar claro que no meu caso é totalmente diferente, já que não reclamo nem um pouco, ainda mais de uma apoiada bem gostosa, embora admita que dá um certo pudor se alguém próximo percebe o que estão fazendo comigo. Aí é quando tento me afastar, mesmo que tenha adorado o que senti.
Na minha cabeça vem uma cena de uma dessas tantas viagens em que um cara me apoiou de um jeito tremendo, me esquentou tanto que fiquei com uma vontade louca de transar com ele. Achei que esse seria, sem dúvida, o próximo passo, mas esse tal me deixou com todo o tesão acumulado, porque quando desci e, apesar de todos os sinais que mandei, ele não veio atrás de mim. Também não ia gritar: "Vem, cara, desce e me come", embora tenha estado a ponto, hahaha. Bom, toda essa introdução é porque recentemente me aconteceu algo parecido.
Passo a relatar... Um dia na semana, naquelas horas infernais em que qualquer transporte fica lotado de gente, voltava de uma entrevista de emprego, onde se ouve o mesmo de sempre: "Vamos te ligar" e tal. Como ainda era cedo, pensei: "Vou ver roupas e todas essas coisas que a gente, mulher, costuma ir olhar, ou seja, besteiras." Voltei a pegar outro transporte público, que, pra minha sorte, não estava tão cheio. Depois de um tempo, começou a lotar igual porco em chiqueiro. Em Uma dessas, sobe um cara que fica parado bem atrás de mim. Eu ia em pé perto da porta, segurando no cano dos bancos, já que como faltava pouco pra eu descer, não quis fazer manobras impossíveis que claramente não iam dar certo. Nisso, sobe muito mais gente e é bem nesse momento que sinto a primeira encostada. Claro que num primeiro momento era algo puramente casual... até que sinto outra "encostada", mas dessa vez foi muito maior e mais consistente que a anterior. Como eu estava contra o tubo, que segurava meu corpo com o movimento do transporte, a encostada ficava muito mais palpável e perceptível. Já não era mais algo "casual". Chegando no meu destino, decidi não descer. Fiquei no mesmo lugar. Teve uma troca de passageiros, alguns desceram e muitos mais entraram, aproveitei esse momento pra virar levemente a cabeça e visualizar meu "APOIADOR". Devia ter uns quarenta e poucos, não me achei especialmente atraído por ele, embora aquilo que senti de novo entre minhas nádegas com a onda de novos passageiros me fez reconsiderar a situação. Eu ia vestida com uma calça branca que permitia que a pressão fosse mais direta e certeira. Não sei como, mas o volume do cara tinha tomado uma forma que se encaixava perfeitamente no meio da minha bunda. Dava até pra sentir o calor dele e a sinuosidade das veias. Era algo realmente impressionante. Essa sim era uma encostada com todas as letras. Assim que todos deveriam encostar pra não levar um fora. Infelizmente, estávamos chegando onde todo mundo descia, me deixando sem chance de continuar curtindo esse "APOIO" moral kkkk. Tentei pensar rápido e não me ocorreu coisa melhor do que me esfregar levemente contra ele, como pra fazer ele saber que eu tava gostando, e quando chegamos, perguntar pra onde ir pra continuar tomando outra coisa, como pra ele saber pra onde eu ia. Desci então e comecei a andar na direção que ele me indicou. Logo percebi que ele tava me seguindo bem de perto. No acrílico de alguns anúncios, eu via ele olhando pra minha bunda, isso me incentivava ainda mais. Cheguei na estação e entrei no primeiro trem que passou, por sorte estava igualmente lotado. O cara subiu também, se posicionou exatamente igual a antes, dessa vez olhei de frente pra ele e sorri, como dando meu consentimento. Conforme as pessoas foram entrando, ele foi se apoiando em mim, fazendo sentir de novo aquela pressão gostosa que me fazia perder a cabeça. Até onde você vai? ele perguntou assim que passamos algumas estações, sem se afastar de mim. Até onde você quiser, respondi sem me afastar dele. Que tal a gente descer na próxima? ele sugeriu. Acho ótimo, falei totalmente entregue, sem sombra de dúvida. Descemos, nem sabia onde estava, já tinha perdido a noção de espaço e lugar. Tava com um tesão tão grande que naquele momento só minha pussy era a única coisa que pensava. Ao me ver totalmente oferecida, o cara colocou o braço nos meus ombros e me levou pra fora da estação como se fôssemos namorados... e isso que nem sabíamos nossos nomes. Saímos do lado de uma universidade muito conhecida da capital federal. Caminhamos alguns metros e, como se fosse coisa do destino, avistamos um motel. Fomos pra lá, ou melhor, ele me levou pra lá, sempre com um braço nos meus ombros, me segurando contra ele como se tivesse medo de eu fugir. Embora fugir fosse a última coisa que passava pela minha cabeça. Gostou da apertada, gostosa? ele perguntou enquanto nos aproximávamos do nosso destino. Adorei!!!!!!!!!!! garanti. Uhh, você não sabe como vou te comer... seus lábios vão ficar assados de tanto que vou te dar, ele disse intimidador. É isso que eu quero, falei, mostrando em cada palavra a vontade que eu tava. Você vai me cobrar por isso? ele perguntou antes de entrar. Devia, isso não se consegue de graça, respondi. Quanto? ele quis saber. Só pagar o motel é suficiente, falei. Devia ter ganhado uma grana que não me faria mal, mas como Eu disse antes que não estava no pleno uso das minhas faculdades. Então a gente entrou no hotel......................... CONTINUA...........................................
Quem nunca recebeu uma apoiada num transporte público? Acontece com todas nós, cuties, quando passa, elas surgem como feras de tanta indignação. Mas aqui vem a exceção, porque no meu caso não me incomoda tanto quanto as outras. Quantas vezes as mulheres reagem de forma bem grossa e em muitas outras, por sentirem vergonha ou medo de encarar a situação, deixam que continuem fazendo de tudo como se nada fosse. Vale deixar claro que no meu caso é totalmente diferente, já que não reclamo nem um pouco, ainda mais de uma apoiada bem gostosa, embora admita que dá um certo pudor se alguém próximo percebe o que estão fazendo comigo. Aí é quando tento me afastar, mesmo que tenha adorado o que senti.
Na minha cabeça vem uma cena de uma dessas tantas viagens em que um cara me apoiou de um jeito tremendo, me esquentou tanto que fiquei com uma vontade louca de transar com ele. Achei que esse seria, sem dúvida, o próximo passo, mas esse tal me deixou com todo o tesão acumulado, porque quando desci e, apesar de todos os sinais que mandei, ele não veio atrás de mim. Também não ia gritar: "Vem, cara, desce e me come", embora tenha estado a ponto, hahaha. Bom, toda essa introdução é porque recentemente me aconteceu algo parecido.
Passo a relatar... Um dia na semana, naquelas horas infernais em que qualquer transporte fica lotado de gente, voltava de uma entrevista de emprego, onde se ouve o mesmo de sempre: "Vamos te ligar" e tal. Como ainda era cedo, pensei: "Vou ver roupas e todas essas coisas que a gente, mulher, costuma ir olhar, ou seja, besteiras." Voltei a pegar outro transporte público, que, pra minha sorte, não estava tão cheio. Depois de um tempo, começou a lotar igual porco em chiqueiro. Em Uma dessas, sobe um cara que fica parado bem atrás de mim. Eu ia em pé perto da porta, segurando no cano dos bancos, já que como faltava pouco pra eu descer, não quis fazer manobras impossíveis que claramente não iam dar certo. Nisso, sobe muito mais gente e é bem nesse momento que sinto a primeira encostada. Claro que num primeiro momento era algo puramente casual... até que sinto outra "encostada", mas dessa vez foi muito maior e mais consistente que a anterior. Como eu estava contra o tubo, que segurava meu corpo com o movimento do transporte, a encostada ficava muito mais palpável e perceptível. Já não era mais algo "casual". Chegando no meu destino, decidi não descer. Fiquei no mesmo lugar. Teve uma troca de passageiros, alguns desceram e muitos mais entraram, aproveitei esse momento pra virar levemente a cabeça e visualizar meu "APOIADOR". Devia ter uns quarenta e poucos, não me achei especialmente atraído por ele, embora aquilo que senti de novo entre minhas nádegas com a onda de novos passageiros me fez reconsiderar a situação. Eu ia vestida com uma calça branca que permitia que a pressão fosse mais direta e certeira. Não sei como, mas o volume do cara tinha tomado uma forma que se encaixava perfeitamente no meio da minha bunda. Dava até pra sentir o calor dele e a sinuosidade das veias. Era algo realmente impressionante. Essa sim era uma encostada com todas as letras. Assim que todos deveriam encostar pra não levar um fora. Infelizmente, estávamos chegando onde todo mundo descia, me deixando sem chance de continuar curtindo esse "APOIO" moral kkkk. Tentei pensar rápido e não me ocorreu coisa melhor do que me esfregar levemente contra ele, como pra fazer ele saber que eu tava gostando, e quando chegamos, perguntar pra onde ir pra continuar tomando outra coisa, como pra ele saber pra onde eu ia. Desci então e comecei a andar na direção que ele me indicou. Logo percebi que ele tava me seguindo bem de perto. No acrílico de alguns anúncios, eu via ele olhando pra minha bunda, isso me incentivava ainda mais. Cheguei na estação e entrei no primeiro trem que passou, por sorte estava igualmente lotado. O cara subiu também, se posicionou exatamente igual a antes, dessa vez olhei de frente pra ele e sorri, como dando meu consentimento. Conforme as pessoas foram entrando, ele foi se apoiando em mim, fazendo sentir de novo aquela pressão gostosa que me fazia perder a cabeça. Até onde você vai? ele perguntou assim que passamos algumas estações, sem se afastar de mim. Até onde você quiser, respondi sem me afastar dele. Que tal a gente descer na próxima? ele sugeriu. Acho ótimo, falei totalmente entregue, sem sombra de dúvida. Descemos, nem sabia onde estava, já tinha perdido a noção de espaço e lugar. Tava com um tesão tão grande que naquele momento só minha pussy era a única coisa que pensava. Ao me ver totalmente oferecida, o cara colocou o braço nos meus ombros e me levou pra fora da estação como se fôssemos namorados... e isso que nem sabíamos nossos nomes. Saímos do lado de uma universidade muito conhecida da capital federal. Caminhamos alguns metros e, como se fosse coisa do destino, avistamos um motel. Fomos pra lá, ou melhor, ele me levou pra lá, sempre com um braço nos meus ombros, me segurando contra ele como se tivesse medo de eu fugir. Embora fugir fosse a última coisa que passava pela minha cabeça. Gostou da apertada, gostosa? ele perguntou enquanto nos aproximávamos do nosso destino. Adorei!!!!!!!!!!! garanti. Uhh, você não sabe como vou te comer... seus lábios vão ficar assados de tanto que vou te dar, ele disse intimidador. É isso que eu quero, falei, mostrando em cada palavra a vontade que eu tava. Você vai me cobrar por isso? ele perguntou antes de entrar. Devia, isso não se consegue de graça, respondi. Quanto? ele quis saber. Só pagar o motel é suficiente, falei. Devia ter ganhado uma grana que não me faria mal, mas como Eu disse antes que não estava no pleno uso das minhas faculdades. Então a gente entrou no hotel......................... CONTINUA...........................................
6 comentários - Apoiadas com sucesso total? Aqui te conto...